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      <title>&quot;Criação de Ambientes de Aprendizagem Inclusivos e Inovadores&quot; by </title>
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      <description>Turma 24/103</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-06-10 13:28:16 UTC</pubDate>
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         <title>Sessão 1</title>
         <author>silviabosques</author>
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         <description><![CDATA[<p>Na primeira sessão, presencial, o professor João Amaral, deixou-nos muito à vontade, não impondo uma apresentação formal, mas sim, de forma natural fomos conhecendo o espaço e os colegas que constituem a turma 24. Fomos para o espaço exterior à sala e fizemos uma apresentação informal de todos os colegas. Logo nos sentimos à vontade para expressar situações em que já nos sentimos incluídos e excluídos. Nesse dia a frase que o professor escolheu, de sua autoria, foi: "Inclusão o Caminho". Diz tudo, mesmo!👌🏻</p><p>De tudo o que vimos e ouvimos dessa aula, gostei muito da história da Aldeia "Chora que logo Bebes" (Dá que pensar) e também retive uma frase: "Não se tornem num falso adulto que suja o mundo e odeiam a imaginação".</p><p>O meu primeiro impacto foi positivo. Pensei para comigo: </p><p>- Acho que vou gostar desta formação e vai ajudar-me a ser uma melhor pessoa e professora! 😊</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-10 13:47:37 UTC</pubDate>
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         <title>Sessão 1 T.P.C</title>
         <author>silviabosques</author>
         <link>https://padlet.com/silviabosques/umlrhf57l4j7l1eo/wish/3023318829</link>
         <description><![CDATA[<p>Pergunta (Im)pertinente 1</p><p>De que forma a Lei 116/2019 de 13 de setembro (republicação do DL 54/2018, de 06 de julho) e o Decreto-Lei 70/2021, de 03 de Agosto (retificação do DL 55/2018, de 06 de julho, nos apontam o caminho para uma ação mais inclusiva?</p><p><br>Fazendo um comentário à apreciação feita pela colega Maria Etelvina, saliento que de acordo com a&nbsp;Lei 116/2019, de 13 de setembro e o Decreto-Lei 70/2021, a colega resumiu de forma clara e percetível as bases desse decreto. Penso que todos concordarão que nas nossas escolas ainda existem muitas situações em que os alunos não são incluídos e integrados de forma a superarem as suas dificuldades. Acho que seria pertinente que todos nós pudéssemos diversificar as nossas estratégias dando lugar a mais momentos de colaboração e entreajuda. Permitindo mais momentos de pesquisa, reforço de auto-estima e bem estar geral do aluno.</p><p>(Este foi o meu comentário. li com muita atenção o que os colegas escreveram e decidi fazer um comentário à consideração da colega Maria Etelvina)</p><p><br></p><p>Fomos também incentivados a procurar fotos que espelham o conceito de inclusão e de Ambientes de Aprendizagem Inclusivos e Inovadores.</p><p>Na primeira foto, mostra um grupo de amigos em que eu sou a única ouvinte e estou realmente a sentir-me incluída.</p><p>Na segunda foto é a foto de uma vídeo chamada para uma amiga surda no dia em que se comemora a Língua gestual dia 15 de novembro, isto passou-se durante uma aula, os alunos ficaram muito felizes de conhecer a minha amiga e quiseram saber algumas curiosidades sobre ela, eu fui traduzindo o que eles diziam e o que ela lhes dizia. Foi muito emocionante. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-10 14:11:51 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>silviabosques</author>
         <link>https://padlet.com/silviabosques/umlrhf57l4j7l1eo/wish/3023320340</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-06-10 14:13:32 UTC</pubDate>
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         <title>Sessão 2 T.P.C</title>
         <author>silviabosques</author>
         <link>https://padlet.com/silviabosques/umlrhf57l4j7l1eo/wish/3023337167</link>
