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      <title>3°Período by Ana Rita Martins Miranda</title>
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      <pubDate>2021-04-07 18:38:57 UTC</pubDate>
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         <title>A expansão da Revolução Industrial </title>
         <author>anamiranda5744</author>
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         <description><![CDATA[<div>A Revolução Industrial conheceu um novo impulso durante a segunda metade do século XIX. Depois de 1870, a expansão da industrialização foi beneficiada pelo desenvolvimento técnico e descobertas científicas. Expandiu-se geograficamente na Europa noutros continentes, ainda que com ritmos diferentes.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-07 18:43:33 UTC</pubDate>
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         <title>Novos inventos e novas fontes de energia</title>
         <author>anamiranda5744</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nos meados do século XIX&nbsp; iniciou-se uma segunda fase de transformação dos métodos de produção e alterou os padrões de consumo.&nbsp;<br>Uma série de inovações técnicas foram implementadas, como a descoberta de novas substâncias, do múltiplo aproveitamento do petróleo e seus derivados como fonte de energia e lubrificantes, a descoberta e o aproveitamento de novas fontes de energia – o petróleo (no motor a combustão), a água (nas fábricas hidroelétrica), o urânio (para a energia nuclear), revolucionaram ainda mais a produção industrial, a descoberta do poder explosivo da nitroglicerina, entre muitas outras.<br>Assim, esta segunda fase teve como maiores industrias impulsionadoras, a siderurgia e a química. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-07 18:55:25 UTC</pubDate>
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         <author>anamiranda5744</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Siderurgia e Indústria química&nbsp;<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-07 19:16:23 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anamiranda5744</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Novas fontes de energia<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-07 19:27:16 UTC</pubDate>
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         <author>anamiranda5744</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Domínio dos transportes&nbsp;<br></strong>O desenvolvimento dos transportes foi fundamental para o sucesso da Revolução Industrial, pois cada vez mais era necessário transportar pessoas, matérias-primas e produtos a velocidades e distâncias cada vez maiores.&nbsp; Em 1830 surgiu <strong>o comboio</strong>, George Stephenson inaugurou a linha Liverpool-Manchester e em 1914, existiam um milhão de km de linhas construídas em todo o mundo.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-07 19:31:41 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anamiranda5744</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Domínio das comunicações <br></strong>Destacou-se o<strong> telégrafo, </strong>que facilitou a transmissão de informações internacionais e intercontinentais, para além de que beneficiou do lançamento de cabos submarinos (maior rapidez na difusão das informações).<br><br><strong>Pequenos inventos&nbsp;</strong></div><ul><li>As<strong> peças intermutáveis</strong>, a <strong>prensa hidráulica</strong>, o <strong>compressor pneumático</strong> são alguns exemplos de pequenos inventos que facilitaram o desenvolvimento industrial.&nbsp;</li><li>A <strong>máquina de costura, </strong>a<strong> máquina de escrever</strong> e o<strong> telefone </strong>melhoraram o quotidiano.</li></ul><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-07 19:56:16 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anamiranda5744</author>
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         <description><![CDATA[<div>Podemos assim concluir, que a industria conheceu uma série de desenvolvimentos técnicos que permitiram aumentar a produção, reduzir custos, desenvolver novos setores e fabricar novos produtos.<br>Os novos inventos consolidaram o capitalismo industrial, assim:</div><ul><li>Transformação da produção industrial;</li><li>Aceleração do crescimento económico;</li><li>Alargamento dos mercados;</li><li>Permitiu lucros avultados;</li><li>Possibilitou a afirmação de companhias industriais, entre outros.</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-07 20:09:01 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anamiranda5744</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Ligação Ciência-Técnica&nbsp;</strong></div><ol><li>Progressos técnicos com caráter mais científico;</li><li>O desenvolvimento científico e técnico permitiu o aparecimento de novas indústrias e produtos;</li><li>Engenheiros, investigadores e cientistas são responsáveis pelos progressos na química, na mecânica e na física, entre outros.</li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-07 20:19:09 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anamiranda5744</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Concentração Bancária e Industrial<br></strong>A partir de 1870 começa-se a falar de uma civilização industrial. Na Europa e nos Estados Unidos a industria moldava a vida económica e relações sociais.</div><ul><li><strong>Capitalismo Industrial: </strong>tipo de capitalismo que se desenvolveu na segunda metade do séc. XIX e é caracterizado por um investimento na indústria.</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-07 20:23:42 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anamiranda5744</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Concentração Bancária</strong>&nbsp;</div><ul><li>A atividade bancária permita a movimentação das somas envolvidas no comércio internacional e que tornava possível a ampliação e modernização das industrias;</li><li>&nbsp;O sistema bancário integra-se na dinâmica do mundo industrial: na segunda metade do século têm um forte crescimento, acompanhado da diminuição do número de instituições;</li><li>Os bancos participaram diretamente no desenvolvimento industrial;</li><li>Conduziu à afirmação do capitalismo financeiro, entre outros.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-07 20:25:31 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anamiranda5744</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Concentração Industrial&nbsp;</strong></div><ul><li>As pequenas oficinas deram lugar às grandes fábricas;</li><li>&nbsp;A maquinaria obrigou à criação de grandes espaços que empregava um grande número de trabalhadores;</li><li>No século XIX as fábricas transformavam-se em grandes empresas que envolviam grandes capitais;</li><li>A concentração industrial acelerou-se na segunda metade do século.&nbsp;</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <title>Racionalização do trabalho</title>
         <author>anamiranda5744</author>
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         <title></title>
         <author>anamiranda5744</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Taylorismo</strong></div>]]></description>
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         <title>A Geografia da Industrialização</title>
         <author>anamiranda5744</author>
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         <title>A Hegemonia Inglesa</title>
         <author>anamiranda5744</author>
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         <title>A afirmação de novas potências </title>
         <author>anamiranda5744</author>
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         <title>A permanência de formas de economia tradicional</title>
         <author>anamiranda5744</author>
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         <title></title>
         <author>anamiranda5744</author>
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         <title>A agudização das diferenças</title>
         <author>anamiranda5744</author>
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         <title>As crises do capitalismo</title>
         <author>anamiranda5744</author>
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         <title>O mercado internacional e a divisão internacional do trabalho</title>
         <author>anamiranda5744</author>
