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      <title>ARTICULISTAS HABILITADOS by Josue Pereira De Lima</title>
      <link>https://padlet.com/josuedilcilene/uohnisbmhki0nmnw</link>
      <description>Artigos de opinião produzidos pelos alunos da Escola José Barroso Tostes.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-08-15 20:06:52 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2021-10-07 17:29:02 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Kaique Nery - 312</title>
         <author>josuedilcilene</author>
         <link>https://padlet.com/josuedilcilene/uohnisbmhki0nmnw/wish/1679586441</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>De grão em grão nosso papo se esvazia...<br></mark></strong><br>Uma "Cidade Querida" definida como a "Terra Promissora". A caracterização de Santana pelo seu hino local demonstra o conjunto de significados presentes na perspectiva populacional do município, segunda principal cidade do Amapá, localizada a uma distância de 22 km da capital. Desconhecida nacionalmente por muitos brasileiros – alegando ser "sombra de Macapá" –, a minha cidade santanense, com 126 mil habitantes, caracteriza-se pelo seu brilho econômico e social simples, mas destaca-se pela sua brilhante cultura alimentar, baseada em saborosos produtos nortistas, como o camarão no bafo, o tacacá e o famoso e primoroso açaí.<br><br></div><div>No entanto, apesar da enorme relevância popular do nosso açaí, o recente descontentamento de muitos batedores do produto com o seu alto preço – noticiado pelo principal jornal local em outubro de 2020, o "JAP1" – vem estabelecendo um risco ao abastecimento dessa tradição na mesa dos moradores santanenses, com o valor do litro chegando a R$20,00, caríssimo para um produto que já custou R$1,00. Além disso, essa ameaça de paralisação pelos vendedores ocorre constantemente na cidade, marcada pelo busca do apoio populacional no combate ao monopólio dos atravessadores e de empresas externas, ponto de partida da crise.<br><br></div><div>Anterior à distribuição populacional do fruto aos vendedores que irão "lapidar" o produto, ocorre o seu transporte de áreas extrativistas para o porto de Santana – banhado pelo fascinante Rio Amazonas –, realizado principalmente pelos atravessadores, ou seja, estes possuem o poder de controlar os preços do produto. Diante disso, a ganância desses trabalhadores ao aumentar voluntariamente o valor da saca de açaí representa uma incoerente desarmonia no setor de produção, já que monopolizam o preço de acordo com seus interesses individuais. Assim sendo, os vendedores, vítimas dessa exploração, tornam-se obrigados a comprar o produto de acordo com o benefício rentável do atravessador.<br><br></div><div>Além disso, cabe abordar o posicionamento, divulgado pelo G1, de Marinaldo Melo, batedor de açaí amapaense, de que “as grandes indústrias começaram a fazer as exportações para o mercado internacional e é em dólar, não tem como o governo bloquear". Partindo desse pressuposto, o lucro capitalista desenvolvido pelas corporações de outras regiões e, principalmente internacionais, fomenta uma verdadeira desigualdade na competição comercial dos pequenos vendedores tradicionais do açaí. Desse modo, o consequente desabastecimento de nosso "ouro preto" no comércio local fundamenta a dificuldade na compra do produto, afetando toda a posterior dinamicidade da economia santanense.<br><br></div><div>Entretanto, muitas pessoas defendem que o alto valor da saca decorre do período de entressafra, dependente, assim, da situação climática do estado. De fato, tal variação no valor do açaí reflete a Lei da Oferta e da Procura, já notabilizado pelo liberal econômico Adam Smith no Século XVIII, uma vez que a escassez do açaí nesse período de baixa extração reflete no alto valor do produto, como forma de controlar a demanda desse substancial bem santanense. Sob essa ótica, contudo, a nossa reivindicação como consumidor e a dos próprios vendedores não decorre do aumento natural do valor, mas sim do fato do encarecimento excessivo, o qual desestrutura toda nossa cultura em virtude de vantagens capitalistas e, com isso, dificulta o pleno desenvolvimento da nossa culinária tradicional em detrimento da lucratividade de terceiros.&nbsp;<br><br></div><div>Outro ponto a ser discutido refere-se à dependência dos batedores de açaí em relação ao comércio exercido do produto. Fonte de renda desses trabalhadores, o emprego executado por eles representa o seu próprio modo de vida, sendo fundamental para a sustentação dos custos decorrentes das máquinas de preparo do açaí, as quais demandam energia e reparos para o funcionamento adequado – segurança primordial para prevenir a contaminação da doença de Chagas, contraída por meio ingestão do barbeiro, mosquito presente no açaizeiro que é eliminado com a realização dos devidos cuidados. Ademais, o recurso monetário resultante das vendas do trabalhador propicia o seu acesso a necessidades básicas – sobretudo água e alimentação –, possibilitando a devida vida digna desse cidadão santanense.<br><br></div><div>Eu concordo, portanto, com a revisão do mecanismo de produção e distribuição do açaí, pois essa situação atinge todo realidade do Amapá e, consequentemente, da minha querida Santana. Posto isso, medidas urgentes são necessárias para promover a devida valorização desse grão em todos os aspectos, não só econômicos, mas também sociais e culturais do nosso povo, tanto pela ação governamental quanto pela populacional. A greve de nossos trabalhadores representa uma resistência, uma luta na qual o objetivo é inteiramente pertinente, o preenchimento do crescente vazio de nosso brilho cultural.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-15 20:14:49 UTC</pubDate>
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         <title>Maria Isabella - 312</title>
         <author>josuedilcilene</author>
         <link>https://padlet.com/josuedilcilene/uohnisbmhki0nmnw/wish/1679588760</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>O ouro amapaense e o seu valor.</mark></strong><strong><br></strong><br></div><div>O açaizeiro é uma palmeira nativa do Norte do Brasil, mais especificamente da região amazônica. E dessa planta se origina o açaí, fruto que após batido se torna um líquido cremoso, alimento esse que está presente diariamente na mesa dos amapaenses.&nbsp; Entretanto, recentemente os batedores de açaí do Amapá realizaram um protesto alegando uma crise no mercado regional de açaí, ocasionada pelos altos preços da mercadoria, o que de acordo com eles pode gerar uma escassez do produto no estado. Entretanto, acredito que eles estão se equivocando ao afirmar isso.<br><br></div><div>O açaí é um dos pilares da economia amapaense, a extração do fruto é a principal atividade rentável da comunidade ribeirinha no estado, sendo responsável por 48% da renda bruta dessas famílias. De acordo com o batedor de açaí, Marinado Melo, os batedores relacionam o alto valor da fruta ao surgimento de grandes indústrias interessadas no transporte do açaí para o exterior. Mas o que poucos sabem é que o produto vem sendo exportado desde o início dos anos 2000 e nem por isso faltou o produto para as regiões que exportam, pelo contrário, em 2018 o açaí chegou a custar R$1 o litro, e no mesmo ano os EUA exportaram cerca de mil toneladas de açaí, movimentando U$2,7 milhões. Deixando claro que a atividade só traz lucro para o Estado e para os ribeirinhos, tendo em vista que, é um produto exclusivo da Amazônia, o que “obriga” aos outros países que querem desfrutar dos benefícios do açaí a exportarem do Brasil, confirmando isso, de acordo com o Centro Internacional de Negócios da Federação das Indústrias do Pará, só de janeiro a maio de 2019 as exportações do açaí para o mundo todo somaram U$15,5 milhões.