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      <title>GINGA - QUEM TEM MEDO DE CONVERSAR SOBRE ESSE TEMA? - 2ºANO - REG 1 - 2025 by </title>
      <link>https://padlet.com/monicacrozara/ukr8895ylba9e4d1</link>
      <description>2º ANO - REG 1 - 2025</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-08-18 00:11:19 UTC</pubDate>
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         <title>Componentes do grupo </title>
         <author>fabiomariottini10</author>
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         <description><![CDATA[<p>Fábio</p><p>Hugo</p><p>Samuel</p><p>Yasmim Ribeiro</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-26 10:27:51 UTC</pubDate>
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         <title>Componentes do grupo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Cauê Henrique</p><p>Gabriel Henrique</p><p>Phelipe Barros</p><p>Thiago Henrique</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-26 10:28:54 UTC</pubDate>
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         <title>Componentes do grupo </title>
         <author>oanaluisa685</author>
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         <description><![CDATA[<p>Ana Luísa</p><p>Giovana </p><p>Marcelo </p><p>Vitória </p><p>Yasmin Laurindo </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-26 10:29:00 UTC</pubDate>
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         <title>Componentes do grupo </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Davi</p><p>Kazu</p><p>Sônia </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-26 10:30:32 UTC</pubDate>
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         <title>Componentes do grupo </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Evelyn  </p><p>Maria Eduarda </p><p>Rafaella </p><p>Yasmim Juliana </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-26 10:31:19 UTC</pubDate>
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         <title>Componentes do grupo</title>
         <author>luscaslsc</author>
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         <description><![CDATA[<p>Lucas Siqueira </p><p><br/></p><p>José de Castro </p><p><br/></p><p>João Victor </p><p><br/></p><p>Gabriel Carvalho </p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-26 10:31:48 UTC</pubDate>
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         <title>Componentes do grupo </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Ana Letícia </p><p>Ester Salvaninin </p><p>Igor Renato </p><p>José Neto </p><p>Pietro Inácio </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-26 10:32:21 UTC</pubDate>
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         <title>Componente do Grupo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Maria Clara de Almeida Demetrio</p><p>Maria Clara Ferreira Miranda </p><p>Matheus matos </p><p>Lucas morato </p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-26 10:32:30 UTC</pubDate>
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         <title>Componentes do grupo</title>
         <author>annajulliasmendonca</author>
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         <description><![CDATA[<p>Amanda de Sousa Alves </p><p>Anna Júllia da Silva Mendonça </p><p>Arlan Sorryan de Jesus</p><p>Júlia Gabriela Souza Silva </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-26 10:36:08 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ukr8895ylba9e4d1/wish/3555329625</link>
         <description><![CDATA[<p>Constituição Federal de 1988</p><p>Art. 205. A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e</p><p>incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa,</p><p>seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.</p><p>Art. 206. O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios:</p><p>I – igualdade de condições para o acesso e permanência na escola;</p><p>Art. 208. O dever do Estado com a Educação será efetivado mediante a garantia de:</p><p>III - atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência,</p><p>preferencialmente na rede regular de ensino;</p><p>IV - atendimento em creche e pré-escola às crianças de 0 a 6 anos de idade.</p><p>Art. 213. Os recursos públicos serão destinados às escolas, podendo ser dirigidos a escolas</p><p>comunitárias, confessionais ou filantrópicas, definidas em lei, que:</p><p>I – comprovem finalidade não lucrativa e apliquem seus excedentes financeiros em educação</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-26 10:37:14 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Garantia do direito à educação é um dos focos da Conae</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ukr8895ylba9e4d1/wish/3555331307</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-08-26 10:39:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>giovanarodriguesnunes8</author>
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         <description><![CDATA[<p>Essa charge denuncia as dificuldades enfrentadas por mulheres negras para ocupar cargos de liderança. O texto destaca que a trajetória delas é marcada por solidão e exclusão, já que precisam lidar com barreiras como o racismo e o machismo. A imagem reforça isso ao mostrar uma mulher negra com os olhos cobertos, simbolizando invisibilidade e a falta de reconhecimento, mesmo quando buscam a ascensão profissional.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-26 10:39:41 UTC</pubDate>
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         <title>Os três maiores estados que sofrem com a violência contra os mulheres </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ukr8895ylba9e4d1/wish/3555331672</link>
         <description><![CDATA[<p>Rio de Janeiro, Rondônia e Amazonas são os estados com maiores índices de mulheres que declaram ter sofrido violência doméstica ou familiar provocada por homem, de acordo com a <a rel="noopener" href="/institucional/datasenado/publicacaodatasenado?id=pesquisa-nacional-de-violencia-contra-a-mulher-datasenado-2023">10ª Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher.</a>&nbsp;Os dados da pesquisa, feita pelo Instituto DataSenado em parceria com o Observatório da Mulher contra a Violência (OMV), foram divulgados na quarta-feira (28) e também serão apresentados em audiência pública na Comissão Mista de Combate à Violência contra Mulheres na tarde desta quarta, às 14h30</p><p>Fonte: Agência Senado</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-26 10:39:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O que é a Desigualdade de Gênero?</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A <strong>desigualdade de gênero</strong> é um problema antigo, porém atual. Desde os primórdios da humanidade, a maioria dos povos caminhou para o desenvolvimento de <strong>sociedades patriarcais</strong>, em que o homem detinha o poder de mando e decisão sobre a família. Esse modelo foi transposto do âmbito familiar privado para o âmbito público, fazendo com que sistemas políticos desenvolvessem-se pelo comando masculino.</p><p><br/></p><p>Durante muito tempo, <strong>a mulher foi excluída da participação efetiva nos espaços públicos</strong>, do trabalho fora do âmbito doméstico e da possibilidade de desenvolvimento científico e intelectual por meio da educação formal, além de estarem submetidas (isso ainda ocorre) ao poder de homens de sua família, em geral seus pais e maridos. Isso acarretou num problema que urge por solução: a desigualdade fundamentada pelo gênero.</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www.brasilescola.uol.com">www.brasilescola.uol.com.br</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-26 10:40:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Charge com crítica sobre educação no Brasil </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ukr8895ylba9e4d1/wish/3555332263</link>
         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://colunagianizalenskin.blogspot.com/2017/11/os-desafios-da-educacao-no-brasil.html?m=1">https://colunagianizalenskin.blogspot.com/2017/11/os-desafios-da-educacao-no-brasil.html?m=1</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-26 10:40:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;Quarto de Despejo&quot;</title>
         <author>sassssss008</author>
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         <description><![CDATA[<p>Quarto de Despejo</p><p><br></p><p>Diário de uma Favelada, de Carolina Maria de Jesus, é um relato autobiográfico que retrata a dura vida na favela do Canindé, em São Paulo, nos anos 1950. Em seu diário, a autora narra a luta contra a fome, a pobreza e o preconceito, expondo as desigualdades sociais com uma escrita simples, mas intensa e sensível. Mais que uma denúncia, o livro revela a força, a esperança e a voz de uma mulher que transformou sua realidade em literatura, tornando-se leitura essencial e transformadora.</p><p><br></p><p>Leitor, se você deseja compreender de perto a realidade das favelas brasileiras e sentir a força de uma voz que rompeu o silêncio da exclusão, não deixe de conhecer Quarto de Despejo. A história de Carolina Maria de Jesus é mais do que um diário: é um grito de resistência e humanidade que continua ecoando até hoje.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-26 10:41:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>ONU News Especial - Direito à Educação no Brasil </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-08-26 10:46:32 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Vídeo sobre o Livro Quarto de Despejo</title>
         <author>sassssss008</author>
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         <description><![CDATA[<p>Reels do Instagram Fonte:<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.instagram.com/reel/DNlbe5zp2lG/#">https://www.instagram.com/reel/DNlbe5zp2lG/#</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-26 10:47:30 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ukr8895ylba9e4d1/wish/3555338481</link>
         <description><![CDATA[<p>A ilustração denuncia como a desigualdade de gênero não está apenas na diferença de salários, mas também na sobrecarga de responsabilidades que recaem sobre as mulheres, dificultando que elas tenham as mesmas chances de crescimento que os homens.</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www.pinterest.com">www.pinterest.com</a>.br </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-26 10:48:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;Quarto de despejo&quot; na imprensa da época </title>
         <author>fabiomariottini10</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ukr8895ylba9e4d1/wish/3555338853</link>
         <description><![CDATA[<p>Carolina Maria de Jesus foi uma escritora brasileira que transformou seu diário em uma poderosa denúncia social. O livro Quarto de Despejo: Diário de uma Favelada (1960) retrata sua vida na favela do Canindé, em São Paulo, revelando a fome, a miséria e também a força da sobrevivência. Antes mesmo do lançamento, a imprensa já chamava atenção para sua escrita singular. Estas reportagens da Folha de S. Paulo mostram como Carolina e sua obra foram recebidas pela sociedade nos anos 1950 e 1960.</p><p>Fonte:https://login.folha.com.br/login?done=https%3A%2F%2Fpaywall.folha.uol.com.br%2Ffolha%2Fretorno%3Fdone%3Dhttps%253A%252F%252Facervo.folha.uol.com.br%252Fdigital&amp;service=edicaodigital</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-26 10:48:52 UTC</pubDate>
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         <title>Os três maiores estados que sofrem com a violência contra as mulheres </title>
         <author>mateusmatospita</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ukr8895ylba9e4d1/wish/3555338865</link>
         <description><![CDATA[<p>Rio de Janeiro, Rondônia e Amazonas são os estados com maiores índices de mulheres que declaram ter sofrido violência doméstica ou familiar provocada por homem, de acordo com a <a rel="noopener" href="/institucional/datasenado/publicacaodatasenado?id=pesquisa-nacional-de-violencia-contra-a-mulher-datasenado-2023">10ª Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher.</a>&nbsp;Os dados da pesquisa, feita pelo Instituto DataSenado em parceria com o Observatório da Mulher contra a Violência (OMV), foram divulgados na quarta-feira (28) e também serão apresentados em audiência pública na Comissão Mista de Combate à Violência contra Mulheres na tarde desta quarta, às 14h30</p><p>Fonte: Agência Senado</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-26 10:48:54 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Carolina Maria de Jesus</title>
         <author>annajulliasmendonca</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ukr8895ylba9e4d1/wish/3555340516</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-08-26 10:50:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Biografia Carolina Maria de Jesus </title>
