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      <title>Sensoriamento Remoto by Angela Fushita</title>
      <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe</link>
      <description>Mural digital do curso de extensão Capacitação em Geotecnologias da UFABC
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-08-24 16:54:11 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2023-02-14 13:37:24 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Produtos de Sensoriamento Remoto. Atividade 4.1</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/772570164</link>
         <description><![CDATA[<div>Conforme pesquisei os produtos mais utilizados de sensoriamento remoto para o estudo de áreas protegidas, são mapas temáticos de geologia, geomorfologia, vegetações, etc. Com a utilização de softwares que fazem tratamentos de imagens podem ser produzidos informações geoespaciais e, análises de paisagens através do sistema de informações geográficas (SIG), facilitando o monitoramento de determinadas áreas. <br><em>Abaixo segue o link da pesquisa.</em></div><div><strong>Thaís Batista Portela</strong></div>]]></description>
         <enclosure url="http://www3.inpe.br/unidades/cep/atividadescep/educasere/apostila.htm" />
         <pubDate>2020-09-23 15:32:34 UTC</pubDate>
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         <title>Produtos de Sensoriamento Remoto</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/773195975</link>
         <description><![CDATA[<div>Os produtos utilizados para o Sensoriamento Remoto são os sensores óptico-eletrônicos que captam varias bandas entre elas a infravermelho; os Satélites são os mais utilizados nesse processo, dentre eles pode-se destacar o CBERS, o mais atual o CBERS-4A,  e o Landsat, ( atual Landsat 8). <br>Por capturarem a banda infravermelho são de suma importância no estudo de vegetações e consequentemente de áreas protegidas, pois após a captura das imagens essas são analisadas e constitui o Geoprocessamento.<br>       Há uma vantagem no uso do CBERS que é um produto nacional, gratuito e que gera uma imagem de excelente qualidade com altas resoluções sensoriais. Já o Landsat é um produto americano mas é o meio pelo qual o INPE ( Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) capta imagens do território brasileiro formando o maior acervo Nacional. Também esse Satélite possui alta resolução espacial     (infravermelho), só que desde 2003 para utilizar as imagens enviadas por ele é necessário fazer correções prévias e algumas análises como a calibração dos pixels, para obter a resolução completa.<br>    <strong>       Jonelza da Saúde G. Ribeiro<br><br></strong>https://www.infoescola.com/cartografia/sensoriamento-remoto/<br><br>https://www.embrapa.br/satelites-de-monitoramento/missoes/cbers</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.embrapa.br/satelites-de-monitoramento/missoes/landsat" />
         <pubDate>2020-09-23 17:47:16 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/773195975</guid>
      </item>
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         <title>Atividade 4.1 - Produtos Sensoriamento Remoto</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/773351759</link>
         <description><![CDATA[<div>O sensoriamento remoto pode ser traduzido como um conjunto de técnicas e procedimentos tecnológicos para coletar dados da superfície terrestre, sem contato físico, para obter informação sobre um objeto, uma área ou um fenômeno e assim fazer sua representação. Surgiu após a invenção da maquina fotografia, tendo registro de sua utilização nos períodos de guerras, através de pombos - correios ou balões para obter informações sobre o território inimigo e auxiliar na elaboração de planos de ataque.<br>A aerofotogrametria foi à primeira técnica utilizada de sensoriamento remoto e até hoje é amplamente utilizada. Mas existe outro recurso bastante utilizado: os satélites. <br>Em suma, a aerofotogrametria possui a vantagem de ser tecnicamente mais simples e mais precisa, em função da proximidade das fotografias aplicadas.  É uma técnica apropriada para obtenção de  imagens cuja escala é inferior a 1:5000.<br>Já a técnica do satélite, pode ser utilizada para registro de imagens de variadas escalas de abrangência: em pequena escala, ou seja, de amplas áreas, como também, de mapas com escalas variadas e flexíveis, facilitando a produção de diferentes mapas de localização e temáticos. Sendo assim, é possível obter informações e registro de imagens, como por exemplo, sobre formas de relevo, topografia, ocupação humana, dentre outros. <br><br><strong>Regiane Brito</strong><br><br>https://brasilescola.uol.com.br/geografia/sensoriamento-remoto.htm<br>http://www3.inpe.br/crs/crectealc/pdf/ronald_ceos.pdf<br>https://atlasescolar.ibge.gov.br/conceitos-gerais/o-que-e-cartografia/sensoriamento-remoto.html</div>]]></description>
         <pubDate>2020-09-23 18:23:18 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/773351759</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Sensoriamento Remoto</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/773730750</link>
         <description><![CDATA[<div>Entende-se por sensoriamento remoto toda coleta de dados sobre um objeto ou fenômeno sem que ocorra contato físico entre o mesmo e o coletor. Estes dados por sua vez são em ultima análise radiação eletromagnética (REM) refletida ou emitida pelo objeto em estudo. Cabe aos sistemas sensores, instrumentos principais do sensoriamento remoto, a captação desta radiação e conversão para uma forma que possibilite análises e interpretações. Estas Informações são utilizadas para o planejamento de grandes áreas pois permitem uma visão sinóptica da área.<br><br>https://www.agrolink.com.br/georreferenciamento/sensoriamento-remoto_361508.html<br><br><br><br></div>]]></description>
         <pubDate>2020-09-23 20:23:38 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/773730750</guid>
      </item>
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         <title>Atividade 4.1 - Produtos de Sensoriamento Remoto</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/774091464</link>
         <description><![CDATA[<div> Os produtos de sensoriamento remoto melhoraram  o estudo e compreensão da dinâmica dos processos fluviais. estudos geográficos, recursos florestais entre outras analises.  E auxilia à tomada de decisões, possibilitando um melhor ordenamento de áreas como a estudada. Tudo isso graças aos satélites, como sentinel-2, a serie Landsat e cbers.<br>Segue Alguns Procedimentos (recursos) que esses dispositivos nos proporcionaram: <br>- SRTM (Shuttle Radar Topographic Mission);<br>- Modelo Digital de Superfície (MDS);<br>- Modelo Digital do Terreno (MDT); <br>- Composição de Bandas, realce de alvos para determinado estudo.<br>        <strong>Gabriel Severo Carvalho.</strong><br><br>http://www.mundogeomatica.com.br<br>http://www3.inpe.br/unidades/cep/atividadescep/educasere/apostila.htm#bernardo</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.atenaeditora.com.br/wp-content/uploads/2018/10/E-book-Aplica%C3%A7%C3%B5es-e-Princ%C3%ADpios-do-Sensoriamento-Remoto-2-4.pdf" />
         <pubDate>2020-09-24 00:04:40 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/774091464</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Produtos de Sensoriamento Remoto</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/775739985</link>
         <description><![CDATA[<div>Em parceria com a China, atualmente o Brasil dispõe de diversos satelites de Sensoriamento Remoto, dentre eles os satelites do projeto CBERS. E além destes, o Brasil também dispõe do LANDSAT. Ambos gratuitos para todo o público e que são extremamente úteis nos estudos e levantamento dos recursos naturais.<br>Dentre suas vantagens podemos citar a possibilidade da visualização de grandes áreas em uma única imagem e a disponibilidade de modo temporal. Tais satelites permitem identificar se há desmatamento em determinada área, focos de queimadas, indices de vegetação, além modelos digital de elevação, entre outros.&nbsp;<br>Como desvantagens temos a resolução espacial que não permite identificar melhor áreas menores.&nbsp;<br>Os dados do projeto CBERS, LANDSAT, e de outros satelites podem ser obtidos no catálogo de imagens do INPE:<br>&lt;http://www.dgi.inpe.br/CDSR/&gt;<br>Para isso é necessário um cadastramento prévio no próprio site.<br><br><br>Jessyka E B Santos<br><br></div>]]></description>
         <pubDate>2020-09-24 13:44:22 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/775739985</guid>
      </item>
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         <title>Produtos do Sensoriamento Remoto - por Victoria Caroline </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/776365460</link>
         <description><![CDATA[<div>Em âmbito geral, alguns dos produtos gerados pelo sensoriamento remoto são as fotografias aéreas, imagens de satélites e radares. Assim, os dados gerados são capazes de  "fornecer informações detalhadas sobre as propriedades da superfície da terra e os parâmetros a nível local ou em escala regional" (PACHECO <em>et al.</em>, 2015). No que tange às áreas preservadas, caracterizadas por possuírem um grande contingente de vegetação, essas informações geradas pelo sensoriamento remoto são indispensáveis. <br>Nesse contexto e a partir de estudos mais recentes, os autores Pacheco et al. (2015) destacam o desenvolvimento de produtos como: <br><br>- Índice de Vegetação por Diferença Normalizada (IVDN) e Índice de Vegetação Ajustado ao solo (IVAS) (técnicas de Sensoriamento Remoto mais utilizadas a partir de imagens do Satélite Landsat-5)<br><br>A partir do estudo com esses dados é possível avaliar o índice de vegetação de UC´s, biomas e outras áreas, sendo qualificado como uma grande vantagem. <br><br>Em aspectos gerais, um fator que deve ser considerado em qualquer mapeamento, principalmente em Unidades de Conservação nas quais há a presença de populações indígenas, quilombolas e tradicionais, é também compor, complementar e acrescentar informações obtidas pela participação social, visando um mapeamento participativo. <br><br>PACHECO et al. .  A contribuição do Sensoriamento Remoto para o estudo do bioma Caatinga. In: Freire et al. <strong>Sensoriamento Remoto e Meio Ambiente: </strong>Mapeamento e Análise espectro-temporal das Unidades de Conservação de Proteção Integral da Administração Federal no Bioma Caatinga. Recife: Fundação Joaquim Nabuco, 2015. Relatório Parcial de Pesquisa. Disponível em: &lt;https://www.fundaj.gov.br/images/stories/cieg/atlas_caatinga/cap3_sensoriamentoremotoemeioambiente_caatinga_fundaj.pdf&gt;. Acesso em: 24 set. 2020. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-24 15:50:02 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/777275324</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Atividade 4.1 - Produtos de sensoriamento remoto<br>Por Aleph B. Palma</strong><br><br>Para estudo e gestão de áreas protegidas (por exemplo o zoneamento de Unidade de Conservação) são utilizados diversos produtos de sensoriamento remoto que, geralmente em composição, irão ser utlizados para elaboração de mapas-síntese. A base dessas informações provém de dados remotos  obtidos por satélites, radares, etc. (como Ikonos, Landsat,, Spot) que variam quanto sua resolução pancromática, espectral, temporal, radiométrica, entre outras - a escolha da origem da imagem depende do objetivo e escala daquilo que se pretende estudar, sendo que para o planejamento ambiental a resolução é um dos aspectos mais importantes a ser considerado.  A imagem então será tratada, corrigida e elaborada com as bandas e composição de cor, sendo possível de ser interpretada.<br><br>Para este objetivo os produtos finais mais utilizados para análise são os mapas temáticos, sendo que para UCs de Uso Sustentável são muito úteis, não somente mas em especial, os de uso e ocupação do solo, cobertura da terra, fragilidades e perigo, vulnerabilidade e risco a escorregamento e inundação - dependendo dos atributos da UC a serem protegidos.<br><br>Fonte (publicação, não há link): Santos, Rozely F. Planejamento Ambiental: Teoria e Prática. São Paulo : Oficina de Textos, 2004.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-24 19:05:55 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Produtos de Sensoriamento Remoto - ALESSANDRA ALCANTARA CUSTODIO</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/780760906</link>
         <description><![CDATA[<div>Um estudo em PDF disponibilizado pelo EMBRAPA e postado na Revista da Agricultura, pontua alguns produtos de sensoriamento remoto. entre eles o SPOT. De acordo com o Embrapa "os satélites da família SPOT foram desenhados para operar com sensoresópticos, em bandas do visível, infravermelho próximo e infravermelhomédio."&nbsp;<br>Um dos seus sensores nomeado VEGETATION é focado no monitoramento de mudanças ambientais, especializado em oferecer dados sobre cobertura vegetal e também com canais voltados ao estudos oceanográficos e correção de efeitos atmosférico.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/151283/1/Bosquilia-2016-drenagem.pdf" />
         <pubDate>2020-09-25 20:57:57 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/780760906</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Produtos de Sensoriamento Remoto - Fabrício Rocha de Moura</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/780914221</link>
         <description><![CDATA[<div>O Sensoriamento Remoto representa um conjunto de técnicas com uso de sensores para captação e registro de energia refletida ou emitida por elementos presentes na superfície terrestre. As imagens geradas através dessas técnicas representam um meio de aquisição de dados espaciais para utilização em projetos de Sistema de Informações Geográficas. Os sensores são responsáveis por transformar energia eletromagnética em sinal digital por diferentes faixas do espectro de radiação, sendo classificados a partir de quatro parâmetros: espacial, espectral, radiométrica e temporal. <br>O satélite TERRA (EOS-AM) realiza o monitoramento da atmosfera, dos oceanos e dos continentes da Terra de forma global e com foco na mudança da cobertura do solo, na produtividade global, nas mudanças climáticas, em riscos naturais e no ozônio na atmosfera. De um modo geral, disponibiliza medidas globais  em cada estação climática do planeta como a cobertura do solo,  e colaboram no desenvolvimento de tecnologias para previsão de desastres ambientais como incêndios, vulcões, enchentes e secas, bem como a sua caracterização e redução dos riscos. <br>Existem cinco instrumentos do TERRA  e alguns apresentam limitações no tempo de operação em partes do dia e da noite de uma órbita, algumas configurações reduzidas e a falta captação de dados continuamente. <br><br>Referências: <br>SANTOS, Alexandre Rosa dos. Apostila de Sensoriamento Remoto. Universidade Federal do Espírito Santo. Alegre. Publicado em 2013. <br>CALIJURI, Maria do Carmo; CUNHA, Davi Gasparini Fernandes. Engenharia Ambiental: Conceitos, tecnologia e gestão. Rio de Janeiro: Elsevier, 2013. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-25 23:11:03 UTC</pubDate>
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         <title>Sensoriamento Remoto - João Pedro de Andrade</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/780973669</link>
         <description><![CDATA[<div>O Sensoriamento Remoto foi responsável por trazer inúmeras contribuições para a observação da superfície terrestre, seja na análise espacial ou temporal de variados fenômenos. Cada vez mais diferentes campos do conhecimento vêm utilizando o SR como base para realizar seus estudos. Assim, a partir das imagens de satélite (um dos produtos do SR) é possível extrair informações de uso e ocupação do solo de uma Unidade de Conservação, bem como visualizar as mudanças ocorridas na superfície da unidade ao longo do tempo, por exemplo. Desvantagens que podem ser observadas: resolução baixa de algumas imagens e presença da cobertura de nuvens em algumas imagens.<br><br>Como sugestão, deixo as imagens Planet. Elas possuem cinco metros de resolução espacial, já estão disponíveis gratuitamente para toda a região intertropical, graças a iniciativa da Noruega. A medida visa subsidiar o monitoramento das florestas e o combate ao desmatamento.<br>https://gfw.global/3mNJAdJ</div>]]></description>
         <pubDate>2020-09-26 00:22:03 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Sensoriamento remoto e aplicações - Jany Kelly Fernandes de Araújo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/781553655</link>
         <description><![CDATA[<div> Os produtos de sensoriamento remoto recomendados e/ou utilizados para o estudo e a gestão de áreas protegidas ajudam no monitoramento da vegetação relacionados aos  índices de vegetação NDVI (Normalised Difference Vegetation Index) e EVI (Enhanced Vegetation Index), pois  quanto maior é o valor do índice (que varia de -1 a 1), mais verde está a vegetação ajudando na identificação a saúde e qualidade das áreas protegidas. O ponto positivo é que diversos produtos do SR podem ser utilizados através das imagens de satélites para subsidiar na proteção e monitoramento ambiental quanto a queimadas, desmatamento e entre outras aplicações.<br>A desvantagem que podemos encontrar é que algumas resoluções espaciais sendo baixas podem interferir no reconhecimento de alvos, como também a resolução temporal, que alguns satélites demoram um certo tempo para passar no mesmo lugar e assim prejudicando na análise temporal da área.<br><br>Deixo aqui o link deste texto: <a href="http://mtc-m21b.sid.inpe.br/col/sid.inpe.br/mtc-m21b/2016/06.02.13.31/doc/publicacao.pdf">http://mtc-m21b.sid.inpe.br/col/sid.inpe.br/mtc-m21b/2016/06.02.13.31/doc/publicacao.pdf</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-26 17:22:11 UTC</pubDate>
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         <title>Sensoriamento Remoto - Antônio José de Lima</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/781583746</link>
         <description><![CDATA[<div>O <strong>sensoriamento remoto</strong> é o conjunto de técnicas e procedimentos tecnológicos que visa à representação e coleta de dados da superfície terrestre sem a necessidade de um contato direto. Assim sendo, toda a informação é obtida por meio de sensores e instrumentos em geral. Tal processo vincula-se ao tratamento, armazenamento e análise de tais dados para que se conheça melhor os fenômenos que se apresentam na superfície.</div><div>A utilização desse tipo de técnica é de fundamental importância no contexto atual das sociedades, pois ela é capaz de revelar muitos dados geográficos e até históricos concernentes aos espaços naturais e também sociais, como a distribuição das áreas florestais, o avanço do desmatamento, o crescimento das áreas urbanas, etc.<br>Os produtos de sensoriamento remoto recomendados e/ou utilizados para o estudo e a gestão de áreas protegidas ajudam no monitoramento da vegetação relacionados aos&nbsp; índices de vegetação NDVI (Normalised Difference Vegetation Index) e EVI (Enhanced Vegetation Index), pois&nbsp; quanto maior é o valor do índice (que varia de -1 a 1), mais verde está a vegetação ajudando na identificação a saúde e qualidade das áreas protegidas. O ponto positivo é que diversos produtos do SR podem ser utilizados através das imagens de satélites para subsidiar na proteção e monitoramento ambiental quanto a queimadas, desmatamento e entre outras aplicações.<br>&nbsp;A desvantagem que<br>podemos encontrar é que algumas resoluções espaciais sendo baixas podem<br>interferir no reconhecimento de alvos, como também a resolução temporal, que<br>alguns satélites demoram um certo tempo para passar no mesmo lugar e assim<br>prejudicando na análise temporal da área.&nbsp;<br><br>Extra:<br>Na agricultura o sensoriamento remoto pode ser usado para diversas atividades como:</div><ul><li>Estimativa de área plantada;</li><li>Estimativa de produção agrícola;</li><li>Vigor vegetativo das culturas;</li><li>Manejo agrícola em nível de país, estado, município ou ainda em nível de microbacia hidrográfica ou fazenda;</li><li>Análise da cobertura vegetal, topografia, drenagem e tipo de solo;</li><li>Determinação das áreas de preservação de mananciais, reservas florestais e áreas agrícolas;</li><li>Detecção de falhas na irrigação, adubação ou preparo do solo;</li><li>Sintomas de injúrias por produtos fitossanitários;</li><li>Manchas de solo com baixa produtividade;</li><li>Áreas com erosão laminar;</li><li>Identificação de reboleiras de baixo vigor causadas por nematoides ou patógenos de solo;</li><li>Regiões com maiores potenciais de produção.</li></ul><div>Como vimos acima, com o sensoriamento remoto conseguimos captar o vigor das plantas.&nbsp;</div><div>Aqui vale uma explicação mais longa, já que a detecção do vigor das plantas e, consequentemente, da sua saúde, resulta em diversos outros resultados como estimativa de produção e outros.</div><div>Isso é possível pois a banda de radiação do NIR – Infravermelho Próximo, diferencia plantas vigorosas (que refletem mais o NIR) e plantas mais fracas (que absorvem a radiação).&nbsp;</div><div>As imagens em NIR, que são obtidas por satélites, são tratadas em uma equação denominada de NDVI (Índice de Vegetação por Diferença Normalizada) que transforma as leituras de NIR em tons de cores.<br><br>https://brasilescola.uol.com.br/geografia/sensoriamento-remoto.htm<br><a href="http://mtc-m21b.sid.inpe.br/col/sid.inpe.br/mtc-m21b/2016/06.02.13.31/doc/publicacao.pdf">http://mtc-m21b.sid.inpe.br/col/sid.inpe.br/mtc-m21b/2016/06.02.13.31/doc/publicacao.pdf</a>&nbsp;<br>https://blog.aegro.com.br/sensoriamento-remoto-na-agricultura/</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-26 18:04:15 UTC</pubDate>
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         <title>Sensoriamento Remoto-Marcus Zamorim</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/781640329</link>
         <description><![CDATA[<div>O sensoriamento remoto é a técnica de obtenção de infor­mações acerca de um objeto, área ou fenômeno localizado na Terra, sem que haja contato físico com o mesmo. As informa­ções podem ser obtidas através de radiação eletromagnética, gerada por fontes naturais (sensor passivo), como o Sol, ou por fontes artificiais (sensor ativo), como o radar. São apresentadas na forma de imagens, sendo mais utilizadas, atualmente, aque­las captadas por sensores óticos orbitais localizados em satélites.<br>Existe hoje um grande número destes satélites em órbita ao redor da Terra. Eles obtêm imagens com características distintas que dependem tanto do satélite quanto do sensor. Os sensores podem ser comparados aos nossos olhos. Se olharmos para uma floresta que está distante conseguimos ver apenas uma mancha de árvores. À medida que nos aproximamos desta floresta começamos a identificar árvores isoladas e se nos aproximarmos ainda mais podemos até ver os diferentes tipos de folhas. A mesma experiência poderia ser feita à distância se dispuséssemos de um binóculo ou de uma luneta. Assim, precisamos entender algumas das características básicas dos satélites e de seus sensores para conhecermos a finalidade a que se destina cada produto ou imagem de sensoriamento remoto e o que podemos e não podemos "enxergar" nestas imagens.<br>Vantagens: <br>Independente do tempo: radiação artificial pode penetrar nuvens, chuva, luz e neve.<br>Independente da luz solar : pode monitorar dia e noite. <br>Sistemas de radar ativo pode penetrar na vegetação e solo: pode obter informações sobre a camada superficial de mm para m de profundidade.<br>Podem dar informações sobre o conteúdo de umidade da camada de solo. <br>Várias possibilidades de aplicação: oceanografia, hidrologia, geologia, glaciologia, serviços de agricultura e florestas.<br><br>Desvantagens:  <br>As emissões são marginais, a radiação pode ser influenciada ou interferida por outras fontes de radiação. <br>Sinais de radar não contêm características claras espectrais.<br>Análise complicada e de alto custo.<br><br>Fonte: https://atlasescolar.ibge.gov.br/conceitos-gerais/o-que-e-cartografia/sensoriamento-remoto.html<br>http://www3.inpe.br/unidades/cep/atividadescep/educasere/apostila.htm<br>https://seos-project.eu/remotesensing/remotesensing-c02-p02.pt.html</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-09-26 19:20:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Nome: Gustavo de Souza Bruschi</title>
         <author>gusb13</author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/781727429</link>
         <description><![CDATA[<div><br>O <strong>sensoriamento remoto</strong> é o conjunto de técnicas e procedimentos tecnológicos que tem como objetivo a representação e coleta de dados da superfície terrestre sem a necessidade de um contato direto. Sendo, toda a informação é obtida por meio de sensores e instrumentos em geral. Tal processo vincula-se ao tratamento, armazenamento e análise de tais dados para que se conheça melhor os fenômenos que se apresentam na superfície.<br><br></div><div>Uma ferramenta famosa para o uso do sensoriamento remoto é o Google Earth Engine: https://earthengine.google.com/<br><br>Vantagens: Essa plataforma combina um catálogo de vários petabytes de imagens de satélite e conjuntos de dados geoespaciais com recursos de análise (que permitem fazer sensoriamento remoto) em escala planetária e disponibiliza para cientistas, pesquisadores e desenvolvedores detectar mudanças, mapear tendências e quantificar diferenças na superfície da Terra.<br><br>Desvantagens: Não é "user friendly", exige saber um pouco de Java ou Python. E é preciso ter algum conhecimento em SIG e em inglês.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-26 21:35:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Liliane Matos Camargo</title>
         <author>lilianemcamargo</author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/781740350</link>
         <description><![CDATA[Com o uso do sensoriamento remoto é possível conseguirmos informações geográficas a partir de um ponto distante. 
Existem alguns equipamentos que podemos utilizar para captar imagens, dentre eles o drone, o sistema lidar (laser pulsado para medir distâncias), câmeras, sejam elas multiespectrais ou térmicas, microssatélites, dentre outros. 
Tendo como base um estudo da Embrapa, conseguimos analisar três produtos
do Sensoriamento Remoto no mapeamento visual de drenagens e nascentes. No estudo foram utilizadas imagens do satélite SPOT/Ikonos, imagens do programa Google Earth® e fotografias aéreas, tudo isso na Microbacia Hidrográfica do Córrego do Ceveiro em Piracicaba/SP. 

