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      <title>Machado de Assis: atemporal? by Jaqueline Fiorelli</title>
      <link>https://padlet.com/jaqueline_fiorelli/machado_criticasocial</link>
      <description>A crítica social, presente nos contos, continua atual? </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-03-30 11:56:34 UTC</pubDate>
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         <title>Orientações</title>
         <author>jaqueline_fiorelli</author>
         <link>https://padlet.com/jaqueline_fiorelli/machado_criticasocial/wish/481941311</link>
         <description><![CDATA[<div>Queridos e queridas, este é o nosso primeiro mural de discussão dos contos machadianos. E qual é a motivação, qual é a questão de fundo que irá nortear nossas discussões neste espaço? <br>Vimos que o leitor de Machado é instigado, a todo momento, a interpretar os fatos, a tomar um posicionamento. <br><strong><mark>Atenção: não se trata de um simples comentário sobre os contos lidos.</mark></strong> <br>1. Busquem construir um texto que reflita a sua leitura dos contos machadianos que foram solicitados (<em>Pai contra Mãe, O Caso da Vara, O Enfermeiro </em>e, também,<em> A Causa Secreta</em>).<br>2. Em sua análise, devem ser usados exemplos de fatos ocorridos nos contos e aqueles presentes no nosso contexto atual.<br>3. Cuidem da linguagem, observem a norma padrão. <br>4. Vocês podem fazer uso de imagens , desde que estejam de acordo com as postagens. <br>5. Eu farei a moderação das postagens. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-03-30 12:06:17 UTC</pubDate>
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         <title>A atualidade da obra de Machado de Assis</title>
         <author>jaqueline_fiorelli</author>
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         <description><![CDATA[<div>Machado de Assis, um autor que transcende usando drogas</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-03-30 12:27:14 UTC</pubDate>
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         <title>Machado para além de seu tempo</title>
         <author>jaqueline_fiorelli</author>
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         <description><![CDATA[<div>O texto a seguir traz algumas contribuições para a sua análise.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://guiadoestudante.abril.com.br/estudo/machado-de-assis-um-autor-a-frente-de-seu-tempo/" />
         <pubDate>2020-03-30 12:41:56 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>E qual será a nossa tarefa neste mural? </title>
         <author>jaqueline_fiorelli</author>
         <link>https://padlet.com/jaqueline_fiorelli/machado_criticasocial/wish/482017971</link>
         <description><![CDATA[<div>    Vimos que o leitor de Machado é instigado, a todo momento, a interpretar os fatos, a tomar um posicionamento. Assumindo essa posição de leitor crítico, reflitam: a crítica presente nos contos pode ser considerada atemporal? Façam uso de fatos do livro e de nossa época para corroborar suas considerações </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-03-30 12:43:52 UTC</pubDate>
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         <title>Ninguém retorna igual.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O autor Machado de Assis, nascido no Rio de Janeiro, é considerado por muitos a joia-rara da literatura brasileira. O traço machadiano possui características tipicas da escola literária na qual fez parte: o realismo. Muito embora as primeiras obras machadianas sejam romancistas, os célebres de Machado são, sem dúvidas, pertencentes ao realismo. As "Memórias Póstumas de Bras Cubas", por exemplo, trata de um homem rico, belo e medíocre do século XIX. Note que aqui, há presença da verossimilhança, uma vez que, havia (e ainda há) muitos ricos, belos porém, sem nenhuma essência valiosa. A ironia, típica de Machado, traz uma crítica ao mundo em que ele vive. Assim, já em contra-mão do Romantismo, não há uma idealização ou uma utopia do homem e suas ações. Machado navega, assim como outros da literatura brasileira, como Clarice Lispector entre outros, em um mar obscuro. Mas, que existe em todo ser humano. Não há em Machado, como havia em Camões, por exemplo, um olhar idealizador do ser humano. Na obra de Machado, o ser humano, por vezes, é ruim, mau caráter, simplório, arrogante, mentiroso, entre outros. Isso causa no leitor de Machado certo desconforto, como se a escrita machadiana fosse um nocaute ao leitor. Mas, por ser dura, a escrita de Machado também é curativa. Isso pois vemos nas personagens nós mesmos. Assim, tendemos a sair da leitura machadiana mais questionadores de nós mesmos, e com vontade de transformar esse mau que existe em nós em algo bom. Por isso, intitulo a obra machadiana como uma terapia de antiajuda. Pois, ao contrário dos coaches atuais, Machado mostra a podridão humana, e por isso, saímos da leitura renovados. Assim, qualquer pessoa que fizer leitura de Machado sairá de lá completamente diferente do que entrou.<br><br>Ruan Mattos. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-06 13:55:06 UTC</pubDate>
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         <title>Enzo Alfaro</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jaqueline_fiorelli/machado_criticasocial/wish/494895173</link>
         <description><![CDATA[<div>Nos contos machadianos em que estudamos até agora, vimos que o autor sempre está intensionado a mostrar sua opinião de ma forma critica. Com frases ironicas ele vai mostrando a sua opinião de pouco em pouco fazendo com que após a leitura do conto nós já sabiámos sua opinião. Um exemplo disso é no Conto "O pai contra a mãe' em que no meio do conto, Machado começa a falar frases totalmente ironicas com " nem todos os escravos gostavam de apanhar" e como é obvio que nenhum escravo gosta de apanhar, vimos que Machado era contra a escravidão.<br>Outra grande característica dos conto machadianos é que o autor não coloca especificamente o tempo da narrativa fazendo com que pareça que as ações no conto não são ações que aconteceram apenas no passado e acontecem atualmente também isso faz com que sejam contos atemporais         ( sem a expecificação do tempo).</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-06 14:15:46 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jaqueline_fiorelli/machado_criticasocial/wish/495118641</link>
         <description><![CDATA[<div>Ao longo das nossas leituras em relação as contos de Machado de Assis (<em>Pai contra Mãe, O Caso da Vara, O Enfermeiro </em>e, também,<em> A Causa Secreta</em>) podemos perceber que o autor está constantemente impondo sua opinião,  utilizando o uso de frases sarcásticas, que ao final de nossa leitura, podemos compreendê-la completamente, um exemplo bem claro disso é no conto Pai Contra Mãe, onde ele menciona que " nem todos os escravos gostam de apanhar ". Mesmo ambos (nós e Machado) sabendo que nenhum escravo gosta de apanha para seus "donos", machado acaba usando esta frase para nos mostrar que ele um opositor à escravidão. Outra característca dos contos deste autor é que eles não tem um tempo específico, ou seja, são atemporais. Logo, nos dá a impressão de que as ações do conto e suas críticas acontecem e servem em todas as gerações futuras.<br><br>Lucas Sano Nº18 9ºA</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-06 15:40:18 UTC</pubDate>
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         <title>Machado de Assis, um escritor além de seu tempo. (Davi Alcântara)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jaqueline_fiorelli/machado_criticasocial/wish/495193548</link>
         <description><![CDATA[<div>O autor Machado de Assis, nascido no Rio de Janeiro, é também conhecido como um autor a frente de seu tempo, e um escritor bem respeitado tanto pelos seus contemporâneos do século XIX e XX e pelos leitores brasileiros de tempos atuais.</div><div>Sendo alvo de nossos estudos, pudemos ler diversos contos de Machado de Assis e compreender melhor seus traços, sua estrutura, e como escreve suas obras. Portanto, após a leitura de contos como Pai contra Mãe, O caso da vara, O enfermeiro e A causa secreta, pudemos entrever como sua ironia é imposta em seus textos, e através da mesma, observar um dos característicos traços de Machado, a crítica social. Por exemplo, no conto Pai contra Mãe, retomamos o trecho “(...) e nem todos escravos gostavam de apanhar pancada (...)”, note que aqui lidamos com uma ironia muito bem implícita, sendo um traço típico do autor a ser estudado, e consequentemente, com uma crítica social, no caso, sobre a escravidão.</div><div>Diferente de muitos autores, Machado retrata o homem como mau, como uma espécie egoísta e cruel, mentirosa e manipuladora, o que pudemos observar ao longo de nossa leitura sobre suas obras.</div><div>Sobretudo, Machado de Assis é considerado um autor à frente de seu tempo e leva consigo uma imagem de um dos maiores escritores, porém, apesar de ser bem visto pela sociedade em que habitava na sua época, ele não possuía tanta atenção como nos tempos atuais. Pois suas obras retratavam críticas que em seu tempo, ainda não fossem nem percebidas pelo cidadão, ele crítica assuntos sociais que passaram a tomar atenção recentemente, e portanto é considerado um escritor atemporal, uma vez que sua obra constitui críticas para variados tempos além do que viveu!<br><br>Davi Alcântara, N°8 e 9°A </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-06 16:09:55 UTC</pubDate>
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         <title>Sofia Latorre 9ºB nº24</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O autor Machado de Assis é considerado o pioneiro do realismo brasileiro, presenciando acontecimentos históricos, como a abolição da escravidão e a passagem do Brasil Império para Brasil República. Em suas obras fala muito sobre a sociedade local da época, tendo mais de 40 anos de observação e critica a sociedade.<br>Na leitura dos contos de Machado <em>(Pai contra Mãe, O caso da Vara, O Enfermeiro e A Causa Secreta), </em>ele critica vários valores burgueses por meio de ironias. Antecedendo não só o próprio realismo, instaurando o realismo psicológico, já que busca fazer um dialogo direto com o leitor e  por conta de pensamentos pontuais que surgem ao longo da narrativa como uma reflexão sobre os acontecimentos que se passam. Como por exemplo  no conto "Pai contra Mãe", retomamos o trecho "(...) e nem todos escravos gostavam de apanhar pancada (...)", notando que há uma ironia presente, típico do autor, como também uma critica social há época. Abordando o que o autor observava na sociedade. <br>Machado tratou com frequência sobre a ascensão social  e a manutenção das aparências sociais por meio de críticas à burguesia, dando luz ao realismo brasileiro. <br>Considerando um escritor atemporal, por fazer menções e criticas a vários momentos e épocas. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-06 16:25:14 UTC</pubDate>
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         <title>Thais Guimarães Linde Nº27 9ºB</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Jaque, eu coloquei nesse arquivo do Word porque como no Padlet tem colunas ia ficar muito grande e muito ruim de ler. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-06 16:29:06 UTC</pubDate>
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         <title>A obra Machadiana</title>
         <author>feliperfgaspar</author>
         <link>https://padlet.com/jaqueline_fiorelli/machado_criticasocial/wish/495244878</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Machado de Assis é um grande autor que viveu entre a metade do século XIX e o início do século XX, ele abordava temas bem complexos como a escravidão a todo momento. E tomava posicionamentos de forma implícita na enorme maioria de seus textos. Ele abordava diversos marcos históricos de sua época, além disso, tratava de temas "atuais" para sua época e por isso teve seus contos como considerados realistas. Deste modo, foi um dos pioneiros neste ramo.<br>Na leitura de alguns de seus contos ( Pai Contra Mãe, O Caso da Vara, O Enfermeiro e A Causa Secreta) podemos perceber que ele faz uso de diversos recursos de linguagem para poder se expressar, o principal deles é a ironia (conhecida como marca da obra machadiana), um exemplo disso esta presente no texto Pai Contra Mãe onde o narrador diz que nem todo escravo gostava de apanhar pancada mas, sabemos que nenhum escravo curtia isso. Ela esta presente a todo momento e que nos faz refletir sobre a situação dos personagens na época em que a história se situa e nos leva a entender como as pessoas pensavam na época, um exemplo disso é também na história Pai Contra Mãe onde onde Candinho caçava escravos a luz do dia na frente de todos e ninguém via nenhum problema naquilo e isso mostra um pouco da mentalidade da época.<br>Outras características dos contos também aparecem nos textos de Machado como: poucos personagens, espaço e tempo delimitados, uma narrativa curta (curiosidade: como são curtas Machado chegou a produzir mais de 200 em sua carreira) e com a presença de apenas um conflito principal (apesar de poderem existir sub-conflitos que se desenvolvem ao longo do texto e em volta do conflito principal).<br>A última característica que irei abordar sobre a escrita Machadiana é a atemporalidade que é baseada na característica de que "independente" da época em que o texto é lido ele ainda fará sentido, um exemplo disso esta presente no conto O Caso Da Vara onde o protagonista se fez de vítima para conseguir ajuda para se libertar do seminário manipulando os outros, isso também é um tema que poderia estar presente atualmente (falsidade), além disso podemos ver outro tema que também transcende o tempo nesse mesmo texto que é pensar mais em você do que nos outros, isso está presente na hora em que  o menino da a vara para a escrava apanhar em vez de impedir o sofrimento da menina.<br>Com isso podemos concluir que Machado de Assis é um autor a frente do seu tempo e além disso que transcende o tempo com sua escrita complexa e até um pouco enigmática cheia de ironias, posicionamentos e reflexão.<br><strong>Felipe Gaspar Nº 9 9ºA </strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-06 16:31:04 UTC</pubDate>
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         <title>Luiza Racca 9°A N°22</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jaqueline_fiorelli/machado_criticasocial/wish/495287570</link>
         <description><![CDATA[<div>Nos capítulos lidos ( Pai Contra Mãe, O Caso da Vara, O Enfermeiro e A Causa Secreta) podemos perceber que o autor sempre está de alguma forma tentando colocar sua opinião, e quase sempre de forma implícita ou irônica.<br> No conto Pai Contra Mãe, nós conseguimos ver bastante a presença disso, como por exemplo: “Eram muito, e nem todos gostavam da escravidão”, nesse trecho conseguimos perceber que há uma ironia, pois ninguém gostava da escravidão, pelo menos nenhum escravo. Então essa foi uma forma dele para mostrar aos leitores que ele era contra.  <br>Podemos perceber também que em todos os contos lido até agora o autor sita uma critica social daquela época. O autor também não faz menção de tempo, fendendo com que o leitor pense que isso não aconteceu só no passado e que até hoje nós temos a presença dela (da escravidão).</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-06 16:49:17 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Carolina Oliveira Freitas 9A N7 </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jaqueline_fiorelli/machado_criticasocial/wish/495466325</link>
         <description><![CDATA[<div>Nos contos lidos de Machado de Assis (Pai Contra Mãe, O Caso da Vara, O Enfermeiro e A Causa Secreta) podemos perceber exatamente as características do conto machadiano. Os personagens são a maioria burgueses, que procuram desmascarar o "jogo" das relações sociais. Enfatiza principalmente a diferença entre aparência ( o que parece ser a pessoa, o personagem) e essência ( quando o personagem é desmascarado, o que ele é de verdade). Mostra-nos de maneira impiedosa e ajuda a vaidade, a futilidade, a hipocrisia, a inveja. Um dos principais pontos, é a imposição do autor de suas opiniões, e quase sempre de forma implícita ou irônica.  Em "Pai Contra Mãe" por exemplo,  conseguimos ver exatamente que expõe sua opinião: "Eram muitos, e nem todos gostavam da escravidão".  É possível perceber que faz a ironia tentando fazer o leitor se perguntar se é a favor ou não... mas,  Machado é contra, pois ninguém gostaria de ser escravizado.  Contudo, podemos perceber que Machado de Assis faz uma crítica social da época e, ainda não usa datas especificas, pois isso pode acontecer até nos dias de hoje, em qualquer momento. <br>Assim, pode ser considerado um escritor atemporal, por até hoje, tudo que escreveu, ainda fazer sentido. É algo que pode acontecer a qualquer momento na sociedade. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-06 18:14:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Thaís Sciammarella Taniguchi 9B N28</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jaqueline_fiorelli/machado_criticasocial/wish/495567876</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-04-06 19:09:03 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Livia Arissa Taniguchi nº17 - 9ºA</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Análise dos contos machadianos:</strong><br>Machado de Assis, foi um homem de viveu de 1839 à 1908, no Rio de Janeiro. Sua obra constitui-se de dez romances, duzentos contos, dez peças teatrais, cinco coletâneas de poemas e sonetos, e mais de seiscentas crônicas, mas o que estamos estudando no momento são os contos. Estamos analisando agora, os contos Pai contra Mãe, O Caso da Vara, O Enfermeiro e A Causa Secreta. Em seus contos, Machado aborda diferentes tempos históricos e diferentes épocas, e fala muito sobre a escravidão que existia. Todas estas narrativas são contos, que são histórias curtas, com espaço e tempo limitados, com um objetivo principal em vista, e com poucos personagens. Aprendemos também, que essas narrativas se tratam de contos sociais (que normalmente apresentam uma crítica social), e também contos psicológicos (que abrangem mais em sentimentos e visão do protagonista). Uma das principais características da obra machadiana, é a ironia. Esta, está presente na maioria de seus contos, e é um recurso que nos ajuda a entender a história. Muitas vezes, a ironia também mostra um pouco  qual a opinião de Machado sobre certos assuntos, como por exemplo no conto Pai contra Mãe, que nos mostrou de modo mais implícito, que Machado era contra a escravidão. Um dos trechos que mais marcou nesta obra, foi quando Machado menciona "eram muitos, e nem todos gostavam da escravidão", o que claramente é uma ironia, pois nenhum escravo gostava da escravidão. Machado é um escritor temporal, pois ao ler seus contos, percebemos que até hoje eles fazem sentido, assim como podemos aplicar suas críticas sociais hoje em dia.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-07 10:21:13 UTC</pubDate>
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         <title>Gustavo Valente N16 9C</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jaqueline_fiorelli/machado_criticasocial/wish/496671744</link>
         <description><![CDATA[<div>Machado nasceu no Rio de Janeiro, no ano de 1839. Ele foi um grande escritor, considerado por muitos o maior nome da literatura brasileira. Durante sua carreira, Machado escreveu diversas obras, sempre muito bem construídas e que exigem uma enorme interpretação do leitor. Nas obras Machadianas, são abordados diversos tempos históricos e diferentes épocas.Estamos analisando os contos “Pai Contra a Mãe”, “O caso da Vara”, “O Enfermeiro” e “A Causa Secreta”. Todos eles são contos, histórias curtas com espaço e tempo delimitados, poucas personagens e com um objetivo central em vista. Neles, Machado faz muito o uso da ironia, utilizada em suas obras muitas vezes para fazer críticas e de forma implícita apresentar sua opinião sobre determinado assunto. Um exemplo do uso da ironia é quando, em ‘Pai contra a Mãe”, ele diz que nem todo escravo gostava de apanhar pancada, o que claramente é uma ironia pois nenhum deles gostava disso. A Partir desse trecho também podemos identificar que Machado era contra a escravidão, expressando seu posicionamento de forma implícita durante a narrativa. Outro ponto muito interessante sobre machado de Assis é que ele é um escritor à frente de seu tempo, pois, a crítica que ele faz em seus contos, independentemente do tempo histórico que essa narrativa acontece, ela pode se encaixar em qualquer época, por exemplo, no conto “O caso da vara”, Machado critica o egoísmo e o não pensar no próximo, no trecho em que Daminhão entrega a vara para Sinhá Rita bater em Lucrécia, pensando apenas em agradar a senhora rica para que ela o ajudasse a não retornar ao seminário. O egoísmo não é um problema específico dos tempos de escravidão, ele está presente de outras formas em nossa sociedade atual e passada, e como percebemos no trecho acima, Machado claramente a crítica, utilizando características  da sociedade daquela época. Esse tipo de conto é chamado de contos sociais, onde o autor faz críticas a sociedade. Já  em outros contos, como por exemplo em “O Enfermeiro”, Machado procura entender comportamento humano, contando a história a partir da visão da personagem, e mostrando como sua mente foi se acomodando com o tempo. Outro conto que possui esse mesmo objetivo é o conto “A causa secreta”, onde um médico que se dizia um homem bom tinha prazer em machucar os outros, no caso, ele estava torturando um rato. Nesse conto podemos perceber também uma ironia, onde um médico que deveria ajudar as pessoas e aliviar sua dor, na verdade queria machucar, pois sentia prazer ao fazer isso. Esse tipo de conto é chamado de conto psicológico, que abrangem sentimentos e a visão do protagonista.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-07 12:44:44 UTC</pubDate>
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         <title>Guilherme Jabbour N°10 9ºA</title>
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         <description><![CDATA[<div>Joaquim Maria Machado de Assis foi um estimado escritor que nasceu no ano de 1839 no Rio de Janeiro e morreu em 1908.Esse escritor que estamos lendo as obras te um jeito de escrever bem peculiar para pelo menos o meu cotidiano, pois uma das coisas mais usadas em seus textos(pelo menos nos contos Pai contra Mãe,O caso da vara e a Causa secreta) é o uso do sarcasmo deixando a historia assim mais interessante pois ficamos tentando entender oque realmente  personagem principal está querendo dizer.Outro aspecto usado por Machado é sempre colocar a sua opinião nos contos e misturar isso com um outro aspecto que são as indiretas dadas pelo próprio como na frase "...nem todos gostavam da escravidão..." pelo menos nenhum escravo e assim ele mostra para os leitores que é contra a escravidão.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-08 19:15:05 UTC</pubDate>
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         <title>Júlia Alves nº19 9ºC</title>
