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      <title>Jesus Gaspar by Maria de Jesus Dias Gaspar</title>
      <link>https://padlet.com/jesus_d_gaspar/uspao1y9x2l0</link>
      <description>&quot;Não sei por onde vou,/
 Não sei para onde vou/
 Sei que não vou por aí!&quot; José Régio</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2016-11-09 21:18:33 UTC</pubDate>
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         <title>                                                                                                                Tarefa 1</title>
         <author>jesus_d_gaspar</author>
         <link>https://padlet.com/jesus_d_gaspar/uspao1y9x2l0/wish/136577917</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>SOU... <br>....</strong>mãe de um menino lindo, com 6 anos. Descobri essa minha faceta aos 41 anos. Professora de português e francês, curso de línguas e literaturas modernas da FLUC. Descobri esta plataforma numa formação&nbsp; (As mil e uma viagens com a&nbsp; educação) há pouco tempo. O interesse e a curiosidade levaram-me até aqui, a este momento.</div><div><strong>....</strong> divertida, adoro a boa disposição e o humor, o aprender, compartilhar, rir, brincar, ensinar, ver o entusiasmo dos alunos; ser mãe.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-09 21:18:33 UTC</pubDate>
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         <title>                                              Tarefa 2 </title>
         <author>jesus_d_gaspar</author>
         <link>https://padlet.com/jesus_d_gaspar/uspao1y9x2l0/wish/136577918</link>
         <description><![CDATA[<div>                                                    (<em>pastiche</em>)</div><div><strong>Espelho de mim<br></strong><br></div><div>Na água em que me espelho       </div><div>-  mexo e remexo-</div><div>às vezes,  vejo-me a mim</div><div>Outras,  revejo memórias…<br><br></div><div>às vezes mergulho em histórias</div><div>cujos rostos não recordo…</div><div>porque o tempo mos roubou</div><div>mas que um dia voltarão.<br><br></div><div>E, neste imergir em que me busco           <br>- mergulho a mergulho-</div><div> Encontro o que já não sou</div><div> Mas sou. </div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-09 21:18:33 UTC</pubDate>
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         <title>                                                                     Tarefa 3</title>
         <author>jesus_d_gaspar</author>
         <link>https://padlet.com/jesus_d_gaspar/uspao1y9x2l0/wish/136582089</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>A cor que preenche a minha vida<br></strong>Movo-me devagar, para ouvir os sussurros que estalam debaixo dos pés.... O restolho de trigo, cortado, geme.&nbsp; Os contornos das linhas dos pés, dos passos que ficam, dourados de sol, libertam&nbsp; cheiro a calor, a tardes longas e suadas...</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-09 21:39:30 UTC</pubDate>
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         <title>Bom trabalho!</title>
         <author>dulce_sg</author>
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         <description><![CDATA[<div>Dulce Gonçalves</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-10 23:06:15 UTC</pubDate>
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         <title>Sugestão</title>
         <author>dulce_sg</author>
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         <description><![CDATA[<div>Jesus,<br>imagine que está a descrever a cor a alguém que não a pode ver, apenas sentir (tocar, cheirar, saborear...). De que forma descreveria a cor em que está a pensar do ponto de vista sensorial?<br>"Os sussuros que estalam debaixo dos pés" podem traduzir uma cor distinta para si e para mim. Seja mais específica, p.ex. "os sussurros das folhas outonais que estalam debaixo dos pés", poderá traduzir o castanho?<br>Sugiro que reescreva a sua frase dando mais pormenores da forma como os seus sentidos percecionam a cor que quer transmitir.<br>Bjn<br>Dulce Gonçalves</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-10 23:07:46 UTC</pubDate>
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         <title>                                                  Tarefa 4</title>
         <author>jesus_d_gaspar</author>
         <link>https://padlet.com/jesus_d_gaspar/uspao1y9x2l0/wish/138853318</link>