         <description><![CDATA[<p>Fomos incentivados a responder a uma pergunta:</p><p>O que são Direitos Humanos?</p><p>A ONU define os direitos humanos como “garantias jurídicas universais que protegem indivíduos e grupos contra acções ou omissões dos governos que atentem contra a dignidade humana”.</p><p>Os direitos humanos são, pois, garantidos internacionalmente, juridicamente protegidos e universais, porque baseados num sistema de valores comum. Centram-se na dignidade do ser humano, obrigando os Estados e agentes estaduais e protegendo indivíduos e grupos. Não podem ser suprimidos nem negados e são iguais e interdependentes: isto é, nenhum deles é mais importante que os demais e o gozo de qualquer um afecta o gozo dos restantes direitos.</p><p><br></p><p>Quando li o comentário do colega Albano, lembrei-me do vídeo que o professor João deixou num dos links,&nbsp; da semana passada.&nbsp;</p><p>Gostaria de partilhar o resumo que fiz do vídeo e que me ajudou a perceber a história dos Direitos humanos e como tudo começou.&nbsp;</p><p><strong>Comentário ao vídeo: O QUE SÃO OS DIREITOS HUMANOS?</strong></p><p><strong>O que eu entendo por direitos humanos é que todas as pessoas, independentemente da sua nacionalidade, cor, religião, etc...deveriam ser respeitadas pelo que são e não maltratadas ou excluídas.</strong></p><p><strong>Os 30 direitos humanos que compõem a constituição devem ser aplicados a todas as pessoas.</strong></p><p><strong>Link do vídeo:</strong></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/QyCfWhuEKZc"><strong>https://youtu.be/QyCfWhuEKZc</strong></a></p><p><strong>&nbsp;Ao visualizar o vídeo, percebi que os direitos universais remontam ao tempo do governador Ciro que em 539 AC decretou a liberdade dos escravos judeus, que se encontravam em Babilónia, e também decretou que todas as pessoas tinham direito de escolher as suas religiões. Esta declaração foi registada numa placa de barro que ficou conhecida pelo “Cilindro de Ciro” e assim nasceram os Direitos Humanos. As civilizações que se seguiram também implementaram esses direitos, chamando-lhes “Lei Natural”. Depois de alguns altos e baixos o que os Romanos chamaram de Lei Natural, passou mais tarde, a chamar-se Direitos Naturais em 1776 (América) e 1789 (França). Então, em 1915 um jovem advogado indiano chamado Mahatma Gandhi insistiu que todas as pessoas na terra tinham direitos, não somente na Europa. Foram precisas duas guerras mundiais e a morte de mais de 9 milhões de pessoas para em 1945 alguns países se juntarem e formarem as Nações Unidas, mas só em 1948 é que finalmente surgiu a Declaração Universal dos direitos humanos. Apesar disso continua a haver tortura, pobreza e discriminação. Os direitos humanos não são respeitados. Em conclusão, como disse Eleanor Roosevelt: “Onde afinal começam os direitos humanos? Em pequenos lugares perto de casa, o bairro onde vive, a escola ou a faculdade que frequenta, a fábrica, fazenda ou escritório onde trabalha...A menos que estes direitos tenham significado lá, eles têm pouco significado em qualquer lugar. “</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-10 14:31:28 UTC</pubDate>
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         <title>Sessão 2 T.P.C</title>
         <author>silviabosques</author>
         <link>https://padlet.com/silviabosques/umlrhf57l4j7l1eo/wish/3023347987</link>
         <description><![CDATA[<p>Comente a seguinte questão:</p><p>«Porque consideramos a Educação Inclusiva&nbsp;<strong>melhor&nbsp;</strong>que um sistema educativo baseado na Exclusão Educativa?»</p><p>Contei uma situação muito pessoal que me marcou para a vida.</p><p>Gostaria de partilhar a minha experiência como aluna.</p><p>A Escola deve ser um local onde as crianças se sintam acolhidas, onde têm vontade e desejo de ir, sem receio de serem discriminadas ou mal tratadas. Eu pelo menos vejo a escola assim. Como aluna tive professores que me marcaram pela positiva e pela negativa. Tento lembrar-me disso com alguma frequência para não deixar marcas negativas nos meus alunos. Ninguém é perfeito, e por vezes cometo falhas, mas estou sempre pronta para pedir desculpa e corrigir o meu erro.</p><p>Retirei um excerto do documento: Perfil dos Alunos à saída da Escolaridade Obrigatória: “A referência a um perfil não visa, porém, qualquer tentativa uniformizadora, mas sim criar um quadro de referência que pressuponha a liberdade, a responsabilidade, a valorização do trabalho, a consciência de si próprio, a inserção familiar e comunitária e a participação na sociedade que nos rodeia.”