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         <description><![CDATA[<div>Todos os contos do livro “A Cartomante e os Outros Contos” foram escritos por Machado de Assis, um escritor nascido no Rio de Janeiro, em 1839. Machado era de uma família pobre e ele tinha ascendência escrava, portanto em todos contos que lemos até agora, são eles “Pai Contra Mãe”, “O Caso da Vara”, “O Enfermeiro” e “A Causa Secreta”, podemos encontrar inspirações dessa realidade em que ele vivia. <br><br></div><div>Machado é muito conhecido por abordar em seus contos problemas da sua realidade por meio da ironia, com a qual ele faz uma crítica implícita; por exemplo, no “O Caso da Vara” tem a personagem Lucrécia, uma jovem escrava que é castigada por Sinhá Rita apenas por ter rido, mostrando a crueldade dos senhores de engenho e das sinhás da época e do sofrimento que os escravos passavam. Outro exemplo pode ser encontrado no conto “Pai Contra Mãe”, em que conta a história de Candinho, um caçador de escravos (uma profissão até que comum da época). Neste conto, Candinho caça Almerinda, uma escrava grávida que havia fugido de seu senhor de engenho. Assim, o autor passa a ideia de que a classe social representada por Candinho, uma classe média/baixa, sempre vai ter a opção de escolha, ao contrário dos escravos, assim como Almerinda, que mesmo suplicando por sua liberdade e a de sua filho, ela acaba não conseguindo o mínimo, que são seus direitos como um ser humano. Um exemplo de ironia nesse mesmo conto seria na frase (...)  ”mas a ordem social e humana nem sempre se alcança sem o grotesco, e algumas vezes o cruel” (...)  em que ele faz uso dessa figura de linguagem para mostrar o modo de pensar da burguesia da época, pois ele escreve “e algumas vezes o cruel”, porém sempre havia a crueldade com os escravos. <br><br>Esses contos foram todos escritos por Machado de Assis numa época em que o Brasil ainda tinha escravos institucionais e passava por uma grande desigualdade social. Porém, se pararmos para pensar um pouco, todas as críticas feitas por esse escritor são facilmente adaptadas para a sociedade atual. Todas elas falam, de certo modo, como as classes mais altas sempre tem privilégios em relação as classes mais baixas e essa é exatamente a realidade em que vivemos, visto que pessoas de classe mais baixa não tem o acesso a maioria de seus direitos como um cidadão, diferentemente das pessoas de classe social mais alta, que sempre se encontram em vantagem.   <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-09 00:34:57 UTC</pubDate>
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         <title>Julia Freiberger Nº20 9ºC </title>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Machado de Assis,</strong> foi precursor do <strong>realismo</strong> brasileiro e fundador e presidente da <strong>Academia Brasileira de Letras</strong>, sendo esse um de seus maiores e mais importantes feitos.<br><br></div><div>Publicou mais de 200 contos, 10 romances e demais publicações de diversos gêneros, como folhetins, peças teatrais, contos e crônicas, tornando-se grande referência como cronista de sua época. O autor presenciou acontecimentos históricos, como a abolição da escravidão e a passagem do Brasil Império  para Brasil Republica.<br>Machado falava muito sobre a sociedade local da época, tendo mais de 40 anos de <strong>observação e crítica da sociedade</strong>, o que resultou na produção de um total de mais de 600 crônicas. Ainda em vida conseguiu ascender socialmente, tendo em vista que era nascido de família humilde. Tornou-se um homem muito respeitado, ocupando diversos cargos públicos.                               Estamos analisando alguns contos do livro "A Cartomante", e todos eles são contos, historias curtas com espaço e tempo delimitados , poucas personagens. Nesses contos o Machado faz uso da ironia utilizada em suas obras varias vezes para fazer criticas, muitas vezes, implícitas, para por seus ponto de vista sobre um determinado assunto. Contudo podemos perceber que machado faz uma critica social da época, em vários contos do livro, e ainda não usa datas  especificas, pois muitas de suas ironias podem ser aplicadas para os dia atuais. Assim pode ser considerado um escritor atemporal, por ate hoje.  </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-09 14:41:57 UTC</pubDate>
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         <title>Manuela Gomes Fantoli nº23 9ºA</title>
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         <link>https://padlet.com/jaqueline_fiorelli/machado_criticasocial/wish/500915103</link>
         <description><![CDATA[<div>Joaquim Maria Machado de Assis nasceu em uma família que precisava trabalhar bastante, porém, seu bisavô havia sido um escravo liberto, mas seu avô e seu pai eram homens livres. Ele aprendeu a ler e a escrever com seus pais que, apesar de não ser muito comum na época, eram alfabetizados. Ainda pequeno, perdeu sua mãe, irmã e tia e teve que se mudar  com seu pai, porém, ele não queria aquilo, então, sozinho aos quinze anos, foi morar na cidade.<br>Nos contos de Machado de Assis lidos até agora (o caso da vara, pai contra mãe, o enfermeiro e a causa secreta), pudemos perceber que o autor faz muito o uso da ironia, para deixar suas reais ideias sobre determinado assunto implícitas e deixar as ideias da sociedade da época explicitas, por exemplo, no conto Pai contra Mãe, onde de forma implícita, ele faz críticas a escravidão. Um trecho que nos mostra isso é “Sucedia ocasionalmente apanharem pancada, e nem todos gostavam de apanhar pancada.”. É claro que o autor está fazendo o uso da ironia pois ninguém gosta de “apanhar pancada”, porém naquela época, era normal isso acontecer com os escravos. Os contos que lemos até agora, se tratam de contos sociais, ou seja, todos fazem uma critica a sociedade.<br>As obras machadianas não possuem um tempo especifico pois o que é relatado, pode acontecer até os dias de hoje, suas ideias não eram representar certo período da historia, e sim, representar qualquer período em que aquele fato acontecesse.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-09 16:40:42 UTC</pubDate>
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         <title>Isadora Tavares Pereira 9°B N°12 </title>
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         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/512575718/c5a5bb832cce44b494efa208fbec13d8/An_lise_dos_contos_de_Machado_de_Assis.docx" />
         <pubDate>2020-04-09 19:09:56 UTC</pubDate>
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         <title>Giovana Oliveira 9ºB Nº10 </title>
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         <link>https://padlet.com/jaqueline_fiorelli/machado_criticasocial/wish/501199629</link>
         <description><![CDATA[<div>Machado de Assis é considerado o “pioneiro” do realismo no Brasil.</div><div>Os contos machadianos possuem seus traços muito fortes, como a constante presença da ironia. Podemos perceber isso nos contos estudados (Pai contra mãe, O caso da vara, O enfermeiro e A causa secreta). Os contos de machado fazem uma forte critica na sociedade atual. Ele procura expressar suas opiniões nos contos e criticar vários valores burgueses por meio dessa ironia.</div><div>Em suas obras ele busca “impor” o realismo psicológico, assim fazendo com que o leitor reflita sobre os acontecimentos passados do conto. </div><div>Uma ironia implícita bem forte, é no conto “Pai contra mãe”, por exemplo, (…)” e nem todos escravos gostavam de apanhar pancada”(…). Apenas neste trecho, percebemos a critica social, que aqui retrata sobre a escravidão, mostrando assim que Machado tinha seu posicionamento contra o trabalho escravo </div><div>Outras características dos contos do Machado são, por exemplo, poucos personagens, e as narrativas costumam ser curtas. E independente da época que aconteceu o “foco” do conto, ele afetará qualquer “geração” da nossa sociedade, sendo assim um escritor ‘’á frente de seu tempo’’.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-09 19:44:40 UTC</pubDate>
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         <title>Gisele S n°11 9B</title>
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         <description><![CDATA[<div>Os contos de Machado de Assis podem ser considerados atemporais, pois, os textos apesar de alguns terem uma data, por exemplo, em “Pai contra Mãe”, onde o tempo é o segundo reinado, o conto se encaixa em qualquer momento na linha do tempo, da nossa atualidade, antigamente, e ate mesmo, acredito eu, que no nosso futuro, e além dos acontecimentos encaixarem em qualquer linha do tempo, as personalidades que machado cria também se encaixam nas pessoas de qualquer época, e por fim, são contos realísticos, que não fantasiam o ser humano como pessoas boas, e puras que pensam e agem no coletivo, Machado retrata a maldade que nem sempre é retratada.<br><br></div><div>Ate agora estudamos os contos de Machado: “Pai contra Mãe”, ”O caso da vara”, ”O enfermeiro” e “A causa secreta”, e todos eles falam sobre a personalidade das pessoas que podem mudar totalmente dependendo do ângulo que é vista, e do tempo que você acompanha o personagem, por exemplo, em Pai contra Mãe, no começo, Candido é uma pessoa boa, é um bom pai de família, já no final ele tira uma vida que poderia ser poupada, para salvar a vida do filho dele, no ponto de vista de terceiros, isso é uma atrocidade muito egoísta, já no ponto de vista da época, dele e da família dele, isso é bom e ate normal; já em “O caso da vara”, Damião da a vara para a tia bater na escrava mesmo tendo dó e ate então passando a imagem de que ele era apenas um menino bom que queria fugir do seminário, mas tinha um pai bravo; Já em “O enfermeiro”, o homem que faz o papel de enfermeiro para um idoso que precisa de cuidados, era apenas um homem que “aguentava” o idoso sendo rude e agressivo  com ele, ate que no final ele tem um momento em que a raiva domina ele, e ele ameaça estrangular o idoso, e o idoso acaba morrendo, e ele vai diminuindo o sentimento de remorso e de culpa ao longo do tempo com pensamentos como “ah mas nenhum enfermeiro conseguiu ficar com ele e eu consegui” ou “ah mas ele era agressivo comigo”, e isso vai normalizando o ato dele, como se a culpa fosse do velho, e não dele. E o ultimo conto estudado, “A causa secreta” que, em minha opinião foi o mais complexo, porem o melhor, nesse conto podemos observar que no começo o Fortunato  é muito um modelo ético e moral para Garcia , mas no final Fortunato esta torturando animais por prazer, e um paralelo que podemos fazer com o titulo e o conto é que, por exemplo, Garcia tinha uma paixão oculta pela mulher do Fortunato, e Fortunato tinha esse prazer oculto pela dor de terceiros, ou seja, o conto fala sobre essa “causa secreta” que todos tem.<br><br></div><div>Esses contos podem ser considerados atemporais, pois <strong>todos</strong> eles tem presença na nossa atualidade, O caso da vara e Pai contra Mãe podem ser relacionados com atitudes que fazemos, em que não pensamos nos outros, mas fazemos para conseguirmos algo que nos queremos, o que representa basicamente uma parte do nosso egoísmo, O enfermeiro retrata que a raiva pode nos dominar, e o nosso pensamento de querer amenizar as consequências, o significado e o peso em nossa consciência de nossas atitudes para não termos que lidar com elas, e A causa secreta fala sobre nossos desejos, medos, prazeres, etc. que estão ocultos, que nos não revelamos a outras pessoas, por na maioria das vezes serem coisas que correm risco não serem bem vistas.<br><br></div><div>São textos muitos complexos, que podem ter varias outras observações sobre atitudes, pensamentos, acontecimentos e ações que podem ser atemporais, mas que de maneira geral, eu optei e reparei mais nas atitudes e personalidades que vão se revelando ao longo do texto e que podem ser aplicadas em qualquer pessoa, e em qualquer momento da linha do tempo.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-09 20:33:23 UTC</pubDate>
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         <title>Beatriz Ferreira Alves N°4 9°A</title>
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         <description><![CDATA[<div><br>Joaquim Maria Machado de Assis, mais conhecido só por Machado de Assis, nasceu em junho de 1839 no Rio de Janeiro. Era descendente de negro e sua família era letrada então por mais que ele não frequentasse a escola, sabia ler e escrever. Começou sua carreira sendo jornalista.<br>Ele sofria de epilepsia, e por isso acabou ficando doente. Devido aos remédios que ele tomava e por sua saúde ele passou por um momento em que ele foi bem pessimista e isso fez com que ele escrevesse diversas obras bem realistas.  <br>As principais características das obras do Machado, são as críticas e o uso da ironia para isso principalmente. <br>Nos contos que lemos até agora, aprofundamos em dois subtemas em principal, o conto social e o conto psicológico. O conto social, trata de temas da sociedade e faz críticas as diferenças de grupos sócias por exemplo. Já, o conto psicológico trata de memórias e lembranças da personagem principal, é sempre contada mostrando os sentimentos da pessoa durante o que ela conta.<br>Em relação aos que lemos, de conto social teve " O pai contra mãe" e " O caso da vara", nesses, Machado quis fazer uma crítica social a escravidão, e além disso aos que se faziam de bons no espaço social, mas no privado tinham atitudes muito diferentes. <br>Nos dois contos tem pessoas de alta classe social que batem nos escravos por serem seus donos, e tem a pessoa que se passa por vítima mas que no final acaba tomando uma atitude cruel para poder se beneficiar. Nos contos sociais é onde o Machado mais utiliza a ironia que diferente de muitos que utilizam para gerar humor, ele usa para fazer sua crítica social e isso acabou ficando bem marcante. Ele usava da ironia em vários locais como nome de ruas e de personagens.<br>Já nos contos psicológicos, conta pequenas histórias de lembranças do personagem principal que pode também narrar para poder deixar claro todos os sentimentos e pensamentos a respeito do ocorrido. Em " O enfermeiro", é possível fazer relação com o fato de que nesse ele se sente culpado pelo que fez e tenta se convencer de não ser sua culpa mas nos contos sociais os personagens nem se sentiam culpados depois de serem cruéis, era como se não se importassem.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-09 20:39:08 UTC</pubDate>
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         <title>Luana Scala 9b N12</title>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-04-09 20:59:52 UTC</pubDate>
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         <title>Bruna Bergamo n5 9°A</title>
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         <description><![CDATA[<div>Machado de Assis foi um escritor brasileiro nascido no Rio de Janeiro em 1839. Diferente de muitos da época seus pais eram alfabetizados e com eles Machado aprendeu a ler e escrever e assim nasceu sua paixão por leitura.  Quando mais velho sua admiração pela leitura só cresceu e ele se tornou um grande escritor. <br>Machado uma vez disse “Eu gosto de catar o mínimo e o escondido.Onde ninguém mete o nariz aí entra o meu, com a curiosidade estreita e aguda que descobre o encoberto.” Essa fala de Machado demonstra uma de suas principais características literárias o uso de ironias. <br>Após ler os contos Pai contra mãe, O caso da vara, o enfermeiro e A Causa Secreta e após a análise cuidadosa dessa fala fica evidente o que Machado quer passar com seus contos. Ele faz uso de  ironias para provocar  o leitor a fazer uma análise profunda sobre o que faz as pessoas agirem daquela forma, quais são suas verdadeiras intenções, em outras palavras ele tira as máscaras que elas usam para tentar encobrir suas ações. Por  tanto a maioria dos personagens de Machado são complexos.<br>Em alguns trechos de seus contos a ironia fica muito clara como em o "Pai contra Mãe”: -“(...)e nem todos gostavam de apanhar pancada.” Outras vezes é preciso refletir um pouco mais para entender a ironia como em o “Caso da Vara”  quando o narrador diz “cruel instante” isso nos faz pensar se o instante foi cruel para Lucrecia que tinha esperanças ou se o instante fora cruel pois Damião decidiu agir com crueldade. Outras vezes ainda podemos perceber a ironia em nomes como no caso de Cândido e Clara.<br>Na época em que machado escrevia seus contos ele não era bem visto por todos na sociedade  pois ele escrevia sobre assuntos à frente de seu tempo, ele criticava o modo de viver e pensar das pessoas da época, como por exemplo a escravidão. Foi só no final do século XIX começo do século XX que ele recebeu o reconhecimento que merecia.<br>Machado de Assis sem dúvida é um escritor atemporal pois suas reflexões  abordam temas diversos que sempre que analisadas podem contribuir com novas reflexões. Por exemplo em “o Enfermeiro” o personagem  principal passa o conto inteiro tentando se perdoar, se convencer de que não matou o velho, pois a culpa estava destruindo ele. E essa é uma situação muito decorrente na atualidade pois ninguém gosta de se sentir culpado e como uma estratégia de defesa tentamos nos livrar da culpa, assim como o enfermeiro tentamos criar desculpas para nos perdoar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-11 17:03:40 UTC</pubDate>
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         <title>Anik Carmona nº1 9ºC </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Ao ler alguns dos contos de Machado de Assis (“Pai Contra Mãe”, “O Caso da Vara”, “O Enfermeiro” e “A Causa Secreta”) , no livro “A Cartomante e outros contos”, podemos conhecer um pouco de sua vida e obra. Machado de Assis nasceu em 1839, no Rio de Janeiro, veio de uma família simples e descendente de escravos, ele conseguiu subir muito socialmente começando a escrever em jornais, depois considerado um dos maiores escritores da literatura brasileira.  <br><br></div><div>Através do uso da ironia ele fazia críticas e muitas vezes impondo a opinião do narrador implicitamente. Como por exemplo, no conto “O Caso da Vara”, que o nome da personagem que é escrava, a Lucrécia, significa “a que lucra”, “riqueza”, aqui vemos um exemplo clássico do uso da ironia do autor, os nomes irônicos. Outro exemplo é no conto “Pai Contra Mãe”, quando o narrador diz “(...) nem todos escravos gostavam de apanhar pancada (...)”, nesse trecho vemos a ironia explicita e de certa forma a opinião do autor também. <br><br></div><div>O Machado era um escritor a frente de seu tempo, pois ele abordava temas que eram problemas tanto em sua realidade quanto ainda são polêmicos hoje em dia, por isso a maioria de suas críticas feitas naquela época se encaixam facilmente nos dias de hoje. Assim podemos considerar o autor atemporal, que significa que não há domínio temporal. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-11 17:44:37 UTC</pubDate>
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         <title>Gustavo M. Massari n°15, 9°C</title>
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         <link>https://padlet.com/jaqueline_fiorelli/machado_criticasocial/wish/503084025</link>
         <description><![CDATA[<div>Machado de Assis foi um grande autor que viveu entre os séculos XIX e XX. De origem de classe baixa (descendente de escravos), nasceu na cidade do Rio de Janeiro. Sua inteligência era considerada acima da média, e conseguiu ir se estabilizando com o tempo. Aos 15 anos, começou a trabalhar com jornalistas e a escrever. Atualmente, considerado um dos maiores escritores da literatura brasileira, assim como muito estudado também.<br><br>Até agora, foram estudados os contos "Pai Contra Mãe", "O Caso da Vara", "O Enfermeiro" e "A Causa Secreta", do livro A Cartomante e Outros Contos". Em todos eles, é perceptível o uso da ironia, como crítica social a algum fato presente no conto. Além disso, por meio dela, ele impõe sua opinião sobre tal fato, mesmo que implicitamente. O uso da ironia nesses contos faz deles contos sociais. São contos que apresentam poucos personagens, narrativas curtas, com tempo e espaço delimitados, bem como a crítica que faz em cada um deles.<br><br>Na obra "Pai Contra Mãe", no trecho "(...)  nem todos os escravos gostavam de apanhar pancada (...)", podemos percebê-la, pois obviamente que eles não gostavam disso. Machado, a partir desse trecho, consegue realizar a crítica e ao mesmo tempo mostrar sua opinião, que no caso era contrário à escravidão. <br><br>Outro fator interessante sobre  Machado de Assis é o fato de ele ser um escritor à frente de seu tempo, ou seja, a crítica feita por ele em seus contos, independentemente do tempo histórico que onde o fato se passava, pode se encaixar em qualquer época. Um exemplo claro disso está presente no conto "O Caso da Vara". A escrava Lucrécia trabalhava para Sinhá Rita, uma dona de engenho. Ela também estava abrigando Damião, um jovem que fugia de seu pai, pois este queria que Damião se tornasse seminarista. Quando Lucrécia não finaliza seu trabalho, Sinhá Rita começa a persegui-la, porque iria lhe dar um castigo. Sinhá Rita pede para o jovem dar a vara que estava no seu lado, para que pudesse bater na escrava. Como Damião havia interesse em permanecer na casa de Sinhá Rita, imediatamente entrega a vara. A partir disso, podemos perceber a imposição das classes mais altas sobre as inferiores, bem como o não se colocar no lugar do outro.<br>As classes altas têm direitos e privilégios garantidos, o que não ocorre com as classes mais baixas. Todos esses fatores nos mostram situações que ocorriam no passado, assim como ainda ocorrem frequentemente nos dias atuais.<br><br>Já no conto "O Enfermeiro", Machado possui outro objetivo: entender a mente humana. Após o enfermeiro ter assassinado um velho que cuidava, com o passar do tempo, vai se acomodando com tal acontecimento, buscando desculpas, para que possa se confortar com o que ocorreu. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-11 19:05:02 UTC</pubDate>
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         <title>Luiza Tretel n16 9B</title>
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         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/523278846/73ee0e353029d4fbf4d0b2d23f2a8855/Machado_de_Assis_contos.docx" />
         <pubDate>2020-04-11 20:02:46 UTC</pubDate>
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         <title>Thiago Antunes de Souza  N°29  9°A</title>
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         <description><![CDATA[<div>O autor Machado de Assis é considerado o pioneiro do realismo brasileiro, presenciando acontecimentos históricos, como a abolição da escravidão e a passagem do Brasil Império para Brasil República. Em suas obras fala muito sobre a sociedade local da época, tendo mais de 40 anos de observação e critica a sociedade.<br>Na leitura dos contos de Machado <em>(Pai contra Mãe, O caso da Vara, O Enfermeiro e A Causa Secreta), </em>ele critica vários valores burgueses por meio de ironias. Antecedendo não só o próprio realismo, instaurando o realismo psicológico, já que busca fazer um dialogo direto com o leitor e  por conta de pensamentos pontuais que surgem ao longo da narrativa como uma reflexão sobre os acontecimentos que se passam. Como por exemplo  no conto "Pai contra Mãe", retomamos o trecho "(...) e nem todos escravos gostavam de apanhar pancada (...)", notando que há uma ironia presente, típico do autor, como também uma critica social há época. Abordando o que o autor observava na sociedade. <br>Machado tratou com frequência sobre a ascensão social  e a manutenção das aparências sociais por meio de críticas à burguesia, dando luz ao realismo brasileiro. <br>Considerando um escritor atemporal, por fazer menções e criticas a vários momentos e épocas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-11 23:57:34 UTC</pubDate>
