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      <title>PORTEFÓLIO psic B by 25739 Rodrigo Jo�o Ferreira Pinho</title>
      <link>https://padlet.com/25739_25/upsmvgwcsy3ie1zy</link>
      <description>Feito po Rodrigo Pinho 12ºE nº21</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-12-03 14:58:12 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-05-29 15:28:52 UTC</lastBuildDate>
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         <title>O meu portefólio</title>
         <author>25739_25</author>
         <link>https://padlet.com/25739_25/upsmvgwcsy3ie1zy/wish/3244842777</link>
         <description><![CDATA[<p>Este portfólio visa refletir o meu percurso e desenvolvimento na disciplina de Psicologia B, ao longo do ano letivo. A Psicologia, como área do conhecimento que estuda o comportamento humano, é uma área fascinante que permite compreender as motivações, emoções e processos mentais que influenciam as ações do indivíduo. Neste trabalho, reuni uma seleção de atividades, reflexões e projetos que evidenciam minha aprendizagem e evolução nas diversas temáticas abordadas, desde teorias psicológicas até aplicações práticas.</p><p>Através deste portfólio, procurei não apenas cumprir os objetivos do programa curricular, mas também aprofundar o meu entendimento da psicologia, desenvolvendo uma abordagem crítica e reflexiva sobre os conceitos estudados. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-03 15:33:39 UTC</pubDate>
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         <title>Organização :</title>
         <author>25739_25</author>
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         <description><![CDATA[<p>Trabalhos:</p><ul><li><p>os trabalhos serão organizados entre trabalhos de grupo e trabalhos individuais,que serão marcados com cores diferentes enquanto os restantes não terão legenda ou seja, serão de cor branca como as restantes publicações do padlet.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-03 15:57:05 UTC</pubDate>
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         <title>Trabalhos de grupo:</title>
         <author>25739_25</author>
         <link>https://padlet.com/25739_25/upsmvgwcsy3ie1zy/wish/3244884955</link>
         <description><![CDATA[<p>Esta secção do meu portifólio é dedicada aos trabalhos de grupos realizados durante o primeiro período.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-03 15:59:36 UTC</pubDate>
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         <title>Texto de opinião</title>
         <author>25739_25</author>
         <link>https://padlet.com/25739_25/upsmvgwcsy3ie1zy/wish/3244886769</link>
         <description><![CDATA[<p>Consciência e Infelicidade versus Inconsciência e Felicidade: Um Debate Profundo</p><p><br/></p><p>O dilema entre consciência e felicidade é um tema recorrente em filosofia, psicologia e até literatura. A questão central é: é melhor ser plenamente consciente e enfrentar a possível infelicidade que isso pode trazer, ou viver em um estado de inconsciência, experimentando uma felicidade despreocupada? Essa reflexão toca a essência da condição humana, confrontando-nos com os limites do autoconhecimento e da busca pela felicidade.</p><p><br/></p><p>Por um lado, a consciência é vista como um dos maiores presentes da humanidade. Ser ciente permite-nos compreender melhor o mundo ao nosso redor, tomar decisões fundamentadas e crescer emocional e intelectualmente. No entanto, essa mesma consciência pode trazer à tona a realidade da nossa fragilidade, a finitude da vida e as injustiças do mundo. Essa visão nua e crua pode levar ao desconforto, à angústia existencial e, muitas vezes, à infelicidade. . A consciência, embora dolorosa, pode ser a base para uma vida com propósito.</p><p><br/></p><p>Por outro lado, a ideia de uma felicidade inconsciente, embora atraente, pode ser criticada como uma forma de alienação. A felicidade derivada da ignorância, embora genuína para quem a vive, é frequentemente percebida como superficial e instável. Muitos argumentariam que não, pois a ausência de consciência rouba-nos a autenticidade e a profundidade das nossas experiências.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Concluindo, o valor da consciência ou da inconsciência depende, em grande medida, dos objetivos de cada indivíduo. Para aqueles que buscam propósito e autenticidade, a consciência é indispensável, mesmo que traga consigo uma carga emocional. Para outros, a felicidade simples e inconsciente pode ser um objetivo legítimo. Talvez a resposta esteja em encontrar um ponto de equilíbrio: ser suficientemente consciente para entender e crescer, mas também suficientemente desprendido para apreciar os momentos simples de alegria. </p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-03 16:00:43 UTC</pubDate>