         <author>juliagabriella070920</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ukr8895ylba9e4d1/wish/3555340954</link>
         <description><![CDATA[<p>Carolina Maria de Jesus nasceu em <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/14_de_mar%C3%A7o">14 de março</a> de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/1914">1914</a>, na cidade de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Sacramento_(Minas_Gerais)">Sacramento</a>, em <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Minas_Gerais">Minas Gerais</a>, numa <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Zona_rural">comunidade rural</a>. Filha de pais negros que migraram para a cidade no início das <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Pecu%C3%A1ria_no_Brasil">atividades pecuárias</a> na região. Oriunda de família muito humilde, a autora estudou pouco.Era filha ilegítima de um homem casado e foi maltratada durante toda sua infância. Aos sete anos, sua mãe a obrigou a frequentar a escola depois que a esposa de um rico <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Agricultor">fazendeiro</a> decidiu pagar seus estudos. Ela interrompeu o curso no segundo ano, tendo já conseguido aprender a ler e a escrever e desenvolvido o gosto pela leitura. Carolina não negava sua religiosidade, referia-se a <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Deusa-m%C3%A3e">Deus</a> em seu diário.</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" class="rTyHce jgWGIe" href="https://www.google.com/url?q=https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%25C3%25A9dia:P%25C3%25A1gina_principal&amp;sa=U&amp;sqi=2&amp;ved=2ahUKEwiasK-5p6iPAxXorpUCHRlHLYMQFnoECAsQAQ&amp;usg=AOvVaw019UxWsQriEuWsCRvDSzrl">Fonte:Wikipédia</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-26 10:51:34 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>yasminlaurindomedeiros2009</author>
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         <description><![CDATA[<p>"Quando a mulher negra se movimenta, toda a estrutura da sociedade se movimenta com ela" — através dessa frase, Angela Davis quis dizer que a mulher negra está na base das opressões (racismo, machismo e desigualdade). Então, quando ela conquista espaço, isso transforma toda a sociedade, porque muda a estrutura de injustiças que afetam a todos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-26 10:51:46 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Jose Neto de Araujo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>O livro <em>Quem Tem Medo do Feminismo Negro?</em>, de Djamila Ribeiro, fala sobre a importância de reconhecer o feminismo negro como um movimento fundamental para compreender as desigualdades no Brasil. A autora mostra que o feminismo tradicional muitas vezes ignorou as experiências das mulheres negras, que sofrem simultaneamente os efeitos do racismo, do machismo e da desigualdade de classe. Ela explica o conceito de lugar de fala, defendendo que todas as pessoas falam a partir de sua posição social e que as vozes historicamente silenciadas, como as das mulheres negras, precisam ser ouvidas. O livro também discute o racismo estrutural, a interseccionalidade e a necessidade de representatividade em espaços como a mídia, a política e a cultura. Djamila reforça que o feminismo negro não busca excluir, mas ampliar o debate, garantindo justiça social e inclusão para construir uma sociedade mais democrática e igualitária.</p><p> </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-26 10:52:05 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Pequenas Grandes Líderes: Mulheres importantes da história negra</title>
         <author>oanaluisa685</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ukr8895ylba9e4d1/wish/3555342840</link>
         <description><![CDATA[<p>“Conheça as Pequenas Grandes Líderes! Elas são figuras icônicas da história negra que deixaram um legado inspirador e transbordam empoderamento feminino, conquistas históricas e muita coragem. Este livro infantil contém narrativas reais que celebram a liderança feminina.&nbsp;</p><p>Contando a história de quarenta mulheres negras que mudaram a história e com uma adição inédita e exclusiva da primeira romancista brasileira, Maria Firmina dos Reis, <em>Pequenas Grandes Líderes</em> educa e inspira à medida que conta histórias reais sobre quebra de paradigmas.</p><p>Com belas ilustrações, conhecemos figuras icônicas e pouco celebradas da história negra tal como a abolicionista Sojourner Truth, a química Alice Ball, a piloto Bessie Coleman, a poeta Gwendolyn Brooks, a matemática Katherine Johnson, a ativista Angela Davis e a cineasta Julie Dash.</p><p>Você irá se emocionar com as corajosas mulheres nestas páginas, que enfrentaram com bravura um mundo que nem sempre as aceitou, mas cujas ações e crenças inspiraram gerações de meninas e mulheres no mundo inteiro.”</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-26 10:52:37 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Manchete do dia do lançamento de &quot;Quarto de Despejo&quot;</title>
         <author>fabiomariottini10</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ukr8895ylba9e4d1/wish/3555342848</link>
         <description><![CDATA[<p>No início dos anos 1960, a imprensa já destacava a força da escrita de Carolina Maria de Jesus. Reportagens da Folha de S. Paulo registraram o impacto do lançamento de Quarto de Despejo: Diário de uma Favelada (1960), obra que transformou sua vivência na favela do Canindé em uma denúncia social sobre a fome, a miséria e a luta pela sobrevivência.</p><p>Fonte:https://login.folha.com.br/login?done=https%3A%2F%2Fpaywall.folha.uol.com.br%2Ffolha%2Fretorno%3Fdone%3Dhttps%253A%252F%252Facervo.folha.uol.com.br%252Fdigital&amp;service=edicaodigital</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-26 10:52:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Dados sobre o livro &quot;Quarto de Despejo&quot;</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ukr8895ylba9e4d1/wish/3555345405</link>
         <description><![CDATA[<p>Quarto de Despejo: Diário de uma Favelada</p><p>Em 1960, o Brasil conheceu a voz poderosa de Carolina Maria de Jesus. Mulher negra, mãe solo e catadora de papel, ela escreveu em cadernos velhos o dia a dia da favela do Canindé, em São Paulo. Suas páginas falam de fome, preconceito, miséria, mas também de coragem e luta por dignidade. Assim nasceu Quarto de Despejo, um marco da literatura brasileira.</p><p>📈 O impacto foi imediato: a primeira edição de 10 mil exemplares esgotou em apenas uma semana. Pouco tempo depois, já eram 100 mil cópias vendidas. Hoje, o livro ultrapassa 1 milhão de exemplares, consolidando-se como um dos títulos mais lidos do país.</p><p>🌍 A obra atravessou fronteiras. Foi traduzida para 14 idiomas e publicada em mais de 40 países, com destaque para a edição norte-americana, Child of the Dark (1962), que alcançou milhares de leitores e revelou Carolina ao mundo.</p><p>✨ Mais de 60 anos depois, Quarto de Despejo segue atual. Está presente em vestibulares, estudado em escolas e universidades, e inspira músicas, peças teatrais, documentários e movimentos sociais. A escrita de Carolina não é apenas memória: é denúncia, resistência e também esperança.</p><p>🔥 Ler Quarto de Despejo é ouvir o grito de uma mulher que, mesmo silenciada pela pobreza, fez sua voz ecoar pelo mundo. É um lembrete de que a literatura nasce em todos os lugares, inclusive na favela, e continua transformando gerações.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-26 10:54:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Os 61 Socos Desferido Contra Juliana Garcia </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ukr8895ylba9e4d1/wish/3555347354</link>
         <description><![CDATA[<p>Os 61 socos desferido contra Juliana Garcia, na cidade de Natal (RN), no último sábado (26), chocaram o Brasil diante da violência flagrada por uma câmera no elevador do prédio. O autor do crime, o namorado dela, Igor Cabral, foi preso em flagrante. O episódio, que chamou atenção de todos os pais, traz á tona a escalada da violência no país contra a mulher: tanto pelo que é registrado, como no caso de Juliana, como também pelos aspectos subjetivos que não são possíveis de contabilizar </p><p>     Um dos motivos pelo qual o crime chamou atenção foram os repetidos golpes no rosto da vítima, que se encontrava indefesa e caída no chão do elevador. Segundo especialistas ouvidas pela Agência Brasil, o ato carrega um simbolismo ancorado na cultura machista. "Agressores normalmente atacam o feminino do corpo humano,(incluindo) rosto, seios e ventre como um recado de que aquele corpo pertence a eles", afirma a promotora de justiça do Ministério Público de São Paulo ( MP-SP), Valéria Scarance. Ela destaca que agressores praticam atos de violência imbuídos de um sentimento de posse e superioridade em relação às mulheres.https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2025-08/61-socos-caso-no-rn-retrata-escalada-da-violencia-contra-mulheres</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-26 10:57:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ukr8895ylba9e4d1/wish/3555679176</link>
         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://share.google/images/9NRlKJlUGOMXcdZlx">https://share.google/images/9NRlKJlUGOMXcdZlx</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-26 15:53:04 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Introdução </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ukr8895ylba9e4d1/wish/3556073089</link>
         <description><![CDATA[<p>O machismo é um sistema de crenças que promove a suposta superioridade masculina e tenta justificar a desigualdade de poder entre os gêneros, perpetuando a subordinação das mulheres por meio de normas culturais e sociais enraizadas nas instituições e estruturas sociais. Esse fenômeno se manifesta de diversas formas, como machismo estrutural, cultural e institucional, e é mantido por práticas sociais que favorecem a hegemonia masculina.</p><p>Fonte: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://brasilescola.uol.com.br/amp/sociologia/machismo.htm">https://brasilescola.uol.com.br/amp/sociologia/machismo.htm</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-26 23:33:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O que é o Machismo Estrutural?</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ukr8895ylba9e4d1/wish/3556075128</link>
         <description><![CDATA[<p>O machismo estrutural é um conceito fundamental para compreender as desigualdades de gênero que persistem em nossa sociedade. Longe de ser apenas um conjunto de atitudes individuais, ele se manifesta como um sistema complexo e profundamente enraizado que molda instituições, normas sociais e comportamentos, perpetuando a subordinação das mulheres e de outras identidades de gênero não-masculinas em relação aos homens. A palavra "estrutural" é a chave para entender essa forma de opressão, pois indica que o machismo não se resume a atos isolados de preconceito ou violência cometidos por indivíduos.</p><p>Em vez disso, ele está intrinsecamente ligado à própria organização da sociedade, operando de forma invisível e sistêmica. Suas raízes históricas podem ser rastreadas em estruturas patriarcais que, por milênios, designaram papéis e poderes desiguais com base no gênero. O homem, historicamente, foi colocado no centro da vida pública, do poder político e econômico, enquanto a mulher foi relegada ao espaço privado, do cuidado e da família. Esse sistema de valores e hierarquias foi internalizado e transmitido através das gerações, tornando-se a base de nossas instituições e do nosso modo de viver.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-26 23:36:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ukr8895ylba9e4d1/wish/3556078084</link>
         <description><![CDATA[<p>O vídeo do YouTube intitulado "Machismo e Racismo Estrutural e o Caso Silvio Almeida" aborda a complexidade de combater preconceitos enraizados na sociedade. A apresentadora discute como o Brasil é uma nação construída sobre estruturas racistas, machistas, misóginas, homofóbicas e preconceituosas.</p><p>O conteúdo do vídeo se aprofunda na questão do machismo estrutural a partir de acusações de atitudes invasivas e abuso feitas contra o ex-ministro Silvio Almeida. A discussão destaca a importância de reconhecer que essas estruturas sociais influenciam comportamentos individuais, e que a negação desse fato é uma forma de ignorância.</p><p>A análise do vídeo também ressalta como o machismo estrutural cria padrões prejudiciais para homens e mulheres. A apresentadora menciona que muitas mulheres são condicionadas a serem vistas como objetos e, por isso, podem estranhar quando não são tratadas dessa forma. Por outro lado, para os homens, existe a dificuldade de reconhecer e lutar contra esses padrões de comportamento, algo que a apresentadora associa ao conceito de "projeção de sombra" de Carl Jung.</p><p>Em resumo, o vídeo utiliza o caso midiático para ilustrar como o machismo e o racismo estrutural não são problemas isolados, mas sim sistemas complexos que afetam a todos, e que o reconhecimento e a reflexão sobre esses temas são cruciais para a mudança.</p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.google.com/url?sa=t&amp;source=web&amp;rct=j&amp;opi=89978449&amp;url=https://www.youtube.com/watch%3Fv%3DYHCs7mbEqoI&amp;ved=2ahUKEwjh2uDC-6WPAxXer5UCHZrTDEUQwqsBegQIExAG&amp;usg=AOvVaw1YFgzy4IeB2yTzcC3vQ78k" />