         <description><![CDATA[<div>"Estou bem. Cansado até às raízes de mim, mas estou bem. A vida inventa-se em cada hora em que ela se nos inventa, o meu olhar ilumina-se com a lâmpada de cada dia. Tenho uma bebida na pequena mesa ao lado da cadeira de lona, quase a esqueci. Beber devagar com a noite que desce.” <em><br><br>                                              </em> Vergílio Ferreira, <em><br>                            Até ao Fim , </em>Quetzal, p. 254<em><br><br></em>Estou bem.</div><div>Cansado de mim</div><div>mas estou bem.</div><div> </div><div>A vida </div><div>Inventa-se</div><div>Em cada hora</div><div> </div><div>O meu olhar</div><div>ilumina-se</div><div>Com cada dia.</div><div> </div><div>Tenho uma bebida na mesa,</div><div>quase a esqueci.</div><div> </div><div>Beber</div><div>Devagar</div><div>com a noite.                                                            </div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-19 02:19:40 UTC</pubDate>
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         <title>                                                           Tarefa 5</title>
         <author>jesus_d_gaspar</author>
         <link>https://padlet.com/jesus_d_gaspar/uspao1y9x2l0/wish/138858553</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <em>&nbsp; (olhar) </em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <br>&nbsp; &nbsp;Loura, com a sua echarpe cor-de-rosa, sorria na sua direção. Ele, velho, cabisbaixo, tinha as mãos nos bolsos do kispo preto. Ao seu lado, também de escuro, uma mulher com um saco a tiracolo.&nbsp;<br>Ao lado de uma banca, onde se amontoavam mantas, malas e outros objetos, uma mancha cor de laranja, redonda, escondia-se à frente da mulher.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-19 06:31:53 UTC</pubDate>
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         <title>                                                            Tarefa 5.1.</title>
         <author>jesus_d_gaspar</author>
         <link>https://padlet.com/jesus_d_gaspar/uspao1y9x2l0/wish/138858778</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<em>&nbsp; (ver)</em><br>Aquela banca,&nbsp; pequena, cheia de roupas, era de Etelvina. A luz da tarde, que inundava cada vez mais o espaço, parecia anunciar uma trégua da chuva, mesmo a tempo de fazer mais umas vendas e não dar aquele dia como perdido. O almoço, esse, ficaria para mais tarde, logo que Fátima chegasse.<br> Etelvina segurava na mão a <em>&nbsp;Nova Gente</em>, mas não havia já tempo para continuar a leitura, deixaria para depois os resumos da telenovela</div><div>Loura, com a sua echarpe cor-de-rosa, sorria na sua direção. … Mas ele, velho, cabisbaixo, sério, escondia as mãos nos bolsos do kispo preto. Ao seu lado, também de escuro, uma mulher com um saco a tiracolo. A posição em que estava, de costas para mim, mostrava que mexia numa mala ou num saco. Junto à&nbsp; banca de Etelvina, onde se amontoavam mantas, malas, camisolas, escondia-se o rosto de minha avó &nbsp;</div><div>Deixara-me ficar para trás, propositadamente. Não gostava de estar ali. A confusão de pessoas, a gritaria, o cheiro a churros e a farturas deixavam-me enjoada. Mas era segunda-feira e era dia de ir ao mercado. Como sempre. Mas desta vez, aquele casal, aquele homem e aquela mulher tinham uma tarefa diferente, e que me dizia respeito. O embaraço que em tantos outros momentos sentira, era naquele dia maior, pois se nas outras segundas me deixava ficar para trás para não assistir aquela troca de palavras entre a minha avó e as vendedoras, regateando os preços:&nbsp;</div><div>“ - Ó Ti Maria, leve lá o xaile, o preço é bom, não posso baixar mais!”</div><div>- “ Se não tira mais 5 euros não lho levo, o que mais para aí há são xailes e gente a querer vendê-los!”</div><div>&nbsp;Nessa manhã, a vergonha era só minha, e não já da avó Nazaré. <br>Afastada – e quanto! – senti a tristeza envergonhada&nbsp; do meu avô, depois de pedir desculpas por ter roubado uns <em>leggins</em> na segunda anterior, enquanto a minha avó, com os nervos à flor da pele, procurava na sua velha mala o dinheiro para pagar o que eu roubara num relance de mãos. &nbsp;</div><div>Porém, Etelvina, numa cumplicidade de tantos anos de regateio, de sorriso generoso, parecia desculpar-me e desvalorizar a vergonha dos meus avós.</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-19 06:41:34 UTC</pubDate>
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         <title>                                                Tarefa 6</title>
         <author>jesus_d_gaspar</author>
         <link>https://padlet.com/jesus_d_gaspar/uspao1y9x2l0/wish/138900869</link>