&nbsp;<br><br></div><div>Os batedores afirmam não terem lucro com o açaí, pois a saca do produto está custando no mínimo R$280, que rende 20 litros, e eles vendem em média por 15 reais o litro, resultando em R$300 para a batedeira. Segundo esses trabalhadores o alto valor do açaí parte dos atravessadores, que cobram cerca de R$40 a R$70 por saca para pegar o produto no barco, levar até o veículo e entregar nas batedeiras.&nbsp; Em 2013, os atravessadores foram os que mais movimentaram açaí, ao todo foram responsáveis por 88,1% da mercantilização do fruto no ano. O que desregula a lei de “oferta e demanda”, pois os batedores não têm outra alternativa a não ser pagar o preço posto pelos atravessadores. Porém, deve ser levado em consideração o trabalho que esses transportadores têm, que demanda: esforço físico, tempo, gastos com gasolina, e possíveis manutenções em seus transportes (que são seus materiais de trabalho), além de suas necessidades básicas como: alimentação, higiene e saúde. Não acho correto os batedores, e nem nenhuma outra classe trabalhista, chamá-los de oportunistas pelo preço que cobram pelo seu trabalho, ou diminuírem o esforço dessa classe. Entretanto, é claro que as grandes empresas são as que mais se beneficiam do trabalho dessa classe, por terem maior condições de arcar com os custos, o que é uma injustiça com os microempreendedores que pagam o mesmo valor pelo trabalho.<br><br></div><div>Prosseguindo, o último fator é o período entressafra, que é o tempo entre o fim da colheita e o início da próxima, no qual o fruto é mais escasso e consequentemente custa mais caro pela maior dificuldade de ser adquirido, e nesse ponto não tem muito o que se discutir, é apenas a lei da oferta e procura funcionando, igual sempre ocorreu no estado. Por exemplo, em uma entressafra de 2016, com o dólar valendo cerca de R$3, a saca do açaí chegou a custar R$400, mas depois o preço se regularizou.<br><br></div><div>Com esses argumentos em mente, eu acredito que a exportação está longe de ser um problema para o comércio local de açaí, os transportadores estão cobrando o valor que avaliam justo pela sua mão de obra, porém é interessante um ajuste no preço cobrado, gerando uma taxa maior para exportadores e grandes empresas, consequentemente reduzindo a taxa para os empreendedores locais. O aumento é normal em alguns períodos, já que, o açaí vem de uma planta, e ela tem suas fases de frutificação, variando a disponibilidade do produto e consequentemente seu preço, e as batedeiras também terão que aumentar seus preços em alguns momentos, ainda mais porque: estamos em pandemia, e o dólar está custando quase R$6, logo, aumentando o preço de tudo. Com isso, infelizmente, alguns amapaenses terão que ficar sem seu ouro preto nesses períodos, mas logo tudo voltará ao normal como nos anos anteriores.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-15 20:23:24 UTC</pubDate>
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         <title>Rayanne Marques - 312</title>
         <author>josuedilcilene</author>
         <link>https://padlet.com/josuedilcilene/uohnisbmhki0nmnw/wish/1679590927</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>O produto mais que precioso</mark></strong><br><br>O açaí é um dos principais produtos consumidos nos estados da região Norte, sendo bastante incluindo na dieta dos nortistas que trouxeram esse costume desde os tempos pré-colombianos. Sabendo disso, é irrefutável pensarmos que, por ser uma iguaria originalmente da Mata Amazônica, seria barato para nós, nortistas. A realidade no Amapá é bastante discrepante, visto que o litro do açaí chega até os R$ 30.00.<br><br>O pensamento da diminuição do valor do produto é compreensível, quando observado os consumidores nortistas. Quando exportado, o valor que é cobrado é o certo, sabendo que os ribeirinhos que trabalham em apanhar cachos de açaí se sustentam com esse dinheiro.<br><br>Segundo a matéria de 2020 do site g1.com, o litro do açaí atingiu R$ 16,00 o médio, e R$ 25,00 o grosso, em Belém do Pará. Fato que corrobora isso é a indústria comprando a maior parte do fruto, o que, consequentemente, causa o aumento no valor. Já no cidade de Santana, município do Amapá, o açaí vem extrapolando seus R$ 20,00.<br><br>Sabendo do aumento nesse preço, é notável a diminuição da quantidade de açaí em cada unidade, visto que os batedores não lucrariam se permanecessem com o mesmo tanto de litros. Isso acaba gerando um descontentamento na clientela, e assim vai acarretando vários outros problemas que corrobora com a indignação em relação ao assunto.<br><br>Em épocas normais, o preço da saca de açaí é R$ 80,00 e pode chegar até R$ 100,00, no máximo. Porém, devido a pandemia e a grande exportação desses produtos, a saca custa, no mínimo, R$ 280,00 ou, no máximo, R$ 300,00. “Ou seja, não temos lucro algum, porque ainda pagamos o transporte e combustível. A gente só vende para não fechar o estabelecimento mesmo”, diz o batedor Joaquim Davi Vieira.<br><br>Há quem seja a favor do aumento do preço, contudo minha visão é oposta. Em questão de exportações para fora da região, o valor é merecido, visto que não é uma matéria-prima local desses outros consumidores, e os ribeirinhos e atravessadores merecem ganhar, sabendo do trabalho árduo de todos os dias que eles vivem. Porém, visando nossa localização e tendo consciência que o açaí é uma iguaria nossa, o valor deveria ser bem menor do que realmente é.<br><br>Com isso, conclui-se que o nosso açaí é vendido em grande quantidade para fora do estado, depois de ser industrializado. Por essa razão a procura pelo produto torna-se maior, e consequentemente o preço se eleva. Outro fator que contribuiu muito para um aumento do valor do açaí, foi a pandemia, que restringiu o comércio do produto, fazendo encarecer. Os órgãos de controle e as fiscalizações pela prefeitura poderiam ser mais eficientes no sentido de coibir o aumento exorbitante do preço do açaí, fazendo com que desse melhor condição aos pobres para adquirirem o produto precioso.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-15 20:30:40 UTC</pubDate>
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         <title>Victória Marques Bentes - 312</title>
         <author>josuedilcilene</author>
         <link>https://padlet.com/josuedilcilene/uohnisbmhki0nmnw/wish/1679592323</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>A seca chegou… dessa vez, não é sobre água&nbsp;</mark></strong></div><div><br></div><div>Almoçar e jantar, para um santanense “raiz”, não é apenas uma simples refeição sagrada. Nesse momento, é a hora da entrada de um fruto de origem índigena, típico da região norte : o açaí. Acompanhado de farinha ou tapioca, com uma porção de peixe ou camarão, o açaí está presente na mesa de 90% dos moradores da cidade de Santana, no Amapá. Entretanto, essa porcentagem pode mudar… em vista disso, mesmo Santana sendo conhecida como porta de entrada fluvial do estado, a chegada do açaí nas batedeiras comerciais vem sendo cada vez mais escassas.&nbsp;<br><br></div><div>Um fato que divide opiniões. Algumas pessoas afirmam que o aumento do preço do açaí, tanto em safras quanto em postos de venda, são simplesmente o resultado da lei oferta e demanda, proposta por Adam Smith ainda na economia clássica, ou seja, quanto mais procurado é um produto, mais o seu valor tende a aumentar. Por outro lado, para os comerciantes do fruto, os atravessadores do açaí estão cobrando preços absurdos em apenas uma safra. Os proprietários afirmam que trabalham sem lucrar, somente para não fechar o estabelecimento.&nbsp;<br><br></div><div>Diante da problemática, iniciou-se um protesto em frente à Casa do Artesão, em Macapá, visando baixar o preço do produto, tanto o valor da saca comprada pelos atravessadores, quanto o que chega para o comprador final. Para Richard Rorty: “Se podemos contar uns com os outros, não precisamos depender de mais nada”. Partindo disso, os vendedores do açaí fazem um apelo e uma proposta para nós, os fregueses do produto.