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      <title>Mural 9B (Giovanna Conceição) by Giovanna Conceicao Meneses</title>
      <link>https://padlet.com/giovannameneses/upfzdg7r4hyn1kmm</link>
      <description>Atividade de ciências </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-04-18 04:31:28 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2026-02-01 08:54:25 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Cachorro-vinagre</title>
         <author>giovannameneses</author>
         <link>https://padlet.com/giovannameneses/upfzdg7r4hyn1kmm/wish/1429142576</link>
         <description><![CDATA[<pre>Aluna: Giovanna Conceição </pre><div><br></div><pre>Nome científico: Speothos venaticus</pre><div>O <strong>cachorro-vinagre</strong> (<a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Nome_científico">nome científico</a>: <strong><em>Speothos venaticus</em></strong>), também conhecido como <strong>cachorro-do-mato-vinagre</strong>, <strong>janauí</strong> ou <strong>januara</strong> na <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Amazônia">Amazônia</a> e jaracambé ou aracambé no Brasil meridional, é um <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Canidae">canídeo</a> nativo da <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/América_do_Sul">América do Sul</a>, que é encontrado em florestas da Amazônia. Esses animais são extremamente adaptados a ambientes aquáticos, conseguindo mergulhar e nadar com notável facilidade. Em consequência dessa característica, os cachorros-vinagre são classificados como animais semiaquáticos.</div><pre>Distribuição genética: </pre><div>Encontrada em áreas de florestas pluviais, deciduais e semideciduais, abrange uma vasta região descontinua entre o Panamá<br>&nbsp;<br>&nbsp;</div><pre>Características:</pre><div>&nbsp;<br>&nbsp;O corpo mede de <mark>57</mark> a <mark>75</mark>cm, com cauda de <mark>11</mark> a <mark>15 cm</mark> e o peso varia entre 5,5 e 8,5 kg. É um animal de pequeno porte, baixo e robusto, com o focinho curto e orelhas pequenas e arredondadas.<br>&nbsp;</div><pre> Dieta:</pre><div>&nbsp;se alimenta de crustáceos, <mark>aves</mark>, anfíbios e pequenos <mark>répteis</mark>, além de roedores, como <mark>pacas</mark> e <mark>cotias</mark><br>&nbsp;</div><pre> Reprodução:</pre><div>&nbsp;<br>&nbsp; A gestação do <mark>cachorro-vinagre</mark> dura em média 67 dias, resultando em quatro a cinco filhotes. Quando está prenha, a fêmea tem preferência por tocas de tatu.<br><br></div><pre> Ciclo de vida:</pre><div>&nbsp;<br>A expectativa de vida do Speothos venaticus é de, em média<mark>, 10 anos</mark>.<br>&nbsp;</div><pre> Estado de conservação </pre><div>&nbsp;O Plano de <mark>Ação Nacional para Conservação </mark>do Cachorro-vinagre foi elaborado em <mark>outubro de 2012</mark> e tem como objetivo geral do plano é reduzir a vulnerabilidade da espécies ampliando o conhecimento aplicado a sua conservação e a proteção de habitats adequados, diminuindo a remoção de indivíduos e melhorando o estado sanitário das populações.O PAN Cachorro-vinagre foi encerrado <mark>em 2016, com 17% de suas ações concluídas, e 16% ainda em execução.<br></mark><br></div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-18 04:50:00 UTC</pubDate>
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         <title>Caranguejo-uça</title>
         <author>lirielsouza1</author>
         <link>https://padlet.com/giovannameneses/upfzdg7r4hyn1kmm/wish/1429722873</link>
