<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Guimarães Rosa by Grupo JGR</title>
      <link>https://padlet.com/grupojgr/uskynoz1y7dp</link>
      <description>Analise do conto A Hora e Vez de Augusto Matraga, do livro Sagarana</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2017-08-28 20:59:20 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2017-08-29 01:17:25 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url></url>
      </image>
      <item>
         <title>Biografia e abordagem ao autor</title>
         <author>grupojgr</author>
         <link>https://padlet.com/grupojgr/uskynoz1y7dp/wish/183257284</link>
         <description><![CDATA[<div>Joao Guimarães Rosa foi um grande escritor, médico e diplomata brasileiro, sendo ele um dos representantes da terceira geração do modernismo, tendo como obra prima “Grande Sertão Veredas”.<br><br></div><div>Filho de Florduardo Pinto Rosa ("Flor") e de Francisca Guimarães Rosa ("Chiquitita"), o autor nasceu em 1908 na cidade de Cordisburgo em Minas Gerais.<br><br></div><div>Desde pequeno já apresentara um vínculo com linguagens, iniciando o seu estudo do francês aos 6 anos de idade sozinho. Mais tarde um pouco um frade auxilia seu estudo no francês e ensina a ele o Holandês.<br><br></div><div>Como amante da língua tempos depois ele afirma:&nbsp;<br><br></div><div><em>“Eu falo: português, alemão, francês, inglês, espanhol, italiano, esperanto, um pouco de russo; leio: sueco, holandês, latim e grego (mas com o dicionário agarrado); entendo alguns dialetos alemães; estudei a gramática: do húngaro, do árabe, do sânscrito, do lituano, do polonês, do tupi, do hebraico, do japonês, do checo, do finlandês, do dinamarquês; bisbilhotei um pouco a respeito de outras. Mas tudo mal. E acho que estudar o espírito e o mecanismo de outras línguas ajuda muito à compreensão mais profunda do idioma nacional. Principalmente, porém, estudando-se por divertimento, gosto e distração. ”<br></em><br></div><div>Em Cordisburgo Guimarães inicia seus estudos primários e em 1918 muda para Belo Horizonte onde mora com seus avôs e conclui seu ensino primário. Começa seu ensino secundário no Colégio Santo Antônio, em São João del-Rei, mas retorna para Belo Horizonte, onde se formou em uma escola de padres alemães. Logo se ingressou e começou o estudo de alemão nessa mesma escola.&nbsp;<br><br></div><div>Em 1925, Guimarães matriculou-se na "Faculdade de Medicina da Universidade de Minas Gerais", com apenas 16 anos e em 1930 se forma. Nesse mesmo ano mudou-se para Itaguara onde se casou e teve duas filias. Foi nesse ano e nesse local que Guimarães passou a se inspirar e analisar os elementos do sertão iniciando a sua carreira na literatura e produzindo seus primeiros contos para a revista Cruzeiro.<br><br></div><div>Guimarães foi o primeiro medico da cidade de Itaguara e permaneceu na carreira por aproximadamente 2 anos. Guimarães também participou na Revolução Constitucionalista de 1932 (Período do Governo Provisório de Getúlio Vargas), onde atuou como médico auxiliando os Paulista feridos. Depois da revolução Joao Guimarães prestou um concurso é foi aprovado para ser médico oficial 9º Batalhão de Infantaria. Cansado da vida de médico e perdas de pacientes por falta de recursos Guimarães larga a medicina e em 1934 vai para o Rio de Janeiro onde presta o concurso para o Itamarati onde consegue o cargo de diplomata.<br><br></div><div>Em 1936 Guimarães participou de um concurso ao Prêmio de Poesia da Academia Brasileira de Letras, com uma coletânea de contos chamada "Magma", conquistando o primeiro lugar, mas ele decidiu não publicar sua obra. Em 1937, começou a escrever seu primeiro livro que seria publicado "Contos", volume de contos que retrata a paisagem mineira, a vida das fazendas, vaqueiros, jagunços e criadores de gado no qual havia 12 contos, porem ele reduziu para 9 contos e alterou o nome para “Sagarana”. Podemos ver que foi através deste livro que ele introduz o regionalismo e o seu neologismo que marcou seu estilo literário.