Para vermos os resultados da pesquisa, segue o link: https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/151283/1/Bosquilia-2016-drenagem.pdf ]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-09-26 21:59:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Mayara Pecora de Araujo Vieira</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/781768590</link>
         <description><![CDATA[<div>O sensoriamento Remoto é atualmente a área mais abrangente, visto a possibilidade da interação e tomada de decisão por meio de imagens e programas computacionais, tornando uma grande ferramenta em diversas áreas de atuação. O Sensoriamento Remoto para o estudo de gestão e áreas protegidas, por exemplo, visa o monitoramento da vegetação, cobertura do solo, mudanças no clima, focos de incêndio e até mesmo em mapas temáticos, ou seja, é uma área que mede e monitora importantes características biofísicas e atividades humanas. Assim, todas as informações capturadas por diversos satélites (sensoriamento orbital), aviões (Sensoriamento aéreo) ou levantamentos em campo são capturadas e analisadas a fim de extraírem informações materiais, objetos ou fenômenos na superfície a partir de dispositivos situados à distancia com o objetivo de serem estudas por vários ramos da ciência. Portanto, o Sensoriamento Remoto faz o registro da interação da energia com a matéria, utilizando sensores fotográficos e/ou imageadores. É dessa forma que podemos exemplificar o Sensoriamento Remoto através de seus produtos, como o Google Earth, fotografias aéreas, cartas IGC e imagens de satélite. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-26 22:54:44 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/782432815</link>
         <description><![CDATA[<div>SENSORIAMENTO REMOTO - GEANE BORGES DA SILVA. <br>A utilização do sensoriamento remoto e de ferramentas SIGs permite aborda-<br>gens estruturadas na análise espacial, com uma ampla capacidade em gerar <br>e tratar dados com os mais diversos detalhes e resolução espacial e espectral.<br>VANTAGENS: Pode penetrar nuvens, chuva, luz e neve.Sob condições controladas, os dados de sensoriamento remoto podem ser usados para estimar variáveis geofísicas ou biofísicas<br>como, por exemplo, posição, altura ou profundidade, temperatura, biomassa, concentração de clorofila, concentração de sedimentos, umidade do solo etc<br>DESVANTAGENS: As emissões são marginais, a radiação pode ser influenciada ou interferida por outras fontes de radiação.<br><br>Fontes: <br>http://www.inpe.br/<br>https://www.nasa.gov/<br>https://www.usgr.com/<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-09-27 14:54:53 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/782432815</guid>
      </item>
      <item>
         <title>SENSORIAMENTO REMOTO - JANINE SILVA DA PENHA SIQUEIRA</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/784255916</link>
         <description><![CDATA[<div>Através de softwares dedicados exclusivamente para tratamento de imagens, pode-se gerar imagens com diferentes composições de cores, ampliações de partes das imagens e classificações temáticas dos objetos nelas identificados, obtendo-se assim produtos como mapas temáticos que são usados para estudos de geologia, vegetação, uso do solo, relevo, agricultura, rede de drenagem, inundações, entre outros.</div><div>Estes produtos, apresentados sobre áreas específicas ou sobre um contexto mais regional, permitem diagnósticos eficientes, propõem soluções de baixo custo e criam alternativas inteligentes para os desafios enfrentados face às mudanças aceleradas que observamos em nosso território.</div><div>Os dados de sensoriamento remoto tem-se mostrado extremamente úteis para estudos e levantamentos de recursos naturais, principalmente por:</div><div>• sua visão sinótica, que permite ver grandes extensões de área em uma mesma imagem;</div><div>• sua resolução temporal que permite a coleta de informações em diferentes épocas do ano e em anos distintos, o que facilita os estudos dinâmicos de uma região;</div><div>• sua resolução espectral que permite a obtenção de informações sobre um alvo na natureza em distintas regiões do espectro, acrescentando assim uma infinidade de informações sobre o estado dele;</div><div>• sua resolução espacial, que possibilita a obtenção de informações em diferentes escalas, desde as regionais até locais, sendo este um grande recurso para estudos abrangendo desde escalas continentais, regiões até um quarteirão.</div><div>Desde o lançamento do primeiro satélite de recursos terrestres, o LANDSAT em junho de 1972, grandes progressos e várias pesquisas foram feitas na área de meio ambiente e levantamento de recursos naturais fazendo uso de imagens de satélite.<br><br><a href="http://www3.inpe.br/unidades/cep/atividadescep/educasere/apostila.htm">http://www3.inpe.br/unidades/cep/atividadescep/educasere/apostila.htm</a></div>]]></description>
         <pubDate>2020-09-28 13:14:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>INTRODUÇÃO AO GEOPROCESSAMENTO </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/786306558</link>
         <description><![CDATA[<div> O sensoriamento remoto pode ser definido, de uma maneira ampla, como sendo a forma de obter informações de um objeto ou alvo, sem que haja contato físico com o mesmo. As informações são obtidas utilizando-se a radiação eletromagnética gerada por  fontes naturais como o Sol e a Terra, ou por fontes artificiais como, por exemplo, o Radar. <br><br><br></div>]]></description>
         <pubDate>2020-09-29 00:50:08 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/786306558</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Nome: Ana Luzia Bruce Fraga</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/786411923</link>
         <description><![CDATA[<div>O grande desenvolvimento de novas tecnologias ao longo do tempo, possibilitou a automatização de muitas tarefas. E nos últimos anos com a inserção em larga escala de inovações disruptivas, processos se tornaram cada vez mais automatizados. E nesse contexto, podemos inserir o uso de drones, onde a tecnologia é muito utilizada no sensoriamento remoto e possibilita ações de baixo custo e com rapidez. Em áreas áreas protegidas, por exemplo, é possível o monitoramento ambiental, ida a áreas de difícil acesso, monitorar possíveis invasões ou exploração ilegal de recursos da área, tudo isso com imagens de alta qualidade e relação custo x benefício boa . Já falando de suas desvantagens podemos citar a legislação, o raio de cobertura e a instabilidade climática. <br><br>Fonte: https://pixforce.com.br/10-ferramentas-relacionadas-ao-sensoriamento-remoto/<br>http://www.engesat.com.br/drone-satelite-fotoaerea/</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-09-29 01:44:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Nome: Camilla Moura Fontes dos Santos Neves </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/787904178</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Metodologia PRODES- Programa de monitoramento da Amazônia por satélite</em>, usada pelo INPE, tem o propósito de monitorar anualmente o desmatamento e perda da floresta amazônica legal brasileira por corte raso (95% de perda da vegetação, deixando solo exposto). Segundo o PRODES até 2019, 790.00km da ALB já estão desmatados (19,9%). Série temporal da taxa de desmatamento por corte raso na ALB: como não é possível coletar imagens da Amazônia inteira por satélite na mesma data, é feita uma estimativa de taxa diferencial para estimar a taxa de desmatamento onde não foi possível coletar imagens. O gráfico conta desde 1988. A plataforma terrabrasilis possui diversos gráficos e mapas interativos cuja intenção é evidenciar as taxas de desmatamento e assim, por em discussão medidas e propostas para a sua diminuição. <br><br><a href="http://terrabrasilis.dpi.inpe.br/">http://terrabrasilis.dpi.inpe.br/</a><br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-09-29 14:06:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Nome: Anderson JC Agostinho</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/788772266</link>
         <description><![CDATA[<div>O Projeto MAPBIOMAS de Mapeamento Anual da Cobertura e Uso do Solo do Brasil é uma iniciativa que envolve uma rede colaborativa com especialistas nos biomas, usos da terra, sensoriamento remoto, SIG e ciência da computação que utiliza processamento em nuvem e classificadores automatizados desenvolvidos e operados a partir da plataforma Google Earth Engine para gerar uma série histórica de mapas anuais de cobertura e uso da terra dos biomas do Brasil.<br>A plataforma MAPBIOMAS é referencia para a discussão das queimadas e da perda de áreas florestadas no pais.<br>Para conhecer mais:<br>https://mapbiomas.org/</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-29 17:02:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Sensoriamento remoto - Bianca de Morais Silva</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/791178973</link>
         <description><![CDATA[<div>O sensoriamento remoto é uma ferramenta importante para a análise de dados ambientais e pode auxiliar no planejamento ambiental de áreas protegidas. A disponibilidade de programas que permitem a observação de praticamente qualquer ponto da superfície terrestre, tornou as imagens de satélites um dos principais produtos do sensoriamento remoto. Uma de suas aplicações é no mapeamento de diferentes coberturas da superfície terrestre, possibilitando o monitoramento e em alguns casos de variáveis ambientais e atividades humanas. <br><br></div><div>Dentre os satélites, o mais utilizado é denominado de <strong>Landsat</strong>, dedicado exclusivamente à observação de recursos naturais terrestre. O <strong>RapidEye</strong> tem a capacidade de produzir conjuntos de imagens de qualquer ponto da Terra em pouco tempo, sendo utilizado para monitoramento de eventos em agricultura, cartografia, florestas, governos, seguradoras e em outros que necessitem de uma atualização de dados mais rápida. A partir da assinatura de acordos de cooperação técnica com o MMA, órgãos públicos podem utilizá-lo em ações e pesquisas. Já a plataforma órbita <strong>TERRA</strong> (Earth Observing System - EOS), contribui para pesquisas sobre atmosfera, superfície terrestre e oceanos. <br><br></div><div>Além dos satélites, outros métodos são utilizados na área ambiental. <strong>Aerofotogrametria e Perfilamentos a Laser (LiDAR)</strong>: O levantamento aerofotogramétrico é um dos métodos utilizados para o mapeamento da superfície terrestre. O voo fotogramétrico é realizado por uma aeronave, na qual é acoplada uma câmera fotogramétrica que cobre toda a área a ser mapeada. A tecnologia LIDAR utiliza laser pulsado para medir distâncias. Com ela, pode-se obter informações tridimensionais e com alta exatidão acerca da superfície terrestre, além de criar modelos digitais bastante detalhados. Pode fornecer resultados muito rápidos e precisos em diversas situações onde os métodos convencionais não se mostram apropriados.<br><br></div><div>Exemplos de empresas:<br><br></div><div>AGROSATÉLITE - <a href="https://agrosatelite.com.br/quem-somos/">https://agrosatelite.com.br/quem-somos/<br></a><br></div><div>SENOGRAFIA - <a href="https://www.senografia.com.br/solucoes/aerofotometria-e-perfilamento-laser-lidar/">https://www.senografia.com.br/solucoes/aerofotometria-e-perfilamento-laser-lidar/<br></a><br></div><div><br></div><div>Referências: <br><br></div><div><a href="http://www.dgi.inpe.br/documentacao/dgi/documentacao/satelites">http://www.dgi.inpe.br/documentacao/dgi/documentacao/satelites<br></a><br></div><div><a href="http://mtc-m21b.sid.inpe.br/col/sid.inpe.br/mtc-m21b/2016/06.02.13.31/doc/publicacao.pdf">http://mtc-m21b.sid.inpe.br/col/sid.inpe.br/mtc-m21b/2016/06.02.13.31/doc/publicacao.pdf</a> <br><br></div><div><a href="https://pixforce.com.br/10-ferramentas-relacionadas-ao-sensoriamento-remoto/">https://pixforce.com.br/10-ferramentas-relacionadas-ao-sensoriamento-remoto/<br></a><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-30 13:28:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Sarah Arruda</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/792200765</link>
         <description><![CDATA[<div>O sensoriamento remoto é de extrema importância para gestão das áreas protegidas, uma vez que é possível realizar um monitoramento constante do local devido a periodicidade do imageamento das áreas. As imagens de satélite são aos principais produtos utilizados para o monitoramento, desde a avaliação da qualidade da água, até o monitoramento de queimadas e desmatamento.<br><br>No site do USGS existem diversos produtos de satélites disponíveis, nesse sentido, a escolha do melhor sensor para o estudo depende das características do mesmo, e do objetivo do estudo. Por exemplo o Landsat 8 possui uma resolução espacial de 30 metros (podendo ser reamostrada para 15m) e radiométrica de16 bit ,  com revisita a cada 16 dias. Já o sensor Sentinel -2 possui resolução espacial de 10 metros e radiométrica de 12 bit, com revisita a cada 5 dias. Dessa forma, para um monitoramento de área protegida, deve se ponderar se é melhor utilizar um satélite com maior revisita e resolução espacial, ou um com uma melhor resolução radiométrica, e maior tempo de revisita.<br>Em geoprocessamento todas as técnicas e decisões tem seus prós e contras.<br><br><br>Ref: <strong>Introdução ao Sensoriamento Remoto de Sistemas Aquáticos</strong> http://www.dpi.inpe.br/labisa/livro/res/conteudo.pdf<br>https://earthexplorer.usgs.gov/<br>http://www.engesat.com.br/sentinel-2/<br>http://www.engesat.com.br/imagem-de-satelite/landsat-8/<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="http://www.dpi.inpe.br/labisa/livro/res/conteudo.pdf" />
         <pubDate>2020-09-30 17:07:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Simone S. Sumida</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/795218193</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Gostaria de compartilhar esse link que resume um pouco do monitoramento na Amazônia e tem um vídeo bem ilustrativo à respeito:<br> https://wribrasil.org.br/pt/blog/2019/10/como-funciona-o-monitoramento-por-satelite-do-desmatamento-da-amazonia<br>As imagens de satélite são um dos recursos mais utilizados, por poderem imagear grandes áreas e com boa resolução espacial e temporal. Por existir muitas fontes gratuitas  </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-01 15:59:23 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/795218193</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O Sensoriamento Remoto é de suma importância para o monitoramento de áreas protegidas e a gestão desses locais. Dentre a série imensa de produtos de satélites, podemos citar a coleção do MapBiomas que apresenta uma miríade de dados sobre uso e ocupação do solo no Brasil.  O pesquisador poderá encontrar dados de 1985 até 2019, com diversas informações sobre classes referentes à vegetação, uso antrópico, dentre outros. </title>
         <author>johnnycheremdias</author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/795936761</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Site da coleção MapBiomas<br>https://mapbiomas.org/en<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-01 18:32:57 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/795936761</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Isis Saraia</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/800252434</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-10-04 01:57:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Isis Saraiva</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/800252681</link>
         <description><![CDATA[<div>Os produtos do sensoriamento remoto podem ser utilizados para verificar a evolução do uso e ocupação do solo,  estimar a biomassa e o carbono em florestas, além de possui técnicas complementares que permitem identificar a altura e densidade das árvores. Com os dados também é possível modelar cenários futuros verificando, por exemplo, como a cobertura vegetal pode atenuar a perda de solo.<br><br>Links:<br>https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/103318/1/500P-500R-Geo.pdf<br>http://www3.inpe.br/unidades/cep/atividadescep/educasere/apostila.htm<br>https://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1413-41522015000400551&amp;script=sci_arttext&amp;tlng=pt<br>https://mapas.cnpm.embrapa.br/somabrasil/webgis.html</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-04 01:58:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Dario Vargas</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/801263341</link>
         <description><![CDATA[<div>Existem múltiplos produtos e serviços vinculados ao sensoriamento remoto, sejam desde a iniciativa pública ou privada, e muitos deles, como pode ser observado, que nascem vinculadas à perspectiva da indústria de minérios e petroleira, embora sua utilidade na procura desse tipo de recursos pode (e é aplicada) ao analise das mudanças ambientais, de biomas e da exploração do planeta, fornecendo elementos com os quais poder exercer uma crítica e possíveis mudanças políticas que freiem essa crise e detenham seu avanço.<br><br></div><div>Alguns dos recursos achados foram os seguintes:</div><div>&nbsp;</div><div>United States Geological Survey (USGS)</div><div>Plataforma Institucional com bases de dados livres</div><div><a href="https://www.usgs.gov/">https://www.usgs.gov/<br></a><br></div><div>Plataforma web governamental e independente que apresenta bases de dados de imagens de satélite de diversas fontes, que podem ser consultadas com cadastro prévio. Muitas das sus publicações se centram no território estadunidense.<br><br></div><div>Google Earth Engine</div><div>Plataforma web proprietário uso livre</div><div>Google Inc.</div><div><a href="https://earthengine.google.com/">https://earthengine.google.com/<br></a><br></div><div>Plataforma web da companhia Google, que apresenta múltiplas possibilidades de trabalho com imagens de satélite de forma especializada, porém, para acessar seus recursos se devem ter conhecimentos em linguagem Java e/ou Python.<br><br></div><div>Geomatica Focus</div><div>Software proprietário pago</div><div>PCI Geomatics</div><div><a href="https://support.pcigeomatics.com/hc/en-us/articles/205048679-Geomatica-Focus-Quick-Start">https://support.pcigeomatics.com/hc/en-us/articles/205048679-Geomatica-Focus-Quick-Start<br></a><br></div><div>Software proprietário, de livre uso por um período de 30 dias, sua referencia foi achada em alguns artigos científicos de pesquisa em preservação de áreas protegidas. Trabalha com imagens de satélite de forma sofisticada.<br><br></div><div>Sistema Estadual de Geoinformação (SIEG)</div><div>Plataforma Institucional de uso livre</div><div>Estado de Goiás</div><div><a href="https://www.imb.go.gov.br/sieg">https://www.imb.go.gov.br/sieg<br></a><br></div><div>Plataforma governamental do Estado de Goiás, focada em estudos socioeconômicos que alberga recursos de Estadisticas georeferenciadas e mapas interativos, apresentando a possibilidade de mostrar mapeamento tanto de educação quanto de biodiversidade e meio ambiente, permite sua visualização e a descarga de camadas wms.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-04 21:30:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Patrícia Gonçalves Cardoso</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/801342899</link>
         <description><![CDATA[<div>O GRUS é um microssatélite de Observação da Terra de 100Kg desenvolvido para ser a base de dados da plataforma web AxelGlobe, anunciada pela Axelspace em dezembro de 2015. Com tamanho “micro”, os sensores do satélite têm uma resolução espacial de 2,5 metros multiespectral (colorido no R,G,B e IR) e permitem aplicações para os mercados de; agricultura, silvicultura, planejamento urbano, análise de tendências econômicas e monitoramento ambiental.<br><br><br><br>https://tecterra.com.br/lancado-sucesso-grus/</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-04 23:05:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O sensoriamento remoto é o conjunto de técnicas e procedimentos tecnológicos que visa a representação e coleta de dados da superfície terrestre sem a necessidade de um contato direto. Dessa forma, toda informação é obtida através de sensores e equipamentos específicos. </title>
         <author>gabrielleferreirap</author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/801520928</link>
         <description><![CDATA[<div>Dentre a série de imagens produzidas através de satélites, deixo aqui um link com as maiores crateras de impacto que existem na Terra. </div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.megacurioso.com.br/geologia/98910-descubra-quais-sao-7-das-maiores-crateras-de-impacto-que-existem-na-terra.htm?img-3" />
         <pubDate>2020-10-05 01:12:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Alana Marques Silva - Princípios Básicos do Sensoriamento Remoto Atv. 4.1</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/803156275</link>
         <description><![CDATA[<div>Com a evolução frequente para criar e desenvolver ferramentas capazes de gerar informações úteis, permitindo assertividade e vantagens para seus usuários, o sensoriamento remoto tem tomado novas dimensões em questão de tecnologia e viabilidade para o melhor conhecimento e monitoramento de áreas, permitindo tomada de decisões para que problemas sejam minimizados.<br><br><strong>1. Drones (ou VANTs)</strong> - (https://www.anac.gov.br/acesso-a-informacao/perguntas-frequentes/drones)<br>O termo “drone” é uma expressão genérica utilizada para descrever desde pequenos multirrotores rádio controlados comprados em lojas de brinquedo até Veículos Aéreos Não Tripulados (VANT) de aplicação militar, autônomos ou não.<br>São muito utilizados no sensoriamento remoto, em aplicações como cadastro de propriedades, segurança, monitoramento de obras, agricultura de precisão, mineração, monitoramento ambiental, entre outras. <br><strong><em>Vantagens e facilidades</em></strong>:  é capaz de realizar tarefas de forma automática e rápida, além disso, é possível obter imagens de altíssima resolução (até 2 cm/pixel), viabilizando diversas análises mais minuciosas.<br><strong><em>Desvantagens e dificuldades</em></strong>: o raio de cobertura, instabilidade climática e áreas densamente cobertas por vegetação.<br>Sugiro ainda a leitura do artigo: "Usos de Drones em estudos ambientais" disponível em: https://www.researchgate.net/publication/330834388_USOS_DE_DRONES_EM_ESTUDOS_AMBIENTAIS<br><br><strong>2. Lidar </strong>(sigla para o termo em inglês Light Detection And Ranging)  - (https://www.lidar.com.br)<br>É uma tecnologia que usa luz, especificamente uma luz de LASER (não visível), para medir distâncias.<br>Com o uso dessa tecnologia pode-se obter informações tridimensionais e com alta exatidão acerca da superfície terrestre, além de criar modelos digitais bastante detalhados. <br>Uma das primeiras áreas investigadas para o uso comercial do sistema de varredura a laser LiDAR (<em>Light Detection and Ranging</em>) foram as aplicações florestais. As informações da topografia e da cobertura florestal são extremamente importantes para os gestores de recursos florestais e naturais. <br><strong><em>Vantagens e facilidades:</em></strong> A tecnologia de varredura a laser, ao contrário das imagens de satélite e de fotografias aéreas, pode simultaneamente mapear o terreno embaixo das árvores, bem como obter a estimativa da altura destas, além de como: área basal, diâmetro, volume, biomassa, carbono e quantidade de material combustível.<br><strong><em>Desvantagens e dificuldades: </em></strong>Carece ainda de metodologias e aplicações computacionais mais confiáveis e robustas  para a modelagem de dados provenientes deste sensor.<br>Sugiro ainda a leitura do artigo : "LiDAR: princípios e aplicações florestais" disponível em: https://pfb.cnpf.embrapa.br/pfb/index.php/pfb/article/view/148</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-10-05 14:16:26 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/803156275</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Mateus Sampaio</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/809296715</link>
         <description><![CDATA[<div>Quando eu era pequeno eu olhava para o céu e, magicamente, via estrelas cadentes passando com um ar de mistério; hoje olho para o céu no horário, rumo e azimute indicados pelo app e vejo satélites ... o que também tem seu encantamento.<br><br></div><div>Para mim, que tenho conhecimento restrito sobre o assunto, o sensoriamento remoto e o geoprocessamento poderão se tornar eficientes ferramentas e metodologias de pesquisas voltadas à elaboração de mapas temáticos.<br><br></div><div>Estas tecnologias e este campo do saber baseiam-se em imagens captadas remotamente, basicamente chamadas de aerofotografias ou cenas.<br><br></div><div>Cada imagem, ou conjunto de imagens, dependendo de sua resolução espacial, pode permitir análises mais ou menos detalhadas, isto é, em menor ou maior escala. Já sua resolução temporal permitirá análises sobre a evolução do uso e cobertura do solo em determinadas áreas ao longo de determinado intervalo de tempo (que pode variar de alguns poucos dias até algumas décadas). Quanto às resoluções espectral e radiométrica não tenho muito à dizer.<br><br></div><div>Recentemente os drones têm despontado neste quesito de obtenção de imagens, sobretudo no que se refere à delimitações espaciais menores e alvos de análise mais específicos: cito o caso de seu emprego na agricultura.<br><br></div><div>As vantagens são inúmeras. A partir destes mecanismos é possível, por exemplo, determinar local e dia mais ou menos precisos para o início de incêndios de grandes proporções (seja no Pantanal, na Amazônia ou nas áreas de agricultura canavieira). Pode-se determinar áreas onde houve supressão da vegetação natural e cruzar essas informações com outras mais, como o CAR. É possível acompanhar e monitorar a evolução do processo de antropização do espaço, assim como a ocorrência de fenômenos naturais de maior destaque e intensidade.<br><br></div><div>As desvantagens, ao menos que eu tenha me deparado até o momento, se limitam à presença de grande quantidade de nuvens, notadamente em áreas equatoriais, ainda mais intensas em certas épocas do ano. Devem existir muitas outras desvantagens (espionagem?), mas eu as desconheço.<br><br></div><div> <br><br></div><div>Como fontes desse tipo de material, posso mencionar:<br><br></div><div> <br><br></div><div>AGROSATÉLITE – belo trabalho da iniciativa privada, mas infelizmente de difícil acesso ao público. Projeto iniciado no INPE como Canasat, mas posteriormente descontinuado e migrado para a iniciativa privada. Atua nos setores agrícola, florestal e ambiental.<br><br></div><div><a href="https://agrosatelite.com.br/">https://agrosatelite.com.br/<br></a><br></div><div> <br><br></div><div>CANASAT/INPE – belo projeto de acompanhamento da safra de cana-de-açúcar na região Centro-Sul do Brasil, envolvendo diversos estados e milhares de municípios. Perdurou entre 2003 e 2013. Avaliou em principal período de expansão dessa cultura em diversos quesitos.<br><br></div><div><a href="http://www.dsr.inpe.br/laf/canasat/">http://www.dsr.inpe.br/laf/canasat/<br></a><br></div><div> <br><br></div><div>FIRMS (Fire Information for Resource Management System) – iniciativa da NASA que identifica a ocorrência de focos de fogo (incêndios) no planeta todo, disponibilizados para as últimas 24h, 48h ou 7d, coletados a partir de três satélites diferentes (MODIS C6, VIIRS S-NPP e VIIRS NOAA-20.<br><br></div><div><a href="https://firms.modaps.eosdis.nasa.gov/">https://firms.modaps.eosdis.nasa.gov/<br></a><br></div><div> <br><br></div><div>Missão Copernicus Sentinel-2 - compreende uma constelação de dois satélites em órbita, com tempo de revisita de 5 dias (contando com os dois satélites) e resolução de 10m, 20m ou 60m por pixel, a depender do comprimento da onda. Cada imagem multiespectral é composta por 13 bandas espectrais que vão do infravermelho visível e próximo ao infravermelho de ondas curtas. Pode-se cadastrar para um “Trial” grátis de 30 dias, baixando as imagens diretamente no QGIS por meio de um plug-in.<br><br></div><div><a href="https://www.sentinel-hub.com/">https://www.sentinel-hub.com/<br></a><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-07 05:54:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Gabriel Tolentino</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/812695062</link>