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         <title>Gary Turner</title>
         <author>25739_25</author>
         <link>https://padlet.com/25739_25/upsmvgwcsy3ie1zy/wish/3244938856</link>
         <description><![CDATA[<p> Gary Turner é um indivíduo conhecido por sua condição rara, chamada de síndrome de Ehlers-Danlos (SED). Ele ganhou notoriedade devido à sua pele extremamente elástica, que se estica consideravelmente além dos limites normais. Turner tem essa condição genética que afeta o tecido conjuntivo, tornando sua pele mais fina e flexível. Essa condição é rara e faz com que ele seja capaz de realizar feitos impressionantes, como esticar sua pele de maneiras incomuns.</p><p><br/></p><p>Feito com Diogo Melo n°6 12°E</p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://revistagalileu.globo.com/sociedade/curiosidade/noticia/2023/10/homem-mantem-recorde-por-sua-pele-extraordinariamente-elastica.ghtml" />
         <pubDate>2024-12-03 16:31:56 UTC</pubDate>
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         <title>chapaudi</title>
         <author>25739_25</author>
         <link>https://padlet.com/25739_25/upsmvgwcsy3ie1zy/wish/3244970929</link>
         <description><![CDATA[<p>Chaupadi é uma tradição social na parte ocidental do Nepal para as mulheres hindus, que proíbe uma mulher de participar de atividades normais da família durante a menstruação porque elas são consideradas impuras . As mulheres são mantidas fora da casa e tem que viver em um abrigo. Isso dura entre 10-11 dias, quando uma adolescente tem seu primeiro período; depois disso , a duração é de entre quatro e sete dias de cada mês. Parir também resulta num confinamento de 10-11 dias .</p><p><br/></p><p>Durante este tempo, as mulheres são proibidas de tocar homens ou até mesmo entrar no pátio de suas próprias casas. Elas estão impedidas de consumir leite, iogurte, manteiga, carne e outros alimentos nutritivos, por medo de estragar para sempre esses bens. As mulheres devem sobreviver com uma dieta de alimentos secos , sal e arroz. Eles não podem usar cobertores quentes e é permitido apenas um pequeno tapete, mais comumente feito de juta. Elas também estão impedidas de ir à escola ou desempenhar suas funções diárias, como tomar banho, sendo forçadas a ficar nas condições do abrigo, enfrentando perigos mortais como hipotermia, desnutrição, animais peçonhentos e até mesmo abusos.</p><p><br/></p><p>Este sistema vem da superstição de impureza durante o período de menstruação. Nessa lógica supersticiosa, se uma mulher menstruada toca uma árvore, ela nunca mais vai dar frutos; se ela consome leite ou derivados, a vaca não vai dar mais leite; se ela lê um livro sobre Saraswati, a deusa da educação, ela vai ficar com raiva. Se ela toca um homem, ele vai ficar doente.</p><p><br/></p><p>A Chaupadi foi proibida pela Corte Suprema do Nepal em 2005, mas a tradição persiste.</p><p><br/></p><p>Este trabalho foi realizado em grupo e o que retiramos foi as grandes diferenças entre culturas e que nem sempre todas as culturas existentes se parecem á nossa.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-03 16:49:51 UTC</pubDate>
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         <title>Apreciação crítica do filme &quot; A culpa é das estrelas&quot;</title>
         <author>25739_25</author>
         <link>https://padlet.com/25739_25/upsmvgwcsy3ie1zy/wish/3254342498</link>