<figure class="attachment attachment-preview" data-trix-attachment="{&quot;contentType&quot;:&quot;image&quot;,&quot;height&quot;:500,&quot;url&quot;:&quot;https://i1.wp.com/geekiegames.geekie.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/12/sagarana-capa-1.jpg?resize=336%2C500&quot;,&quot;width&quot;:336}" data-trix-content-type="image"><img src="https://i1.wp.com/geekiegames.geekie.com.br/blog/wp-content/uploads/2016/12/sagarana-capa-1.jpg?resize=336%2C500" width="336" height="500"><figcaption class="caption"></figcaption></figure></div><div>Em 1938 foi nomeado cônsul-adjunto na cidade de Hamburgo, Alemanha, onde conheceu sua segunda esposa que junto a ele, no contexto da segunda Guerra Mundial ajudou vários judeus a fugir da Alemanha. Quando o Brasil rompeu a aliança com a Alemanha e se aliou aos Estados unidos Guimarães Rosa foi preso e libertado posteriormente a um acordo feito entre o Brasil e a Alemanha. Ele participou também nas embaixadas do Brasil em Bogotá. Depois disso Guimarães retorna ao Brasil e visita o lugar onde nasceu se inspirando em histórias e contos (causos) dos habitantes que viviam ali.<br><br></div><div>Em 1946, Guimarães vai para Paris, onde terminou as alterações em Sagarana e publica sua primeira obra (que obteve o sucesso da crítica e do público, ganhando assim o Prêmio da Sociedade Felipe d'Oliveira) e em 1951 retorna ao Brasil.&nbsp;<br><br></div><div>Voltando ao Brasil, Guimarães realizou uma excursão ao Mato Grosso, para vivenciar um pouco as experiências de um vaqueiro. Foi em 1956 publicou duas de suas grandes obras: Grandes Sertões: Veredas (sua grande obra prima e seu primeiro romance) e Corpo de Baile (uma novela). Foi incrivelmente aclamado pelas suas obras.<figure class="attachment attachment-preview" data-trix-attachment="{&quot;contentType&quot;:&quot;image&quot;,&quot;height&quot;:499,&quot;url&quot;:&quot;https://images-na.ssl-images-amazon.com/images/I/51r7srTuRQL._SX338_BO1,204,203,200_.jpg&quot;,&quot;width&quot;:340}" data-trix-content-type="image"><img src="https://images-na.ssl-images-amazon.com/images/I/51r7srTuRQL._SX338_BO1,204,203,200_.jpg" width="340" height="499"><figcaption class="caption"></figcaption></figure></div><div>Guimarães desiste da diplomacia e vai para o Rio de Janeiro onde se candidatou duas vezes para academia de letras, onde foi aprovado na segunda vez. Depois de 4 anos ele toma posse de seu cargo e no dia 19 de novembro de 1967 morreu de um ataque cardíaco com 59 anos.<br><br></div><div>Devemos analisar que Guimarães Rosa foi um grande autor utilizando em suas obras crenças, o seu regionalismo universal e o seu neologismo.&nbsp;<br><br></div><div>Escolhemos para analisar em nosso trabalho o livro Sagarana, por ser uma de suas primeiras obras, onde o autor em 9 contos, demonstra um pouco de suas características e linguagem extremamente trabalhadas.<br><br></div><div>Suas obras foram:&nbsp;<br>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Sagarana, contos, 1946</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Corpo de Baile, novela, 1956</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Grandes Sertões: Veredas, romance, 1956</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Primeiras Estórias, contos, 1962</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Tataméia, contos, 1967</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Estas Estórias, contos, 1969 (Obra póstuma)</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ave, Palavra, 1970 (Obra póstuma)</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Magma, contos, 1997 (Obra póstuma)</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2017-08-28 22:16:49 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/grupojgr/uskynoz1y7dp/wish/183257284</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Aspectos da realidade em que a obra foi produzida</title>