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         <description><![CDATA[<div>Até ao século XIX, nunca o mundo tinha estado tão unificado economicamente, com cada região desempenhando o seu papel e a sua especialização em todo o mundo:&nbsp;</div><ul><li>os países mais industrializados dependiam da circulação mundial de matérias-primas, de alimentos e da colocação dos seus produtos nos vários mercados à escala mundial;</li><li>os países europeus mais industrializados importavam mais do que exportavam, mas tinha uma balança de pagamentos favorável , pagavam uma parte das importações, com exportação de produtos fabricados, e a outra parte eram “exportações e invisíveis”.</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-01 16:15:58 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anamiranda5744</author>
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         <description><![CDATA[<div>O desenvolvimento do mercado Internacional exigiu novas práticas económicas que favorecessem o dinamismo das trocas comerciais , foi adotada a política económica do livre-cambismo, assente na liberdade da circulação de produtos entre os mercados , a Inglaterra foi o primeiro país a adotar o livre-cambismo e entre 1860 e 1870, a corrente livre-cambista afirmou-se os países da Europa continental e nos Estados Unidos da América vigorava o protecionismo, pois viam no livre-cambismo um modelo que favorecia a economia inglesa.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-01 16:22:26 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anamiranda5744</author>
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         <description><![CDATA[<div>O mundo afirmava se como uma imensa “fábrica” e cada país como “oficina” promoveu-se uma divisão Internacional do trabalho entre os países e regiões produtoras do mundo e aproveitou-se a vantagem comparativa dos diferentes países no sentido de produzirem os bens para os quais estavam naturalmente mais habilitados a custos mais reduzidos, e segundo o liberalismo económico, os países beneficiavam com a divisão internacional de trabalho.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-01 16:25:29 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anamiranda5744</author>
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         <description><![CDATA[<div>A redução das tarifas alfandegárias, a orientação dos países para a produção de bens específicos, o desenvolvimento dos transportes e a produção em massa dinamizaram o mercado Internacional e afirmaram as economias nacionais mais desenvolvidas e os países ou regiões dependentes mais industrializados, com baixo nível de especialização tecnológica , viram-se forçados a manter-se como fornecedores de produtos primários cada vez mais baratos do que os produtos acabados e a sua dependência no mercado Internacional agudizou as diferenças face aos países industrializados.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-01 16:30:59 UTC</pubDate>
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         <title>A sociedade industrial e urbana</title>
         <author>anamiranda5744</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>A explosão populacional<br></strong>No século XIX, verificou-se um crescimento muito rápido e acentuado da população mundial e, em especial, da Europa industrializada, falando-se, por isso, de uma <strong>explosão demográfica</strong>.<br><br></div><div>No século XIX impôs-se o modelo demográfico moderno, cujas características eram:<br><br></div><div>&nbsp;. O recuo da mortalidade (geral e, em especial, infantil).<br><br></div><div>&nbsp;. O declínio da elevada natalidade (a partir de cerca de 1870).<br><br></div><div>&nbsp;. A descida da idade do casamento (invertendo a tendência para o casamento tardio, típica do modelo demográfico do Antigo Regime).<br><br></div><div>&nbsp;. O aumento da esperança média de vida para ambos os sexos.<br><br></div><div>&nbsp;. O aumento da densidade populacional.<br><br></div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-01 16:36:08 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anamiranda5744</author>
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         <description><![CDATA[<div>Estas características revelam-se mais precocemente nos países industrializados da Europa (Inglaterra, Alemanha, França) e, mais tardiamente, na Europa do leste e do sul, pois a expansão da Revolução Industrial correspondeu a uma expansão da população. Assim, os demógrafos e historiadores, na tentativa de interpretar a exploração populacional do século XIX, apontam um conjunto de factores:<br><br></div><ul><li>os melhores cuidados médicos (difusão da vacina da varíola, inventada no século XVIII por Jenner e criação de novas vacinas; prática da desinfecção);</li><li>a maior abundância de bens alimentares (produzidos em larga escala pela agricultura mecanizada e fornecidos pela revolução dos transportes);</li><li>o investimento social e afectivo na criança, tornada o centro da família burguesa;</li><li>os progressos na higiene (uso do sabão e do vestuário de algodão; substituição da madeira pelo tijolo nos edifícios; construção de redes de esgotos e de abastecimento de água potável).</li></ul><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-01 16:37:07 UTC</pubDate>
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         <title>A expansão urbana e o novo urbanismo</title>
         <author>anamiranda5744</author>
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         <description><![CDATA[<div>O desenvolvimento da industrialização, acompanhado forte crescimento populacional, a possibilidade de fluxos migratórios, facilitados pelo desenvolvimento de transportes, bem como a afirmação de um novo estilo de vida, proporcionado pela melhoria das condições económicas e pelo desenvolvimento técnico, promover a concentração populacional das cidades. Calculava-se que cada uma em sete pessoas permanecia ligada ao trabalho agrícola e das outras seis, umas abandonaram as Europa e cinco foram para as cidades em crescimento.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-01 16:39:25 UTC</pubDate>
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         <title>Migrações internas e emigração</title>
         <author>anamiranda5744</author>
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         <description><![CDATA[<div>O século XIX ficou marcado por fluxos migratórios, quer no interior dos países, querem de Estados diferentes ou até entre continentes.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://pt.slideshare.net/diariohistoria/migraes-internas-e-emigrao" />
         <pubDate>2021-05-01 16:43:29 UTC</pubDate>
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         <title>Unidade e diversidade da sociedade oitocentista</title>
         <author>anamiranda5744</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;As revoluções liberais, e a proclamação da igualdade e da liberdade como valores fundamentais provocaram transformações:&nbsp;</div><ul><li>&nbsp;a abolição da sociedade de ordens, baseada no privilégio do nascimento;</li><li>&nbsp;a igualdade dos cidadãos perante a lei;</li><li>&nbsp;continuaram a existir desigualdades de natureza económica e política;</li><li>&nbsp;os indivíduos pertenciam a classes sociais diferenciadas,</li><li>&nbsp;criou-se um novo tipo de sociedade: a sociedade de classes.&nbsp;</li></ul><div>&nbsp;O lugar de cada indivíduo na sociedade do século XIX era diferenciado:&nbsp;</div><ul><li>com base na sua riqueza;&nbsp;</li><li>no seu papel económico;</li><li>&nbsp;na função desempenhada.&nbsp;</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-01 16:48:22 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anamiranda5744</author>
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         <description><![CDATA[<div>A sociedade de classes oitocentista assentava em diversos princípios ou características:&nbsp;</div><ul><li>todos os homens eram considerados livres e iguais perante a lei;&nbsp;</li><li>&nbsp;era uma sociedade desigual em termos económicos;&nbsp;</li><li>era uma sociedade complexa e dinâmica;&nbsp;</li><li>&nbsp;a ascensão social fazia-se pelo mérito, independentemente da origem social ou do nascimento;&nbsp;</li><li>&nbsp;a mobilidade social era característica da sociedade de classes oitocentista. A sociedade de classes oitocentista foi marcada pelo antagonismo e pela diferenciação social&nbsp;</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-01 16:52:51 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anamiranda5744</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;A diferenciação entre a alta burguesia e o operariado: as condições económicas e de vida eram diametralmente opostas.<br>Tanto a classe burguesa, como a classe dos assalariados, não se constituíam como grupos homogéneos:&nbsp;</div><ul><li>havia diversos estratos ou grupos sociais;&nbsp;</li><li>&nbsp;conforme a riqueza, o estatuto e o prestígio, associados à função socioprofissional desempenhada.&nbsp;</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-01 16:55:01 UTC</pubDate>
