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      <title>Racismo Cultural by Nathalia Silva Pinto Henriques</title>
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      <description>E a sociedade </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-03-17 17:05:01 UTC</pubDate>
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         <title>Cultura e racismo</title>
         <author>nathaliahenriques2</author>
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         <description><![CDATA[<div>O racismo cultural defende que uma cultura seja superior à outra. Pode ser exposto por meio de crenças, músicas, religiões, idiomas e afins, tudo que englobe cultura.<br>Enquanto o racismo pode ser caracterizado pela crença de que uma raça é inerentemente superior a outra, o racismo cultural pode ser caracterizado pela crença de que uma cultura é inerentemente superior a outra.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-17 18:08:42 UTC</pubDate>
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         <title>Redenção de Cam</title>
         <author>jadehaiek</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-03-24 17:51:45 UTC</pubDate>
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         <title>Eurocentrismo </title>
         <author>nathaliahenriques2</author>
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         <description><![CDATA[<div>Um exemplo e causa do racismo cultural é o eurocentrismo, onde acham que a cultura europeia é superior as demais, sendo até colocada no mapa múndi como centro do mundo e a África abaixo.<br>O eurocentrismo é a ideia de que os valores, ideais, saberes e cultura europeia são os que devem ser valorizados, nos quais outros povos e sociedades devem se inspirar e, assim, tentar atingir seu padrão. Trata-se de um tipo de etnocentrismo, que coloca a Europa Ocidental como continente de nações que construíram o mundo moderno. O centro da civilização.<br>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-24 18:00:11 UTC</pubDate>
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         <title>Palmares 1999- Natiruts</title>
         <author>marianacoelho6</author>
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         <description><![CDATA[<div>"A cultura e o folclore são meus<br>Mas os livros foi você quem escreveu<br>Quem garante que Palmares se entregou?<br>Quem garante que Zumbi você matou?"<br><br></div><div>Um exemplo de protesto a tentativa de embranquecimento é a musica Palmares 1999. Ao escrever essa música os autores se referem a tentativa de embranquecer a cultura africana e desvalorização pelos brancos</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-24 18:17:07 UTC</pubDate>
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         <title>Tentativa de embranquecimento no Brasil</title>
         <author>nathaliahenriques2</author>
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         <description><![CDATA[<div>Outro exemplo foi a tentativa de embranquecimento no Brasil apos a ebulição da escravatura, onde o governo incentivou a vinda de emigrantes europeus dando oportunidades de empregos, e expulsou os negros sem dar suporte algum.&nbsp;<br>Isso aconteceu no bairro da Liberdade, onde originalmente vivia muitos ex-escravizados que mais tarde foram&nbsp; retirados de suas moradias pelo governo e hoje em dia é conhecido como um bairro Asiatístico.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-24 18:20:39 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>nathaliahenriques2</author>
         <link>https://padlet.com/nathaliahenriques2/Bookmarks/wish/2112449224</link>
         <description><![CDATA[<div>Machado de Assis foi um escritor brasileiro, considerado por muitos críticos, estudiosos, escritores e leitores o maior nome da literatura brasileira, que para ser aceito foi embranquecido, tanto pela massa quanto por ele mesmo, já que naquele tempo ser negro era considerado ser escravizado.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-24 18:30:57 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>nathaliahenriques2</author>
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         <description><![CDATA[<div>Também ouve-se falar sobre a “descoberta da América”, como se não existisse história ou populações do continente antes da chegada dos europeus. Também desde essa época é ensinada às crianças uma visão estereotipada das populações indígenas brasileiras, como se fossem um único povo, sem divisões ou características próprias. Dão para as crianças acessórios com penas, pintam seus rostos com listras nas bochechas e as orientam a dançar, gritando e pulando, pois assim estariam “brincando de índio”. Essa visão também é fruto de um eurocentrismo, que não busca entender a complexidade desses povos, perpetuando um entendimento superficial e limitado, colocando-os como primitivos e caricatos, qualificando a pluralidade de culturas como uma “brincadeira”.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-07 17:46:33 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>nathaliahenriques2</author>