         <description><![CDATA[<p>Apreciação Crítica de "A Culpa é das Estrelas" sob o tema do psicológico e emocional</p><p><br/></p><p>O filme A Culpa é das Estrelas, baseado no romance homônimo de John Green, é uma narrativa profundamente emocional que explora temas como o amor, a dor, a mortalidade e a busca do sentido na vida. Sob a visão psicológica, ele mergulha nas complexidades das emoções humanas, oferecendo um retrato sensível e, ao mesmo tempo, realista de como pessoas, especialmente jovens, lidam com a fragilidade da existência.</p><p><br/></p><p>A protagonista Hazel Grace Lancaster, uma adolescente com câncer terminal, representa o impacto psicológico de viver com uma doença crônica. Sua introspecção e tendência ao isolamento refletem mecanismos de defesa, como a evitação emocional e o medo de apego, uma vez que ela acredita ser uma "granada" que causará dor inevitável às pessoas ao seu redor. Este comportamento é um exemplo do fenômeno psicológico de antecipação de perda, em que o indivíduo tenta minimizar o sofrimento alheio, mesmo que isso signifique sacrificar sua própria felicidade.</p><p><br/></p><p>Por outro lado, Augustus Waters, uma outra personagem central, equilibra o tom do filme com o seu carisma e otimismo, mesmo lidando com as suas próprias cicatrizes emocionais e físicas. Augustus procura o  significado na sua existência e aspira deixar um legado. Este desejo pode ser visto como um exemplo da busca de auto atualização, descrita por Maslow, mas também reflete a necessidade humana de transcender a própria mortalidade através de ações memoráveis.</p><p><br/></p><p>O relacionamento entre Hazel e Augustus é particularmente significativo no contexto psicológico. Ele demonstra como a conexão emocional pode transformar experiências difíceis em momentos de sentido e felicidade. Essa ligação ressalta a importância do apoio social como um fator protetor contra o sofrimento emocional, algo amplamente estudado na psicologia. Apesar das adversidades, o amor entre eles se torna um catalisador de aceitação e resiliência, evidenciando como o vínculo humano pode trazer alívio e esperança em momentos de escuridão.</p><p><br/></p><p>Outro aspecto interessante do filme é como ele explora o luto antecipatório, tanto para Hazel quanto para aqueles ao seu redor. A convivência com a possibilidade da perda iminente força os personagens a confrontarem sua própria vulnerabilidade emocional, revelando a complexidade das respostas humanas ao sofrimento.</p><p><br/></p><p>Em resumo, A Culpa é das Estrelas é mais do que uma história de amor adolescente. É uma jornada psicológica que expõe as nuances das emoções humanas diante da doença, do amor e da inevitabilidade da morte. O filme convida o espectador a refletir sobre o valor da vida, mesmo quando limitada pelo tempo, e a importância de cultivar conexões emocionais autênticas.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-10 15:47:40 UTC</pubDate>
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         <title>Trabalhos individuais </title>
         <author>25739_25</author>
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         <description><![CDATA[<p>Esta secção do meu portifólio  é dedicada aos trabalhos resultantes das minhas pesquisas e também da apreciação crítica de um filme que já vi e que a meu ver se enquadra nos temas da disciplina de psicologia.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-12 22:30:27 UTC</pubDate>
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         <title>Fontes utilizadas </title>
         <author>25739_25</author>
         <link>https://padlet.com/25739_25/upsmvgwcsy3ie1zy/wish/3257830734</link>
         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:P%C3%A1gina_principal">https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:P%C3%A1gina_principal</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g.co/kgs/DkfGp6q">https://g.co/kgs/DkfGp6q</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/">https://www.youtube.com/</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-12 22:46:34 UTC</pubDate>
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         <title>2ºPeríodo</title>
         <author>25739_25</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 14:45:38 UTC</pubDate>
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         <title>trabalhos de grupo:</title>
         <author>25739_25</author>
         <link>https://padlet.com/25739_25/upsmvgwcsy3ie1zy/wish/3381587114</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 14:46:23 UTC</pubDate>
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         <title>tema: memória</title>
         <author>25739_25</author>
         <link>https://padlet.com/25739_25/upsmvgwcsy3ie1zy/wish/3381592972</link>