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         <title>A condição burguesa</title>
         <author>anamiranda5744</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Composição social<br></strong>A alta burguesia formava um grupo poderoso e influente:&nbsp;</div><ul><li>na administração, na diplomacia e nas magistraturas;</li></ul><div>&nbsp;A alta burguesia ocupou um lugar de liderança na política e na sociedade e desenvolveu uma consciência de classe:&nbsp;<br>‐ partilha os mesmos valores, comportamentos e modelos de vida.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-06 20:11:57 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anamiranda5744</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Valores e comportamentos<br></strong>A burguesia distinguia-se pela fortuna, profissão, cultura, nível de estudos e pelo sentimento de pertença a um grupo distinto na sociedade.&nbsp;<br>Perpetuou-se como classe dominante com base na valorização da família e q alta burguesia formava “dinastias” familiares, exaltava o percurso de sucesso e de êxito iniciado pelos seus antepassados, através do esforço e do trabalho (self-made man), para além disso, a burguesia apoiou a cultura e as artes, as atividades de lazer e a moda. &nbsp;<br>Para o burguês, o sucesso e a prosperidade eram reflexo da sua conduta e valores morais: do mérito, da competência, do trabalho e do espírito de iniciativa.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-06 20:19:06 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anamiranda5744</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <title></title>
         <author>anamiranda5744</author>
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         <pubDate>2021-05-06 20:54:09 UTC</pubDate>
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         <title>A média e pequena burguesia </title>
         <author>anamiranda5744</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Fatores de proliferação das classes médias e do setor terciário</strong>&nbsp;<br>O setor terciário exigiu a constituição de um corpo de empregados, de funcionários, com diversas funções.&nbsp;<br>As classes médias não pertenciam nem à alta burguesia nem ao operariado.&nbsp;<br>O desenvolvimento dos cuidados de saúde e do ensino alargaram o setor terciário.&nbsp;<br>O trabalho nos serviços dos escritórios das empresas industriais, dos bancos e do comércio, a complexificação e a burocratização do Estado levaram à criação de novas profissões.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-06 21:14:51 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anamiranda5744</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-05-06 21:32:18 UTC</pubDate>
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         <title>A condição operária</title>
         <author>anamiranda5744</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Condições de trabalho e modos de vida&nbsp;<br></strong><br></div>]]></description>
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         <title></title>
         <author>anamiranda5744</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Condição de vida do operariado<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-13 20:12:33 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anamiranda5744</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Condições de trabalho do operariado</strong><br>A partir da segunda metade do século, houve uma ligeira melhoria das condições de trabalho e de vida do operariado, em alguns países europeus industrializados. O desenvolvimento dos meios de transporte facilitaram a emigração e a circulação da mão de obra. A promulgação de legislação social, por vários governos, contribuiu para melhorar os salários e as condições de trabalho do operariado. Os progressos técnicos possibilitaram melhorar as condições das fábricas.<br> ‐ O horário de trabalho semanal foi reduzido.<br> ‐ O trabalho infantil e feminino foi regulamentado.&nbsp;<br>‐ Os salários aumentaram.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-13 20:14:19 UTC</pubDate>
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         <title>As propostas socialistas de transformação revolucionária na sociedade</title>
         <author>anamiranda5744</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os problemas sociais e económicos das classes trabalhadoras e o movimento associativista e sindicalista inspiraram novas propostas de transformação da sociedade, defendidas por filósofos, pensadores, economistas e intelectuais. As primeiras propostas socialistas desenvolveram-se na França e na Inglaterra e integraram-se no chamado socialismo utópico. Estas propostas tinham o intuito de operar uma modificação na sociedade.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-13 20:16:11 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anamiranda5744</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;O socialismo, ideologia que surgiu na primeira metade do século XIX, criticava o capitalismo e o liberalismo individualista, que considerava responsáveis pelas más condições de trabalho e de vida do operariado. <br><strong>Os socialistas utópicos defendiam:</strong>&nbsp;<br>‐ a criação de comunidades ideais;<br> ‐ novos modelos de organização da sociedade. Tiveram pouca implantação, pois tinham uma visão pouco realista do mundo do trabalho. Inspiraram a evolução das ideias socialistas.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-13 20:21:32 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anamiranda5744</author>
         <link>https://padlet.com/anamiranda5744/um184e8qtxd2qlkf/wish/1522624476</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Em meados do século XIX, surgiu uma nova forma de pensamento sobre a sociedade e a necessidade da sua transformação; o “socialismo científico” ou <strong>marxismo</strong>.&nbsp;</div><ul><li>&nbsp;O marxismo defende um modelo revolucionário de transformação da sociedade. Doutrina desenvolvida por Karl Marx e Friedrich Engels, segundo os princípios da doutrina marxista;</li><li>&nbsp;A transformação da sociedade fazia-se através da luta de classes e da revolução;</li><li>&nbsp;A luta de classes era entre a classe capitalista exploradora – a burguesia – e a classe trabalhadora, explorada e empobrecida – o proletariado.&nbsp;</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-13 20:22:39 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anamiranda5744</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-05-13 20:30:01 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anamiranda5744</author>
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         <description><![CDATA[<div>Doutrina desenvolvida por Karl Marx e Friedrich Engels onde expuseram os princípios da doutrina marxista.<br>A ditadura do proletariado era uma etapa intermédia na construção do comunismo. O capitalismo era substituído pelo comunismo, marcado por uma sociedade sem classes na qual os meios de produção eram controlados pelos trabalhadores e culminava na etapa em que o Estado deixava de ser necessário.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-13 20:30:48 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anamiranda5744</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>&nbsp;Associativismo e sindicalismo&nbsp;</strong></div><ul><li>A melhoria das condições da classe operária foi resultado de uma luta constante.</li><li>Surgiram as associações mutualistas de operários e, em1824, na Inglaterra, foi reconhecido o direito de associação.&nbsp;</li><li>O sindicalismo tornou-se a base do movimento operário para obter o reconhecimento e consagração legislativa de direitos.&nbsp;<br>Surgiram as associações de trabalhadores, as Trade Unions ou sindicatos.&nbsp;</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-13 20:31:48 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anamiranda5744</author>
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         <description><![CDATA[<div>O movimento operário acabou por ganhar dimensão internacional, apoiado no sindicalismo e numa nova consciência social e política:</div><ol><li>no sentido de adquirir uma maior coesão e capacidade reivindicativa, reuniram-se na I Internacional Operária cuja ação prosseguiu na II Internacional Socialista (1889);</li><li>&nbsp;o alargamento do direito de voto contribuiu para que os sindicatos pressionassem os governos;&nbsp;</li><li>a criação dos partidos operários contribuiu para concretizar algumas aspirações do movimento operário;&nbsp;</li><li>a sensibilidade face às degradantes condições de trabalho e de vida dos operários levou o papa Leão XIII a publicar a Encíclica Rerum Novarum, em 1891.&nbsp;</li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-13 20:38:45 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anamiranda5744</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Em 1889, no Congresso de Paris, com a formação da II Internacional ou Internacional Socialista, pretendeu-se:&nbsp;</div><ul><li>unir os vários partidos socialistas, que entretanto se haviam formado na Europa;&nbsp;</li><li>estabelecer o 1º de Maio como o dia internacional da solidariedade operária (Dia Internacional do Trabalhador);&nbsp;</li><li>iniciar a luta pela jornada de oito horas de trabalho;</li><li>realizar reuniões periódicas;</li><li>&nbsp;incentivar e apoiar a criação de partidos socialistas nos diferentes países.&nbsp;</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-13 20:40:25 UTC</pubDate>