&nbsp;<br><br></div><div>A proposta baseia-se no pedido de não comprar “uaçaí” por 2 / 3 dias. Logo, o preço deverá diminuir, beneficiando tanto o vendedor quanto o cliente. Bom, particularmente, já estou ajudando nesta iniciativa, aliás, não tomo açaí todos os dias, todavia, imagino que seja difícil para o cidadão que está acostumado a efetuar as refeições com uma porção de “juçara” ao lado.<br><br></div><div>Hodiernamente, acredito que pagar R$15,00 em 1 litro de açaí e receber um produto de qualidade, é benefício. Quem reclama desse preço, não conhece os processos que o fruto passa até chegar na nossa mesa em um almoço de domingo. Subir em uma árvore altíssima, trazer no barco, filtrar, bater… o preço é justo. Entretanto, pagar R$30,00 em uma “chula”, isso é incontestável. Todos almejam pagar e receber algo bem feito.&nbsp;<br><br></div><div>Portanto, é injusto querer privatizar algo que faz parte da vida de um santanense. Em um lugar onde você é acostumado a comer um bom açaí com farinha e camarão. Resumidamente, o açaí faz parte da nossa história, é a nossa cultura. O nosso ouro preto, e é inaceitável ver que querem tirar isso da nossa vida.&nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-15 20:36:14 UTC</pubDate>
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         <title>João Pedro - 312</title>
         <author>josuedilcilene</author>
         <link>https://padlet.com/josuedilcilene/uohnisbmhki0nmnw/wish/1679594755</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Açaí alimento nutritivo e sua importância na economia local</mark></strong><br><br>O açaí é um fruto brasileiro cultivado predominantemente na região amazônica. Com cor escura, o fruto arredondado nasce em cachos e, na maioria das vezes, em locais com solos mais úmidos ou alagados. A palmeira do açaí pode atingir mais de 20 metros de altura. Cada palmeira costuma ter<br>cerca de quatro cachos por ano e cada um deles pode produzir uma quantidade aproximada de três a seis quilos do fruto.<br><br>Por ser um fruto típico do norte do Brasil, cerca de 90% da produção está no estado do Pará. É um dos alimentos preferidos da mesa dos nortistas é também uma das principais fontes de renda de muitas famílias. Mesmo sendo<br>um fruto característico da Região Norte do país, o açaí se popularizou nacionalmente e é utilizado de diversas formas na culinária brasileira, já que possui muitas propriedades nutricionais.<br><br>O açaí é muito consumido como suco ou pirão e o gomo interno da palmeira constitui o palmito. Assim, pode ser consumido na forma de bebidas funcionais, doces, geleias e sorvetes. O fruto é colhido por trabalhadores que sobem nas palmeiras com auxílio de um trançado de folhas amarrado aos pés, a peconha. Vale notar, que o açaí é rico em proteínas, gordura vegetal, vitaminas (B1, C e E), minerais e fibras.<br><br>Para ser consumido, o açaí deve ser primeiramente despolpado em máquina própria ou amassado manualmente, depois de ficar de molho na água, para que a polpa se solte e, misturada com água, se transforme em um suco grosso também conhecido como vinho do açaí. A alta quantidade de<br>gordura presente auxiliam na redução do colesterol ruim e melhoram o colesterol bom.<br><br>Nas condições atuais de produção e comercialização, a obtenção de dados exatos é quase impossível, devido à falta de controle nas vendas, bem como à inexistência de uma produção racionalizada, uma vez que a matéria-prima consumida se apoia pura e simplesmente no extrativismo e<br>comercialização direta.<br><br>Nesse contexto, existem muitas problemáticas envolvendo o nosso açaí. Desde seus benefícios relacionados a nutrientes, como a questão financeira. Assim, tudo que gera lucro, gera também ganância.Por isso, a importação do nosso açaí para diversas partes do país e do mundo causa conflitos, pois de<br>um lado temos os magnatas das indústrias que tiram vantagens comprando por preços baixos as sacas de açaí que os ribeirinhos se sacrificam para tirar.<br><br>Não podemos deixar que nosso rico fruto amazônico seja levado para outros países sem que haja um investimento para a população ribeirinha que recebe apenas migalhas dos grandes empresários.<br><br>De acordo com relatos de meus pais, nos anos 80, houve uma enorme exploração das arvores de açaí, nos interiores dos estados do Pará e Amapá, devido à descoberta do palmito, extraído do caule destas palmeiras. Nesse sentido, a exploração era feita em dose dupla. Além da árvore, era também explorada a mão de obra dos ribeirinhos dessas regiões.<br><br>Nesse período, de acordo com informações, houve escassez dos frutos do açaí para consumo como alimento. Já que todos visavam enriquecer por conta do palmito. Além de tudo, o preço do açaí foi muito elevado, sem dá condições dos menos favorecidos poder comprar.<br><br>Atualmente, percebo que essa exploração continua. Sendo que é uma exploração mais “organizada”, onde grandes empresários tomam conta da distribuição do nosso açaí, vendendo a preços altíssimos e com isso encarecendo a compra do produto para nós que somos os consumidores de<br>todos os dias. E com isso os batedores de açaí, que necessitam manter suas famílias com a renda que conseguem com esse trabalho, ficam prejudicados, já que com o aumento do preço do açaí, a venda diminui. Sem deixar de lembrar<br>outro importante trabalhador que talvez seja o mais explorado dessa historia que é o tirador de açaí.<br><br>Sendo assim, penso que é necessário urgentemente uma organização e fiscalização no que se refere a todo o processo de exploração, fabricação e consumo do nosso maravilhoso açaí. Visto que em algumas mesas, o açaí é o<br>único alimento que ainda resta para o sustento de muitas famílias da nossa região norte. É preciso ficar atentos para que esse nosso ouro negro não seja levado para outros países sem gerar benefícios a nossa economia.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-15 20:45:02 UTC</pubDate>
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         <title>Gustavo Corrêa - 312</title>
         <author>josuedilcilene</author>
         <link>https://padlet.com/josuedilcilene/uohnisbmhki0nmnw/wish/1679596414</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Vende-se Tesouro Regional<br></mark></strong><br>O Açaí tem diversas versões de história assim como a forma de consumi-lo, uma delas é a de origem folclórica que conta que o nome açaí foi em homenagem a uma índia chamada Iaçá que teve sua filha morta por uma lei criada por seu pai (o cacique) e morreu nos pés de uma palmeira de Açaí. A fruta é sem dúvidas amada pelo povo do Amapá e vai muito além de classes sociais, está presente na mesa dos ribeirinhos até os mais ricos e por ser tão querida e consumida se tornou um “tesouro” cultural, estando presente na dieta da região norte.<br><br>De uns tempos para cá o Açaí tem sido alvo de discussões, isso porque houve uma série de aumentos sucessivos no seu preço, o que tem deixado tanto os batedores quanto os consumidores preocupados com uma possível falta da fruta no mercado e em casa. Infelizmente esses aumentos são realmente preocupantes, fazendo pensar que até algo que está no cotidiano desde a infância da maioria dos amapaenses pode ser facilmente levado, já que estes aumentos estão ligados aos atravessadores e a empresas estrangeiras interessadas em exporta o Açaí.<br><br>De acordo com alguns batedores a fruta está tendo estes aumentos no seu valor por conta da vinda de indústrias com o interesse de transportar o açaí para fora do Brasil, causando uma certa aflição em meu estado em visão de como ficará o preço da fruta, deixando também um sentimento de incapacidade de mudar este problema, já que os batedores e consumidores não tem o poder de fazer algo para mudar, até porque essas indústrias utilizam o meio de exportação sendo assim a moeda de troca é o dólar, fazendo o governo também sem o poder de mudar alguma coisa.