         <pubDate>2025-08-26 23:39:51 UTC</pubDate>
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         <title>As Manifestações do Machismo no Cotidiano</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ukr8895ylba9e4d1/wish/3556079734</link>
         <description><![CDATA[<p>Essa herança se reflete hoje em dia em diversas esferas, impactando o dia a dia de todos. No mercado de trabalho, o machismo estrutural se revela na disparidade salarial entre homens e mulheres, na dificuldade de acesso a cargos de liderança (o chamado "teto de vidro") e na prevalência de assédio moral e sexual. No sistema jurídico, ele pode ser percebido na forma como crimes de violência contra a mulher são tratados, muitas vezes com impunidade ou com a culpabilização da vítima.</p><p>Na cultura e na mídia, ele se manifesta na representação estereotipada de homens e mulheres, que reforça padrões de beleza e comportamento inatingíveis ou limitantes, como a ideia de que mulheres devem ser frágeis e que homens não podem demonstrar vulnerabilidade. Essa cultura também contribui para a fetichização e objetificação do corpo feminino, reduzindo a mulher a um mero objeto de desejo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-26 23:41:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ukr8895ylba9e4d1/wish/3556080577</link>
         <description><![CDATA[<p>Caso Ana Hickmann é exemplo do machismo estrutural no Brasil - A sociedade brasileira é uma fábrica de homens abusadores, controladores e que acham que podem "resolver as coisas no tapa". Que mulher brasileira nunca teve um relacionamento abusivo?"Como uma mulher tão linda e poderosa passou por isso?", "Como isso pôde acontecer com uma pessoa tão rica e bem sucedida?". No domingo (12/11), quando a notícia de que a apresentadora Ana Hickmann foi agredida pelo marido, Alexandre Correa, foi divulgada, muitos fizeram essas perguntas.</p><p>A resposta é simples (e também triste): não há beleza ou riqueza que livre uma mulher no Brasil de ser vítima do machismo em algumas de suas formas mais violentas, como a agressão física e o abuso emocional.</p><p>Fonte: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://noticias.uol.com.br">noticias.uol.com.br</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-26 23:43:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O Impacto em Homens e Mulheres</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ukr8895ylba9e4d1/wish/3556082995</link>
         <description><![CDATA[<p>Compreender o machismo estrutural significa reconhecer que ele não é um problema de "mulheres contra homens", mas sim um sistema que oprime a todos, embora de formas diferentes. Para as mulheres, ele impõe barreiras, violências e limitações que restringem suas escolhas e oportunidades de vida. Para os homens, ele cria a pressão para se adequarem a uma masculinidade tóxica, que reprime emoções, estimula a agressividade e a competição, e os impede de viverem suas vidas de forma mais completa e saudável.</p><p>A luta contra o machismo estrutural é, portanto, uma luta por uma sociedade mais justa e igualitária, onde o valor de uma pessoa não é definido por seu gênero, mas sim por sua humanidade. É um convite para questionar, desconstruir e reconstruir nossas relações e instituições de forma mais equitativa e respeitosa, beneficiando a todos, independentemente de seu gênero.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-26 23:45:43 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A charge ilustra de forma humorística, mas incisiva, um aspecto do machismo estrutural: a dupla moral e o controle sobre o corpo feminino.</p><p>No primeiro quadro, o homem está confortavelmente assistindo TV e expressa aprovação ("MASSA !!!") ao ver uma mulher no programa que ele considera atraente, presumivelmente vestindo uma roupa mais curta ou reveladora (indicado pela saia e a pose da personagem na TV).</p><p>No segundo quadro, a situação se inverte. Uma mulher, que provavelmente é sua companheira ou filha (dada a intimidade do ambiente doméstico e a fala), aparece ao lado dele vestindo uma saia que ele considera "curta". Imediatamente, ele muda sua postura e expressa indignação e controle ("OPA, OPA!! ONDE VAI COM ESSA SAIA CURTA?!").</p><p>A relação com o machismo estrutural se dá porque:</p><p> * Objetificação da mulher: A mulher na TV é vista como um objeto de apreciação e entretenimento, sem que sua vestimenta seja questionada pelo homem. Ela está ali para o prazer visual masculino.</p><p> * Controle do corpo feminino: Quando a situação se aproxima dele (com a mulher ao seu lado), o homem sente o direito de ditar o que ela pode ou não vestir, exercendo um controle sobre a autonomia e a liberdade da mulher. Ele se arroga o direito de decidir o que é "apropriado" para "sua" mulher, em contraste com o que é "apreciável" em uma mulher distante.</p><p> * Dupla moral: A mesma vestimenta ou tipo de vestimenta que é elogiada ou ignorada em um contexto (TV) é criticada e proibida em outro (vida real e próxima). Isso revela uma lógica machista que permite aos homens desfrutar da imagem feminina sexualizada, mas condena a autonomia feminina sobre o próprio corpo.</p><p> * Papéis de gênero tradicionais: A charge reflete a expectativa social de que mulheres devem se vestir de uma maneira que não "provoque" ou que seja "decente", de acordo com padrões masculinos. Isso é uma manifestação de como o machismo, historicamente, confinou as mulheres a certos papéis e reprime sua liberdade.</p><p>Em suma, a charge satiriza a hipocrisia machista, onde o mesmo comportamento é julgado de formas diferentes dependendo de quem o pratica e da relação com o observador, evidenciando como o machismo estrutural perpetua a ideia de que o corpo da mulher pertence à esfera pública de julgamento e controle masculino.</p><p>Fonte: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://colunadofla.com.br">colunadofla.com.br</a></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4270596061/4e42cd44308de5bebd095afaa8c38497/00e64365_72d4_45a0_816e_c2c22462e671.jpeg" />
         <pubDate>2025-08-26 23:47:53 UTC</pubDate>
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         <title>As Raízes Históricas e o Patriarcado</title>
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         <description><![CDATA[<p>O machismo estrutural não surgiu do nada ele é um herdeiro direto do patriarcado. O patriarcado é um sistema social e histórico no qual os homens detêm o poder primário e a autoridade em papéis de liderança política, moral, propriedade e autoridade social. Por milênios, esse sistema estabeleceu que o homem é o provedor, o líder e o dono do espaço público, enquanto a mulher é associada ao espaço privado, do lar e da família.</p><p>Essa divisão de papéis não é natural foi construída e reforçada por leis, religiões, filosofias e tradições. As mulheres foram historicamente impedidas de votar, estudar, ter propriedades e exercer profissões, o que solidificou a desigualdade de poder. O machismo estrutural de hoje é a continuação dessa lógica, mesmo que as leis tenham mudado, as mentalidades e as práticas sociais ainda carregam as marcas desse passado.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-26 23:50:19 UTC</pubDate>
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         <title>O Machismo Estrutural nas Instituições</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>O machismo se torna "estrutural" porque está embutido nas instituições que regem a sociedade. Isso vai além de atitudes individuais e se manifesta em:</p><p> * Política: Mulheres ainda são sub-representadas em cargos de poder legislativo e executivo. Barreiras invisíveis dificultam sua ascensão, e a violência política de gênero é uma realidade.</p><p> * Economia: A disparidade salarial é um exemplo clássico. Mulheres em posições e com a mesma qualificação que homens frequentemente recebem salários menores. Além disso, profissões historicamente "femininas" (como enfermagem e educação) tendem a ser menos valorizadas e remuneradas.</p><p> * Sistema Jurídico: A forma como crimes de violência contra a mulher são investigados e julgados muitas vezes reflete um viés machista. A culpabilização da vítima ("ela estava com roupa curta", "ela bebeu demais") e a falta de punição para agressores são manifestações desse problema.</p><p> * Mídia e Cultura: A publicidade, o cinema e a televisão ainda perpetuam estereótipos. Homens são frequentemente retratados como fortes, provedores e sem emoções, enquanto mulheres são mostradas como sensíveis, cuidadoras ou, inversamente, sexualizadas. Essa representação limita as identidades de gênero e reforça o status.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-26 23:52:49 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ukr8895ylba9e4d1/wish/3556093540</link>
         <description><![CDATA[<p>Os dados, coletados entre 1 e 3 de março de 2021, revelam percepções sobre o machismo no país.</p><p>Os resultados mostram que a grande maioria dos brasileiros reconhece a existência do machismo:</p><p> * 83% da população total acredita que o machismo existe no Brasil.</p><p> * Entre os homens, a percepção é um pouco menor, mas ainda assim expressiva: 80% disseram que sim.</p><p> * Entre as mulheres, a percepção é ainda maior: 87% afirmaram que o machismo existe.</p><p>Apesar de o gráfico não usar a palavra "estrutural", os dados se conectam diretamente a esse conceito. O machismo estrutural é um sistema de crenças e práticas enraizadas na sociedade. A percepção esmagadora de que o machismo existe no Brasil, especialmente por parte das mulheres, indica que o problema vai além de atitudes individuais isoladas. Ele é visto como uma realidade ampla e sistêmica.</p><p>A diferença entre as respostas de homens e mulheres é particularmente relevante. As mulheres, que sofrem mais diretamente as consequências do machismo, têm uma percepção mais aguçada de sua existência. Essa diferença de percepção demonstra como o machismo é uma realidade mais presente e visível para quem o vivencia de forma mais intensa. Para muitos homens, por não serem alvos diretos da opressão machista, o problema pode ser menos óbvio ou até mesmo invisível, o que explica a pequena porcentagem de "não" ou "não sabem" nas respostas.</p><p>Em resumo, o gráfico reflete que o machismo não é uma questão de opinião, mas uma realidade percebida pela grande maioria da população brasileira, o que reforça a ideia de que ele está profundamente enraizado na estrutura da nossa sociedade. </p><p>Fonte: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://poder360.com.br">poder360.com.br</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-26 23:55:50 UTC</pubDate>
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         <title>O Impacto na Saúde Mental e na Masculinidade Tóxica</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ukr8895ylba9e4d1/wish/3556095295</link>
         <description><![CDATA[<p>O machismo estrutural não prejudica apenas as mulheres. Ele também impõe aos homens uma masculinidade tóxica, que exige que sejam fortes, competitivos, agressivos e que reprimam suas emoções. Isso tem um impacto devastador na saúde mental masculina, contribuindo para taxas mais altas de suicídio, problemas de dependência e dificuldade em pedir ajuda. Ao desafiar o machismo estrutural, estamos também liberando os homens da pressão de se conformarem a um ideal inatingível e prejudicial.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-26 23:57:32 UTC</pubDate>
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         <title>Filme A História de um Casamento (Marriage Story)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>História de um Casamento (Marriage Story) é um filme dramático de 2019, escrito e dirigido por Noah Baumbach, que explora o doloroso processo de divórcio do casal Charlie (Adam Driver), um aclamado diretor de teatro em Nova York, e Nicole (Scarlett Johansson), uma talentosa atriz que decide se mudar para Los Angeles.</p><p>O filme narra as complexidades da separação, mostrando como o machismo estrutural se manifesta de forma sutil na vida de um casal aparentemente moderno. A trama evidencia como a carreira de Charlie é vista como a mais importante, enquanto Nicole se sente invisibilizada e com suas ambições pessoais colocadas em segundo plano para apoiar o sucesso do marido. O filme aborda a dupla jornada feminina e as dificuldades de Nicole em conciliar sua vida profissional e a maternidade, questões que são normalizadas na sociedade. A trama também explora o papel do sistema jurídico no divórcio, que muitas vezes intensifica o conflito ao incentivar advogados a explorarem as fraquezas de cada lado.</p><p>O filme é conhecido por sua atuação, que rendeu a Laura Dern o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante por sua performance como a advogada de Nicole.</p><p>Fonte: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.omelete.com.br/amp/oscar-2021/historia-de-um-casamento-tudo-sobre">https://www.omelete.com.br/amp/oscar-2021/historia-de-um-casamento-tudo-sobre</a></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-27 00:05:05 UTC</pubDate>