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         <title>As transformações políticas </title>
         <author>anamiranda5744</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>A evolução democrática do sistema representativo<br></strong>A partir de 1870 e até 1914 observa-se nos estados do mundo ocidental uma tendência notória para a democracia Liberal - Demoliberalismo - e a monarquia constitucional tornou-se o regime político predominante entre esses países nomeadamente os mais industrializados da Europa e da América do Norte.</div><div>Seguindo o exemplo da Grã Bretanha, a tendência foi para a limitação do poder dos monarcas à medida que a crítica a esse regime aumentava nos países onde dificuldades económicas mais atormentavam as populações. A opinião pública tornou-se favorável a mudanças e o poder reivindicativo crescente das classes operárias e das classes médias, devido ao alargamento da base sufragista dos regimes políticos, tornou mais questionável a permanência no poder de reis e principes surgindo a República como o regime político mais democrático e livre.<br>Parlamentarismo e Democracia Representativa tornaram-se frequentemente sinónimos à custa de reformas políticas:</div><ul><li>sufrágio universal</li><li>diminuição da idade de voto</li><li>Instituição do voto secreto como garantia da livre expressão</li><li>remuneração dos cargos políticos</li></ul><div>No entanto até ao final da 1ª Guerra Mundial as mulheres estiveram excluídas das eleições.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-13 21:04:22 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anamiranda5744</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>As aspirações de liberdade nos estados autoritários</strong></div><div>Apesar das reformas democráticas, em muitos países do norte e noroeste da Europa continuavam a existir estados autoritários que continuavam a resistir às reformas demoliberais. Império alemão, império austro-hungaro, império russo e império turco.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-13 21:09:51 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anamiranda5744</author>
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         <description><![CDATA[<div>O seu poder fundamentava-se em:</div><ul><li>Autocracia, os soberanos governavam de forma absoluta apesar de algumas reformas tímidas no sentido da liberalização. Surgiram constituições na Alemanha e Austro-Hungria e o sufrágio universal na eleição das assembleias legislativas que no entanto tinham apenas poderes consultivos. As leis dos parlamentos não eram adoptadas e substituídas por decretos imperiais. Existia polícia política.</li><li>Conservadorismo, as nobrezas nacionais tinham forte implantação nos governos e orgãos consultivos dos imperadores. As igrejas nacionais eram fortemente protegidas pelos governantes e não existia liberdade religiosa.</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-13 21:11:01 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anamiranda5744</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li>Submissão das Nacionalidades (observação do mapa 5) os impérios europeus uniam artificialmente muitos povos e culturas diferentes sem aplicar o principio das nacionalidades defendido no Congresso de Viena. Na Alemanha o imperador aplicou a política de germanização, no império russo as diferentes nacionalidades foram submetidas tal como na Austria Hungria que era no entanto o império mais agitado por confrontos interétnicos. Tal situação viria a resultar na 1ª Guerra Mundial.</li></ul><div><br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-13 21:11:45 UTC</pubDate>
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         <title>Os afrontamentos imperialistas: O domínio da Europa sobre o mundo</title>
         <author>anamiranda5744</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-05-13 21:15:18 UTC</pubDate>
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         <title>Portugal, uma sociedade capitalista dependente </title>
         <author>anamiranda5744</author>
         <link>https://padlet.com/anamiranda5744/um184e8qtxd2qlkf/wish/1526093429</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>A Regeneração entre o livre cambismo e o protecionismo <br></strong>Um golpe de estado, em 1851, liderada pelo Duque de Saldanha, depôs Costa Cabral e iniciou uma nova etapa do liberalismo português conhecida por Regeneração. Os principais objetivos deste movimento eram:</div><ul><li>&nbsp;conciliar as diversas fações do Liberalismo e harmonizar os interesses da alta burguesia com os da pequena e média burguesia bem como dos camponeses;</li><li>Revisão da Carta Constitucional;&nbsp;<br>Ato Adicional (1852) alarga o sufrágio, determina eleições diretas para o Parlamento;</li><li>Consagra-se o rotativismo partidário (alternância de partidos no poder);&nbsp;</li></ul><div>A nível económico desenvolveram uma política livre-cambista, desenvolvem reformas para modernizar o país; Livre-cambismo é um modelo de mercado no qual o comércio entre países não é afetado por restrições (taxas aduaneiras) do estado. <strong>Livre-cambismo</strong> é contrário ao protecionismo, que é a política económica que pretende restringir o comércio entre países.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-14 20:09:22 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anamiranda5744</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Desenvolvimento de infraestruturas<br></strong>A Regeneração desenvolveu os transportes e os meios de comunicação (infraestruturas essenciais).<br>O seu principal dinamizador foi o ministro das Obras Públicas, Comércio e Indústria (1852-1856), António Fontes Pereira de Melo (1819-1887). <br>A esta política de desenvolvimento das atividades económicas chama- se fontismo.<br><br><strong>Revolução dos transportes</strong></div><ol><li>Construção de estradas (macadamizadas);&nbsp;</li><li>Desenvolvimento dos transportes ferroviários; Construção de pontes; Construção e remodelação de portos;&nbsp;</li><li>Instalação do telégrafo (1857); Estabelecimento do telefone (1882) em Lisboa e Porto;&nbsp;</li><li>Reforma dos correios (1853, primeiros selos adesivos);</li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-14 20:17:04 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anamiranda5744</author>
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         <description><![CDATA[<div>No entanto estes melhoramentos exigiram um grande esforço financeiro. Os governos regeneradores recorreram a empréstimos obtidos na banca internacional, muitas vezes a juros elevados.<br>Uma consequência foi o endividamento do estado; Para resolver esta situação os governos socorreram-se de sucessivos aumentos de impostos, o que piorou a situação económica do país. Por outro lado o desenvolvimento das comunicações criou condições de concorrência económica para a qual, a maior parte dos portugueses não estava preparado.<br>Portugal vai caindo nas mãos dos credores estrangeiros e, apesar dos problemas, a economia portuguesa entre 1850-1875 vive um período de expansão.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-14 20:19:52 UTC</pubDate>
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         <title>A dinamização da atividade produtiva</title>
         <author>anamiranda5744</author>
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         <description><![CDATA[<div>Até 1850, a economia portuguesa assentava, essencialmente, no setor primário. No setor secundário, a indústria era pouco desenvolvida e não tinha capacidade concorrencial. A criação do Ministério das Obras Públicas, Comércio e Indústria, em 1852, foi fundamental para a reestruturação do setor produtivo. <br><strong>Entre as décadas de 60 e de 80 do século XIX: </strong>Assistiu-se ao desenvolvimento da agricultura, marcado pelo aumento da produtividade e pelo volume da produção.&nbsp;<br>A modernização do setor agrícola era essencial para a transformação da economia portuguesa. Diversos fatores possibilitaram essa dinamização: A produção de cereais (milho e o trigo) aumentou.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-14 20:22:02 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anamiranda5744</author>