<br><br>Esses aumentos também estão ligados com as relações comerciais dentro do estado entre os atravessadores<br>e batedores, onde os atravessadores do açaí estabelecem um preço e passam para os batedores, muitas dás vezes<br>eles estabelecem um valor nada satisfatório para os batedores, chegando mais caro para os consumidores<br>também .<br><br>Apesar disso há pessoas que entendem de maneira pacífica o aumento do preço do açaí, justificando que acham interessante essas indústrias quererem exporta a fruta, vendo como uma forma de ampliar nossa cultura, culinária e trazer mais dólar para o país que pode ajudar na econômica e relações internacionais. Com certeza ampliar nossa cultura e trazer uma moeda tão valorizada quanto o dólar é muito bom e de extrema importância, porém esses benefícios são duvidosos, especialmente quando se trata da região norte que não é tão valorizada como o resto do país, o que faz o povo do meu estado acreditar menos ainda que seríamos beneficiados. E a falta de empatia dos atravessadores com os batedores que assim como eles vivem do açaí e por conta do alto valor imposto por eles não tem um lucro tão bom, também é um fator que nos faz acreditar que não teríamos<br>benefícios bons o suficiente para suprir esses aumentos.<br><br>Essa situação fez com que muitos do estado do Amapá e da região norte enxergassem o quanto estamos frágeis quando tem dinheiro envolvido, o que não é diferente da cultura que pode ser simplesmente comprada, tornando necessário protesto da parte dos batedores e da parte do governo, organização na fiscalização dos valores que estão sendo passados para os batedores, desta forma o preço chegará mais acessível para os consumidores do Açaí que já criaram uma relação muito forte com a fruta.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-15 20:51:20 UTC</pubDate>
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         <title>Thiago Atahide - 312</title>
         <author>josuedilcilene</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><mark>O açaí em uma terra de ganância<br></mark></strong><br></div><div>O Amapá, terras de riquezas imensuráveis, possui uma fauna e uma flora ricas em diversidade, entrelaçadas em vários rios e com a costa banhada pelo oceano. É a terra que contém um fruto precioso que alimenta as famílias tucujus, e ainda gera comércio, sendo, assim, responsável por uma parcela da contribuição econômica do nosso estado.&nbsp; O açaí, nosso fruto precioso, tem sido nosso orgulho por fazer nossa terra ser reconhecida pelo Brasil e até mesmo pelo mundo a fora, com um gosto e um cheirinho inigualável vai conquistando lugar nos cardápios não amapaenses.&nbsp; Entretanto, nos últimos anos, nosso ouro preto vem se tornando escasso e isso tem elevado exageradamente o preço dele, trazendo transtorno para a população.<br><br></div><div>A alta no preço do açaí envolve diversas problemáticas, no Amapá, especificamente, temos relatos de consumidores que expressam sua indignação acerca dessa alta, que acarreta com ela outros problemas como a ganância dos atravessadores que elevam absurdamente o preço devido a época de escassez do produto e também das grandes empresas instaladas aqui, que arrematam grandes quantidades do produto para a exportação, ocasionando, dessa forma, a alta desse preço quando chegam ao público consumidor e apreciador do açaí, que é o nosso humilde povo. É justo, o consumidor tucuju pagar por essa ganância? Eu acredito que não.<br><br></div><div>Segundo uma matéria do G1 Amapá no mês de maio “As grandes indústrias começaram a fazer as exportações para o mercado internacional e é em dólar, não tem como o governo bloquear. Então nós queremos que isso venha de forma programada e para que o produto não falte na mesa do consumidor”, relatou um batedor de açaí. O que é o certo, se não for de forma programada e fiscalizado abusos e injustiças continuaram acontecendo com o consumidor local.<br><br></div><div>Com tudo isso é altamente prejudicial para o comércio local e para mim como apreciador, muitos batedores reclamam dessa alta, alguns deixam de trabalhar, pois não conseguem comprar o produto, outros acabam por aumentar esse preço, isso faz com que o açaí chegue à mesa do amapaense com mais dificuldade ou muitas vezes nem chega por muitos não terem condições de comprar.&nbsp;<br><br></div><div>Para quem consome o açaí todos os dias, sendo um dos principais alimentos da nossa mesa, seja na hora almoço ou do jantar é algo que não pode faltar, esse aumento prejudica a todos, exceto grandes indústrias. Pensem bem, o produto em época de escassez, grandes empresas levam grande parte do produto por conta de seu poder aquisitivo, outras levam grande parte negociando diretamente com o atravessador, e por fim o comerciante local tem pouco acesso ao produto, pois devido ter pouco, os atravessadores quando chegam aos portos elevam os preços para lucrar mais ainda em cima do batedor de açaí.<br><br></div><div>Isso tudo é um completo absurdo com o amapaense e consumidor do açaí que preza tanto pelo alimento na mesa, mesmo que toda essa movimentação no comércio de indústria seja benéfica para o estado não podemos esquecer das famílias que aqui residem e querem o açaí na sua mesa.<br><br></div><div>Portanto, uma das possíveis saídas para que esses problemas sejam solucionados seria a presença de uma rigorosa fiscalização por parte das autoridades responsáveis para que haja uma distribuição igualitária entre os compradores do produto. Só assim, é que garantiremos um açaí de qualidade (bom, bonito e barato) na mesa de cada família santanense, trazendo alegria de volta aos nossos tucujus. E ao invés de sermos taxados como terra da ganância, voltaremos a ser conhecidos como terra da abundância.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-15 20:56:27 UTC</pubDate>
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         <title>Marya Clara Araújo da Silva - 313</title>
         <author>josuedilcilene</author>
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         <description><![CDATA[<div>
<strong><mark>Cidade de um povo amigo ou egoísta?</mark></strong><mark><br></mark><br>Alimentos estragados, casas alagadas, hospitais lotados, um município à luz de velas. E dentre todos os desastres que nós, o povo santanense, enfrentamos, o egoísmo humano destacou-se perante os outros. Novembro de 2020, em plena crise de COVID-19 e estação das chuvas amazônicas, o estado do Amapá enfrentava um apagão pela irresponsabilidade de uma empresa privada de energia elétrica que colocou o lucro acima da dignidade e vida da população. No entanto, o que deveria se limitar a uma grande corporação, espalhou-se como vírus pela cidade. O desespero da população, ainda nos primeiros dias sem energia elétrica, foi incentivo para os comerciantes aumentarem os preços de maneira absurda e dificultar o acesso de um povo fragilizado aos seus direitos fundamentais para a sobrevivência. Ao contrário do que nosso hino municipal sugere, o povo amigo é restrito à letra.<br><br>Não é inédito, na teoria, a hiper valorização do capital sobre a vida humana, porém, é estranho presenciar isso e não poder fazer nada. O sinal telefônico, nos primeiros dias, não funcionava e isso dificultou a comunicação com o PROCON (Procuradoria de Proteção e Defesa do Consumidor), a locomoção para o espaço físico não era viável haja vista a ausência de segurança pelas ruas santanenses e o medo crescente do esgotamento dos postos de gasolina. O Amapá é ligado ao restante do país por um pequeno espaço de terra e, por esse motivo, o transporte aéreo é o mais indicado, no entanto, também houve um aumento de preços nesse setor. A cidade estava a beira de um colapso pelo reabastecimento extremamente lento e, o que nos restava, era o bom-senso dos vendedores de alimento. O que, na minha concepção, esteve presente em raríssimos momentos.