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         <title>Música “Não Existe Amor Em SP”- Criolo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A música "Não Existe Amor em SP", de Criolo, é uma das mais emblemáticas de sua carreira, lançada no álbum "Nó na Orelha" (2011). A canção é uma crítica social e um retrato poético da vida em uma grande metrópole como São Paulo.</p><p>Através de uma melodia melancólica e versos profundos, Criolo explora a solidão, a falta de empatia e a desconexão humana que muitas vezes caracterizam o cotidiano nas cidades grandes. Ele descreve a cidade como um "labirinto místico onde os grafites gritam", sugerindo que, por trás da fachada urbana, há uma realidade de almas "vazias" e um "mar de fel" movido pela ganância e pela vaidade.</p><p>A música se tornou um hino para muitos paulistanos por sua capacidade de expressar sentimentos de desilusão e alienação, mas também gerou um movimento de contraposição, com a hashtag #existeamoremsp, mostrando que, apesar das dificuldades, ainda há esperança e resiliência na cidade.</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/BAMvPxBvsW8">Fonte: https://youtu.be/BAMvPxBvsW8</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-27 00:11:26 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ukr8895ylba9e4d1/wish/3556111646</link>
         <description><![CDATA[<p>Compreender o machismo estrutural é, portanto, um passo fundamental para a construção de uma sociedade verdadeiramente justa e equitativa. Não se trata de uma batalha de gêneros, mas sim de um convite urgente para que todos, em Uberaba e em cada canto do mundo, questionem as raízes invisíveis que perpetuam a desigualdade. É hora de desconstruir os alicerces de um sistema que oprime e limita, para que, finalmente, possamos edificar um futuro onde a plenitude e a liberdade de cada indivíduo não sejam determinadas pelo gênero, mas sim pela essência da sua humanidade. Que a reflexão sobre o machismo estrutural nos mova à ação e nos inspire a ser agentes de uma transformação duradoura, pavimentando o caminho para um mundo onde a igualdade seja a nossa mais bela realidade.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-27 00:12:41 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ukr8895ylba9e4d1/wish/3556933484</link>
         <description><![CDATA[<p>Depoimentos coletados pelo Instituto Marielle Franco com mulheres que enfrentaram violência política de gênero.</p><p><br></p><p>O vídeo é parte da campanha publicitária "Mais Mulheres na Política",lançada pela Justiça Eleitoral do Brasil em 2021. Seu objetivo é incentivar a participação feminina na política e,ao mesmo tempo,chamar atenção para a necessidade de combater a violência de gênero no ambiente político.</p><p><br></p><p>O propósito é promover a importância da participação feminina nos processos políticos e destacar a urgência de coibir qualquer forma de violência ou discriminação contra mulheres na política.</p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/vgcrPMcetPk?si=rI4lkMtJh4Yy-oy9">https://youtu.be/vgcrPMcetPk?si=rI4lkMtJh4Yy-oy9</a></p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/vgcrPMcetPk?si=3UoPrOFv1cIq4s1l" />
         <pubDate>2025-08-27 10:47:56 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O trabalho de Carolina Maria de Jesus é de extrema importância.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ukr8895ylba9e4d1/wish/3558734724</link>
         <description><![CDATA[<p>É falando sobre pessoas boas, que tornaremos nosso mundo muito melhor.</p><p> No link abaixo, contamos mais sobre a obra e Carolina Maria de Jesus.</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://yasmimrlimaa.wixsite.com/livro--quarto-de-des">https://yasmimrlimaa.wixsite.com/livro--quarto-de-des</a></p>]]></description>
         <enclosure url="https://yasmimrlimaa.wixsite.com/livro--quarto-de-des" />
         <pubDate>2025-08-28 13:25:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Violência de genero contra as mulheres</title>
         <author>mateusmatospita</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ukr8895ylba9e4d1/wish/3558737093</link>
         <description><![CDATA[<p>Neste ano novamente se celebra (que palavra tão pouco adequada neste contexto) o <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://brasil.elpais.com/tag/dia_internacional_eliminacion_violencia_contra_la_mujer/a/">Dia Internacional da Eliminação da Violência contra a Mulher</a>. Por todas as mulheres do mundo que sofreram e sofrem agressões físicas, sexuais e psicológicas nas mãos de homens, reunimos dez&nbsp; campanhas que lembram a importância de lutar contra esta chaga social até conseguir sua erradicação.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-08-28 13:26:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>giovanarodriguesnunes8</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ukr8895ylba9e4d1/wish/3558741221</link>
         <description><![CDATA[<p>A charge mostra mulheres negras entregando e vestindo camisetas com a frase “Lute como Marielle” para a figura da Justiça. Isso simboliza como a luta de Marielle Franco representa a resistência e a força das mulheres negras líderes no Brasil. Marielle Franco morreu como resultado de um atentado político em 14 de março de 2018, no Rio de Janeiro. Ela foi morta a tiros quando o carro em que estava foi emparelhado por outro veículo no Estácio, região central da cidade, e o motorista do veículo de Marielle, Anderson Gomes, também foi assassinado. A investigação apontou motivações políticas relacionadas à expansão das milícias no Rio de Janeiro.</p><p>A charge evidencia que as mulheres negras são protagonistas na luta por justiça e igualdade, carregando o legado de Marielle Franco como símbolo de resistência e liderança.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-28 13:30:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>yasminlaurindomedeiros2009</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ukr8895ylba9e4d1/wish/3558744853</link>
         <description><![CDATA[<p>"É importante ter consciência de que o racismo é um sintoma da sociedade, não da pessoa negra" — Essa frase da Djamila Ribeiro entra com o papel da mulher negra na liderança, essa reflexão é fundamental, pois quando uma mulher negra ocupa espaços de poder, ela não está apenas representando a si mesma, mas enfrentando uma estrutura que historicamente a excluiu. Sua presença questiona estereótipos, rompe barreiras e abre caminhos para outras pessoas negras e principalmente mulheres. A liderança da mulher negra se torna uma forma de resistência e transformação, mostrando que o combate contra o racismo precisa ser coletiva, e não responsabilidade apenas da população negra, mas sim de todas as raças possíveis.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-28 13:33:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Avaliações de Quarto de Despejo no Skoob</title>
         <author>fabiomariottini10</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ukr8895ylba9e4d1/wish/3558748543</link>
         <description><![CDATA[<p>O livro Quarto de Despejo, de Carolina Maria de Jesus, recebeu uma nota média de 4,5 estrelas no aplicativo Skoob, com base em mais de 28 mil avaliações.</p><p><br/></p><p>Destaques dos dados:</p><p><br/></p><p>-71% dos leitores deram notas entre 4,5 e 5 estrelas, mostrando uma recepção extremamente positiva.</p><p>-22% avaliaram entre 3,5 e 4 estrelas, o que reforça que a maioria reconhece a importância e qualidade da obra.</p><p>-Apenas 7% deram notas abaixo de 3 estrelas, confirmando que casos de rejeição são raros.</p><p><br/></p><p>Esas avaliações demonstram que o livro continua sendo muito valorizado pelos leitores, tanto pelo seu impacto social e histórico, quanto pela potência da escrita de Carolina Maria de Jesus.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-28 13:35:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Violência Contra a Mulher </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ukr8895ylba9e4d1/wish/3558751025</link>
         <description><![CDATA[<p>A violência contra a mulher diz respeito à diversos tipos de violência aos quais mulheres estão sujeitas: física,psicológica, moral, sexual e patrimonial. Todas essas formas de agressão são enquadradas na lei 11.340/2006, conhecida também com Lei Maria da Penha. </p><p><strong>Forte:www1.folha.uol.com.br</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-28 13:37:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Leis que as mulheres foi conseguindo ao longo do tempo </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ukr8895ylba9e4d1/wish/3558756411</link>
         <description><![CDATA[<p>A imagem que você enviou é uma linha do tempo detalhada das conquistas de direitos das mulheres no Brasil. Ela ilustra como a luta feminina, ao longo de quase dois séculos, mudou leis e costumes para combater o machismo estrutural. O texto a seguir descreve essa evolução.</p><p>A Linha do Tempo da Luta Feminina no Brasil</p><p>A história dos direitos das mulheres no Brasil é uma jornada de desafios e vitórias, marcada por avanços em diferentes áreas, desde a educação até a proteção contra a violência. A linha do tempo apresentada na imagem mostra marcos importantes nessa trajetória.</p><p>Tudo começou no século XIX, com o direito de aprender. Em 1827, as mulheres foram autorizadas a frequentar escolas, e em 1879, a conquistaram o acesso às faculdades. Essas conquistas educacionais foram o ponto de partida para a mulher se inserir em espaços de poder e conhecimento que antes eram exclusivos dos homens.</p><p>O direito ao voto, que é um pilar da participação política, foi conquistado em 1932, dois anos depois da criação do primeiro partido político feminino em 1910. Esse foi um passo crucial para que as mulheres pudessem, finalmente, ter voz nas decisões do país. Em 1962, o Estatuto da Mulher Casada trouxe avanços importantes, como a possibilidade de ter um trabalho sem a autorização do marido e o direito de cuidar dos filhos em caso de separação.</p><p>A luta por direitos não se limitou ao campo político e civil. Em 1974, as mulheres conquistaram o direito de ter um cartão de crédito, um avanço em direção à independência financeira. Em 1977, a Lei do Divórcio foi aprovada, e a sociedade começou a enxergar as mulheres como indivíduos independentes.</p><p>O combate à violência e o reconhecimento de direitos básicos ganharam força a partir do final do século XX. Em 1985, foi criada a primeira Delegacia da Mulher em São Paulo, um marco no atendimento especializado às vítimas. Três anos depois, em 1988, a Constituição Federal reconheceu que homens e mulheres são iguais perante a lei, um princípio fundamental que serviu de base para todas as leis futuras.</p><p>No século XXI, as conquistas se aprofundaram. Em 2002, a virgindade deixou de ser um requisito para o casamento, pondo fim a um argumento que, por muito tempo, foi usado para desvalorizar a mulher. A Lei Maria da Penha, de 2006, se tornou uma das leis mais importantes do mundo ao criar mecanismos para prevenir e coibir a violência doméstica.</p><p>A legislação continuou avançando para proteger as mulheres da violência mais extrema. Em 2015, a Lei do Feminicídio tornou o assassinato de mulheres por razões de gênero um crime hediondo. Já em 2018, a importunação sexual passou a ser considerada crime, protegendo as mulheres de agressões em locais públicos.</p><p>Cada um desses marcos representa uma batalha vencida contra o machismo estrutural e fortalece a posição da mulher na sociedade.</p><p>Fonte: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://portalt5.com.br">portalt5.com.br</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-28 13:40:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ukr8895ylba9e4d1/wish/3559097667</link>