         <author>grupojgr</author>
         <link>https://padlet.com/grupojgr/uskynoz1y7dp/wish/183257506</link>
         <description><![CDATA[<div>A obra Sagrana foi publica com seus nove contos da forma que conhecemos hoje no ano de 1946, durante o governo de Gaspar Dutra na ditadura militar. Porém a obra teve seu início com o nome “Contos” em 1937, durante o governo de Getúlio Vargas (na época da Estado Novo), mas a obra em si não retrata nenhum acontecimento do governo Vargas ou da ditadura no período de Dutra.<br><br></div><div>A obra Sagarana retrata no contexto antes do governo Vargas, conhecido com as republicas oligárquicas, onde analisamos o conto “A hora e a vez de Auguto Matraga”. O conto assim como o livro se baseia em aspectos do sertão, o representando de forma simples e real. Vimos no conto burrinho pedrês personagens simples como:&nbsp; tropeiros, boiadeiros e até mesmo animais simples como o próprio burro Sete-de-ouros. Podemos ver os aspectos que ele usa para retratar o ambiente como o clima seco, as vegetações típicas do serrado e outras características.&nbsp;<br><figure class="attachment attachment-preview" data-trix-attachment="{&quot;contentType&quot;:&quot;image&quot;,&quot;height&quot;:289,&quot;url&quot;:&quot;http://www.terrabrasileira.com.br/indigena/contatos-i/nordeste.jpg&quot;,&quot;width&quot;:450}" data-trix-content-type="image"><img src="http://www.terrabrasileira.com.br/indigena/contatos-i/nordeste.jpg" width="450" height="289"><figcaption class="caption"></figcaption></figure></div><div>Vimos mais especificamente no conto analisado a presença de jagunços que detiam o poder em suas terras, tendo vários capangas e empregados. Esta presente na obra a vegetação típica do sertão, a presença de gados, o espaço em que se passa o conte é em fazendas e lugares simples como casebres. Neste conto ele retrata a lei do mais forte, pois o jagunço que possui mais capangas e dinheiro domina certa região. Podemos relatar também a presente violência dos jagunços e seus capangas. Além de tudo podemos dizer que a religião está intimamente presente neste conto pois o personagem principal (Nhô Augusto), depois de quase morrer pelo violentamente de seus inimigos (ex-capangas), procura redenção de toda a sua vida de pecado, utilizando a seguinte frase para se manter firme na sua procura de redenção: “Cada um tem sua vez, e a minha hora ha de chegar! ”.<figure class="attachment attachment-preview" data-trix-attachment="{&quot;contentType&quot;:&quot;image&quot;,&quot;height&quot;:325,&quot;url&quot;:&quot;http://1.bp.blogspot.com/-9-eZZP1Q6Rg/U9qcuz3lvGI/AAAAAAAASZI/ucj86mTAPho/s1600/Hist%C3%B3ria+e+Sociedade.jpg&quot;,&quot;width&quot;:480}" data-trix-content-type="image"><img src="http://1.bp.blogspot.com/-9-eZZP1Q6Rg/U9qcuz3lvGI/AAAAAAAASZI/ucj86mTAPho/s1600/Hist%C3%B3ria+e+Sociedade.jpg" width="480" height="325"><figcaption class="caption"></figcaption></figure></div><div>Resumidamente, Guimarães Rosa usa como aspectos da obra; a violência, o sertão, jagunços, boiadeiros, animais típicos da região, a religião (no caso da redenção), a linguagem típica da região (porem de forma reelaborada utilizando neologismos) e entre outros aspectos.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2017-08-28 22:19:07 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/grupojgr/uskynoz1y7dp/wish/183257506</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Sonho de Melhores condições de vidas existente pela personagem e enredo</title>
         <author>grupojgr</author>
         <link>https://padlet.com/grupojgr/uskynoz1y7dp/wish/183259334</link>
