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      <title>Ditadura Civil-militar e Movimentos de Resistência by Prof. Janaina Souza</title>
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      <description>Nesse Padlet, os alunos do 9° ano do ensino fundamental da escola CEC-Rocas, irão demonstrar como ocorreu o processo de resistência à opressão em diversos setores na sociedade.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-09-01 10:33:50 UTC</pubDate>
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         <title>Oque foi a resistência Armada? </title>
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         <description><![CDATA[<div>A Resistência Armada Nacionalista ou RAN foi um grupo guerrilheiro brasileiro sob a liderança do ex-almirante Cândido de Assis Aragão e que reunia antigos oficiais do Exército e da FAB. O grupo contaria, conforme os dados da CIA, com uma rede de escape e uma base guerrilheira de apoio na Bolívia, onde foram encontrados contatos e nomes e endereços em Porto Alegre. Concentrado em Montevidéu, era dominado por militares expurgados pelo regime, capitaneados pelo almirante Candido Aragão, mas também trazia antigas lideranças do Exército e da Força Aérea. O RAN se opunha às decisões do MNR e não reconhecia Brizola, um civil, como líder.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-02 18:01:57 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>"<strong><em><sup>Ela ficou me olhando nos olhos, chorando. Eu não aguentei e chorei muito. Caí em prantos. Ela chorava, mas ficou firme, de pé, aguardando sua hora. Tirei a arma e apontei pra cabeça dela e atirei!"</sup></em></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-02 18:10:25 UTC</pubDate>
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         <title>As mulheres na resistência armada</title>
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         <description><![CDATA[<div>Mais de 45 guerrilheiras que resistiram à ditadura militar brasileira pela Ação Libertadora Nacional (ALN) testemunham que as mulheres não foram linha auxiliar na luta armada contra a repressão.<br><br></div><blockquote>"Isso não foi uma postura da mulher, nenhuma delas queria ser colocada como coadjuvante ou dependente do marido, muito pelo contrário. Muitas delas entraram na luta armada tendo pais da repressão ou um parentesco com ministros da ditadura, então elas foram muito valentes ao romper com a família e a sociedade para estar na militância." ~ Maria Cláudia Badan Ribeiro</blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-02 18:24:59 UTC</pubDate>
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         <title>Consequências da resistência armada</title>
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         <description><![CDATA[<div>A resistência armada trouxe inúmeras consequências. Entre elas é válido destacarmos: Assaltos a bancos (para o financiamento de ações), sequestros (com o intuito de negociações que possibilitassem a libertação de prisioneiros políticos) e o aumento da repressão, tortura e perseguição.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-02 18:29:37 UTC</pubDate>
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         <title>Massacre de índios pela ditadura militar</title>
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         <description><![CDATA[<div>A população indígena também foi alvo de operações ligadas ao Serviço Nacional de Informação (SNI) durante a ditadura militar. Uma pesquisa encomendada pela Comissão Nacional da Verdade (CNV) estima que ao menos 8.350 índios foram mortos entre 1946 e 1988. Além da violência direta do Estado, os povos indígenas sofreram com a omissão do governo.<br><br>O documento, elaborado em 2014, fez uma série de recomendações específicas ao massacre indígena. Entre as quais, que o Executivo brasileiro fizesse “um pedido público de desculpas aos povos indígenas pelo esbulho das terras desses povos e pelas demais graves violações de direitos humanos ocorridas sob sua responsabilidade direta ou indireta no período investigado, visando a instauração de um marco de um processo reparatório amplo e de caráter coletivo</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-03 17:50:35 UTC</pubDate>
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         <title>uni</title>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;em 1980 , como maneira de resistir a violência praticada pelo estado e seus aliados , lideranças indígenas fundaram a União das nações indígenas ( uni) , uma organização de caráter nacional comandada por indígenas com o objetivo de defender os direitos desses povos&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-03 17:53:40 UTC</pubDate>