         <link>https://padlet.com/anamiranda5744/um184e8qtxd2qlkf/wish/1526129730</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Diversos fatores possibilitaram a dinamização agrícola:&nbsp;</strong></div><ul><li>A vitivinicultura expandiu-se ao longo da segunda metade do século XIX;</li><li>A exploração da cortiça e do gado tornou-se intensiva;</li><li>&nbsp;A pesca praticava-se em todo o litoral, desde Caminha a Vila Real de Santo António;</li><li>Assistiu-se ao incremento da exploração de recursos do subsolo. </li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-14 20:25:03 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anamiranda5744</author>
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         <description><![CDATA[<div>A política relativa ao setor agrícola oscilou entre a defesa do protecionismo e a adoção do livre-cambismo. Eram grandes os obstáculos que se levantaram à colocação dos produtos agrícolas no exterior:<br>&nbsp;- a concorrência;&nbsp;<br>- a falta de capacidade de investimento e de organização da exportação.&nbsp;<br>No contexto de promoção agrícola assistiu-se:<br>&nbsp;‐ à fundação de associações agrícolas;&nbsp;<br>‐ à participação em exposições e em feiras;&nbsp;<br>‐ à publicação de guias práticos.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-14 20:27:07 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anamiranda5744</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Setor secundário - a indústria <br></strong>Os progressos industriais beneficiaram das políticas de fomento implementadas pela política desenvolvida ao longo da Regeneração. O setor industrial experimentou melhorias generalizadas, nomeadamente entre 1873 e 1876. Maior dinamismo da indústria portuguesa devido:&nbsp;<br>‐ à generalização das máquinas a vapor e dos fornos verticais;&nbsp;<br>‐ à introdução de novas tecnologias;<br>&nbsp;‐ à revisão das pautas alfandegárias;<br>&nbsp;‐ à diminuição dos impostos sobre a importação de matérias-primas;&nbsp;<br>‐ à redução dos custos de produção.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-14 20:28:23 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anamiranda5744</author>
         <link>https://padlet.com/anamiranda5744/um184e8qtxd2qlkf/wish/1526140196</link>
         <description><![CDATA[<div>A indústria portuguesa abarcava setores diversificados:<br>&nbsp;‐ o têxtil de algodão com implementação da mecanização;&nbsp;<br>‐ os lanifícios onde coexistiam oficinas de variada dimensão e fábricas;&nbsp;<br>‐ os tabacos asseguravam rendimentos significativos.&nbsp;<br>Surgimento de novas indústrias:&nbsp;<br>‐ cimento;<br>‐ tabaco;<br>&nbsp;‐ fertilizantes;<br>&nbsp;‐ cerâmica (porcelana e faiança).<br>Na cerâmica, abundavam as pequenas oficinas de loiça e de tijolos. As exceções residiam nas fábricas da Vista Alegre, na porcelana, e a Fábrica de Sacavém, na faiança. As cortiças eram um setor fundamentalmente virado para a exportação. O setor químico até 1880 foi incipiente, com duas pequenas oficinas. A União Fabril limitava-se até então a fabricar sabões, velas e óleo de purgueira.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-14 20:30:04 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anamiranda5744</author>
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         <description><![CDATA[<div>A indústria foi um setor frágil e enfrentou problemas estruturais de difícil resolução. A ausência de uma política de proteção consistente teve efeitos pouco eficazes:</div><ul><li>&nbsp;não foi capaz de enfrentar a concorrência estrangeira;</li><li>teve dificuldade em ganhar mercados;</li><li>manteve sempre dificuldades estruturais de atraso técnico;</li><li>debateu-se com a falta de capitais. Companhia União Industrial Lisbonense.</li></ul><div>&nbsp;A política económica oscilou entre o protecionismo, sobre os produtos agrícolas, e o livre-cambismo nos produtos industriais.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-14 20:33:20 UTC</pubDate>
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         <title>A necessidade de capitais e os mecanismos da dependência</title>
         <author>anamiranda5744</author>
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         <description><![CDATA[<div>A construção das infraestruturas exigiu um financiamento avultado de que o país não dispunha. Os governos foram obrigados a recorrer a medidas que possibilitassem obter o maior número de receitas para poderem efetuar despesa e fazer face à insuficiência de capitais.&nbsp;<br>O aumento dos impostos foi o expediente mais utilizado pelos Governos para arrecadarem receitas. O crescimento das receitas não foi suficiente para fazer face ao ritmo do aumento das despesas. Houve necessidade de recorrer aos empréstimos, sobretudo no estrangeiro.<br>As remessas dos emigrantes, sobretudo do Brasil, foram insuficientes para colmatar o desequilíbrio orçamental. &nbsp;<br>O recurso ao crédito era visto como uma forma de garantir o crescimento económico através do investimento em infraestruturas que, a longo prazo, reverteria em receitas para o reino e, assim, permitia amortizar a dívida contraída. As despesas não assumiram a rentabilidade desejada, o que obrigou a recorrer continuamente ao crédito. A bancarrota era inevitável.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-14 20:35:16 UTC</pubDate>
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         <title>Entre a depressão e a expansão (1880-1914)</title>
         <author>anamiranda5744</author>
         <link>https://padlet.com/anamiranda5744/um184e8qtxd2qlkf/wish/1536677488</link>
         <description><![CDATA[<div>A regeneração, o crescimento do afluxo das remessa dos emigrantes no Brasil, contribuíram para estabilidade financeira e para o investimento nos "melhoramentos dos materiais". <br>Em 1888 esta situação estava fragilizada devido ao agravamento do défice público.<br><br><strong>A crise financeira de&nbsp; 1880-1890<br></strong>O final do século XIX foi marcado por uma crise financeira que resultou do endividamento sucessivo, do aumento da dívida pública e de uma crise no setor bancário. Portugal debatia-se com um défice orçamental e um saldo negativo das contas públicas e no final da década de 80 registou igualmente o agravamento da situação da economia, com redução das exportações de vinho, diminuição das remessas dos emigrantes em consequência da desvalorização monetária no Brasil e dificuldade de acesso ao crédito externo.</div><div>Estes fatores provocaram a diminuição do afluxo de capital fresco (ouro)&nbsp; aos bancos, diminuição da compra dos títulos da dívida pública e o crédito retraiu-se.</div><div>Na década de 90, Portugal viu agravada a dificuldade em encontrar financiamento no estrangeiro, a sustentabilidade das finanças nacionais ficou comprometida, a emissão de papel-moeda agravou a situação e provocou o aumento da inflação, a quebra dos salários reais e a subida do desemprego.</div><div>No ano de 1891 eclodiu a crise, Portugal abandonou o padrão-ouro que havia adotado em 1854, em 1892 suspendeu a amortização da dívida pública e entrou em bancarrota parcial, o governo procedeu a um aumento de impostos e reduziu os gastos, os salários e as admissões na função pública.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-18 17:19:29 UTC</pubDate>
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         <title>Comparação entre crises do Antigo Regime e do Capitalismo Industrial</title>
         <author>anamiranda5744</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-05-20 18:24:39 UTC</pubDate>
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         <title>O surto industrial de final do século</title>
         <author>anamiranda5744</author>
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         <description><![CDATA[<div>Devido ao fracasso do livre-cambismo o governo publicou uma nova pauta aduaneira em 1892, era o retorno do protecionismo; Garantiam-se à agricultura e indústria condições vantajosas para colocar os seus produtos nos mercados nacional e colonial.<br>Entre 1892 e 1914, o comércio colonial foi um fator importante para o desenvolvimento económico português;<br>Dá-se a concentração empresarial e surgem grandes empresas que estão mais preparadas para suportar as crises económicas:&nbsp;</div><ul><li>CUF (produção de adubos);</li><li>&nbsp;Companhia Aliança (têxteis), entre outros.&nbsp;</li></ul><div>Surgem também grandes companhias nos transportes Caminhos de Ferro e Carris, serviços públicos (água, eletricidade, gás, telefones), entre outros e também surgem novos bancos;&nbsp;</div><div>O desenvolvimento tecnológico com a difusão da eletricidade, indústria química, metalurgia, entre outros. Surgem polos urbanos e de industrialização em Lisboa, Porto, Braga, Setúbal, Barreiro, Guimarães;&nbsp;<br>No entanto apesar deste crescimento a população urbana em Portugal era reduzida se comparada com países europeus desenvolvidos;</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-22 17:23:03 UTC</pubDate>