         <description><![CDATA[<div> </div><pre>Aluna:Liriel Nunes </pre><div><br></div><pre><strong>Nome científico:</strong></pre><div><strong>&nbsp;</strong>Ucides cordatus.<br><br></div><pre><strong>Distribuição:</strong></pre><div><strong>&nbsp;</strong>Entre os Estados do Amapá e Santa Catarina, com maior abundância nos manguezais do Amapá até a Barra de Timonha, na divisa do Ceará e Piauí.<br><br></div><pre><strong>Habitat:</strong></pre><div><strong>&nbsp;</strong>Tocas profundas na lama dos mangues.<br>&nbsp;O uçá habita tocas profundas e tortuosas. As galerias desta espécie chegam facilmente a medir 84 centímetros de profundidade, mas podem ir além, até 1,15 metro. Geralmente a entrada de sua toca tem formato elíptico em função de suas dimensões corporais. Uma curiosidade: ele sempre entra de lado em sua casa.<br><br></div><pre><strong>Características:</strong> </pre><div>&nbsp;Os caranguejos são invertebrados, com o corpo achatado coberto com uma carapaça calcária e 10 apêndices articulados ( juntas moles), dos quais 4 pares de membros servem para locomoção e um par que funciona como pinças. São animais com tamanho que varia de 2 cm até 3,5cm.<br>&nbsp;A subespécie <em>Ucides cordatus cordatus</em> possui carapaça de coloração que varia do azul-celeste ao marrom escuro, patas lilás ou roxas, quando na fase juvenil, e de cor ferruginosa ou marrom-escuro em exemplares adultos.<br><br></div><pre><strong>Dieta:</strong></pre><div>&nbsp;A espécie é onívora; alimenta-se principalmente de folhas em decomposição, frutos e sementes de mangue-preto, coletados próximos à toca durante a maré baixa e levados para o interior da galeria; algumas vezes observa-se o consumo de pequenos mexilhões e moluscos.<br><br></div><pre><strong>Reprodução:</strong></pre><div><strong>&nbsp;</strong>O início da maturidade sexual ocorre quando estão com tamanho de 5,2 centímetros para os machos e com 4,3 centímetros para as fêmeas. O período reprodutivo é inversamente proporcional à latitude (no Pará, em torno de cinco meses; no Espírito Santo, quatro; em São Paulo, dois, e assim por diante). Fêmeas e machos saem de suas galerias para o acasalamento. Este fenômeno é chamado de andada, andança, corrida ou carnaval pelas comunidades litorâneas. De 3 a 9 dias antes deste passeio, os machos soltam uma espuma branca,provavelmente para atrair as fêmeas. As desovas ocorrem preferencialmente à noite (provavelmente para reduzir a mortalidade por predação).<br><br></div><pre>Ciclo de vida: </pre><div>&nbsp;Fases da vida do caranguejo-uçá. <br>&nbsp;(A) Larvas em desenvolvimento ainda no ovo, <br>&nbsp;(B) zoea, <br>&nbsp;(C) megalopa <br>&nbsp;(D) “crab”, <em>Ucides cordatus </em>juvenil, embora muito pequeno, já possui aparência de um caranguejo.<br><br></div><pre>Estado de conservação<strong>:</strong> </pre><div>&nbsp;São consideradas ameaçadas de <strong>extinção</strong>, de acordo com a lista de invertebrados aquáticos do Livro Vermelho da Fauna Brasileira Ameaçada de <strong>Extinção</strong>.&nbsp;<br><br></div><div><br><br><br></div><div><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-18 11:28:17 UTC</pubDate>
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         <title>Camarão Sete Barbas</title>
         <author>jorgeneto22</author>
         <link>https://padlet.com/giovannameneses/upfzdg7r4hyn1kmm/wish/1430011401</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Aluno:Jorge Cachoeira&nbsp;<br><br>Nome:Camarão-sete-Barbas</div><div><br>Também são conhecidos pelos nomes de <strong>camarão</strong>-de-areia, <strong>camarão</strong>-ferro e <strong>camarão</strong>-<strong>sete</strong>-<strong>barbas</strong>.</div><div>Nome Científico:Xiphopenaeus kroyeri</div><div>O camarão sete-barbas Xiphopenaeus kroyeri&nbsp;<br>&nbsp;(Heller, 1862), apresenta uma ampla distribuição&nbsp;<br>&nbsp;geográfica no Atlântico Ocidental, ocorrendo da&nbsp;<br>&nbsp;Carolina do Norte (USA) ao Estado de Santa&nbsp;<br>&nbsp;Catarina (BR) (Holthuis, 1980). Habita águas&nbsp;<br>&nbsp;costeiras rasas com fundo de areia e lama até&nbsp;<br>&nbsp;30m de profundidade (Iwai, 1973).</div><div>Hábitat:Atlântico Ocidental</div><div><br>O <strong>Camarão</strong>-de-<strong>sete</strong>-<strong>barbas</strong> (Xiphopenaeus kroyeri) é um <strong>camarão</strong> marinho da família dos peneídeos, encontrado dos Estados Unidos ao Sul do Brasil. Tal espécie de <strong>camarão</strong> possui cerca de 8 cm de comprimento e rostro com a ponta curvada para cima.