         <description><![CDATA[<div>Oi pessoal, eu irei compartilhar um pouco para vocês a minha experiência nessa área de geoprocessamento. <br><br></div><ul><li>Então, o meu primeiro trabalho acadêmico foi na caracterização físicas de bacias hidrográficas onde eu utilizei Modelos digitais de Elevação, os quais obtive na plataforma do Data search Vertex https://search.asf.alaska.edu/#/</li></ul><div><br>Lá você encontra diversos produtos derivados do sensoriamento remoto, gratuitos e que atendem muito bem as necessidades de diversos trabalhos. No meu caso eu ultilizei o MDE ALOS PALSAR, mas também há outros tipos como Sentinel-1.<br><br></div><ul><li>Outra plataforma interessante para encontrar imagens de qualidade para aplicações ambientais é o GLOVIS https://glovis.usgs.gov/</li></ul><div><br>Lá é possível encontrar Imagens de Satelite, é fácil de realizar os filtros bem como baixar os produtos. Eu ultilizei as imagens LandSat 5, 7 e 8 para a minha Iniciação cientifica de identificação dos usos da terra, e os resultados foram bem satisfatórios, eu pude cruzar esses dados com dados de App, e agora estou cruzando com dados de suspecção de deslizamentos e enchentes.<br><br>Também costumo ultilizar o catálogo do INPE, onde é possível baixar facilmente produtos LandSats, CBERS, dentre outros. A propósito, há uns dias atrás participei de vários seminários a respeito da nova Imagens CBERS 2A, gratúitas e  com 2m de resolção. Creio que será de grande proveito e gerará inúmeros resultados para nós usuários e geradores de conhecimento. <br><br>Uma vantagem que acho relevante compartilhar é a gratuidade além de cair como uma luva para trabalhos acadêmicos com os quais eu tive experiência. Existem inumeras imagens por ai afora de altissima qualidade, resolução de 0,5m ou até menos, porém caríssimas e pesadas, o que também requeriria uma máquina com potência para suporta-las. <br><br>Uma das desvantagens que eu vejo é que existem muitas nuvens e sombras nas imagens, principalmente nas regiões em que atuo, Litoral da Bahia, o que dificulta um pouco na agilidade dos projetos. <br><br>Desde já agradeço é um prazer compartilhar o grão de areia que eu sei! É assim que vamos avante!!</div>]]></description>
         <pubDate>2020-10-08 04:59:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Giuliano Barbieri - Atividade 4.1 </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/821902539</link>
         <description><![CDATA[<div>	Sensoriamento remoto pode ser definido como a “Utilização de sensores para aquisição de informações sobre objetos ou fenômenos sem que haja contato direto entre eles”. </div><div>	Os sensores são equipamentos que coletam a energia proveniente do objeto e a convertem em sinal de forma a que possa ser registrado e apresentado em forma adequada para visualização e extração de informações. E esta energia é a radiação eletromagnética ou energia eletromagnética. </div><div><br></div><div>	Fontes: </div><div><br></div><div><a href="https://www.fundaj.gov.br/images/stories/cieg/atlas_caatinga/cap3_sensoriamentoremotoemeioambiente_caatinga_fundaj.pdf">https://www.fundaj.gov.br/images/stories/cieg/atlas_caatinga/cap3_sensoriamentoremotoemeioambiente_caatinga_fundaj.pdf</a></div><div><br></div><div><a href="http://www.dpi.inpe.br/spring/portugues/tutorial/introducao_sen.html">http://www.dpi.inpe.br/spring/portugues/tutorial/introducao_sen.html</a></div><div><br></div><div><br></div><div>	Por meio dos satélites torna-se possível a aquisição de imagens periódicas de determinada região e, a partir de análises, tirar conclusões sobre o uso e ocupação do solo. Desta forma as aplicações em gestão de áreas protegidas são muitas. Como exemplo mais recente é possível citar a iniciativa Mapbiomas que tem como um de seus objetivos, sistematizar as informações sobre desmatamento e uso do solo no Brasil e em outros países. </div><div><br></div><div>Exemplos de locais obtenção de imagens:  </div><div><br></div><div><a href="https://plataforma.mapbiomas.org/map#transitions">https://plataforma.mapbiomas.org/map#transitions</a></div><div><br></div><div><a href="http://www.dgi.inpe.br/documentacao/dgi/documentacao/satelites">http://www.dgi.inpe.br/documentacao/dgi/documentacao/satelites</a></div><div><br></div><div><a href="http://www.engesat.com.br/imagem-de-satelite/landsat-8/">http://www.engesat.com.br/imagem-de-satelite/landsat-8/</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-12 15:14:04 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/821902539</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Atividade 4.1 – Mural digital - por Julia do Nascimento de Sá</title>
         <author>julianascimentosa</author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/822613945</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Conforme as orientações desta atividade e, consequentemente, as pesquisas sobre os produtos de sensoriamento remoto recomendados e/ou utilizados para o estudo e a gestão de áreas protegidas:<br><br><strong>MAPBIOMAS<br></strong><a href="https://mapbiomas.org/">https://mapbiomas.org/ <br></a>O MapBiomas (Projeto de Mapeamento Anual da Cobertura e Uso do Solo do Brasil) é descrito conforme a fonte citada acima como uma iniciativa que relaciona uma "rede colaborativa com especialistas nos biomas, usos da terra, sensoriamento remoto, SIG e ciência da computação que utiliza processamento em nuvem e classificadores automatizados desenvolvidos e operados a partir da plataforma Google Earth Engine", com o propósito de gerar uma série histórica de "mapas anuais de cobertura e uso da terra do Brasil".<br>O projeto de diversas iniciativas, dentre essas ressalta-se o "MapBiomas Alerta" e Projeto Pan-Amazônico de Cobertura de Terras e Uso da Terra Anual".&nbsp; A primeira é "sistema de validação e refinamento de alertas de desmatamento, degradação e regeneração de vegetação nativa com imagens de alta resolução". Já a segunda iniciativa, relaciona-se como uma "rede colaborativa de especialistas em cada um dos países membros sobre temas como uso da terra, sensoriamento remoto, SIG e programação", destinada a construção de mapas de desmatamento da Amazônia.<br><br>Assim, no site do MapBiomas é possível encontrar e realizar download de mapas, dados estatísticos e acessar os mosaicos de imagens Landsat. Com base nos mosaicos Landsat são efetuados as classificações que geram os&nbsp; mapas de cobertura e uso do solo para cada ano. <br><br>Outra possibilidade para realizar o download de imagens de satélite é o<strong> Google Earth Engine (GEE)</strong>. Uma das grandes vantagens dele é quando a pessoa precisa de imagens de determinados períodos, pois nele é possível programar para obter as imagens em datas específicas e, portanto, pode facilitar o estudo e a gestão de áreas protegidas. Assim, uma desvantagem, seria a necessidade de saber essas liguagens em JAVA.<br><br>Para validar tal classificação do uso e cobertura do solo, já utilizei também também uma ferramenta denominada como <strong>SATVeg - Sistema de Análise Temporal da Vegetação </strong><a href="https://www.satveg.cnptia.embrapa.br/satveg/login.html">https://www.satveg.cnptia.embrapa.br/satveg/login.html</a><br><br>O SATVeg é uma "ferramenta Web desenvolvida pela <a href="http://www.cnptia.embrapa.br/">Embrapa Informática Agropecuária</a>, destinada ao acesso e visualização de perfis temporais dos índices vegetativos <a href="http://earthobservatory.nasa.gov/Features/MeasuringVegetation/">NDVI</a> e <a href="http://earthobservatory.nasa.gov/Features/MeasuringVegetation/">EVI</a> do sensor MODIS em qualquer local da América do Sul."<br> É interessante recorrer a essa ferramente para validar um mapeamento de uso e cobertura do solo, pois ele expõe perfis temporais em NDVI e é possível validar se, por exemplo, realmente é uma determinada área de pastagem, floresta, agricultura. Para conseguir fazer a leitura desses perfis, indico um artigo que me recomendaram: <a href="http://www.dsr.inpe.br/laf/series/artigos/Freitas_Ramon_M_et_al_2011_JCIS_Virtual_laboratory_of_remote_sensing_time_series.pdf">http://www.dsr.inpe.br/laf/series/artigos/Freitas_Ramon_M_et_al_2011_JCIS_Virtual_laboratory_of_remote_sensing_time_series.pdf</a>.&nbsp;<br>Portanto, a vantagem seria a possibilidade de melhorar a validação de classificação de mapas de uso e coebertura do solo, mas muitas vezes, a leitura desses perfis não são claras, podem confundir a classificação de um mapeamento já realizado.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-12 18:51:26 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/822613945</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Atividade 4.1 – Mural digital - Julia do Nascimento de Sá</title>
         <author>julianascimentosa</author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/822710023</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Conforme as orientações desta atividade e, consequentemente, as pesquisas sobre os produtos de sensoriamento remoto recomendados e/ou utilizados para o estudo e a gestão de áreas protegidas:<br><br><strong>MAPBIOMAS<br></strong><a href="https://mapbiomas.org/">https://mapbiomas.org/ <br></a>O MapBiomas (Projeto de Mapeamento Anual da Cobertura e Uso do Solo do Brasil) é descrito conforme a fonte citada acima como uma iniciativa que relaciona uma "rede colaborativa com especialistas nos biomas, usos da terra, sensoriamento remoto, SIG e ciência da computação que utiliza processamento em nuvem e classificadores automatizados desenvolvidos e operados a partir da plataforma Google Earth Engine", com o propósito de gerar uma série histórica de "mapas anuais de cobertura e uso da terra do Brasil".<br>O projeto de diversas iniciativas, dentre essas ressalta-se o "MapBiomas Alerta" e Projeto Pan-Amazônico de Cobertura de Terras e Uso da Terra Anual".  A primeira é "sistema de validação e refinamento de alertas de desmatamento, degradação e regeneração de vegetação nativa com imagens de alta resolução". Já a segunda iniciativa, relaciona-se como uma "rede colaborativa de especialistas em cada um dos países membros sobre temas como uso da terra, sensoriamento remoto, SIG e programação", destinada a construção de mapas de desmatamento da Amazônia.<br>Assim, no site do MapBiomas é possível encontrar e realizar download de mapas, dados estatísticos e acessar os mosaicos de imagens Landsat. Com base nos mosaicos Landsat são efetuados as classificações que geram os  mapas de cobertura e uso do solo para cada ano. <br>É bastante intuitivo o acesso no site, principalmente para realizar o downdoad dos mapas e dados.<br><br><br>Outra possibilidade para realizar o download de imagens de satélite é o<strong> Google Earth Engine (GEE)</strong>. É  bastante útil quando é necessário imagens de determinados períodos, pois nele é possível programar para obter as imagens em datas específicas e, portanto, pode facilitar o estudo e a gestão de áreas protegidas. Portanto a sua vantagem é poder manipular e editar dados espaciais e, consequentemente, poder gerar uma imagem de satélite de uma data necessária para um estudo. No entanto, como desvantagem, as vezes a data escolhida pode haver muitas nuvens. Além disso, um empecilho para manipular dados dessa forma seria pelo fato de ser necessário saber linguagem em JAVA. <br><br>Para validar tal classificação do uso e cobertura do solo, já utilizei também também uma ferramenta denominada como <strong>SATVeg - Sistema de Análise Temporal da Vegetação </strong><a href="https://www.satveg.cnptia.embrapa.br/satveg/login.html">https://www.satveg.cnptia.embrapa.br/satveg/login.html</a><br><br>O SATVeg é uma "ferramenta Web desenvolvida pela <a href="http://www.cnptia.embrapa.br/">Embrapa Informática Agropecuária</a>, destinada ao acesso e visualização de perfis temporais dos índices vegetativos <a href="http://earthobservatory.nasa.gov/Features/MeasuringVegetation/">NDVI</a> e <a href="http://earthobservatory.nasa.gov/Features/MeasuringVegetation/">EVI</a> do sensor MODIS em qualquer local da América do Sul."<br> É interessante recorrer a essa ferramente para validar um mapeamento de uso e cobertura do solo, pois ele expõe perfis temporais em NDVI e é possível validar se, por exemplo, realmente é uma determinada área de pastagem, floresta, agricultura. Para conseguir fazer a leitura desses perfis, indico um artigo que me recomendaram: <a href="http://www.dsr.inpe.br/laf/series/artigos/Freitas_Ramon_M_et_al_2011_JCIS_Virtual_laboratory_of_remote_sensing_time_series.pdf">http://www.dsr.inpe.br/laf/series/artigos/Freitas_Ramon_M_et_al_2011_JCIS_Virtual_laboratory_of_remote_sensing_time_series.pdf</a>. <br>Vantagem é que ele pode ajudar na validação de classificação de cobertura e uso do solo, mas, muitas vezes, no meu ponto de vista, é difícil diferenciar esses perfis.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-12 19:30:27 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/822710023</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Alexandre Aparecido dos Santos</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/826782242</link>
         <description><![CDATA[<div>O Landsat 7 possui o sensor ETM evoluiu para o sensor ETM+ (Enhanced Thematic Mapper Plus) lançado em 1999.<br><br>Fonte: https://www.embrapa.br/satelites-de-monitoramento/missoes/landsat</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-13 22:10:56 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/826782242</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Sheyla Pulido</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/835413177</link>
         <description><![CDATA[<div>A utilização de sensoriamento remoto, com seus sensores ativos - como o LiDAR, drones ou radares, ou passivos - Landsat, Ikonos, auxilia o gestor ambiental nas tomadas de decisões, uma vez que fornece informações atuais (dependendo de sua resolução temporal) sobre uma determinada área, tornando desnecessário o frequente deslocamento ao campo, sendo esta uma das principais vantagens: a possibilidade de monitoramento à distância. Por outro lado, uma das desvantagens é a interferência de nuvens devido à instabilidade climática dificultando o processo de fotointerpretação, além de possuir um baixo raio de cobertura, limitando a extensão espacial da análise.</div><div>Alguns sites com produtos de sensoriamento remoto:<br><br>- <a href="https://infoamazonia.org/pt/maps/">https://infoamazonia.org/pt/maps/<br></a>- <a href="https://plataforma.alerta.mapbiomas.org/mapa">https://plataforma.alerta.mapbiomas.org/mapa<br></a>- <a href="https://www.terraclass.gov.br/webgis/">https://www.terraclass.gov.br/webgis/<br></a><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-10-16 13:05:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Izabella Simião </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/854639273</link>
         <description><![CDATA[<div>O Brasil possui duas ferramentas que funcionam através de Sensoriamento Remoto para monitorar os níveis de desmatamento da Amazônia. A primeira é o DETER, que consiste em um levantamento de dados rápido que monitora alterações na cobertura florestal e que é operado pelo INPE. Atualmente o DETER funciona utilizando sensores de dois satélites diferentes, o CEBRS 4 (Satélite da Parceria Sino Brasileira) e do IRS (Satélite Indian Remote Sensing). Os dados das imagens captadas são enviados ao IBAMA diariamente, com esses dados são produzidos, através de PDI, informações são disponibilizadas aos interessados em forma de polígonos, tudo de forma rápida tornando o DETER uma ferramenta eficaz de acompanhamento da cobertura vegetal da floresta Amazônica. <br><br></div><div>As Informações do DETER podem ser consultadas em: <a href="http://terrabrasilis.dpi.inpe.br/">http://terrabrasilis.dpi.inpe.br/</a> e em: http://www.obt.inpe.br/OBT/assuntos/programas/amazonia/deter/deter <br><br></div><div>A outra ferramenta disponível para monitoramento é o PRODES, em que o objetivo é análise dos dados de desmatamento através da identificação por corte raso. Também é controlado pelo INPE, mas as informações são compiladas e divulgadas anualmente o que visa um acompanhamento mais detalhado. O PRODES funciona desde de 1988 produzindo dados anualmente e já utilizou diversos satélites para levantamento das informações, mas atualmente faz uso massivo das imagens do LANDSAT 8, CBERS 4 e IRS-2. Os dados compilados de áreas desmatadas por ano são divulgados, assim como é possível acesso aos dados das imagens de satélites captadas. <br><br></div><div>Informações do PRODES podem ser consultadas em: <br><br></div><div>http://www.obt.inpe.br/OBT/assuntos/programas/amazonia/prodes/prodes<br><br></div><div> <br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-10-23 00:55:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade 4.1 – Mural digital             Suelen Stefani Pereira</title>
         <author>suelenstefani14</author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/877604084</link>
         <description><![CDATA[<div>As imagens de satélite georreferenciadas com as coordenadas de ortofotocartas permitem que haja o monitoramento de áreas protegidas, por meio do diagnóstico de mudanças ocorridas em determinadas localidades.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.atenaeditora.com.br/wp-content/uploads/2018/10/E-book-Aplica%C3%A7%C3%B5es-e-Princ%C3%ADpios-do-Sensoriamento-Remoto-1.pdf" />
         <pubDate>2020-10-30 18:59:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>MAIS – Monitoramento Ambiental por Imagens de Satélites.</title>
         <author>camilacananeia</author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/918722987</link>
         <description><![CDATA[<div>As áreas com vegetação natural são fundamentais para a conservação da biodiversidade e para a manutenção dos serviços ecossistêmicos. Assim, garantir a proteção da vegetação natural remanescente é prioridade para a fiscalização ambiental no Estado de São Paulo.<br><br></div><div>Com a finalidade de contribuir para o cumprimento deste desafio, a Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente (SIMA) desenvolveu uma metodologia para possibilitar a identificação e fiscalização das alterações ilegais na vegetação natural e outras irregularidades: o <strong>MAIS – Monitoramento Ambiental por Imagens de Satélites</strong>.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br/cfb/protecao-e-fiscalizacao/mais/" />
         <pubDate>2020-11-12 22:37:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade 4.1 - Priscila Pinheiro</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/923294209</link>
         <description><![CDATA[<div>O Sensoriamento Remoto hoje, no Brasil vem ganhando mais espaço, principalmente, no sentido de conservação da biodiversidade. Como exemplo, temo a proposta do INPE, por meio do plataforma TerraBrasilis, que objetiva o acesso interativo a dados de desmatamento dos biomas Cerrado e Amazônico. A pesar de todo o esforço despedindo, bem como investimentos (capital estrangeiro também) os dados, por vezes, acabam por atrasar sua disponibilidade, pois temos uma território muito heterogêneo, com muitas particularidades dentro de um mesmo bioma. Também temos o mapeamento do SOS Mata Atlântica, referente também a dados de desmatamento, no entanto há dificuldade de mapeamento de determinadas cenas ou por presença constante de nuvens ou dificuldade de interpretação com acurácia dos alvos. Hoje, se tem muito fortemente a inciativa do MapBiomas, que vem buscando resultados mais precisos e rápidos, por meio do marchine learning. Também temos as plataformas de obtenção de imagens, já citados pelos colegas, bem com literaturas vastas de fácil acesso na internet.<br>http://terrabrasilis.dpi.inpe.br/<br>http://mapas.sosma.org.br/dados/<br>https://earthexplorer.usgs.gov/<br>http://www.dgi.inpe.br/CDSR/<br>http://www.cnpq.br/documents/10157/56b578c4-0fd5-4b9f-b82a-e9693e4f69d8<br>http://alerta.mapbiomas.org/<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-11-14 20:23:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade 4.1 - Mural Digital            Caio Estevam Santana Silva </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/923343729</link>
         <description><![CDATA[<div>A ESRI possui um portal de mapa de satélites onde é possivel monitorar mais de 16 mil sátelites que estão orbitando o planeta. No Satellite Map estão informações sobre trajetória, data de lançamento, informações de precisão orbital, país de origem ou até mesmo verificação da funcionalidade de cada um deles. Disponível em: https://maps.esri.com/rc/sat2/index.html# <br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-11-14 21:10:40 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/923343729</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A Embrapa Informática tem um sistema que é o Agritempo, que realiza o acompanhamento meteorológico e agrometeorológico com mapas com informações que são importantes para a área agrícola, e tem a colaboração de 40 instituições, o acesso é gratuito http://www.agritempo.gov.br</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/925217043</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Andréia Oliveira Barreiros</strong></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-11-15 22:01:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Pró-Atlântica e  Fotografias Aéreas - Litoral Paranaense</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/929448111</link>
         <description><![CDATA[<div>O Programa Proteção da Floresta Atlântica - Paraná (PRÓ-ATLÂNTICA) é fruto da cooperação financeira entre o Governo do Estado do Paraná e o Governo Federal da Alemanha. O contrato de contribuição financeira entre a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos&nbsp; - SEMA e o banco alemão de desenvolvimento Kreditanstalt für Wiederaufbau - KFW foi assinado em junho de 1997.<br><br>Os dados espaciais disponibilizados são: ortofotos&nbsp; (formato JPG, monocromáticas) e dados planialtimétrico (formato DXF), discriminados por Mapa Indíce (MI).<br><br>Já as fotografias aéreas se tratam de uma cobertura aérea da faixa litorânea do Paraná, compreendendo a região dos municípios de&nbsp; Antonina, Guaratuba, Matinhos, Morretes e Paranaguá.&nbsp;<br>Informações Técnicas:<br>Data do vôo: Abril de 2003</div><ul><li>Escala nominal: 1:25.000</li><li>Números de Faixas de vôo: 09</li><li>Formato das Fotografias: JPEG<br><br>Ambos disponíveis em:<br>http://www.iat.pr.gov.br/Pagina/Dados-geoespaciais-de-referencia<br><br>Karoline B.</li></ul><div><br></div><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="http://www.iat.pr.gov.br/Pagina/Dados-geoespaciais-de-referencia" />
         <pubDate>2020-11-16 21:53:19 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/929448111</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1637596203</link>
         <description><![CDATA[<div>O <strong>Instituto Geográfico e Cartográfico</strong> tem como objetivo promover o conhecimento do território paulista. Para isso, dedica-se à cartografia de detalhe e precisão, oferecendo produtos como cartas e mapas do Estado de São Paulo, de suas regiões e de seus Municípios.<br>Dentre os serviços oferecidos pelo Instituto, destacam-se a demarcação de divisa municipal e as certidões de jurisdição territorial.<br>O Acervo anteriormente sob guarda da Emplasa está disponível em formato físico e digital nos canais de atendimento do IGC.<br><br>http://www.igc.sp.gov.br/index.html<br><br>Gabriel Corrêa Amaral<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-07-05 17:28:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Timelapse no Google Earth Engine</title>
         <author>rafael_l_mazoni</author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1637650760</link>
         <description><![CDATA[<div>Uma das aplicações da plataforma Earth Engine é a visualização de dados geoespaciais e imagens de satélite históricas da Terra em um período de quase quarenta anos.<br><br>Uma de suas funcionalidades de sensoriamento remoto, chamada de <em>Timelapse,</em> produz um vídeo feito a partir do mosaico dessas imagens de satélite obtidas anualmente entre 1984 e 2018. Para tanto, a equipe do Laboratório CREATE da universidade Carnegie Mellon reuniu e catalogou imagens de diversas fontes e satélites, como os satélites <em>Landsat</em> 4, 5, 7 e 8, da Nasa; e o satélite <em>Sentinel2</em>, da União Europeia.</div><div>&nbsp;</div><div>A partir dessa tecnologia é possível aplicar toda a potencialidade do modelo de computação em nuvem do Earth Engine para detectar mudanças, mapear tendências e quantificar diferenças no que atine às práticas de uso e ocupação do solo.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=kIYHGkSb-fU" />
