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      <title>Vida e Obra de Machado de Assis by ✨Clara Tomaz Formiga✨</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-10-19 13:38:23 UTC</pubDate>
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         <title>Nascimento &amp; Infância </title>
         <author>claraformiga14</author>
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         <description><![CDATA[<p>Joaquim Maria Machado de Assis nasceu na Chácara do Livramento no Rio de Janeiro, no dia 21 de junho de 1839. Foi o primeiro filho do mulato&nbsp;Francisco José de Assis, um pintor e decorador de paredes, e da imigrante portuguesa Maria Leopoldina.</p><p>Machado de Assis passou sua infância e adolescência no bairro do Livramento</p><p>Quando tinha dez anos perdeu sua mãe. Seu pai resolveu sair da chácara e foi morar em São Cristóvão com Maria Inês da Silva, só vindo a casar-se em 1854.</p><p>Machado já sabia falar francês e latim e com 10 anos já escrevia suas primeiras poesias</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-16 14:39:12 UTC</pubDate>
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         <title>Carreira Literária </title>
         <author>claraformiga14</author>
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         <description><![CDATA[<p>Em busca de um emprego, com 15 anos, Machado conheceu Francisco de Paula Brito, dono da livraria, do jornal e da tipografia da cidade.&nbsp;No dia 12 de fevereiro de 1855, a “Marmota Fluminense”, jornal editado por Paula Brito, trazia na página 3, o poema “Ela”, de Machado de Assis:</p><blockquote><p><em>"Dos lábios de Querubim<br>Eu quisera ouvir um sim<br>Para alívio do coração" (...)</em></p></blockquote><p>Daí por diante, Machado não parou de escrever na "Marmota" e de fazer amizades com os políticos e literatos frequentadores da livraria, onde o assunto principal era a poesia.</p><p>Em 1856, Machadinho, como era conhecido, entrou para a Imprensa Oficial como aprendiz de tipógrafo, mas além de mau funcionário, escondia-se para ler tudo que lhe interessava.</p><p>O diretor decidiu incentivar o jovem e o apresentou a três importantes jornalistas: Francisco Otaviano, Pedro Luís e <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.ebiografia.com/quintino_bocaiuva/">Quintino Bocaiuva.</a></p><p>Em 1860, Machado de Assis foi chamado por Quintino Bocaiuva para trabalhar na redação do “Diário do Rio de Janeiro”. Além de escrever sobre todos os assuntos e manter uma coluna de crítica literária, Machado tornou-se representante do jornal no Senado.<br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-16 14:42:27 UTC</pubDate>
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         <title>Primeiro livro de poesias</title>
         <author>claraformiga14</author>
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         <description><![CDATA[<p>Em 1864, Machado de Assis publicou&nbsp;seu primeiro livro de poesias, <strong>Crisálidas</strong>, uma coletânea de seus poemas. O livro foi dedicado a seus pais, Maria Leopoldina e&nbsp;Francisco.</p><p>Em 1867, o Imperador <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.ebiografia.com/dompedro_ii/">Dom Pedro II</a> concedeu a Machado o grau de "Cavaleiro da Ordem da Rosa", por serviços prestados às letras nacionais. No dia 8 de abril, Machado foi nomeado ajudante do diretor do Diário Oficial, iniciando sua "carreira burocrática".</p><p>Em 1868 ele conheceu Carolina Xavier de Novais, uma portuguesa culta, irmã do poeta português Faustino Xavier de Novais, que lhe revelou os clássicos lusitanos.</p><p>No dia 12 de novembro de 1869&nbsp;o casamento de Machado e Carolina foi&nbsp;realizado, tendo como testemunhas, Artur Napoleão e o Conde de São Mamede, em cuja residência se realizou a cerimônia. O casal não teve filhos.</p><p>Em 1873, ele foi nomeado primeiro oficial da Secretaria do Estado do Ministério da Agricultura. Três anos depois assumiu a chefia da seção.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-16 14:43:55 UTC</pubDate>
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         <title>Academia Brasileira de Letras</title>
         <author>claraformiga14</author>