</div><div><br>Assim, as presas mais importantes na <strong>dieta</strong> da espécie foram Gammaridae, matéria orgânica não identificada, Acetes americanus, Polychaeta, Globigerina e Osteichthyes.</div><div>De acordo com os resultados obtidos por COELHO &amp; SANTOS (1993), MOTA-ALVES &amp; RODRIGUES (1977) e SANTOS &amp; IVO (2000), provavelmente a principal época de <strong>reprodução do camarão sete</strong>-<strong>barbas</strong> no Nordeste do Brasil ocorra entre os meses de dezembro a abril.</div><div><br>O <strong>camarão sete</strong>-<strong>barbas</strong> ocorre até a profundidade máxima de 118 metros, sendo mais abundante na faixa de 5 - 27 metros; tem <strong>ciclo de vida</strong> curto (em torno de vinte e quatro meses), implicando num crescimento rápido e mortalidade natural elevada (PÉREZ-FARFANTE, 1978; HOLTHUIS, 1980; DALL et al., 1990; D'INCAO, 1995</div><div>O período anual de paralisação da pesca está compreendido de 1º de março a 31 de maio, na área marinha que abrange a divisa dos Estados do Espírito Santo e Rio de Janeiro e a Foz do Arroio Chuí, no Estado do Rio Grande do Sul.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-18 14:47:47 UTC</pubDate>
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         <title>Cavalo marinho</title>
         <author>lorranesilva27</author>
         <link>https://padlet.com/giovannameneses/upfzdg7r4hyn1kmm/wish/1430740402</link>
         <description><![CDATA[<div>Aluna :Lorrane santos&nbsp;<br><br>Nome: cavalo Marinho<br><br><strong>Os cavalos-marinhos são peixes do grupo dos </strong><a href="https://brasilescola.uol.com.br/biologia/osteictes.htm"><strong>ósseos</strong></a><strong>.</strong> Eles fazem parte da família <strong>Syngnathidae e ao gênero </strong><strong><em>Hippocampus</em></strong><em>.</em> No nosso país, é possível encontrar duas espécies desse animal: <strong>cavalo-marinho de focinho longo (</strong><strong><em>H. reidi</em></strong><strong>)</strong> e<strong> focinho curto (</strong><strong><em>H. erectus</em></strong><strong>)</strong>.<br><br></div><div><br>→ <strong>Características dos cavalos-marinhos</strong></div><div>Os cavalos-marinhos vivem em águas rasas, tropicais ou temperadas, sendo encontrados em ambientes estuarinos, recifes, baías e manguezais. Esses peixes apresentam <strong>cabeça alongada</strong>,<strong> </strong>que lembra muito a um cavalo, e<strong> olhos que se movem de maneira independente</strong>. Sua <strong>boca é tubular e não possui dentes</strong>, por esse motivo, esse peixe se alimenta por sugação. Geralmente, o cavalo-marinho fica esperando que algum pequeno animal passe por ele para sugá-lo.<br><strong>O corpo do cavalo-marinho é pequeno e bastante resistente, formado por uma série de anéis ósseos</strong>, e mede em torno de 15 cm a 18 cm. Esses peixes apresentam nadadeiras, que permitem sua natação, e são ativos durante o dia, apesar de sua pequena mobilidade. <strong>Eles possuem nadadeiras peitorais logo atrás do opérculo (placa que protege as brânquias), nadadeiras dorsais, que são utilizadas para a propulsão, e uma nadadeira anal. Possuem ainda uma cauda preênsil</strong>,<strong> </strong>a qual é frequentemente usada para agarrar-se no substrato.<br><br></div><div><strong>Os cavalos-marinhos apresentam uma característica bastante interessante que é a capacidade de mudar de cor, assim como os </strong><a href="https://brasilescola.uol.com.br/animais/camaleao.htm"><strong>camaleões</strong></a><strong>.</strong> Essa capacidade ajuda na proteção contra predadores (<a href="https://brasilescola.uol.com.br/biologia/camuflagem.htm"><strong>camuflagem</strong></a>), além de auxiliar no momento de reprodução, uma vez que os cavalos-marinhos tendem a intensificar sua cor quando estão em época reprodutiva.<br><br></div><div><br>→ <strong>Reprodução dos cavalos-marinhos</strong></div><div><strong>Os cavalos-marinhos têm um comportamento monogâmico, o que acaba interferindo na taxa reprodutiva quando um membro do casal é retirado.