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         <title>Os problemas do regime político na viragem do século </title>
         <author>anamiranda5744</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Os problemas da sociedade portuguesa e a contestação da monarquia</strong>&nbsp;<br>Apesar de Portugal continuar um país essencialmente rural, as cidades cresceram e nelas desenvolveram-se a classe média e o proletariado. Os progresso ocorridos no ensino permitiram o desenvolvimento da imprensa. Estes fatores contribuíram para que nas últimas décadas da monarquia se tivesse criado a opinião pública, fator que os governos tiveram de passar a considerar.<br>Nas últimas décadas do século XIX, o país tomava consciência dos seus problemas agravados com a crise económica;&nbsp;<br>O descontentamento com a monarquia cresce: O rotativismo partidário entre o Partido Progressista e o Partido Regenerador provocava desânimo pois não conseguiam resolver a crise económica. O rei era culpado pela opinião pública por não conseguir que os partidos resolvessem a situação;<br>A crise económica de 1880-1890 e a bancarrota de 1892 deixaram marcas na sociedade portuguesa apesar das políticas protecionistas e de desenvolvimento industrial; Os problemas estruturais não foram resolvidos (falta de investimento em atividades produtivas, atraso da agricultura, emigração); Sucedem-se vários escândalos financeiros;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-27 20:35:09 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anamiranda5744</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ultimato inglês opondo-se ao mapa cor de rosa, ameaçando recorrer à força contra Portugal foi aceite pelo governo português, o que gerou muita contestação entre a população. A monarquia foi acusada de não defender os interesses nacionais; Curiosidade – Nesta altura foi composto “A Portuguesa”, o atual Hino Nacional. O atual verso “Contra os canhões marchar” na versão inicial era “Contra os Bretões marchar”;&nbsp;<br>O Partido Republicano, fundado em 1876, conquistou grande parte deste descontentamento, sobretudo no seio da classe média; As suas críticas ao sistema iam granjeando apoios; Obteve 6% dos votos nas eleições de 1879 e 33% em 1884;</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-27 20:43:12 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anamiranda5744</author>
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         <description><![CDATA[<div>Em 31 de janeiro de 1891, dá-se no Porto uma tentativa de derrube da monarquia e implantação da República realizada por militares; A tentativa gorou-se mas era um sinal do descontentamento popular que grassava entre a população; A agitação social, greves, protestos estudantis e contestação generalizada aos governos monárquicos vai aumentando; Criaram-se associações secretas com o intuito de derrubar a monarquia. A mais importante foi a Carbonária;<br>&nbsp;Em 1907, o rei D. Carlos dissolveu o parlamento e o primeiro- ministro, João Franco governa com plenos poderes, este período foi denominado a ditadura de João Franco, esta situação contribuiu para o reforço do descontentamento; O rei D. Carlos e o príncipe herdeiro, D. Luís Filipe foram assassinados (Regicídio) em Lisboa em 1908, por membros da Carbonária;</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-27 20:46:01 UTC</pubDate>
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         <title>A solução republicana e parlamentar- A primeira República</title>
         <author>anamiranda5744</author>
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         <description><![CDATA[<div>No dia 5 de outubro de 1910, a monarquia foi derruba e&nbsp; implantou-se a República Portuguesa, onde houve a formação de um governo provisório chefiado por Teófilo Braga no qual pôs em prática medidas para convocar eleições para a Assembleia Nacional Constituinte que deveria elaborar a nova Constituição Republicana, aprovada em 21 de agosto de 1911.&nbsp; Procedeu-se à dissolução dos partidos monárquicos e à alteração dos símbolos da identidade nacional.&nbsp;<br>O regime Republicano implementou medidas com vista a concretizar os princípios defendidos pelo Partido Republicano:<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-27 20:58:44 UTC</pubDate>
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         <title>A Constituição de 1911</title>
         <author>anamiranda5744</author>
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         <description><![CDATA[<div>A constituição Republicana de 1911 foi aprovada pela Assembleia Nacional Constituinte no dia 21 de agosto de 1911, onde instituiu a República Portuguesa e a República Parlamentar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-27 21:16:08 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anamiranda5744</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>A fragilidade governativa<br></strong>A fragilidade governativa acentuou-se com as divisões no seio da República, logo após 1911, uma vez que a uma ala mais radical, liderada por Afonso Costa, se opôs uma ala mais moderada, encabeçada por António José de Almeida e por Brito de Camacho.</div><div>A breve trecho e poderoso, o Partido Pepublicano cindiu-se. Surgiram o Partido Democratico de Afonso Costa, o Partido Evolucionista de António José de Almeida e o Partido Unionista, de Brito Camacho.<br>As acesas lutas políticas que contribuíram ao descrédito da República. As suas bases sociais foram-se dividindo e afastaram-se e, poucos anos decorreram até que a agitação social, os golpes e a radicalização passassem a condicionar a eficácia da ação governativa e a&nbsp; implementação duradoura das reformas que tinham inspirado a revolução republicana.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-27 21:47:52 UTC</pubDate>
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         <title>Os caminhos da cultura</title>
         <author>anamiranda5744</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>A confiança no progresso científico</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-03 10:41:56 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anamiranda5744</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Avanço das ciências exatas e emergência das ciências sociais <br></strong>O cientismo e o método científico não se limitaram às ciência exatas e naturais, afirmando-se também nas ciências sociais, destacando-se, neste domínio, o positivismo de Augusto Comte. A afirmação das Ciências Sociais Auguste Comte , fundador da filosofia positivista, defendia:</div><ul><li>&nbsp;a descoberta da realidade através da observação e da experimentação;&nbsp;</li><li>&nbsp;a existência de leis gerais que governavam as sociedades humanas;</li><li>&nbsp;a aplicação às ciências sociais dos métodos das ciências exatas;</li><li>&nbsp;a recolha de dados, a sua quantificação, análise e interpretação, para atingir a verdade científica;&nbsp;</li><li>&nbsp;a existência de três estádios distintos: o teológico, mais primitivo e marcado pela superstição; o metafísico, assente na abstração; o estádio positivo, o da ciência.</li></ul><div>Comte constatou que os indivíduos atuam de forma diferente dos grupos humanos. Os seus estudos foram aprofundados por Émile Durkheim que sistematizou as “regras” da Sociologia.<br><strong>O que é a Sociologia? </strong>A Sociologia é a ciência que analisa as questões relativas à sociedade como factos sociais. A análise sociológica é a análise das relações sociais. Ela coloca os factos no contexto social, por forma a compreender e interpretar o sentido que os indivíduos atribuem às suas ações. Descreve e analisa os processos sociais procurando identificar as regularidades sociais.&nbsp;<br>Émile Durkheim foi o precursor da Sociologia moderna. Defendia que os factos sociais deviam ser estudados como coisas, ou seja, com a objetividade das ciências exatas.<br>Herbert Spencer transpôs para o domínio social os princípios que Darwin definiu para a natureza, pelo que foi considerado o fundador do chamado darwinismo social. Defendeu a “sobrevivência do mais apto”, que, no seu entender, determinava o destino do Homem na sociedade. No século XIX afirmou-se a arqueologia, com as descobertas de Heinrich Schliemann, em Troia e Micenas, e com as investigações de Arthur Evans, com a descoberta da Civilização Minoica. Campo arqueológico em Troia. As bases científicas da Psicologia foram estabelecidas pelo alemão Wilhelm Wundt e pelo russo Ivan Pavlov. Tornou a Psicologia uma ciência experimental e autónoma relativamente à Fisiologia e à Filosofia. Laboratório de Psicologia, na Universidade de Leipzig, criado por Wilhelm Wundt em 1879. As suas experiências levaram à descoberta dos reflexos condicionados.