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         <title>Tammy Hatori Ribeiro Nº26 9ºB</title>
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         <pubDate>2020-04-12 20:31:41 UTC</pubDate>
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         <title>Alice Campos de Paula Fontana Nº1 9ºB</title>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-04-12 21:17:45 UTC</pubDate>
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         <title>Luiza Cruz Vadalá N°21 9°A</title>
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         <description><![CDATA[<div><br>O autor Machado de Assis nasceu em 1839 em uma família pobre de ex-crioulos no Rio de Janeiro e se dedicou a estudar com o que tinha acesso, começando a publicar seus poemas no jornal em que fazia parte e com o tempo foi se tornando um dos maiores escritores brasileiros pelo fato de seus contos abordarem assuntos e ensinamentos que se aplicam em qualquer tempo, dês daquela época ate os dias atuais. Podemos perceber essa atemporalidade nos contos lidos, por exemplo, em  “Pai contra mãe” que o personagem Candinho não se fixava em nenhum trabalho pois teria que “pegar pesado” e assim acaba em uma condição ruim como caçador de escravos. Alem disso, nos contos de Machado também está presente a ironia fazendo críticas sociais como no conto “O Caso da Vara” onde os personagens agem de formas diferentes no espaço privado e público e adquirem papeis com “servil” (que é vítima) ou “ser vil” (que da ordens). Com essa ironia o narrador às vezes impõe a sua opinião sobre o assunto de forma contraria. </div><div>Nós lemos dois tipos de contos de Machado, o conto social e psicológico. No social, aborda problemas da sociedade e classes sociais como os já citados e no psicológico, o tempo das lembranças\estado de espírito dos personagens, como eles se sentem, voltando para seu mundo interior e contando fatos que marcaram para eles são mais aprofundados, como no conto “O enfermeiro” que o personagem fala sobre a culpa que ele sentia pelas ações feitas. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-12 21:22:29 UTC</pubDate>
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         <title>Giovana S. Pereira   N°11   9A</title>
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         <description><![CDATA[<div>Machado de Assis nasceu dia 18 de janeiro de 1849, viveu no morro do Livramento no Rio de Janeiro ate sua mae morreu de Tuberculose aos 36 anos. Com seu pai,Machado com apenas 10 anos de idade foi morar em Sao Cristóvão. Em 1854, seu pais se casou com Maria Inês da Silva, que era doceira e Machado para ajudar nas contas de casa foi vender doce em frente a sua escola.<br> Os contos de Machado são muitos complicados de se compreender pelo fato da ironia que é usada para fazer uma critica social à sociedade e os personagens também sao para representar os niveis da sociedade, os contos se passam normalmente no século XIX alguns na época da escravidão nos quais alguns são contos psicológicos e outros são sociais<br> Os contos psicólogicos são fatos que já aconteceram que normalmente chamam de flashbacks. Já os contos sociais tem como objetivo fazer uma crítica social que o Machado usa muito usanso principalmente a ironia.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-12 21:41:36 UTC</pubDate>
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         <title>Bernardo Miqueloto Nº3 9C</title>
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         <description><![CDATA[<div>Machado de Assis (1839-1908) foi um escritor brasileiro, um dos nomes mais importantes da literatura do século XIX. Escreveu poesias, contos e romances. Foi jornalista, teatrólogo, crítico de teatro e crítico literário.</div><div><br></div><div>Joaquim Maria Machado de Assis nasceu em uma chácara no morro do Livramento no Rio de Janeiro, no dia 21 de junho de 1839. Era filho do mulato Francisco José de Assis, um pintor de paredes, e da imigrante açoriana Maria Leopoldina.</div><div><br></div><div><br>Infância e adolescência<br><br></div><div><br></div><div>Machado de Assis passou sua infância e adolescência no bairro do Livramento. Ainda menino, perdeu sua mãe e a única irmã. Tendo seu pai casado novamente, Machado foi criado por sua madrasta, a lavadeira Maria Inês.</div><div><br></div><div>Fez seus primeiros estudos em uma escola pública de São Cristóvão. Tinha 12 anos quando perdeu seu pai. Para ajudar nas despesas da casa trabalhou vendendo balas e doces. Interessou-se pelo estudo de línguas e aprendeu francês e inglês.</div><div><br></div><div>Em busca de um emprego, com 15 anos entrou como aprendiz de tipógrafo na Imprensa Nacional, sob a direção do escritor Manuel Antônio de Almeida, que o encorajou a escrever.</div><div><br></div><div><br>Carreira de jornalista<br><br></div><div><br></div><div>Em 1855, com 16 anos, Machado de Assis publicou o poema “Ela”, no jornal “A Marmota Fluminense”. Em 1858 passou a trabalhar com o dono desse jornal, Francisco de Paula Brito. Machado exercia a função de revisor. Nesse mesmo ano, passou a escrever regularmente para o Correio Mercantil.</div><div><br></div><div>Frequentando o mundo boêmio e literário do Rio de Janeiro conheceu vários intelectuais e escritores brasileiros, entre eles, Casimiro de Abreu, Joaquim Manuel de Macedo e Quintino Bocaiúva.</div><div><br></div><div>Passou a escrever regularmente para o Correio Mercantil, Gazeta de Notícias, Jornal do Comércio e Revista Ilustrada, onde publicou contos, crônicas e críticas, mantendo essa atividade quase até o fim da vida.</div><div><br></div><div>Em 1864, Machado de Assis publicou “Crisálidas”, uma coletânea de poemas. Três anos depois, ingressou no Diário Oficial, como redator, levado por Quintino Bocaiúva. Pouco tempo depois, foi promovido à assistente do diretor.</div><div><br></div><div>Em 1869, com 30 anos, Machado de Assis casou-se com Carolina Xavier de Novas, uma portuguesa culta, irmã do poeta português Faustino Xavier de Novais, que lhe revelou os clássicos lusitanos.</div><div><br></div><div><br>Carreira Literária<br><br></div><div><br></div><div>Em 1872, Machado de Assis publicou seu primeiro romance, “Ressurreição”. No dia 30 de janeiro de 1873, a capa do décimo número do “Arquivo Contemporâneo”, periódico do Rio de Janeiro, coloca lado a lado as fotos de José de Alencar, até então o maior romancista do Brasil, e a de Machado de Assis.</div><div><br></div><div>Ainda em 1873, ele foi nomeado primeiro oficial da Secretaria do Ministério da Agricultura, Viação e Obras Públicas. Pouco depois era oficial do gabinete do ministro e, mais tarde, diretor da Viação, recebendo honrarias, como a nomeação de "Oficial da Ordem da Rosa", por decreto do Imperador, em 1888.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-12 23:48:00 UTC</pubDate>
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         <title>Mariana h.k. Prado nº26 9ºC</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Os contos machadianos são contos muitos reflexivos, e que abordam o ironismo e fazem criticas sociais. O autor Machado de Assis sempre em seus contos, vai demonstrando a sua opinião critica. O autor sempre vai dando suas opiniões ao longo do texto. Um exemplo de critica social é no conto “pai contra mãe”, que Machado faz a critica a escravidão (que um exemplo é o próprio Candindinho, que se torna um caçador de escravos para poder manter a sua família e o futuro do seu filho, sendo o seu trabalho uma escravidão velada)em meados do sec XIX, dentro desse conto também esta presente a ironia em que ele faz sobre o jeito em que os escravos eram tratados na época, dizendo que eles (escravos) “gostavam de apanhar”. <br><br></div><div>Já no conto “O caso da vara” retrata o egoísmo, uma critica social. Nesse conto Daminhão só pensa nele mesmo, no momento em que a Sinha Rita pede a vara para o menino ele não pensa no sofrimento que iria causar na escrava, ele só pensa nele, querendo agradar a Sinha Rita para que ela ajudasse-o a sair da convento de padres. O egoísmo esta muito presente em nossas sociedades pois muitas vezes as pessoas só pensam nelas, só querem o seu bem, e não pensam que uma outra pessoa pode sofrer pela sua ação “individualistas”.<br><br></div><div>“A causa secreta” é um outro conto que conta a história  de dois homens, Garcia era um medico e Fortunato amava os doentes e dava tudo de si para ajudá-los, porem com as outras pessoas era diferente, ele era frio, e isso trazia um mistério nele. Por essa razão que o conto tem esse nome, A causa secreta, que é a razão do homem ser daquele jeito, para ele o sofrimento era prazeroso, ele gostava de ver aquilo. Esse conto aborda a crueldade, o que está muito presente nos nossos dias. As pessoas são cruéis umas com as outras, e ninguém é totalmente bom ou totalmente ruim.  <br><br></div><div>Nos contos machadianos outra característica presente são os poucos personagens e as narrativas costumam ser curtas. Independente do seu conto ele vai sempre retratar no seu foco narrativo uma relação com a “geração” da nossa sociedade.       <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-13 00:48:27 UTC</pubDate>
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         <title>Sol 9ºB nº25</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Machado de Assis foi um grande escritor que viveu de 1839 a 1908 no Rio de Janeiro e é considerado o maior nome da literatura nacional. Era descendente de escravos, portanto fazia parte da classe baixa, porém tinha uma inteligência fora do normal.<br><br></div><div>Até agora, estudamos os contos “Pai contra mãe”, “O caso da vara”, “O enfermeiro” e ”A causa secreta”. Nesses contos ele fez o uso da ironia, uma das formas de linguagem mais usada nas obras machadinas; muitas vezes essa ironia é usada como crítica social. Por meio dessa <strong>ironia</strong> ele expressa sua opinião, ele impõe o <strong>realismo psicológico</strong> para que o leitor possa refletir. Um exemplo é no conto “Pai contra mãe” que Machado de Assis usa em abundancia a ironia como crítica social; há um trecho que diz “(...) e nem todos os escravos gostam de apanhar pancada” e podemos observar a ironia pois na verdade, ninguém gosta de apanhar. Ao longo do conto vamos percebendo, através da ironia que Machado era contra a escravidão que é exatamente o que foi dito ai em cima, a partir da ironia ele expressa a sua opinião.<br><br></div><div>A obra machadina apresenta contos com poucos personagens, tempo e espaços delimitados, ou seja, marcados e normalmente são narrativas curtas. No geral podemos perceber ledo alguns de seus contos, que Machado de Assis conta bastante sobre a escravidão que existia na época.<br><br></div><div>Algo muito importante que podemos perceber nos contos de Machado é que as críticas sociais servem para qualquer época. Podemos perceber isso no conto “O enfermeiro” quando Procópio mata o Coronel pois achava que era um velho ingrato e egoísta, mas quando descobre que toda a herança foi para ele percebe que tinha tido uma imagem errada do Coronel e se arrepende profundamente. A crítica social presente é que as aparências enganam, a aparência não é tudo e ninguém é tão bom ou tão mau quanto parece.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-13 06:40:25 UTC</pubDate>
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         <title>Luiz Eduardo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>  As características do conto de  Machado de Assis , possui uma leitura difícil e junto dela sua interpretação. Machado de acordoo com os contos m todos ele vai fazer uma crítica à sociedade  por meio da ironia,e durante o conto percebemos que ao final do conto já temos a opinião formada de machado, podemos ter o exemplo do conto Pai contra mãe " nem todos os escravos gostavam de apanhar" isso é uma ironia de Machado e também depois de usar algumas como essa você pode perceber que ele era contra a escravidão.<br>Outra grande característica  de seu contos é como ele utiliza o tempo, porque em todas as vezes  ele somente da indícios de tempo para assim nós termos que ter noção da época de acordo com o tempo, ou seja, muitas vezes pode se tornar um conto atemporal porque está ligado tanto ao passado quanto ao presente. <br><br> </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-13 11:12:14 UTC</pubDate>
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         <title>Lara Furlan nº16 9ºA</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Joaquim Maria Machado de Assis nasceu no Rio de Janeiro em 1839 e viveu até 1908. Ele foi considerado por inúmeros críticos como um dos maiores escritores brasileiros, principalmente por não escrever apenas contos como os que estamos estudando, ele também escreveu cônicas, poemas e romances.<br><br></div><div>Suas obras são marcadas pelo uso da ironia, que está  presente nos contos lidos e estudados por nós, Pai Contra Mãe, O Caso da Vara, O Enfermeiro e A Causa Secreta. O primeiro conto a ser estudado foi  o Pai Contra Mãe,  e assim como em outros contos Machadianos a ironia está muito presente, principalmente ao indicar a opinião de Machado de Assis sobre a escravidão, pois ele a demonstra de forma implícita. Podemos destacar um trecho do conto para mostrar a ironia feita pelo escritor, como por exemplo: “eram muitos, e nem todos gostavam da escravidão”, ao usar essa frase Machado de Assis se referia aos escravos, o que nos mostra que essa frase é claramente uma ironia porque nenhum escravo gostava da escravidão.<br><br></div><div>Além de irônicos seus contos costumam apresentar problemas presentes na sociedade, ou seja, críticas sociais, como por exemplo  a desigualdade social,  presente em muitos contos ao apresentar um burguês e um escravo e suas diferenças ao se tratar de importância na sociedade. Por conta disso dizemos que os contos de Machado de Assis são atemporais, porque apesar de terem sido escritos há muitos anos atrás suas críticas sociais ainda podem se referir a atual sociedade em que vivemos, tanto é que hoje a desigualdade social ainda é muito presente.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-13 16:43:05 UTC</pubDate>
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         <title>Nicole Masella 9ºA nº26</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O autor Joaquim Maria Machado de Assis, nasceu no Rio de Janeiro no ano de 1839. Foi um grande escritor brasileiro, que viveu grandes mudanças no país, a assinatura da Lei Áurea (1888), proclamação da república, e algumas novidades tecnológicas. <br>Se tornou um poeta, contista, autor de teatro, cronista, crítico. <br>As suas obras são marcadas pela ironia. Nós lemos os seguintes contos: Pai contra Mãe, O caso da Vara, O enfermeiro, e A Causa Secreta. Um exemplo do uso da ironia é no conto Pai Contra Mãe: "era grotesca tal mascara, mas a ordem social e humana nem sempre se alcança sem o grotesco, e alguma vez o cruel." as vezes é preciso pensar mais para entender a ironia.<br>Outra característica dos contos Machadianos são as criticas sociais que ele faz. Ele demonstra muito a sua opinião em algumas situações dos contos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-13 21:15:21 UTC</pubDate>
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         <title>Heloisa turco nº17 9ºc</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jaqueline_fiorelli/machado_criticasocial/wish/506869642</link>
         <description><![CDATA[<div>Machado de Assis, era um grade escritor brasileiro, que nasceu no Rio de janeiro e  fazia parte de uma classe social baixa.  <br>O autor Machado, sempre em seus contos vai demostrando sua opinião e abordando criticas sócias. Os contos machadianos , são contos em ele usa a ironia, para através dela fazer uma crítica. Nos  contos em que lemos, vemos diversas classes sociais, épocas distintas, uma relações como, o servil (aquele que serve) e o  ser vil (aquele que dá as ordens), tem  também de uma certa maneira  uma acomodação da consciência de alguns personagens.<br>   No conto o Pai contra a Mãe, Machado faz uma critica a escravidão, já o narrador ele mostra o ponto de vista da maioria da sociedade, demostrando que elas aceitam as torturas...Porém através da ironia o autor demostra seu ponto de vista que não era nem um pouco favorável a escravidão, e  assim, fazendo uma critica as  pessoas brancas de alta classe, que usavam a escravidão para se beneficiar. <br>   Já o conto Caso da Vara, ele demostra o egoismo, a relação entre o servil e o ser vil. È representado uma classe social que tem maior poder na sociedade.<br>   O conto ''O enfermeiro'', ele é um conto diferente, ele é um conto pscologico, ou seja , está vinculado com o estado de espirito do personagem e seu espaço pscologico é um espaço interior, individual. No conto, ele mostra uma certa acomodação da consciência ao passar dos anos, um certo sentimento de culpa.<br>  No conto ''Causa Secreta'', sua estrutura começa diferente, ele começa com o climax. O conto aborda a crueldade uma com as outras, o que é muito presente nos dia atuais.Ele fala sobre dois homens Fortunato, que amava os doentes, e Garcia um médico. O titulo do conto, possui esse nome, pois esconde a crueldade, essa é a causa secreta, é quando, ''todos'' vem Fortunato torturando o rato , e no final descobrem que  aquele ato era prazeroso para ele.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-14 16:51:49 UTC</pubDate>
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         <title>Giovanna Presotto nº13 9ºC</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-04-14 17:00:06 UTC</pubDate>
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         <title>Maria Eduarda Azambuja nº17 9ºb</title>
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         <description><![CDATA[<div>Machado de Assis ficou conhecido como um grande escritor brasileiro, e as suas obras trouxeram grande valor a nossa cultura. E durante a suas obras literárias, podemos perceber o grande uso da ironia e criticas sociais, e percebemos isso  na leitura de alguns contos como Pai contra Mãe,  O caso da vara, O enfermeiro, e  A causa Secreta.<br>  ,mas para entender suas ironias é necessário prestar muita atenção,  um exemplo é em ''Pai contra Mãe onde é dito que " era grotesca a tal mascara, mas a ordem social e humana nem sempre alcança sem o grotesco, e alguma vez o cruel''. Outra critica social presente nessa obra  é o caso de Clara com Cândido, em algumas parte do texto dá a entender que Clara não se casou com Cândido por seu amor ele mas sim, por não querer ficar para trás ,ou seja não se casar com ninguém e por isso virar uma ''tiazona'', isso só mostra como o machismo era e é presente em nossa sociedade.<br>No caso da vara  como nas outras obras literárias também ha o uso da critica social e a ironia , nesse conto fala-se sobre a relação entre servil e ser vil , um bom exemplo é Damião que começa como um garoto ingenuo (servil) mas termina de um jeito bem diferente (ser vil)  , por isso a critica social feita por Machado é que as atitudes das pessoas mudam muito com as origens das pessoas. <br><br> </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-14 18:46:12 UTC</pubDate>
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         <title>Manuela Ambra nº 24 9ºC</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Joaquim Maria Machado de Assim  é um famoso escritor que  viveu no fim do seculo XIX. É conhecido por sua linguagem irônica, assim como observamos nos contos "Pai  contra Mãe", "O Caso da Vara", "O Enfermeiro" e "A Causa Secreta" que lemos  em sala de aula e em casa.<br>Nos Contos Machadianos, Machado utiliza a ironia para através dela fazer uma critica a  problemas sociais. Como por exemplo, no conto "Pai contra Mãe" que ele fala das mascaras utilizadas pelos escravos, que na teoria teria um lado bom, tirar o vicio em bebida, mas na pratica era apenas utilizada como castigo para os escravos, ou seja, fez uma critica indiretamente. Neste conto também fala sobre o fato de Clara apenas ter se casado com Candinho por interesse, pois as mulheres que não se casavam eram denominadas como solteironas, o que se pararmos para refletir é um grande problema de machismo, que ocorre até nos tempos atuais.<br>No conto "O Caso da Vara" podemos  observar a presença da pessoa <em>ser vil</em> e <em>servil,  </em>que neste caso não dependeu da classe social, como o exemplo de Damião, um menino de classe social media, que no incio do conto vemos como um servil e no final como um ser vil, manipulador. Além disso Machado também faz uma critica a como a classe social muda o jeito de agir das pessoas na época.<br>Machados fez com que a ironia fosse presente até mesmo nos nomes dos personagem, como no conto "Pai contra Mãe", Clara, que significa Pureza, luz,e na verdade ela não era nada disso, havia se casado por interesse e não hesitou quando a tia disse para levar seu filho a roda. Assim como os nomes dos personagens, nesse mesmo conto há ironia em relação aos nomes das ruas, como a rua "parto", que não tem nada haver pois quando Candinho pegou a Mulata ela acabou abortando seu filho.<br><br>  </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-14 18:50:34 UTC</pubDate>
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         <title>Eduarda Garcia Santiago 9b n5</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-04-14 19:08:29 UTC</pubDate>
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         <title>Victória Fukase Luposeli, 9ºC, Nº 30</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>OBRAS DE MACHADO DE ASSIS, A FRENTE DE SEU TEMPO</strong><br><br>Joaquim Maria Machado de Assis nasceu em 21 de junho de 1839, no Rio de Janeiro, vivendo entre os séculos XIX e XX. </div><div>Foi um escritor muito importante para a história literária do Brasil, muitas vezes considerado o maior escritor brasileiro até os dias atuais. </div><div>Mesmo que tenha tido uma infância muito difícil, e não tendo o melhor dos estudos, conseguiu mesmo assim construir obras muito boas. Pelo que estudamos até o momento suas obras (“Pai Contra Mãe”, “O Caso da Vara”, “O Enfermeiro” e “A Causa Secreta”), pudemos perceber o uso da ironia, característica dos contos Machadianos, mesmo em assuntos sérios, como por exemplo, no conto “Pai Contra Mãe”, há um momento em que o narrador diz que nem todo escravo gostava de apanhar, mostrando ironia, porque sabemos que ninguém gosta de sofrer agressões. Muitas vezes ele utilizava a ironia para enfatizar, por exemplo no caso do conto social, o problema social que estava ocorrendo na história.</div><div>Outra característica além da ironia presente, é a atemporalidade, analisando que até os dias atuais que mesmo que suas histórias abordassem temas de momentos da vida do Machado, muitos podem ser encaixados a situações que acontecem até os dias de hoje, sendo considerado um autor a frente de seu tempo, muitas vezes o “problema” social não fosse abordado de forma tão explícita, por exemplo, no conto “Pai Contra Mãe”, antigamente o tema social abordado era a escravidão, já nos dias atuais, em que a escravidão não existe mais, o tema social pode ser em relação ao aborto (que a escrava acabou sofrendo), a violência contra a mulher (no caso a escrava), abandono ao filho (que Candinho quase abandonou seu filho), entre outros. </div><div>Podemos concluir então que Machado foi um grande escritor, abordando situações da sociedade, com sua ironias, atemporalidades e outras características de suas histórias, sendo um autor para frente de seu tempo, e inspiração para a literatura brasileira nos dias atuais.   </div><div><br></div><div>Victória Fukase Luposeli, 9ºC, Nº30 </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-16 12:04:24 UTC</pubDate>