         <description><![CDATA[<p>Mesmo com avanços, as mulheres continuam recebendo menos que os homens no Brasil. Em 2024, a diferença salarial mensal caiu em relação a 2023, mas ainda é expressiva: <strong>19% no setor formal e informal</strong> e <strong>17% no setor formal</strong>.</p><p>Na prática, isso significa que as mulheres recebem, em média, <strong>R$ 660 a menos por mês</strong> quando considerados todos os setores e <strong>R$ 550 a menos</strong> apenas no setor formal.</p><p>Os dados mostram que, apesar da redução da desigualdade, a igualdade salarial entre homens e mulheres ainda está longe de ser alcançada.</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://share.google/images/y31N9sqSqTRM7s8BY">https://share.google/images/y31N9sqSqTRM7s8BY</a></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4280036671/2f85c4a8e7831bbb66a56beada4848d7/IMG_9669.png" />
         <pubDate>2025-08-28 18:32:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Índice do brasil de relatos sobre a violência de gênero </title>
         <author>mateusmatospita</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ukr8895ylba9e4d1/wish/3560692042</link>
         <description><![CDATA[<p>Os índices de violência contra a mulher no Brasil mostram uma realidade preocupante, com mais de 25 milhões de brasileiras que já sofreram violência doméstica ao longo da vida. Em 2023, o país registrou mais de 83 mil casos de estupro e um número crescente de casos de ameaças e stalking. A violência psicológica é a mais comum, afetando 89% das mulheres que relataram violência, seguida pela violência moral, física, patrimonial e sexual. A maioria das agressões ocorre no ambiente doméstico, praticada por parceiros ou ex-parceiros. </p><p>Fonte:https://www.gov.br</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-08-29 11:40:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>PodCast sobre mulheres negras na liderança </title>
         <author>yasminlaurindomedeiros2009</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ukr8895ylba9e4d1/wish/3561101003</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?pdlt=1&amp;v=xaw0LSLttWc" />
         <pubDate>2025-08-29 19:21:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Biografia Marielle Franco </title>
         <author>oanaluisa685</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ukr8895ylba9e4d1/wish/3562154504</link>
         <description><![CDATA[<p>Marielle Francisco da Silva&nbsp;(1979-2018), conhecida publicamente como Marielle Franco,&nbsp;foi uma política&nbsp;brasileira.</p><p>Formada em Sociologia (pela PUC-Rio) e com Mestrado em Administração Pública (pela UFF), Marielle foi eleita Vereadora do Rio de Janeiro pelo PSOL (Partido Socialismo e Liberdade) no ano de 2016.</p><p>Negra, mulher, feminista, pobre, criada na favela e gay, Marielle&nbsp;representou uma série de minorias ao longo da sua vida política. A socióloga presidiu a Comissão da Mulher da Câmara, foi defensora dos direitos humanos e das causas LGBTI.&nbsp;</p><p>Marielle foi vendedora ambulante, dançarina, empregada doméstica e educadora infantil até&nbsp;reunir dinheiro para pagar os próprios estudos.&nbsp;</p><p>Após a morte de uma amiga próxima, vítima de bala perdida, Marielle&nbsp;resolveu se dedicar à militância pelos direitos humanos. A socióloga trabalhou na Redes da Maré e criticou&nbsp;duramente os abusos de poder das forças policiais.&nbsp;</p><p>Em 2006, Marielle acabou por integrar a equipe da Comunidade da Maré&nbsp;que fez campanha para o deputado Marcelo Freixo, político carioca considerado o padrinho político de Marielle.&nbsp;</p><p>Marielle&nbsp;se elegeu em 2016 para a Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro pelo partido&nbsp;PSOL com 46.502 votos. Ela foi a quinta vereadora mais bem votada da cidade.&nbsp;</p><p>Durante o mandato, a socióloga presidiu a Comissão da Mulher da Câmara.</p><p>Defensora dos direitos humanos,&nbsp;coordenou, junto com Marcelo Freixo,&nbsp;a Comissão de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).</p><p>Marielle apresentou na Câmara o projeto do Dia da Visibilidade Lésbica, que não foi aprovado por apenas dois votos.</p><p>No dia 14 de março de 2018, uma quarta-feira, o carro onde estava Marielle foi atingido por 13 tiros que tiraram a vida dela e do motorista Anderson Pedro Gomes. Na ocasião Marielle tinha 38 anos e o motorista 39 anos.</p><p>O crime aconteceu durante à noite, por volta das 21h30, na Rua Joaquim Palhares, no Estácio, região central do Rio de Janeiro. No carro estava a vereadora, a assessora parlamentar&nbsp;Fernanda&nbsp;Chavez e o motorista Anderson Pedro Gomes.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p>FONTE:<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.ebiografia.com/marielle_franco/">https://www.ebiografia.com/marielle_franco/</a></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4267819122/242d52c2308f44f7fa6de53e9e9e3f20/IMG_8647.jpeg" />
         <pubDate>2025-08-31 17:57:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>oanaluisa685</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ukr8895ylba9e4d1/wish/3562254505</link>
         <description><![CDATA[<p>Na pesquisa  a cima, realizada pelo Pacto Global da ONU no Brasil em parceria com a plataforma 99jobs, mostrou  que a presença de mulheres negras em cargos de liderança ainda é muito baixa e desigual no nosso país. O levantamento, feito com 331 participantes, mostrou que cerca de oito em cada dez empresas têm no máximo 10% dessas profissionais em posições de liderança.</p><p><br/></p><p>O estudo também aponta que barreiras como racismo estrutural, machismo institucional, falta de oportunidades e dificuldades para conciliar carreira e vida pessoal continuam sendo grandes desafios. Além disso, muitas profissionais afirmaram que ainda precisam se esforçar mais para provar sua competência e conquistar respeito no ambiente de trabalho.</p><p><br/></p><p>A pesquisa reforça a importância de promover políticas de diversidade, inclusão e igualdade de oportunidades nas empresas , para que mais mulheres negras possam ocupar espaços de liderança e ter suas trajetórias reconhecidas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-31 22:49:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Taxa de analfabetismo de 2010-2025</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-04 13:03:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ukr8895ylba9e4d1/wish/3568926872</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/73eCQRH0fpI" />
         <pubDate>2025-09-04 13:11:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Jose neto de araujo </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>O gráfico compara indicadores sociais (renda, educação, representação política e desemprego) entre mulheres negras, mulheres brancas e homens brancos, destacando as desigualdades enfrentadas por mulheres negras e a relevância do feminismo negro.</p><p><br/></p><p>Jose Neto De Araujo </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-04 13:24:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e estatística (IBGE ).</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-09-04 14:02:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;Sueli Carneiro&quot; Filósofa e escritora ativista, sobre o feminismo negro no Brasil. </title>
         <author>leticiaanabarbosa356</author>
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         <description><![CDATA[<p>Ela é reconhecida como filósofa, escritora e ativista.</p><p>Nascida em 24 de junho de 1950, em São Paulo, Sueli Carneiro.</p><p>Sua trajetória é marcada por luta, pensamento crítico e uma produção intelectual transformadora.</p><p><br/></p><p>https://share.google/images/zv9pR1cuiFgdRCECb</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-04 22:33:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Pautas, ações e conquistas...</title>
         <author>leticiaanabarbosa356</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ukr8895ylba9e4d1/wish/3569593300</link>
         <description><![CDATA[<p>As ações sociais das mulheres negras crescem gradualmente no país, tendo como principal foco os direitos humanos relativos às especificidades dessas mulheres. Segundo Maria Sylvia, o movimento realizou muitas ações nas últimas décadas, porém, para ela, a Marcha das Mulheres Negras, de 2015, foi a mais relevante, levando cerca de 50.000 mulheres negras para Brasília, capital política do país.</p><p><br/></p><p>https://share.google/images/eXXhEyLfkPimlRn6W</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-04 22:40:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ukr8895ylba9e4d1/wish/3570600122</link>
         <description><![CDATA[<p>Publicado em 1960, a tiragem inicial de&nbsp;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Quarto_de_Despejo"><em>Quarto de Despejo</em></a>&nbsp;foi de dez mil exemplares e esgotou-se em uma semana. Desde sua publicação, a obra vendeu mais de um milhão de exemplares e foi traduzida para catorze línguas e distribuído em mais de quarenta países, tornando-se um dos livros brasileiros mais conhecidos no exterior.</p><p>Depois da publicação, Carolina teve de lidar com a raiva e inveja de seus vizinhos, que a acusaram de ter colocado suas vidas no livro sem autorização. A autora relatou que muitos dos moradores da favela chegaram a jogar, nela e em seus três filhos, os conteúdos de seus&nbsp;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Penico">penicos</a>. Carolina definiu a favela como "tétrica", "recanto dos vencidos" e "depósito dos incultos que não sabem contar nem o dinheiro da esmola".</p><p>O professor da&nbsp;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Universidade_de_S%C3%A3o_Paulo">USP</a>&nbsp;Ricardo Alexino Ferreira caracterizou a escrita de Carolina como "direta, nua e crua, mas, ao mesmo tempo, suave".</p><p><br/></p><p>Amanda de Sousa </p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-09-05 11:52:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ukr8895ylba9e4d1/wish/3570600854</link>
         <description><![CDATA[<p>Na época de Carolina Maria de Jesus (nascida em 1914), o analfabetismo era um problema generalizado no Brasil, especialmente entre as populações rurais e mais pobres, como era a comunidade dela e as pessoas da favela. Apesar de não haver estatísticas exatas disponíveis nos resultados, a obra de Carolina, que expõe a pobreza e a desigualdade, sugere que a falta de acesso à educação era uma realidade comum na época, e que as políticas públicas ainda estavam em desenvolvimento. </p><p><br/></p><p>Entretanto, Carolina Maria de Jesus não era analfabeta; ela foi precariamente alfabetizada, aprendendo a ler e escrever aos 7 anos, apesar de ter tido pouco tempo de estudo formal e ter enfrentado dificuldades por sua origem social. A escritora era uma autodidata que continuou a aprimorar suas habilidades de leitura e escrita, utilizando cadernos encontrados como catadora de papel para registrar seu cotidiano e suas experiências.</p><p><br/></p><p>Amanda De Sousa </p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-09-05 11:53:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Jose Neto de Araujo</title>
         <author>eujoseneto24</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ukr8895ylba9e4d1/wish/3570606574</link>
         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://nosmulheresdaperiferia.com.br/infografico-a-condicao-da-mulher-negra-no-brasil-em-numeros/">https://nosmulheresdaperiferia.com.br/infografico-a-condicao-da-mulher-negra-no-brasil-em-numeros/</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-05 11:58:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Entrevista com a professora e sindicalista Célia </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ukr8895ylba9e4d1/wish/3573859920</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-09-08 13:02:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Parte 2</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ukr8895ylba9e4d1/wish/3573860978</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-09-08 13:03:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Parte 3</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-09-08 13:04:00 UTC</pubDate>
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         <title>Parte 4</title>
         <author></author>
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         <pubDate>2025-09-08 13:23:22 UTC</pubDate>
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         <title>Parte 5</title>
         <author></author>
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         <pubDate>2025-09-08 13:24:02 UTC</pubDate>
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         <title>Musicas que ressaltam a liderança da mulher</title>
         <author></author>
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         <pubDate>2025-09-08 13:26:28 UTC</pubDate>
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         <title>Feminismo negro: para além de um discurso identitário</title>