<br><br>A princípio, é imperioso destacar o papel do governo e prefeitura no controle dessa crise em território nacional. De acordo com o filósofo Thomas Hobbes, os humanos seriam o seu próprio mal por possuírem uma natureza egoísta, mas para controlar esses atos, entregaram sua liberdade ao Estado que deveria garantir a vida, sendo assim, as necessidades básicas para a sobrevivência. Porém, o caos na segunda maior cidade do estado fez com que problemas como o aumento de preços, agravavam-se sem a total atenção das autoridades que estavam preocupadas com enchentes e a segurança do povo. Portanto, é evidente que deveríamos receber ajuda, de imediato, do Governo Central com o envio de profissionais, mas ficamos à mercê dos nossos próprios “lobos”.<br><br>O principal argumento para o aumento dos preços, por parte dos comerciantes, era que o alimento estava estragando e aumentando a fase “procura” da base do capitalismo, a lei da “oferta e procura”. Porém, apesar de me compadecer com essas pessoas que sobrevivem do comércio, a visão de ser preferível jogar uma comida fora do que abaixar os preços e obter menos lucro do que o normal é extremamente egoísta. Lucrar em cima do sofrimento alheio é ainda mais repugnante quando se vive em sociedade. Acredito que grande parte da culpa por esse pensamento, é o sistema que estamos inseridos que constantemente promove a visão de que o individualismo é necessário, mas isso está longe de ser o correto. É inegável a cooperação como condição de existência e desenvolvimento da vida humana. O esquecimento desses valores e fundamentos serão, no futuro, nossa ruína se persistir sendo, o exemplo perfeito disso, a minha cidade Santana que enfrentou uma grande onda de fome.<br><br>Outrossim, concordo que os comerciantes foram, injustamente, colocados como únicos vilões dessa crise. As grandes corporações atuaram nessa crise mas foram esquecidas por grande parte da população na procura de culpados. Destacam-se as empresas aéreas e a forma que nos aprisionaram no estado e dificultaram o reabastecimento local que minha cidade carecia. Os preços aumentaram absurdamente e, novamente, o Estado não se preocupou em solucionar imediatamente essa problemática. Até mesmo os supermercados nos quais os preços sofrem menos alterações, tiveram que fazer mudanças pois tudo acabava muito rápido.<br><br>Particularmente acredito que toda a situação que passamos poderia ser alterado se houvesse maior preocupação do governo em fiscalizar iniciativas privadas, sejam elas de grande ou pequeno porte. O inicio de tudo foi falha, inegavelmente, da empresa que gerava energia no meu estado e abastecia meu município. Entretanto, conscientes de que era um serviço único para quase toda a população, o governo foi irresponsável ao deixar de fazer vistorias constantes nesse lugar, o que poderia ter evitado o sofrimento do meu povo. Infelizmente, penso que esses acontecimentos ainda vão continuar enquanto a nossa perspectiva egoísta não mudar. Devemos passar a ter consciência do bem da cooperação para que a humanidade tenha chegado até o século XXI, e assim, continuar com essas ações.<br><br>Portanto, é necessária uma mudança radical de pensamento que se preocupa mais com a vida e dignidade humana do que o capital. O Estado deveria ser o exemplo disso. Minha cidade poderia fazer jus ao seu hino e ser um povo mais amigável e empático com a dor do próximo em uma crise tal qual a que passamos em novembro de 2020. O apagão poderia ser descrito somente como uma crise elétrica, mas infelizmente nosso povo santanense mostrou que, diante de algo horrível, a situação pioraria pois o dinheiro estaria acima de tudo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-07 15:11:16 UTC</pubDate>
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         <title>Arthur Liarte - 313</title>
         <author>josuedilcilene</author>
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         <description><![CDATA[<div>
<strong><mark>Igualmente responsáveis</mark></strong><br><br>Pegue equipamentos de baixa qualidade, some com o não preparo de uma companhia, multiplique pela falta de inspeção à ela e iguale a um dos maiores desastres já vividos por um estado. Essa é a equação resultante do apagão sofrido pelo Amapá em novembro de 2020, um evento de cataclisma que vai desde o desrespeito com a população até a tomada de ações jurídicas. Mas será que essa tragédia deveria ser considerada um crime ou seria apenas um infeliz incidente?<br><br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Primeiramente, é fato que houve desrespeito com a população, o povo que já pagava contas de preços altíssimos para receber um atendimento que variava entre aceitável e bom para o padrão amapaense, teve de aturar noites<br>sem sonos, eletrodomésticos danificados, e o pior de tudo, o mundo estava no meio de uma pandemia e a falta de energia ocasionaram óbitos em hospitais públicos. Penso ser revoltante o fato de que também não houve indenização<br>por parte de nenhuma empresa relacionada ao acontecimento.<br><br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp; Em segundo plano, o transformador danificado foi comprado da Índia e era de péssima qualidade, a inspeção dos aparelhos na qual deveria ter sido feita pela Isolux não ocorreu e o transformador que já estava danificado há mais de um ano para a surpresa de ninguém se provou inútil. Os poucos que defendem o evento como não criminal afirmam que foi um incidente gerado por várias empresas e companhias e que a responsabilidade não deveria cair<br>apenas sobre uma só, no entanto acredito eu que todas essas entidades deveriam ser pelo menos investigadas senão até mesmo processadas por danos técnicos e falta de serviço levando em consideração que cada uma teve a sua parcela de culpa de acordo com o art. 38 da Lei n. 8.987/95.<br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Em seguida, a CEA ainda tem a audácia de cobrar contas ainda mais altas à população como resposta aos custos que tiveram pela manutenção da subestação, cujo o problema foi resultado da irresponsabilidade deles e de<br>outras empresas supracitadas. Acredito que seriedade jurídica pode ficar mais evidente quando o governo de Jair Bolsonaro foi denunciado na Comissão Interamericana dos Direitos Humanos (CIDH) por conta da ausência de<br>respostas eficazes ao apagão que assolou o estado do Amapá. Além disso, penso que esta denúncia foi motivo que fez o governo agir a auxiliar o povo amapaense.<br><br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Tenho convicção de que o evento que assombrou o Amapá foi um crime severo que chega a violar os direitos humanos. Mesmo sem um culpado específico, acredito que a violação de leis ocorreram e todas as empresas envolvidas deveriam ser levadas à justiça. Uma equação simples, no entanto, avassaladora que nos liga direto aos responsáveis. Diante dos fatos antes apresentados, cabe ao poder judiciário abrir investigações para provar a autoria dos responsáveis, com a intenção de fazê-los pagar uma indenização para suas vítimas e diminuir os preços abusivos das contas de energia. Se essas iniciativas não forem tomadas, a equação pode se multiplicar e se repetir não<br>só no Amapá mas em outros estados do Brasil também.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-07 16:49:21 UTC</pubDate>
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         <title>Ingrid Costa - 313</title>
         <author>josuedilcilene</author>
         <link>https://padlet.com/josuedilcilene/uohnisbmhki0nmnw/wish/1800467439</link>