</p><p>Vou contar a minha experiência durante o 7º e 8º anos na disciplina de inglês. Este professor estava longe de respeitar esse excerto do documento citado anteriormente. Infelizmente tive o mesmo professor os dois anos seguidos e foi um professor que me marcou pela negativa, talvez o que mais me marcou. Lembro-me da atitude dele muitas vezes, para garantir que não a repito com os meus alunos. No início de cada ano letivo, o professor separava a turma em dois grupos, os que andavam no instituto de inglês e os que não andavam, e só dava a aula para o grupo que andava no instituto de inglês, ignorando as dúvidas dos outros alunos. Eu estava incluída no grupo dos alunos que não andavam no instituto de inglês e desisti de acompanhar essa disciplina, de modo que as minhas notas eram miseráveis, não fazia o mínimo esforço. O interessante e irónico é que a minha mãe era colega desse professor na mesma escola e no mesmo departamento, (mas a minha mãe na disciplina de francês), a minha mãe insistia em ir falar com o professor, mas eu não queria que ele me tratasse de modo diferente só porque a minha mãe era colega dele. Então aconteceu algo que eu acho que mudou para sempre a atitude desse professor. Quando eu já estava no 9º ano e, felizmente com outra professora de inglês, eu e a minha mãe estávamos na cabeleireira quando o professor de inglês entra na cabeleireira e olha para mim e para a minha mãe e só pergunta?</p><p>-É a tua filha?</p><p>Ao que a minha mãe responde:</p><p>-Sim.</p><p>Nunca vi uma pessoa tão envergonhada.</p><p>Espero sinceramente que esse professor ou tenha mudado de profissão ou de atitude.</p><p>Nunca mais soube nada dele.</p><p><br/></p><p>O professor sugeriu que lêssemos o livro: Blink e víssemos o filme: Crip Camp.</p><p>Por acaso tive oportunidade de ver o filme e fiquei impressionada com a luta de tantas pessoas para que a Lei 504 (direitos das pessoas com mobilidade reduzida), fosse aprovada e aplicada nos Estados Unidos da América, para isso seria necessário mudar mentes e cidades. </p><p><br/></p><p>Deixo uma sugestão de um filme que vi recentemente e está disponível na NETflix: "Jogo Bonito" - fala sobre inclusão. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-10 14:42:14 UTC</pubDate>
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         <title>Sessão 3</title>
         <author>silviabosques</author>
         <link>https://padlet.com/silviabosques/umlrhf57l4j7l1eo/wish/3023364617</link>
         <description><![CDATA[<p>O professor João Amaral faz o resumo dos trabalhos de todos os formandos. </p><p>Fez-nos pensar em qual sociedade gostaríamos de viver, depois devíamos pensar em como cada um de nós pode fazer a diferença na vida dos seus alunos. Devemos fazer os alunos felizes. </p><p>Retive esta frase: "A vida é quando os colegas põem as mãos e nos ajudam a pular o muro"</p><p>Como damos as nossas aulas?</p><p>Queixar é fácil, como podemos fazer a diferença na vida dos nossos alunos. Podemos e devemos sair da sala de aula e ensinar no espaço exterior. Darmos algum tempo para os alunos conversarem e interagirem.</p><p>Depois o professor João mostrou-nos os vários passos para um "caminho" bem sucedido.</p><p>1ºPartir</p><p>2ºFazer Caminho</p><p>3ºChegar</p><p>Como Caminhar?</p><p>1ºEscolher o caminho que se quer caminhar;</p><p>2ºAprender a caminhar com quem caminha ao nosso lado;</p><p>3ºEscolher o ritmo com que se quer caminhar;</p><p>4ºConsiderar o tempo da Caminhada;</p><p>5ºAmparar a queda de quem caminha ao nosso lado;</p><p>6ºPara quando necessário (descansar);</p><p>7ºAvaliar o caminho caminhado;</p><p>8ºMudar o que for necessário;</p><p>9ºOptar por fazer outro caminho;</p><p>10ºContinuar a caminhar. </p><p>Gostei da comparação: "O icebergue que derrubou o Titanic. O que não se vê às vezes é o que nos derruba."</p><p>Devemos dar significado ao que fazemos. Encontrar soluções. </p><p>"A aprendizagem é responder à curiosidade"</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-10 15:00:18 UTC</pubDate>
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         <title>Sessão 3 T.P.C</title>
         <author>silviabosques</author>
         <link>https://padlet.com/silviabosques/umlrhf57l4j7l1eo/wish/3023369610</link>
