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      <title>Né by Né</title>
      <link>https://padlet.com/manuelasantunes/upijjlcjaf4n</link>
      <description>Sou igual a mim própria!!</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2016-10-12 00:37:50 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2017-05-17 08:36:45 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Não consegui entrar em simultâneo...mas já respondi aos questionários. Acho esta formação muita formal no tratamento. Eu sou a Né e preferia mil vezes fazer esta formação presencialmente!&amp;nbsp;</title>
         <author>manuelasantunes</author>
         <link>https://padlet.com/manuelasantunes/upijjlcjaf4n/wish/130118607</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2016-10-12 13:34:53 UTC</pubDate>
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         <title>M1 | Tarefa Tutoria</title>
         <author>manuelasantunes</author>
         <link>https://padlet.com/manuelasantunes/upijjlcjaf4n/wish/130682418</link>
         <description><![CDATA[<div>Opção B<br><br></div><div>Como professora de educação física e atleta não posso deixar de comentar o 3º vídeo que utiliza a imagem de um atleta que se lesiona numa prova e quer continuar até ao fim. Percebo a mensagem mas, também, considero que o facto de ele ter continuado a prova com a lesão poderia ter comprometido todo o seu trabalho, toda a dedicação e empenho para com a sua paixão: o atletismo.<br><br></div><div>Ou seja, considero que parar teria sido uma atitude mais consciente e protectora do que, continuar em esforço e deixar de fazer o que mais gosta.<br><br></div><div>Assim, o titulo que eu dou a este vídeo é: "<strong><em>Parar não é desistir!"<br></em></strong><br></div><div><strong><em>É preciso saber e sentir quando devemos parar  para podermos continuar a perseguir os nossos sonhos!<br></em></strong><br></div><div><strong><em>Tarefa terminada<br></em></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-14 09:54:26 UTC</pubDate>
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         <title>M1 | Tarefa Competências de Relação Interpessoal na Tutoria             Opção B                 Cada aluno ou aluna têm características muito diferentes e especiais que obrigam à adoção de uma linguagem/atitude diferenciada que não promova a comparação e o juízo de valor ou mesmo a repreensão.É difícil promover a Escola quando esta precisa urgentemente de mudar!A Escola deve respeitar os interesses e opiniões promovendo sempre a participação activa e o espírito crítico. Esta é a Escola com que me identifico e que considero que poderia ser mais atractiva e motivadora. Mas, juntando todos os problemas da sociedade actual onde temos uma Escola que &quot;fecha&quot; alunos e alunas horas a fio em salas de aula com currículos rígidos de disciplinas umas mais importantes do que outras  e onde as palavras chaves são &quot;está quieto&quot;, &quot;silêncio/cala-te&quot; (contra mim falo, onde o ensino artístico e o desporto são fundamentais mas sem a importância adequada...Como se consegue &quot;encaixar&quot; aqui alguém que transporta consigo o peso do meio onde está inserido e que poderia ter na escola o seu &quot;sítio&quot;?Este é o maior desafio como professora: desenvolver todo o processo ensino aprendizagem sem criar mais uma &quot;seca&quot; para os meu alunos e alunas e, assim, promover o seu desenvolvimento integral respeitando os seus interesses e opiniões.Quero referir, também, que o o facto de apenas os alunos e alunas que têm duas ou mais retenções é que podem integrar este projecto, torna este projecto muito redutor porque a aposta deveria ser na prevenção!Não consigo dar uma resposta fragmentada por objetivos, já que, considero este processo um todo. Talvez trabalho e empenho sejam as receitas e o resto virá...</title>
         <author>manuelasantunes</author>
         <link>https://padlet.com/manuelasantunes/upijjlcjaf4n/wish/130682584</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2016-10-14 09:55:38 UTC</pubDate>
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         <title>&amp;nbsp;M2 | Tipos de Conhecimento&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Opção A &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Uma conversa que aborde o tema &quot;projeto de vida&quot; terá sempre que se basear na(s) reflexão(ões) individual(ais) do(a) aluno(a) acerca do que pretende fazer no futuro (a curto, médio e longo prazo) enquanto pessoa ativa na sociedade onde está inserida. Considero fundamental que o professor(a) não emita qualquer tipo de juízo de valor em relação às escolhas assumidas/apresentadas pelo aluno(a). Estas devem ser o ponto de partida para explorarem em conjunto todas as possibilidades sem apresentar &quot;receitas&quot; ou situações concretas (apesar de considerar que dar exemplos práticos pode ajudar mas salvaguardando sempre que o que dá resultado para alguém em concreto pode não se aplicar a outra pessoa) para permitir alguma flexibilização nas escolhas e considerando que nada é definitivo.&amp;nbsp;Assim, considero que é muito difícil compartimentar/separar os três tipos de conhecimento.Existe uma relação intrínseca que se aplica &amp;nbsp;ao longo da(s) conversa(s) desenvolvidas.&amp;nbsp;Dizer o que é sem dar a conhecer como fazer, permitindo que o(a) aluno(a) faça as suas escolhas com apoio é fundamental para poder chegar a algum lado...!</title>