         <description><![CDATA[<div>
<strong><mark>FLAGELO DA ESCURIDÃO</mark></strong><br><br>Minha gata morena, minha cidade Santana, banhada pelo maior rio de água doce do mundo e localizada no estado do Amapá, o qual possui uma grande força motriz de geração de energia. Mas, apesar dessas riquezas, o município foi afetado por um completo apagão, prejudicando toda população e deixando- os à mercê do aumento dos preços dos produtos essências, como por exemplo a água.<br><br>No meio da escuridão, do desespero, da aflição, comerciantes se aproveitaram da situação para aumentar os preços dos produtos, preços extremamente abusivos, como o garrafão de água que custava em torno de 5 reais e passou a custar até 30 reais, comerciantes alegaram que não poderiam vender um produto pelo mesmo preço que estavam comprando, pois com a alta necessidade, os fabricantes aumentaram os preço, porém, segundo o jornal do Amapá, após essa “justificativa” alguns consumidores se questionaram se era mesmo procedente esse argumento e fizeram denúncias, logo foi constatado pela polícia civil que era uma mera falcatrua , com o objetivo apenas de se<br>aproveitar do cenário deplorável que nós, cidadãos santanenses nos encontrávamos.<br><br>No meu ponto de vista está evidente o mau-caratismo desses<br>comerciantes, vivemos em uma cidade tão carente e desigual, o porquê de fazer com que a população sofresse mais do que já estava sofrendo, em meio a uma pandemia, se preocupar com o básico, com a incerteza de matar a sede,<br>de se refrescar do calor ardente que faz na cidade e principalmente de seguir os cuidados básicos do protocolo de higiene contra a doença e não ter dinheiro o suficiente para isso, para o mínimo.<br><br>Visto tal acontecimento, é imprescindível dizer que, palavras como fraternidade, solidariedade, direitos sociais, foram inseridas constitucionalmente na nossa sociedade no decorrer da história, mas mesmo com a universalidade dessas expressões devido a evolução das gerações dos<br>direitos fundamentais, percebemos que, em momentos de calamidade e emergência pública, a própria população evidentemente age com inconsequência, imprudência e falta de ética, predicando a todos nós.<br><br>Pessoalmente, penso que a cada dia que passa, os seres humanos ficam mais gananciosos e supérfluos, problema este, que deve ser analisando cautelosamente por especialistas governamentais, afim de responder o motivo<br>de tanta egocentricidade presente na sociedade, é necessário também que os agentes do PROCON estejam mais atentos, trabalhando incansavelmente com o objetivo de inibir atitudes como estas apresentadas e punindo os infratores.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-07 16:56:48 UTC</pubDate>
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         <title>Andressa Campos - 311</title>
         <author>josuedilcilene</author>
         <link>https://padlet.com/josuedilcilene/uohnisbmhki0nmnw/wish/1800483373</link>
         <description><![CDATA[<div>
<strong><mark>Porto de Santana: a federalização é a solução?</mark></strong><br><br>Muito se debate em vínculo da importância e significado que um Porto detém para com uma cidade, em vista que ele injeta grande quantia mensal no comércio do município e na renda dos trabalhadores. Em Santana, localizado no estado do Amapá, a situação não é diferente, mesmo sendo localizado em um ponto estratégico o Porto de Santana ainda não atingiu sua capacidade máxima para o melhor desenvolvimento de suas atividades, com isso surge o questionamento: federalizar ou não o Porto de Santana?<br><br>Pessoalmente, acredito que a federalização do Porto ajudaria muito no progresso de suas atividades, em função disso, se volta a afirmar que além de ser de extrema importância para a exportação e importação, ele é fundamental para todo município, visto que grande parte das relações ocorrentes com os demais estados acontecem por meio do porto, mesmo ainda hoje não sendo usado toda a sua competência.<br><br>Alguns deputados afirmam que para o melhor aproveitamento precisa federalizar o mesmo e sair da administração municipal, citando que vários estados do país não recorrem a esse meio para o controle de portos importantes no Brasil. Penso que com esse investimento, a área portuária receberia um maior número de atividades, podendo se tornar de grande importância para todo o país,<br>em visão de seu ótimo ponto geográfico, levando em conta sua fronteira com a Guiana Francesa, melhorando assim suas transações com a Europa.<br><br>Em uma vídeoconferência realizada em 2020 para o Fórum Brasil Export, o deputado federal Luiz Carlos defendeu a federalização do Porto de Santana, com uma mudança de gestão e melhorias que beneficiaram todo o Estado. Em seus argumentos ele reafirma a maior capacidade do Porto, seu<br>ponto estratégico e sua fronteira com a Guiana Francesa, dizendo também que a Guiana favorece uma ligação mais rápida e em menor custo com o continente europeu, por efeito da falta de um complexo portuário que atenda as grandes embarcações.<br><br>Há pessoas que afirmam que o município não está preparado para esse tipo de mudança, além de argumentarem que Santana irá perder algo que é exclusivo, onde o porto não irá mais ser exclusivo do município e sim do país todo. No entanto, outras pessoas afirmam que isso trará muitos<br>benefícios para a sociedade, pois haverá uma maior quantidades de transições com outras fronteiras, o que poderá gerar um maior número de empregos e atividades econômicas diversificadas.<br><br>A federalização da área portuária pode aumentar muito a produtividade, inclusive, segundo uma matéria do site Seles Nafes, o prefeito de Santana também quer o apoio governamental para essa área, em busca de apoio para uma nova gestão e eficiência. O porto de Santana deve ser<br>aproveitado com uma maior efetividade e produtividade para todo o estado, podendo ser crucial para a resolução de dificuldades presentes no Amapá.<br><br>Por fim, é evidente que o porto é fundamental para o município, podendo se tornar um dos principais portos do país. Sabendo que o Amapá se destaca no cenário nacional como um dos principais exportadores de minério, se pode trabalhar em cima de uma maior exportação e <br>importação, assim como em outras áreas que podem trazer maiores regalias para todo o estado. Todos essas justificativas visão o mesmo, um bem-estar maior para a população, uma área portuária florescente e melhor qualidade para ambas as coisas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-07 17:02:55 UTC</pubDate>
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         <title>Jean Barbosa - 311</title>
         <author>josuedilcilene</author>
         <link>https://padlet.com/josuedilcilene/uohnisbmhki0nmnw/wish/1800511427</link>
         <description><![CDATA[<div>