         <pubDate>2021-07-05 18:35:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Mapbiomas</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1637664368</link>
         <description><![CDATA[<div>Mapbiomas - é um Projeto de Mapeamento Anual do Uso e Cobertura da terra no Brasil que conta com a ajuda de diversos especialistas que atuam em rede na geração de dados em relação aos biomas, sensoriamento remoto, uso e cobertura da terra e etc.</div><div>Tem por objetivos:</div><div>"Contribuir para o entendimento da dinâmica do uso do solo no Brasil e em outros países tropicais tendo como base:</div><div>1)Desenvolvimento e implementação de uma metodologia rápida, confiável e de baixo custo para gerar mapas anuais de cobertura e uso do solo do Brasil a partir de 1985 até os dias atuais (e posterior atualização anual).</div><div>2)Criação de uma plataforma para facilitar a disseminação da metodologia para outros países e regiões interessadas utilizando a mesma base de algoritmos.</div><div>3)Estabelecer uma rede colaborativa de especialistas nos biomas brasileiros para o mapeamento da cobertura do solo e da sua dinâmica de mudanças."</div><div>&nbsp;</div><div>Apresenta como produtos:</div><div>1)Mapa de cobertura e uso do solo;</div><div>2)Mosaico de imagens;</div><div>3)Plataforma Web de consulta pública</div><div>4)Plugins para Qgis</div><div>Entre outros produtos, acima estão apenas alguns. Lembrando que a plataforma está em constante evolução.</div><div><br>Rodrigo Araujo do Nascimento.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://mapbiomas.org/" />
         <pubDate>2021-07-05 18:54:12 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1637664368</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Sensoriamento remoto para monitoramento de Bacia Hidrográfica - Denise de Camargo Marcelino</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1637702133</link>
         <description><![CDATA[<div>O Comitê da Bacia Hidrográfica do Ribeira de Iguape e Litoral Sul (CBH-RB) disponibiliza em um site de SIG dados de domínio público que abrangem os municípios participantes do Vale do Ribeira, desde dados vetoriais à matriciais, incluindo imagem obtida do sensoriamento remoto.<br>As informações agrupadas permitem uma maior eficácia no planejamento e administração de recursos hídricos como a gestão territorial e ambiental.<br><br>Os dados podem ser conferidos nesse link: <a href="https://www.sigrb.com.br/index.php?id=5">https://www.sigrb.com.br/index.php?id=5</a><br><br>Um exemplo de Mosaico LandSat UGRHI-11:</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1261105172/937eee5ebd85c14dde6086f8cdeb1d64/Captura_de_tela_2021_07_05_165537.jpg" />
         <pubDate>2021-07-05 19:48:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade 4.1 - Desmatamento na Amazônia Legal</title>
         <author>marcelabrasilcg</author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1637752132</link>
         <description><![CDATA[<div>O projeto PRODES faz o monitoramento do desmatamento da Amazônia através de satélites. O projeto produz as taxas anuais de desmatamento desde 1988 e as informações são utilizadas para políticas públicas e contribuem para gestão de áreas protegidas (http://www.obt.inpe.br/OBT/assuntos/programas/amazonia/prodes/prodes).<br><br>O Projeto TerraClass qualifica o desflorestamento na Amazônia Legal Brasileira e, assim, é possível entender as formas de uso e coberto da terra na região da Amazônia. O TerraClass utiliza a base de dados do Projeto PRODES - Monitoramento da Floresta Amazônica Brasileira por Satélite, realizado pelo INPE desde 1988. PAra essa qualificação são utilizados técnicas de sensoriamento remoto e geoprocessamento para buscar informações sobre o desmatamento e, assim, produzir mapas de uso e cobertura das terras da Amazônia (http://www.inpe.br/cra/projetos_pesquisas/dados_terraclass.php).<br><br>Links para acesso aos dados produzidos pelo INPE: http://terrabrasilis.dpi.inpe.br/<br>http://terrabrasilis.dpi.inpe.br/app/map/deforestation?hl=pt-br<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-07-05 20:57:48 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1637752132</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Atividade 4.1 - Uso de sensoriamento remoto na identificação de corredores ecológicos</title>
         <author>matheusrochacampos</author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1637845173</link>
         <description><![CDATA[<div>"...a fotointerpretação e classificação supervisionada automática, utilizou-se uma imagem Landsat 5 TM, órbita/ponto 226/075, do dia 18 de agosto de 2008 (LANDSAT TM, 2008), georreferenciada em UTM, fuso 21, hemisfério sul e datum WGS 84. Segundo Pereira, Neves e Figueiredo (2007), a utilização do sensoriamento remoto e de ferramentas SIGs permite abordagens estruturadas na análise espacial, com uma ampla capacidade em gerar e tratar dados com os mais diversos detalhes e resolução espacial e espectral."<br><br>link: https://www.scielo.br/j/esa/a/86BHhLhcFG8WgKyBr3M39gG/?format=pdf&amp;lang=pt</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1261244246/fca167f0ee5d4bd2e8845d74bd30246e/1.jpg" />
         <pubDate>2021-07-05 23:39:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade 4.1- Sensoriamento remoto e imagens de alta resolução</title>
         <author>lucas198antonio</author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1638047933</link>
         <description><![CDATA[<div>Olá Mundo! As imagens Planet são imagens de alta resolução espacial (3m) são coletadas a partir de 130 satélites que viajam entorno da terra em 4 orbitas diferentes coletando imagens com grande frequência. Comparado a outras fontes de imagens fornecidos pelo INPE temos o Cber 4 10m de resolução&nbsp; eCBERS-4A com resolução de 8m.&nbsp;<br>O que muita gente ainda não sabe é que o site Planet lab liberou o acesso de forma grátis da suas imagens para todas as região tropicais do mundo, podemos baixar imagens de quase todo o Brasil por meio dessa plataforma.&nbsp;<br>Podemos fazer muitas coisas uteis com essas imagens, como classificação do uso e ocupação do solo, índice de vegetação, entre muitas outras aplicações.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.planet.com/nicfi/" />
         <pubDate>2021-07-06 01:57:39 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1638047933</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Atividade 4.1 </title>
         <author>jrlreis</author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1638086751</link>
         <description><![CDATA[<div>O Imazon (Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia) realiza o projeto de Monitoramento da Amazônia, detectando, quantificando e monitorando, por meio de imagens de satélites, do desmatamento e outras formas de pressão humana. Como ponto positivo, o IMAZON tem contribuído com análises periódicas sobre o avanço ou estabilização de desflorestamentos na Amazônia, sendo uma referência institucional paralela ou complementar aos dados do PRODES e DETER. https://imazon.org.br/programas/monitoramento-da-amazonia/</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-07-06 02:20:24 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1638086751</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Atividade 4.1</title>
         <author>jrlreis</author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1638108226</link>
         <description><![CDATA[<div>A Rede Amazônica de Informação Socioambiental Georreferenciada – RAISG, desenvolvida a partir da congregação das organizações e instituições dos países cobertos pela Pan-Amazônia. O RAISG tem ofertado uma base de dados geográficos atuais sobre a Amazônia Internacional, incluindo as unidades de conservação, terras indígenas, focos de queimadas, desmatamentos e empreendimentos. Como ponto positivo, a oferta da base geográfica amplia o desenvolvimento de trabalhos na região, bem como, propicia um amplo espaço de diálogo e troca de dados georreferenciados. https://www.amazoniasocioambiental.org/pt-br/mapas/</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-07-06 02:32:12 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1638108226</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Atividade 4.1 - Geopandas</title>
         <author>vidoca</author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1638405017</link>
         <description><![CDATA[<div>Geopandas é uma extensão do Pandas (biblioteca Open Source na linguagem de programação <em>Python</em>) que possibilita a análise e manipulação de dados espaciais e georreferenciados em diversos formatos como .csv, shapefiles entre outros.<br><br>Vantagens: Com o Geopandas é possível a visualização de mapas com o OpenStreetMap e Leaflet, criar diversos tipos de visualizações como camadas simples, multi camadas de mapas, mapas cloropléticos, mapas de calor, entre outros, além de trabalhar com os dados do geodataframe com junções de dados espaciais, análise de buffer e overlays, vizinho mais próximo entre outros.<br><br>O Python tem como vantagem a automatização dos processos e para dados geográficos é muito útil.<br><br>Desvantagens: Não ser uma ferramenta tão intuitiva e exigir um breve conhecimento de programação e de Python.<br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://geopandas.org/" />
         <pubDate>2021-07-06 06:04:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1638973563</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="http://marte.sid.inpe.br/col/dpi.inpe.br/marte/2011/06.22.18.20/doc/p0361.pdf" />
         <pubDate>2021-07-06 15:34:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>joohnyxd</author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1639099416</link>
         <description><![CDATA[<div>"O mapeamento da vegetação e a aplicação da krigagem indicativa mostram-se ferramentas de grande aplicabilidade para o monitoramento e gerenciamento ambiental [...]"</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1262096432/d4ece8eb9815c1b9a3d111cee5e8309a/ESTUDO_DA_VARIABILIDADE_DO___NDICE_DE_VEGETA__O_POR_DIFEREN_A_NORMALIZADA_NDVI___UTILIZANDO_KRIGAGEM_INDICATIVA.PDF" />
         <pubDate>2021-07-06 17:38:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade 4.1</title>
         <author>anagko99</author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1639159428</link>
         <description><![CDATA[<div>Para a formação de um mapa de caracterização vegetal pode ser combinado o modelo digital de terreno criado a partir de dados de sensoriamento remoto orbital&nbsp; com um mosaico de fotografias ortorretificadas. O modelo digital oferece uma análise da classificação das fitofisionomias, enquanto as fotos servem como um refinamento, que permitem a delimitação dessas fitofisionomias por causa de sua alta resolução, além de permitirem a distinção de tipos vegetacionais semelhantes. Essa técnica é adequada para regiões com grande variação de altitude, pois possuem alta variação de fitofisionomias.&nbsp;<br><br>https://www.scielo.br/j/rbg/a/56cVy3ttcJxwYQQVzY6VQgq/?lang=pt</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-07-06 18:48:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>JOSÉ LUCAS GUEDES DOS SANTOS</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1639279987</link>
         <description><![CDATA[<div>TAREFA 4.1<br>O SMOS (sigla de Soil Moisture and Ocean Salinity) é um minisatélite científico da Agência Espacial Europeia (ESA) cuja missão é medir a humidade da superfície da Terra e a salinidade da superfície dos oceanos, melhorando a compreensão do ambiente terrestre e sua evolução. Dentre as missões mais recentes de micro-ondas passivas está o satélite Soil Moisture and Ocean Salinity (SMOS), que opera na banda L e sofre menos interferência da influência da vegetação e atmosfera, sendo considerado ideal para recuperação da umidade do solo. Esse produto tem sido utilizado no monitoramento de secas e apresenta grande potencial para estudos dessa natureza na região Nordeste do Brasil. Dentre as desvantagens de se utilizar tal produto, pode-se citar o fato da baixa quantidade de validações dos parâmetros estimados com base em mensurações locais.<br><br>Link:&nbsp;<a href="https://earth.esa.int/eogateway/missions/smos/data">https://earth.esa.int/eogateway/missions/smos/data<br></a><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-07-06 21:45:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>TAREFA 4.1:</title>
         <author>pamellakareneng</author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1639584205</link>
         <description><![CDATA[<div>O portal Mapbiomas Brasil consiste em um Projeto de Mapeamento Anual do Uso e Cobertura da Terra, que envolve uma rede colaborativa com especialistas nos biomas, usos da terra, sensoriamento remoto, SIG e ciência da computação que utiliza processamento em nuvem e classificadores automatizados desenvolvidos e operados a partir da plataforma Google Earth Engine para gerar uma série histórica de mapas anuais de uso e cobertura da terra do Brasil.<br>A vantagem é que os dados são atualizados, o que ajuda o especialista a fazer comparativos dos tipos de uso e ocupação do solo desde o ano 1985 a 2019.<br>A desvantagem e empecilho (para quem não tem afinidade com bancos de dados) é que a coloração das legendas de uso e ocupação do solo é feita manualmente por meio de códigos disponibilizados em uma planilha, que pode ser baixada pelo portal.<br><br>Link: &lt;https://mapbiomas.org/download&gt;.<br><br>Aluna: Pamella Karen Costa do Nascimento.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-07-07 02:00:58 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1639584205</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Atividade 4.1</title>
         <author>taizesousa04</author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1640885135</link>
         <description><![CDATA[<div>O MapBiomas Alerta é um sistema de validação e refinamento de alertas de desmatamento de vegetação nativa em todos os biomas brasileiros com imagens de alta resolução.</div><div>O&nbsp;sistema está em constante desenvolvimento pela rede colaborativa de co-criadores do MapBiomas em parceria com os órgãos governamentais usuários (ex. MMA, IBAMA, SFB, ICMBio, MPF e TCU) e os provedores de alertas (ex. INPE, IMAZON, Universidade de Maryland).<br>Link: https://plataforma.alerta.mapbiomas.org/mapa?monthRange[0]=2018-11&amp;monthRange[1]=2021-05</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-07-07 22:09:14 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1640885135</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Atividade 4.1</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1641138980</link>
         <description><![CDATA[<div>O Google Earth Engine é um visualizador de dados geoespacial leve com acesso a um grupo grande de conjuntos de dados regionais e globais em um Catálogo de dados do Earth Engine, este inclui Landsat EROS (USGS / NASA), vários conjuntos de dados MODIS, dados Sentinel-1, dados NAIP, dados de precipitação, dados de temperatura da superfície do mar, dados climáticos CHIRPS e dados de elevação. O Earth Engine hospeda imagens de satélite e as armazena em um arquivo de dados público, para cientistas, pesquisadores e desenvolvedores, que inclui imagens históricas da Terra que remontam a mais de quarenta anos. As imagens, inseridas diariamente, são então disponibilizadas para mineração de dados em escala global. Suas vantagens incluem: Os usuários podem fazer upload de seus próprios dados para análise no Earth Engine, com controle total sobre o acesso; Enviar seus próprios dados raster e vetoriais (por exemplo, arquivos GeoTIFF ou Shape) para análise; É gratuito para pesquisa, educação e uso sem fins lucrativos, para aplicações comerciais ou operacionais; Possui editor de código baseado na web para desenvolvimento de algoritmo rápido e interativo com acesso instantâneo a petabytes de dados, ou seja, quando for necessário uma imagem de uma determina data é possível programar para obter a mesma; Cientistas e organizações sem fins lucrativos usam o Earth Engine para pesquisas de sensoriamento remoto, previsão de surtos de doenças, gerenciamento de recursos naturais e muito mais. Já as desvantagens (que não desvalorizam a ferramenta) são: É necessário saber programação em JavaScript;&nbsp; O código é todo em inglês, mesmo utilizando-se a função de traduzir do Google;&nbsp; As emissões são marginais, a radiação pode ser influenciada ou interferida por outras fontes de radiação; Impossibilidade de trabalhar no código em modo off-line.</div><div>Referências: GOOGLE. <strong>Google Earth Engine</strong>. Disponível em: https://earthengine.google.com/. Acesso em: 07 jul. 2021.</div><div>RIVERO, Guilherme Toledo. <strong>UTILIZAÇÃO DO GOOGLE EARTH ENGINE PARA MONITORAMENTO DA URBANIZAÇÃO NO DISTRITO FEDERAL</strong>. 2019. 90 f. Tese (Doutorado) - Curso de Engenharia Ambiental, Universidade de Brasília, Brasília, 2019. Disponível em: https://bdm.unb.br/bitstream/10483/24498/1/2019_GuilhermeToledoRivero_tcc.pdf. Acesso em: 07 jul. 2021.</div><div>Link para acesso: <a href="https://earthengine.google.com/">https://earthengine.google.com/</a>&nbsp;<br>Aluna: Ester B. G. Machado</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-07-08 01:49:37 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1641138980</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Atividade 4.1</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1641143447</link>
         <description><![CDATA[<div>Leonardo Rodrigues de Deus<br><br>Plataforma LuccME - http://luccme.ccst.inpe.br/<br><br>O LuccME (Land Use and Cover Change Modelling Environment) é um ambiente para modelagem do uso e cobertura do solo que possibilita ao usuário criar modelo de alteração do uso e cobertura do solo para análises de expansão urbana e agrícola, desmatamento e degradação florestal, por exemplo, sendo portanto um ambiente propício para o desenvolvimento de trabalho que auxiliem a gestão de áreas protegidas. No LuccMe é possível utilizar tanto imagem sensoriamento remoto quanto outros tipos de dados espaciais como fonte de dados, que são agregados em uma mesma base espaço-temporal, que é o espaço celular.</div>]]></description>
         <enclosure url="http://luccme.ccst.inpe.br/" />
         <pubDate>2021-07-08 01:52:19 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1641143447</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Valdivino Veloso da Silva (Atividade 4.1)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1641722599</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><br>GEODEN – GEO</strong>tecnologias <strong>D</strong>igitais no <strong>En</strong>sino<br><br>A informatização está sendo introduzida na educação básica; contudo, ainda são limitadas, no País, as análises objetivas sobre sua real contribuição no ambiente escolar. Esta pesquisa se insere neste contexto, obtendo, a partir de testes na área de Geografia, indicadores do desempenho e da aceitação da educação informatizada no âmbito formal do ensino. Desta forma, este trabalho tem avaliado o ensino informatizado e pela Internet, envolvendo geotecnologias, para isso gerou, em ambiente digital, o meio para esta avaliação. Foram desenvolvidas unidades instrucionais digitais, em consonância com os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN), abrangendo cartografia, sensoriamento remoto e sistemas de informação geográfica.<br>O GEODEN constitui-se em um projeto educativo, por meio da Internet, estruturado em módulos, com textos, exercícios, curiosidades, leitura complementar e sugestões de “sites” para interação. <br><a href="http://geoden.uff.br/geodef/">GEODEF</a> está voltado para o ensino fundamental e foi estruturado em módulos. Esses abordam noções de astronomia, cartografia básica, cartografia temática e sensoriamento remoto.<br><br>Link de acesso: http://geoden.uff.br/projeto-geoden/<br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="http://geoden.uff.br/projeto-geoden/" />
         <pubDate>2021-07-08 09:40:47 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1641722599</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Atividade 4.1 - Barbara Tasca</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1642171006</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong>PRODES <br><br></strong>O projeto PRODES faz parte do Programa de Monitoramento da Amazônia e<br>Demais Biomas (PAMZ+) e busca identificar e quantificar desmatamentos a corte raso em floresta primária, excluídas as áreas de “não florestas”, ou seja, áreas sem histórico de intervenções antrópicas, suprimidas a partir de 1988.&nbsp;<br>O PRODES realiza o mapeamento dos incrementos de desmatamento por meio da aplicação de técnicas de sensoriamento remoto às imagens Landsat, Sentinel e CBERS-4 ortorretificadas.&nbsp;<br>Embora o PRODES faça a identificação apenas de polígonos de desmatamento a corte raso (remoção completa da cobertura florestal primária), com área superior a 6,25 ha, a sua precisão e exatidão global foram estimadas em 94,5% ±2,05 e 93%, respectivamente.<br><br>Link de acesso: http://www.dpi.inpe.br/prodesdigital/prodesmunicipal.php</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-07-08 16:52:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Bruno Rech</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1642498420</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>SIG-SC<br><br></strong>O estado de Santa Catarina, por meio da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico e Sustentável (SDE) disponibiliza imagens de levantamento aerofotogramétrico de todo o estado realizado em 2010, com resolução espacial de 39 cm.<br>A plataforma também disponibiliza Modelo Digital de Elevação proveniente do mesmo levantamento, com resolução espacial de 1 m, além de arquivos vetoriais como divisão municipal, cursos d'água e serviço de WMS.<br>Os downloads podem ser realizados mediante cadastro no site:</div>]]></description>
         <enclosure url="http://sigsc.sc.gov.br/" />
         <pubDate>2021-07-09 00:07:31 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1642498420</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Atividade 4.1</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1643311553</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Mapbiomas Brasil</strong><br>O Projeto de Mapeamento Anual do Uso e Cobertura da Terra no Brasil é uma iniciativa que envolve uma rede colaborativa com especialistas nos biomas, usos da terra, sensoriamento remoto, SIG e ciência da computação que utiliza processamento em nuvem e classificadores automatizados desenvolvidos e operados a partir da plataforma Google Earth Engine para gerar uma série histórica de mapas anuais de uso e cobertura da terra do Brasil.<br><br>Link:https://mapbiomas.org/download<br><br>Aluno: Wesley Kauan Kubo</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-07-09 13:15:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Izaias de Souza Silva</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1643419726</link>
         <description><![CDATA[<div>The Impact Observatory for Esri, makes available (Research and Download) data about Land Cover and Land Use, on a planetary scale. The data results from trained machine learning modeling using more than 5 billion Sentinel-2 pixels, 10 meters of spatial resolution.You can access the site at:&nbsp;<br><br></div><div>https://livingatlas.arcgis.com/landcover/</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1265168981/bfbd03e275529a8f6c047935389df2ae/simm.png" />
         <pubDate>2021-07-09 15:00:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O Sensoriamento Remoto para verificar o impacto da mineração em rios de diferentes tipos de água</title>
         <author>mairapascon</author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1643545269</link>
         <description><![CDATA[<div>"Lobo et al. (2017) ampliaram seu estudo desenvolvido para bacia do Tapajós e aplicou as imagens de outros sensores/missões e bacias de drenagem com rios de distintos tipos de água (exceto água branca) para avaliar o impacto dos garimpos na Amazônia sobre a composição da água em rios da Amazônia. Para isso, os autores desenvolveram um sistema de monitoramento que utiliza as imagens de múltiplos sensores (multi-sensor) para a estimativa de TSS em quatro regiões de estudo no norte do Brasil."<br>Fonte: http://www.dpi.inpe.br/labisa/livro/res/conteudo.pdf</div>]]></description>
         <enclosure url="http://www.dpi.inpe.br/labisa/livro/res/conteudo.pdf" />
         <pubDate>2021-07-09 17:25:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Jerusa da Silva Peixoto</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1643726489</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>PROJETO TerraClass - Amazônia</strong><br> O Projeto TerraClass tem o objetivo de atender uma demanda do Governo Federal relacionada à qualificação dos desmatamentos observados na região da Amazônia Legal e endereçada a gestores e colaboradores da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Os produtos gerados pelo projeto TerraClass oferecem subsídios para a definição de ações governamentais referentes ao desenvolvimento da produção agrícola nacional com bases sustentáveis, à preservação da biodiversidade nacional e à manutenção da qualidade dos serviços ambientais. Em 2015 foi publicada a Portaria MMA nº 365 de 27 de novembro de 2015, do Ministério do Meio Ambiente, criando o Programa de Monitoramento Ambiental dos Biomas Brasileiros (PMABB), que tem por objetivo expandir as ações de mapeamento e monitoramento para os demais biomas brasileiros. Para tanto, utiliza-se imagens de satélite e geoprocessamento para realizar o mapeamento de uso e cobertura da terra.<br><br>LINK de acesso: https://www.terraclass.gov.br/geoportal-aml/</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-07-09 22:44:40 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1643726489</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Atividade 4.1 (Evenuel Viana Veloza): Brazil Data Cube</title>