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         <description><![CDATA[<div>Foi um ideal muito difundido no período das Grandes Navegações, em que os europeus “descobriram” o resto do mundo. Ao entrar em contato com outros povos e sociedades, eles os mediam a partir de seus próprios conceitos do que seria o avanço e desenvolvimento em oposição ao primitivo e “bárbaro”, não levando em conta que, se outras sociedades vivem sob condições e necessidades diferentes, não necessariamente “inferiores”, como eles pensavam. Após isso, começou a trajetória de “levar o desenvolvimento”, o que, na prática, resultou em relações coloniais e de exploração de outras partes do mundo, contando muitas vezes com massacres dos povos que viviam nessas regiões recém “descobertas”.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-07 17:49:20 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>nathaliahenriques2</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-04-07 18:15:06 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>marianacoelho6</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-04-07 18:18:07 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>marianacoelho6</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-04-07 18:24:54 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>nathaliahenriques2</author>
         <link>https://padlet.com/nathaliahenriques2/Bookmarks/wish/2144129947</link>
         <description><![CDATA[<div>No estado de São Paulo podemos constatar a multiplicação de estrangeiros a partir do final do século XIX, sobretudo na sua capital. Entre a última década do século XIX e os primeiros anos do século XX, o número de estrangeiros na cidade de São Paulo excedia os 50% do total de habitantes, sendo que a maiorias dos imigrantes era italiana. Devido à mentalidade da época, os estrangeiros ocupavam os espaços mais dinâmicos da economia, como indústria e comércio, enquanto que para os nacionais pobres, sobretudo os negros, restavam serviços intermitentes, de menor remuneração e considerados de menor status: carroceiros, varredores de rua, limpadores de trilho, etc.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-14 17:00:37 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>nathaliahenriques2</author>
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         <description><![CDATA[<div>Essa exclusão dos negros em relação às ocupações mais dinâmicas não se dava por uma questão de falta de preparo dos mesmos em relação aos imigrantes. Devido aos dados do censo de 1872, sabe-se que negros escravizados exerciam diversas ocupações que exigiam um alto nível de responsabilidade e preparo técnico: há registros de escravos exercendo a profissão de médicos, professores, caixeiros viajantes, lojistas, etc.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-14 17:16:40 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>nathaliahenriques2</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>O racismo cultural foi usado como justificativa para colonizar e dominar territórios desde a Antiguidade. Na época moderna, esse tipo de racismo pode incluir elementos do racismo institucional e individual.</div><div><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-14 17:25:58 UTC</pubDate>
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         <title>Como o eurocentrismo aparece no primeiro contato com as Ciências</title>
         <author>nathaliahenriques2</author>
         <link>https://padlet.com/nathaliahenriques2/Bookmarks/wish/2144162139</link>
         <description><![CDATA[<div>Se for feita uma análise sobre o que se ensina e como se ensina dentro da maioria das escolas, pode-se ver vários reflexos do eurocentrismo. A própria estrutura das salas é um exemplo. É muito comum utilizar o esquema de sala de aula inglês, criado durante a Revolução Industrial, com diversas carteiras enfileiradas e o professor ou professora diante delas, mesmo que existam pesquisas que questionam a funcionalidade desse padrão. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-14 17:29:38 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>nathaliahenriques2</author>
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         <description><![CDATA[<div>Simplesmente aceita-se que essa é a forma correta de se organizar uma sala de aula, sem sequer considerar outras opções. E, segundo Silvana Perez, doutora em Física pela Universidade de São Paulo (USP), que também atuou na área de educação, até mesmo os livros didáticos utilizados seguem o padrão utilizado na Europa; importamos e traduzimos muito do que é utilizado nos materiais didáticos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-14 17:34:01 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>nathaliahenriques2</author>