         <description><![CDATA[<p>O trabalho de grupo realizado sobre a memória que mais tarde no formato power point que foi apresentado á turma , consiste em apresentar os vários tópicos relacionados com os vários tipos de memória e a análise dos casos com isso relacionados como o de Michelle Philpots .</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 14:49:42 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>25739_25</author>
         <link>https://padlet.com/25739_25/upsmvgwcsy3ie1zy/wish/3381598224</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>Deste trabalho gostaria de destacar o caso das falsas memórias que é um acontecimento frequente na mente humana e destaco este tema pois até mesmo recentemente numa visita a Estrasburgo no Âmbito do projeto EPAS ao tentar me relembrar de um acontecimento para dizer o que se tinha passado aos meus colegas criei uma falsa memória involuntariamente que consiste em a nossa mente não se relembrar das situações e com base no nosso conhecimento criar uma memória falsa. E logo nesse momento quando os meus colegas disseram que não tinha sido dessa maneira que eu estava a relatar logo me lembrei que tinha criado uma falsa memória e o que me levou ainda mais a estudar este tema que torna a mente humana tão fascinante.</p><p><br/></p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 14:52:45 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>25739_25</author>
         <link>https://padlet.com/25739_25/upsmvgwcsy3ie1zy/wish/3381616350</link>
         <description><![CDATA[<p><em>50 First Dates</em> é uma comédia romântica que segue a história de Henry (interpretado por Adam Sandler), um veterinário que se apaixona por Lucy (interpretada por Drew Barrymore). O grande obstáculo no relacionamento deles é que Lucy sofre de amnésia anterógrada. Isto significa que, devido a um acidente de carro, ela não consegue formar novas memórias a longo prazo. Cada manhã, quando acorda, ela tem a sensação de que a sua vida parou no dia do acidente, como se nada tivesse acontecido desde então. Para Lucy, Henry é um completo estranho todos os dias.</p><p>Este desafio de ter que reconquistar constantemente o coração de Lucy leva Henry a ser criativo e a criar formas de lhe mostrar quem é ele, para que ela o reconheça e se apaixone novamente. Além de ser uma história romântica, <em>50 First Dates</em> nos leva a refletir sobre a memória e o seu papel fundamental nas nossas vidas. A memória não é apenas uma função do cérebro; ela é a base da nossa identidade e dos nossos relacionamentos.</p><p>Na psicologia, a memória é dividida em várias partes, e o filme foca especialmente a memória episódica, que nos permite recordar eventos específicos da nossa vida. Lucy, devido à sua condição, perde essa capacidade. Isso nos leva a pensar: se não conseguimos lembrar-nos do que aconteceu ontem ou há uma semana, quem somos realmente? Como nos relacionamos com os outros? Como a nossa memória molda a forma como vemos o mundo?</p><p>No filme, a falta de memória de Lucy cria um desafio enorme para ela e para Henry. Cada novo dia é uma folha em branco para ela, uma vez que não consegue formar memórias duradouras. Para ajudar Lucy a lidar com isso, Henry e a sua família criam uma solução muito interessante: um vídeo que Lucy assiste todas as manhãs. Esse vídeo serve como um "diário de memória" onde ela pode ver o que aconteceu no dia anterior e perceber quem é ela e o que aconteceu na sua vida. Este processo é um exemplo da ideia de "memória reconstruída" da psicologia, que nos diz que a memória não é uma reprodução exata do que aconteceu, mas sim uma reconstrução de acordo com o que vivemos, sentimos e percebemos.</p><p>Este filme, com o seu toque de humor e emoção, ilustra na perfeição como a memória não é apenas uma função do cérebro, mas algo que nos define enquanto pessoas. A memória ajuda-nos a construir a nossa identidade, a nossa história pessoal e a manter relações significativas. Quando se perde a capacidade de lembrar, o impacto vai muito além da simples perda de factos; toca diretamente a nossa forma de nos conectarmos com os outros.</p><p>A história de Henry e Lucy mostra que, apesar dos desafios, a memória e o amor podem coexistir de maneiras inesperadas. Mesmo que Lucy não consiga lembrar-se do seu passado, Henry encontra formas criativas e emocionais de lhe mostrar, todos os dias, o quanto ela é importante para ele. E, no fim, o filme transmite uma mensagem bonita sobre a resiliência humana, sobre como, mesmo quando a memória falha, o amor e o esforço valem a pena.