         <author>evvaventura</author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1644280235</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>Brazil Data Cube</em></strong> é um projeto que está sendo desenvolvido desde janeiro de 2019 pelo <a href="http://www.inpe.br/">Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais</a> (INPE), Brasil, com o objetivo de criar cubos de dados multidimensionais prontos para análise a partir de imagens de média resolução espacial de satélites de observação da Terra, para todo o território brasileiro e gerar informações de uso e cobertura do solo a partir desses cubos de dados usando aprendizado de máquina e análise de séries temporais de imagens de satélites.<br><br></div><div>O <strong><em>Brazil Data Cube</em></strong> é um subprojeto do projeto <a href="http://www.fundoamazonia.gov.br/pt/projeto/Monitoramento-Ambiental-dos-Biomas-Brasileiros/"><em>Monitoramento Ambiental dos Biomas Brasileiros</em></a><em>, </em>financiado com recursos do <a href="http://www.fundoamazonia.gov.br/pt/home/">Fundo Amazônia</a>, por meio da colaboração financeira BNDES e <a href="https://www.funcate.org.br/pt/">FUNCATE</a> nº 17.2.0536.1<em>. Brazil Data Cube</em> é o sucessor do projeto de pesquisa <a href="http://www.esensing.org/">e-sensing</a> financiado pela FAPESP (Fapesp 2014/08398-6).<br><br></div><div>O projeto <em>Brazil Data Cube</em> tem quatro objetivos principais:<br><br></div><div><strong>1.</strong> Criar dados pronto para análise (ARD – Analysis-Ready Data) a partir de imagens de sensoriamento remoto de média resolução (20 a 30 metros) dos satélites Landsat, CBERS e Sentinel, para todo o território brasileiro;<br><br></div><div><strong>2.</strong> Modelar esse grande volume de dados de observação da Terra como cubos multidimensionais incluindo dimensões espaciais, temporais e de atributos;<br><br></div><div><strong>3.</strong> Usar, customizar e desenvolver novos métodos e tecnologias de big data para armazenar e processar esse grande volume de dados de observação da Terra e para analisar e extrair informações de uso e cobertura do solo a partir desses dados usando técnicas de análise de séries temporais, machine learning e procedimentos de processamento de imagens;<br><br></div><div><strong>4.</strong> Gerar informações sobre mudança de uso e cobertura do solo utilizando os cubos de dados e métodos desenvolvidos neste projeto.<br><br></div><div>Acompanhe o desenvolvimento das tecnologias do projeto no <a href="https://github.com/brazil-data-cube">Github</a> e os cubos gerados pelo portal <a href="http://brazildatacube.dpi.inpe.br/portal/">BDC- Portal</a>.<br><br>Link de acesso: <a href="http://brazildatacube.org/brazil-data-cube/">http://brazildatacube.org/brazil-data-cube/</a></div>]]></description>
         <enclosure url="http://brazildatacube.org/brazil-data-cube/" />
         <pubDate>2021-07-11 00:19:42 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1644280235</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Atividade 4.1: Produtos de Sensoriamento Remoto recomendados e utilizados para o estudo de áreas protegidas - Karine de Cerqueira S. Oliveira</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1644371131</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;</div><div>Produtos do SR</div><div><br></div><div>As imagens de satélites ou fotografias áreas são produtos do Sensoriamento Remoto (SR) obtidos através de sensores remotos em satélites ou a bordo de aeronaves, sendo que para cada produto gerado têm-se imagens com características e aplicações distintas.</div><div><br></div><div>Os satélites CBERS apresentam diversos tipos sensores, logo a aplicação de cada sensor depende da função de suas características de resolução espacial, temporal, e características espectrais e radiométricas.&nbsp; Como exemplo, o CBERS 04, LANDSAT 7 se destaca nas aplicações para estudos relacionados a vegetação, com identificação de áreas de florestas e alterações.&nbsp;</div><div><br></div><div>Algumas plataformas são desenvolvidas com finalidade de acesso e uso dos dados geográficos a partir das imagens de satélites, a exemplo o portal <strong>TerraBrasilis</strong>, uma plataforma web desenvolvida pelo INPE para acesso, consulta, análise e disseminação de dados geográficos gerados pelos projetos de monitoramento da vegetação nativa do instituto como o PRODES e o DETER.&nbsp;</div><div><br></div><div>Link do site relacionado ao produto de SR para estudos de áreas protegidas: Terrabrasilis: http://terrabrasilis.dpi.inpe.br/</div><div><br></div><div>Referencia:&nbsp;</div><div>RUDORFF. B. F. T.<strong> PRODUTOS DE SENSORIAMENTO REMOTO. </strong>Divisão de Sensoriamento Remoto. Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais. Disponível em: http://www3.inpe.br/unidades/cep/atividadescep/educasere/apostila.htm. Acesso em: 11 de julho de 2021. &nbsp;</div><div><br></div><div>TERRABRASILIS. Disponível em: <a href="http://terrabrasilis.dpi.inpe.br/sobre/">http://terrabrasilis.dpi.inpe.br/sobre/</a>. Acesso em: 11 de julho de 2021.&nbsp;</div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-11 05:19:24 UTC</pubDate>
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         <title>Atividade 4.1 Fabiani Bender</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Observatório da Agropecuária Brasileira: </strong><a href="http://observatorio.agropecuaria.inmet.gov.br/">http://observatorio.agropecuaria.inmet.gov.br/<br></a><strong><br></strong>Lançado recentemente pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) com apoio de várias instituições, o Observatório da Agropecuária Brasileira, integra diversas bases estratégicas e visa a prover dados, informações, conteúdos e painéis dinâmicos sobre o setor no país.</div><div>Com uma plataforma de navegação geoespacial, dedicada à integração de dados territoriais que podem ser visualizados e combinados de acordo com a necessidade de interpretação dos usuários, esse observatório é uma ferramenta que dá suporte a academia, a ciência e a pesquisa, no acesso a dados no país que é a maior potência agroambiental do mundo.</div><div><a href="http://observatorio.agropecuaria.inmet.gov.br/"><br></a><br></div>]]></description>
         <enclosure url="http://observatorio.agropecuaria.inmet.gov.br/" />
         <pubDate>2021-07-11 14:09:40 UTC</pubDate>
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         <title>Atividade 4.1 - Paulo Henrique Neves</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1644587749</link>
         <description><![CDATA[<div>O TerraBrasilis é uma plataforma desenvolvida pelo INPE - Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais com o objetivo de organização, acesso e uso dos dados geográficos de monitoramento ambiental. Esse recurso oferece uma análise pronta de informações obtidas de imagens de satélite, com informações sobre cobertura de uso da terra. É um grande aliado no monitoramento das taxas de desmatamento e incrementos anuais de desmatamento no Brasil.<br><br>http://terrabrasilis.dpi.inpe.br/#</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-11 15:13:31 UTC</pubDate>
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         <title>Atividade 4.1 - Noemi de Oliveira Dias</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1644624575</link>
         <description><![CDATA[<div>O Sensoriamento Remoto muito tem constribuido e aumentado a eficiência de estudos ambientais, fornecendo imagens de alta resolução e os mais diversificados produtos que permitem estudos cada vez mais avançados das transformações&nbsp; sobre a superfície da Terra e a construção de cenários, sendo capaz de auxiliar e identificar diversos problemas baseados na localização de fenômenos geográficos. Quando associados a geotecnologias&nbsp; possuem grande relevância no auxílio a pesquisa em seus diversos âmbitos&nbsp; e são essenciais para a construção de conhecimento sobre o espaço geográfico.&nbsp;<br>O estudo de Passos et. al (2014) mostra, por exemplo, a contribuição do sensoriamento na análise no comportamento de reguladores térmicos no Parque Estadual de Jacarema. http://observatoriogeograficoamericalatina.org.mx/egal15/Nuevastecnologias/Teledeteccion/22.pdf<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-11 16:51:03 UTC</pubDate>
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         <title>Atividade 4.1 - Fernando R.k. da Costa</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1644693957</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;O&nbsp; Windy&nbsp; é&nbsp; um&nbsp; software&nbsp; de&nbsp; acesso&nbsp; livre&nbsp; e&nbsp; gratuito, criado em 2014, disponível para desktop, Android e Iphone. Ele apresenta inúmeras funcionalidades,&nbsp; entre elas: imagens de satélites e dados de estações meteorológicas, previsão de&nbsp; temperatura, umidade, vento, precipitação, pressão atmosférica em&nbsp; superfície e&nbsp; em altitude, temperatura média dos oceanos, altura das ondas oceânicas e emissão&nbsp; de&nbsp; CO²,&nbsp; entre&nbsp; outros <br><br>&nbsp;<a href="https://www.windy.com/">https://www.windy.com</a><br><br>Contact us:<br>https://community.windy.com<br>email: info@windy.com&nbsp;<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1266368367/37681b6c01d9cad8f9241067f8e98007/atividade_4_1.PNG" />
         <pubDate>2021-07-11 20:26:34 UTC</pubDate>
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         <title>Atividade 4.1 - Gislaine Quaglio</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1645937075</link>
         <description><![CDATA[<div>O Digital Coast foi desenvolvido para atender às necessidades exclusivas da comunidade de gestão costeira. O site fornece não apenas dados costeiros, mas também ferramentas, treinamento e informações necessárias para tornar esses dados realmente úteis. O conteúdo vem de várias fontes, todas avaliadas pela NOAA.</div><div>&nbsp;Basta definir sua escolha de interesse e selecionar a partir de uma gama de conjuntos de dados de imagens de satélite gratuitos, como infravermelho, radar e composto de cor verdadeira para download. Além dos dados costeiros, você também deve obter imagens, cobertura do solo, elevação, dados socioeconômicos entre outros.</div><div><br>https://coast.noaa.gov/digitalcoast/about/<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-12 13:38:16 UTC</pubDate>
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         <title>Atividade 4.1 - Paulo Roberto Ribeiro Morais</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1645990262</link>
         <description><![CDATA[<div>As Energias Renováveis estão em pleno crescimento seja pela clara necessidade de aproveitamento energético de maneira a preserva o ambiente, seja pela identificação dos investidores de um mercado promissor. O uso de geotecnologias em energias renováveis tem crescido, especialmente através dos SIGs e sensoriamento remoto.<br>Compartilho o artigo a seguir, publicado em 2020 sobre detecção de potenciais de geração de energia solar a partir de processamento de imagens de satélite.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1267187694/1fb9cbff5486827f65187d080e2f5d5c/2020_REGINATO_Sensoriamento_remoto_aplicado_a_identifica__o_de_potencial.pdf" />
         <pubDate>2021-07-12 14:19:01 UTC</pubDate>
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         <title>Atividade 4.1. Julia Gomes do Vale</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1646221513</link>
         <description><![CDATA[<div>O artigo abaixo teve o objetivo de&nbsp; mapear a vegetação do Parque Nacional da Serra dos Órgãos, por meio do sensoriamento remoto e o MDT (modelo digital de terreno). A leitura é simples e podemos perceber o quanto o sensoriamento pode facilitar o processo de mapeamento e o estudo. Primeiro foi feito a diferenciação de ambiente verde e urbano. Logo após foi possível distinguir os tipos de vegetação. Segue o link abaixo.<br><br>https://www.scielo.br/j/rbg/a/56cVy3ttcJxwYQQVzY6VQgq/?lang=pt&amp;format=pdf</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.scielo.br/j/rbg/a/56cVy3ttcJxwYQQVzY6VQgq/?lang=pt&amp;format=pdf" />
         <pubDate>2021-07-12 18:00:12 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1646221513</guid>
      </item>
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         <title>Atividade 4.1. Guilherme Rodrigo Brizolari</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1646223436</link>
         <description><![CDATA[<div>A união do sensoriamento remoto, GPS e o processamento de dados nos SIG´s, permitiram que várias análises e tomadas de decisão sejam feitas de forma eficaz e relativamente rápida, sem falar que houve uma considerável diminuição dos recursos (principalmente o financeiro e o humano) necessários para a realização desses projetos. (BOLFE, 2006)<br>A disponibilização feita pela NASA dos dados da Shuttle Radar Topography Mission (SRTM), disponível no site do Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS), consta numa junção de imagens do continente americano onde cada pixel representa 90 metros do relevo e detém de seus valores altimétricos, torna possível evidenciar como a utilização dessas tecnologias podem ser bons aliados na hora de delimitar as Áreas de Preservação Permanente e fazer-se cumprir a legislação. Porém há uma grande dificuldade em relação a delimitação, manutenção e fiscalização das áreas de APP, em especial na de topos de morros, sendo necessários mapas altimétricos e hidrográficos detalhados e precisos para mostrar as áreas destinadas a serem preservadas. (OLIVEIRA, 2002)&nbsp;</div><div>Há uma maior facilidade em mapear, delimitar e fiscalizar as áreas de APPs em nascentes e margens de rios, por possuírem um tamanho fixo para sua preservação, não abrindo brechas para subjetividades, fato que não se aplica às categorias de topos de morros e montanhas, linhas de cumeadas e vertentes acima de 45%, que apresentam uma dificuldade maior de visualização e percepção de sua área a ser preservada. (NOWATZKI <em>et al.</em>, 2010)&nbsp;</div><div>O trabalho proposto por Nascimento (2005) tem como objeto de estudo a bacia hidrográfica do rio Alegre, adotando uma metodologia de delimitação automática das APPs, proposta por Ribeiro <em>et al. </em>(2002). O autor levou em consideração para gerar as APPs, conforme Brasil (2002), os art. 2º e 3º da Resolução nº 303 do CONAMA, abordando as categorias de APPs situadas no terço superior dos morros (APP-1); encostas com declividade superior a 45 graus (APP-2); nas nascentes e suas áreas de contribuição (APP-3); margens dos cursos d´água (APP-4); e no terço superior das sub-bacias (APP-5). Para produzir o uso e cobertura da terra, o autor classificou imagens obtidas por meio do satélite IKONOS, e para gerar um Modelo Digital Hidrologicamente Consistente (MDHEC), utilizou algumas cartas topográficas, em especial as curvas de nível e a hidrografia. Para as delimitações de APP de nascente e de cursos d’água, o autor fez uso de procedimentos de buffer, para delimitar as outras APPs, foi utilizado o MDHEC, calculando os valores de altitude para delimitar os topos de morro e linhas de cumeada.&nbsp;<br><br>Referências Bibliográficas<br><br>BOLFE, E. L. Geotecnologias aplicadas à gestão de recursos naturais. III Simpósio Regional de Geoprocessamento e Sensoriamento Remoto, v. 3, 2006.<br>BRASIL. Resolução CONAMA nº 303, de 13 de maio de 2002.<br>NASCIMENTO, Melchior Carlos do et al. Uso do geoprocessamento na identificação de conflito de uso da terra em áreas de preservação permanente na bacia hidrográfica do Rio Alegre, Espírito Santo. Ciência Florestal, v. 15, n. 2, p. 207-221, 2005.</div><div>NOWATZKI, Alexei; SANTOS, Leonardo José Cordeiro; DE PAULA, Eduardo Vedor. Utilização do SIG na delimitação das Áreas de Preservação Permanente (APP’s) na bacia do Rio Sagrado (Morretes/PR). Sociedade &amp; Natureza, v. 22, n. 1, p. 107-120, 2010.</div><div>OLIVEIRA, M. J. Proposta metodológica para delimitação automática de áreas de preservação permanente em topos de morro e em linha de cumeada. Viçosa: UFV, 2002.<br>RIBEIRO, C. A. A. S.; Oliveira, M. J.; Soares, V. P.; Pinto, F. A. C., Delimitação automática de áreas de preservação permanente em topos de morros e em linhas de cumeada: Metodologia e estudo de caso. In: Seminário de Atualização em Sensoriamento Remoto e Sistemas de Informações Geográficas Aplicadas à Engenharia Florestal, 5, 2002, Curitiba, Paraná. Anais, 7 – 18p.<br><br><br></div><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-12 18:02:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atv 4.1. SERGIO EVANDRO RAMOS TAKACHI</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1646575008</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Sensoriamento remoto aplicado na detecção de áreas degradadas pela mineração no sul do Brasil entre 1985-2011</strong></div><div><em>Fernando Alves Cantini Cardozo, Matheus Montes Pimenta, Rafael da Rocha Ribeiro</em></div><div>&nbsp;</div><div><strong>Resumo</strong></div><div>&nbsp;</div><div>A análise multitemporal de imagens de satélite foi aplicada a uma antiga mina abandonada localizada em Minas do Camaquã, no sul do Brasil, entre latitude e longitude -30.908591, -53.446582; para verificar a relação entre área degradada durante o funcionamento da mina e a área de recuperação da vegetação após anos de sua desativação. Uma série temporal de imagens do satélite Landsat foi classificada pelo índice NDVI (normalized difference vegetation index) para produzir três mapas de uso da região. A partir das comparações entre os referidos mapas e as áreas sem cobertura vegetal, foi possível quantificar a modificação em cada porção da paisagem, identificando-se a evolução das mudanças na área de vegetação natural. Verificou-se que no período 1985 -1996 a degradação aumentou em 8 %, ou 47,43 ha. Em contrapartida, em 2011 (o último ano analisado) observou-se que a cobertura vegetal foi superior ao primeiro período analisado, ou seja, ocorreu uma recuperação da vegetação de 26% ou 113,22 ha em relação a 1985.</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Palavras-chave</strong></div><div>&nbsp;</div><div>Sensoriamento remoto; Mineração; Área degradada; NDVI.</div><div>&nbsp;</div><div><a href="https://online.unisc.br/seer/index.php/tecnologica/article/view/7369">https://online.unisc.br/seer/index.php/tecnologica/article/view/7369</a><br><br>SENSORIAMENTO REMOTO COMO FERRAMENTA DE APOIO NO MONITORAMENTO DE ECOSSISTEMAS COSTEIROS PROTEGIDOS</div><div>&nbsp;</div><div>Alvaro José Reis Ramos<sup>1</sup></div><div>Jessyca Fernanda dos Santos Duarte²</div><div>João Almiro Correa Soares³</div><div>Breno Gustavo Bezerra Costa<sup>4</sup></div><div>&nbsp;</div><div>RESUMO</div><div>A proteção de áreas aquáticas traz inúmeros benefícios à sociedade, pois funcionam como um instrumento de gestão pesqueira, devendo ser criadas e geridas visando não só a conservação da biodiversidade, mas também a recuperação dos estoques pesqueiros. As restingas são importantes para o equilíbrio ambiental e devem ser preservadas, pois essa vegetação funciona como uma zona de tampão entre o mar e a área urbana, servindo de barreira natural contras as ressacas, além disso, é hábitat natural de algumas espécies animais. Ao observara constante problemática referente à degradação de zonas costeiras no território paraense, impulsionados principalmente pelo avanço desordenado dos aglomerados urbanos em áreas próximas às praias, e analisando a importância dos ecossistemas presentes nas linhas de costa para o equilíbrio em ambientes marinhos,o presente estudo objetivou investigar a variação média no adensamento em restingas existentes no município de Marapanim, localizado no Estado do Pará,tendo como ferramenta de estudo o uso de sensores remotos e a conveniência das geotecnologias visando tal diagnóstico. Para tanto, foram coletados dados em campo e posteriormente emprega dos métodos de decomposição espectral, presumindo dados de radiância retirados de imagens do satélite Landsat-08,referente à órbita-ponto 223-60,visando extrair as assinaturas espectrais para áreas de restingas e posterior elaboração de condicionantes aritméticas que visem associar caracteres de propriedades físicas comuns à classe ambiental analisada,os períodos avaliados correspondem ao mês de junho de 2013 e junho de 2016. De modo geral, foi notório o aumento do adensamento florístico natural das restingas costeiras em torno de 34,22% entre os períodos considerados, situação que pode ser explicada pela implantação da Unidade de Conservação (UC) denominada de Mestre Lucindo, em 2012 no município, e o eficiente desempenho do papel operativo na gestão da unidade, além de expora eficácia das geotecnologias e suas ferramentas como técnicas eficientes no monitoramento de ambientes costeiros de grandes extensões.</div><div>&nbsp;</div><div><a href="https://www.semas.pa.gov.br/revistaseaf/edicoes/17/15.%20SENSORIAMENTO%20REMOTO%20COMO%20FERRAMENTA%20DE%20APOIO%20NO%20MONITORAMENTO%20DE%20ECOSSISTEMAS%20COSTEIROS%20PROTEGIDOS.pdf">https://www.semas.pa.gov.br/revistaseaf/edicoes/17/15.%20SENSORIAMENTO%20REMOTO%20COMO%20FERRAMENTA%20DE%20APOIO%20NO%20MONITORAMENTO%20DE%20ECOSSISTEMAS%20COSTEIROS%20PROTEGIDOS.pdf</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-13 00:47:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade 4.1. Nildaiane Luzia de Sales </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1647662020</link>
         <description><![CDATA[<div>O sistema Lidar (sigla para o termo em inglês Light Detection And Ranging) é um método de sensoriamento remoto que utiliza laser pulsado para medir distâncias. Com o uso dessa tecnologia é possível obter informações tridimensionais e com alta exatidão acerca da superfície terrestre, além de criar modelos digitais bastante detalhados. Também é possível, gerar mapas de alta resolução para uma série de áreas, como: mineração, topografia, florestal, agrícola, etc. A implementação do Lidar é de grande relevância para o levantamento e mapeamento de diferentes tipos de infraestrutura e de recursos naturais, pois sua vantagem em relação aos demais sistemas é a obtenção de dados exatos, em curto espaço de tempo.<br>Segue abaixo o link de uma dissertação com o tema " ESTIMATIVA DE BIOMASSA FLORESTAL NO ESTADO DO MATO GROSSO A PARTIR DE DADOS DO LIDAR E LANDSAT".&nbsp;<br>http://urlib.net/8JMKD3MGP3W34R/3REBD95<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-13 13:16:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade 4.1 Heloisa Marques </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1647902878</link>
         <description><![CDATA[<div>Geotecnologias aplicadas à delimitação de corredores ecológicos entre unidades de conservação de proteção integral no Estado de Rondônia.<br>Aricson Garcia Lopes <br>Nicoly Dal Santo Svierzoski <br>Marcos Leandro Nunes <br>Josiane de Brito Gomes <br><strong>Resumo:</strong> Com a intensa ocupação que ocorreu no estado de Rondônia no século XX, houve uma devastação considerável de seus recursos naturais. Desde então, suas florestas foram alteradas e até eliminadas, inicialmente devido ao valor comercial de sua biodiversidade faunística e florística e, mais recentemente, para dar lugar às várias atividades econômicas, com ênfase na pecuária e na agricultura de grãos. Essas ações resultam na fragmentação florestal, que por sua vez provoca a interrupção do fluxo de genes de várias espécies, diminuindo consequentemente o número de espécies ou mesmo as extinguindo. Assim, a implementação de corredores ecológicos entre os remanescentes florestais, como unidades de conservação, representa uma estratégia promissora para a conservação da biodiversidade da fauna e da flora. Neste contexto, <strong>o presente trabalho propõe a delimitação de corredores ecológicos entre as unidades de conservação Reserva Biológica Guaporé e Parque Estadual Corumbiara, localizadas no sudeste do estado de Rondônia, utilizando modelagem geográfica por geotecnologias, </strong><strong><mark>utilizando o Processo de Hierarquia Analítica (AHP).</mark></strong><strong> </strong>Os resultados revelaram sete propostas de corredores ecológicos, com comprimento médio de 32.155 metros, largura média de 3.215,5 metros e área média de 10.095,5 hectares. Todas as propostas estão inseridas nos limites do município de Alta Floresta D'Oeste. Dentre as sete propostas, o corredor “E” foi o que apresentou melhores condições ambientais, apresentando 91,4% de sua área total coberta por florestas. <br><strong>Palavras-chave:</strong> Sensoriamento remoto, processamento digital de imagens, fragmentação florestal, modelagem geográfica&nbsp; &nbsp;<br><a href="https://www.poisson.com.br/livros/cartografia/sensoriamento_remoto/fundamentos_e_uso_vol1.pdf">https://www.poisson.com.br/livros/cartografia/sensoriamento_remoto/fundamentos_e_uso_vol1.pdf&nbsp;</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-13 16:35:45 UTC</pubDate>
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         <title>Atividade 4.1 Beatriz Bomfim</title>
         <author>beatrizbonfim</author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1647906428</link>
         <description><![CDATA[<div>Uma <strong>estação meteorológica</strong> é um conjunto de instrumentos ou sensores que recolhem dados para análise do tempo <strong>meteorológico</strong>. Esses instrumentos/sensores são capazes de registrar a temperatura do ar, velocidade e direção do vento, umidade do ar, radiação solar, chuva, pressão atmosférica entre outras variáveis.<br><br>Onde encontrar: https://www.climaeambiente.com.br/</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-13 16:39:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atv 4.1-Marcos Roberto: O potencial uso da plataforma digital do MapBimas para os estudos de Uso e Cobertura das Terras </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1649371989</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><br></strong>O Projeto de Mapeamento Anual do Uso e Cobertura da Terra no Brasil&nbsp; iniciativa que envolve uma rede colaborativa com especialistas nos biomas, usos da terra, sensoriamento remoto, SIG e ciência da computação que utiliza processamento em nuvem e classificadores automatizados desenvolvidos e operados a partir da plataforma Google Earth Engine para gerar uma série histórica de mapas anuais de uso e cobertura da terra do Brasil. O objetivo desse projeto é contribuir para o entendimento da dinâmica do uso do solo no Brasil e em outros países tropicais tendo como base uma plataforma digital que possui uma serie de mapa produtos do Sensoriamento Remoto, os mapas são produtos dos satélites: composto por imagens Landsat 5, 7 e OLI.<br>Link de acesso: https://mapbiomas.org/o-projeto</div>]]></description>
         <enclosure url="https://plataforma.brasil.mapbiomas.org/?activeBaseMap=8&amp;layersOpacity=70&amp;activeModule=coverage&amp;activeModuleContent=coverage%3Acoverage_main&amp;activeYear=2019&amp;mapPosition=-15.072124%2C-54.404297%2C4&amp;baseParams[territoryType]=5&amp;baseParams[territories]=96%3BBrasil%3B5%3BPa%C3%ADs%3B-33.75108381453708%3B-74.00459087362147%3B5.272709087891954%3B-34.7928849739999&amp;baseParams[activeClassesLevelsListItems]=28%2C36%2C50%2C51%2C52%2C35%2C29%2C37%2C38%2C41%2C40%2C39%2C30%2C43%2C42%2C54%2C56%2C55%2C57%2C53%2C44%2C31%2C45%2C46%2C47%2C34%2C32%2C49%2C48%2C33" />
