<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>De que modo as crónicas de Pacheco Pereira no Público, a crónica de André Barata no Jornal Económico e o artigo no El País de Cristina F. Pereda, se relacionam com a Literacia para os  Media? by LMC</title>
      <link>https://padlet.com/literaciamediacidadania/ulte9gb9jrld</link>
      <description>Docente: Sara Pereira</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-02-22 23:36:16 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-11-14 05:43:52 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url>https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/175941769/7beca0445a8f7b0b5c8e41138152f29e/UM.png</url>
      </image>
      <item>
         <title>Ana Rita Martins e Inês Paredes</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/literaciamediacidadania/ulte9gb9jrld/wish/234692190</link>
         <description><![CDATA[<div>No artigo "Ninguém mais quer conversar?", Cristina F. Pereda parte da entrevista da psicóloga Sherry Turkle para advertir para as consequências da entrada de novas (algumas nem tanto) tecnologias nas relações humanas. Consideramos que ser literado mediaticamente implica o desenvolvimento de um pensamento crítico em relação aos media que nos permite uma maior consciencialização do uso que fazemos deles. Ao termos essa noção - do tempo e do espaço que os media ocupam na nossa vida -, podemos também ajudar aqueles que estão à nossa volta a utiliza-los com mais sensatez, impedindo que se torne um vício nefasto. Sherry Turkle alerta para essa questão e dá-nos o exemplo da conversa física, um hábito que está a ser descurado e que é fundamental para os laços emocionais que estabelecemos com os outros. A literacia mediática possibilita uma experiência, pessoal e coletiva, mais satisfatória e equilibrada com os media.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-02-23 14:19:47 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/literaciamediacidadania/ulte9gb9jrld/wish/234692190</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Aires Walter dos Santos; Sara Silva; Sara Lima; Tiago Gonçalves; Yolanda Serra; Mónica Guincho.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/literaciamediacidadania/ulte9gb9jrld/wish/234693797</link>
         <description><![CDATA[<div>A crónica de Pacheco Pereira no Público tem um ponto central que é a distinção entre velha ignorância da nova ignorância. A velha ignorância diz respeito à analfabetização, ou seja, a ignorância antiga era não saber ler e escrever, essencialmente. Por sua vez, a nova ignorância está relacionada com a UC, com a literacia. A nova ignorância é não ter literacia, no caso, mediática. É não saber quem produz, como produz. Quem produz e quem consome. Não ter literacia é não ter espirito crítico, com conhecimento, face aos media. Esta é a nova ignorância pois, felizmente, a velha ignorância já foi ultrapassada. Pois quem lê jornais ou navega na internet obrigatoriamente sabe ler e escrever.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-02-23 14:22:36 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/literaciamediacidadania/ulte9gb9jrld/wish/234693797</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Catarina Pinto Martins, Marylène Stéphanie Gonçalves Fernandes, Joana Gonçalves &amp; Susana Pito Nevado</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/literaciamediacidadania/ulte9gb9jrld/wish/234694045</link>
         <description><![CDATA[<div>A crónica de André Barata no Jornal Económico fala:<br>- do tratamento dos media (redes sociais), <br>- o facto de ter acesso não significa que tenhamos um uso correto do mesmo,<br>- o acesso gasto será uma questão ética se de facto há uma criação/produção/participação. O consumista faz uma comparação à um shopping, colocar um gosto é como ter intenção de comprar no shopping. No entanto não implica uma grande participação.<br>- usam as redes sociais como formas de preenchimento, <br>- somos críticos nos médias, usar as redes socais de forma crítica,<br>- " o problema não é as redes sociais, somos nós"</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-02-23 14:23:01 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/literaciamediacidadania/ulte9gb9jrld/wish/234694045</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Daniela Monteiro e Daniela Caroça</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/literaciamediacidadania/ulte9gb9jrld/wish/234968113</link>