         <description><![CDATA[<div>No conto A hora e vez de Augusto Matraga, vemos que o autor Guimarães Rosa critica a violência e o modo de agir dos jagunços, utilizando a religião e redenção para mostrar que a chances de mudar de vida e largar a violência.<br><br></div><div>Por tanto o enredo expressa o sonho de redenção por meio da mudança de hábitos como: a ajuda ao próximo, a superação de vícios (como cigarro e bebidas), utilizar o trabalho como forma de redenção e entre outros.<br><br></div><div>O personagem Austo Matraga (ou Nhô Augusto) depois de sofrer pelos seus pecados e perder toda sua família (mulher, filha, capangas), procura se redimir e achar a salvação, para que no fim de sua vida ele possa ir para o céu. O sonho do personagem é a redenção e a hora de sua partida. O personagem sempre usava o discurso “Cada um tem sua vez, e a minha hora ha de chegar! ”, expressando seu sonho de redenção e só assim ele teria uma melhor condição de vida.<br><figure class="attachment attachment-preview" data-trix-attachment="{&quot;contentType&quot;:&quot;image&quot;,&quot;height&quot;:383,&quot;url&quot;:&quot;http://4.bp.blogspot.com/-mUp4ImKkMJc/TbOEr_8rEYI/AAAAAAAAD8c/XQOnbaATylU/s1600/ao-pe-da-cruz.jpg&quot;,&quot;width&quot;:511}" data-trix-content-type="image"><img src="http://4.bp.blogspot.com/-mUp4ImKkMJc/TbOEr_8rEYI/AAAAAAAAD8c/XQOnbaATylU/s1600/ao-pe-da-cruz.jpg" width="511" height="383"><figcaption class="caption"></figcaption></figure></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2017-08-28 22:38:47 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/grupojgr/uskynoz1y7dp/wish/183259334</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Relação com o momento atual</title>
         <author>grupojgr</author>
         <link>https://padlet.com/grupojgr/uskynoz1y7dp/wish/183262518</link>
         <description><![CDATA[<div>No conto analisado podemos relacionar a fidelidade do qual o autor representa os animais, natureza, ambientes e etc. Da para relacionar por exemplo o ambiente no qual o autor representa a fazenda com casas antigas e simples, além do grande espaço cheio de pastos onde os gados pastam que se mantem até os dias atuais. A forma que ele representa os pássaros são realistas. As características que ele empregar a um simples burrinho pedrês se aproxima do verídico.<br><br></div><div>Outro aspecto que podemos assimilar é a linguagem predominante da região do sertão que continua até os dias atuais.<br><br></div><div>A forma como ele representa as personagens (os “pretos” que salvaram Nhô Augusto) com sua religião se mantem presente em alguns povos do sertão de hoje.<br><br></div><div>No momento atual ainda há a violência também retratada nos dias atuais, pois antigamente era nos campos (pelo fato de a população de antigamente, em sua maioria viverem em fazendas), e hoje em dia a violência perdura no meio urbano onde pessoas sem permissão possuem armas e matam os outros por simples sentimento de vingança.<figure class="attachment attachment-preview"><img src="https://1.bp.blogspot.com/-c2cbZ1GBx-s/VsEZ1gQSlwI/AAAAAAAAGLA/X1KFmXoPiDA/s400/o%2Btal%2Bdo%2Boxe.jpg" width="400" height="400"><figcaption class="caption"></figcaption></figure><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2017-08-28 23:12:09 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/grupojgr/uskynoz1y7dp/wish/183262518</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O que permaneceu e o que mudou com o passar do tempo?</title>
         <author>grupojgr</author>
         <link>https://padlet.com/grupojgr/uskynoz1y7dp/wish/183266074</link>