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         <title>Machado de Assis</title>
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         <description><![CDATA[<div>João Paulo Izzo - 9ºA</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-16 13:15:31 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Pedro Henrique de Laet M. - n19 9b</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-04-16 14:22:35 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>João Campanha Nº18  9ºC</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Joaquim Maria Machado de Assis foi escritor  brasileiro considerado, por muitos, o maior nome da literatura brasileira.<br> Ele nasceu no Morro do livramento, no Rio de Janeiro, era de uma família pobre e nem estudou em escolas públicas direito. Porém, ele se tornou um escritor muito importante e, em suas obras, ele usa a ironia para fazer críticas sociais (como ,por exemplo,  no conto ´´Pai contra Mãe´´ tem um momento em o narrador diz que nem todo o escravo gostava de apanhar, mas ninguém gosta de apanhar.<br>Além disso, em alguns de seus contos, algumas de suas críticas sociais (problemas na sociedade) existem até hoje (como por exemplo o aborto). Por isso, ele é considerado um autor além de seu tempo</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-16 18:04:06 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Erik Castagna ferreira N°8 9°C</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-04-16 18:44:39 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Fernanda Sampaio n°11-9°C</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Os contos do autor Joaquim Maria Machado de Assis mais conhecidos como contos machadianos são contos que fazem críticas sociais por meio do ironismo e assim mostra sua opinião de uma certa forma. Ele tem uma característica de ter poucas personagens em seus contos e narrativas relativamente curtas.<br>Podemos tomar como um exemplo o conto "pai contra mãe" que ele faz uma crítica em relação a escravidão, ele ironiza a forma em que os escravos são tratados como no trecho em que ele diz que os escravos gostam de apanhar, usa também os personagens como forma de demonstrar o problema social envolvido ( Candinho virou um caçador de escravos, mostrando a escravidão velada) e nos mostra o sentido ambíguo que existe no nome de personagens, como por exemplo o nome Clara que significa pureza e na verdade ele não é pura. <br><br>Podemos usar como exemplo outro conto que nós lemos que é "O caso da vara" que mostra uma crítica social. Apresenta o personagem Damião que queria sair do convento e pediu ajuda para Sinhá rita, pois era uma mulher bem vista pela sociedade. Em um primeiro momento ele se mostra gentil, mas quando Sinhá rita pede a vara para bater na escrava ele não exita em da-la. Também nos mostra a personagem Sinhá Rita que é uma personagem manipuladora, bem vista pela sociedade e tinha fama de tratar bem seus escravos, mas na verdade era impiedosa. É retratado também a figura de Lucrécia que é uma escrava com marcas na pele de agressão e é constantemente maltratada.<br><br>No conto " A causa secreta" fala sobre dois homens, um deles era o Garcia que era médico e Fortunato que mostrava amar os doentes e dar tudo de si para ajuda-los, mas na verdade ele era frio e para ele era prazeroso o sofrimento, o que nos mostra uma crueldade no conto, que também está presente no nosso dia a dia. Por isso o nome do conto, o motivo dele ser assim é secreto. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-16 20:32:49 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Arthur Marin Dutra e Silva- Nº3- 9ºA</title>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-04-16 21:44:51 UTC</pubDate>
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         <title>Nina Maricato Basso n°27 9°C</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>As críticas presentes nos contos de Machado de Assis podem ser consideradas atemporais, porque apesar de terem sido escritos á anos atrás até hoje nos fazem refletir e se encaixam nos nossos modos de vida. <br><br></div><div>O que mais me fez refletir sobre os contos é a questão da acomodação da consciência, desde aquela época as pessoas tinham o costume de tratar algo horrível e cruel como normal e “passar a mão na cabeça”, e mesmo hoje isso ainda ocorre muito, mesmo sem a gente perceber, tanto porque é algo que já está em nossas vidas. No conto “O enfermeiro” vemos essa acomodação quando após Procópio cometer um crime ele começa a criar justificativas para o que fez, e começa a achar que foi certo, que ele foi um salvador, e ele mesmo se sabota, para se sentir melhor e não carregar culpa. Então ele torna um crime algo normal e no final chega a conclusão de que isso foi bom. Mas no final de sua vida ele realmente confessa o que fez, mas mesmo nessa hora ainda tenta disfarçar um pouco o ocorrido, e isso nos faz pensar o por quê ele confessou no final de sua vida. Assim nos vem uma outra questão sobre a religião, naquela época existia uma moral cristã muito grande, e o medo do inferno e o paraíso do céu, então você deveria confessar seus pecados para poder ter a vida eterna, assim por mais que ele negasse e achasse que matar (um dos piores pecados) teria sido bom sua vida inteira, ele confessando quando estava prestes a morrer faria com que estivesse tudo bem sob os olhos de Deus. <br><br></div><div>O conto “pai contra mãe” trata muito sobe a escravidão e também tem muita acomodação de consciência, era normal para a sociedade da época a escravidão, e por mais que Candinho fosse contra a escravidão, ele era caçador de recompensas, ele incentivava ela e tratava como algo normal. Hoje em dia quantas vezes não vemos piadas, brincadeiras ou mesmo um preconceito com pessoas negras e não fazemos nada, ou mesmo nem percebemos por ser algo normal, já está em nossa vida ou cultura. Não que a gente seja racista, mas sim que não fazemos nada, sendo que muitas vezes nos posicionamos contra o racismo, há uma certa hipocrisia. Também esse conto trata sobre a escravidão velada, que está muito presente e, nossa sociedade, várias pessoas brancas pobres se submetem a trabalho exaustivos para ganhar muito pouco para poder sobreviver. Por exemplo vários trabalhadores rurais que se expõe a substancias tóxicas á saúde para poder sustentar a família, ou várias pessoas que nascem em comunidades simples e por mais que queiram não tem um bom estudo, ou as vezes nem podem estudar porque desde pequenos precisam trabalhar com os pais para poderem ganhar mais dinheiro e no futuro vão seguir profissões simples como a dos pais, essas pessoas são escravas dessa situação, que é um ciclo, é difícil romper ele e é o que o mundo vem tentando fazer. <br><br></div><div>Machado aborda muito sobre os comportamentos humanos, e eu acho que esse é um dos principais motivos para seus contos serem atemporais, por mais que tenham se passado anos a essência do ser humano continua a mesma, claro que a gente mudou, e uns mais que outros, mas a natureza é a mesma, e consequentemente a sociedade que vive continua com os mesmos problemas, por mais que as vezes estejam “disfarçados”. No conto “Pai contra mãe” vemos sobre quem é Candinho no espaço público e quem é ele no espaço privado, vemos como as pessoas agem diferente em diferentes ocasiões e como elas fazem o que for preciso (até agredir uma escrava grávida) para os seus interesses. Vemos isso de novo em “O caso da vara” quando Damião obedece a Sinhá Rita que maltrata uma escrava, para poder conseguir o que é do seu interesse. Vemos sobre como Sinhá Rita era uma mulher de aparências, pois na verdade era totalmente cruel e impiedosa. Principalmente hoje em dia, com as redes sociais somos pessoas de aparências, e nossa vida se tornou assim. E Damião também era astuto, manipulava para conseguir o que queria e se vitimizava. Isso nos retoma a seguinte frase de Maquiavel, “Os fins justificam os meios”, e eu vejo muito esse pensamento em nossa sociedade.<br><br></div><div>E sobre a farsa e tragédia, onde a farsa dos poderoso encobre a tragédia daqueles que sofrem , hoje em dia nos jornais isso está muito presente, quando o assunto é sobre alguém importante, famoso, ou que atinge a camada mais rica, é mais noticiado, se da mais importância, como o Corona vírus, algo que atinge a todos e estão dando muita importância. Mas assim como o Corona vírus mata muitas pessoas a fome mata também e todos os anos em lugares mais pobres do mundo, e não é tão noticiado, e ai também está uma acomodação da consciência, não damos a devida importância á isso, já é algo “normal” ter gente passando fome enquanto desperdiçamos um monte de comida em nossas casas.<br><br></div><div>Em “A causa secreta” está presente a questão sobre a mulher ser submissa ao homem, Maria Luísa e Fortunato, que hoje em dia vem diminuindo por ser um assunto que está sendo mais debatido, mas ainda assim existe. E o principal do conto que é a questão da aparência e essência, que também vemos muito hoje em dia, com a questão das redes sociais e “ser alguém que você não é” ficou mais fácil, e não só no nosso meio de convívio como por exemplo os políticos, conhecemos eles pelas suas campanhas, ações e histórias, que na maioria das vezes são lindas, assim como a de Fortunato, mas não conhecemos realmente eles, sua motivações e sua essência.<br><br></div><div>Por fim com todos esses exemplos podemos ver que assuntos do passado ainda estão presentes em nossa vida, mesmo que as vezes a gente não perceba, por isso os contos de Machado de Assis podem ser considerados atemporais. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-16 23:18:57 UTC</pubDate>
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         <title>Gabriela N. Daltozo- N˚9- 9˚A</title>
         <author></author>
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         <pubDate>2020-04-17 14:44:40 UTC</pubDate>
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         <title>Bruno Fabbri n4 9C</title>
         <author>brunopirochetti</author>
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         <pubDate>2020-04-21 18:59:41 UTC</pubDate>
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         <title>Rafael Kopke Ramos n29 9C</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Joaquim Maria Machado de Assis, grande escritor brasileiro, é famoso por seu talento na àrea de literatura. Quando criança, era de uma família pobre, e sua educação, não foi das melhores, mas, mesmo assim ele conseguiu, virar um escritor super talentoso, se tornando um grande símbolo da literatura brasileira, e, é considerado um dos maiores escritores brasileiros por alguns, até os dias de hoje. <br><br>Machado, quando se tratava de escrever, tinha algumas características, que não eram tão comuns em outros escritores, e, uma delas, é o uso excessivo de ironias em seus contos, e, na grande maioria das vezes usufruia de tal figura de linguagem, para fazer críticas sociais, um exemplo muito claro disto, é no conto "Pai contra Mãe" onde ele diz que nem todos os escravos gostavam de apanhar, quando na realidade, obviamente, nenhum gostava. Além da ironia, algo que podia ser considerado uma "caracteristica" Machadiana, é sua forma "estranha" de escrever, o que exigia do leitor, uma interpretação ao menos decente.<br><br>O "atemporal" em suas críticas, significa que, muitas das críticas apresentadas nos contos do Machado, em que o mesmo escreveu a muito tempo atrás, são críticas úteis e válidas até hoje.<br><br>Todos os contos de Machado, acabam nos fazendo refletir de pelo menos alguma coisa. No conto "O Pai contra Mãe", ele nos faz refletir sobre a escravidão, em que os brancos acabavam aceitando quietos  as torturas, a os negors, parecendo que quando o narrador dizia, a tortura não era um problema, mas é óbvio que era. Outra crítica social presente neste conto, é o fato de que, muitas mulheres se casavam com "qualquer um", apenas para não serem rotuladas das chamadas "solteironas" (mulheres acima de 20 e poucos anos, que não eram casadas).<br><br>Outro conto Machadiano que lemos, foi o "O Caso da Vara", e, neste conto, a crítica social apresentada, é a diferença dos termos "servil" e o "ser vil".<br><br>Em "A Causa Secreta", a principal crítica, é o nível de submissão que a mulher tinha em relação ao homem, e, sem dúvidas isso ainda hoje acontece, por mais que pareça um conceito "antigo".<br><br>No conto "O Enfermeiro", podemos perceber, que, muitas vezes, pegamos a imagem de uma pessoa e enfiamos a em nossa cabeça, e não aceitamos "outras versões" dela, e, isso acontece no conto, pois quando o Coronel é morto por Procópio, quem o julgava ele com um egoísta, porém, ao descobrir que a herança do "velho" havia ido para ele.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-21 21:27:47 UTC</pubDate>
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         <title>Enrico Bortone Zimmermann N6 9C</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Joaquim Maria Machado de Assis</strong> (1839-1908) foi um escritor carioca, considerado por muitos o maior nome da literatura brasileira. Machado, já chegou a escrever poesias, romances, crônicas, contos e entre outros. Com sua convivência com a <strong>escravidão</strong> e pelo fato de ser negro, escreveu diversos contos com intenções<strong> críticas</strong> sobre a situação do antigo Brasil, classes sociais e escravidão. Pela simples razão de expressar suas opiniões durante uma época tão rígida e grotescamente brutal, ganha fama e notoriedade por <strong>"transcender sua época". <br></strong>Durante nossos estudos sobre esse gênio literário, vimos 4 principais contos, cada um com suas críticas, ironias (uma das maiores características dos Contos Machadianos) e reviravoltas únicas. Eles são: <strong>Pai contra Mãe</strong>, <strong>O Caso da Vara</strong>, <strong>O Enfermeiro</strong> e <strong>A Causa Secreta</strong>.<br>Os contos dão foco a críticas sobre a escravidão, a crueldade humana, a frieza irônica que cada personagem tem sobre seres iguais, como pessoas são diferentes de sua aparência, o lado "negro" de uma pessoa e entre outros. As ironias presentes em cada conto, são um dos maiores fatores que expressam a visão do autor de forma que não esteja completamente exposto, o que deixa os contos muito mais complexos de "difíceis" de ler.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-22 01:05:16 UTC</pubDate>
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         <title>Giovanna Ganesha Silva   N°14      9°C</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Machado de Assis<br><br></div><div>Introdução: A vida de Machado <br><br></div><div> Joaquim Maria Machado de Assis foi um garoto que sempre teve bom gosto pela literatura, e a partir de sua adolescência começou a frequentar lugares onde haviam pessoas com o mesmo intelecto que o seu, e assim nasceu o grande poeta, contista, crítico, cronista e autor de peças teatrais, Machado de Assis<br><br></div><div>Características dos contos de Machado<br><br></div><div>Na maioria de seus contos,  Machado sempre buscou retratar a atualidade em que vivia e muitas vezes isso ocorria por meio da ironia, podia ela ser tanto sutil  ou explícita como neste exemplo do conto “Pai contra Mãe”, onde os nomes dos protagonistas principais eram sutilmente irônicos pois a Clara e o Candiido Neves não tinham as características transcendentes de seus nomes (ali existia uma ironia sutil), como também no momento em que o narrador diz que “nem todas as crianças vingam” ( ali existia uma ironia explícita).<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-22 02:22:10 UTC</pubDate>
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         <title>Augusto Luiz N2 9C</title>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Joaquim Maria Machado de Assis</strong> (1839-1908)<em>, escritor carioca, brasileiro. Considerado o pai do realismo no Brasil, escreveu muitoa livros,como oque estamos lendo neste triestre. Também escreveu poesia e foi um ativo crítico literário, além de ser um dos criadores da crônica no país. Foi o fundador da Academia Brasileira de Letras.Machado era um homem negro, que viveu em uma epóca onde ainda era dificil ser negro, e por isso escreveu varios textos e poesias com a intençao de criticar o antigo Brasil,co esse questionamento sobre classes sociais e a escravidão foi conhecido por transceder sua época.<br> Em contos que escreveu discute a dupla face de pessoas como o próprio Candido neves do conto "pai contra mae" onde ele tem uma face dentro de casa , que seria fazer tudo pelo flho, e na sociedade tem o papel de um homem cruel caçador de escravos.Além disso discute tambem oque ja criticava no cotidiano de sua epoca, principalmente usando a ironia muito  presente nos contos machadianos.Todos os contos que vimos até agora mostram criticas como a crueldade huamana e a escravidão usa uma "frieza ironica" que todos os personagens tem.<br></em><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-22 18:26:34 UTC</pubDate>
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         <title>Júlia Asaumi Nº21 9ºC</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jaqueline_fiorelli/machado_criticasocial/wish/524548739</link>
         <description><![CDATA[<div>Joaquim Maria Machado de Assis foi um grande escritor do século XIX. Filho de Francisco de Assis ( neto de escravo alforriado) e Inácia Maria Rosa (filha de imigrantes portugueses), hoje em dia é considerado por muitos críticos, estudiosos, escritores e leitores um dos maiores senão o maior nome da literatura brasileira. <br><br></div><div>Cansado da vida pacata no subúrbio, decide tentar viver sua própria vida sozinho. Ele que sempre foi atraído pela literatura, ao contrário de muitos da sua classe social (era muito humilde quando pequeno), sabia ler e escrever. Gostava de ir ás redações, pois eram lugares que escritores frequentavam.  Pouco a pouco, com seu primeiro poema publicado em um jornal, começou a ir a eventos e festas (aproveitando para citar algumas de suas criações literárias). Logo, cada vez mais aprendendo mais coisas, nasceu o poeta, contista, autor de peças teatrais, cronista e crítico que conhecemos como Machado de Assis.<br><br></div><div>Ele participou ativamente da imprensa brasileira, comentando e escrevendo sobre tudo que acontecendo de interessante no Brasil, além de claro, usar sua observação crítica para apontar críticas agudas a sociedade da época (sem deixar de ser elegante, obviamente). Escreveu centenas de contos, romances e outros textos de variados gêneros ao longo de sua vida, estes que até hoje são considerados textos referência em provas como ENEM e em diversos outros vestibulares, isso em função das críticas profundas feitas nas suas palavras.<br><br></div><div>Agora  falando mais sobre sua forma de escrita, sabemos que a principal característica da escrita machadiana é o uso da ironia para criticar a sociedade. É perceptível que a forma como são abordadas as críticas por Machado, não são direcionadas apenas para uma época específica, mais sim, para qualquer tempo (mostrando que os textos tem uma atemporalidade inserida). Mas como assim?<br><br></div><div>Bem, se pegarmos um exemplo dos contos já lidos aqui por nós como o Pai Contra Mãe, se analisarmos atentamente a crítica tanto em relação á escravidão velada (que faz com que pessoas se sintam oprimidas por conta ou das imposições da sociedade, ou das condições que a mesma impõem para um cidadão),  quanto ao egoísmo de uma pessoa (a ponto de colocar um problema fútil acima de um problema enorme), podemos perceber que  estes problemas existem nos dias atuais. Muitos trabalhadores pobre brasileiros  acabam sendo escravos da própria sociedade, que os fazem realizar coisas trabalhos não tão honrosos pela sobrevivência.<br><br><br></div><div>Outros dois exemplos claros são os contos “O enfermeiro” e “O Caso da Vara”. No “O caso da Vara”, a questão da diferença das palavras servil e ser vil são bem destacadas, mostrando que as pessoas podem tanto servir ou serem vil ( com pouco valor). Já no conto “O Enfermeiro”, a crítica é para as pessoas que cometem seus erros e tentam acalmar suas almas, já que são elas que saem ganhando. <br><br></div><div>Já no conto “A Causa Secreta”, alem de abordar a relação de submissão que as mulheres tinham em relação aos homens, é perceptível a crítica ás pessoas que tem o prazer de observar o sofrimento alheio (com uma máscara de bondade em seus rostos)<br><br></div><div>Ou seja, essa “atemporalidade” nos textos machadianos significa que muitas das críticas feitas, não só são válidas para a época em que o conto foi escrito, mas sim, de qualquer época.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-04-23 01:56:11 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jaqueline_fiorelli/machado_criticasocial/wish/524548739</guid>
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      <item>
         <title></title>
         <author>jaqueline_fiorelli</author>
         <link>https://padlet.com/jaqueline_fiorelli/machado_criticasocial/wish/539890614</link>
         <description><![CDATA[Augusto Luiz N2 9C
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Augusto Luiz N2 9C
Joaquim Maria Machado de Assis (1839-1908), escritor carioca, brasileiro. Considerado o pai do realismo no Brasil, escreveu muitoa livros,como oque estamos lendo neste triestre. Também escreveu poesia e foi um ativo crítico literário, além de ser um dos criadores da crônica no país. Foi o fundador da Academia Brasileira de Letras.Machado era um homem negro, que viveu em uma epóca onde ainda era dificil ser negro, e por isso escreveu varios textos e poesias com a intençao de criticar o antigo Brasil,co esse questionamento sobre classes sociais e a escravidão foi conhecido por transceder sua época.
 Em contos que escreveu discute a dupla face de pessoas como o próprio Candido neves do conto "pai contra mae" onde ele tem uma face dentro de casa , que seria fazer tudo pelo flho, e na sociedade tem o papel de um homem cruel caçador de escravos.Além disso discute tambem oque ja criticava no cotidiano de sua epoca, principalmente usando a ironia muito  presente nos contos machadianos.Todos os contos que vimos até agora mostram criticas como a crueldade huamana e a escravidão usa uma "frieza ironica" que todos os personagens tem.