         <pubDate>2021-07-14 12:15:44 UTC</pubDate>
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         <title>Atividade 4.1 Sueny Pinhel Miranda</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1649542990</link>
         <description><![CDATA[<div>O MapBioma é um Projeto de Mapeamento Anual do Uso e Cobertura da Terra no Brasil utiliza processamento em nuvem e classificadores automatizados desenvolvidos e operados a partir da plataforma Google Earth Engine para gerar uma série histórica de mapas anuais de uso e cobertura da terra do Brasil e é uma iniciativa que envolve uma rede colaborativa com especialistas nos biomas, usos da terra, sensoriamento remoto, SIG e ciência da computação. Vale ressaltar que a cada vez que houver um aperfeiçoamento nos algoritmos de classificação, os mapas de cobertura e uso do solo para cada ano serão atualizados a partir dos mosaicos Landsat que são utilizadas&nbsp; para as classificações. Dentro da lógica proposta pelo MapBiomas a metodologia de classificação é dinâmica e processual, com a finalidade de aperfeiçoar a classificação de cada tipologia. Atualmente o MapBioma ainda não forneceu dados dos anos de 2020 e 2021, precisando ainda atualizar o seu acervo para fornecer dados mais recentes.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://mapbiomas.org/colecoes-mapbiomas-1?cama_set_language=pt-BR" />
         <pubDate>2021-07-14 14:41:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>João Victor Rodrigues dos Santos - ATIVIDADE 4.1</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1649742458</link>
         <description><![CDATA[<div>O sucesso de qualquer projeto depende da boa qualidade da "fotografia" a ser utilizada, e consequentemente, aos parâmetros à ela associados, isto é, no caso das imagens capturadas por voos (tripulados ou não), o plano de voo. O plano de voo consiste em duas partes principais, sendo elas o "mapa" do voo, e as suas respectivas "especificações", como por exemplo reclinação lateral, reclinação longitudinal, tolerância de derivas, altitude do voo e outras. Por exemplo, se a área a ser fotografada para interpretação é irregular, traça-se um retângulo máscara que a envolva para facilitar o planejamento das linhas de voo. É importante se atentar para a orientação da câmera em voo, conferindo se esta está de forma vertical ou inclinada em relação ao solo a ser fotografado, para evitar a perda de cobertura estereoscópica, quando houver a sobreposição das imagens. A velocidade de movimento da câmera também deve ser controlada, para que não ocorra o "rolling shutter effect", gerando uma imagem distorcida, como pode ser observado na seguinte imagem. É preciso se atentar para que o processo não seja subaproveitado, e que se alcancem todos os objetivos, não pulando nenhuma etapa da fotointerpretação, que começa com os pequenos planejamentos anteriores ao voo, aproveitando ao máximo as resoluções almejadas neste sensoriamento.&nbsp;<br><br><br>(Todas essas informações e imagens foram retiradas de um material didático disponibilizado pela disciplina ENF314 - Fotointerpretação e Sensoriamento Remoto, ofertada em 2021, no PER II, pela Universidade Federal de Viçosa)&nbsp;<br><br>obs: achei que a pesquisa sobre "os produtos de sensoriamento remoto recomendados e/ou utilizados para o estudo e a gestão de áreas protegidas" já foi bastante discutida neste padlet, e por eu ter demorado a escrever sobre, optei por trazer um outro ponto sobre o sensoriamento remoto, sem relacionar diretamente com os estudos de áreas protegidas, mas trazendo dicas que devem ser levadas em considerações quando realizados todos e quaisquer voos de sensoriamento remoto)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-14 17:58:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade 4.1 Waleria Menezes Barros</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1649960306</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;<strong>TerraMA²</strong>&nbsp; <br><strong><sup>PLATAFORMA DE MONITORAMENTO, ANÁLISE E ALERTA A EXTREMOS AMBIENTAIS.</sup></strong></div><div>A plataforma computacional TerraMA² foi planejada dentro da linha de produtos de base tecnológica inovadora, no domínio de softwares abertos, com extensivo uso de nossa biblioteca geográfica TerraLib, além de atender uma demanda crescente de aplicações de monitoramento, análise e alerta em áreas como qualidade do ar, qualidade da água, gasodutos, barragens de rejeito em área de mineração, incêndios florestais, movimentos de massa do tipo escorregamentos e corridas de lama, enchentes e estiagens.<br><br>Fonte: http://www.terrama2.dpi.inpe.br/#about<br><br>Download disponível em: http://www.terrama2.dpi.inpe.br/downloads</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-07-14 23:35:53 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1651703009</link>
         <description><![CDATA[<div>Atividade 4.1 Nathan Vilela dos Santos<br>SPRING<br>O SPRING é um SIG (Sistema de Informações Geográficas) completo com funções de processamento de imagens, tratamento de dados temáticos e cadastrais, modelagem numérica de terreno, análise espacial e consulta a bancos de dados espaciais. O SPRING é usado nas mais diversas áreas de aplicação como: ambiental, geografia, planejamento urbano e regional. É também uma plataforma para o ensino de geoprocessamento e processamento de imagens.<br>Link: http://www.dpi.inpe.br/spring/</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-07-15 23:59:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atv_4.1_Liliane.Correa</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1651730767</link>
         <description><![CDATA[<div>Os índices de vegetação são "usados para monitorar e quantificar as condições e distribuições espaciais das vegetações, usando os dados digitais de reflectâncias espectrais da radiação eletromagnética, possui como objetivo condensar as informações espectrais e discriminar o que é ou não vegetação" (LIU 2006).<br><br>Um desses índices é o Normalized Difference Vegetation Index (NDVI), que pode ser combinado com outros produtos, como hidrografia por exemplo, para trazer excelentes dados para estudos de áreas protegidas. Tive meu primeiro contato com o tema há 10 anos, e com a vantagem de trabalhar em área que tínhamos acesso a produtos de alta resolução espacial.<br><br>Um que encontrei atualmente é do sensor MODIS, que tem a vantagem de já trazer dois índices prontos (NDVI e EVI), porém com a desvantagem de ser em baixa resolução espacial.<br><br>https://modis.gsfc.nasa.gov/data/dataprod/mod13.php<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://lpdaac.usgs.gov/media/images/MOD13Q1_V6_28Jul2018_Brazil_Hero.original_dEF2JTV.jpg" />
         <pubDate>2021-07-16 00:16:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade 4.1 - Igor Eliezer Borges</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1652142616</link>
         <description><![CDATA[<div>O <strong>Sentinel Playground</strong> oferece imagens de satélite com atualização de cerca de 5 dias, em várias bandas e composições. Pode-se buscar no mapa e por data da obtenção das imagens.<br><br>Link: <a href="https://apps.sentinel-hub.com/sentinel-playground/">https://apps.sentinel-hub.com/sentinel-playground/</a></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-07-16 03:04:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Contribuições das imagens Landsat-8</title>
         <author>27997846789</author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1652211595</link>
         <description><![CDATA[<div>Para entender o que se propõe a atividade 4.1, Unidade 4 do curso Capacitação em Geotecnologia, uma sugestão é a leitura do artigo "Análise do comportamento espaço-temporal das geoformas fluviais do baixo curso do rio Doce com o auxílio de imagens orbitais Landsat 8 - Linhares, ES". Nesse estudo, é possível verificar qual foi a contribuição da imagem supracitada para estudar e compreender as dinâmicas fluviais no baixo curso do rio Doce. Permitiu difundir a aplicação do uso integrado de sistemas de informações geográficas e produtos de sensoriamento remoto para estudos geográficos e como auxílio à tomada de decisões, possibilitando um melhor ordenamento de áreas como a estudada. Segundo Coelho &amp; Gil(2015), As técnicas integradas de sistemas de informações geográficas e produtos de sensoriamento remoto, neste caso imagens orbitais, possibilitam a visualização, análise e acompanhamento de sistemas ambientais (tais como bacias hidrográficas). Esse artigo é parte de um E-book denominado Aplicações-e-Princípios-do-Sensoriamento-Remoto-1 disponível em PDF no link: <a href="https://www.atenaeditora.com.br/wp-content/uploads/2018/10/E-book-Aplica%C3%A7%C3%B5es-e-Princ%C3%ADpios-do-Sensoriamento-Remoto-1.pdf">https://www.atenaeditora.com.br/wp-content/uploads/2018/10/E-book-Aplica%C3%A7%C3%B5es-e-Princ%C3%ADpios-do-Sensoriamento-Remoto-1.pdf&nbsp; </a>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="http://www.dsr.inpe.br/sbsr2015/files/p0665.pdf" />
         <pubDate>2021-07-16 03:48:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>ATIVIDADE 4.1 - MAYKE FEITOSA PROGÊNIO</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1652713358</link>
         <description><![CDATA[<div>Os satélites SPOT (Satélites Pour l'Observation de la Terre) foram projetados pelo CNES para estudar a Terra. De 1986 a 2015, a série de <a href="https://regards.cnes.fr/html/swh/Satellites_en.html"><strong>5 satélites</strong></a> foi capaz de captar imagens do planeta com resolução melhorada a cada geração de satélites (de 20 ma 2,5 m). Para perpetuar e valorizar esses dados, o programa SPOT Patrimônio Mundial (SWH), do CNES, disponibiliza gratuitamente ao público o arquivo SPOT 1, 2, 3, 4 e 5. São imagens (60x60 km) adquiridas de 1986 a 2015 no <a href="https://regards.cnes.fr/html/swh/Produits_en.html"><strong>nível L1A</strong></a> (egalização radiométrica, sem correção geométrica).<br>As imagens dos arquivos Spot 1-5 estão sujeitas à <a href="https://regards.cnes.fr/html/swh/ETALAB-Open-licence.pdf"><strong>Licença Open 2.0 ETALAB</strong></a> . Para qualquer uso do produto, agradecemos se você mencionar o apoio do CNES dentro do Programa SWH, acrescentando: " <strong>Imagens SPOT adquiridas pelo Programa do Patrimônio Mundial Spot do CNES</strong> " e fornecer ao CNES qualquer informação sobre o seu uso (publicação, projeto / relatório de estudo, reunião apresentação ...) em: <a href="mailto:exp.swh@cnes.fr"><strong>exp.swh@cnes.fr</strong></a><strong><br>Antes disso, antes era necessário usar apenas os produtos Landsat para períodos antigos, e com esta nova informação com certeza todos os órgãos ambientais aumentaram o poder de monitorar e diagnosticar áreas desmatadas.&nbsp;</strong></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-07-16 14:10:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>ATIVIDADE 4.1 - IMAGEM SPOT - MAYKE FEITOSA PROGÊNIO</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1652719142</link>
         <description><![CDATA[<div>Os satélites SPOT (Satélites Pour l'Observation de la Terre) foram projetados pelo CNES para estudar a Terra. De 1986 a 2015, a série de <a href="https://regards.cnes.fr/html/swh/Satellites_en.html"><strong>5 satélites</strong></a> foi capaz de captar imagens do planeta com resolução melhorada a cada geração de satélites (de 20 ma 2,5 m). Para perpetuar e valorizar esses dados, o programa SPOT Patrimônio Mundial (SWH), do CNES, disponibiliza gratuitamente ao público o arquivo SPOT 1, 2, 3, 4 e 5. São imagens (60x60 km) adquiridas de 1986 a 2015 no <a href="https://regards.cnes.fr/html/swh/Produits_en.html"><strong>nível L1A</strong></a> (egalização radiométrica, sem correção geométrica).<br><br>As imagens dos arquivos Spot 1-5 estão sujeitas à <a href="https://regards.cnes.fr/html/swh/ETALAB-Open-licence.pdf"><strong>Licença Open 2.0 ETALAB</strong></a> . Para qualquer uso do produto, agradecemos se você mencionar o apoio do CNES dentro do Programa SWH, acrescentando: " <strong>Imagens SPOT adquiridas pelo Programa do Patrimônio Mundial Spot do CNES</strong> " e fornecer ao CNES qualquer informação sobre o seu uso (publicação, projeto / relatório de estudo, reunião apresentação ...) em: <a href="mailto:exp.swh@cnes.fr"><strong>exp.swh@cnes.fr</strong></a><strong><br><br>Antes disso, antes era necessário usar apenas os produtos Landsat 5 para períodos antigos, e com esta nova informação com certeza todos os órgãos ambientais aumentaram o poder de monitorar e diagnosticar áreas desmatadas</strong><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-07-16 14:16:49 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>ATIVIDAE 4.1 - NEO - BRUNO DA SILVA REIS</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1653329889</link>
         <description><![CDATA[<div>https://neo.sci.gsfc.nasa.gov/<br>One of the best places to study Earth is from space. NASA satellites continually orbit the globe, collecting information about Earth’s ocean, atmosphere, and land surfaces. Satellites can even monitor the activity of life forms, such as phytoplankton, from their remote vantage points. Satellite imagery provides the greatest benefit to the most people when it can be analyzed by anyone with an interest. NEO strives to make global satellite imagery as accessible as possible.</div><div>Our mission is to help you picture climate and environmental changes as they occur on our home planet. Here you can browse and download imagery of satellite data from NASA's constellation of Earth Observing System satellites. Over 50 different global datasets are represented with daily, weekly, and monthly snapshots, and images are available in a variety of formats including JPEG, PNG, Google Earth, and GeoTIFF.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-17 13:16:10 UTC</pubDate>
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         <title>Atividade 4.1 - Vitória Duarte Miranda</title>
         <author>dmvitoria1</author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1653355340</link>
         <description><![CDATA[<div>A geração de métricas de paisagem é uma das análises mais utilizadas em Sensoriamento Remoto. Através das imagens de satélite, é possível realizar estudos em Ecologia da Paisagem, permitindo a identificação de padrões de uso do solo e de cobertura florestal, bem como a detecção de mudanças. Nesse contexto, algumas aplicações SIG auxiliam na verificação e análise destes dados geoespaciais. Cita-se, nesse sentido, o programa FRAGSTATS, a extensão V Late 2.0 Beta do ArcGIS bem como o complemento LecoS do QGIS. Como exemplo, indico, a seguir, artigo que trata de um estudo de caso sobre a fragmentação florestal utilizando métricas de Ecologia da Paisagem através do software livre Quantum GIS e do complemento LecoS.<br>https://www.researchgate.net/publication/309440035_METRICAS_DE_ECOLOGIA_DE_PAISAGEM_EM_AMBIENTE_SIG_PARA_ANALISE_DOS_FRAGMENTOS_FLORESTAIS_DA_BACIA_DO_RIO_CLARO_-_PR</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-17 14:25:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade 4.1 - Paulo Roberto S. Josino</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1653424472</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;O monitoramento periódico dos corpos d’água e a gestão integrada de bacias hidrográficas são indispensáveis para a conservação dos recursos hídricos. Os métodos convencionais para a coleta de parâmetros de qualidade da água possuem limitações como: custo e tempo para realização das análises laboratoriais;&nbsp; as variações espaço-temporais nem sempre são registradas em amostras pontuais;&nbsp; o monitoramento contínuo é inviável em regiões remotas ou de difícil acesso. Portanto, diante das dimensões continentais do Brasil e das limitações dos métodos convencionais, o monitoramento com abrangência nacional desses ecossistemas necessita do apoio de outras fontes de dados, como os dados de SR. Com isso,&nbsp; um esforço internacional garantiu o avanço significativo em estudos aquáticos, e novos sensores orbitais foram desenvolvidos para o monitoramento de recursos terrestres e aquáticos, como o Sea-viewing Wide Field-of-view Sensor (SeaWiFS), MODerate resolution Imaging Spectroradiometer (MODIS), Medium Resolution Imaging Spectrometer (MERIS), e mais recentemente, o sensor Visible Infrared Imaging Radiometer Suite (VIIRS)&nbsp;<br><br>Link: http://ioccg.org/resources/missions-instruments/historical-ocean-colour-sensors/</div>]]></description>
         <pubDate>2021-07-17 17:43:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O que é a IDE-Sisema? A Infraestrutura de Dados Espaciais do Sistema Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (IDE-Sisema), instituída pela Resolução Conjunta SEMAD/FEAM/IEF/IGAM nº 2.466/2017, tem como objetivo promover a adequada organização dos processos de geração, armazenamento, acesso, compartilhamento, disseminação e uso dos dados geoespaciais oriundos das atividades, programas e projetos ambientais e de recursos hídricos desenvolvidos pelo Sisema.Trata-se de modelo de gestão corporativa e compartilhada dos dados, padrões e tecnologias geoespaciais de seus órgãos componentes, implementado por Comitê Gestor formado pelos setores técnicos especializados da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Fundação Estadual de Meio Ambiente, Instituto Estadual de Florestas e Instituto Mineiro de Gestão das Águas. A coordenação executiva é realizada pela Diretoria de Gestão Territorial Ambiental da Semad.O plano de gestão da IDE-Sisema prevê ações baseadas nos pilares definidos pela Infraestrutura Nacional de Dados Espaciais (Decreto nº 6.666/2008). Além da plataforma WebGIS, está disponível manual oriundo do esforço de padronização e consistência das bases de dados geoespaciais do Sisema.</title>
         <author>camilazyngier</author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1653500903</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="http://idesisema.meioambiente.mg.gov.br/" />
         <pubDate>2021-07-17 23:09:19 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Satélite Ikonos</title>
         <author>pedrolucgil89</author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1653759371</link>
         <description><![CDATA[<div>O satélite IKONOS, operado pela Empresa GeoEye, foi posto em órbita em setembro de 1999 (Ikonos II, pois a primeira tentativa de lançamento não obteve sucesso). Ele foi o primeiro Satélite de Observação da Terra a oferecer imagens em alta resolução, tanto para uso comercial, como para fins científicos. Esse avanço propiciou a coleta de dados e informações bem detalhadas sobre a superfície do planeta. O satélite funcionou até janeiro de 2015, quando foi desativado pela empresa mantenedora. Sua operação se dava a partir de sensores imageadores, da faixa do visível e infravermelho próximo. As imagens eram geradas em modo pancromático e multiespectral, com resolução espacial de 1 metro e 4 metros respectivamente. Era também capaz de forneces imagens stereo utilizadas na elaboração de Modelos de Elevação Digital (DEM) ou Modelos Digitais de Superfície (MDS).<br><br>https://www.embrapa.br/satelites-de-monitoramento/missoes/ikonos</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-18 15:22:09 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Atividade 4.1 - Gilmar Preto</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1655031976</link>
         <description><![CDATA[<div>IDE-Sisema<br>Trata-se de modelo de gestão corporativa e compartilhada dos dados, padrões e tecnologias geoespaciais de seus órgãos componentes, implementado por Comitê Gestor formado pelos setores técnicos especializados da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Fundação Estadual de Meio Ambiente, Instituto Estadual de Florestas e Instituto Mineiro de Gestão das Águas. A coordenação executiva é realizada pela Diretoria de Gestão Territorial Ambiental da Semad. O plano de gestão da IDE-Sisema prevê ações baseadas nos pilares definidos pela Infraestrutura Nacional de Dados Espaciais (Decreto nº 6.666/2008). Além da plataforma WebGIS, está disponível manual oriundo do esforço de padronização e consistência das bases de dados geoespaciais do Sisema.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="http://idesisema.meioambiente.mg.gov.br/" />
         <pubDate>2021-07-19 18:53:29 UTC</pubDate>
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         <title>Atividade 4.1 - Gélica Evangelista</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Os VANTs de asa fixa são amplamente utilizados na<a href="https://horusaeronaves.com/5-vantagens-que-so-os-drones-oferecem-na-aerofotogrametria-de-precisao/"> aerofotogrametria</a>, auxiliando profissionais de diversas frentes como a<a href="https://horusaeronaves.com/tudo-sobre-levantamento-topografico-com-drone/"> topografia</a>,<a href="https://horusaeronaves.com/as-aplicacoes-dos-vants-na-mineracao/"> mineração</a>, no<a href="https://horusaeronaves.com/como-os-drones-podem-revolucionar-e-facilitar-o-controle-ambiental/"> controle ambiental</a> ou a agricultura, a coletarem informações precisas.<br>Atualmente os drones se tornaram ferramentas estratégicas para análises inteligentes e a tomada de decisões assertivas,&nbsp; principalmente quando aliados a tecnologias como a inteligência artificial e softwares de processamento de imagens.<br>Assim, eles são capazes de trazer performance e acelerar resultados para além da captura de imagens e monitoramento.<br>DRONE</div><h1>VEROK</h1><div>Drone profissional asa fixa de alta performance com desempenho de voo para mapear grandes áreas em nossas operações.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://horusaeronaves.com/as-vantagens-dos-vants-de-asa-fixa/" />
         <pubDate>2021-07-19 19:33:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade 4.1 - Lauralyne Barbosa Oliveira</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1655071608</link>
         <description><![CDATA[<div>O monitoramento ambiental por <strong>sensoriamento remoto</strong> se baseia no processamento de dados e imagens adquiridas por sensores a bordo de satélites e outros tipos de plataformas, a fim de se extrair informação sobre alvos na superfície terrestre&nbsp; ou processos de interesse ao longo do tempo.<br><br></div><div>É importante ressaltar que o monitoramento por <strong>sensoriamento remoto</strong> não é aplicável à todas as situações existentes ou exigidas em um monitoramento de grande complexidade. Em alguns casos, a técnica é utilizada de maneira complementar ao método convencional de monitoramento. Em outros, pode suprir totalmente a necessidade de idas a campo e gastos com análises laboratoriais ou no escritório.<br><br></div><div>As principais vantagens desta abordagem em relação à abordagem convencional são:<br><br></div><ul><li>&nbsp;Maior representação espacial da área monitorada;</li><li>Maior frequência na obtenção de dados;</li><li>Cobertura de grandes áreas;</li><li>Coleta de dados de maneira não intrusiva e sistemática;</li><li>Possibilidade de aquisição de informação em áreas de difícil acesso;</li><li>Possibilidade de redução de custos atrelados aos programas de monitoramento;</li><li>Maior rapidez na disponibilização da informação aos tomadores de decisão.&nbsp;</li></ul><div><br>Dentre as aplicações de imagens coletadas por satélites para o monitoramento ambiental podemos destacar o monitoramento da qualidade da água em reservatórios e outros tipos de corpos hídricos, o monitoramento da vegetação em áreas de impacto direto e indireto de empreendimentos (áreas de mineração, construção de rodovias e linhas de transmissão de energia), o monitoramento de conformidade ambiental em estabelecimentos agropecuários e propriedades agrícolas, entre outros.<br><br>Um aspecto muito positivo com relação ao monitoramento ambiental por <strong>sensoriamento remoto</strong> é o fato de que atualmente existem diversas missões de satélites ativas, disponibilizando (publicamente ou comercialmente) dados e imagens com diferentes características e resoluções espaciais, espectrais e temporais. Como missões de destaque podem ser citadas as missões<a href="https://www.nasa.gov/mission_pages/landsat/main/index.html"> Landsat</a>da Agência Espacial Americana (NASA),<a href="https://sentinel.esa.int/web/sentinel/home"> Sentinel</a> da Agência Espacial Europeia (ESA) e<a href="http://www.cbers.inpe.br/"> CBERS</a> da parceria Brasil e China, que disponibilizam publicamente série históricas de imagens coletadas, na forma de produtos padronizados em arquivos georreferenciados, pronto para serem consumidos pelo usuário final.<br><br></div><div>Outro aspecto importante é a disponibilidade cada vez maior de sensores com com diferentes características, o que possibilita à coleta dos mais variados tipos de dados e imagens, ampliando as possibilidades de aplicações para fins de monitoramento ambiental. Os principais tipos de sensores utilizados para o monitoramento ambiental são:<br>Óptico multi e hiperespectral<br>Termal<br>RADAR (RAdio Detection And Ranging)<br>LiDAR (Light Detection And Ranging)<br><br>https://certi.org.br/blog/monitoramento-ambiental-sensoriamento-remoto/?lang=pt-br</div><div><br><br><br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-19 19:59:20 UTC</pubDate>
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         <title>Atividade 4.1 -  Giselle Lescano</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1655162743</link>
         <description><![CDATA[<div>Fotografia Aérea<br><br>A fotografia aérea é um meio de observação remota do terreno. É o meio mais utilizado em todo o mundo para obtenção de informação geográfica. Permite a recriação da perspetiva tridimensional do terreno e obtenção de cartografia 2D e 3D com alto rigor geométrico. Trata-se de uma ferramenta essencial na atualização de informação cartográfica, divulgação turística e planeamento de território. <br>Os levantamentos aerofotográficos digitais podem ser realizados , através de um avião equipado com tecnologia de aquisição de fotografia aérea digital e georreferenciação de trajeto de voo (gps/ins).<br>A matéria prima pode ser utilizada na cartografia e também produtos como os ortofotomapas digitais, fotografias aerotrianguladas, mapas fotográficos, modelos digitais de terreno e modelação virtual do território em 3D<br><br>&nbsp;<strong>Principais vantagens da fotografia aérea:<br></strong><br></div><ul><li>Forma rápida e econômica de atualizar cartografia.</li><li>Fácil integração em Sistemas de Informação Geográfica (SIG).</li><li>Otimização da qualidade radiométrica pela utilização de câmaras digitais.</li><li><strong>Aplicação:</strong> Cartografia 2D e 3D com uma precisão geométrica de subpixel.</li><li>Modelos Digitais do Terreno (MDT).</li><li>Ortofotomapas.</li></ul><div><br>https://infoportugal.pt/2015/03/05/fotografia-aerea-a-terra-vista-de-cima/ <br><br>Produto: ex DGT<br><strong>Enquadramento</strong>: Obtenção de cobertura aérea de fotografia digital e elaboração de modelos digitais do terreno e ortofotos das zonas costeiras de Portugal Continental.<br>– n.º de fotos : 9 231<br>– área do projeto: 795 km2<br>– n.º de modelos digitais do terreno: 940<br>– n.º de ortofotomapas : 940</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-19 22:56:12 UTC</pubDate>