         <description><![CDATA[<p><br><strong>De que forma poderemos promover aprendizagens culturalmente significativas?</strong></p><p><br>A escola deve ser um local onde os alunos aprendem disciplinas, mas que também aprendem a viver. O professor deve dar ferramentas aos seus alunos, para que estes possam explorar o mundo à sua volta. A cultura vai muito para além do que está nos manuais. Se o aluno não sabe o que é uma centopeia, por exemplo, devemos mostrar-lhe fotos, sugerir que pesquise sobre esse animal e que depois nos conte o que aprendeu. Devemos ter vários momentos de partilha de saberes e experiência, desse modo os nossos alunos irão aumentar culturalmente e nós professores também.</p><p><br/></p><p>Resposta a um colega:</p><p>Ao ler o comentário do Hugo, destaco uma das frase, com a qual me identifico e concordo:</p><p>"O professor deve conceber o estudante como um ser humano que possui um potencial para aprender, acreditar no diálogo, na troca de ideias e no crescimento individual a partir da realização de atividades educativas coletivas. Deve também exprimir seu desejo e interesse em ensinar por meio da realização de aulas criativas, pela utilização de metodologias diversificadas, pelo uso de materiais pedagógicos e recursos didáticos que estimulem a efetiva participação do estudante no processo de ensino e aprendizagem."</p><p>Temos um grande papel em mãos. Cabe a cada um de nós desempenhá-lo da melhor forma, pensando sempre na felicidade dos nosso alunos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-10 15:05:50 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Sessão 3 T.P.C (Planificação Inclusiva)</title>
         <author>silviabosques</author>
         <link>https://padlet.com/silviabosques/umlrhf57l4j7l1eo/wish/3023378396</link>
         <description><![CDATA[<p>Realizei esta planificação em conjunto com a colega Débora e apresenta-mo-la na sessão 4. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-10 15:15:49 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Sessão 4</title>
         <author>silviabosques</author>
         <link>https://padlet.com/silviabosques/umlrhf57l4j7l1eo/wish/3023388764</link>
         <description><![CDATA[<p>Na sessão 4, o professor João falou um pouco sobre O verbo ser e como devemos meditar nele.</p><p>Como se conjuga a existência?</p><p>Eu sou na medida que tu és.</p><p>Eu existo porque tu existes em mim.</p><p>Quem necessitas que eu seja?</p><p>Porque existimos?</p><p>Em que acreditamos? Um nos outros, em Deus...?</p><p>A maioria dos grupos, ou individualmente apresentaram as planificações inclusivas. </p><p>No final da sessão o professor passou um powerpoint com diferentes salas de aula. </p><p>Existem realidades tão diferentes da nossa, mas em todas, o mesmo objetivo, aprender e ensinar. Melhor ou pior, em todas se cumpre esse objetivo.</p><p>Podemos aprender com os alunos, não são só eles que aprendem com o professor. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-10 15:28:03 UTC</pubDate>
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         <title>Sessão 4 T.P.C</title>
         <author>silviabosques</author>
         <link>https://padlet.com/silviabosques/umlrhf57l4j7l1eo/wish/3023393989</link>
         <description><![CDATA[<p>Deixo os três desenhos que fiz.</p><p>Só tenho pena de não ter tido mais tempo.</p><p>Teriam com certeza, ficado melhor. </p><p>1º A minha sala de aula da primária.</p><p>2º A minha sala de aula atual.</p><p>3º A sala de aula que eu gostaria de ter.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-10 15:34:06 UTC</pubDate>
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         <title>Sessão 5 - Presencial</title>
         <author>silviabosques</author>
         <link>https://padlet.com/silviabosques/umlrhf57l4j7l1eo/wish/3023403984</link>
         <description><![CDATA[<p>A sessão 5 foi fantástica. Pura e simplesmente vimos o filme: "O professor".</p><p>Sessão de Cinema na sala de cinema da Escola Lima de Freitas.</p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=LUK6sRFCi1c" />
         <pubDate>2024-06-10 15:46:55 UTC</pubDate>
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         <title>Sessão 5 T.P.C</title>
         <author>silviabosques</author>
         <link>https://padlet.com/silviabosques/umlrhf57l4j7l1eo/wish/3023407607</link>
