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      <title>Meu padlet Emilly -UFBA by Emilly jesus santos</title>
      <link>https://padlet.com/Emillyvict/um16ny2ugwm8wadl</link>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-07-26 01:28:58 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-07-29 18:11:27 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Educação e comunicação no contexto contemporânea </title>
         <author>Emillyvict</author>
         <link>https://padlet.com/Emillyvict/um16ny2ugwm8wadl/wish/3529261983</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Plataformas digitais e suas políticas contra a desinformações;</strong></p><p>Na sociedade contemporânea logo após a pandemia da COVID 19 houve um agravamento das fake news por meio de plataformas digitais, na pesquisa "Fake News: como as plataformas enfrentam a desinformação.” Realizada em 2020 por BARBOSA, MARTINS e VALENTE" pode ser refletir e perceber que as plataformas digitais se torna agentes centrais no controle das informações, algo que tempos atrás se ficava com maior controle do estado e jornalismo. </p><p>Outro ponto é importante perceber os impactos sociais da desinformações por exemplo na pandemia da COVID-19, houve pânico, pessoas tomando medicamento "milagrosos", pessoas tendo que fazer depósitos de mercadorias em casa em virtude de notícias equivocadas, formas de prevenção falsas etc...</p><p>Que causou problemas como prejuízo a saúde pública e aumentou a polarização social.</p><p>Pensando nessa discussão a pergunta que fica é a seguinte: Quem deve ser o principal responsável pelo combate à desinformação: as plataformas, o Estado, a sociedade civil ou uma ação conjunta?</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-26 20:02:07 UTC</pubDate>
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         <title>ACESSO ÀS TECNOLOGIAS NO BRASIL </title>
         <author>Emillyvict</author>
         <link>https://padlet.com/Emillyvict/um16ny2ugwm8wadl/wish/3529268867</link>
         <description><![CDATA[<p>CONECTIVIDADE COMO DIREITO OU PRIVILÉGIO?</p><p><br/></p><p><strong>INTERVOZES. </strong><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://intervozes.org.br/arquivos/interliv012mci2018.pdf"><strong>Marco Civil da Internet: </strong>violações ao direito de acesso universal previsto na lei</a>. São Paulo: Intervozes, 2018.</p><p>Em análise a leitura do "Marco da internet: violações ao direito de acesso universal previsto na lei", é importante destacar que a conectividade é reconhecida como um direito no marco civil da internet o qual garante acesso universal, não discriminatório e neutro. Infelizmente não é afetivo esse direito.</p><p>O próprio texto deixa claro as falhas na efetivação desse direito e também a ponto os impactos sociais das exclusão digital.</p><p>Por fim, embora a conectividade seja um direito, no cotidiano ela ainda funciona como privilégio pois depende de condições econômicas, as vezes atreladas a desigualdades regionais.</p><p>O que precisa mudar para que o acesso à internet seja efetivamente um direito e não um privilégio? Creio que política públicas efetivas auxiliaram numa solução.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-26 20:49:32 UTC</pubDate>
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         <title>INCLUSAO DIGITAL </title>
         <author>Emillyvict</author>
         <link>https://padlet.com/Emillyvict/um16ny2ugwm8wadl/wish/3529273284</link>
         <description><![CDATA[<p>INCLUSÃO DIGITAL: como fator de inclusão social </p><p>Enxerga a inclusão social como o fator de inclusão social é essencial visto que na atualidade se tornou algo fundamental para o exércicio pleno da cidadania.</p><p>Por exemplo um pagamento de boleto numa máquina eletrônica, enviar um currículo por email para adentrar no mercado de trabalho ou como para receber um pagamento por Pix.</p><p>Para Lia Ribeiro Dias no capítulo " inclusão digital como fator de inclusão social" da sua tese deixa evidente a importância da inclusão digital, permitindo acesso a informação e ao conhecimento, oportunizando mais acesso a educação e ao mercado de trabalho e corroborando para participação do sujeito na sociedade e na democracia.</p><p>Assim reduzindo a desigualdade social, ampliando os direitos de cidadania.</p><p>Por fim a inclusão não se resumo ao acesso ferramentas tecnologicas mas um acesso com formação.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-26 21:23:17 UTC</pubDate>
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         <title>SOFTWARE LIVRE</title>
         <author>Emillyvict</author>
         <link>https://padlet.com/Emillyvict/um16ny2ugwm8wadl/wish/3529274742</link>
         <description><![CDATA[<p>A tirinha ilustra uma confusão frequente em torno do termo “free”, que pode significar tanto “livre” quanto “grátis”. Essa interpretação equivocada também é destacada por Maria Helena Silveira Bonilla em seu artigo “Software livre e educação: uma relação em construção”, ao explicar que o software livre não está restrito à gratuidade, mas à liberdade de uso, estudo, modificação e compartilhamento. Para a autora, compreender esse conceito é essencial no contexto educacional, pois o software livre promove autonomia, colaboração e independência tecnológica, enquanto o foco exclusivo no custo pode limitar sua adoção e reduzir seu potencial pedagógico. Assim, tanto a tirinha quanto o texto evidenciam a necessidade de ampliar a conscientização sobre o verdadeiro sentido do software livre, superando interpretações superficiais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-26 21:36:12 UTC</pubDate>
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         <title>Licenciamento de conteúdos/REA</title>
         <author>Emillyvict</author>
         <link>https://padlet.com/Emillyvict/um16ny2ugwm8wadl/wish/3529278434</link>