</p><p>Este filme leva-nos a refletir sobre o quanto a memória é importante, não só para recordar o que fizemos, mas também para nos mantermos ligados ao mundo e às pessoas que amamos. Mesmo quando a memória nos trai, podemos encontrar maneiras de continuar a construir a nossa identidade e os nossos laços afetivos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 15:03:26 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>25739_25</author>
         <link>https://padlet.com/25739_25/upsmvgwcsy3ie1zy/wish/3381628731</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 15:10:53 UTC</pubDate>
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         <title>Trabalhos individuais:</title>
         <author>25739_25</author>
         <link>https://padlet.com/25739_25/upsmvgwcsy3ie1zy/wish/3381652948</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 15:25:03 UTC</pubDate>
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         <title>Texto de opinião:</title>
         <author>25739_25</author>
         <link>https://padlet.com/25739_25/upsmvgwcsy3ie1zy/wish/3381669364</link>
         <description><![CDATA[<p>A memória é uma das funções mais essenciais do ser humano, pois é ela que nos permite recordar o passado, aprender e construir a nossa identidade. Na psicologia, a memória é dividida em vários tipos, como a memória de curto prazo, que retém informações temporárias, e a memória de longo prazo, onde armazenamos recordações duradouras. A memória de trabalho, por sua vez, é responsável por processar informações ativamente para resolver problemas.</p><p>Existem também tipos mais específicos de memória, como a episódica, que se refere às nossas experiências de vida, e a semântica, que diz respeito ao conhecimento factual. No entanto, a memória não é infalível. Condições como a amnésia, que pode afetar a capacidade de formar novas memórias ou recordar antigas, e fenómenos como as memórias falsas, em que o cérebro cria ou distorce recordações, mostram como ela é vulnerável.</p><p>Estudar a memória na psicologia é importante, não só para entender como o nosso cérebro funciona, mas também para ajudar em questões de saúde mental, como distúrbios de memória ou depressão. Em minha opinião, a memória é uma função fascinante, mas frágil, que molda a nossa identidade e influencia a forma como interagimos com o mundo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 15:34:59 UTC</pubDate>
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         <title>3ºPeríodo</title>
         <author>25739_25</author>
         <link>https://padlet.com/25739_25/upsmvgwcsy3ie1zy/wish/3469322189</link>
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         <pubDate>2025-05-27 13:45:00 UTC</pubDate>
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         <title>Analise do tema : A perspetiva humanista com a visão de Carl Rogers</title>
         <author>25739_25</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-05-27 13:56:37 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>25739_25</author>
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         <description><![CDATA[<p>A abordagem humanista, defende uma visão mais centrada na pessoa os psicólogos humanistas enfatizaram o livre-arbítrio, o crescimento pessoal e a procura de sentido para a própria existência. Um dos principais expoentes desta corrente é Carl Rogers, cuja perspetiva constitui uma das contribuições mais significativas para a psicologia humanista.</p><p>Rogers propõe uma conceção do ser humano como fundamentalmente bom, dotado de uma tendência inata para a autorrealização — conceito que designa o impulso natural para desenvolver plenamente as suas capacidades e alcançar uma vida plena e significativa. Esta visão otimista do ser humano contrasta com as visões mais deterministas que o precederam, ao enfatizar a liberdade, a responsabilidade pessoal e a autenticidade. </p><p><br/></p><p>Em suma, a perspetiva humanista de Carl Rogers oferece uma visão integrada e esperançosa do ser humano, com implicações relevantes tanto para a prática clínica como para os contextos educativos. Ao valorizar a autenticidade, a empatia e a aceitação incondicional, esta abordagem contribui para a construção de relações mais humanas e significativas, promovendo o desenvolvimento pessoal e social.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-27 13:58:18 UTC</pubDate>