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         <title>Atividade 4.1 - Átila Oliveira Campos Netto</title>
         <author>atilaoliveiracampos</author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1655324629</link>
         <description><![CDATA[<div>O Earth data search é um site onde se pode obter a visualização de imagens de satélites, além de permitir o download das imagens desejadas, o site reúne imagens obtidas de vários satélites, permitindo variadas aplicações, sua desvantagem é uma interface complicada para o uso.&nbsp;<br>https://search.earthdata.nasa.gov/</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-20 01:13:02 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Sensoriamento Remoto e Geotecnologia na Cafeicultura</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1655902501</link>
         <description><![CDATA[<div>Na agricultura de precisão o uso do sensoriamento remoto é de grande importância, pois ele supriu a necessidade de repetidas informações das condições do solo e necessidades da cultura em questões de nutrição ou disponibilidade de água. Verificamos que, atualmente, levamos em consideração que o solo as áreas de plantio são iguais, assim utilizamos uma média da fertilidade da área para uma posterior adubação, com isso não se leva em conta a fertilidade específica de cada área, porém, na agricultura de precisão, com uso do sensoriamento remoto se analisa cada área, metro a metro, de maneira independente.<br><br>Com isso, a agricultura de precisão proporciona grandes benefícios para os seus usuários, tais como: - Redução do grave problema do risco da atividade agrícola; - Redução dos custos da produção; - Tomada de decisão rápida e certa; - Controle de toda situação, pelo uso da informação; - Maior produtividade da lavoura; - Mais tempo livre para o administrador; - Melhoria do meio ambiente pelo menor uso de defensivo.<br><br>Outra possível utilização na agricultura é através do estudo e análises de imagens de satélites podemos obter informações sobre: as características funcionais dos cafezais (resistência, resiliência, entre outros); a duração e a intensidade da seca; nutrição da planta; dentre outros, sendo de estas informações de grande importância estratégica para a tomada de decisão.<br><br>Na cafeicultura temos como o sensoriamento remoto o Cafesat que visa espacializar as lavouras de café e o monitoramento das mesmas nas principais regiões produtoras do Brasil. No momento, o mapeamento está disponível apenas para os estados de Minas Gerais e São Paulo. O <strong>projeto Cafesat</strong> surgiu no ano de 2005 com um grande desafio, ou seja, provar que é possível mapear a cafeicultura brasileira nas principais regiões produtoras do País, por meio de imagens de satélites e disponibilizar essas informações num ambiente web. É evidente que a metodologia adotada para mapear soja, cana-de-açúcar, trigo, não é adequada para o café. Assim, foram precisos muitos esforços no sentido de estabelecer uma metodologia apropriada e quase que exclusiva para o café, fundamentada na interpretação visual das imagens na tela do computador. Em outras palavras, quase tudo que foi projetado para esse estudo e levantamento das áreas cafeeiras e teve que ser investigado inicialmente.<br><br>Matéria completa, disponível em: https://www.cafepoint.com.br/noticias/tecnicas-de-producao/sensoriamento-remoto-e-geotecnologias-na-cafeicultura-90237n.aspx</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.cafepoint.com.br/noticias/tecnicas-de-producao/sensoriamento-remoto-e-geotecnologias-na-cafeicultura-90237n.aspx" />
         <pubDate>2021-07-20 12:22:02 UTC</pubDate>
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         <title>Irene Cibelle Gonçalves Sampaio</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1656065903</link>
         <description><![CDATA[<div><br>O Mapbiomas possuem vários produtos que podem ser úteis na análise ambiental de Unidade de Conservação, entre outras áreas de interesse:<br>Todos os produtos do MapBiomas estão em constante evolução, divididos em Coleções:</div><ul><li>Coleção 1 – com legenda simplificada cobrindo o período de 2008-2015 (publicada em abril de 2016).</li><li>Coleção 2 – cobrindo o período de 2000-2016 (publicada em abril de 2017), e a Coleção 2.3 com melhorias a partir de aplicação de random forest (publicada em janeiro de 2018).</li><li>Coleção 3 – cobrindo o período de 1985 – 2017 (publicada em agosto de 2018), e a Coleção 3.1 com melhorias na classificação (publicada em abril de 2019).</li><li>Coleção 4 -&nbsp; cobrindo o período de 1985 – 2018 (publicada em agosto de 2019), e a Coleção 4.1. com melhorias da classificação (publicada em março de 2020).</li><li>Coleção 5 -&nbsp; cobrindo o período de 1985 – 2019 (publicada em agosto de 2020).</li></ul><div><strong><br>ATENÇÃO:<br></strong><br></div><ul><li>Os mapas das Coleções do MapBiomas são um produto em evolução. Ao utilizar os dados certifique-se que estar utilizando sempre a última versão disponível.</li><li>Os mapas do MapBiomas tem sua melhor aplicação em escalas até 1:100.000. Embora seja possível visualizá-los em escala 1:50.000, não recomendamos a utilização dos mesmos nesta escala.</li></ul><div><strong><br>PRODUTOS PARA TODOS OS PÚBLICOS<br></strong><br></div><ul><li><strong>Mapas de cobertura e uso do solo:</strong> são mapas no formato matricial (pixel de 30x30m). A legenda destes mapas assim como o período coberto evolui ao longo das coleções.</li><li><strong>Mosaicos de imagens</strong> de satélite para cada ano da série histórica com resolução espacial máxima de 30 m formado pela composição dos pixels representativos de cada conjunto de imagens de um local num determinado período de tempo (ex. filtrando as nuvens). Os períodos do ano em que são selecionadas as imagens variam conforme a região, tema ou bioma. Cada mosaico contém até 105 camadas de informação incluindo as bandas espectrais, frações e índices (ex. NDFI, NDVI etc). Os mosaicos podem ser acessados diretamente no Google Earth Engine.</li><li><strong>Plataforma Web de consulta pública</strong> com imagens, mapas e estatísticas das coleções do MapBiomas.</li></ul><div><strong><br>PRODUTOS PARA ESPECIALISTAS OU INTERESSADOS EM SE APROFUNDAR<br></strong><br></div><ul><li><strong>Notas metodológicas</strong> (produzidos no formato de ATBD) explicam todo o método de trabalho incluindo as especificidades de cada bioma e tema transversal mapeado.</li><li><strong>Coleção de scripts no GitHub:</strong> permite a multiplicação e adaptação para outros contextos.</li><li><strong>PlugIns para QGis</strong> - permitem acessar os dados do MapBiomas diretamente no QGIS.</li><li><strong>Ferramentas de Acesso e Download no Google Earth Engine</strong> -&nbsp; permite acessar e baixar dados do MapBiomas para diferentes recortes territoriais.</li></ul><div><br>A<strong> vantagem</strong> de usar esse tipo de produto é que eles já estão prontos. A <strong>desvantagem </strong>é não poder fazer análises que respondam a perguntas não idealizadas pelo escopo do produto. No entanto, o site tbm direciona para outros sites que disponibilizam as imagens originais e que podem ser utiilizadas para outras análises. Outra desvantagens é que não podemos modificar as categorias, cores, texturas (pelo menos eu não consegui)</div><div><br>https://mapbiomas.org/<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-20 15:29:24 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Atividade 4.1 - Produtos de sensoriamento remoto recomendados e/ou utilizados para o estudo e a gestão de áreas protegidas - Juliana Santos da Silva</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1656082364</link>
         <description><![CDATA[<div>No mercado de Sensoriamento Remoto, <em>softwares </em>são bastante utilizados para o Processamento Digital de Imagens (PDI). Para isso, grupos empresariais se reúnem para desenvolver programas inteligentes para o mercado de geotecnologias, como é o caso do Pix4D, que é uma empresa que desenvolve soluções de software profissionais para o mapeamento com drones baseado em imagens digitais.<br><br>Da empresa, surge em 2011 o <em>software </em>PIX4D, que possui nome homônimo a empresa. Atualmente, a empresa oferece diferentes <em>softwares </em>a partir do objetivo do usuário. Para mapeamento e modelagem 3D, há: o PIX4Dmapper (software de fotogrametria para mapeamento de drones profissionais), PIX4Dmatic (fotogrametria em grande escala), PIX4Dengine (reconstrução de fotogrametria), PIX4Dfields (mapeamento de campo e análise aérea de colheita para agricultura digital) e PIX4Dreact (mapeamento rápido para resposta de emergência). Para soluções em nuvem, há o PIX4Dcloud (plataforma on-line para mapeamento de drones, rastreamento de progresso e documentação do site). Para levantamento digital, há o PIX4Dsurvey (ponte entre a fotogrametria e o CAD). Para inspeção e telecom é o PIX4Dinspect (inspeção industrial automatizada e gestão de ativos). Para aplicação de captura de dados, há o PIX4Dcapture (aplicativo móvel gratuito para planejar, voar e obter imagens otimizadas para mapeamento profissional de drones), PIX4Dcatch (dispositivo móvel como scanner 3D profissional) e PIX4Dscan (aplicativo profissional de voo drone para dados de inspeção ideais).<br><br>A empresa possui uma vertente voltada à desenvolvimento da indústria, com o uso do <em>softwares </em>para a agricultura, construção, inspeção, educação, telecom, segurança pública, mineração, entre outros. O foco aqui é o <em>software </em>que utilizado para agricultura, o PIX4Dfields. Sua aplicação original foca na captação de imagens para agricultura de pressão e análise de culturas como índices NDVI/INDRE. Mas se utilizado para preservação de áreas protegidas também funciona, pois ele é capaz de gerar limites do campo, mapas de índice de vegetação, mapa de zoneamento e correlatos.<br><br>A capacidade de processar diferentes modelos digitais é a sua principal facilidade, o <em>software </em>é capaz de gerar ortomosaicos, nuvens de pontos e sua classificação, modelos 3D, modelo digital de terreno, modelo digital de superfície e curva de nível, ou seja, diferentes aplicações com um mesmo produto. <br><br>Dentre as vantagens com a utilização dos <em>softwares </em>PIX4D estão a análise em linha de tempo, a integração de dados, os relatórios detalhados, os projetos sempre atualizados, a redução de tempo e custo, o gerenciamento agrícola (ou preservação e manutenção das áreas protegidas), segurança pública, entre outros.<br><br>A principal desvantagem e empecilho é o preço da licença, como não é um único <em>software</em>, talvez o usuário necessite de um conjunto de softwares do PIX4D para realizar suas tarefas básicas de processamento digital. No site oficial do software, o pacote mais econômico é de USD 357,50 dólares americanos/mês (equivale a R$ 1.862,50 reais/mês na cotação do dia 20.07.2021), com ele, o usuário adquiriria o PIX4Dmapper e o PIX4Dcloud. Não há nenhum pacote que inclui o PIX4Dmapper juntamente ao PIX4Dfields, que considero ser útil para gestão de áreas protegidas já que oferece imagens de qualidade e alta precisão para agricultura e, com a adequação adequada, para a preservação e manutenção de Unidades de Conservação (UCs), por exemplo.<br><br>https://www.pix4d.com/#products<br>https://pixforce.com.br/10-ferramentas-relacionadas-ao-sensoriamento-remoto/<br>https://www.linkedin.com/company/pix4d/<br>https://www.dronevisual.com/software-pix4d<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-20 15:50:57 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Túlio Sousa Spósito</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1656138890</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Atividade 4.1 - Produtos de sensoriamento remoto recomendados e/ou utilizados para o estudo e a gestão de áreas protegidas, bem como vantagens/desvantagens facilidades ou empecilhos do uso deste produto.</strong><br><br><strong>TerraLib/TerraView</strong><br>A TerraLib é uma biblioteca de funções para construção de aplicações geográficas desenvolvida pelo Instituto de Pesquisas Espaciais (INPE). A biblioteca é <em>OpenSource </em>(Código aberto) e contém funções básicas de geoprocessamento e processamento de imagens, assim como algoritmos inovadores para o tratamento de dados espaço-temporais e de aderência a padrões da comunidade de processamento.<br>O TerraView é um dos produtos feitos a partir da TerraLib. É um SIG abrangente que permite a construção de uma base de dados geográficos e sua manipulação. O TerraView apresenta uma interface gráfica para funções e algoritmos disponíveis na TerraLib.<br><br><strong>Vantagens</strong>: Como são <em>softwares</em> de código livre, significa que é gratuita a sua utilização, além do mais é feito por brasileiros, então fica mais fácil o diálogo, bem como o suporte técnico.<br><br><strong>Desvantagens:</strong> Apesar de estar em sua versão LTS (de longa duração), ainda apresenta algumas dificuldades em sua execução por usuários iniciantes. É interessante que o(a) usuário(a) tenha uma certa experiência com programação e estrutura de dados para um melhor proveito do <em>software</em>. Outro empecilho é a ainda escassez de material de apoio, sendo limitado. Porém existe esse tutorial realizado pela <a href="https://www.clickgeo.com.br/conheca-melhor-o-terraview/">ClickGeo</a> que é uma porta de entrada para o programa.<br><br>Fonte: <a href="http://www.dpi.inpe.br/terralib5/wiki/doku.php">http://www.dpi.inpe.br/terralib5/wiki/doku.php</a><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-20 17:00:18 UTC</pubDate>
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         <title>Atividade 4.1 - JULIE KELLY ARAUJO DA SILVA </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1656147397</link>
         <description><![CDATA[<div>Atualmente, os softwares de SIG/GIS tem se tornado uma ferramenta importante para profissionais de diversas áreas além de geógrafos, como por exemplo, engenheiros ambientais, agrônomos etc. Devido ao processamento de imagens (PDI), imagens de satélites atualizadas e diversos outros recursos de sensoriamento remoto, é possível cada vez mais analisar, identificar e possuir bancos de dados estatísticos da superfície terrestre (física, ambiental, social etc).&nbsp;<br>Assim, para as áreas protegidas, pode-se utilizar mapeamento de cobertura do solo, mapa 2D e 3D, mapeamento temáticos de localização das áreas protegidas, baixo custo beneficio ao usar programas de GIS como QGIS, acesso a lugares de difícil acesso através de imagens de satélites atualizadas por data.&nbsp;<br>O site Sentinel Hub, é uma boa ferramenta para imagens de satélites de acordo com a data requerida: https://apps.sentinel-hub.com/eo-browser/?zoom=14&amp;lat=-30.9136&amp;lng=-50.86481&amp;themeId=DEFAULT-THEME&amp;datasetId=S2L1C&amp;fromTime=2019-01-05T00%3A00%3A00.000Z&amp;toTime=2019-01-05T23%3A59%3A59.999Z&amp;layerId=CUSTOM<br>O site da Ensri também é interessante: https://www.esri.com/en-us/maps-we-love/overview<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-20 17:11:19 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1656156576</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-07-20 17:23:23 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1656161454</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://mundogeo.com/wp-content/uploads/2012/04/TerraView.jpg" />
         <pubDate>2021-07-20 17:30:32 UTC</pubDate>
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         <title>Atividade 4.1 - Daniele Silva dos Santos</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1656241328</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="http://www.novaterrageo.com.br/sig-web-distribuicao_de_dados/">http://www.novaterrageo.com.br/sig-web-distribuicao_de_dados/</a><br><br><strong>Integração e Distribuição de Informação – SIG/Web</strong><br><br>O SIG/web é uma plataforma que faz o gerenciamento de dados geográficos a qual realiza o armazenamento, análise e manipulação dos dados espaciais em ambiente Web. Os mesmos podem ser realizados via intranet ou internet. Ela permite o compartilhamento de dados entre pessoas que estão em locais diferentes além de permitir a utilização das mesmas informações geográficas consolidadas em um só ambiente. Desta forma, torna-se possível a obtenção de dados estatísticos e espaciais com rapidez, gerando resultados precisos em menos tempo de forma personalizada e descentralizada.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-07-20 19:41:56 UTC</pubDate>
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         <title>Atividade 4.1 - Ana Sarah Lotfi</title>
         <author>anasarahlotfi</author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1656249101</link>
         <description><![CDATA[<div>https://inde.gov.br/CatalogoGeoservicos<br><br>Geoserviços são serviços web específicos para o domínio geoespacial, constituindo um poderoso conjunto de funcionalidades para coletar, armazenar, recuperar sem restrições, transformar e apresentar dados espaciais associados a um determinado objetivo. Essas funcionalidades são usadas por meio de um navegador Web ou outra aplicação qualquer (QGIS ou um aplicativo em <em>Smartphone</em>, por exemplo).<br><br></div><div>Através dos geoserviços é possível exportar informações geoespaciais para uma ampla gama de formatos, tanto para edição de objetos como para a apresentação de mapas.<br><br></div><div>A INDE adotou os padrões do <em>Open Geospational Consortium</em> <a href="https://www.opengeospatial.org/">OGC</a> para a especificação de seus geoserviços. Abaixo são listadas as implementações disponíveis desses padrões, por instituição:<br><br></div><div><strong><em>WMS (Web Map Service):</em></strong> define um geoserviço para uma representação visual dos dados espaciais em algum formato de imagem e não os dados em si. Estas representações serão geradas no formato de imagem, como JPEG, PNG e GIF ou em formato vetorial, como o <em>Scalable Vector Graphics</em> (SVG). Este padrão especifica como o cliente deve requisitar as informações para o servidor e como este deve responder ao cliente. As operações WMS podem ser realizadas a partir de um navegador web que fará a submissão das requisições sob a forma de uma URL.<br><br></div><div><strong><em>WFS (Web Feature Service):</em></strong> define um serviço para que clientes possam recuperar feições espaciais em formato GML. As operações WFS podem ser realizadas a partir de um navegador web que fará a submissão das requisições sob a forma de uma URL e este retornará os dados em si.<br><br></div><div><strong><em>WCS (Web Covarage Service):</em></strong> define o acesso aos dados que representam fenômenos com variação contínua no espaço. Este serviço é especificado para tratamento de dados modelados como geocampos.<br><br>O site apresenta listas de endereços de catálogos de Geoserviços, em níveis: nacional, estadual, municipal e acadêmico.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-07-20 19:58:33 UTC</pubDate>
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         <title>Atividade 4.1- Ariely Venancio Marques</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1656302638</link>
         <description><![CDATA[<div>Um dos principais produtos do Sensoriamento Remoto é a imagem de satélite,&nbsp; obtida por meio de sensores a bordo de satélites.&nbsp;<br>A Divisão de Geração de Imagens (DIDGI) que faz parte da Coordenação-Geral de Observação da Terra (CGOBT) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), mantém os seguintes catálogos para a disseminação de imagens de satélites por meio da Internet:<br><br></div><ul><li>As imagens do satélite CBERS 04A estão em <a href="http://www2.dgi.inpe.br/catalogo/explore"><strong>www2.dgi.inpe.br/catalogo/explore</strong></a>.<br><br></li><li>As imagens dos satélites AQUA, CBERS4, DEIMOS, LANDSAT8, NOAA-20, RESOURCESAT1, RESOURCESAT2, S-NPP, TERRA e UK-DMC2 estão em <a href="http://www.dgi.inpe.br/catalogo"><strong>www.dgi.inpe.br/catalogo</strong></a>.<br><br></li><li>As imagens dos satélites CBERS2, CBERS2B, GLS-LANDSAT, LANDSAT1, LANDSAT2, LANDSAT3, LANDSAT5 e LANDSAT7 estão em <a href="http://www.dgi.inpe.br/CDSR"><strong>www.dgi.inpe.br/CDSR</strong></a>.</li></ul><div><br></div><div>Vantagens:</div><div>Independente do tempo: radiação artificial pode penetrar nuvens, chuva, luz e neve. Independente da luz solar: pode monitorar dia e noite.&nbsp; Várias possibilidades de aplicação: oceanografia, hidrologia, geologia, glaciologia, serviços de agricultura e florestas.<br><br></div><div>Desvantagens:</div><div>As emissões são marginais, radiação pode ser influenciada ou interferida por outras fontes de radiação. Análise complicada e de alto custo.</div><div><br><br><br><br>O SPRING é um SIG (Sistema de Informações Geográficas) no estado-da-arte com funções de processamento de imagens, análise espacial, modelagem numérica de terreno e consulta a bancos de dados espaciais. Os sistemas desta geração são concebidos para uso em conjunto com ambientes cliente-servidor, geralmente acoplados a gerenciadores de bancos de dados relacionais, operando como um banco de dados geográfico.</div><div><br></div><ul><li><em>Quais são as vantagens do SPRING?</em><ul><li>Contém algoritmos inovadores, como os utilizados para indexação espacial, segmentação de imagens, classificação por regiões e geração de grades triangulares com restrições, garantem o desempenho adequado para as mais variadas aplicações, complementando os métodos tradicionais de processamento de imagens e análise geográfica.</li><li>Base de dados é única, assim, a estrutura de dados é a mesma quando o usuário trabalha em um microcomputador na versão Windows e em uma máquina RISC (Estações de Trabalho UNIX), não havendo necessidade de conversão de dados. O mesmo ocorre com a interface, que é exatamente a mesma, de maneira que não existe diferença no modo de operar o SPRING.</li></ul></li></ul><div><br>Link: <a href="http://www.dpi.inpe.br/spring/portugues/links.html">Spring - Links (inpe.br)</a></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-20 21:50:33 UTC</pubDate>
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         <title>Atividade 4.1- Alice de Melo Avelino Santos </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1657236505</link>
         <description><![CDATA[<div>O Instituto Nacional de Metereologia dispõe de imagens de satélite de cunho meteorológico utilizando os satélites GOES<br>https://satelite.inmet.gov.br/<br>Aplicativo Windy é uma ferramenta extraordinária para visualização de previsão do tempo de modo ao vivo, acredito que utilize imagens de satélite e radar.<br>https://play.google.com/store/apps/details?id=com.windyty.android&amp;hl=pt_BR&amp;gl=US<br>Mapeamento Cartográfico de Salvador realizado pela Prefeitura da Cidade<br>http://mapeamento.salvador.ba.gov.br/geo/desktop/index.html#on=layer/default;scalebar_meters/scalebar_m;orto2016/Ortoimagem_Salvador_2016_2017&amp;loc=38.21851414258813;-4277442.303306092;-1447488.5911151858.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-21 15:31:37 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Atividade 4.1 - Gladys Gregoria Pantoja Flores</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1657309484</link>
         <description><![CDATA[<div>MAPBIOMAS<br>O Projeto de Mapeamento Anual do Uso e Cobertura da Terra no Brasil é uma iniciativa que envolve uma rede colaborativa com especialistas nos biomas, usos da terra, sensoriamento remoto, SIG e ciência da computação que utiliza processamento em nuvem e classificadores automatizados desenvolvidos e operados a partir da plataforma Google Earth Engine para gerar uma série histórica de mapas anuais de uso e cobertura da terra do Brasil.<br><br>Vantagens:</div><ul><li>Trabalho em Rede com instituições responsáveis por diferentes biomas e temas transversais para otimizar as soluções.</li><li>Processamento distribuído e automatizado dos dados através de parceria com Google Earth Engine.</li><li>Trabalho orientado para gerar uma plataforma aberta, multiplicável e com possibilidade de aplicação em outros países e contextos.</li><li>Plataforma colaborativa - desenhada para incorporar e acolher as contribuições da comunidade científica e demais interessados em colaborar.</li></ul><div>Disponivel: https://mapbiomas.org/</div>]]></description>
         <enclosure url="https://mapbiomas.org/" />
         <pubDate>2021-07-21 16:57:14 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Atividade 4.1 - Paulo Henrique de Almeida</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1657583268</link>
         <description><![CDATA[<div>Recomendo o Programa Internacional de Imagens da Iniciativa de Florestas e Clima da Noruega. Qualquer pessoa pode acessar os mosaicos de alta resolução e análises do planeta dos trópicos do mundo. Esse programa tem como objetivo ajudar a reduzir e reverter a perda de florestas, combater as mudanças climáticas, conservar a biodiversidade e facilitar o desenvolvimento sustentável.<br><br>Vantagens: Pode ser acessado por qualquer pessoa, gratuitamente. Diversas aplicações e soluções. Os dados do planeta são úteis para medir dezenas de indicadores em 13 dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas (ODS). Os satélites podem ajudar a revelar riscos sociais, ambientais e climáticos com detalhes sem precedentes, alimentando uma nova geração de políticas e instrumentos financeiros sustentáveis ​​inovadores.<br><br>https://www.planet.com/<br><br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.planet.com/" />
