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      <title>Bem-vindos à disciplina de Lógica Computacional! by kaio Eduardo</title>
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      <description>visão de fundamentos de privacidade e proteção dos dados, LGPD</description>
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      <pubDate>2022-02-19 13:27:58 UTC</pubDate>
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         <title>Lógica:Lógica (do grego λογική logos[1]) tem dois significados principais: discute o uso de raciocínio em alguma atividade e é o estudo normativo, filosófico do raciocínio válido.[2] No segundo sentido, a lógica é discutida principalmente nas disciplinas de filosofia, matemática e ciência da computação. Ambos os sentidos se baseando no foco comum referente a harmonia de raciocínio, a proporcionalidade formal entre argumentos, assim sendo, a correta e equilibrada relação entre todos os termos, a total concordância entre cada um deles dentro de um desenvolvimento.[3]A lógica examina de forma genérica as formas que a argumentação pode tomar, quais dessas formas são válidas e quais são falaciosas. Em filosofia, o estudo da lógica aplica-se na maioria dos seus principais ramos: metafísica, ontologia, epistemologia e ética. Na matemática, estudam-se as formas válidas de inferência de uma linguagem formal.[4] Na ciência da computação, a lógica é uma ferramenta indispensável. Por fim, a lógica também é estudada na teoria da argumentação.[5]A lógica foi estudada em várias civilizações da Antiguidade. Na Índia, a recursão silogística, Nyaya remonta há 1900 anos. Na China, o Moísmo e a Escola dos Nomes datam de há 2200 anos. Na Grécia Antiga a lógica foi estabelecida como disciplina por Aristóteles, com a sua obra Organon. Ele dividiu a lógica em formal e material. O estudo da lógica era parte do Trivium clássico, juntamente com a gramática e a retórica (ver: Artes liberais).A lógica é frequentemente dividida em três partes: o raciocínio indutivo, o raciocínio abdutivo e o raciocínio dedutivo.REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAShttps://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%B3gica</title>
         <author>kaioeduardo760</author>
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         <pubDate>2022-08-02 17:14:59 UTC</pubDate>
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         <title>Proposição :Proposição é um termo usado em lógica para descrever o conteúdo de asserções. Uma asserção é um conteúdo que pode ser tomado como verdade é altamente controversa entre filósofos, muitos dos quais são céticos sobre a existência de proposições. Muitos lógicos preferem evitar o uso do termo proposição em favor de usar sentença.Diferentes sentenças podem expressar a mesma proposição quando têm o mesmo significado. Por exemplo, &quot;A neve é branca&quot; e &quot;Snow is white&quot; são sentenças diferentes, mas ambas dizem a mesma coisa, a saber, que a neve é branca. Logo, expressam a mesma proposição. Outro exemplo de sentença que expressa a mesma proposição que as anteriores é &quot;A precipitação de pequenos cristais de água congelada é branca&quot;, pois &quot;precipitação de pequenos cristais de água congelada&quot; é a definição de &quot;neve&quot;.Na lógica aristotélica uma proposição é um tipo particular de sentença, a saber, aquela que afirma ou nega um predicado de um sujeito.Proposições são usualmente consideradas como o conteúdo de crenças e outros pensamentos representativos. Elas também podem ser o objeto de outras atitudes, como desejo, preferência, intenção, como em &quot;Desejo um carro novo&quot; e &quot;Espero que chova&quot;, por exemplo.Também não é raro contrastar com a noção de proposição como conteúdo mental a noção de proposições russellianas. De facto, boa parte da discussão em torno da natureza da proposição travada no século XX e contemporaneamente, oscila e, por vezes, tenta conciliar ambas noções.REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAShttps://pt.wikipedia.org/wiki/Proposi%C3%A7%C3%A3o</title>
         <author>kaioeduardo760</author>
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         <pubDate>2022-08-02 17:19:12 UTC</pubDate>
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         <title>Premissa:Em Lógica, uma premissa é uma fórmula considerada hipoteticamente verdadeira, dentro de uma dada inferência. Esta constitui-se de duas partes: uma coleção de premissas, e uma conclusão.Premissa significa a proposição, o conteúdo, as informações essenciais que servem de base para um raciocínio, para um estudo que levará a uma conclusão.Uma dada fórmula pode ou não ser conclusão de uma dada coleção de premissas.[1] Isto depende da Lógica ou do sistema lógico considerado.REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAShttps://pt.wikipedia.org/wiki/Premissa</title>