         <description><![CDATA[<p>Respondemos a algumas questões que o professor João nos colocou em papel, relativamente ao filme visto.</p><p>As minhas respostas:</p><p>1.&nbsp;Descreve uma situação do filme que possa representar, do teu ponto de vista, uma situação de diferenciação pedagógica?</p><p>- Quando o professor se apercebe das dificuldades dos seus alunos e dedica-lhes tempo extra para que as possam superar.</p><p><br></p><p>2.Descreve uma situação do filme que represente, do teu ponto de vista, uma situação de inclusão escolar?</p><p>-Quando o professor percebe os gostos musicais dos seus alunos e adapta as suas aulas a esses gostos.</p><p><br></p><p>3.Pensando em ambientes de aprendizagem inclusivos e inovadores consegues identificar alguma situação que possa ser apresentada como tal? Se&nbsp;<strong>sim</strong>, descreve essa situação.</p><p>-Quando o professor ajuda um aluno que precisava do diploma para passar de ano. Apesar da falta de habilidade musical, o professor não desiste desse aluno, integra-o em vários ambiente, para que de algum modo ele possa exteriorizar a sua “veia” musical. Interessante, quando o professor está quase a desistir, depois de ter aplicado diferentes estratégias, finalmente o aluno “revela-se”.</p><p><br></p><p>4.Considerando o Desenho Universal para a Aprendizagem (DUA), identificas no filme alguma situação em que esta estrutura educacional esteja presente? Se&nbsp;<strong>sim</strong>, descreve essa situação.</p><p>O diretor da escola apresenta uma mentalidade muito rígida face ao cumprimento de regras e de currículo. Como professores nós percebemos que temos de ser flexíveis e adaptar o currículo ao aluno e não o contrário. O professor Holland no início da sua carreira como professor também se limitou a cumprir o currículo sem olhar às necessidades e interesses dos alunos, mas com o tempo percebeu que ser professor, era muito mais do que debitar matéria. &nbsp;</p><p><br></p><p>5.Pensando em articulação curricular e em transdisciplinaridade, encontras no filme algum/uns exemplo(s) destas práticas metodológicas em educação? Se sim apresenta-os.</p><p>-Quando todos os professores, depois de muito discutirem e reunirem relativamente à situação económica da escola, decidem unir esforços e fazer uma apresentação para toda a comunidade escolar, e com a participação de várias áreas disciplinares/curriculares.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-10 15:51:25 UTC</pubDate>
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         <title>Sessão 6</title>
         <author>silviabosques</author>
         <link>https://padlet.com/silviabosques/umlrhf57l4j7l1eo/wish/3023418683</link>
         <description><![CDATA[<p>Foram apresentadas as restantes planificações inclusivas e foram feitos comentários ao filme: "O professor"</p><p>O meu comentário foi simples, mas muito sincero, porque foi realmente a cena que mais me sensibilizou.</p><p>Quando o professor Holland está muito dedicado à sua carreira e a sua mulher se debate com o problema de ter um filho surdo. A dificuldade de se comunicar com o filho principalmente porque o médico é da opinião que não devem comunicar por gestos. Consegui imaginar o que a minha sogra deve ter sentido quando o filho surdo, não conseguia expressar o que queria e o que sentia. As falhas de comunicação que com certeza haveriam. Aquela mãe foi uma heroína, assim como a minha sogra. Hoje o meu marido fala, é bem sucedido no trabalho que faz e é um excelente ser humano. Assim como o filho do Dr. Holland se tornou um homem com H. A nível pessoal tocou-me muito.</p><p>Profissionalmente, o meus colegas fizeram excelentes comentários ao filme. Aprendemos muito com a forma como o professor se dedica à sua carreira e se torna um excelente professor.  </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-10 16:06:07 UTC</pubDate>
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         <title>Sessão 6 T.P.C</title>
         <author>silviabosques</author>
         <link>https://padlet.com/silviabosques/umlrhf57l4j7l1eo/wish/3023435538</link>
         <description><![CDATA[<p>Apresentei a planificação de uma aula que fiz anteriormente, numa outra formação, com um grupo de trabalho que incluía professores de 1º ciclo, de Inglês de 1º ciclo e de Filosofia de 10º ao 12º. Demos uma aula pela plataforma TEAMS em que as 5 turmas se encontravam virtualmente, utilizamos o modelo flex. Enviei o vídeo dessa aula para o email pessoal do professor João. Deixo a planificação em anexo. </p><p><br></p><p>Este foi o meu comentário às perguntas deixadas pelo professor João.</p><p>1.&nbsp;<strong>A avaliação contribui para o sucesso de todos os alunos?