&nbsp;<br>Entre muitas outras descobertas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-03 10:44:33 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anamiranda5744</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>A generalização do ensino público <br></strong>A afirmação da democracia liberal e o desenvolvimento das sociedades industrializadas (séc. XIX) exigiu o alargamento do ensino público, porque:&nbsp;</div><ul><li>O desenvolvimento industrial e tecnológico requeria competências no domínio da leitura, escrita e cálculo;&nbsp;</li><li>O alargamento da instrução e o acesso à escolaridade permitiam integrar social e politicamente as classes populares;&nbsp;</li><li>A instauração progressiva do sufrágio universal (masculino) tinha, no alargamento da instrução, um veículo de formação de cidadãos politicamente conscientes e também de difusão dos ideais político- partidários.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-03 11:12:58 UTC</pubDate>
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         <author>anamiranda5744</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>O Interesse pela Realidade Social na Literatura e nas Artes<br></strong>As mudanças ocorridas em Oitocentos levaram o Homem a repensar as formas de expressão artística anteriores.<br>Em 1850 surgiu o Realismo:</div><ul><li>fazia uma descrição detalhada e minuciosa da realidade e captava de forma fiel e objetiva o real;</li><li>focava os problemas da vida quotidiana das classes sociais mais numerosas e menos favorecidas;</li><li>a representação do real centrava-se na procura da verdade das coisas , da vida e do mundo.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-03 11:28:01 UTC</pubDate>
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         <author>anamiranda5744</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>As Novas Correntes Estéticas na Viragem do Século<br></strong><br><strong>Impressionismo</strong></div><div>Edouard Manet, reunia um grupo de admiradores entusiasmados com as suas obras actuais, este grupo ficaria conhecido como os impressionistas.</div><div>O impressionismo demanda os seus temas na Natureza, nos ambientes animados do mundo do espectáculo, na figura humana e na agitação ruidosa das cidades.</div><div>A busca pelos elementos fundamentais de cada arte levou os pintores impressionistas a pesquisar a produção pictórica não mais interessados em temáticas nobres ou no retrato fiel da realidade, mas em ver o quadro como obra em si mesma.</div><div>Guias gerais que caracterizam a <strong>pintura</strong> <strong>impressionista</strong>:</div><ul><li>A pintura deve mostrar as tonalidades que os objectos adquirem ao reflectir a luz do sol num determinado momento.</li><li>É também com isto uma pintura instantânea (captar o momento), recorrendo, inclusivamente à fotografia.</li><li>As figuras não devem ter contornos nítidos pois o desenho deixa de ser o principal meio estrutural do quadro passando a ser a mancha/cor.</li><li>As sombras devem ser luminosas e coloridas, tal como é a impressão visual que nos causa. O preto jamais é usado em uma obra impressionista plena.</li><li>Os contrastes de luz e sombra devem ser obtidos de acordo com a lei das cores complementares. Por exemplo, um amarelo próximo a um violeta produz um efeito mais real do que um claro-escuro muito utilizado pelos academistas no passado.</li><li>As cores e tonalidades não devem ser obtidas pela mistura das tintas na paleta do pintor. Pelo contrário, devem ser puras e desintegradas no quadro em pequenas pinceladas. É o observador que, ao admirar a pintura, combina as várias cores, obtendo o resultado final. A mistura deixa, portanto, de ser técnica para se tornar ótica.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-03 13:05:52 UTC</pubDate>
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         <author>anamiranda5744</author>
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         <description><![CDATA[<div>Orientações gerais que caracterizam o <strong>impressionista</strong>:</div><ul><li>&nbsp;Rompe completamente com o passado.</li><li>Inicia pesquisas sobre a ótica / efeitos (ilusões) óticas.</li><li>É contra a cultura tradicional.</li><li>Pertence a um grupo individualizado.</li><li>Falam de arte, sociedade, entre outros: não concordam com as mesmas coisas porém discordam do mesmo.</li><li>Vão pintar para o exterior, algo bastante mais fácil com a evolução da indústria, nomeadamente, telas com mais formatos, tubos com as tintas, entre outras coisas.</li><li>Os efeitos óticos descobertos pela pesquisa fotográfica, influenciaram profundamente as técnicas de pintura dos impressionistas.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-03 13:10:35 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anamiranda5744</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Simbolismo</strong></div><div>O simbolismo foi uma característica da pintura europeia nas últimas décadas do Século XIX.</div><div>Filósofos, artistas e escritores lançam-se então numa via introspetiva, procurando uma outra realidade para além das coisas visíveis.</div><div>O simbolismo rejeitava as formas naturalistas e realistas e principalmente o conceito, de que a arte só poderia ser realizada através de imagens não abstratas que representassem com fidelidade o mundo real.</div><div>Na pintura, o simbolismo apresenta um forte misticismo e referências ao oculto. Procura diminuir a falta entre o mundo material e o espiritual.</div><div>Os pintores deveriam expressar, através de imagens, esses temas e essa visão do mundo, desenvolvidas pelos poetas simbolistas em sua linguagem.</div><div>Para esse fim, utilizavam-se principalmente cores e linhas, entendidos como elementos extremamente expressivos que por si só poderiam representar ideias. Confiavam mais na simples sugestão de algo, que na sua forma explícita.</div><div>A inspiração temática simbolista costumava vir de poesias do movimento, além de uma certa fixação em assuntos como a morte, a doença, o erotismo e até a perversidade.</div><div>Há inúmeros artistas de estilos diferentes considerados simbolistas, por apresentarem traços do movimento em suas obras.</div><div>Os simbolistas receberam sérias críticas de vanguardistas modernistas, pela forte presença do elemento decorativo de suas pinturas.</div><div>O simbolismo literário guia-se para outra realidade que não a do mundo visível. Procura dar expressão às forças sombrias e incontroláveis do indivíduo, iniciando uma escrita misteriosa e difícil, destinada quase só a uma elite de iniciados.</div><div>Adotando a poesia como forma particular de expressão, o simbolismo vai privilegiar a musicalidade e o poder encantatório das palavras, em detrimento da contagem de sílabas e da rima. Inicia-se assim, o verso livre, que marcará a produção poética do século XX.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-03 13:11:50 UTC</pubDate>
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         <author>anamiranda5744</author>
         <link>https://padlet.com/anamiranda5744/um184e8qtxd2qlkf/wish/1582423138</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Arte Nova<br></strong>Arte Nova foi um movimento artístico que surgiu no final do século XIX na Bélgica, fora do contexto em que normalmente surgem as vanguardas artísticas. Vigorou entre 1880 e 1920, aproximadamente. Existia na sociedade em geral o desejo de buscar um estilo que refletisse e acompanhasse as inovações da sociedade industrial.</div><div>A segunda metade do século XIX marcou uma mudança estética nas artes, a inspiração na antiguidade vigorava desde o século XV, e as fórmulas baseadas no Renascimento começam a dissipar-se dando lugar a Arte Nova, que se opunha ao historicismo e tinha como tônica de seu discurso a originalidade, a qualidade e a volta ao artesanato. A sociedade aceitou novos objetos, móveis, anúncios, tecidos, roupas, joias e acessórios criados a partir de outras fontes: curvas assimétricas, formas botânicas, angulares, além dos motivos florais.<br>Era facilmente reconhecível pelas linhas graciosas, exageradas e espiraladas, traços alongados formando arabescos e entrelaçamentos de folhagens e flores e graças a isso ficou conhecido também como “estilo floral”.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-03 13:18:58 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anamiranda5744</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>As ruturas da pintura na viragem do século<br></strong>Paul Cézanne:</div><ul><li>concebeu um novo tratamento das cores, das formas e do espaço;</li><li>a esfera, o cilindro e o cone permitiram representar a essência da realidade e conceber as figuras de acordo com diferentes prismas, e faz uso de uma mancha de cor mais sólida e ampla.</li></ul><div><br></div><div>Vincent van Gogh:</div><ul><li>dinamismo revelado através do ondulado da pincelada;</li><li>paleta de cores, mais contrastante e reduzida;</li><li>centra-se na emoção e na imediatez, evocando os sentimentos e estados de espírito.</li></ul><div>Paul Gauguin:</div><ul><li>novas temáticas através de novas formas de entender a vida&nbsp;</li></ul><div><br></div><div>O final dos século XIX assumiu-se como um período revelador de necessidade de cortar os cânones estabelecidos, abrindo caminho para as corrente de vanguarda do século XX.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-03 13:55:48 UTC</pubDate>