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         <description><![CDATA[<div>Vale ressaltar ainda que a taxa de analfabetismo mais alta é entre a população negra ou parda. A proporção de pessoas de 25 anos ou mais com pelo menos o Ensino Médio completo é de 40,3%. Já entre os brancos, o índice é de 55,8%.<br>A proporção da população preta ou parda entre 18 e 24 anos com menos de 11 anos de estudo e que não frequentavam a escola em 2018 era de 28,8%, frente 17,4% de brancos na mesma situação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-14 18:25:03 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>nathaliahenriques2</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-04-28 17:12:57 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>nathaliahenriques2</author>
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         <description><![CDATA[<div>N<strong>enhuma pessoa negra ainda ganhou um prêmio Nobel pela sua contribuição científica</strong> e a busca por reconhecimento é uma luta de muito tempo, já que muitas das suas contribuições foram apagadas dos livros de história.<br>O reflexo da desigualdade social e o preconceito pode ser vista até os dias atuais, já que esta população ainda se vê sub representada nos espaços acadêmicos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-28 17:44:52 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>nathaliahenriques2</author>
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         <description><![CDATA[<div>Um exemplo é:<br>&nbsp;Papiro de Rhind, maior parte do que se entendia sobre matemática surgiu a partir deste documento, mas com o decorrer do tempo essa área de conhecimento foi apropriada por outras populações, principalmente a população europeia.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-28 17:47:53 UTC</pubDate>
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         <title>Grupos neonazistas do Brasil</title>
         <author>nathaliahenriques2</author>
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         <description><![CDATA[<div>Neonazismo é a ideologia que faz o resgate de elementos do nazismo e surgiu após a Segunda Guerra Mundial.<br>Aqui no Brasil também existem grupos neonazistas. A concentração desses grupos é extremamente altas nas regiões Sudeste e Sul, especialmente nos estados de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Os grupos neonazistas do Brasil incorporam os elementos básicos do neonazismo, como o ódio contra negros, homossexuais, judeus etc. Além disso, os neonazistas também concentram seu ódio contra migrantes de outras regiões do país, sobretudo contra os nordestinos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-28 18:13:28 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title> Lei 10.639/03</title>
         <author>nathaliahenriques2</author>
         <link>https://padlet.com/nathaliahenriques2/Bookmarks/wish/2165020764</link>
         <description><![CDATA[<div>O Brasil – o país mais negro fora da África – ainda enfrenta uma série de desafios para acabar com o racismo e promover mais equidade para essa população, que representa mais de 50% do total de brasileiros. Uma iniciativa que veio contribuir para mudar essa realidade completa, em 2018, 15 anos da sua promulgação: trata-se da&nbsp; <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2003/l10.639.htm">Lei 10.639/03</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-30 01:42:37 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>nathaliahenriques2</author>
         <link>https://padlet.com/nathaliahenriques2/Bookmarks/wish/2165027017</link>
         <description><![CDATA[<div>A Lei 10.639 de 2003 tornou obrigatório, nos estabelecimentos de ensino fundamental e<br>médio, o estudo dos povos africanos e afro-brasileiros<br>à LDB, do art. 26-A. A Resolução n. 01 de 2004, do Conselho Nacional do MEC, obriga as instituições de ensino superior a<br>incluir em seus cursos a educação das relações étnico-raciais. A defesa da supremacia racial branca<br>encontra-se largamente difundida na mentalidade do racismo à brasileira, fundado na ideologia da<br>democracia racial, do branqueamento e da miscigenação (MUNANGA, K.). Reflexo do racismo<br>estrutural nas escolas e universidades brasileiras é o descumprimento reiterado da citada legislação,<br>em especial o desconhecimento da profícua produção de intelectuais afro-brasileiros.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-30 01:57:11 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>nathaliahenriques2</author>