         <description><![CDATA[<div>Na crónica de André Barata, o autor critica as redes sociais, que se fazem parecer 'espaço público', quando, no fundo, não conseguem obter essa dimensão. O autor mostra preocupação pelos utilizadores não terem consciência crítica. Desta forma, acabam por usar as redes sociais de forma livre, mas sem interpretarem o uso que fazem das mesmas. Neste caso, o autor expressa a ideia do acesso, da criação e produção de conteúdos que acontece. No entanto, a capacidade de analisar criticamente, segundo o autor, ainda não se verifica.<br>Esta crónica liga-se à literacia mediática, pois é necessário ajudar os cidadãos a terem pensamento crítico, a analisar e avaliar os usos que fazem.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-02-24 10:49:59 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/literaciamediacidadania/ulte9gb9jrld/wish/234968113</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Dulce Loureiro e Marta Fernandes; Texto de André Barata ao Jornal Económico</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/literaciamediacidadania/ulte9gb9jrld/wish/234977047</link>
         <description><![CDATA[<div>As redes sociais fazem-nos sentir que são um espaço público quando na verdade são um espaço privado, no qual as nossas informações passam a estar na posse dos seus donos - mapeamento do nosso rasto na Internet sujeito a algoritmos -, sendo vendidas a seguir como uma mercadoria (para publicidade paga).<br>Para além disso, a permanência e participação não é totalmente livre, encontrando-se condicionada.<br><br>Ter literacia das redes sociais, é compreender o modo como este universo funciona, sermos críticos, ativos e exigentes face a esse modo de funcionamento, para que possamos tirar o máximo proveito. - O problema não está nas redes sociais, mas no uso que os indivíduos fazem delas.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-02-24 12:35:00 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/literaciamediacidadania/ulte9gb9jrld/wish/234977047</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Ana Raquel Longras A78721, Bruna Araújo A78366</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/literaciamediacidadania/ulte9gb9jrld/wish/235104453</link>
         <description><![CDATA[<div>Na sua crónica, André Barata fala nas redes sociais e no facto de se parecerem com um espaço público, quando não o são. Apesar de se disfarçarem de espaço público, são espaços privados. <br>Além disso, o autor refere que o acesso a estas não corresponde, obrigatoriamente, à participação nelas, uma vez que as pessoas não são críticas. <br>A literacia está presente nesta crónica, dado que é importante que os utilizadores das redes sociais desenvolvam um espírito crítico aquando da sua utilização, saibam avaliar o que estão a fazer e conseguir usufruir ao máximo da sua utilização. Daí que o problema não esteja nas redes sociais, mas sim em nós.  </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-02-25 16:03:59 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/literaciamediacidadania/ulte9gb9jrld/wish/235104453</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Alexandra Beça e Márcia Fernandes</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/literaciamediacidadania/ulte9gb9jrld/wish/235164983</link>
         <description><![CDATA[<div>A crónica de André Barata corrobora uma das ideias que mais atestamos: a obrigatoriedade de estar online. De facto, o tempo da nossa vida é contado pelo relógio do digital, que é como quem diz das redes sociais, de tal forma que, a partir do momento em que nos deixamos entrar no seu mundo, acabamos por ser dominados. Nesta medida, consideramos que a interação e a empatia, decorrentes de uma conversação cara a cara, estão em vias de extinção, uma vez que todas as nossas ações passam a ser feitas através de um ecrã. Da mesma forma, o autor alerta-nos para a confusão entre as publicações que se efetuam numa página pessoal de facebook e a discussão de certos assuntos no espaço público. Portanto, vivemos numa era de grande absorção de informação, sendo que estamos a ser “controlados” pelo rasto digital que deixamos na rede.&nbsp;</div><div>Mais do que nunca, é importante fazer um uso crítico da oferta do digital. Para tal, as pessoas devem estar conscientes dos perigos que podem encontrar, no sentido de usufruírem qualitativamente dos meios que têm ao dispor.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-02-25 23:20:26 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/literaciamediacidadania/ulte9gb9jrld/wish/235164983</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