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Machado de Assis
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Machado de Assis
João Paulo Izzo - 9ºA
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Giovanna Ganesha Silva N°14 9°C
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Giovanna Ganesha Silva   N°14      9°C

Machado de Assis

Introdução: A vida de Machado 

 Joaquim Maria Machado de Assis foi um garoto que sempre teve bom gosto pela literatura, e a partir de sua adolescência começou a frequentar lugares onde haviam pessoas com o mesmo intelecto que o seu, e assim nasceu o grande poeta, contista, crítico, cronista e autor de peças teatrais, Machado de Assis

Características dos contos de Machado

Na maioria de seus contos,  Machado sempre buscou retratar a atualidade em que vivia e muitas vezes isso ocorria por meio da ironia, podia ela ser tanto sutil  ou explícita como neste exemplo do conto “Pai contra Mãe”, onde os nomes dos protagonistas principais eram sutilmente irônicos pois a Clara e o Candiido Neves não tinham as características transcendentes de seus nomes (ali existia uma ironia sutil), como também no momento em que o narrador diz que “nem todas as crianças vingam” ( ali existia uma ironia explícita).

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A atualidade da obra de Machado de Assis
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Jaqueline Fiorelli
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A atualidade da obra de Machado de Assis
Machado de Assis, um autor que transcende usando drogas
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Bruno Fabbri n4 9C
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Enrico Bortone Zimmermann N6 9C
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Enrico Bortone Zimmermann N6 9C
Joaquim Maria Machado de Assis (1839-1908) foi um escritor carioca, considerado por muitos o maior nome da literatura brasileira. Machado, já chegou a escrever poesias, romances, crônicas, contos e entre outros. Com sua convivência com a escravidão e pelo fato de ser negro, escreveu diversos contos com intenções críticas sobre a situação do antigo Brasil, classes sociais e escravidão. Pela simples razão de expressar suas opiniões durante uma época tão rígida e grotescamente brutal, ganha fama e notoriedade por "transcender sua época". 
Durante nossos estudos sobre esse gênio literário, vimos 4 principais contos, cada um com suas críticas, ironias (uma das maiores características dos Contos Machadianos) e reviravoltas únicas. Eles são: Pai contra Mãe, O Caso da Vara, O Enfermeiro e A Causa Secreta.
Os contos dão foco a críticas sobre a escravidão, a crueldade humana, a frieza irônica que cada personagem tem sobre seres iguais, como pessoas são diferentes de sua aparência, o lado "negro" de uma pessoa e entre outros. As ironias presentes em cada conto, são um dos maiores fatores que expressam a visão do autor de forma que não esteja completamente exposto, o que deixa os contos muito mais complexos de "difíceis" de ler.


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Gabriela N. Daltozo- N˚9- 9˚A
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Arthur Marin Dutra e Silva- Nº3- 9ºA
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Arthur Marin Dutra e Silva- Nº3- 9ºA
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Fernanda Sampaio n°11-9°C
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Fernanda Sampaio n°11-9°C
Os contos do autor Joaquim Maria Machado de Assis mais conhecidos como contos machadianos são contos que fazem críticas sociais por meio do ironismo e assim mostra sua opinião de uma certa forma. Ele tem uma característica de ter poucas personagens em seus contos e narrativas relativamente curtas.
Podemos tomar como um exemplo o conto "pai contra mãe" que ele faz uma crítica em relação a escravidão, ele ironiza a forma em que os escravos são tratados como no trecho em que ele diz que os escravos gostam de apanhar, usa também os personagens como forma de demonstrar o problema social envolvido ( Candinho virou um caçador de escravos, mostrando a escravidão velada) e nos mostra o sentido ambíguo que existe no nome de personagens, como por exemplo o nome Clara que significa pureza e na verdade ele não é pura. 

Podemos usar como exemplo outro conto que nós lemos que é "O caso da vara" que mostra uma crítica social. Apresenta o personagem Damião que queria sair do convento e pediu ajuda para Sinhá rita, pois era uma mulher bem vista pela sociedade. Em um primeiro momento ele se mostra gentil, mas quando Sinhá rita 🤬 a vara para bater na escrava ele não exita em da-la. Também nos mostra a personagem Sinhá Rita que é uma personagem manipuladora, bem vista pela sociedade e tinha fama de tratar bem seus escravos, mas na verdade era impiedosa. É retratado também a figura de Lucrécia que é uma escrava com marcas na pele de agressão e é constantemente maltratada.

No conto " A causa secreta" fala sobre dois homens, um deles era o Garcia que era médico e Fortunato que mostrava amar os doentes e dar tudo de si para ajuda-los, mas na verdade ele era frio e para ele era prazeroso o sofrimento, o que nos mostra uma crueldade no conto, que também está presente no nosso dia a dia. Por isso o nome do conto, o motivo dele ser assim é secreto. 
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Erik Castagna ferreira N°8 9°C
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João Campanha Nº18 9ºC
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João Campanha Nº18  9ºC

Joaquim Maria Machado de Assis foi escritor  brasileiro considerado, por muitos, o maior nome da literatura brasileira.
 Ele nasceu no Morro do livramento, no Rio de Janeiro, era de uma família pobre e nem estudou em escolas públicas direito. Porém, ele se tornou um escritor muito importante e, em suas obras, ele usa a ironia para fazer críticas sociais (como ,por exemplo,  no conto ´´Pai contra Mãe´´ tem um momento em o narrador diz que nem todo o escravo gostava de apanhar, mas ninguém gosta de apanhar.
Além disso, em alguns de seus contos, algumas de suas críticas sociais (problemas na sociedade) existem até hoje (como por exemplo o aborto). Por isso, ele é considerado um autor além de seu tempo
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Pedro Henrique de Laet M. - n19 9b
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Victória Fukase Luposeli, 9ºC, Nº 30
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Victória Fukase Luposeli, 9ºC, Nº 30
OBRAS DE MACHADO DE ASSIS, A FRENTE DE SEU TEMPO

Joaquim Maria Machado de Assis nasceu em 21 de junho de 1839, no Rio de Janeiro, vivendo entre os séculos XIX e XX. 
Foi um escritor muito importante para a história literária do Brasil, muitas vezes considerado o maior escritor brasileiro até os dias atuais. 
Mesmo que tenha tido uma infância muito difícil, e não tendo o melhor dos estudos, conseguiu mesmo assim construir obras muito boas. Pelo que estudamos até o momento suas obras (“Pai Contra Mãe”, “O Caso da Vara”, “O Enfermeiro” e “A Causa Secreta”), pudemos perceber o uso da ironia, característica dos contos Machadianos, mesmo em assuntos sérios, como por exemplo, no conto “Pai Contra Mãe”, há um momento em que o narrador diz que nem todo escravo gostava de apanhar, mostrando ironia, porque sabemos que ninguém gosta de sofrer agressões. Muitas vezes ele utilizava a ironia para enfatizar, por exemplo no caso do conto social, o problema social que estava ocorrendo na história.
Outra característica além da ironia presente, é a atemporalidade, analisando que até os dias atuais que mesmo que suas histórias abordassem temas de momentos da vida do Machado, muitos podem ser encaixados a situações que acontecem até os dias de hoje, sendo considerado um autor a frente de seu tempo, muitas vezes o “problema” social não fosse abordado de forma tão explícita, por exemplo, no conto “Pai Contra Mãe”, antigamente o tema social abordado era a escravidão, já nos dias atuais, em que a escravidão não existe mais, o tema social pode ser em relação ao aborto (que a escrava acabou sofrendo), a violência contra a mulher (no caso a escrava), abandono ao filho (que Candinho quase abandonou seu filho), entre outros. 
Podemos concluir então que Machado foi um grande escritor, abordando situações da sociedade, com sua ironias, atemporalidades e outras características de suas histórias, sendo um autor para frente de seu tempo, e inspiração para a literatura brasileira nos dias atuais.   

Victória Fukase Luposeli, 9ºC, Nº30 
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Júlia Asaumi Nº21 9ºC
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Júlia Asaumi Nº21 9ºC
Joaquim Maria Machado de Assis foi um grande escritor do século XIX. Filho de Francisco de Assis ( neto de escravo alforriado) e Inácia Maria Rosa (filha de imigrantes portugueses), hoje em dia é considerado por muitos críticos, estudiosos, escritores e leitores um dos maiores senão o maior nome da literatura brasileira. 

Cansado da vida pacata no subúrbio, decide tentar viver sua própria vida sozinho. Ele que sempre foi atraído pela literatura, ao contrário de muitos da sua classe social (era muito humilde quando pequeno), sabia ler e escrever. Gostava de ir ás redações, pois eram lugares que escritores frequentavam.  Pouco a pouco, com seu primeiro poema publicado em um jornal, começou a ir a eventos e festas (aproveitando para citar algumas de suas criações literárias). Logo, cada vez mais aprendendo mais coisas, nasceu o poeta, contista, autor de peças teatrais, cronista e crítico que conhecemos como Machado de Assis.

Ele participou ativamente da imprensa brasileira, comentando e escrevendo sobre tudo que acontecendo de interessante no Brasil, além de claro, usar sua observação crítica para apontar críticas agudas a sociedade da época (sem deixar de ser elegante, obviamente). Escreveu centenas de contos, romances e outros textos de variados gêneros ao longo de sua vida, estes que até hoje são considerados textos referência em provas como ENEM e em diversos outros vestibulares, isso em função das críticas profundas feitas nas suas palavras.

Agora  falando mais sobre sua forma de escrita, sabemos que a principal característica da escrita machadiana é o uso da ironia para criticar a sociedade. É perceptível que a forma como são abordadas as críticas por Machado, não são direcionadas apenas para uma época específica, mais sim, para qualquer tempo (mostrando que os textos tem uma atemporalidade inserida). Mas como assim?

Bem, se pegarmos um exemplo dos contos já lidos aqui por nós como o Pai Contra Mãe, se analisarmos atentamente a crítica tanto em relação á escravidão velada (que faz com que pessoas se sintam oprimidas por conta ou das imposições da sociedade, ou das condições que a mesma impõem para um cidadão),  quanto ao egoísmo de uma pessoa (a ponto de colocar um problema fútil acima de um problema enorme), podemos perceber que  estes problemas existem nos dias atuais. Muitos trabalhadores pobre brasileiros  acabam sendo escravos da própria sociedade, que os fazem realizar coisas trabalhos não tão honrosos pela sobrevivência.