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         <description><![CDATA[<div>Há ainda um sistema de privilégios que são garantidos à população não negra do Brasil e as pessoas não refletem sobre isso. Se o professor não tiver a consciência dos seus privilégios raciais, muito provavelmente não vai legitimar a lei. E como o educador tem autonomia de aplicar o conteúdo conforme quer em sala de aula, pode até colocar no planejamento que irá discutir o tema, mas pode não fazer nada a respeito.<br>Temos todo um problema que diz respeito a refletir criticamente sobre as nossas construções identitárias raciais. Precisamos descolonizar o pensamento para descolonizar o currículo”, pondera.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-30 02:01:22 UTC</pubDate>
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         <title>Dificuldades de implementação </title>
         <author>nathaliahenriques2</author>
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         <description><![CDATA[<div>desde o início a principal dificuldade para a implementação da lei foi a falta de estudiosos que tivessem um olhar mais apurado e detalhado nessa temática, colaborando em ampliar as discussões e formar os professores no assunto.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-30 02:03:00 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>nathaliahenriques2</author>
         <link>https://padlet.com/nathaliahenriques2/Bookmarks/wish/2165030198</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-04-30 02:04:35 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>nathaliahenriques2</author>
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         <description><![CDATA[<div>o projeto Machado de Assis hoje busca que as pessoas colem a imagem do Machado de Assis "verdadeiro" sobre as fotos que são normalmente divulgadas em livros didáticos e outros tipos de publicações.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-30 02:17:17 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>nathaliahenriques2</author>
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         <description><![CDATA[<div>“Temos vários depoimentos ao longo da vida de Machado que ele não se entendia como negro. Isso é importante porque naquele ponto se considerar negro era se considerar escravo”<br>“Ele era contra a escravidão mas nunca foi militante abolicionista. Muita gente faz uma comparação com Lima Barreto no sentido de que este assumia a sua cor enquanto Machado deixava o assunto em segundo plano”</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-30 02:17:37 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>nathaliahenriques2</author>
         <link>https://padlet.com/nathaliahenriques2/Bookmarks/wish/2165039976</link>
         <description><![CDATA[<div>A crítica carregada sobre a tela do espanhol Modesto Brocos (1852-1936), radicado no Brasil por mais de 40 anos, tem sua razão de existir.<br>O negro representava, aos olhos de boa parte da intelectualidade, o passado e o atraso. Surgiram no século 19 as chamadas teorias científicas do branqueamento, propondo como solução para o problema misturar a população negra com a branca, incluindo os imigrantes europeus, geração por geração, até mudar o perfil “racial” do país, de negro a branco.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-30 02:27:28 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>nathaliahenriques2</author>
         <link>https://padlet.com/nathaliahenriques2/Bookmarks/wish/2165040264</link>
         <description><![CDATA[<div>O quadro “A Redenção de Cam”, reverenciado e premiado em sua época, é considerado uma representação visual dessa tese. Literalmente no caso do médico e diretor do Museu Nacional, João Batista de Lacerda (1846-1915). No Congresso Universal das Raças, realizado em Londres, em 1911, a pintura&nbsp; ilustrou um artigo de sua autoria sobre branqueamento. Ele assim descreveu a imagem: “O negro passando a branco, na terceira geração, por efeito do cruzamento de raças”.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-30 02:28:13 UTC</pubDate>
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         <title>Divisão dos temas </title>
         <author>nathaliahenriques2</author>
         <link>https://padlet.com/nathaliahenriques2/Bookmarks/wish/2165043833</link>
         <description><![CDATA[<div>branco- explicação do que é racismo cultural<br>roxo-eurocentrismo<br>verde- contato do eurocentrismo na ciência<br>vermelho-tentativa de embranquecimento após o fim da escravidão<br>azul-exemplos da tentativa de embranquecimento<br>laranja-Lei 10.639&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-30 02:36:42 UTC</pubDate>
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         <title>Feito por</title>
         <author>nathaliahenriques2</author>
         <link>https://padlet.com/nathaliahenriques2/Bookmarks/wish/2165045802</link>
         <description><![CDATA[<div>Anna Zorzi<br>Nathalia Henriques&nbsp;<br>Mariana Coelho<br>Victoria&nbsp;<br>Jade <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-30 02:41:22 UTC</pubDate>
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