         <author>pietroinacio83</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ukr8895ylba9e4d1/wish/3574041144</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Falar sobre diferentes momentos do feminismo negro exige uma leitura para além do que encontramos em compêndios e obras sobre feminismo. Primeiro, porque em muitos destes ignora-se a contribuição das mulheres negras para a luta feminista. Segundo, porque é preciso também transcender o que se entende por um discurso legitimado.</p><p><br/></p><p>Explico: no período da escravidão no Brasil, mulheres negras eram empreendedoras, quituteiras, por exemplo, e utilizavam o dinheiro para comprar a alforria de pessoas negras escravizadas. Do mesmo modo, muitas contribuíram para a organização de levantes contra a escravidão, assim como para as estratégias de manutenção de quilombos. Há registros de mulheres negras que praticavam abortos como forma de luta porque não queriam ver seus filhos nascerem escravizados. Se olharmos com mais atenção para a história das mulheres negras no Brasil e em outros países onde houve escravidão negra, podemos constatar que elas já desempenhavam um papel importante de luta e sobrevivência do povo negro.</p><p><br/></p><p>Fonte:https://revistacult.uol.com.br/home/feminismo-negro-para-alem-de-um-discurso-identitario/</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-08 14:35:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>INTRODUÇÃO DO VIDEO DAS MULHERES NEGRAS LIDERES QUE MOVIMENTARAM A SOCIEDADE ONDE VIVEM. parte 1</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ukr8895ylba9e4d1/wish/3574244473</link>
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         <pubDate>2025-09-08 16:30:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>MULHERES NEGRAS LIDERES QUE MOVIMENTARAM A SOCIEDADE ONDE VIVEM parte 2</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ukr8895ylba9e4d1/wish/3574253043</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-09-08 16:36:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>MULHERES NEGRAS LIDERES QUE MOVIMENTARAM A SOCIEDADE ONDE VIVEM parte4</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ukr8895ylba9e4d1/wish/3574272620</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-09-08 16:49:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>GRÁFICO MOSTRA QUE MULHERES NEGRAS SÃO AS QUE MENOS TEM CARGOS DE LIDERANÇA</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ukr8895ylba9e4d1/wish/3574288246</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Mulheres estão menos representadas que homens</strong></p><p>Comparando em gêneros, mulheres também estão menos inseridas nesses cargos que homens. Foram 25.029 (43,09%) profissionais femininas, enquanto para os homens foram 33.054 (56,91%).</p><p>Já quando o recorte é gênero e raça, nota-se que homens negros representam apenas 2,24% dos cargos de liderança. Olhando para mulheres negras, esse percentual cai bem mais, chegando a 1,45%. No caso de homens brancos, a taxa representa 39,77%.</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://revistaensinosuperior.com.br/2020/09/30/negros-liderancas/">https://revistaensinosuperior.com.br/2020/09/30/negros-liderancas/</a></p><p><br/></p><p>Vitória Gonzaga de Souza</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-08 16:59:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>MULHER NEGRA E LÍDER, LUANA GÉNOT, LÍDER GLOBAL DO FÓRUM ECONÔMICO  GLOBAL, REFORÇA A IMPORTÂNCIA A LIDERANÇA DE MULHERES NEGRAS EM CARGOS GLOBAIS</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ukr8895ylba9e4d1/wish/3574304848</link>
         <description><![CDATA[<p>Vitória Gonzaga de Souza</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.instagram.com/share/p/_ss-HnVWn" />
         <pubDate>2025-09-08 17:11:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>“Capítulo 4, versículo 3”</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ukr8895ylba9e4d1/wish/3574528371</link>
         <description><![CDATA[<p>Nela, Mano Brown diz:</p><p><br/></p><p>“A educação é nossa arma, é a chave da revolução…”</p><p><br/></p><p>A ideia é clara: sem acesso ao estudo e ao conhecimento, a juventude periférica fica mais vulnerável à marginalização e à violência.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/2LQSFLTiwS8" />
         <pubDate>2025-09-08 20:10:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Força e determinação </title>
         <author>oliveira65301</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ukr8895ylba9e4d1/wish/3574534958</link>
         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.cress-mg.org.br/2015/03/06/negras-e-o-porque-de-um-feminismo-so-delas/">https://www.cress-mg.org.br/2015/03/06/negras-e-o-porque-de-um-feminismo-so-delas/</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-08 20:17:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Livro: “Direito à educação no Brasil”.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ukr8895ylba9e4d1/wish/3574565084</link>
         <description><![CDATA[<p>Organizadores: Allan Solano Souza, Magna França e Maria Edgleuma de Andrade<br>A obra reúne textos que discutem os contextos históricos, as demandas sociais e as políticas públicas educacionais no Brasil, oferecendo uma visão abrangente sobre o tema.</p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://books.google.com.br/books?id=EgvjEAAAQBAJ&amp;printsec=frontcover&amp;dq=Direito+%C3%A0+Educa%C3%A7%C3%A3o+no+Brasil:+Contextos,+Demandas+e+Pol%C3%ADticas+Educacionais&amp;hl=pt-BR&amp;newbks=1&amp;newbks_redir=0&amp;source=gb_mobile_search&amp;ovdme=1&amp;sa=X&amp;redir_esc=y" />
         <pubDate>2025-09-08 20:53:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Livro: “Escola e Democracia”</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ukr8895ylba9e4d1/wish/3574595566</link>
         <description><![CDATA[<p>O livro “Escola e Democracia” oferece uma análise crítica sobre a relação entre educação, sociedade e direitos no Brasil. A obra discute como a escola atua não apenas como espaço de aprendizagem, mas também como instrumento de promoção da cidadania e da democracia. Com base em fundamentos jurídicos e pedagógicos, o autor examina o papel do Estado na garantia do direito à educação, os desafios das políticas públicas e as desigualdades históricas que ainda impactam o acesso e a qualidade da educação. Destinado a estudantes, educadores e profissionais da área, o livro propõe reflexões sobre a função social da escola e a importância de políticas educacionais inclusivas e democráticas.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.skoob.com.br/share/book/14551/15958" />
         <pubDate>2025-09-08 21:30:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Avaliações do livro: “Escola e Democracia”</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ukr8895ylba9e4d1/wish/3574607065</link>
         <description><![CDATA[<p>Nas avaliações de 4,5 e 5 estrelas do livro “Direito, Escola e Democracia” no Skoob (cerca de 47% dos leitores), os comentários destacam principalmente: a relevância da obra para entender a educação e a democracia no Brasil, a clareza e profundidade da escrita, e sua contribuição acadêmica para estudantes e profissionais da educação.</p><p><br/></p><p>Nas avaliações de 3,5 a 4 estrelas do livro “Escola e Democracia” no Skoob (cerca de 30% dos leitores), os comentários destacam que a obra é relevante e importante para entender a educação e a democracia, mas densa e desafiadora para leitura. Alguns leitores apontam que faltam exemplos mais práticos e uma linguagem mais acessível.</p><p>Nas avaliações de 2,5 a 3 estrelas do livro “Escola e Democracia” no Skoob (cerca de 19% dos leitores), os comentários indicam que a obra é relevante, mas densa, teórica e de leitura desafiadora, sendo mais indicada para estudos acadêmicos do que para uma leitura prática ou introdutória.</p><p><br/></p><p>Nas avaliações de 1,5 a 2 estrelas do livro “Escola e Democracia” no Skoob (cerca de 3% dos leitores), os comentários indicam que a obra é muito densa, teórica e de difícil compreensão, com pouca aplicabilidade prática e linguagem acadêmica que pode dificultar a leitura para quem não tem formação na área.</p><p><br/></p><p>Nas avaliações de 0,5 a 1 estrela do livro “Escola e Democracia” no Skoob (cerca de 1% dos leitores), os comentários indicam que a obra foi muito insatisfatória, sendo considerada extremamente densa, teórica e de difícil compreensão, com pouca aplicabilidade prática.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-08 21:45:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ukr8895ylba9e4d1/wish/3574619082</link>
         <description><![CDATA[<p>Essa charge retrata, de forma crítica e metafórica, as dificuldades enfrentadas por crianças e jovens no Brasil.</p><p>Na cena, um garoto está prestes a jogar futebol, mas seus "adversários" não são outros jogadores comuns: eles estão simbolizados por problemas sociais graves, como fome, violência, falta de escola e tráfico. O adulto, do lado de fora do campo, diz: “Vai! É só driblar os adversários e marcar o gol!!!”, como se fosse algo simples.</p><p>O ponto central da crítica é que, na realidade, o menino não está apenas diante de um jogo, mas sim de barreiras estruturais que dificultam seu desenvolvimento e seu futuro. Entre esses obstáculos, a falta de escola se destaca como um direito negado, que compromete a chance de romper o ciclo de pobreza, violência e exclusão.</p><p>Ou seja, a charge denuncia que a educação deveria ser um meio de oferecer oportunidades e garantir dignidade, mas, quando ela falta, a criança fica vulnerável a outros problemas sociais, tornando a “partida da vida” muito mais difícil de vencer.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-08 22:04:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Segurança do trabalho </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ukr8895ylba9e4d1/wish/3574631278</link>
         <description><![CDATA[<p>A história da segurança no trabalho evoluiu significativamente desde a Revolução Industrial, quando as condições eram precárias e os acidentes eram comuns. No Brasil, as primeiras leis surgiram no início do século XX, mas a verdadeira mudança veio com a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) em 1943, que estabeleceu direitos e normas de segurança. As Normas Regulamentadoras (NRs) foram criadas para abordar riscos específicos, mas ainda há desafios, como a informalidade e a falta de investimento em segurança por parte das empresas. Em 2022, mais de 570 mil acidentes de trabalho foram registrados no Brasil, destacando a necessidade de prevenção. Além dos acidentes físicos, questões como assédio moral e estresse também impactam a saúde dos trabalhadores. Informações sobre esses dados vêm de fontes confiáveis como o Ministério do Trabalho e a Organização Internacional do Trabalho (OIT).</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-09-08 22:22:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Por que a educação é um direito fundamental ?</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ukr8895ylba9e4d1/wish/3574703300</link>
         <description><![CDATA[<p>A educação é um direito humano básico, garantido pela Constituição Federal e pela Declaração Universal dos Direitos Humanos. No entanto, no Brasil, esse direito enfrenta barreiras estruturais que impedem milhões de jovens de terem acesso à educação de qualidade.</p><p><br/></p><p>A UBES trabalha para garantir que esse direito seja cumprido, promovendo igualdade no acesso e melhorias no sistema público de ensino. </p><p><br/></p><p>Educação não é apenas um meio de adquirir conhecimento técnico, mas também uma ferramenta de transformação social, que capacita jovens a exercerem sua cidadania de forma plena.</p><p><br/></p><p>Dados mostram que 2,8 milhões de crianças e adolescentes ainda estão fora da escola no Brasil. Muitos desses jovens enfrentam desafios como pobreza extrema, falta de transporte e infraestrutura escolar precária. Isso reforça ciclos de exclusão social e limita o desenvolvimento do país.</p><p><br/></p><p>A UBES defende a universalização do acesso à educação, com políticas públicas que priorizem investimentos em escolas públicas, valorização dos professores e programas de inclusão.</p><p><br/></p><p>Garantir educação de qualidade para todos não é apenas uma questão de justiça social, mas também de construir um futuro mais igualitário e sustentável.</p><p><br/></p><p>https://www.ubes.org.br/2025/por-que-a-educacao-e-um-direito-fundamental/</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-09-08 23:52:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>oanaluisa685</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ukr8895ylba9e4d1/wish/3574987540</link>
         <description><![CDATA[<p>No gráfico a cima  é possível ver a evolução da ocupação de cargos de chefia no Executivo federal entre 1999 e 2024, a partir do recorte racial e de gênero. Apesar de podemos perceber alguns avanço na presença de pessoas negras, pardos e indígenas, a desigualdade continua evidente: em 2024, homens brancos e amarelos ainda ocupam 34,9% das chefias, contra apenas 15,4% das mulheres pardas, pretas e indígenas – o grupo mais sub-representado.</p><p>Enquanto os homens negros avançaram para 23,6% das posições, as mulheres negras continuam sendo a minoria absoluta, enfrentando dupla barreira: a de gênero e a racial. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-09 02:16:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O que é o Feminismo Negro?</title>