<strong><mark>Porto de Santana, uma pequena parte de algo maior<br></mark></strong><br>No ano de 1753, foi oficialmente criada a cidade de Santana, e assim como outras, a cidade possuía muito moradores que se orgulharam de ter nascido em uma das cidades mais promissoras do país, que esbanjava um excelente ponto estratégico na importação e exportação de produtos do norte do Brasil para o mundo. Em 1982 foi criado o porto de Santana, que seria a maior empresa que iria gerar renda e emprego para a cidade e para a população, mas o tempo passou, e as coisas evoluíram, exceto o porto santanense, que não acompanhou o crescimento populacional e tecnológico, assim deixando de usufruir todo o potencial da empresa no local que foi construído, pois a expectativa era que: a maior parte das carga do norte seriam desembarcadas por lá, isso iria gerar muita renda, que faria a cidade se<br>desenvolver e ficar um patamar a cima da demais.<br><br>A cidade cresceu em um ritmo maior que o porto, e por isso praças deixaram de ser construídas, e as pessoas trocaram de cidade e estado em busca de uma vida melhor, pois a administração feita pela prefeitura, não fez o investimentos corretos e jogou no lixo esse benefício que tantos outros lugares gostariam de ter. Após esses eventos as pessoas perceberam que aquele sonho estava mais distante do que o esperado, mas não foi por falta de recursos ou de mão de obra, e aí começou a surgir uma constante dúvida que<br>criava opiniões distintas sobre porquê o porto está igual desde 1982. Primeiramente há quem fale que a culpa é do prefeito que faz promessas para a população, mas se corrompe com a oportunidade de obter tamanho poder<br>que pode ser usado para benefício próprio, e que a única maneira seria federalizar o porto, e assim ele estaria em mãos mais confiáveis por ser administrado por alguém que possui uma responsabilidade nacional, internacional e não apenas local. Em segundo lugar, tem quem diga que a culpa é<br>da população que supostamente corrompe o seu voto para representantes sem caráter que desviam o dinheiro e não os usa no que eles estariam destinados.<br><br>Federalizar o porto não é uma escolha ideal porque, o Brasil é um país emergente, e já possui industrias há muito tempo, tempo suficiente para ter transformado o país em um lugar desenvolvido, mas infelizmente a gestão nem sempre foi boa, já houve várias tentativas, e a maioria dos presidentes<br>fizeram uma má gestão que se estende até os dias atuais, jogar mais um projeto para ele administrar é inútil pois ele já possui muitos outros e não consegue evoluir eles e nem o país. Por mais que eles tenham um poder maior, eles não sabem controlar nem os que eles já possuem, então o correto seria deixar as posses distribuídas para que haja mais foco e meta para cada administrador, reduzindo a responsabilidade e os possíveis prejuízos, que ao em vez de afetar a economia de toda a população do Brasil, afetaria apenas um pequeno grupo que poderia ser ajudado por outros incluindo os federais, além de dificultar o desvio de verba pública por causa que o dinheiro vai ser produzido em um lugar de investido nele mesmo e não em “outro”, um exemplo a ser citado é a atual gestão do Governo Federal, que conta com o pior PIB na história do IBGE, segundo o jornal “InfoMoney”. Isso ocorre por erros de gestão durante uma crise de saúde, que foi responsável por várias mortes que acarretou em um aumento na crise econômica do país,<br>aumentando o desemprego em 13,5%, com o maior índice registrado pela “Pnad” afirmando que essa marca ultrapassa a crise que durou entre 2014-2016, sendo a maior desde 1993.<br><br>O mais sensato seria dizer que no geral, as pessoas são responsáveis pela própria miséria, um fato muito importante a ser mencionado é o caso do atual prefeito de nossa cidadezinha, que “foi acusado pelo Ministério Público Federal de cometer crimes contra a administração geral, corrupção, prevaricação e crime da lei de licitações”, e mesmo competindo com professores e juízes conseguiu vencer a eleição 2020 em Santana, e a pergunta é: como uma pessoa com indícios criminais tem a aprovação da maioria das pessoas e os mais honestos não? Segundo Matheus Assaf, os eleitores mais novos tendem a ter mais consciência na hora de votar do que uma pessoa mais velha, por essas pessoas tem um pensamento muito individualista por conta da época que nasceram, pois o prefeito não tinha influência direta com ele, um bom exemplo são os depoimentos de coletores de<br>dados estatísticos das eleições que afirmara que algumas pessoas só não votavam em certos políticos porque o mesmo nunca havia mandado asfaltar a rua, mas fez várias outras coisas que ajudavam a população de maneira geral,<br>entretanto, ele se recusava a reeleger alguém que já era considerado de confiança. Outro caso são os que pensam que seu voto é inútil pois ele é apenas uma pessoa em meio a várias outras, e por isso não dá a importância necessária<br>ao voto, e esses em específicos são os eleitores corruptos, que vendem o voto por não terem esse comprometimento com as demais pessoas da cidade.<br><br>O voto do eleitor é muito importante a longo prazo, querer tudo de imediato não compensa o prejuízo mais tarde, mas felizmente a nova geração tem mudado esse pensamento com o decorrer do tempo, pois os seres humanos evoluíram<br>lutando juntos. O porto de Santana é o resquício de uma população que pensa apenas no seu próprio bem, o evento que acontece até hoje no município de Santana acontece em muitos outros lugares do brasil e do mundo, se todos<br>estivéssemos trabalhando em equipe antigamente quando tínhamos a chance, tudo seria melhor no geral, mas nunca é tarde para começar, se fizéssemos o correto a partir de agora, quem sabe lá na frente as coisas fiquem melhor pra<br>quem vem depois de nós, pois o porto de Santana é apenas uma pequena parte de algo maior.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-07 17:14:20 UTC</pubDate>
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         <title>Vinícius Garcia - 311</title>
         <author>josuedilcilene</author>
         <link>https://padlet.com/josuedilcilene/uohnisbmhki0nmnw/wish/1800526560</link>
         <description><![CDATA[<div>
<strong><mark>Porto de Santana: federaliza-lo é inovação.<br><br></mark></strong>Em 1980, foi iniciada a construção do Porto de Santana, com um posicionamento geográfico privilegiado em relação a outros Portos e com a principal finalidade de atender à<br>movimentação de mercadorias por via fluvial, transportadas para o estado do Amapá. Hodiernamente, no contexto social amapaense, o Porto de Santana trouxe grandes impactos para a economia e o avanço de tecnologias no estado, haja visto que é o único estado brasileiro desconectado da malha viária e, tem como principal rota de abastecimento, a marítima. Dessa forma, torna-se necessário a federalização do Porto, ponto ainda inflexível para muitas pessoas que 🤬>contrárias a ideia e ao progresso.<br><br>Partindo do pressuposto de meus conhecimentos empíricos, a federalização do Porto de Santana seria de suma importância para o avanço do povo amapaense, que vive restrito as escolhas do mundo político e suas ‘guerras’, visto que o porto é extremamente para importações e<br>exportações e para a interação com outros estados que podem ou não fazer fronteira com o município. Logo, sendo um dos principais meios de contato com carregamentos externos para a utilização dentro do estado, é visível que o domínio municipal limita os avanços do Porto de Santana.<br><br>Consoante o pensamento do deputado federal Luiz Carlos, é preciso federalizar a administração portuária do Amapá. Sob essa perspectiva, é notória a necessidade de que essa<br>forma de administrar se amplie, posto que a federalização em curto, médio e longo prazo gerará, por intermédio dos interesses do Governo Estadual, grandes oportunidades de emprego para o amapaense. Outrossim, essa extensão levará a grandes empresas o interesse de investir aqui. Assim, em adição a minhas ideias, a excelente posição geográfica e a gestão consciente de políticas que inovem o Porto de Santana, seremos em médio tempo potenciais no que tange os Portos mundiais.<br><br>Por outro lado, existem pessoas que são totalmente contra essas novas políticas, usufruindo de argumento fragilizados para se opor a federalização do Amapá, tais como que o<br>município não estará preparado para as mudanças provocadas, idealizando a exclusividade do Porto unicamente para o município. Tal narrativa, em minha opinião, só causará um atraso relacionado a infraestrutura no estado do Amapá, muitos acreditam que essa mentalidade é ultrajante para o avanço da nossa região e, nos leva então, a sermos taxados de região retrograda. Assim, me posiciono contra essa ideia.<br><br>Infere-se, portanto, que ainda existe muito a ser debatido acerca da implementação de federalização do Porto de Santana para que possamos alcançar um pináculo de infraestrutura e convivência social harmônica. Sendo assim, o Governo Estadual deve, por meio da mídia, mostrar os pontos positivos que essa mudança trará através de panfletos e anúncios, com a finalidade de conscientizar a população que é contrária a Federalização. Partindo disso, alcançar-se-á a inovação que precisamos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-07 17:20:26 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Victória Ferreira - 311</title>