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         <title>O meu ponto de vista perante a prespetiva de Rogers :</title>
         <author>25739_25</author>
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         <description><![CDATA[<p>Do meu ponto de vista, a perspetiva humanista de Rogers pode ser analisada como uma proposta pedagógica centrada no aluno enquanto sujeito ativo no seu processo de aprendizagem. A sala de aula, à semelhança do espaço terapêutico, deve constituir-se como um ambiente facilitador, no qual o estudante se sente aceite, compreendido e motivado a desenvolver as suas potencialidades. Neste contexto, o professor assume o papel de facilitador, promovendo a autonomia, a criatividade e a autorreflexão dos alunos.</p><p>A abordagem de Roger, ao colocar o ser humano no centro da experiência educativa, valoriza não apenas os conteúdos cognitivos, mas também o desenvolvimento emocional, relacional e ético. Trata-se de uma perspetiva profundamente humanizadora da educação, que desafia modelos transmissivos e centrados na autoridade. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-27 14:18:12 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>25739_25</author>
         <link>https://padlet.com/25739_25/upsmvgwcsy3ie1zy/wish/3472699795</link>
         <description><![CDATA[<p>Carl Rogers foi um dos psicólogos mais influentes do século XX e é muitas vezes lembrado como o pai da abordagem humanista na psicologia. A sua forma de ver o ser humano contrastava com outras correntes mais mecanicistas da época, ao colocar no centro da sua teoria a ideia de que todos nós temos uma tendência natural para crescer, melhorar e procurar o nosso pleno potencial. Em vez de ver o ser humano como alguém controlado apenas por impulsos ou pelo ambiente, Rogers acreditava na nossa capacidade inata para nos compreendermos a nós próprios e encontrarmos as nossas próprias soluções.</p><p>Um dos seus maiores contributos foi o desenvolvimento da Terapia Centrada na Pessoa. </p><p>Outro conceito fundamental no seu pensamento é o de "self" ou autoconceito — ou seja, a forma como nos vemos a nós próprios. Quando há uma grande diferença entre quem somos e quem gostaríamos de ser, surgem sentimentos de desconforto e desajuste. O papel da terapia, segundo Rogers, é ajudar a reduzir essa diferença, promovendo uma maior aceitação de nós mesmos. Como o próprio dizia: <em>"O curioso paradoxo é que, quando me aceito tal como sou, então posso mudar."</em></p><p>Para além do campo da psicoterapia, as ideias de Rogers influenciaram também áreas como a educação, o aconselhamento e até a gestão de pessoas. O seu legado continua vivo hoje em dia, sobretudo na forma como olhamos para a importância da relação entre terapeuta e cliente, e na valorização do potencial de cada ser humano.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-29 15:16:53 UTC</pubDate>
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         <title>Fontes utilizadas</title>
         <author>25739_25</author>
         <link>https://padlet.com/25739_25/upsmvgwcsy3ie1zy/wish/3472703948</link>
         <description><![CDATA[<p>-manual de psicologia B</p><p>-<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://iptc.net.br/carl-rogers/">https://iptc.net.br/carl-rogers/</a></p>]]></description>
         <enclosure url="https://iptc.net.br/carl-rogers/" />
         <pubDate>2025-05-29 15:21:05 UTC</pubDate>
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         <title>Autoavaliação</title>
         <author>25739_25</author>
         <link>https://padlet.com/25739_25/upsmvgwcsy3ie1zy/wish/3472706189</link>
         <description><![CDATA[<p>-16</p><p>Acho que me esforcei e que esta nota reflete isso, fui melhorando ao longo do ano o que também acho ser mais um motivo para merecer a classificação a cima mencionada . </p><p>( esta autoavaliação é referente ao trabalho do portifólio de psicologia B )</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-29 15:23:22 UTC</pubDate>
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