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         <pubDate>2020-04-29 17:30:31 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jaqueline_fiorelli/machado_criticasocial/wish/539890614</guid>
      </item>
      <item>
         <title>9ºA-Arthur Marin Dutra e Silva- Nº3</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jaqueline_fiorelli/machado_criticasocial/wish/549089377</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Atemporalidade nos contos de Machado de Assis</strong></div><div>Biografia:</div><div>Machado de Assis (Joaquim Maria Machado de Assis), jornalista, contista, cronista, romancista, poeta e teatrólogo, nasceu no Rio de Janeiro, RJ, em 21 de junho de 1839, e faleceu também no Rio de Janeiro, em 29 de setembro de 1908. É o fundador da cadeira nº. 23 da Academia Brasileira de Letras. Velho amigo e admirador de José de Alencar, que morrera cerca de vinte anos antes da fundação da ABL, era natural que Machado escolhesse o nome do autor de O Guarani para seu patrono. Ocupou por mais de dez anos a presidência da Academia, que passou a ser chamada também de Casa de Machado de Assis.</div><div><strong>Características das obras de Machado:</strong></div><div>Durante a leitura dos contos de Machado, mais especificamente em, “O Caso da Vara”, “Pai contra Mãe”, “O Enfermeiro” e “A Causa Secreta” (os contos que a gente leu até o momento), conseguimos notar vários elementos que Machado utiliza, são eles, a ironia, as metalinguagens, o diálogo com o leitor e o romantismo.</div><div>Porém, a ironia nos contos de Machado não é muito perceptível, ela é muito discreta e também faz uma crítica social.</div><div>Podemos relacionar alguns elementos da obra Machadiana com a atualidade, como por exemplo, no conto “A Causa Secreta”, o título quer dizer sobre o prazer na crueldade que Fortunato sentia, e essa era a causa secreta dele. Um exemplo atual de critica é a briga entre os cães, onde pessoas pagam para ver os cães se matarem.</div><div>E infelizmente, as brigas entre cães, ainda existe no mundo, mas, atualmente, as brigas são clandestinas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-04 12:29:04 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jaqueline_fiorelli/machado_criticasocial/wish/549089377</guid>
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      <item>
         <title>Tammy Hatori Ribeiro - Nº26 - 9ºB</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jaqueline_fiorelli/machado_criticasocial/wish/549091705</link>
         <description><![CDATA[<h1><strong>A ATEMPORALIDADE DAS OBRAS DE MACHADO DE ASSIS</strong></h1><div><br></div><div>                Machado de Assis é considerado por muitos o maior escritor brasileiro. Suas histórias tratam (com uma marcante ironia) de assuntos sérios, e que mesmo tendo sido escritas no fim do século XIX e início do XX, podem retratar com atemporalidade vários aspectos da vida humana. Para demonstrar como essa característica está presente em suas obras, irei analisar neste texto alguns de seus contos:</div><div>            O conto <em>Pai contra Mãe </em>se passa no Rio de Janeiro durante o Segundo Reinado, e tem como protagonista Candinho, um homem de uma classe social baixa, que trabalha como caçador de escravos fugidos e que precisava de dinheiro para não ter que deixar o filho recém-nascido na roda dos enjeitados. Ele não consegue o dinheiro para cuidar da criança (o que não foi por falta de oportunidades, já que ele teve vários empregos bons, mas nunca estava satisfeito), e acaba por ter que levá-la à roda, mas no caminho ele encontra uma escrava fugida, e vê isso como uma oportunidade para acabar com o seu sofrimento. A escrava lhe implora para que a solte, pois ela está grávida e sabe que seu patão irá fazer com que ela aborte, mas o homem não hesita em entregá-la para receber a recompensa e poder cuidar de seu filho, mesmo que isso signifique que ele esteja acabando com uma vida.   </div><div>            Ao longo dessa história vamos percebendo que os seus personagens são complexos, assim como pessoas reais. Podemos perceber isso observando Cândido, pois ele age de diferentes formas dependendo de onde se encontra, já que no espaço privado, ou seja, em sua casa, ele é um bom pai e marido dedicado, enquanto no espaço público age de forma violenta e egoísta, pois “os fins justificam os meios”. </div><div>         Podemos perceber que além da escravidão institucional, Machado também retrata a escravidão velada, onde os mais pobres acabavam tendo que fazer os piores trabalhos (no caso do conto, caçar escravos fugidos) para conseguir o mínimo de dinheiro para sobreviver. Infelizmente, esse tipo de escravidão é praticado até hoje, pois muitas pessoas ainda se submetem a trabalhos horríveis, muitas vezes em troca apenas de um prato de comida e um lugar para dormir.</div><div>            No final da história vemos que Candinho tem sua “consciência acomodada” em relação ao sofrimento que ele causou na escrava, como podemos perceber no trecho “nem todas as crianças vingam, bateu-lhe o coração”. Nos dias atuais também podemos perceber essa banalização do mal, pois acabamos perdendo a capacidade de nos indignar diante de acontecimentos ruins. Por exemplo, quantas vezes não ligamos a TV e vemos notícias de acidentes, e pensamos que aquilo é algo totalmente normal? </div><div>            Outro conto de Machado é <em>O Caso da Vara, </em>que também se passa no Rio de Janeiro. Porém, dessa vez, o nosso protagonista é um jovem de classe social alta, Damião. A história começa com ele fugindo do seminário e indo pedir ajuda a Sinhá Rita, pois ele não quer se tornar um padre. Sinhá é persuadida pelo menino a fazer com que o padrinho dele (João Carneiro) convença o pai de Damião de que ele deve abandonar o seminário. O garoto é colocado em um conflito moral ao final da história, pois Sinhá Rita 🤬 para ele lhe passar uma vara para castigar a escrava Lucrécia, uma menina que ele tinha prometido para si mesmo que apadrinharia, mas o garoto sabe que agradar Rita é a oportunidade que ele tem para alcançar seu objetivo. Sendo assim, ele decide entregar a vara.</div><div>            Nesse conto também são apresentados personagens complexos, que agem de diferentes modos dependendo do espaço e das pessoas com que se encontram. Um exemplo é Sinhá Rita, que é bondosa e engraçada com Damião e as mulheres que visitam sua casa, uma atitude que não se mantêm quando ela está no espaço privado, como quando ela castiga Lucrécia apenas pelo fato da menina ter rido de uma piada de Damião, ou quando ela age de forma autoritária, achando que pode mandar em todos, por exemplo, ao obrigar João Carneiro a convencer o pai do garoto de que ele devia sair do seminário.</div><div>            Vemos que a farsa dos poderosos encobre a tragédia dos que sofrem, afinal, o teatro de Damião para convencer Sinhá Rita a ajudá-lo fez com que Lucrécia fosse castigada. Infelizmente, essa situação se repete até os dias atuais, pois para conseguir alcançar seus interesses, os mais poderosos acabam mascarando o fato de que para isso eles causaram sofrimento. Por exemplo, várias marcas famosas, como Coca-Cola, Zara e Apple usaram a escravidão velada na fabricação de seus produtos.</div><div>            Ao final da história podemos perceber o egoísmo humano, pois o garoto preferiu sacrificar o bem da escrava pela chance de alcançar seu objetivo de sair do seminário (uma situação semelhante à do conto <em>Pai contra Mãe, </em>quando Candinho decide que continuar com seu filho é mais importante que salvar a vida do filho da escrava).        </div><div>            No conto <em>O enfermeiro,</em> lemos um relato de Procópio, já a beira da morte, à um personagem desconhecido, onde ele confessa ter cometido um crime. Ele nos conta que inicialmente era um homem de classe social baixa, um copista que morava de favor. Isso muda quando ele consegue um emprego como enfermeiro de um velho e rico coronel, que todos diziam ser um homem terrível. Durante muito tempo ele foi maltratado, xingado e até agredido pelo coronel, até que um dia, em um ataque de raiva, acaba o enforcando. A princípio ele 🤬 com medo de que alguém descubra que ele o assassinou, até que descobre que é o herdeiro da herança do velho. Procópio passa a sempre falar bem do coronel, dizendo que ele era uma ótima pessoa (mesmo que todos saibam que isso é uma mentira), e no começo pensa em doar todo o dinheiro, mas conforme o tempo vai passando, ele decide fazer pequenas doações e continuar com o dinheiro para si.        </div><div>            Vemos que, assim como em <em>Pai contra Mãe,</em> o personagem tem a “consciência acomodada”, pois com o passar do tempo ele vai tentando justificar suas ações, chegando a se convencer de que ele nem mesmo teria matado o velho, e que a sua morte naquele momento teria sido apenas uma coincidência. Sendo assim, o registro que lemos acaba se mostrando mais uma tentativa de se explicar do que uma confissão realmente arrependida. </div><div>        Atualmente, também tentamos acomodar nossas consciências, buscando sentir menos culpa no que sabemos que fizemos errado, especialmente quando saímos ganhando com isso. Afinal, como o próprio conto cita “Bem-aventurados os que possuem, porque eles serão consolados”.</div><div>       O último conto que analisarei será <em>A Causa Secreta</em>. A história foca em três pessoas: Garcia, Fortunato e Maria Luísa. García era um médico que se tornou amigo e sócio de Fortunato, que se casa com Maria Luísa, uma moça que aparenta ser frágil e solitária. O médico percebe que está apaixonado pela moça, mas decide manter isso em segredo. Um dia, Fortunato revela sua verdadeira face, como alguém que sente prazer pelo sofrimento dos outros, quando Garcia e Maria Luísa o encontram lentamente torturando um rato com fogo, ao invés de matá-lo logo. Com o passar do tempo, a moça 🤬 doente, e mesmo assim seu marido continuou frio, apenas olhando a dor que sentia. Ele só se daria conta que estava sozinho quando ela dera seu ultimo suspiro. Porém, nem isso mudaria seus horrorosos hábitos, pois, enquanto Garcia se despedia do cadáver, sofrendo pela pessoa que amou, Fortunato observava aquilo com satisfação.  </div><div>       Nesse conto podemos perceber um contraste entre as aparências e o caráter, afinal, Fortunato a princípio parece ser alguém sério, mas que se importa com os outros, já que ele se compromete a ajudar o homem desconhecido que encontrou ferido na rua. Porém, conforme conhecemos o personagem, passamos a entender suas ações anteriores no conto, pois percebemos que ele sentia prazer em observar o sofrimento alheio, qualquer fosse a razão. Hoje em dia, também encontramos pessoas com aparências que nos enganam, e por isso devemos nos esforçar para descobrir o real caráter delas.</div><div>       Esses são só alguns exemplos das diversas obras machadianas que poderíamos ter analisado. Podemos perceber que elas, mesmo tendo sido escritas a mais de cem anos atrás e se passando em uma época bem diferente da nossa, possuem diversos elementos que tratam sobre o caráter e a vida humana, fazendo com que seus textos possam representar pessoas de qualquer época.           </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-04 12:30:03 UTC</pubDate>
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         <title>Giovanna Presotto 9C N13</title>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Machado de Assis<br></strong><br></div><div><strong>Análise dos contos<br></strong><br></div><div><strong>A crítica presente nos contos pode ser considerada atemporal?<br></strong><br></div><div>No morro do Livramento, no Rio de Janeiro, no dia 21 de junho de 1839, nasceu Joaquim Maria Machado de Assis. Sua mãe Maria Leopoldina Machado de Assis, era uma imigrante portuguesa, seu pai Francisco José de Assis, eles eram alfabetizados, o que não era nada comum naquela época; até hoje em dia, não há fontes de que ele foi para a escola, então provavelmente tudo o que ele aprendeu, de escrever e ler, até os outros estudos ele aprendeu em casa com os seus país. Machado de Assis teve uma irmã, chamada Maria, ela nasceu em 1840, porém morreu 5 anos depois em 1845, de Sarampo.<br><br></div><div>Em 1849, sua mãe morreu, e o menino só tinha 10 anos. Ele e seu pai foram para São Cristóvão; no pouco tempo que eles passaram lá, ele pegava a barca e ia que ligava o bairro até o centro, e no tempo aproveitava para ler.<br><br></div><div>Como gostava de literatura, ele começou a frequentar redações de jornal, pois era o lugar que ficava os grandes escritores. Antes deles lançarem os livros, publicavam nos jornais, essas histórias chamadas de folhetim, saiam em capítulos, e que acompanhavam o interesse do público.<br><br></div><div>1873, ganhou uma promoção, sendo nomeado como 1º oficial de Secretaria do Estado do Ministério da Agricultura, Comércio e Obras públicas, em 1888 ganhou o título de oficial da Ordem da Rosa; em 1889, passou a ser diretor da Diretoria do comércio, e em 1892, foi designado diretor-geral da Viação, e a cada ano ele se dedicava mais a literatura. Os quatros primeiros romances publicados foram <strong>Ressurreição (1872), A mão e a luva (1874), Helena (1876) e Iaiá Garcia (1878).<br></strong><br></div><div>No dia 15 de dezembro de 1896, ele realizou a primeira sessão da Academia Brasileira de Letras. Ele assistiu a importantes fatos, como fim da escravidão, chagada do século XX, novidades científicas e tecnologias, que transformavam rapidamente a face do mundo.<br><br></div><div>Nos contos em que nós lermos, Pai contra mãe, O enfermeiro, O caso da vara, e A causa secreta. Nele, vemos a ironia como um recurso muito presente nesses contos, e em todas as obras dele. Ele usa a ironia, para através dela fazer uma crítica. Nesses contos que lemos, vemos diversas classes sociais, épocas diferentes, vemos relações como, o servil (quem serve) ser vil (o que dá as ordens), temos também de certo modo uma acomodação da consciência de alguns personagens.<br><br></div><div>No “Pai contra mãe”, Machado faz uma crítica a escravidão, o narrador ele mostra o ponto de vista da maioria da sociedade, assim mostrando uma certa acomodação da sociedade, sendo favorável a ela, e favorável a a seus métodos de tortura, porém pela ironia ele coloca o seu ponto de vista, nos mostrando que é contrário a escravidão e aos seus métodos de tortura.<br><br></div><div>No conto o ‘O caso da vara” ele mostra o egoísmo, a relação de servil (quem serve) e ser vil (quem dá as ordens), vemos outra classe social, uma que tem mais status, influencia na sociedade; vemos uma farsa, tragédia. Também apresentando uma ironia, que está presente nos nomes de alguns personagens, o de João Carneiro e Lucrécia.<br><br></div><div>O conto “O enfermeiro”, é um conto diferente, um conto psicológico. Nele temos um espaço psicológico, diz sobre o que os narradores se sentem, dos sentimentos dos personagens no momento que eles narram, temos também o tempo psicológico, ele é o tempo das lembranças, o estado de espirita dos personagens, e nele contam os fatos que os marcaram muito, ele é um tempo individual, e nem sempre é linear. Nesse conto, ele mostra uma certa acomodação da consciência ao passar dos anos, um certo sentimento de culpa.<br><br></div><div>Em “A causa secreta” ele aborda a crueldade uma com as outras, o que é muito presente em nossos dias, e o que não é nem bom nem ruim segundo o conto. Ele fala sobre dois homens Fortunato, que amava os doentes, e Garcia um médico. O conto tem esse nome, pois é a razão para o homem ser daquele jeito, gostar de ver as pessoas sofrerem, ele gostava daquilo. E por isso tem esse nome, pois era a causa secreta dele. <br><br></div><div> <br><br></div><div> <br><br></div><div> <br><br></div><div>            <br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-04 12:33:54 UTC</pubDate>
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         <title>Alice Fontana Nº1 9ºB</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Machado de Assis, um escritor de obras literárias inesquecíveis<br></strong>Análise dos Contos de Machado de Assis<br><br></div><div>A crítica presente nos contos pode ser considerada atemporal?</div><div><br></div><div>Machado de Assis, foi um escritor, que viveu durante o período do século XIX e XX, era um homem filho de mulatas, que não teve a constante presença de sua mãe e sua irmã que faleceram pouco tempo depois deste nascer. Segundo a sua biografia, Machado não se recordava muito de sua infância, mas se lembra de ser coroinha, e de frequentar constantemente a igreja. <br><br></div><div>Machado não havia nem completado seus 16 anos de idade, quando publicou seu primeiro trabalho literário. Nos dias atuais, a obra de Machado surpreende muito de seus leitores que mesmo após 100 anos depois de sua morte, suas obras ainda podem ser relacionadas a realidade, de forma clara e visível. O que gera uma grande estranheza para seus leitores, que em comparação com aquele período possui muitas diferenças com o nosso atual, mas Machado conseguiu fazer relações que atualmente circundam na sociedade.<br><br></div><div>Em sala de aula, lemos diversos contos deste surpreendente autor, tais quais: “Pai Contra Mãe”, “O Caso da Vara”, “O Enfermeiro” e “A Causa Secreta”. O conto <strong>“Pai Contra Mãe”</strong> conta uma história que ocorria quando a lei Eusébio de Queiroz foi instalada, portanto, se passava durante o Segundo Reinado. A lei dizia que o tráfico de escravos, agora seria considerado um crime, por tal fato, o número de escravos reduzia lentamente e a falta de que um escravo fazia em um engenho quando fugia era enorme. Por conta disso, um novo “emprego” surgiu na sociedade da época, nomeado como “’Caçador de Escravos” no qual a pessoa procurava os escravos que fugiram do engenho, e em troca recebia dinheiro. <br><br></div><div>E este era o trabalho de Cândido Neves, personagem fictício criado na história, também conhecido como Candinho. O personagem sofria com a indecisão de arranjar um emprego, e também pelo fato de sua mulher estar grávida. Ao decorrer da narrativa, Cândido que aparentava ser um marido carinhoso também mostra seu lado mais agressivo, por meio da agressão que gerou em uma escrava fugitiva que se apresentava grávida. Sua atitude resultou no aborto da escrava em frente à casa do dono dela. <br><br></div><div>Se refletirmos bem, podemos ver a relação que podemos estabelecer, Candinho seria representado na atualidade como um cidadão da classe média baixa, o dono do engenho, classificado como um cidadão da classe média alta. Já a escrava Almerinda, representaria um cidadão da classe baixa. Portanto, o conto mostra, a superioridade que a classe média impõe diante da classe baixa, as desigualdades presentes na divisão dessas classes, Almerinda tão pouco tem o direito de se expressar, é uma escrava, é comandada por alguém visto na sociedade como superior, seus direitos tão pouco existiam. <br><br></div><div>O conto <strong>“O Caso da Vara”</strong>, narra a história de Damião, um jovem que era obrigado a frequentar o seminário (olha só a importância da igreja nas famílias da época, lembrando o fato de que Machado era coroinha), para que conseguisse se libertar desta obrigação, Damião conversa com Sinhá Rita, que era uma dona de escravos, próxima de João Carneiro, (um amigo em comum do pai de Damião e padrinho de Damião). Damião conversa com a mulher para que ela convencesse João Carneiro para que este fizesse com que o pai deste deixasse de obrigá-lo a frequentar o seminário. Ao longo da narrativa, vimos a presença de uma escrava jovem, nomeada Lucrécia que era constantemente maltratada por Sinhá Rita. <br><br></div><div>Em nossas aulas refletimos o conceito de “Ser vil” e “Servil” cujos ainda se encontram na atualidade, mesmo que em alguns casos despercebidos. Estes conceitos foram impostos a partir da atitude das personagens, em alguns momentos apresentavam ações rudes e maldosas, já em outros momentos, apresentavam ações de servir alguém. Mas Lucrécia se diferenciava das demais, está só apresentava ações de servir, tanto porque, era uma escrava. Na atualidade, podemos ver esses dois conceitos, mas talvez um pouco mais discretos, o conceito de “Ser vil” podemos pensar no fato de que muitas crianças apresentam ações muito parecidas com as tomadas nas ações de Damião no conto, tal como de “fazer teatro” na frente dos pais, ou parentes. Já o conceito de “Servil” se apresenta por exemplo nos trabalhos.<br><br></div><div>            O conto <strong>“O Enfermeiro</strong>” conta a história de um homem que trabalha como enfermeiro de um outro homem já mais velho, e que aos poucos perde sua paciência com o idoso que frequentemente o provocava, e ameaçava-o. Ao longo do conto, vemos que Procópio o enfermeiro, mata o idoso, mas logo se arrepende de tal fato e mostra sua consciência culpando-o constantemente de tal atitude grotesca. E assim, passa o resto da narrativa, mostrando Procópio sofrendo acusações de sua própria consciência, e aos poucos tentando suavizar o ocorrido.<br><br></div><div>            A relação que podemos estabelecer entre este conto e a atualidade seria que mesmo nos tempos atuais a sociedade ainda não desenvolveu um suposto “controle” destas culpas que a consciência constantemente nos causa. Ou então, do fato de que nós não temos o “controle” das ações que podem ocorrer quando nós nos apresentamos com raiva.<br><br></div><div>            O conto “A causa secreta” narra a história entre três personagens, Fortunato, Garcia e Maria Luíza, cuja era a esposa de Fortunato. A história se centra na amizade entre Fortunato e Garcia, e também pela paixão secreta que Garcia tinha por Maria Luíza. Em um momento, vimos uma cena, que de certo modo surpreende o leitor, na cena mostrava Fortunato cortando as patas de um rato e jogando-o no fogo, sem mata-lo, o que gera no leitor o pensamento de que Fortunato agia de tal forma, para não matar o rato, mas com a intenção de torturá-lo.<br><br></div><div>            E com base nisso, a análise que podemos estabelecer é que Fortunato sentia prazer no sentimento de tortura, repúdio. Isso não só é mostrado na cena do rato, mas como também é mostrado no final da história, quando Garcia beija Maria Luíza na testa após o falecimento desta, ou seja, Fortunato gostava deste sentimento de crueldade mesmo sendo contra ele. E de certa forma, podemos relacionar isso a atualidade porque, nos momentos atuais, também podemos observar a presença da crueldade, por exemplo quando as pessoas desejam a vingança de uma determinada pessoa.<br><br></div><div>            Portanto, com base, em todas as relações que podemos estabelecer entre estes contos de Machado de Assis, e a atualidade, podemos afirmar, que sim, os contos de Machado de Assis podem sim ser considerados atemporais, porque até mesmo nos dias atuais podemos estabelecer relações com a sociedade atual.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-04 12:34:27 UTC</pubDate>