         <author>pietroinacio83</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ukr8895ylba9e4d1/wish/3576465124</link>
         <description><![CDATA[<p>O Feminismo Negro possui profundas raízes em movimentos auto-organizados por mulheres negras ao longo da História. A abranger o período colonial nas Américas, às revoluções ocorridas em África, até a instauração da luta em prol dos direitos civis, nos EUA, ativistas negras sempre mantiveram presença em organizações revolucionárias.A emergência deste movimento enquanto organização, ocorrera nos Estados Unidos da América, em plena década de 1960. Nesta época, vigorava o Feminismo de Segunda Onda, período feminista caracterizado por viabilizar e suscitar debates acerca da sexualidade, expectativas de gênero, sexismo e direitos reprodutivos e sociais.</p><p><br/></p><p>Igualmente rememorado por obras tais “O Segundo Sexo (1949)” de Simone de Beauvoir e “A Mística Feminina (1963)” de Betty Friedan, tal período fora demasiado incisivo quanto a questões relativas às representações midiáticas feministas e performances de subalternidade nas quais mulheres brancas eram alocadas, na sociedade patriarcal. Todavia, em conformidade histórica, emergia nos EUA o Movimento pelos Direitos Civis, organizado por comunidades afro-americanas, em prol da integralidade de direitos e igualdade entre negros, latinos e brancos.</p><p><br/></p><p>Fonte:https://medium.com/@yasminescritora/feminismo-negro-uma-breve-história-85469d357215</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-09 16:52:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Jose Neto De Araujo </title>
         <author>eujoseneto24</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ukr8895ylba9e4d1/wish/3576717295</link>
         <description><![CDATA[<p>O símbolo une o símbolo feminino (♀) com o punho cerrado, representando a força e a resistência das mulheres. Ele é usado no feminismo negro para mostrar a luta contra o machismo e o racismo, valorizando a voz, a identidade e os direitos das mulheres negras. ✊🏾♀️</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://azmina.com.br/reportagens/simbolos-do-feminismo-quais-sao-e-o-que-significam/">https://azmina.com.br/reportagens/simbolos-do-feminismo-quais-sao-e-o-que-significam/</a></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-09 20:10:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, no Brasil, as mulheres negras são as principais vítimas de estupro, violência doméstica e feminicídio. Em 2022, as mulheres negras representaram 61,1% das vítimas de feminicídio, 45% das vítimas de violência doméstica, 56,8% das vítimas de estupro (incluindo estupro de vulneráveis), sendo que 49,1% das mulheres negras foram vítimas de assédio sexual.</title>
         <author>oliveira65301</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ukr8895ylba9e4d1/wish/3576718799</link>
         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.trt24.jus.br/noticias/-/asset_publisher/ND6zpys7a3hM/content/id/8744496/pop_up">https://www.trt24.jus.br/noticias/-/asset_publisher/ND6zpys7a3hM/content/id/8744496/pop_up</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-09 20:12:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Quem tem medo do feminismo negro? é um livro de teoria feminista, especificamente do feminismo negro, da filósofa brasileira Djamila Ribeiro, publicado em 2018 pela editora Companhia das Letras em São Paulo. A obra reúne um longo ensaio autobiográfico inédito e artigos publicados pela autora na revista Carta Capital, entre os anos de 2014 e 2017.[1][2] O livro se tornou rapidamente um best-seller sendo um dos mais vendidos da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip) de seu ano</title>
         <author>oliveira65301</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ukr8895ylba9e4d1/wish/3576733826</link>
         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://books.google.com.br/books?id=hdVSDwAAQBAJ&amp;pg=PT4&amp;source=kp_read_button&amp;hl=pt-BR&amp;newbks=1&amp;newbks_redir=0&amp;gboemv=1&amp;ovdme=1&amp;redir_esc=y">https://books.google.com.br/books?id=hdVSDwAAQBAJ&amp;pg=PT4&amp;source=kp_read_button&amp;hl=pt-BR&amp;newbks=1&amp;newbks_redir=0&amp;gboemv=1&amp;ovdme=1&amp;redir_esc=y</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-09 20:29:07 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Mulheres negras são as principais vítimas de homicídios e feminicídios no país. A situação se agrava ainda mais em todo o país por conta da pandemia.</title>
         <author>esterborin23</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ukr8895ylba9e4d1/wish/3576739318</link>
         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://criola.org.br/dia-internacional-de-luta-pela-nao-violencia-contra-as-mulheres/">https://criola.org.br/dia-internacional-de-luta-pela-nao-violencia-contra-as-mulheres/</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-09 20:35:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Feminismo Negro e Interseccionalidade em Periódicos Brasileiros</title>
         <author>pietroinacio83</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ukr8895ylba9e4d1/wish/3576754714</link>
         <description><![CDATA[<p>Buscamos analisar a evolução da produção acadêmica brasileira sobre feminismo negro e interseccionalidade, no período de 1992 a 2020, por meio de uma análise bibliométrica e com raspagem de dados de artigos publicados em revistas das áreas de ciências sociais e humanas (A1, A2 e B1). Destacamos o impacto dos fluxos internacionais em difundir e adensar agendas de pesquisa sobre mulheres negras a partir dos anos 2000 e a importância de dossiês temáticos sobre gênero e raça em periódicos qualificados como mecanismo indutor para a ampliação da produção científica sobre as temáticas. Há um aumento contínuo de textos sobre tais questões a partir dos anos 2010, sugerindo que maior acesso de estudantes negros ao ensino superior e ampliação do debate público sobre interseccionalidade fora da academia possam estar gerando uma retroalimentação quanto ao interesse e à relevância do tema.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-09 20:51:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Salário Fixo e Leis Trabalhistas.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ukr8895ylba9e4d1/wish/3576847106</link>
         <description><![CDATA[<p>Salário Fixo e Leis Trabalhistas.</p><p>Antigamente, na época da Revolução Industrial, a coisa era bem diferente. Os trabalhadores se matavam em fábricas por horas a fio, em condições super precárias, sem segurança e recebendo uma merreca. Era o "quem pode mais, chora menos", sabe? Não existiam leis para proteger a galera, era cada um por si.</p><p>Com o tempo, o pessoal começou a se organizar, a fazer greves e a exigir direitos. Foi aí que as primeiras leis trabalhistas começaram a aparecer. No Brasil, um marco importante foi a criação da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) em 1943, durante o governo Vargas. A CLT juntou várias leis e criou outras novas, estabelecendo regras sobre jornada de trabalho, férias, salário mínimo, descanso semanal e, claro, o salário fixo. A ideia era garantir um mínimo de dignidade para o trabalhador.</p><p>Desafios Atuais: Nem Tudo São Flores</p><p>Apesar de todos esses avanços, ainda temos muitos problemas hoje em dia. Muita gente ganha o salário mínimo e se vira para pagar as contas. Tem muita gente trabalhando na informalidade, sem carteira assinada, o que significa que não têm esses direitos garantidos. A desigualdade salarial também é um problema sério, como quando homens ganham mais que mulheres fazendo o mesmo trabalho. E o desemprego, que afeta muitos jovens querendo entrar no mercado de trabalho.</p><p>Para vocês terem uma ideia, segundo o IBGE, a renda média do trabalhador brasileiro ainda é baixa para muitos. Em 2023, a renda média real habitual ficou em torno de R$ 2.979. Mas isso é uma média, viu? Tem muita gente ganhando bem menos.</p><p>E sobre informalidade, uma pesquisa recente mostrou que uma boa parte da população trabalha sem carteira assinada, o que resulta em menos proteção e direitos.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-09 23:10:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>luscaslsc</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ukr8895ylba9e4d1/wish/3576847683</link>
         <description><![CDATA[<p>A lei trabalhista surgiu para proteger os trabalhadores em um período onde a exploração era comum, especialmente durante a Revolução Industrial. Hoje, a jornada de trabalho ainda é um tema de debate, com muitos jovens enfrentando desafios ao ingressar no mercado.</p><p><br>O Surgimento das Leis Trabalhistas</p><p><br></p><p>1. Revolução Industrial e Exploração:** Com a Revolução Industrial, surgiram as fábricas e, com elas, condições de trabalho desumanas. As pessoas trabalhavam longas horas, em ambientes insalubres e sem nenhuma segurança. Crianças e mulheres eram frequentemente exploradas, recebendo salários irrisórios.</p><p><br></p><p>2. Movimentos Operários: Em resposta a essa exploração, os trabalhadores começaram a se organizar em sindicatos e movimentos operários. Eles lutavam por melhores condições, salários justos e, principalmente, pela redução da jornada de trabalho.</p><p><br></p><p>3.  Primeiras Leis: As primeiras leis trabalhistas surgiram no final do século XIX e início do século XX, como resultado dessas lutas. Elas começaram a estabelecer limites para a jornada de trabalho, definir idade mínima para o trabalho e proibir certas práticas exploratórias.</p><p><br></p><p>4.  Brasil e a CLT:.No Brasil, um marco importante foi a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), criada em 1943. A CLT reuniu a legislação trabalhista existente e estabeleceu direitos e deveres para empregados e empregadores, como a jornada de 8 horas diárias, férias remuneradas e décimo terceiro salário.</p><p><br></p><p>   A Jornada de Trabalho para Iniciantes</p><p><br></p><p>Histórico: Antigamente, quem estava começando no mercado de trabalho, muitas vezes jovens e sem experiência, era ainda mais vulnerável à exploração. A falta de conhecimento sobre seus direitos tornava a situação ainda mais precária.</p><p><br></p><p>   Problemas Atuais: Hoje, mesmo com a CLT, muitos jovens que estão iniciando no mercado de trabalho ainda enfrentam desafios. Alguns são contratados por meio de contratos informais, sem os mesmos direitos dos trabalhadores com carteira assinada. Outros lidam com jornadas excessivas ou com a sobrecarga de funções que não correspondem ao cargo para o qual foram contratados. A falta de experiência pode levar a uma maior aceitação de condições menos favoráveis por medo de perder o emprego.</p><p><br></p><p>  Estatísticas e Gráficos:  Embora estatísticas específicas sobre a jornada de trabalho de iniciantes sejam complexas de isolar, dados gerais sobre o mercado de trabalho jovem no Brasil mostram que a informalidade ainda é alta. Por exemplo, pesquisas do IBGE frequentemente indicam que uma parcela significativa dos jovens ocupados não possui carteira assinada. A Organização Internacional do Trabalho (OIT) também aponta que a transição da escola para o trabalho é um período crítico, onde muitos jovens enfrentam empregos de baixa qualidade.</p><p><br></p><p> Para visualizar a evolução da jornada de trabalho e os direitos trabalhistas, é interessante consultar dados históricos e compará-los com a legislação atual. Gráficos que mostram a redução das horas de trabalho ao longo do tempo, desde as 14-16 horas diárias da Revolução Industrial até as 8 horas atuais (e as discussões sobre a redução para 6 horas), ilustram o progresso conquistado.</p><p><br></p><p>  Um gráfico hipotético poderia mostrar a porcentagem de jovens de 16 a 24 anos em empregos formais versus informais ao longo dos anos, evidenciando as dificuldades de inserção com plenos direitos.</p><p><br></p><p>  Fontes</p><p><br> Tribunal Superior do Trabalho (TST)(http://www.tst.jus.br/)</p><p>  Ministério do Trabalho e Previdência(https://www.gov.br/trabalho-e-previdencia/pt-br)</p><p>  Organização Internacional do Trabalho (OIT) (https://www.ilo.org/brasil/)</p><p>   Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)(https://www.ibge.gov.br/)</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-09 23:11:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>Yasminlaurindo</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ukr8895ylba9e4d1/wish/3576873037</link>