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         <description><![CDATA[<p>O primeiro livro de contos de Machado de Assis,&nbsp;<strong>Contos Fluminenses</strong> (1870) e seu primeiro romance, <strong>Ressurreição</strong>&nbsp;(1872), sedimentaram a imagem de um escritor que usava muito bem a língua portuguesa e que preferia os relatos psicológicos às narrativas de ação constante.</p><p>No dia 30 de janeiro de 1873, a capa do décimo número do “Arquivo Contemporâneo”, periódico do Rio de Janeiro, colocou lado a lado as fotos de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.ebiografia.com/jose_alencar/">José de Alencar,</a> até então o maior romancista do Brasil, e a de Machado de Assis.</p><p>Machado de Assis se impôs, antes mesmo de ter publicado suas obras-primas, como a maior expressão da literatura brasileira e, sem muita dificuldade, em 1896, fundou com outros intelectuais, a Academia Brasileira de Letras.</p><p>Nomeado para a cadeira n.º 23, tornou-se, em 1897&nbsp;seu primeiro presidente, cargo que ocupou até sua morte.</p><p>Na entrada do prédio há uma estátua de bronze do escritor. Em sua homenagem, a academia chama-se também “Casa de Machado de Assis”.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-16 14:47:22 UTC</pubDate>
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         <title>Contos De Machado</title>
         <author>claraformiga14</author>
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         <description><![CDATA[<p><br></p><ul><li><p>Contos Fluminenses (1870)</p></li><li><p>História da Meia Noite (1873)</p></li><li><p>Papéis Avulsos (1882)</p></li><li><p>Histórias Sem Data (1884)</p></li><li><p>Várias Histórias (1896)</p></li><li><p>Páginas Recolhidas (1899)</p></li><li><p>Relíquias da Casa Velha (1906)</p></li><li><p>Cantigas de Esponsais – a desesperada busca da expressão,</p></li><li><p>Noites de Almirantes – análise de uma desilusão amorosa,</p></li><li><p>Trio em Lá Menor – o anseio da perfeição,</p></li><li><p>O Alienista – o problema da loucura. Foi adaptado para o cinema em 1970).</p></li><li><p>Missa do Galo – o despertar do adolescente para o amor,</p></li><li><p>Teoria do Medalhão – como vencer na vida sem fazer força,</p></li><li><p>O Espelho – a dualidade da alma humana.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-16 14:48:51 UTC</pubDate>
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         <title>Anos Finais</title>
         <author>claraformiga14</author>
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         <description><![CDATA[<p>Em outubro de 1904 morreu sua esposa, Carolina, companheira de 35 anos, que além de revisora de suas obras era também sua enfermeira, pois Machado de Assis tinha a saúde abalada pela epilepsia.</p><p>Após a morte da esposa, o romancista raramente saía de casa. Em homenagem à&nbsp;sua amada, escreveu&nbsp;o poema "À Carolina":</p><blockquote><p><em>À Carolina</em></p><p><em>"Querida, ao pé do leito derradeiro<br>Em que descansas dessa longa vida,<br>Aqui venho e virei, pobre querida,<br>Trazer-te o coração do companheiro.</em></p><p><em>Pulsa-lhe aquele afeto verdadeiro<br>Que, a despeito de toda a humana lida,<br>Fez a nossa existência apetecida<br>E num recanto pôs o mundo inteiro.</em></p><p><em>Trago-te flores, - restos arrancados<br>Da terra&nbsp;que nos viu passar unidos<br>E ora mortos nos deixa&nbsp;separados.</em></p><p><em>Que eu, se tenho nos olhos malferidos<br>Pensamentos de vida formulados,<br>São pensamentos idos e vividos."</em></p></blockquote><p>Machado de Assis faleceu no Rio de Janeiro, no dia 29 de setembro de 1908.&nbsp;Em seu velório, compareceram as maiores personalidades do país. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.ebiografia.com/rui_barbosa/">Rui Barbosa</a>, um dos juristas&nbsp;mais aplaudidos da época,&nbsp;fez um discurso de despedida com elogios ao homem e escritor.</p><p>Levado em uma carreta do Arsenal de Guerra, só destinada às grandes personalidades, um grande cortejo fúnebre saiu da Academia para o cemitério de São João Batista, onde foi enterrado.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-16 14:50:01 UTC</pubDate>
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