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         <title>Quilombolas</title>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;A palavra "quilombo", que em sua etimologia bantu quer dizer acampamento guerreiro na floresta, foi popularizada no Brasil pela administração colonial, em suas leis, relatórios, atos e decretos, para se referir às unidades de apoio mútuo criadas pelos rebeldes ao sistema escravista e às suas reações, organizações e lutas pelo fim da escravidão no País.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-03 18:12:29 UTC</pubDate>
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         <title></title>
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         <description><![CDATA[<div>A abolição do trabalho escravo, não alterou substancialmente as práticas de expropriação e controle da terra, e com elas a situação dos grupos negros, nesse processo de dominação continuada, os descendentes dos africanos escravizados passam a operar por meio da dinâmica da territorialização étnica</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-03 18:14:13 UTC</pubDate>
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         <title></title>
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         <description><![CDATA[<pre><strong><mark>   A resistência musical na ditadura</mark></strong></pre><div><br>Na época da Ditadura Militar, muitos artistas resistiam utilizando a música para fazer críticas ao regime dos militares. Por meio de metáforas, os artistas criticavam e mostravam os horrores da ditadura, contando coisas que aconteciam na época.</div><div><br><br></div><div>&nbsp; Alguns artistas da época que faziam críticas por meio da música eram: Chico Buarque, com "Cálice", onde ele usava dos sons parecidos entre a palavra <em>"cálice" </em>e <em>"cale-se" </em>para fazer uma jogada entre as palavras, e também "Apesar de Você", "<em>hoje é você quem manda...</em>"; Caetano Veloso, com "Alegria, Alegria" e "É proibido Proibir"; Geraldo Vandré, com "Pra não dizer que não falei de flores"; Raul Seixas, Elis Regina e assim vai indo.</div><div><br><br></div><div>&nbsp; Apesar de toda essa resistência muitos artistas eram torturados, mortos, exilados e/ou censurados. Muitos eram perseguidos até irem embora do país.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-05 20:49:34 UTC</pubDate>
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         <title>                       Resistência cinemática</title>
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         <description><![CDATA[<div>O cinema de resistência possui uma peculiar abordagem em que os diretores usam uma linguagem metafórica para abordar temas proibidos dentro de uma sociedade conservadora. Portanto, trata-se de uma produção que funciona como uma ferramenta de luta dos artistas e do povo em um determinado espaço/tempo.<br><br><br>A cinematografia iraniana, por exemplo, debate questões da condição humana por meio de histórias do cotidiano e funciona como uma forma de intervenção social. O cinema do país nasce e convive em meio a um turbilhão de censura. Logo, trata-se de obras que enfrentam barreiras de produção e circulação.<br><br><br>Com um crescente reconhecimento da crítica cinematográfica internacional, a produção iraniana tem sido premiada em festivais internacionais, assim como em eventos dedicados a essa cinematografia. Desse modo, nota-se um interesse mundial em filmes que, a partir de um olhar sensível e contundente, tratam de temas e situações de exceção.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-07 15:16:08 UTC</pubDate>
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         <title>A Resistência Teatral Na Ditadura</title>
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         <description><![CDATA[<div><br>Durante a ditadura militar, o teatro brasileiro teve grande participação na resistência cultural. Em encenações de peças estrangeiras de questionamento e que despertavam o senso crítico, além de peças autorais, atrizes se uniram com muita coragem contra a pesada censura. Em tempos de " escola sem partido", a posição destemida dessas artistas pela liberdade de expressão dá o sentido da importância desse direito de questionamento político que temos apenas graças à sua luta, luta a qual devemos continuar.<br><br>Durante a década de 1960, grupos como o Arena, de Augusto Boal, em São Paulo, encenavam peças ligadas à realidade brasileira. O grupo de Teatro Oficina nasceu no Centro Acadêmico 11 de Agosto do Largo São Francisco em 1958. Com a ideia de inovação, com a de romper com a lógica posta. Conta com diversos atores importantes e que seguem referência no Teatro como Zé Celso. O grupo, bastante inspirado por Sartre no início, mas também Brecht. Com a instalação da ditadura, o grupo vai cada vez mais se vendo também com a tarefa de questionamento ao que estava posto, inovando na técnica, na linguagem. Inclusive com Zé Celso sendo preso e exilado do país.