         <description><![CDATA[<p>O gráfico mostra que, quanto mais alto o cargo, menor é a presença de pessoas negras. Nos níveis de liderança (conselho, diretoria e gerência), a maioria das lideranças percebe essa presença como muito abaixo do ideal, enquanto no quadro funcional há maior percepção de adequação.</p><p><br/></p><p>Para as mulheres negras, a exclusão é ainda maior: além do racismo, enfrentam o sexismo, o que as torna praticamente invisíveis nos espaços de poder. Isso evidencia a urgência de ações que promovam equidade racial e de gênero nas empresas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-09 23:39:07 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Um pouco mais sobre  &quot;Quarto de Despejo&quot;</title>
         <author>sassssss008</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ukr8895ylba9e4d1/wish/3576886106</link>
         <description><![CDATA[<p>O livro “Quarto de Despejo”, de Carolina Maria de Jesus, é um diário que retrata a dura realidade de uma mulher que vivia na favela. Em suas páginas, é possível observar aspectos do ambiente em que morava, marcado por dificuldades, convivência próxima e frequentes intrigas entre vizinhos. Um exemplo está no trecho: “Quando cheguei em casa encontrei a D. Francisca brigando com meu filho João José. Uma mulher de quarenta anos discutindo com uma criança de seis anos. Pus o menino para dentro e fechei o portão. Ela continuou falando.”</p><p><br></p><p>Além disso, sua escrita revela traços de semianalfabetismo, perceptíveis em registros como: “Quiz, agua e radio”. Apesar disso, a autora sempre demonstrava profundo amor pelos livros, como se vê no trecho: “Seu João — Nunca vi uma preta gostar tanto de livros como você. Todos têm um ideal. O meu é gostar de ler.” Essa paixão pela leitura aparece como uma forma de resistência e de esperança, mostrando que, mesmo em meio às adversidades, Carolina buscava dignidade e força através das palavras.</p><p><br></p><p>Ler Quarto de Despejo é mais do que conhecer a realidade da favela: é se inspirar na coragem de Carolina e perceber que a leitura pode transformar até mesmo os dias mais difíceis.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-09 23:50:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>giovanarodriguesnunes8</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ukr8895ylba9e4d1/wish/3576948914</link>
         <description><![CDATA[<p>Embora o gráfico mostre que as mulheres, em geral, têm uma representação significativa em cargos de liderança (51,5% nos cargos de DAS), ele não nos permite saber se essa representação é equitativa entre mulheres brancas, negras, indígenas ou de outras etnias.</p><p>Diversos estudos e pesquisas de organizações como o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) e a Fundação Getúlio Vargas (FGV) apontam que, apesar de as mulheres negras serem a maioria da população feminina no Brasil, elas ainda enfrentam barreiras significativas para ascender a cargos de liderança, tanto no setor público quanto no privado. O censo do IBGE, por exemplo, mostra que mulheres negras ganham menos e têm menor acesso a cargos de gestão e direção, mesmo quando comparadas a homens negros e mulheres brancas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-10 00:29:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>*PORCENTAGEM DAS MULHERES NEGRAS LIDERES EM CARGOS*</title>
         <author>marceloborges0609</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ukr8895ylba9e4d1/wish/3576981351</link>
         <description><![CDATA[<p>Pesquisa divulgada nesta semana revela que 81% das empresas brasileiras têm, no máximo, 10% de mulheres negras em cargo de liderança. O levantamento revela ainda que 70% das mulheres negras são lideradas por homens.26 de jul. de 2024</p><p>Os dados são da pesquisa Mulheres Negras na Liderança, realizado em parceria entre o Pacto Global da ONU no Brasil e a pesquisa 99jobs. Foram ouvidas 331 pessoas.</p><p>Entre as participantes, 57% disseram não haver mulheres negras nas empresas onde trabalham, enquanto 70% responderam ter homens como chefes imediatos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-10 00:45:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>seguro desemprego </title>
         <author>josedecastronevesneto</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ukr8895ylba9e4d1/wish/3577022254</link>
         <description><![CDATA[<p>O seguro‑desemprego surgiu como uma resposta à necessidade de proteger trabalhadores diante da perda involuntária do emprego, ganhando força no Brasil com a industrialização e com os movimentos trabalhistas do começo do século XX. Durante a era Vargas, a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) de 1943 consolidou direitos que abriram caminho para benefícios sociais mais estruturados; o seguro‑desemprego moderno foi regulamentado posteriormente para fornecer renda temporária e auxiliar a transição para novo emprego. Em momentos de crise econômica o papel desse seguro fica mais visível: ele ajuda a manter o consumo e reduz a pobreza de curto prazo, funcionando como um amortecedor contra choques macroeconômicos. Apesar disso, o sistema enfrenta problemas concretos: muitos trabalhadores informais, autônomos e de plataformas digitais ficam excluídos das regras tradicionais, enquanto a burocracia, atrasos e erros na concessão prejudicam quem precisa do benefício com urgência. Fraudes e pagamentos indevidos também oneram os cofres públicos e diminuem a confiança no sistema. Além disso, o valor e a duração das parcelas nem sempre acompanham o custo de vida regional, o que limita a eficácia do benefício para manter a subsistência das famílias. Para enfrentar esses desafios é necessária uma combinação de medidas: atualização dos critérios de elegibilidade para incluir novas formas de trabalho, digitalização dos processos com controles públicos mais fortes, e investimentos em políticas ativas de emprego como requalificação profissional e intermediação de vagas. O uso de estatísticas oficiais — como as do IBGE e do Ministério do Trabalho — permite acompanhar a taxa de desocupação e o número de beneficiários, mostrando que o seguro‑desemprego tende a aumentar em recessões e diminuir em períodos de recuperação. Com modernização legal e administrativa, maior transparência e inclusão de trabalhadores da economia digital, o seguro‑desemprego pode cumprir melhor sua função social de proteger famílias, facilitar a recolocação e contribuir para a estabilidade econômica.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-10 01:07:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Vendas do livro &quot;Quarto de despejo&quot;</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ukr8895ylba9e4d1/wish/3577141012</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>A tiragem inicial foi de 10 000 exemplares, esgotados em apenas uma semana .</p><p>A primeira edição teve reimpressões, totalizando cerca de 100 000 exemplares nos primeiros momentos .</p><p>Vendas estimadas ao longo do tempo</p><p>Estima-se que o livro vendeu ao todo 80 000 exemplares em seus primeiros anos .</p><p>Outro dado aponta para a marca de 200 000 exemplares apenas na primeira edição .</p><p>Em âmbito internacional, houve estimativas de que Quarto de Despejo vendeu cerca de 200 mil cópias, com traduções para 17 idiomas .</p><p>De forma mais abrangente, mais de 1 milhão de cópias já teriam sido vendidas mundialmente .</p><p>Em publicações jornalísticas e relatórios legais, aparece a cifra de 3 milhões de exemplares vendidos, considerando traduções em 16 idiomas.</p><p>Quarto de Despejo foi um fenômeno editorial desde o lançamento — a tiragem inicial esgotou-se em dias.</p><p>Ao longo dos anos, suas vendas cresceram exponencialmente, chegando a cifras que variam de centenas de milhares até milhões de exemplares mundialmente.</p><p>O impacto vai além dos números: trata-se de uma obra que rompeu barreiras linguísticas e sociais, ampliou vozes marginalizadas e inspirou gerações dentro e fora do Brasil.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-10 02:01:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O direito à educação é um direito fundamental previsto na Constituição Federal de 1988, que garante acesso gratuito e de qualidade à educação básica (infantil, fundamental e médio). É dever do Estado e da família, com colaboração da sociedade, assegurar oportunidades iguais de acesso e permanência escolar.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ukr8895ylba9e4d1/wish/3577144541</link>
         <description><![CDATA[<p>Esse direito é orientado por princípios como igualdade de condições, liberdade de aprender e ensinar, valorização dos profissionais, gestão democrática e padrão de qualidade.</p><p><br/></p><p>A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB – Lei nº 9.394/1996) regulamenta a organização do ensino, reforçando a responsabilidade do Estado e dos municípios. Além disso, programas como merenda escolar, transporte gratuito, bolsas e cotas contribuem para ampliar o acesso e reduzir desigualdades.</p><p><br/></p><p>Assim, o direito à educação não é apenas garantir vagas escolares, mas também assegurar condições de permanência, aprendizagem e conclusão, fundamentais para a cidadania, inclusão social e desenvolvimento do país.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>---</p><p><br/></p><p>📖 Fonte</p><p><br/></p><p>Constituição Federal do Brasil de 1988 – Artigos 205 a 214.</p><p><br/></p><p>Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – Lei nº</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-10 02:03:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Contas de Vida e Esperança</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>No Quarto de Despejo, cada moeda que Carolina contava tinha um peso enorme: era comida, era sustento, era vida. Esse vídeo mostra como a matemática, que aprendemos na escola, também estava ali no dia a dia dela — nas contas de pão, arroz e feijão, e nas escolhas difíceis que toda família pobre precisa fazer.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/7JSSGrTSLsU?si=uaNuwLvB2A-KiFQD" />
         <pubDate>2025-09-10 02:31:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;Podcast e bate papo com a Professora Célia Campos&quot; Pt.1</title>
         <author>leticiaanabarbosa356</author>
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         <description><![CDATA[<p> Célia Campos, professora que atua na Escola Estadual Corina de Oliveira, compartilhando um pouco de seus conhecimentos sobre o tema feminismo negro. </p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-10 03:05:05 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Continuação Pt.2</title>
         <author>leticiaanabarbosa356</author>
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         <description><![CDATA[<p>....</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-10 03:06:21 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ukr8895ylba9e4d1/wish/3578019612</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-09-10 11:32:21 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>O gráfico mostra a escolaridade entre homens e mulheres em diferentes etapas de ensino.</p><p><br/></p><ul><li><p>Ensino Médio na idade esperada (15 a 17 anos): 76% das mulheres estão cursando nessa faixa etária, enquanto entre os homens o índice é de 67%. A diferença é de 9 pontos percentuais, ou seja, a cada 100 estudantes, em média 9 meninas a mais que meninos estão nessa condição.</p></li><li><p>Ensino Médio completo (25 anos ou mais): 51% das mulheres e 46% dos homens concluíram o Ensino Médio. A diferença aqui é de 5 pontos percentuais, mostrando que as mulheres continuam em vantagem.</p></li><li><p>Ensino Superior completo (25 anos ou mais): 19% das mulheres e 15% dos homens possuem diploma superior. A diferença é de 4 pontos percentuais, o que significa que, em um grupo de 100 pessoas, haveria 19 mulheres formadas contra 15 homens.</p></li><li><p>Pós-graduação stricto sensu: As mulheres representam 54% das matrículas, ultrapassando os homens também nesse nível de ensino.</p></li></ul><p><br/></p><p><br/></p><p>Podemos observar que em todas as etapas educacionais as mulheres apresentam porcentagens maiores. Em termos matemáticos, se compararmos proporcionalmente:</p><p><br/></p><ul><li><p>No Ensino Médio esperado, a razão mulheres:homens é 76:67 (aproximadamente 1,13).</p></li><li><p>No Ensino Médio completo, a razão é 51:46 (aproximadamente 1,10).</p></li><li><p>No Ensino Superior completo, a razão é 19:15 (aproximadamente 1,27).</p></li></ul><p><br/></p><p><br/></p><p>Isso mostra que, a cada homem com escolaridade completa em cada nível, existem mais mulheres concluindo os estudos.</p><p><br/></p><p>Referência:</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://share.google/images/xjUqSxYX1Q1idCcOj">https://share.google/images/xjUqSxYX1Q1idCcOj</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-10 11:34:46 UTC</pubDate>
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