         <description><![CDATA[<div>Analisamos na obra a principais características dos jagunços e coronéis, no qual aqueles que mais possuíam capangas e dinheiro mandava em certo território, sendo que aqueles que desacatavam a ordem de um desses “coronéis” eram violentados pelos seus capangas podendo até perder a vida (como no caso do personagem Nhô Augusto). Hoje em dia não existe esta relação de Coronelismo no sertão, mas ainda existem grupos que se assemelham com capangas tendo com um líder um “coronel”, no qual este grupo par estabelecer o controle de algo usa a violência.<br><br></div><div>Ainda existe o linguajar próprio da região dos sertanejos utilizado por Guimarães em sua característica regionalista, porem Guimarães usou uma didática mais rica, utilizando neologismo, mas a linguagem foi baseada no dialeto do povo do sertão. Como exemplo: campear, ca pra perto, molambos, seu moço, mano velho e etc.<br><br></div><div>Os locais que ele retratava (as estradas e fazendas) permanece idêntica ao atual, sendo casas simples e antigas.<br><br></div><div>O autor também retrata comidas típicas como: mingau ralo de fubá, a típica cachaça, canjica, sopa de samambaia e etc.. Estas comidas típicas ainda se mantêm na cultura do sertão.<br><br></div><div>Com isso sabemos que algumas características mudaram, mas nem sempre mudaram totalmente, ainda assim nem tudo mudou, algumas características se mantêm até hoje.<figure class="attachment attachment-preview"><img src="http://img.itdg.com.br/tdg/images/recipes/000/016/215/40325/40325_original.jpg?mode=crop&amp;width=370&amp;height=278" width="370" height="278"><figcaption class="caption"></figcaption></figure></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2017-08-28 23:44:08 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/grupojgr/uskynoz1y7dp/wish/183266074</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Considerações finais</title>
         <author>grupojgr</author>
         <link>https://padlet.com/grupojgr/uskynoz1y7dp/wish/183278080</link>
         <description><![CDATA[<div>Através do trabalho realizado, entendemos que Guimarães Rosa foi um grande escritor Brasileiro, sendo que ele inovou o modo de ver os sertões, as nossas regiões, utilizando uma construção gramatica inovadora e impecável. Entendemos que ele não importante somente como um Modernista, mas sim como um escritor que demonstrou ao mundo a história de nosso povo sendo fictícias ou reais.<br><br></div><div>Guimarães Rosa criticava a violência e também era religioso, colocando em seus livros várias críticas contra o Coronelismo e a violência que seus capangas empregava a pessoas de bens ou a outros jagunços.<br><br></div><div>Para nosso grupo, Guimarães Rosa teve grande importância por apresentar novos horizontes jamais imaginados por nós, utilizando termos que apesar de serem complicados de compreender, constrói um enorme significativo que abre a mente de que lê seus contos. Através de seu texto vimos cultura que faz parte de nós, mas não percebemos as suas origens.<br><br></div><div>Guimarães não só inovou a forma literária como também inovou nossa língua com seus neologismos misturados com características regionalistas de nosso povo. Só podemos dizer que Guimarães Rosa sem dúvida foi um dos (senão o maior) autor de nosso país.<br><br></div><div>Guimarães Rosa não foi importante só para o nosso pais, mas para o mundo que percebeu o encantamento que suas obras proporcionam, com contos maravilhosos que demonstram ao mundo um pouco de nossas histórias e cultura de uma forma grandiosa em seus contos literários.<br><br>"Sertão é onde os pensamentos gente se forma mais forte do que o lugar. Viver é muito perigoso." Guimarães Rosa<br><figure class="attachment attachment-preview" data-trix-attachment="{&quot;contentType&quot;:&quot;image&quot;,&quot;height&quot;:373,&quot;url&quot;:&quot;http://www.infoescola.com/wp-content/uploads/2014/01/guimaraes-rosa.jpg&quot;,&quot;width&quot;:398}" data-trix-content-type="image"><img src="http://www.infoescola.com/wp-content/uploads/2014/01/guimaraes-rosa.jpg" width="398" height="373"><figcaption class="caption"></figcaption></figure></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2017-08-29 01:05:17 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/grupojgr/uskynoz1y7dp/wish/183278080</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