</strong></p><p>Lembro-me de uma aluna minha, que cada vez que tinha uma ficha de avaliação, enchia-se de nervos e bloqueava de tal forma, que só conseguia chorar. Depois de algum tempo, consegui que ela sentisse esses momentos de avaliação como mais uma situação de aprendizagem e para mostrar à professora que ela tinha conseguido aprender a matéria. Temos que ter momentos de avaliação, mas não necessariamente temos de fazer deles “um bicho de sete cabeças”.</p><p>&nbsp;</p><p>2.&nbsp;<strong>Como avaliar os alunos considerando a diversidade, equidade e inclusão?</strong></p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p>Cada aluno é uma pessoa diferente, por isso devemos preparar cada um para momentos de avaliação, mas podem ser momentos informais. Agora com o modelo das medidas universais dou por mim a fazer fichas adaptadas com escolha múltipla para que alguns alunos consigam chegar ao resultado positivo. A ficha é a mesma para toda a turma, mas as opções de resposta não são tão abertas.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>3. Quais as características de uma avaliação&nbsp;inclusiva?</strong></p><p>&nbsp;</p><p>É uma avaliação em que todos os alunos conseguem aprender, cada um ao seu ritmo. Quando vejo que um aluno não está muito motivado, pergunto-lhe se passou bem a noite, se está tudo bem com ele, se precisa de desabafar e depois digo-lhe que hoje ele tem coisas muito divertidas para aprender. Digo-lhe que gosto muito dele(a) e que os dois vamos aprender muito um com o outro e no fim dou-lhe um abraço. Até agora tenho tido resultados muito positivos.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>4.Qual o papel da avaliação&nbsp;formativa para a promoção&nbsp;das aprendizagens em ambientes educativos inclusivos AEI?</strong></p><p>“As atividades associadas à A<strong>valiação Formativa </strong>(Assessment <em>for </em>Learning) resultam num conjunto de informações sobre o que um aluno sabe e sobre o que este entende desse conhecimento. Com estas informações, tanto o professor quanto o aluno identificam em que ponto este está na aprendizagem, as lacunas existentes e qual o caminho para atingir os seus objetivos de aprendizagem.” - Concordo com esta afirmação e acho sinceramente que todos aplicamos esta prática nas nossas salas de aula.</p><p><br></p><p><strong>5. Os docentes usam a avaliação para incentivar a aprendizagem?</strong></p><p>Depende das turmas, por acaso na turma que tenho agora, tenho-os acompanhado desde o primeiro ano e desde o primeiro ano tenho tido muitos momentos em que avalio a leitura e o interessante é que todos começaram a ler muito cedo e gostam muito que eu avalie a leitura. Todos estão muito atentos e esperam pela sua vez de ler.</p><p>&nbsp;</p><p>6.&nbsp;<strong>Os docentes procuram assegurar o respeito pela diversidade, mesmo no contexto de um sistema de avaliação formal único?</strong></p><p>Claro que sim, o papel do professor é mesmo esse, incentivar o respeito pela diferença. Lembro-me de ter tido há uns anos uma aluna que estava a ser acompanhada numa Unidade, mas que estava integrada na turma, e visitava a turma duas a três vezes por semana. Essa aluna tinha muitas limitações físicas e mentais, mas toda a turma a recebia com muito carinho e ajudava-a a realizar as tarefas, mesmo que fossem mínimas. Essa aluna tinha um currículo próprio, mas nem por isso deixava de participar nas atividades da turma.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>7.&nbsp;Os alunos recebem feedback construtivo e de qualidade sobre o seu trabalho? Como é&nbsp;esse</strong></p><p><strong><em>feedback</em>?</strong>&nbsp;Deve ser um feedback construtivo e não derrotista. Tu consegues fazer melhor, ou estás quase lá, não desistas, estás cada vez mais perto, mais um "danoninho". Frases que possam realmente motivar. Tenho o hábito no inicio do ano, quando começo a avaliar a leitura digo a todos que têm excelente, mesmo antes de lerem e depois digo-lhes que têm que se esforçar para o manter. Tenho tido excelentes resultados.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>8.Como saber se os alunos aprenderam?</strong></p><p>Quando nos fazem perguntas que nos deixam a pensar e quando nos dizem que a aula que mais gostam é da minha. E quando dou uma tarefa e a terminam rapidamente e com prazer.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-10 16:28:37 UTC</pubDate>
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         <title>Sessão 6 T.P.C</title>
         <author>silviabosques</author>