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         <title>
 Atemporalidade nos contos de Machado de Assis – Pedro Henrique n19 9B</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><div>Machado de Assis (Joaquim Maria Machado de Assis) é um dos maiores escritores da língua portuguesa de todos os tempos. Considerado o pai do realismo brasileiro, cujo marco inicial é seu romance Memórias póstumas de Brás Cubas (1881), o autor tem importância fundamental na constituição da literatura brasileira. Nasceu em 21 de junho de 1839, no Morro do Livramento, região marginalizada do Rio de Janeiro. Pobre, descendente de escravos, gago e epilético. Já idoso e tomado pela depressão, Machado de Assis falece no dia 29 de setembro de 1908, aos 69 anos de idade.</div><div> </div><div>Até agora, estudamos os contos: Pai contra Mãe, O Caso da Vara, O Enfermeiro e, também, A Causa Secreta. Esses contos tem a presença de diversas classes sociais, da ironia, o servil e o ser vil, e sempre tem alguma crítica atemporal, ou seja, que pode ser usada em qualquer momento da história, estão “a frente do seu tempo”.</div><div> </div><div>No conto Pai contra Mãe, temos como crítica principal a banalização da violência e a escravidão (institucional e velada), na qual podemos ver a banalização da sociedade com relação a violência sobre os escravos negros, que eram considerados inferiores, e ao mesmo tempo Cândido também sofre com a escravidão, e tem que prejudicar os escravos negros para ter algum dinheiro. Um exemplo atual de banalização da violência pode ser os linchamentos. Nesse conto também está presente a ironia, como por exemplo nos nomes das ruas, no caso a Rua da Ajuda, onde a escrava é capturada e 🤬 ajuda, mas ninguém vem a seu socorro, e na Rua do Parto, enquanto no final do conto a escrava sofre um aborto.</div><div> </div><div>No conto O Caso da Vara, temos como crítica a escravidão, o egoísmo, a banalização da violência, a relação entre o servil e o servil e a manipulação, muito parecido com o conto Pai contra Mãe. Nele, estão presentes trechos de ironia, como por exemplo no momento que Damião tem que entregar a vara para sinhá Rita, ele pensa “cruel instante”, ou seja, a escrava Lucrécia vai apanhar, porém ele se considera o injustiçado e sofredor de um cruel instante. Um exemplo atual dessa manipulação e egoísmo é, por exemplo, relacionamentos abusivos com chantagens emocionais.</div><div> </div><div>No conto O Enfermeiro, que diferente dos anteriores é um conto psicológico e não social , ou seja, temos o tempo psicológico (que seria as lembranças)  e o espaço psicológico (os sentimentos e tensões do personagem). Nele temos como crítica o servil e o ser vil, e principalmente a acomodação da consciência após atos cruéis, no caso do conto, após um assassinato. Um exemplo de ironia no conto é quando, após matar o coronel, o protagonista tenta se forçar a acreditar  que ele que eram servil, e o protagonista era apenas uma vítima.</div><div> </div><div>No conto A Causa Secreta, também psicológico, a crítica é a crueldade com os outros, e o prazer nesses atos. Nele, a ironia está no próprio titulo, pois descobrimos que a causa secreta é o prazer na crueldade que Fortunato sentia, e assim descobrem o  porquê dele gostar dos doentes, descobrem a causa secreta dele. Um exemplo atual da crítica é nas brigas de cães, onde pagam para ver animais se matarem.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-04 12:35:25 UTC</pubDate>
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         <title>Luana Scala N14 9B </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Obras Machadianas</div><div><br></div><div>As obras Machaddianas podem ser consideradas atemporais em meu ponto de vista pois, mesmo que o conto tenha uma data, as críticas que ele faz podem ser consideradas como críticas de hoje em dia, com coisas que acontecem ou que nós fazemos. Se pensarmos em algumas ações que fazemos que podemos relacionar com os contos de machado, quando nós pensamos demais em nós mesmos/em nossos problemas e esquecemos do próximo e isso acaba o prejudicando, podemos relacionar com o conto “Pai contra Mãe” quando Candinho só pensa nos seus problemas, é egoísta e pega a escrava e isso a prejudica. Podemos relacionar também quando nós temos nossos “segredos” e acabamos escondendo eles, ou quando nós fazemos algo ruim e temos que esconder pois não devíamos ter feito aquilo, podemos relacionar com “A causa Secreta”, pois o Fortunato tortura animais por prazer, e o Garcia tem uma paixão secreta pela mulher de Fortunato, e os dois não podiam contar isso para ninguém.</div><div>Podemos pensar também que Machado quer mostrar que todo mundo tem duas caras, apenas depende de seu ponto de vista. Ele deixa isso claro em “O Caso da Vara” pois de um lado Damião pode ser considerado a vitima da historia quando ele estava no seminário (estava sendo obrigado a estar lá), ele também pode ser considerado a vitima quando ele fugiu e teve que enfrentar seu pai e seu tio bravos com ele, mas ele deixa de ser vitima quando ele pensa apenas em si mesmo e passa a vara para a dona Sinhá bater na escrava.</div><div>Em “O Enfermeiro”, a crítica de Machado é que nós tentamos diminuir um coisa ruim que nós fizemos para não sentir tanta culpa e não ter que se responsabilizar por outros problemas que iriam vir. E foi isso que o enfermeiro fez, após matar o paciente, ele ficou pensando que não tinha problema ele matar pois ele foi o único que conseguiu chegar onde ele chegou, e assim ele se sentiu menos culpado e até ficou com a herança que o velhinho havia deixado para ele.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-04 12:44:08 UTC</pubDate>
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         <title>Luísa Resende Nº20 9ºA</title>
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         <description><![CDATA[<div><strong>MACHADO DE ASSIS E SEUS TEXTOS</strong><br><br></div><div>Joaquim Maria Machado de Assis foi um famoso escritor brasileiro, que nasceu dia 21 de junho de 1839 no Rio de Janeiro e, foi um dos nomes mais respeitados na sociedade brasileira letrada do fim do século XIX e início do XX. Além de ter sido jornalista, teatrólogo, crítico de teatro e crítico literário, Machado escreveu várias poesias, contos e romances. <br><br></div><div>Em nossas aulas, vimos que, as narrativas machadianas se tratam de, contos socias (conflito está ligado a algum problema presente na nossa sociedade, os personagens representam grupos socias, no final, provoca um engajamento no leitor, uma tomada de consciência frente aos problemas da sociedade) ou de contos psicológicos (é uma narrativa cujo o fato principal sempre está relacionado às lembranças e sentimentos dos personagens, e que aborda a predominância do tempo psicológico, ou seja, um tempo das lembranças, que está vinculado ao estado de espírito das personagens, como elas se sentem). Portanto, ambos os tipos de conto possuem um tempo e espaço limitado, um objetivo principal em vista e, poucos personagens.<br><br></div><div>Também durante esse primeiro trimestre, fizemos a leitura e a análise de alguns de seus famosos contos, sendo eles “Pai contra Mão”, “Caso da Vara”, “O Enfermeiro” e “A causa secreta”. E em todas essas obras vistas, pudemos notar a presença de várias ideias implícitas nas entrelinhas e, da ironia, juntamente ao senso de humor, que não são deixados de lado nem mesmo quando se trata de assuntos graves. A ironia é a utilização de palavras que manifestam o sentido oposto do seu significado literal, ela afirma o contrário daquilo que se quer dizer ou do que se pensa, a ironia procura valorizar algo, mas quando, na realidade, quer desvalorizar.  Aprendemos que, nos textos machadianos, a ironia é algo muito marcante pois, Machado de Assis faz com que seu narrador se aproprie da voz de certo grupo social e, da sua visão de mundo, para poder critica-lo. Um exemplo da presença da ironia é no conto “Pai contra Mãe”, no trecho onde é dito “(...)e nem todos gostavam de apanhar pancada(...)”, já que esse trecho é uma crítica social, nesse caso à escravidão, pois é certo que ninguém, sem exceções, gosta de apanhar a pancada.<br><br></div><div>Então, após estudar um pouco a história de Machado de Assis, ler e analisar seus textos, podemos dizer que a crítica presente em seus contos é atemporal, pois ela não é necessariamente afetada com passar do tempo, ou seja, que faz parte de qualquer época ou tempo. Além disso, suas histórias não são datadas, já que são amplas por tratam de um problema da sociedade como um todo.<br><br></div><div> <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-04 12:49:33 UTC</pubDate>
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         <title>Thaís Sciammarella Taniguchi - n28 - 9B</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jaqueline_fiorelli/machado_criticasocial/wish/549172173</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>MACHADO DE ASSIS<br></strong><br></div><div>O escritor seguia os princípios do realismo, como a objetividade e a linguagem clara, quando achava interessante, mas rompia com o movimento sempre que achava necessário para sua narrativa.<br><br></div><div>Algumas das principais características de Machado de Assis são:<br><br></div><div>- Personagens metafísicos<br><br></div><div>- Capítulos curtos<br><br></div><div>- A mesquinhez humana é colocada como uma grande reflexão e a precariedade humana<br><br></div><div>- Apresenta uma moderna escrita com desprendimento do tempo (passado-presente-futuro) não seguindo, assim, um enredo de ordem cronológica<br><br></div><div>- Uso do tempo psicológico, de acordo com a memória do personagem, <br><br></div><div>- Sempre se via uma atitude e posição de manifestação ostensiva pelo poder<br><br></div><div>- Mostra visão pessimista diante dos conflitos da vida, no ser humano e no mundo<br><br></div><div>- Crítica irônica das mais diversas situações das pessoas, das relações entre elas em meio aos padrões de comportamento como casamento, família, religião, amizades etc.<br><br></div><div>- Contos psicológicos e sociais, até onde estudado agora<br><br></div><div><strong> <br></strong><br></div><div><strong>PAI CONTRA MÂE <br></strong><br></div><div>O conto tem início com uma explanação do autor a respeito de algumas atividades e produtos relacionados ao período da escravidão no Brasil, particularmente a repressão aos negros fujões. Outro ofício era o de caçador de escravos fugidos, ao qual se dedicavam aqueles que não encontravam sucesso em outra profissão ganhar a vida de alguma forma (emprego considerado pejorativo). <br><br></div><div>É o caso do protagonista, Cândido Neves. Depois de tentar diversos ofícios e fracassar, tornou-se caçador de escravos. <br><br></div><div>Então, podemos concluir que "Pai contra mãe" faz uma crítica social à questão da escravidão (tanto a velada quanto a institucional) mostrando a banalização presente na sociedade quanto a violência com os escravos e trabalhadores que também sofrem de escravidão (instituconal) e devem ferir outros para garantir algum recurso financeiro.<br><br></div><div> <br><br></div><div><br><strong>O CASO DA VARA<br></strong><br></div><div>O conto "O caso da Vara" aborda sobre Damião, um jovem que está sendo forçado por seu pai a participar do seminário (para se tornar padre), apesar de ser contra a sua vontade.Então, ele foge e resolve procurar abrigo com Sinhá Rita, uma mulher dona de escravos que aparentemente era uma grande amiga de João Carneiro. Ao mencionar seu desgosto por tal carreira, Sinhá Rita é convencida de ajudá-lo e convoca João para que ele intercedesse por Damião falando com seu pai.<br><br></div><div>Tranquilo com seu objetivo cumprido, Damião resolve descontraír o ambiente contando piadas, que acabam entretendo Lucréssia (jovem criada de Sinhá). Percebendo que a menina estava destraída, resolve ameaça-lá.<br><br></div><div>João Carneiro recebe a informação de Sinhá Rita e entra em contato com o pai de Damião, que não concorda com a vontade do filho.Sinhá Rita ameaça João dizendo que se ele não resolvesse ela cortaria o contato entre eles.<br><br></div><div>Ao final do conto a jovem Lucréssia não havia finalizado seu serviço e Sinhá resolve lhe dar uma lição e 🤬 para que Damião lhe passasse a vara; e após realizar uma rápida reflexão, ele à ajuda. <br><br></div><div>Machado  usa sua ironia para fazer uma crítica contra a escravidão da época  mas que permanece nos dias atuais, baseando-se na crueldade e interesse de Damião. Há também referência social quando ele passa a vara para Sinhá Rita violentar a jovem escrava Lucréia, que nos gera a reflexão de que a sociedade atual vive tendo essa característica de frieza (falta de sentimento ou posicionamento no lugar do outro) e acaba "passando a vara" para violentar "Lucréia" apesar de terem outra opção à seguir.<br><br></div><div>O conto estabelece a relação de servil (criado) e ser vil (vilão) que pode ser analisada pela personalidade dos personagens sendo: Sinhá Rita uma senhora autoritária e manipuladora (ser vil); Damião sendo teatral (tentando se passar por vítima) e astucioso (ao colaborar com a agressão de Lucréssia se torna um ser vil); e Lucréssia que é vítima de opressão (ser vil).<br><br></div><div><br><strong>O ENFERMEIRO<br></strong><br></div><div>O conto psicológico é uma narrativa cujo fato principal sempre está relacionado às lembranças e sentimentos dos personagens, que flui de acordo com as emoções, portanto a apresentação dos fatos pode ou não seguir a ordem cronológica dos acontecimentos, já que o tempo das emoções não é linear; o espaço físico também é marcado do ponto de vista de como  são sentidas as experiências. Como o fato principal está relacionado às lembranças e sentimentos do personagem Procópio (característica mencionada do tipo do conto), podemos classificá-lo como conto psicológico.<br><br></div><div>O espaço psicológico é formado pela lembrança do enfermeiro Procópio, sendo os sentimentos por ele descritos como: inicialmente simpatia (segundo a descrição do Coronel, o que nos dá a entender que eles estavam se dando bem); depois frequentes e intensos episódios de  discórdia, que aparentemente gera uma tensão entre os dois e o sentimento de rancor (brigas mudam a relação entre os dois); um certo desespero em esconder os hematomas do cadáver; e depois culpa e arrependimento após ver o que o Coronel havia lhe deixado após a morte.<br><br></div><div>Segundo o conto, após receber a herança do Coronel, o enfermeiro passa a se sentir culpado (o que aparentemente não sentia após matá-lo e sem saber da herança) e também se sente arrependido (eu deduzo que seja por gerar sua morte e ser tão bem recompensado, tanto que foi visto como “herói” por acompanhar o Coronel até a morte).<br><br></div><div><br><strong>A CAUSA SECRETA<br></strong><br></div><div>A análise do conto A Causa Secreta, mostra que na perfeita normalidade social de Fortunato (um senhor rico, casado e de meia-idade, que demonstra interesse pelo sofrimento, socorrendo feridos e velando doentes) reside, na verdade, um sádico, que transformou a mulher e o amigo num par amoroso inibido pelo escrúpulo. Este escrúpulo, que gera o sofrimento do par, é a causa secreta do prazer de Fortunato e de sua atitude de manipular o rato. Fascinado pelo gesto frio de Fortunato, Garcia não faz sequer um gesto. Apenas contempla o sócio torturar lentamente um rato. O lento processo prolongava o prazer dele. Portanto, o conto em questão faz crítica a falta de sensibilidade com o outro ao se beneficiar do sofrimento alheio<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-04 13:00:31 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>João Paulo - Nº15 - 9ºA</div><div>A ATEMPORALIDADE DAS OBRAS DE</div><div>MACHADO DE ASSIS (1839-1908)</div><div>Joaquim Maria Machado de Assis nasceu pobre e epilético. Era filho de Francisco José Machado de Assis e de Leopoldina Machado de Assis, neto de escravos alforriados. Foi criado no morro do Livramento, no Rio de Janeiro. Ajudava a família como podia, não tendo frequentado regularmente a escola. Sua instrução veio por conta própria, devido ao interesse que tinha em todos os tipos de leitura. Graças a seu talento e a uma enorme força de vontade, superou todas essas dificuldades e tornou-se em um dos maiores escritores brasileiros de todos os tempos.</div><div>Escreveu diversas obras, e em todas elas, muitos elementos se viam repentinos, o que marca a característica de escrita do autor, tais como críticas sociais, ironia, realismo psicológico, senso de humor, entre outros.</div><div>Até agora, lemos quatro obras feitas por ele: Pai contra Mãe, O caso da Vara, O enfermeiro e O caso secreto.</div><div>O conto Pai contra Mãe, inicialmente, mostra como era a escravidão na época (século XIX). Nos apresenta os instrumentos de tortura e, por meio da ironia, mostra como era a visão do mundo naquele período. Resumidamente, a história conta sobre um caçador de escravos, mais conhecido como Candinho, que ganha a vida realizando esse tipo de ação. Esse homem conheceu uma moça chamada Clara, com quem se casou, indo contra a vontade da tia da moça, Mônica. Com o passar do tempo, acabaram tendo um filho, porém, o homem estava desempregado e não tinha dinheiro para sustentar a criança. Logo, após uma conversa entre os três citados acima, resolveram deixar o bebe na roda dos rejeitados, que ficava perto de uma farmácia.</div><div>Nesse caminho, Cândido se deparou com uma mulata, Arminda, uma mulata que se procurava já havia tempo. A captura dela lhe daria cem mil réis, dinheiro suficiente para que ficasse com o filho. Deixou rapidamente a criança com o dono da farmácia, que já conhecia e partiu para a caça da escrava. A alcançou e amarrou, e no caminho de volta ela revela que estava grávida e que tinha medo de como o patrão reagiria. Cândido a entregou ao dono, e a mulher acabou abortando. Recebeu a recompensa e voltou para a casa com o menino. Nessa situação, ele acabou não tendo compaixão, pois ela estava na mesma luta que ele, ficar como filho.