         <author>manuelasantunes</author>
         <link>https://padlet.com/manuelasantunes/upijjlcjaf4n/wish/131817160</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2016-10-19 15:18:35 UTC</pubDate>
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         <title>M3 | Tarefa Motivação&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;OpçãoB &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Um (a) professor (a) pode ser um elemento fundamental para um (a) alun@ melhorar o seu envolvimento na aprendizagem e ,muitas das vezes não é preciso apresentar/trabalhar coisas muito elaboradas, já que, tudo se pode basear no clima/ambiente que se cria à volta de todo o processo entre tod@s @s intervenientes.Promover um ambiente que promove a autonomia e o sucesso onde tod@s tenham uma palavra a dizer, onde sejam escutad@s com atenção sem sentirem que poderão ser reprimid@s ou desvalorizad@s pode ser um factor decisivo para que o aluno ou a aluna se envolvam com interesse nas actividades propostas.&amp;nbsp;Mas, teremos que ter sempre em conta o &quot;peso&quot; do meio familiar, do meio social...onde estão inserid@s! Por exemplo, se uma das minhas alunas fôr de etnia cigana, a luta vai ser contrariar o que lhe é transmitido, em relação à escola, no seu meio familiar: pouca valorização e transmissão de valores associados ao facto de ser rapariga! Torna-se, por vezes, uma missão impossível que se vai tornando possível...Assim, a motivação destes alun@s pode ser &quot;alimentada&quot; por mim, mas terá que partir sempre d@s própri@s, ou seja, a porta tem que estar aberta, ou pelo menos entreaberta.Para terminar, não posso deixar de demostrar o meu desagrado pelo facto de, na página 21 do documento de apoio a este módulo, estar escrito que &quot;...Por vezes, os tutores podem sentir um desconforto grande e alguma animosidade pelos tutorandos...contudo, se forem capazes de evitar agir a partir desses sentimentos negativos, conseguem...&quot;.&amp;nbsp;O dia em que eu sentir desconforto ou animosidade pelos meus alunos e alunas não estarei, de certeza, em condições de continuar a trabalhar.&amp;nbsp;Toda a gente tem os seus momentos maus mas, quando se é professora por opção e vocação, a única coisa que interessa é o superior interesse das crianças/jovens com quem trabalhamos no nosso dia a dia. &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;Tarefa terminada</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/manuelasantunes/upijjlcjaf4n/wish/134635287</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2016-11-01 21:38:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>M4 | Tarefa Modelos de autorregulação da aprendizagem &amp;nbsp; &amp;nbsp;OPÇÃO A &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Começou o ano letivo e o grupo de teatro da escola, do qual eu sou responsável, recebe um desafio lançado pelo município, a todas as escolas do concelho: apresentar uma peça de teatro no Festival de Teatro jovem em março de 2017. &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;O primeiro passo é, em conjunto (todos os elementos do grupo) perceber a pertinência da nossa participação neste festival e, no caso de aceitarmos, delinear o que pretendemos transmitir/apresentar. &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;Após esta primeira fase de compromisso entre todos os elementos do grupo, começa o processo de criação artística, que será condicionado pelo número de ensaios (1X por semana) condições materiais (poucos recursos) e todo um conjunto de situações aleatórias que poderão ocorrer durante o processo. &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;Poderemos dizer que a fase de compromisso (a planificação, o pensar antes) vai estar sempre a acompanhar o processo de criação artística (o pensar durante, a execução) &amp;nbsp;e é quase impossível dissociar! &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Março 2017: Chegou o grande momento da estreia! &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Sala cheia: pais, mães, professores, professoras...muita gente! &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Cortinas fechadas e muitos aplausos mas...Como nos sentimos? Fizemos tudo bem? Poderíamos ter feito de outra maneira? Diverti-me? &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Muitas questões e muitas ansiedades...tudo normal quando damos o nosso melhor! &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;Tarefa terminada</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/manuelasantunes/upijjlcjaf4n/wish/135635217</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2016-11-06 21:02:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>M5 | Tarefa Competências de Relação Interpessoal na Tutoria</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/manuelasantunes/upijjlcjaf4n/wish/137838431</link>