         <description><![CDATA[<p>Tive um pouco de dificuldade de compreender está temática mas conseguir me nortear pelo vídeos complementares.</p><p>É de suma importância entender que licenciamento de conteúdos é mecanismo que define as condições de uso de uma obra, textos,imagens, vídeos e software.</p><p>Ademais, a REA( Recursos educacionais abertos ) são matérias voltados para a educação que estão disponível com licença aberta.</p><p>A imagem apresenta três símbolos que representam diferentes formas de licenciamento de conteúdos: Copyright, que impõe regras rígidas e restringe o uso; Copyleft, que garante liberdade para copiar, modificar e compartilhar; e Creative Commons, que flexibiliza essas permissões por meio de licenças abertas. </p><p>No contexto educacional, compreender esses modelos é essencial, pois eles influenciam diretamente o acesso ao conhecimento. Enquanto o Copyright limita a circulação de materiais, dificultando práticas pedagógicas colaborativas, licenças abertas, como as utilizadas nos Recursos Educacionais Abertos (REA), promovem inclusão, inovação e democratização do ensino. Contudo, ainda há resistência de instituições e autores em adotar modelos livres.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-26 22:03:34 UTC</pubDate>
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         <title>Apresentação </title>
         <author>Emillyvict</author>
         <link>https://padlet.com/Emillyvict/um16ny2ugwm8wadl/wish/3529279881</link>
         <description><![CDATA[<p>SEJAM, BEM VINDOS!!!!                  </p><p>Olá, eu me chamo Emilly, me chamo, tenho 23 anos, sou estudante do curso de Pedagogia, estou entre o 6/7 semestre, No turno Noturno.  Sou discente da disciplina EDC287 Educação e Tecnologia, Contemporânea, na qual almejo aprender e olhar por novas perspectiva este eixo temático.  No meu tempo livre costumo me dedicar ao ato de ler, me interesso pela temática da educação inclusiva.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-26 22:17:42 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>PLATAFORMIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO </title>
         <author>Emillyvict</author>
         <link>https://padlet.com/Emillyvict/um16ny2ugwm8wadl/wish/3529281106</link>
         <description><![CDATA[<p>A imagem mostra a realidade de um entregador por aplicativo que, apesar de realizar um trabalho essencial, não possui vínculo empregatício, direitos trabalhistas ou garantias mínimas. Essa situação ilustra o modelo econômico baseado em plataformas digitais, no qual a intermediação tecnológica gera lucro para as empresas, mas transfere custos e riscos para o trabalhador. Essa lógica pode ser observada também na plataformização da educação, quando o ensino passa a depender de grandes empresas privadas que controlam o acesso, os dados e as interações, mas não assumem responsabilidades sociais equivalentes.</p><p>Diante disso, surge uma reflexão: até que ponto é aceitável que a educação seja organizada por plataformas privadas que priorizar o lucro ? </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-26 22:27:05 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>POLÍTICAS PÚBLICAS DE EDUCAÇÃO E TECNOLOGICAS</title>
         <author>Emillyvict</author>
         <link>https://padlet.com/Emillyvict/um16ny2ugwm8wadl/wish/3529285370</link>
         <description><![CDATA[<p>O Relatório Global de Educação da UNESCO (2023) questiona se a tecnologia na educação está realmente a serviço da aprendizagem ou do mercado. No Brasil, políticas públicas como programas de conectividade e inclusão digital tentam reduzir desigualdades, mas ainda enfrentam falta de infraestrutura e formação docente. Sem planejamento pedagógico, a tecnologia pode ampliar disparidades e gerar dependência de grandes corporações, comprometendo a autonomia educacional. Por isso, é fundamental que as políticas priorizem equidade, uso consciente das ferramentas digitais e capacitação crítica dos professores. Estamos garantindo que a tecnologia seja um meio para democratizar a educação ou estamos permitindo que ela seja guiada por interesses comerciais?</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-26 22:57:00 UTC</pubDate>
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         <title>FORMAÇÃO DE PROFESSORES PARA USO DAS TECNOLOGIAS</title>
         <author>Emillyvict</author>
         <link>https://padlet.com/Emillyvict/um16ny2ugwm8wadl/wish/3529289544</link>
         <description><![CDATA[<p>Formação de professores em tempo de web 2.0</p><p>Infelizmente na atualidade do Brasil, grande parte dos professores não sabem ultizar as tecnologias e o está problemática se torna evidente na sala de aula e está deve ir além do domínio das ferramentas digitais.</p><p>Bonilla (2011) destaca que integrar recursos digitais à prática pedagógica requer planejamento que promova colaboração, autoria e aprendizagem significativa, e não apenas a inserção de ferramentas em aula. Essa formação deve ser contínua, articulando teoria e prática, para acompanhar as constantes transformações tecnológicas e garantir um uso consciente, ético e criativo.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-26 23:27:58 UTC</pubDate>
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         <title>Seminário Gameficação</title>
         <author>Emillyvict</author>
         <link>https://padlet.com/Emillyvict/um16ny2ugwm8wadl/wish/3529331296</link>
         <description><![CDATA[<p>Quando o assunto é Gameficação, muitas vezes, ocorre um equívoco no entendi do que é tal fenômeno.</p><p>A Gameficação é quando se ultiza elementos e estratégias de jogos como desafios, rankings, recompensa e pontos.</p><p>É importante saliente que esses elementos são ultizados fora de jogos ou seja não são gamers/ jogos, apenas ultiza-se elementos.</p><p>Essa estratégia busca aumentar o engajamento, a motivação e a participação dos estudantes, tornando a aprendizagem mais interativa e dinâmica. Além disso, contribui para o desenvolvimento de habilidades como cooperação, resolução de problemas e autonomia. Contudo, é essencial que a gamificação tenha objetivos pedagógicos claros, evitando que se torne apenas uma competição sem aprendizado real.</p><p>Tendo em vista disso, fica a reflexão como a Gameficação pode não se limitar a diversão e alcançar a aprendizagem significativa do aluno ? </p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-27 02:28:09 UTC</pubDate>
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