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         <title>Portugal: O dinamismo cultural do último terço do século</title>
         <author>anamiranda5744</author>
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         <description><![CDATA[<div>O desejo de viver a modernidade europeia foi comungado grupo de jovens estudantes de Coimbra década de 1870.&nbsp; Criou-se uma oposição entre os novos intelectuais e aqueles que se encontravam estabelecidos no panorama literário português. Este diferendo ficou conhecido como a Questão Coimbrã: Antero de Quintal defendeu a liberdade criativa e a integração na cultura europeia. A Questão Coimbrã marcou o início de um período da cultura portuguesa, contribuindo para o fim do modelo romântico. Em 1866, Eça de Queirós, Antero Quental, Oliveira Martins, Ramalho Ortigão, Guerra Junqueiro e Jaime Batalha Reis formaram o grupo do Cenáculo, que acabou por se dominar "Geração 70” , onde revelava um espírito racionalista, antimonárquico, anticlerical, positivista e defensor do cientismo. Organizaram as Conferências Democráticas do Casino Lisbonense, com vista a contribuir para a transformação social, moral e política dos povos.&nbsp;</div><div>No final de Oitocentos, a "Geração 70” viu as suas aspirações estragadas, e Oliveira Martins denominou essa geração de “Os Vencidos da Vida”, devido à sua incapacidade para concretizar a transformação cultural do país. A literatura simbolista, a par com o Naturalismo, começou a afirmar-se.&nbsp; &nbsp;&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-07 16:08:16 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anamiranda5744</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>A pintura:&nbsp;<br>do tardo-romantismo à preparação da modernidade<br></strong>Enquadramos a pintura dentro período de 1820-1850 que traz influências da pintura pré-romântica de finais do século XVIII, do Grupo Os Nazarenos, que era um grupo de pintores alemães do tempo do neoclassicismo que formaram em Roma uma comunidade para estudar e pintar a partir da arte italiana do Renascimento e dos pré-rafaelitas, que era um grupo de pintores que surgiu na Inglaterra cerca de 1848 e que procurava inspiração nos pintores italianos anteriores à Rafael. Foi este grupo que trabalhou no período tardo-romântico e fez a transição para o Realismo e para o Simbolismo.<br><br></div><div>As principais características da pintura romântica são:<br><br></div><ul><li>Corte com o academicismo neoclássico;</li><li>O artista emancipa-se da encomenda e faz a sua obra baseado nos impulsos da sua alma e na sua própria inspiração;</li><li>A pintura é bastante individualizada e diversificada no que diz respeito ao próprio estilo e aos temas;</li><li>Pretende integrar o observador, tal como no barroco, mas agora ela já não se serve dos desconcertantes efeitos trompe l’oeil, que diluem fronteira entre a aparência e a realidade. Aqui o observador, assim como os personagens representados principalmente de costas, contempla as paisagens distantes que se desdobram à sua frente;</li><li>Uma pintura romântica pretende ser contemplada e o observador terá que dar um significado à pintura consoante às suas emoções;</li><li>O pintor lança um olhar subjetivo sobre o mundo objetivo e apresenta-nos uma imagem filtrada pelas suas emoções. O artista torna-se o intérprete do mundo.</li></ul><div>Os temas da pintura romântica são divididos em três grupos. O primeiro, não são temas novos, mas são tratados com a mentalidade romântica e seus novos conceitos artísticos: históricos, literários, mitológicos, retratos e autorretratos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-07 16:30:20 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anamiranda5744</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;O segundo, são temas que representam a alma romântica, emocional e apaixonada, idealista e simples, como:<br><br></div><ul><li>Retirados da atualidade político-social da época (naufrágios, revoltas sociais, lutas nacionalistas e seus heróis, lutas pela libertação de minorias);</li><li>Inspirados no mundo dos sonhos e do fantástico (mundo interior do artista)</li><li>Costumes populares (feiras e romarias)</li><li>Tradições, hábitos e raças exóticas (civilizações não europeias, como a China, Japão, Índia e Norte da África)</li><li>Vida animal (animais selvagens e indomados)</li><li>Paisagens (retratadas com simplicidade e nostalgia, de uma forma dramática e emocional, projetando o estado de espírito do próprio artista).</li></ul><div>E o terceiro grupo, retrata a pintura de paisagem revelando-se o gênero predileto desse período. São composições solitárias e indefesas perante as forças da natureza, olhando nostalgicamente para o horizonte ou composições com árvore mortas e ruínas cobertas por vegetação, que mostram a passagem do tempo e o ciclo da evolução.<br><br></div><div>Das características do estilo, destacamos:<br><br></div><ul><li>A cor prevalece sobre o desenho linear e são utilizadas cores variadas explorando contrastes fortes e não harmoniosos;</li><li>Os intensos efeitos de claro-escuro dão um lado mais artificial e dramático à luz. A luz focaliza-se sobre o ponto que se quer evidenciar na composição, acentuando a expressividade e o sentimentalismo das cenas;</li><li>Utilização do óleo e da aquarela;</li><li>A composição utiliza estruturas agitadas, movimentadas, orientadas por linhas oblíquas, diagonais e sinuosas que reforçam o sentido trágico, dramático e heroico dos temas.</li></ul><div><strong>Caspar David Friedrich</strong> (1774-1840) pintor alemão, observou e desenhou a natureza, para depois pintar seus quadros no ateliê, porém não se limitou a representa-las, ele dá-lhe um significado suplementar, expresso através de símbolos, como a figura de costas, as nuvens, a neblina, o horizonte. O homem de costas é como se fosse um emblema da experiência romântica da natureza: sozinho nas alturas, olha para um ponto inatingível e o que vê é, ao mesmo tempo, algo de exterior e a projeção do seu Eu.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-07 16:56:37 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anamiranda5744</author>
         <link>https://padlet.com/anamiranda5744/um184e8qtxd2qlkf/wish/1590560174</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>A escultura<br></strong>Principal corrente&nbsp; foi o Naturalismo e os principias escultores foram:</div><ul><li>Soares dos Reis ;</li><li>Simões de Almeida;</li><li>Teixeira Lopes.</li></ul><div>Soares dos Reis (1847-1889) foi o grande renovador da escultura portuguesa do seu tempo, mas foi muito incompreendido pela sociedade da época. Estudou em Paris e em Roma e aí iniciou a sua obra “O Desterrado”, inspirada em versos de Alexandre Herculano. As suas obras têm um certo sentido poético e uma sensibilidade mais próxima do romantismo que do naturalismo, já que foi capaz de passar para o mármore de uma forma fiel, os sentimento do ser humano.</div><div>Nas obras de Simões de Almeida (1880-1950) misturam-se Classicismo, Naturalismo e Realismo. Estátua de José Estevão. Teixeira Lopes (1866-1942) foi discípulo de Soares dos Reis e sentiu-se sempre atraído por temas religiosos, históricos, retratos de velhos e crianças.<br><br><strong>A Arquitetura<br></strong>Conheceu um conjunto de inovações arquitetónicas resultantes das novas técnicas de engenharia, bem como da arte do ferro. Destacou-se, entre outros:</div><ul><li>José Luís Monteiro (projetou a estação ferroviária do Rossio e o Hotel Avenida Palace);</li></ul><div><strong>A Música <br></strong>A música assumiu um papel de destaque e formou-se um novo gosto musical.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-07 16:58:01 UTC</pubDate>
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