         <author>kaioeduardo760</author>
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         <pubDate>2022-08-02 17:23:34 UTC</pubDate>
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         <title>Argumentos:Um argumento pode ser definido como uma afirmação acompanhada de justificativa (argumento retórico) ou como uma justaposição de duas afirmações opostas, argumento e contra-argumento (argumento dialético)[1].Na lógica e na filosofia um argumento é um conjunto de uma ou mais sentenças declarativas, também conhecidas como proposições, ou ainda, premissas, acompanhadas de uma outra frase declarativa conhecida como conclusão.Em um argumento dedutivo (válido) o valor-verdade da conclusão é uma consequência lógica necessária das premissas que a antecedem, ou seja, sendo verdadeiras as premissas segue-se que necessariamente será verdadeira a conclusão. Caso alguma(s) premissa(s) não seja(m) verdadeira(s), uma conclusão verdadeira será apenas uma contingência. Também será contingente a verdade de uma conclusão num argumento dedutivo inválido, ou seja, um argumento em que mesmo a veracidade integral das premissas não garante, necessariamente, uma conclusão verdadeira.Em argumento indutivo a verdade da conclusão não é garantida pelas premissas, mas apenas indicada pelas premissas. Muitos autores e correntes filosóficas não consideram o argumento indutivo como um tipo válido de argumento e a discussão acerca do estatuto lógico e epistemológico de uma indução desencadeou os debates mais frutíferos da história da filosofia, também conhecido como problema da indução.Toda premissa, assim como toda conclusão, pode ser apenas verdadeira ou falsa, isto é, há um valor sempre binário que se atribui às sentenças declarativas que tomamos como premissas e conclusões, o chamado valor-verdade, que pode ser 0 ou 1, positivo ou negativo, V ou F. Jamais já uma terceira opção, no que se chama de lei do terceiro excluído, junto com o princípio de identidade e o de não contradição um dos pilares da tríade que alicerça a Lógica Clássica. Tal princípio também é sintetizado na forma de adágio latino, muito usado em narrativas, Tertium non datur (literalmente: &quot;uma terceira opção não é dada&quot;, &quot;das duas uma&quot;, etc.).É muito importante não confundir valor-verdade com validade. Valor-verdade (ser verdadeiro ou falso) é algo que qualquer sentença declarativa possui. &quot;O céu está azul&quot; ou bem é uma declaração verdadeira ou bem é uma declaração falsa. Não existe &quot;meio verdadeiro&quot;, nem importa a intensidade (se o céu está muito azul ou levemente azul), se está azul, em algum grau, é verdadeira, e se não está, é falsa.Validade refere-se não às sentenças, mas ao argumento. Um argumento dedutivo inválido, por exemplo, isto é, um argumento onde mesmo com premissas verdadeiras não se garanta a verdade da conclusão, pode-se encontrar de forma contingente uma conclusão verdadeira, basta que a sentença declarativa que figura como conclusão seja uma sentença verdadeira.E ainda podemos ter uma argumento inválido com todas as premissas e conclusões verdadeiras. Bastam que todas as sentenças declarativas do argumento sejam verdadeiras, mas o encadeamento lógico entre elas não faz qualquer sentido em termos garantir a verdade da conclusão, que é verdadeira apenas por contingência, não por necessidade.Tome-se uma argumento dedutivo válido (encadeamento lógico correto entre premissas e conclusão) na forma de um silogismo clássico (premissa maior, premissa menor, conclusão). Caso as duas premissas sejam verdadeiras, necessariamente a conclusão será verdadeira.Mas se trocarmos de lugar a conclusão e a premissa menor, temos uma experiência interessante: o argumento torna-se inválido (a verdade das premissas não garante mais a verdade da conclusão), mas continua com todas as suas sentenças verdadeiras, o que mostra que se pode ter um argumento totalmente inválido, mas verdadeiroTambém podemos ter um argumento válido (encadeamento lógico correto, silogismo perfeito) cuja conclusão não seja necessariamente verdadeira (pode ser verdadeira ou falsa, e se for verdadeira não o é por necessidade), basta que uma das premissas seja falsa, lembrando que se todas as premissas de um argumento válido forem falsas isso não garante conclusão falsa, ou seja, a recíproca da premissa-verdadeira/conclusão-verdadeira não se verifica para premissa-falsa/conclusão-falsa.Em função disso, as frases que apresentam um argumento são referidas como sendo verdadeiras ou falsas, e em consequência, são válidas ou são inválidas.REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAShttps://pt.wikipedia.org/wiki/Argumento</title>
         <author>kaioeduardo760</author>
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         <pubDate>2022-08-02 17:27:00 UTC</pubDate>