<br><br>Após a ditadura, o grupo volta a se articular e existe até hoje, claro que com mudanças no elenco. Também como forma de resistência, surgiram grupos como o Opinião. No shopping center Copacabana, em dezembro de 1964, artistas como Nara Leão contracenaram "Opinião", de direção de Boal, show-manifesto de resistência com referências disfarçadas em músicas de protesto, de forma a driblar a censura. Assim, "Opinião" se tornou emblemático na história brasileira, e vários outros espetáculos continuaram a desafiar o governo militar. O Comando de Caça aos Comunistas invadiu o teatro onde a peça era encenada, em São Paulo, espancaram atores, destruíram o cenário e obrigaram os atores Marília Pêra e Rodrigo Santiago a passarem por uma espécie de corredor polonês na rua, nus.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-07 18:46:15 UTC</pubDate>
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         <title>Oque e um movimento estudantil?</title>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Normalmente e um movimento na área da educação na qual os estudantes (em algumas situações professores) interferem em algo na qual não esteja de acordo; diante isso, vamos para o assunto principal.</div><div><br><del><br></del><del><sup><br></sup></del><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-08 01:34:58 UTC</pubDate>
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         <title>Oque foi a resistência estudantil?</title>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp;Durante os anos 1960 e 1970, o movimento estudantil manteve uma feroz oposição contra os&nbsp;<br>governos, indo desde protestos até a resistência armada contra regimes ditatoriais.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp;Os confrontos entre as forças do estado e os movimentos estudantis eram e ainda são frequentes.<br>Os estudantes organizados tiveram um papel político de luta fundamental contra a ditadura&nbsp;<br>militar.&nbsp;<br>    Foram às ruas protestar, participar de passeatas, integraram movimentos de luta&nbsp;armada, distribuíram panfletos, lutaram, enfim, contra o sistema repressivo vigente naquele&nbsp;<br>momento.<br>    No Brasil, o Grêmio Estudantil tem suas raízes nos movimentos estudantis fortalecidos por&nbsp;<br>volta da década de 1960.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-08 01:42:26 UTC</pubDate>
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         <title>O que a lei do grêmio estudantil passou a garantir com o fim da ditadura militar ?</title>
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         <description><![CDATA[<div>  Os estudantes passaram a ter o direito de se organizarem dentro das instituições de ensino,&nbsp;partir da publicação da Lei Federal n° 7.398, de 04 de novembro de 1985, denominada Lei do&nbsp;Grêmio Livre. ... Atuando nele, você defende seus direitos e interesses e aprende ética e&nbsp;cidadania na prática.</div>]]></description>
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         <title>Qual era o objetivo do movimento estudantil na ditadura militar?</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp;A prisão, tortura e morte dos&nbsp;<br>que, de acordo com os parâmetros da ditadura, representavam uma ameaça à segurança nacional, tornou-se uma atividade corriqueira. Em consequência, estudantes começaram a aderir à luta armada como forma de lutar pela volta da democracia no país.<br>   Qual é a função do Grêmio Estudantil na escola?&nbsp;O Grêmio é importante, pois sua principal função é democratizar a escola. Ou seja, torna-la acessível e agradável para todos. Por meio&nbsp;<br>dele, os estudantes ganham voz e conseguem levar reclamações sugestões aos responsáveis.&nbsp;<br>&nbsp; Em resumo São uma equipe de alunos que ajudam a melhorar a qualidade da escola.<br>Que aconteceu no ano de 1968 no Brasil? 26 de junho: É realizada no centro da cidade do Rio&nbsp;<br>de Janeiro, a Passeata dos Cem Mil, uma manifestação contra o regime militar organizada pelo&nbsp;<br>movimento estudantil. 5 de julho: O ministro da Justiça, Luís Antônio da Gama e Silva, proíbe&nbsp;<br>as manifestações de rua em todo o país<br>O movimento estudantil foi o que mais se destacou na ditadura militar, isso pois foram os&nbsp;<br>jovens que saíram as ruas para protestar, fato desconhecido até então.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-08 02:12:30 UTC</pubDate>
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