</strong> Além disso, eles apresentam como característica marcante o fato de que o macho seja o responsável por gerar o filhote. No momento da cópula, a fêmea do cavalo-marinho transfere seus ovócitos para dentro da bolsa incubadora do macho.&nbsp;<br>O tempo de gestação varia de espécie para espécie e está relacionado também com a temperatura da água. Durante o nascimento, o macho contorce-se de maneira violenta para liberar os filhotes. Nascem mais de 100 filhotes a cada gestação, sendo que cada um apresenta em média 1 cm. Apesar de pequenos e frágeis, os filhotes nascem completamente independentes.<br><br>→ Animais ameaçados<br>Os cavalos-marinhos são animais muito ameaçados, principalmente por causa de sua ampla exploração comercial e da constante degradação da área em que vivem. Esses animais são frequentemente vendidos para serem colocados em aquários ou para fins de decoração, ou até mesmo para produção de medicamentos. Não podemos nos esquecer também da captura acidental desses peixes em aparelhos de pesca, um importante fator que contribui para a sua diminuição.<br><br><br></div><div><br><br>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-18 22:59:09 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Cobra Coral</title>
         <author>mariaaraujo189</author>
         <link>https://padlet.com/giovannameneses/upfzdg7r4hyn1kmm/wish/1430754659</link>
         <description><![CDATA[<div>Aluna: Maria Vitória Araujo<br><br></div><div>Nome: Cobra Coral<br><br></div><div>A cobra coral destaca-se pela coloração bastante característica, formada por anéis pretos, vermelhos, brancos e amarelos. Chamamos essa coloração de aposemática ou coloração de aviso, uma vez que indica perigo e aparece geralmente em animais venenosos. Esse padrão de cores é frequentemente copiado por uma espécie conhecida como falsa-coral, um grupo não peçonhento que, ao copiar a cor da coral-verdadeira, espera afugentar predadores.<br>O padrão de coloração das cobras corais é usado, segundo a crença popular, para diferenciar as “falsas-corais” das “corais-verdadeiras”. Entretanto, essa análise não é correta, pois o que diferencia as espécies não é o padrão de cor, e sim a dentição. Vale destacar que algumas cobras podem apresentar anomalias que alteram o padrão de cor. Existem indivíduos, por exemplo, completamente vermelhos, que, na visão de uma pessoa comum, seriam de outra espécie de serpente. Sendo assim, podemos concluir que apenas um especialista é capaz de diferenciar espécies apenas com uma observação rápida.<br><br>Outro ponto que merece destaque é que muitas pessoas acreditam que a falsa-coral não apresenta veneno. Esse é um grande equívoco. O que acontece é que, nessas espécies, os dentes responsáveis por inocular o veneno estão localizados na parte de trás da boca, dificultando que a substância seja inoculada no momento da picada. Nas corais-verdadeiras, os dentes ficam na parte da frente e, portanto, a inoculação do veneno ocorre mais facilmente.<br>As cobras corais causam acidentes graves. Dessa forma, quem é picado necessita de auxílio médico imediato. Entretanto, vale destacar que, como a maioria dos animais, essas serpentes não atacam se não se sentirem ameaçadas. Sendo assim, é fundamental sempre ficar atento ao caminhar em áreas verdes e nunca colocar a mão embaixo de troncos, pedras e outros ambientes que podem ser esconderijos para serpentes.<br><br>Caso seja picado por uma cobra, independentemente da espécie, é fundamental não tentar chupar a ferida e não fazer torniquetes. O ideal é procurar imediatamente o médico para a aplicação do chamado soro antiofídico, que tem por função principal diminuir a ação do veneno.<br><br>ATENÇÃO: O veneno das cobras corais causa sérios danos ao sistema nervoso e coração. Após a picada, geralmente o paciente apresenta dificuldades para abrir os olhos, a visão apresenta-se dupla e ocorre sufocação</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-18 23:12:35 UTC</pubDate>
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