</div><div>Esse conto pode-se considerar atemporal, pois retrata a situação dos negros e da mulher que inda precisam lutar por igualdade, a questão da doação do filho e o egoísmo do ser humano juntamente a forma com que ele se lida com as decisões que toma.</div><div>O conto O Caso da Vara, inicialmente, trata de um Damião, um rapaz que estuda para ser padre, forçado pelo pai. O Damião foge do seminário e vai para casa da Sinhá Rita. Essa mulher aparente é boa, mas, na verdade, é autoritária e mandona. Ela 🤬 para o João Carneiro, um homem submisso a Sinhá Rita. Ele vai até o pai do Damião convence-lo a deixar o Damião sair do seminário. Enquanto o rapaz vai ao encontro do pai de Damião, o Damião 🤬 na casa da Sinhá Rita. O Damião ficou fazendo brincadeiras, enquanto isso, Sinhá Rita ensina as escravas a bordar. Uma delas, a Arminda, sofre muito nas garras da Sinhá Rita. Ela bate na Arminda, ela não pode nem tossir. Em um momento, Sinhá Rita quer bater na Arminda. A escrava 🤬 ajuda ao Damião mas não adianta: ele não ajuda.</div><div>O conto O enfermeiro trata de um rapaz chamado Procópio. Ele vai trabalhar na casa de um velho Coronel Felizberto. Esse coronel é muito ranzinza, chato e etc. O Procópio, inicialmente, é bem tratado. Mas, depois, é maltratado, sendo xingado, humilhado. Cansado com essa vida, o Procópio em um ato de raiva, mata o coronel asfixiado. Procópio 🤬 arrependido e, guarda segredo sobre o que ocorreu. O Coronel deixa todo seu dinheiro para o moço. O Procópio faz doações com a herança para apagar a culpa. Depois, ele questiona os médicos se o Coronel poderia morrer asfixiado. Eles dizem que, de qualquer modo, o idoso morreria de qualquer forma, pois tinha um problema de saúde grave.</div><div>O conto A Causa Secreta ala sobre um médico chamado Fortunato que encontra o Garcia, que estuda medicina. Eles se encontram quando um rapaz se machuca. Ficam amigos e, o Fortunato leva o Garcia para casa dele. Por isso, o Garcia encontra a esposa de Fortunato: a Maria Luísa. Garcia 🤬 apaixonado pela moça. Em certo momento, o Garcia estava na casa de Fortunato e, vê o Fortunato torturando um rato e, gostando disso. Depois a Maria Luisa morre, consequência das agressões constantes que recebia, ocasionando uma tuberculose e, o Garcia 🤬 muito triste. O Fortunato tem em vista o Garcia chorando na frente do caixão da Maria Luisa e ri.... dá risada, ou seja, gosta..., mostrando sua crueldade.</div><div>Nessas três obras, em relação a atemporalidade, temos a presença de um mal comum: a aparência × essência. Na Causa Secreta, por exemplo, o narrador dá indícios que o Fortunato é um dedicado médico, mas, aos poucos, vamos entendendo sua verdadeira face. De igual modo, isso ocorre com as outras personagens de Machado, como Procópio, Damião etc. É como se o Machado fizesse uma crítica forte ao "eu" narcisista que o ser humano cria para si mesmo. Hoje, por exemplo, esse "eu" mostrasse cada vez mais forte, dado ao advento das redes sociais. Assim, o homem contemporâneo mostra somente esse "eu" criado por ele e, deixa na escuridão sua verdadeira face. Assim, nas redes socias, o homem é um ser e, na vida real, outro completamente distinto.</div><div>Em suma, podemos considerar que as obras de Machado de Assis há diversas críticas sociais que continuam atuais, fazendo sentido ainda hoje.</div><div> </div>]]></description>
         <pubDate>2020-05-04 18:01:23 UTC</pubDate>
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         <title>Rafael Ferraz n23 9B</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><div>Joaquim Maria Machado de Assis mais conhecido como Machado de Assis foi um escritor brasileiro que vivei entre 21/06/1839 ate 29/09/1908. As obras mais conhecidas de Machado de Assis são: Ressureição (1872), A mao e a luva (1874), Helena (1876) e vários outros. A Obra de Assis são composta por 10 romances, 216 contos, 10 pecas de teatros, 5 coletâneas de poemas e mais de 600 crônicas. O escritor é considerado por muitos o maior escritor da literatura brasileira.  No começo de sua carreira como escritor Machado escrevia textos mais conservadores porem conforme os anos passaram ele começou a usar mais o realismo em suas obras. <br><br></div><div>Para mim os contos de Machado são considerados atemporais porque todas as questões que ele aborda em sua obra ainda acontece nos tempos atuais, ou seja, esses problemas não são apenas atuais e sim já vem de anos e séculos atrás, <br><br></div><div><strong>  PAI CONTRA MAE <br></strong><br></div><div> Esse conto de Machado conto a historia de um jovem chamado Candido que não conseguia ter um emprego fixo pois ele sempre 🤬 ‘’ enjoado ‘’ então estava sempre trocando de emprego. Um dia esse homem se apaixonou por uma bela moça chamada Clara e se casou com ele, um tempo depois sua mulher engravidou porem ele não tinha um emprego fixo e não ganhava muito dinheiro, então a tia de Clara falou para deixar o bebe na roda dos enjeitados, que era um lugar onde os pais que não tinham condições para cuidar do filho deixavam ele para que alguém cuide dele. Porem Candinho não queria fazer isso com seu filho então começou a ser caçador de escravo que era uma profissão comprometida já que você impedia a vida livre de escravos por pouco dinheiro ou as vezes por nada, essa profissão era uma escravidão velada, ou seja vazia de tudo para ganhar dinheiro apenas para conseguir comer. O filho do casal nasceu e eles continuavam sem condições suficientes e então Candinho resolveu levar o filho para a roda. No caminho ele viu o anuncio de uma recompensa altíssima por uma escrava e então ele vai atrás dela e ela estava gravida e pela agressão para conseguir leva-la ate o dono ela acabada tendo um aborto natural. Ele leva ele ao seu dono e recebe o dinheiro e consegue cuidar do seu filho. <br><br></div><div>O problema atemporal que esta presente no conto e nos dias atuais é a questão do aborto obrigatório sem vontade, por exemplo um cara engravida uma mulher e obriga a abortar e ela se recusa e em alguns casos o homem bate nela pra fazer ela abortar, com ela sendo agredida ela muda de ideia para não apanhar mais. <br><br></div><div><strong>      O caso da vara <br></strong><br></div><div><strong> </strong>Esse conto conta a historia de Damiao que foi obrigado por seu pai a participar do seminário (curso para padres) porem um dia ele foge e vai para casa de Sinhá Rita e 🤬 ajuda para a senhora que era dona de escravas. Ele convence Rita a abriga-lo e ajuda-lo. Um dia Rita e Damiao estavam conversando, um contando piada para o outro e rindo muito porem uma das escravas perdeu o foco do trabalho e começou a rir e logo Rita se estressou e isso custaria caro para a escrava se ela não terminasse o trabalho ate a noite ela seria castigada. Chegou a noite e a escrava Lucrécia não tinha terminado e então como era normal Sinhá Rita iria castiga-la e após uma briga Rita conseguiu segurar a escrava e pediu que Damiao passasse a vara para ela, porem Damiao tinha prometido não deixar sinhá Rita maltratar Lucrécia porem se ele ajudasse a escrava Sinhá Rita não ajudaria mais o garoto então ele entregou a vara.<br><br></div><div>Machado no conto se refere a escravidão que para ele era um absurdo já que ele era neto de escravos e nos dias atuais ainda existem pessoas que são mantidas como escravos e inclusive empresas muito conhecidas e grandes já foram descobertas que tinham escravos para produzir seus produtos. <br><br></div><div><strong>O ENFERMEIRO<br></strong><br></div><div>O conto ‘’O Enfermeiro”  conta a historia de um homem chamado Procópio que era copista e surgiu uma oportunidade de ser enfermeiro de um coronel que já estava velho. Ao chegar na cidade onde o coronel morava todos alertaram ele que o coronel era insuportável. Passou uns dias e enquanto Procópio prepara comida o coronel joga mingau no seu enfermeiro, Procópio 🤬 revoltado e ameaça matar o coronel e enquanto segurava-o ele falece em seus braços. Ele 🤬 se sentindo muito culpado e depois descobriu que toda herança do coronel iria para ele, com o passar do tempo ele começou a achar que o coronel morreu com um ataque porque ele já estava doente, ele tava tirando o peso da consciência mesmo depois de doar essa herança recebida. Ele 🤬 com a consciência acomodada por ter doado o dinheiro e toda hora tentou justificar a morte do coronel. Muitas pessoas nos dias atuais acabam se vingando de alguém e ficam com a consciência acomodada porque a pessoa fez algo ruim para ele antes. <br><br></div><div><strong>A CAUSA SECRETA  <br></strong><br></div><div>Esse conto fala a história de Fortunato, Garcia e Maria Luiza que era esposa de Fortunato, o conto fala a historia de amizade dos três amigos e da paixão secreta de Garcia em Maria Luiza. Uma das cenas dos conto, mostra Fortunato torturando um rato, arrancando as patas dele e depois tacando fogo e isso não incomoda ele sendo uma coisa muito estranho. Muitas pessoas são consideradas psicopatas porque sentem prazer torturando pessoas e animais e isso é muito esquisito. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-04 19:01:31 UTC</pubDate>
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         <title>Felipe martha n10 9C</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>CONHEÇA MACHADO DE ASSIS<br></strong><br></div><div>            Joaquim Maria Machado de Assis nasceu em 21 de junho de 1839, no Morro do Livramento, Rio de Janeiro. Foi poeta, romancista, cronista, dramaturgo, contista, folhetinista, jornalista, crítico literário e um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras, além de seu primeiro presidente. O escritor dá nome a um dos principais prêmios literários nacionais, oferecido pela ABL, que condecora autores brasileiros pelo conjunto de sua obra desde 1941.<br><br><br></div><div>            Filho de um pintor de paredes e de uma lavadeira açoriana e descendente de escravizados libertos, Machado de Assis morava como agregado numa família de senadores do Império. Enfrentou uma infância difícil – vendia doces e caramelos na frente de colégios abastados – e foi um dos primeiros escritores brasileiros a não proceder da oligarquia rural ou das classes médias urbanas.<br><br></div><div>            Aprendeu francês aos 12 anos. Como jornalista, transcrevia discursos políticos, tarefa que o permitia aprender sobre o Brasil, e dali tirava seus temas, se tornando um grande comentador dos eventos políticos e sociais da época em que viveu. Em 1880, foi designado Oficial de Gabinete do Ministério da Agricultura. Testemunhou a Abolição da Escravatura, em 1888, e a transição do Império para a República, assuntos latentes em sua obra.<br><br></div><div>            Advinda de uma época em que se destacavam o romantismo no Brasil e o realismo na Europa, a obra de Machado de Assis apresentou uma originalidade despreocupada com definições estilísticas e ultrapassou, aos poucos, a estética comum nesses movimentos literários. Um dos motivos pelos quais é considerada insuperável no contexto da literatura brasileira é por constituir um objeto de estudo divisível em variadas camadas. Pode-se refletir sobre seus escritos pelo viés dos retratos histórico e social que constroem, investigar a notável complexidade psicológica dos personagens, ou, ainda, analisar os aprofundamentos filosóficos do autor e suas referências à literatura universal. Acadêmicos costumam dividir sua obra em duas fases: a primeira, “romanesca” e ingênua, e a segunda, próxima do realismo, que abriga as publicações mais célebres.<br><br></div><div>            O marco de sua maturidade literária é o romance Memórias póstumas de Brás Cubas (1881), no qual Machado de Assis apostou em técnicas como o uso da narrativa em primeira pessoa e da inverossimilhança. Na obra, narrada por um “defunto autor” representante da elite, o escritor faz suas críticas à formação do Brasil como país escravocrata e patriarcal. Traços dos mesmos recursos podem ser percebidos em seus romances subsequentes: Quincas Borba (1892), Dom Casmurro (1899), que será a obra-prima e colocará sua literatura em plano universal, Esaú e Jacó (1904) e Memorial de Aires (1908).<br><br></div><div>            Para Silviano Santiago, autor de Machado (2016), obra ficcional que investiga a relação entre a vida e a obra de Machado de Assis e foi vencedora do prêmio Jabuti, assim como o francês Gustave Flaubert ensinou o mundo a escrever romance, Machado de Assis ensinou a escrever romance em português. Todos os gêneros que ele escrevia (poesia, romance, conto, crônica e teatro), na época, não tinham uma definição tão clara: Machado de Assis participou, inclusive, da consolidação da crônica como gênero ao lado de outros autores, tendo publicado mais de seiscentas ao longo da vida.<br><br></div><div>OBRAS EM ESTUDO:<br><br></div><div>PAI CONTRA MÃE:<br><br></div><div>            O conto tem início com uma explanação do autor a respeito de algumas atividades e produtos relacionados ao período da escravidão no Brasil, particularmente a repressão aos negros fujões: a máscara de ferro, que impedia a alimentação, era utilizada para afastar o vício da cachaça, que geralmente conduzia ao roubo; a coleira de ferro, castigo aplicado a escravos recapturados; para a produção de tais artefatos, recorria-se a funileiros e ferreiros, atividade então próspera. Outro ofício era o de caçador de escravos fugidos, ao qual se dedicavam aqueles que não encontravam sucesso em outra profissão.</div><div>            É o caso do protagonista, Cândido Neves. Depois de tentar, sucessivamente, os ofícios de tipógrafo, comerciante e entalhador, tornou-se caçador de escravos. A paixão pela moça Clara trouxe o desejo de constituir família e a ansiedade por uma ocupação mais estável e nobre. Clara vivia com uma tia, Mônica, a quem auxiliava na profissão de costureira, e que era contrária à união, pela falta de recursos do casal. Quando Cândido e Clara decidiram ter um filho, ela externou seu temor quanto aos problemas que a existência de mais uma boca para alimentar traria para a casa. Cândido e Clara, no entanto, insistiram. </div><div>            Os escravos fugidos já conheciam a fama da eficiência de Cândido; além disso, havia mais caçadores na praça, razões suficientes para diminuírem os vencimentos do rapaz. A gravidez de Clara avançava e Mônica sugeriu que eles entregassem a criança à Roda dos Enjeitados, local existente em instituições de caridade e que recebia filhos indesejados. O casal se pôs prontamente contrário a essa decisão. </div><div>            No entanto, as dificuldades, que já eram muitas, aumentaram com a pressão exercida pelo proprietário da casa onde residiam, que exigia receber em poucos dias o aluguel atrasado de três meses. Para remediar a situação, Mônica conseguiu alguns cômodos, de favor, na parte baixa da casa de uma conhecida. E conseguiu, por fim, convencer o jovem casal a aceitar a ideia de se desfazer do filho.</div><div>            A criança nasceu. Era um menino, e, com muita relutância, Cândido se dirigiu ao local onde ficava a Roda dos enjeitados. No caminho, deparou-se com Arminda, uma mulata que ele procurava há tempos, a devolução lhe traria a recompensa de cem mil-réis, dinheiro suficiente para suprir-lhe todas as necessidades. Apressadamente, deixou a criança em uma farmácia cujo proprietário conhecera na véspera e partiu na perseguição da escrava. </div><div>Alcançou-a e a amarrou, levando-a consigo. A escrava revelou que estava grávida e que temia os castigos corporais a que seria submetida. Surdo a esses apelos, Cândido a entregou ao dono. No transe da luta para livrar-se, a mulher acabou abortando. Cândido recebeu o dinheiro da recompensa, apanhou o filho com o farmacêutico e voltou para casa com o menino.</div><div> </div><div>O CASO DA VARA:</div><div>Damião fugiu do seminário numa manhã de agosto anterior a 1850. Espantado, medroso e desorientado por desconhecer as ruas, não sabia onde se refugiar. Voltar para casa era inviável: seu pai o devolveria aos padres e aplicar-lhe-ia um bom castigo. Lembrou-se do padrinho, mas logo descartou a ideia por saber de seu caráter mole, além de ter sido o próprio que o levara ao seminário e lhe apresentara ao reitor: “trago-lhe o grande homem que há de ser”, “venha, acudiu este, venha o grande homem, contanto que seja humilde e bom. A verdadeira grandeza é singela, moço...”. Depois de forçar a memória lembrando-se de amigos e parentes, lembrou-se de Sinhá Rita, única capaz de convencer seu padrinho a interceder em seu favor com seu pai. Damião, menino ingênuo ainda, tinha algumas ideias vagas sobre o relacionamento dos dois. Em seguida encaminhou-se esbaforido para casa de Rita. Assustada, a viúva recebeu-lhe tentando acalmá-lo. Enquanto Damião explicava a situação, todas as crias, de casa e de fora, em volta da sala, diante de suas almofadas de renda, fizeram parar os bordados em mãos. O jovem contara todo o desgosto que lhe dera o seminário e implorava que Rita ajudasse em prol de sua salvação. No primeiro momento a viúva tenta se esquivar alegando não se meter em “negócios de família que mal conhece”, ainda mais se tratando do pai do menino, famoso pela casmurrice. Desesperado, Damião ajoelha-se a ela e afirma-lhe que é a única possuidora de firmeza para salvá-lo. Lisonjeada com as súplicas do moço, Sinhá Rita questionou-lhe por que não havia falado diretamente com seu padrinho: “Meu padrinho? Este é ainda pior que meu pai, não me atende e nunca dá ouvido a ninguém!”. “Não atende? Interrompeu Rita ferida em seus brios de orgulho – Ora, eu lhe mostro se não atende!”. Chamou um moleque serviçal e mando-lhe chamar imediatamente João Carneiro. Para aliviar a tensão de ambos, começaram a contar anedotas, quando neste instante Sinhá Rita pegou uma criada – Lucrécia - rindo, interrompendo seu bordado para mirar o moço: “Lucrécia, olha a vara – ameaçou-lhe Rita, afirmando que se o trabalho não estivesse concluído até de noites sofreria o castigo”. Damião comovido com a fragilidade e acanhamento da escrava de onze anos, prometeu a si mesmo apadrinhá-la, acreditava assim, que se caso precisasse, Rita não negaria perdão, porque, além disso, Lucrécia rira de uma piada sua, não tinha culpa. João Carneiro chega à casa, empalidecendo ao ver o afilhado e repreendendo-lhe por ter vindo incomodar “pessoas estranhas”. Rita manda-lhe parar com as ameaças e ir logo interceder a favor de Damião com seu compadre. Para o padrinho não importava se o afilhado seria médico, padre ou vadio, desde que não se precisa falar com o pai. Falou para si mesmo: “Por que Rita não pediu outra coisa? Faria qualquer outra coisa. Ah, seu o rapaz caísse agora morto, seria uma solução cruel, porém definitiva”. Depois da reflexão, atordoado pelas ordens da viúva, o padrinho vai ao encontro do compadre. Damião esteve menos alegre na janta, não confiava no caráter mole do padrinho. Cinco vizinhas chegaram para tomar café com a dona da casa. Sinhá Rita pediu ao jovem para repetir a piada da manhã, da qual tinha gostado muito, a mesma que havia feito Lucrécia desvirtuar-se do serviço. Mesmo tentando se esquivar sentiu-se na obrigação de contar; teve sucesso entre as amigas, porém dessa vez a escrava não ria, ou teria rido para dentro, com medo do castigo. Com a chegada da noite, a alma de Damião fez-se tenebrosa pela demora do padrinho. Neste meio tempo Rita já havia arranjado roupas – possivelmente esquecidas por João Carneiro – para Damião se livrar da batina. Logo em seguida um escravo do padrinho veio trazer uma carta afirmando que o negócio ainda não estava composto, que o pai ficara enfurecido e encaminharia novamente o rebelde vicioso para o seminário. Rita foi breve com a resposta: “Joãozinho, ou você salva o moço, ou nunca mais nos vemos”. Acalmou o menino dizendo-lhe que o negócio agora era dela: “hão de ver o quanto presto; que não sou de brincadeiras!”. Na hora corriqueira da recolha dos trabalhos só Lucrécia não havia finalizado o bordado, Rita, furiosa, agarrou-lhe pelas orelhas: “ah, malandra, nem nossa senhora protege vadias, onde está a vara? Senhor Damião, dê-me aquela vara, por favor?” O seminarista ficara frio naquele cruel instante, havia jurado apadrinhar a pequena, a negrinha, em pleno acesso de tosses ainda implorava pela ajuda do jovem. Damião sentiu pena, contudo precisava absolutamente da ajuda de Sinhá Rita: pegou a vara e entregou à viúva.</div><div> <br><br></div><div> <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-04 17:02:54 UTC</pubDate>
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