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         <title>silogismo:Num silogismo, as premissas são juízos que antecedem a conclusão e dos quais ela decorre. Portanto, dos juízos prévios (premissas) infere-se a consequência (conclusão). O silogismo regular é o argumento típico dedutivo, composto de três proposições declarativas — premissa maior (P), premissa menor (p) e conclusão (c) —, das três termos — menor (t), maior (T) e médio (M) — se compõem dois a dois:Termo menor — aparece na premissa menor e é o sujeito da conclusãoTermo médio — aparece em ambas as premissas, mas não aparece na conclusão (faz a ligação entre as duas premissas)Termo maior — aparece na premissa maior e é o predicado da conclusãoExemplo:[5]Todos os seres racionais são mortais. --&gt; Premissa maiorTodos os filósofos são seres racionais. --&gt; Premissa menorLogo, todos os filósofos são mortais. --&gt; ConclusãoREFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAShttps://pt.wikipedia.org/wiki/Silogismo</title>
         <author>kaioeduardo760</author>
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         <pubDate>2022-08-02 17:41:25 UTC</pubDate>
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         <title>Falácia:O termo falácia deriva do verbo latino fallere, que significa enganar. Designa-se por falácia um raciocínio errado com aparência de verdadeiro.[1] Na lógica e na retórica, uma falácia é um argumento logicamente incoerente, sem fundamento, inválido ou falho na tentativa de provar eficazmente o que alega. Argumentos que se destinam à persuasão podem parecer convincentes para grande parte do público apesar de conterem falácias, mas não deixam de ser falsos por causa disso.Reconhecer as falácias é por vezes difícil. Os argumentos falaciosos podem ter validade emocional, íntima, psicológica, mas não validade lógica. É importante conhecer os tipos de falácia para evitar armadilhas lógicas na própria argumentação e para analisar a argumentação alheia. As falácias que são cometidas involuntariamente designam-se por paralogismos e as que são produzidas de forma a confundir alguém numa discussão designam-se por sofismas.[1]É importante observar que o simples fato de alguém cometer uma falácia não invalida toda a sua argumentação. Ninguém pode dizer: &quot;Li um livro de Rousseau, mas ele cometeu uma falácia, então todo o seu pensamento deve estar errado&quot;. A falácia invalida imediatamente o argumento no qual ela ocorre, o que significa que só esse argumento específico será descartado da argumentação, mas pode haver outros argumentos que tenham sucesso. Por exemplo, se alguém diz:&quot;O fogo é quente e sei disso por dois motivos:ele é vermelho; emedi sua temperatura com um termômetro&quot;.Nesse exemplo, foi de fato comprovado que o fogo é quente por meio da premissa 2. A premissa 1 deve ser descartada como falaciosa, mas a argumentação não está de todo destruída. O básico de um argumento é que a conclusão deve decorrer das premissas. Se uma conclusão não é consequência das premissas, o argumento é inválido. Deve-se observar que um raciocínio pode incorrer em mais de um tipo de falácia, assim como que muitas delas são semelhantes.REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAShttps://pt.wikipedia.org/wiki/Fal%C3%A1cia</title>
         <author>kaioeduardo760</author>
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         <title>Inferência :Designa-se por inferência a operação mental pela qual obtemos de uma ou mais proposições outra ou outras que nela(s) estava(m) já implicitamente contida(s). 2. As inferências podem ser divididas em dois tipos: imediatas e mediatas.O que significa inferência:Inferir também pode significar chegar a uma conclusão a partir de outras percepções ou da análise de um ou mais argumentos. Exemplo: Se eu tiver dinheiro, irei viajar. Se eu for viajar, ficarei feliz. Portanto, se eu tiver dinheiro, ficarei feliz.Quando ocorre a inferência de tipo?O tipo da variável x é inferido como sendo number . Esse tipo de inferência ocorre ao inicializar variáveis e membros, definir valores padrão de parâmetros e ao determinar o tipo de valor retornado por funções.REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAShttps://www.google.com/search?q=O+que+%C3%A9+infer%C3%AAncia%3F+Quais+os+tipos%3F&amp;rlz=1C1GCEA_enBR886BR886&amp;oq=O+que+%C3%A9+infer%C3%AAncia%3F+Quais+os+tipos%3F&amp;aqs=chrome.0.69i59.1045j0j7&amp;sourceid=chrome&amp;ie=UTF-8</title>
         <author>kaioeduardo760</author>
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         <pubDate>2022-08-02 17:59:23 UTC</pubDate>
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         <title>Lógica Computacional que eu mais  identificoMapa MentalREFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAShttps://www.youtube.com/watch?v=n--cBBtSfb8&amp;t=5s&amp;ab_channel=GoConqremPortugu%C3%AAs</title>
         <author>kaioeduardo760</author>
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