         <author>josuedilcilene</author>
         <link>https://padlet.com/josuedilcilene/uohnisbmhki0nmnw/wish/1800536383</link>
         <description><![CDATA[<div>
<strong><mark>A federalização: É um caminho de flores?<br></mark></strong><br>É explicito que existe um grande e forte desejo por parte da população santanense, de ver seu porto marítimo ser destaque e passar por melhores transformações. Existem de fato, alguns projetos para tornar esse sonho possível, um deles é a federalização do porto. Todavia, através da<br>federalização poderia se tornar possível ou não, sonhar com um porto com melhores condições e ainda poderíamos está na lista dos mais importantes portos do país?<br><br>O porto de Santana se encontra sobre a gerência da CDSA (Companhia Docas de Santana) desde 2002, a importância do nosso porto para a população e para a economia é grandiosamente importante. Uma vez que, o mesmo tem uma privilegiada posição geográfica que permite conexões com outros continentes, com o Caribe, EUA e União Europeia. Porém, essas características geográficas não são bem utilizadas e poderiam ser altamente mais exploradas por<br>sua posição estratégica.<br><br>Ano passado, o deputado federal Luiz Carlos, defendeu a federalização do porto e mudanças na gestão, em uma conferência do evento anual “Fórum Brasil Export”, visto que, o deputado apresentou interesses claros de grandes mudanças no porto através da federalização. Além disso,<br>o senador Davi Alcolumbre declinou no início deste ano, juntamente com o prefeito de Santana Bala Rocha, foram até a Brasília em busca de melhorias e suporte para o porto, na Agência Nacional de Transportes Aquaviários.<br><br>Entretanto, no meu ponto de vista, a federalização não seria o caminho de flores para o futuro do porto e para o desenvolvimento do nosso município, uma vez que, o estado do Amapá e o município de Santana perderiam com tal mudança. É evidente, que o estado do Amapá não<br>disponibiliza verba e alega que não há recursos suficientes para investimentos no porto, a serem utilizados para a criação de polos turísticos, como, um possível museu da historia do estado do Amapá, bem como outras modificações.<br><br>Porém, não se trata de federalizar, como defendeu o ministro dos portos Leônidas Cristiano em 2011 no pedido de federalização do porto de Paranaguá, mas se trataria em si, de uma parceria do governo federal com o estado do Amapá, uma garantia de investimento que possa ser capaz<br>de realizar esse sonho de modificações e transformações do papel.<br><br>Inegavelmente, o estado do Amapá poderia criar projetos para o porto, e fazer uma discussão com os senadores do estado, que poderiam incluir os projetos ligados ao porto, no pedido de emenda parlamentar do próximo ano. Ademais, o projeto deve abranger todas as possíveis e necessárias<br>mudanças numa atual federalização, por exemplo, a contratação de uma nova gerência privada que seja capaz de introduzir as transformações que porto necessita.<br><br>Desse modo, novos empregos seriam gerados e ainda haveria mais disponibilidade de acesso para os continentes vizinhos. Além disso, acredito que o estado do Amapá iria ter mais visibilidade e espaço no cenário brasileiro, e ainda traria esperança de mais desenvolvimento para o município de Santana e o estado do Amapá.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-07 17:24:22 UTC</pubDate>
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         <title>Vinicius Rocha Baia - 314</title>
         <author>josuedilcilene</author>
         <link>https://padlet.com/josuedilcilene/uohnisbmhki0nmnw/wish/1800548130</link>
         <description><![CDATA[<div>
<strong><mark>Privatização acesa: a solução para a escuridão</mark></strong><br><br>O estado em que habito, é possuidor de grande importância ambiental e econômica para os cidadãos e para a nação, pois o Amapá tem grandes e ricas áreas naturais e é porta de entrada e saída em relação a economia via marítima para regiões europeias. O fornecedor de energia elétrica para o estado é a CEA ( Companhia de Eletricidade do Amapá), uma companhia estatal onde o governo estadual é o principal acionista. Com sua fundação em 2 de março de 1956, a companhia elétrica possui dívidas que superam um bilhão de reais.<br><br>Recentemente o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), destravou o processo de privatização da CEA, com a aprovação do Ministério de Minas e Energia (MME), organizou o leilão para os novos acionistas para o dia 18 de junho. Essa situação, causou otimismo de um lado e, pelo outro, uma repercussão negativa. Em meio a esse contexto, surgiu atritos de opiniões em todas as alas sociais em que estão os cidadãos amapaenses.<br><br>Nesse contexto, pode-se observar a grande dívida que a má administração pública causou, que particularmente, por si só é um motivo mais do que necessário para a privatização da companhia, pois de acordo com o relatório de privatização do BNDES, está entre os motivos de problemas internos, externos e dívidas: os custos administrativos elevados, a baixa eficiência operacional e as baixas condições de<br>investimento.<br><br>Além disso, o relatório de privatização do BNDES apresenta um dos motivos mais importantes em que me<br>baseio para apresentar o benefício da privatização, motivo esse que são os altos índices de perdas elétricas, cuja nós amapaenses entendemos muito devido aos acontecimentos do apagão no estado do dia 3 de novembro, considerado um dos maiores blackouts do Brasil. Com um fornecimento de energia que deixa bastante a desejar, é cobrada taxas abusivas da população em troca do serviço. Ainda contará com os investimentos iniciais da nova empresa que terá que aplicar, de cara, R$ 400 milhões, sendo R$ 250 milhões para pagamento de credores e R$ 150 milhões para reforço no capital da empresa, visando melhorias do serviço.<br><br>Os opositores argumentam que tal privatização seria prejudicial para a classe baixa da população amapaense, onde os preços pelo serviço aumentariam, tendo em vista que os novos custos aplicados seriam excessivos à renda das famílias de baixa renda. Porém, a proposta de privatização por parte do governo visa a concessão de serviços públicos para reaquecer a economia, em recessão, e estimular a criação de empregos, assim, beneficiando a população de baixa renda, além disso, a privatização estancará o dispêndio de recursos públicos na companhia, alavancará investimentos no Amapá e gerará perspectiva de melhora substancial na<br>prestação desse serviço essencial, de acordo com o diretor de Privatizações do BNDES, Leonardo Cabral.<br><br>Com a proposta de privatização destravada pelo BNDES, a CEA receberá propostas de privatização da parte de empresas que consequentemente comprarão suas ações, esse acontecimento gerou atritos de opiniões, com os opositores alegando o aumento das taxas para a população de baixa renda. É indispensável a privatização da companhia em meio a otimistas propostas de benefícios para o aprimoramento do serviço para a população e a fatídica retirada de grandes dívidas que a transação para o privado proporcionou, melhorando a qualidade de energia para o estado do Amapá.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-07 17:29:02 UTC</pubDate>
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