         <link>https://padlet.com/silviabosques/umlrhf57l4j7l1eo/wish/3023442014</link>
         <description><![CDATA[<p>Exemplo de uma Rubrica.</p><p>Em anexo encontra-se a Rubrica que enviei e que apresentei na turma que tenho atualmente.</p><p>O manual de Português tinha um texto com o título: "Os perigos da Internet"</p><p>Lemos o texto em conjunto e depois fizemos um debate referindo os perigos apresentados no texto e refletindo se estes faziam sentido para os alunos.</p><p>A rubrica contém critérios de avaliação (Responsabilidade, cooperação e autonomia) e essa foi a base da minha observação. Há medida que o debate decorria eu ia avaliando a prestação de cada aluno, sendo eu mesma a moderadora do debate. A avaliação foi feita numa escala de 1 a 4 em que o 1 é insuficiente e o 4 muito bom.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-10 16:37:05 UTC</pubDate>
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         <title>Sessão 7 </title>
         <author>silviabosques</author>
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         <description><![CDATA[<p>Nesta sessão os colegas apresentaram as diferentes rubricas.</p><p>Todos muito diferentes, mas todos eles preocupados em mostrar formas diferentes de avaliar os alunos, tendo como base a avaliação formativa. </p><p>Todos referiram a importância do Feedback.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-10 16:41:31 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>silviabosques</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-06-10 16:47:40 UTC</pubDate>
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         <title>Sessão 8</title>
         <author>silviabosques</author>
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         <description><![CDATA[<p>Foi incrível a sessão 8. A despedida. eu não gosto muito de despedidas, mas esta, foi mesmo especial. Depois de todos termos apresentado os nossos desenhos e explicado o que eles significavam para nós, o professor João fez uma surpresa. Eu e a Débora não estávamos mesmo nada à espera, quando o professor mostrou o vídeo da aula realizada no âmbito da formação de Capacitação Digital, sobre o Bullying e o Ciber bullying. Foi bom lembrar aqueles momentos em que achávamos que seria quase impossível criar uma atividade para 5 turmas diferentes e de níveis e disciplinas diferentes, mas graças ao uso das tecnologias, conseguimos fazer com que os nossos alunos tivessem contacto com outros alunos de outras turmas e até de agrupamentos diferentes. </p><p><br/></p><p>A frase do dia foi: " A Inclusão é um ato de coragem"</p><p>Ver o vídeo do otimista/pessimista ajudou-me a pensar que mesmo quando tudo parece estar a correr mal, na verdade estamos a ter a prespetiva errada. </p><p>Quando o professor mostrou os copos e colocou a água e fez-nos lembrar a forma como vimos as coisas, recordei um momento que tive com esta minha turma, quando eles estavam no início do 3º ano, e mostravam muita competição uns entre os outros então eu mostrei-lhe uma imagem de uns copos com água vistos de frente e depois mostrei-lhes uns copos com liquido vistos de cima. E perguntei-lhes:</p><p>-Qual é a diferença?</p><p>-A prespetiva muda, vistos de frente conseguimos ver as diferenças entre as quantidades de líquido, mas visto de cima, são todos iguais. Então, temos que nos ver todos de cima, é assim que eu vos vejo. Não há diferenças, gosto de vocês de igual modo. </p><p>Deixei-os a pensar. Fez-se algum silêncio e percebi que ficaram mesmo a pensar. </p><p>O ambiente de competição não mudou muito, mas espero ter feito a diferença em algum deles. </p><p>Quero experimentar no último dia de aulas a última atividade que o professor João fez connosco. Tocou-me muito! Espero que também faça a diferença na vida dos meus alunos. </p><p>Obrigada por tudo!</p><p>Vou deixar no final um vídeo em que eu vou falar e traduzir em língua gestual, porque é realmente a língua do meu coração. Gosto de ser ouvinte para poder ajudar os surdos. Acho que essa é a minha missão neste mundo!</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-22 18:01:32 UTC</pubDate>
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         <title>Vídeo Final</title>
         <author>silviabosques</author>
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         <pubDate>2024-06-22 18:06:47 UTC</pubDate>
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