         <description><![CDATA[<div>Estou quase a chegar ao fim da estrada.  Paro o carro. Saio, sento-me no banco virado para a curva do rio e respiro. Dali, numa descida abrupta de pinheiros e estevas, rapidamente chego ao seu leito. Mais acima, à direita, antes da curva, vejo as pedras caídas da casa do Canal. Ladeado numa das margens pelos eucaliptos e, na outra, pelos oldeiros  sigo o  rio no seu navegar. Os socalcos, em anfiteatro, virados para aquele caminho de água, continuam pintados do verde-escuro dos pinheiros e do verde mais claro dos eucaliptos. Os oldeiros, castanhos da terra mole, ainda por secar, marcam a descida do rio ao seu percurso de sempre. Mais à frente, acabo por perdê-lo de vista, desdobrando-se pelo meio das serras que, lá longe, manchadas de verão e das sombras das nuvens, tocam o céu. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-19 22:45:17 UTC</pubDate>
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         <title>                                                 Tarefa 4.1.</title>
         <author>jesus_d_gaspar</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2016-11-20 00:03:13 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>jesus_d_gaspar</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2016-11-20 01:22:55 UTC</pubDate>
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         <title>                                                                                    Tarefa 6. B</title>
         <author>jesus_d_gaspar</author>
         <link>https://padlet.com/jesus_d_gaspar/uspao1y9x2l0/wish/138938235</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Estou quase a chegar ao fim da estrada. Paro o carro. Saio, sento-me no banco virado para a curva do rio e respiro. Dali, numa descida abrupta de pinheiros e estevas, rapidamente chego ao seu leito, lugar onde o amor descansara. Mais acima, à direita, antes da curva, vejo as pedras caídas da casa do Canal. Naquela casa, agora em ruínas, viveram num passado já distante, Romeu e Julieta, os amantes vivos, que eternamente buscaram a alma um do outro, como se nas mesmas, residisse a morada de cada um dos seus eus. Ladeado o rio numa das margens pelos eucaliptos e, na outra, pelos oldeiros, sigo o rio no seu navegar, como persigo as recordações desse terno amor, agora traído. Os socalcos, em anfiteatro, virados para aquele caminho de água, assistem, em silêncio de chuva miudinha, à dor de quem não sabe como esconder a vergonha do que pensa fazer. No entanto, eles, os socalcos continuam pintados do verde-escuro dos pinheiros e do verde mais claro dos eucaliptos como se nada viesse a acontecer. Chego, finalmente, lá abaixo. Os oldeiros, castanhos da terra mole, ainda por secar, marcam a descida do rio ao seu percurso de sempre, tal como eu, numa ânsia de perdão, mergulho nas suas águas e, soltando-o dos meus braços, pequeno, indefeso, liberto-o… Mais à frente, apenas uma mancha nas águas castanhas de inverno; acabo por perdê-lo de vista, escondido nas  águas sujas de março, desdobrando-se pelo meio das serras que, lá longe, manchadas ainda dos fogos de verão e das sombras das nuvens, tocam o céu. </div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-20 15:39:25 UTC</pubDate>
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         <title>                 Tarefa 8. e 9.</title>
         <author>jesus_d_gaspar</author>
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         <description><![CDATA[<div>         Narrativa a quatro  mãos,<br>de Ana Sousa e Maria Gaspar</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-12-02 05:59:02 UTC</pubDate>
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         <title>                                                       Tarefa 10</title>
         <author>jesus_d_gaspar</author>
         <link>https://padlet.com/jesus_d_gaspar/uspao1y9x2l0/wish/141304181</link>
         <description><![CDATA[<div> Foi a primeira vez que fiz uma ação deste tipo e, confesso, não foi fácil. A gestão do tempo foi a minha maior dificuldade, pois foi difícil coordenar todas as tarefas que fazem parte do quotidiano. Não devo ter sido a única a sentir isso, tenho a certeza. <br>Gostei das propostas que foram apresentadas e da dinâmica criada entre todos, nomeadamente pelas apreciações que foram sendo feitas nos padlets/ linoit e, finalmente, o desafio-mor: trabalhar em grupo. Nem todos o conseguiram, pois trabalhar com outra pessoa, à distância, e sem qualquer conhecimento prévio sobre a mesma, essa foi, quanto a mim, a melhor forma de terminar esta etapa, mas sei que valeu a pena. Desafiar-nos, "navegar é preciso".</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-12-02 06:13:13 UTC</pubDate>
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