         <description><![CDATA[<div>Cada aluno e cada aluna têm características bem distintas e muito próprias que fazem com que não seja possível ter a mesma linguagem ou "receita" para todos e todas.&nbsp;<br><br></div><div>As vivências, os problemas, as características de cada um e cada uma vão condicionar todo o processo de ensino aprendizagem.&nbsp;<br><br></div><div>Não podemos ter em conta o aluno ou a aluna só a partir do momento que entra na escola!&nbsp;<br><br></div><div>Assim, enquanto professora quando tenho um aluno ou uma aluna desmotivad@s com a escola, e geralmente a desmotivação é com tudo e todos que @s rodeiam (cada caso é um caso), tento fazer uma abordagem através&nbsp; da <strong>reflexão individual</strong><strong><em> </em></strong><em>centrada nos</em><strong><em>comportamentos, ideais, sonhos, objectivos</em></strong><em> e tudo o que poderá ser importante para aquela criança/jovem.<br></em><br></div><div><em>Dar </em><strong><em>importância e nunca desvalorizar</em></strong><em> as suas reflexões é fundamental para podermos chegar a um </em><strong><em>compromisso mútuo</em></strong><em>.<br></em><br></div><div><em>quando chegamos a esse compromisso é possível chegar à </em><strong><em>confrontação</em></strong><em>, no sentido de percebermos se o que na realidade acontece coincide com o que o aluno ou aluna diz ( isto acontece quando já perceberam que eu estou "mesmo" interessada e preocupada).<br></em><br></div><div><em>Em todo o processo é fundamental que se permita dizer sempre o que se pensa sem "encobrir" nada e permitir assim a liberdade de pensamento sem nunbca perder o objectivo principal: Mudar para melhor!!!<br></em><br></div><div><em>Tarefa terminada!<br></em><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-15 17:59:23 UTC</pubDate>
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         <title> M6 | Tarefa Envolvimento escolar e possible selves                                                                                                     Opção AA minha experiência como professora e como presidente de uma CPCJ durante 5 anos faz com que tenha alguma dificuldade em abordar o abandono/absentismo escolar das crianças/jovens de etnia cigana no contexto deste módulo: envolvimento escolar. Apesar disso, escolhi esta opção precisamente para fazer uma reflexão e constatação de que é extremamente difícil estes aluno@s investirem no seu processo de ensino aprendizagem tendo em conta que os factores que os condicionam são determinantes.A comunidade cigana foi sempre considerada como &quot;outsider&quot; e tratada de maneira diferente, quer nos direitos quer nos deveres.O peso cultural que cada criança/jovem de etnia cigana transporta, transmitido de geração em geração, e aceite escandalosamente por todos e todas nós (ao longo de décadas), é o que condiciona em absoluto a sua integração no meio escolar.A construção de bairros só para cigan@s, o &quot;carimbo&quot; que tod@s levam à nascença: ladões, aldrabões,..., faz com que o crescimento e todas as opções de vida em adulto sejam condicionadas por estes pressupostos: o acesso a empregos ditos normais está à partida condicionado.O destino parece ser uma coisa mais do que garantida: feirante ou traficante de droga...Todos os possible selves são marcadamente influenciados pela cultura, família e geração e vão &quot;empurrar&quot; estas crianças/jovens para fora da escola!Aparece um caso ou outro, muito raro, que consegue concluir o ensino secundário ou tirar um curso superior.Em pleno Séc. XXI, a sociedade assiste impávida e serena, às vezes lamenta, aos casamentos de meninas e meninos ciganos durante a sua infância/adolescência, gravidezes precoces e consequente abandono da escola.Crescimento interrompido através do desrespeito total da condição de ser criança/jovem!Geralmente todos estes casos até são sinalizados e chegam aos tribunais, mas nada acontece e nada altera as práticas e tudo é justificado pela tradição/cultura.A escola pouco pode fazer sozinha (sinaliza, informa, tenta remar contra a maré). Vai conseguindo manter estas crianças/jovens durante algum tempo (com pouco sucesso escolar) mas depois quando chega a hora dos casamentos ou do trabalho na feira, poucas são as que se mantêm na escola.Defendo que deveríamos entrar na fase de tolerância zero. Não permitir, e mesmo penalizar, toda a gente que contrarie os direitos de todas as crianças/jovens, que são &quot;as nossas&quot;. Todas têm o direito de crescer em liberdade e de uma forma saudável e sem entraves de acesso a direitos fundamentais como é o direito à educação.É inadmissível que os tribunais, quando lhes chegam estas questões de abandono precoce, arquivem os processos justificando que não estão em risco/perigo pelo facto de abandonarem a escola, já que é tradição desvalorizarem a escola.Todos e todas somos responsáveis!As leis portuguesas são das mais progressistas da Europa e do Mundo e não distinguem raças, religiões, orientações sexuais...mas, a mentalidade não tem conseguido acompanhar!São décadas a falar nestes assuntos e não vejo a sociedade em geral em participar activamente na mudança!Tarefa terminada</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/manuelasantunes/upijjlcjaf4n/wish/139552817</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2016-11-23 10:44:09 UTC</pubDate>
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