         <pubDate>2021-07-22 00:18:24 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Atividade 4.1 - Eduarda de Jesus Souza Lima</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1658620226</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>GEOBAHIA</strong></div><div>O GEOBAHIA é um grande sistema que possui um banco de dados geográficos que tem por objetivo sistematizar, integrar e possibilitar a análise de informações ambientais e sócio-econômicas georreferenciadas para suporte à gestão ambiental e a tomada de decisão.&nbsp;<br>Trata-se de um SIG (sistema de informação geográfica) corporativo que utiliza geotecnologias no planejamento, análise e monitoramento das dinâmicas espaciais e temporais relativas às interferências antrópicas na área de atuação do Projeto Corredores Ecológicos, contribuindo para o planejamento e implementação de ações de fiscalização ambiental.<br><br>http://www.seia.ba.gov.br/mapas/interativos<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-22 20:10:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>SIGEO Niterói - Mateus Costa Corrêa</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1658670075</link>
         <description><![CDATA[<div>O SIGEO Nit é um Sistema de Informações Geográficas onde é possível baixar ortofotos de áreas do município de Niterói, elas possuem 10 cm de pixel em escala de 1:1000 e são de boa qualidade. Na minha opinião, não há desvantagens em empregar este produto, desde que sua área de estudo seja em Niterói.<br><br>http://sigeo.niteroi.rj.gov.br/ortofoto/</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-22 21:56:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade 4.1 - Mateus Fernandes de Almeida</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1658745135</link>
         <description><![CDATA[<div>Mapbiomas<br>O Mapbiomas é um projeto de disponibilização de dados de uso e cobertura do solo em todo o brasil. Esses dados são muito úteis na análise espacial de áreas protegidas, bem como para o seu monitoramento.&nbsp;<br>Desvantagem: O nível de detalhes quando se pensa em analisar áreas protegidas pode não ser suficiente dependendo do tipo de análise que se deseja.<br>Vantagem: É uma fonte já processada, gratuita e confiável de informações geográficas&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-23 00:06:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Análise da degradação da vegetação nativa em área de preservação permanente na Paraíba</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1658792826</link>
         <description><![CDATA[<div><br>"Para a quantificação em porcentagem de vegetação nativa em cada classe, descrita acima, foi utilizada o r.report no QGIS, para constatar o nível de degradação que a mata ciliar vem sofrendo no decorrer dos anos em estudo. A identificação nas mudanças na sua fitomassa podem ser determinadas por meio de métodos como a diferença do NDVI (Índice de Vegetação com Diferença Normativa), a partir de datas diferentes, este método contribui de forma eficiente e eficaz para análises que contemplam a cobertura vegetal (Aguiar et al., 2010)."<br><br>Silva, V. F., Pereira, J. S., Cosme, A. M. F., Alves, D. S. P. W., de Lima, M. V. L. A., &amp; Neto, J. D. (2020). Análise da degradação da vegetação nativa em área de preservação permanente na Paraíba. <em>Revista Brasileira de Geografia Física</em>, <em>13</em>(01), 121-130.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-07-23 00:44:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Deyvid Luam da Silva Panta</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1659006167</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>ALOS PALSAR é um modelo digital de superfície,  é um  dado de sensoriamento remoto que utiliza como instrumento para obter informações o sistema Radar, que a partir das informações adquiridas é possível desenvolver pesquisas sobre as feições da superfície terrestre.  </strong></div>]]></description>
         <enclosure url="https://asf.alaska.edu/data-sets/sar-data-sets/alos-palsar/" />
         <pubDate>2021-07-23 03:20:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade 4.1- Oscar Donizete Costa de Meira</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1659631502</link>
         <description><![CDATA[<div>A <strong>Infraestrutura Nacional de Dados Espaciais – INDE </strong>foi instituída pelo <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Decreto/D6666.htm">Decreto Nº 6.666 de 27/11/2008</a> com a seguinte definição:<br><br></div><div>Conjunto integrado de tecnologias; políticas; mecanismos e procedimentos de coordenação e monitoramento; padrões e acordos, necessário para facilitar e ordenar a geração, o armazenamento, o acesso, o compartilhamento, a disseminação e o uso dos dados geoespaciais de origem federal, estadual, distrital e municipal. <br><a href="https://inde.gov.br/#:~:text=A%20INDE%20nasce%20com%20o,qualquer%20cliente%20que%20tenha%20acesso"><br>Página Inicial - Portal INDE</a></div><div>https://inde.gov.br</div><div><br><br></div>]]></description>
         <pubDate>2021-07-23 19:55:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade 4.1 - Produtos do sensoreamento remoto</title>
         <author>mariiacslopes</author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1659948534</link>
         <description><![CDATA[<div>Análise do Grau de Severidade de Áreas Queimadas na Estação Ecológica de Águas Emendadas por Meio de Dados do Landsat 8<br><br>Por meio do lansat8 é possivel observar os padrões de queimadas que ocorrerem em um determinado local. Para isso utiliza-se o as bandas de infravermelho médio e próximo.&nbsp;<br><br>É um processamento importante para monitorar e quantificar as áreas que foram queimadas.<br><br>https://doi.org/10.26848/rbgf.v8.2.p431-438</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-24 13:24:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade 4.1 - Produtos do Sensoreamento Remoto - CAIO MOLENA</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1659976247</link>
         <description><![CDATA[<div>"Em 2015 a Fundação Brasileira para o Desenvolvimento Sustentável deu início ao Projeto de Mapeamento em Alta Resolução dos Biomas Brasileiros, que desde então vem produzindo dados primários de uso e cobertura do solo, hidrografia e Áreas de Preservação Permanente em uma resolução inédita para os biomas brasileiros (5 metros). Os resultados do mapeamento vêm sendo utilizados para apoiar a execução de políticas públicas - em especial a implementação do Cadastro Ambiental Rural, o planejamento territorial, a realização de pesquisas acadêmicas e o desenvolvimento de tecnologias. Até o momento o mapeamento já foi concluído para mais de 4 mil municípios brasileiros abrangidos pelos biomas Mata Atlântica e Cerrado." - Retirado do Site da FBDS.<br><br>Já utilizei os dados para elaboração de pesquisas em bacias hidrográficas. É uma fonte confiável e os dados são disponibilizados em: http://geo.fbds.org.br/<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-07-24 14:48:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Sensoriamento RemotoEngenharia Ambiental - Dagoberto Barros</title>
         <author>engflorestdagobarros</author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1660097172</link>
         <description><![CDATA[<div>Interessante a leitura e recomendo ! Um material do&nbsp; Prof. Enner Alcântara Departamento de Cartografia Universidade Estadual Paulista&nbsp;<br>http://docs.fct.unesp.br/docentes/carto/enner/EngAmbiental/SR_Aula_1.1%20(Introdu%E7%E3o%20ao%20SR).pdf<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-24 23:53:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>POTENCIALIDADES DO USO DE GEOTECNOLOGIAS PARA AGESTÃO E PLANEJAMENTO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1660111854</link>
         <description><![CDATA[<div>Artigo interessante para se ter uma noção sobre uso de geotecnologias para gestão de UCs.<br>https://periodicos.ufjf.br/index.php/geografia/article/download/30000/21658/131987<br>Atividade 4.1 Glauber Carvalho</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-07-25 01:19:50 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1660111854</guid>
      </item>
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         <title>Atividade 4.1 </title>
         <author>jaquemasasi</author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1660122342</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;DIFERENTES PRODUTOS DE SENSORIAMENTO REMOTO NO MAPEAMENTO VISUAL DE DRENAGENS E NASCENTES NA MICROBACIA HIDROGRÁFICA DO CEVEIRO&nbsp;<br><br>A vantagem deste produto de sensoriamento remoto foi a facilidade de encontrar novas nascentes sem a necessidade de realizar todo o processo de buscas presencialmente no local. Já a desvantagem foi a dificuldade em encontrar parte das nascentes, pois, encontraram-se deslocadas do local originalmente proposto pelas cartas, principalmente pelo fato da monocultura de cana-de-açúcar contribuir na retração da mata ciliar ao redor dessas nascentes.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp;<br>site: https://www.embrapa.br/busca-de-publicacoes/-/publicacao/1058007/diferentes-produtos-de-sensoriamento-remoto-no-mapeamento-visual-de-drenagens-e-nascentes-na-microbacia-hidrografica-do-ceveiro&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.embrapa.br/busca-de-publicacoes/-/publicacao/1058007/diferentes-produtos-de-sensoriamento-remoto-no-mapeamento-visual-de-drenagens-e-nascentes-na-microbacia-hidrografica-do-ceveiro" />
         <pubDate>2021-07-25 02:04:30 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1660122342</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Por Daniel Côrte - Turma de Geociências 2021</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1660139247</link>
         <description><![CDATA[<div>Pesquisadores cruzaram dados de transtornos mentais comuns como (estresse, ansiedade, sintomas somáticos, etc.) e áreas verdes por meio de sensoriamento remoto. Descobriram que pessoas que moram próximas a tais áreas tem menor probabilidade de desenvolver tais doenças. Uma boa linha de pesquisa a ser repetida em tempos de pandemia, não acham?<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://socientifica.com.br/viver-perto-de-areas-verdes-reduz-chance-de-transtornos-mentais/" />
         <pubDate>2021-07-25 03:09:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade 4.1 Sidney dos Santos</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1660469369</link>
         <description><![CDATA[<blockquote>O Infosiga, derivado do Programa Respeito à Vida e vinculado a Secretaria de Governo conta com a colaboração de oito pastas da administração&nbsp; estadual, destina-se a agrupar todas as informações referentes aos acidentes de trânsito ocorridos no estado de São Paulo. Atualmente o sistema conta com uma base de dados abertos, onde além de oferecer os pontos nos quais ocorreram os acidentes e suas tipologias, fornece as características das pessoas envolvidas, como gênero, e faixa etária. Contam também com um Infomapa com localização georreferenciada dos acidentes.</blockquote>]]></description>
         <enclosure url="http://painelderesultados.infosiga.sp.gov.br/mapa/" />
         <pubDate>2021-07-25 23:53:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade 4.1 Sidney dos Santos</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1660478576</link>
         <description><![CDATA[<div>O TerraBrasilis é uma plataforma desenvolvida pelo INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), que prove o acesso a dados espaciais advindos do PRODES e do DETER para o monitoramento dos desmatamentos.</div>]]></description>
         <enclosure url="http://terrabrasilis.dpi.inpe.br/app/map/deforestation" />
         <pubDate>2021-07-26 00:10:45 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1660478576</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Diagnostico Atividade 4.1 Jacenilde Cristina Braga Soares</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1660584430</link>
         <description><![CDATA[<div><br><br>EVOLUÇÃO DAS ÁREAS DE MANGUEZAL DA BACIA HIDROGRÁFICA GENIPARANA NA ILHA DO MARANHÃO COM DADOS DE SENSORIAMENTO REMOTO.<br>Autores: Alessânia Silva de Lucena e Carneiro André Luís Silva dos Santos<br><br></div><div>Esse estudo teve como objetivo analisar a evolução temporal de áreas de mangue na bacia hidrográfica Geniparana na ilha do Maranhão, nordeste do Brasil, nos anos de 1984 a 2015 configurando uma abordagem multitemporal com uma avaliação através de mapas elaborados a partir de imagens de satélite de forma qualitativa e quantitativa quando trata do cálculo de área de mangue.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1266001949/32444c98b160cd2b9f7b981662004a77/artigo.pdf" />
         <pubDate>2021-07-26 02:09:37 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1660584430</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Atividade 4.1. - mural digital - Felipe Rosafa Gavioli</title>
         <author>gaviolif</author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1661024844</link>
         <description><![CDATA[<div>Uma plataforma excelente para obter dados de sensoriamento remoto é o Google Earth Engine - https://earthengine.google.com/<br>Vantagens: petabytes de dados disponíveis em uma única plataforma - imagens do landsat, sentinel, modis e outros produtos.&nbsp;<br>Desvantagem: interface pouco amigável ao usuário - necessidade de conhecer algo de programação para usufruir as potencialidades da plataforma.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-07-26 11:56:55 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1661024844</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Atividade 4.1 – Mural digital- Julia Dafhine Siqueira de Freitas </title>
         <author>juliaterra99</author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1661239065</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; ILHAS DE CALOR NO PERÍMETRO URBANO DE MONTES CLAROS - MG&nbsp;<br>O trabalho em questão estuda as alterações de temperatura ocasionadas no perímetro urbano de Montes Claros pela transformação antrópica, analisando campo térmico, através de mapas e utilizando o sensoriamento remoto por meio do modelo SEBAL para identificar os pontos de maior ocorrência térmica.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1278108291/e48d28d5b1226184042d791f21469116/TCC_ILHAS_DE_CALOR_NO_PER_METRO_URBANO_DE_MONTES_CLAROS___MG.pdf" />
         <pubDate>2021-07-26 16:30:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade 4.1- Mural digital -Quétila Souza Barros</title>
         <author>quetilabarros</author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1661472404</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; A dissertação intitulada:&nbsp; ESTIMATIVAS DE DESMATAMENTO E QUEIMADAS EM TEMPO QUASE REAL NA AMAZÔNIA SUL BRASILEIRA: UM PASSO PARA POPULARIZAÇÃO DE DADOS, utilizou a ferramenta  web Landviewer, e as imagens dos satélites Sentinel-2, Landsat-8, CBERS-4, disponíveis no catálogo para monitorar desmatamento e queimadas em tempo quase real.  Foi possível monitorar desmatamento e queimadas a partir da ferramenta gratuita da EOS, sendo interativa e de fácil uso, dispensando a necessidade de descarregar e armazenar vários gigabytes de imagens de satélite em um computador e processá-las em software especializado, demonstrando ser vantajosa quando se trata de monitoramento de AOIs. Isso permite identificar áreas prioritárias para a reflorestamento, contribuindo para cumprimento do acordo de Paris.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1278343761/f494e897763b7544b957546ce943359d/Disserta__o_MPGAP_Poliana_Ferro.pdf" />
         <pubDate>2021-07-26 23:53:31 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1661472404</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Atividade 4.1 - Mural Digital - Luiz Fernando Dall&#39;Acqua Rosa - Turma 2021</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1662254077</link>
         <description><![CDATA[<div>Na tentativa de agregar conteúdo a uma série de postagens feitas no Mural sobre produtos altimétricos para geoprocessamento e análises ambientais, gostaria de destacar o uso de PARES&nbsp; ESTEREOSCÓPIOS como solução de alta resolução altimétrica, podendo gerar Modelos Digitais de Elevação com até 1 metro de resolução espacial. Em suma, como explanado na sequência de slides cujo link segue abaixo, a&nbsp; ESTEREOSCOPIA tem alto potencial de percepção de profundidade, já que sua operação se dá a partir da observação de duas aerofotos que cubram a mesma área.<br><br>Este tipo de produto pode se mostrar intensamente importante em pré-projetos de engenharia, estudos de viabilidade econômica e ambiental, análises ambientais e de planejamento de território. Sem dúvidas, em alguns casos específicos, a depender do trabalho pretendido, pode se tornar alternativa viável ao levantamento topográfico. Devido aos altos custos para aquisição, acabam encontrando mais potencial no uso em áreas urbanas, estudos prévios de macrodranagem, estudos em áreas a serem loteadas ou até sub bacias hidrográficas.<br><br>Desvantagem: alto custo de aquisição das imagens, inviabilizando trabalhos de maiores escalas.<br><br>Vantagem: Alta resolução, podendo otimizar recursos em detrimento de outros tipos de aquisição de produtos altimétricos.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://docs.ufpr.br/~felipe/foto3.pdf" />
         <pubDate>2021-07-27 15:51:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade 4.1 - Felipe Tavares</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1662367483</link>
         <description><![CDATA[<div>Durante a pesquisa, encontrei uma técnica chamada LiDAR (sigla para Light Detection And Ranging, termo em língua inglesa) que é um sensor remoto ativo e pode ser utilizado com aeronaves tripuladas ou não, considerado um método ativo de captura de dados, visto que possui uma fonte própria de energia, nesse caso a energia luminosa utilizada é o laser, que é emitido na banda do infravermelho próximo e é capaz de modela tridimensionalmente o terreno avaliado.<br><br></div><div>O LiDar pode ser utilizado para estudos em áreas de proteção devido as vantagens como sua precisão e agilidade nos dados amostrados permitindo, por exemplo, acompanhar o processo de regeneração da vegetação. visto que essa técnica permite gerar produtos como o Modelo Digital de Terreno que representam o terreno sem nenhuma cobertura e o Modelo Digital de Superfície que representa a superfície do terreno, tais como casas, prédios, árvores, etc. Contudo ainda é uma técnica de custo elevado.<br><br></div><div>O artigo escrito por Amorim e Silva (2012) disponível em: http://www.lagea.ig.ufu.br/xx1enga/anais_enga_2012/eixos/1376_1.pdf, cujo título é O SENSORIAMENTO REMOTO E SUAS TÉCNICAS DE ANÁLISE: UMA COMPARAÇÃO ENTRE NOVAS E VELHAS TECNOLOGIAS, UM ESTUDO DE CASO SOBRE A TECNOLOGIA LIDAR (O MAPEAMENTO DE TERRITÓRIO ATRAVÉS DAS ÁRVORES) faz um comparativo entre as técnicas de sensoriamento remoto atuais e antigas, é uma leitura tranquila e bastante esclarecedora.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-07-27 18:45:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade 4.1 - Mural Digital - Nadine Svab </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1663482966</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;APLICAÇÕES DA TECNOLOGIA LiDAR NO MONITORAMENTO DA EXPLORAÇÃO MADEIREIRA EM ÁREAS DE CONCESSÃO FLORESTAL&nbsp;<br>&nbsp;<br>No trabalho foi realizado o uso de dados gerados pela tecnologia LiDAR aerotransportada para estimar área basal e volume de fuste para Floresta Nacional do Jamari, Rondônia, Brasil. Usadas como variáveis independentes, as métricas produzidas pelo levantamento LiDAR, foram correlacionadas com os dados de parcelas permanentes, coletadas em campo, para construção dos modelos, através de regressões lineares.&nbsp;<br><br>Vantagens: A utilização de técnicas de sensoriamento remoto é um caminho que deve ser perseguido, pois a dimensão continental da Amazônia brasileira praticamente inviabiliza, por conta de custo e tempo, o monitoramento baseado em vistorias de campo. A interação dos dados de PMFS com os dados obtidos pelo sistema LiDAR&nbsp; aumentaria a efetividade do monitoramento da execução dos Planos de Manejo e contribuiria para a redução da produção ilegal de madeira.&nbsp;<br>Eficiência do sistema LiDAR -&nbsp; quantificar o estoque de madeira em áreas de floresta tropical utilizando dados de sensoriamento remoto convencionais, como imagens de satélite ópticas e radar, não atingiram resultados satisfatórios até o momento devido a saturação destes sensores em florestas com alta biomassa . Porém o uso de dados obtidos via LiDAR aerotransportado tem se mostrado útil para este fim, permitindo a obtenção de modelos, através de técnicas de regressão linear, que possibilitam a explicação de diversos parâmetros da estrutura florestal, como área basal, volume de fuste e biomassa.<br><br>Desvantagens: O desenvolvimento de técnicas de monitoramento remoto da floresta obrigatoriamente deve passar por validação de campo.&nbsp;<br>Desvantagens na integração entre dados de campo e LiDAR - os dados de campo, originados em PMFS, normalmente não possuem amarração geográfica precisa, geralmente coletados com uso de GNSS de navegação.<br><br>https://repositorio.unb.br/bitstream/10482/23264/1/2017_ChartonJahnLocks.pdf</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-07-28 23:13:10 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1663482966</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1663525402</link>
         <description><![CDATA[<div>O SIGSC é uma ferramenta para acesso público de dados geográficos de alta precisão do Estado de Santa Catarina, resultado do projeto Levantamento Aerofotogramétrico. No Levantamento Aerofotogramétrico, realizado entre 2010 e 2012, três aeronaves sobrevoaram todo o território catarinense e fizeram fotografias aéreas métricas com calibragem controlada. As mais de 70 mil aerofotos, coloridas e em infravermelho, foram trabalhadas de forma a montar uma das bases geoespaciais mais precisas do Brasil.<br><br>Estas informações podem ser utilizadas para planejamento territorial; avaliação ambiental integrada; estudos de potencial hidroelétrico; delimitação de zonas de risco em áreas atingidas pelas enchentes e realocação de moradias; qualificação de medidas de proteção ao meio ambiente, entre outras.<br><br>Qualquer interessado pode visualizar e realizar consultas nas informações do aerolevantamento e da hidrografia catarinense. Ainda existe a possibilidade de utilização do sistema para consumo dos dados via serviço Web Map Service (WMS), ou seja, um serviço de mapa dinâmico que segue as especificações do Open Geospatial Consortium, Inc. (OGC).&nbsp;<br><br>http://sigsc.sc.gov.br/</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-07-29 00:22:59 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1663525402</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Atividade 4.1 - Vitória Ribeiro Pereira</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1663647164</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>NDVI</strong><br><br>NDVI é a abreviação da expressão em inglês para <strong>N</strong>ormalized <strong>D</strong>ifference <strong>V</strong>egetation <strong>I</strong>ndex, o que equivale em português a Índice de Vegetação da Diferença Normalizada. Ele serve para analisar a condição da vegetação natural ou agrícola nas imagens geradas por sensores remotos. É frequentemente usado para medir a intensidade de atividade clorofiliana, inclusive comparando vários períodos distintos.<br><br></div><div>Neste artigo, os autores utilizam o NDVI para avaliar a cobertura vegetal em areas de preservação permanente. Como resultado, detectam por meio das classes e intervalos do indice NDVI, as areas com menor cobertura vegetal, os campos e os locais onde a cobertura vegetal é mais densa.<br><br></div><div>Para produzir as imagens NDVI do estudo, os autores utilizaram o software ENVI versão 5.3.1, onde realizaram uma composição colorida das imagens Landsat 5 e 8, depois aplicaram a calibração radiométrica e a correção atmosférica, utilizando o método QUAC, para assim obter as imagens de reflectância de superfície. Em seguida, converteram as imagens NDVI para o modelo numérico do terreno (MNT) e, por fim, dividiram as classes do índice de vegetação.<br><br>https://epg.unifesspa.edu.br/images/Artigos/EPG_2018/Maria-Nattania-Sampaio-dos-Santos.pdf</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1280042135/499b6248c870d91dad1d83b25e74fced/Maria_Nattania_Sampaio_dos_Santos.pdf" />
         <pubDate>2021-07-29 02:39:57 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1663647164</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Atividade 4.1 - Sylvia Rebekka Oliveira</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1664122633</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesta dissertação apresentada ao Instituto Oceanográfico da USP, aborda a aplicação de sensoriamento remoto na analise de manguezal na baixada Santista.&nbsp;<br>É um ótimo exemplo de sensoriamento remoto, onde é explicado passo a passo a metodologia e as etapas para se chegar no resultado esperado.<br><br>No link disponibilizado se encontra a tese completa para consulta.&nbsp;<br><br>https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/21/21133/tde-02082011-110739/publico/dissertacao_carlos_araujo.pdf</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/21/21133/tde-02082011-110739/publico/dissertacao_carlos_araujo.pdf" />
         <pubDate>2021-07-29 14:00:16 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1664122633</guid>
      </item>
      <item>
         <title>📹 Atividade 4.1 - LARA REBONATO</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1664175473</link>
         <description><![CDATA[<div>Deixo aqui um vídeo em que aborda a teoria do Sensoriamento Remoto para máxima compreensão do assunto exposto.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=7VCaEeOGGek&amp;t=4488s" />
         <pubDate>2021-07-29 15:02:52 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1664175473</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Atividade 4.1 - JULIANE PEREIRA RIBEIRO</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1664351067</link>
         <description><![CDATA[<div>Achei um artigo bem interessante sobre o uso de sensoriamento remoto para a proteção de áreas e conservação da biodiversidade. É uma revisão que mostra que o sensoriamento remoto tem um potencial forte, embora subexplorado, para auxiliar no monitoramento de áreas protegidas.<br><br>O link: <a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S1470160X12003317">https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S1470160X12003317</a><br><br>Além disso, deixo uma outra revisão bastante recente (2020) sobre as&nbsp;</div><h1>aplicações de sensoriamento remoto no monitoramento de áreas protegidas.&nbsp;</h1><div>Link: <a href="https://www.mdpi.com/2072-4292/12/5/772">https://www.mdpi.com/2072-4292/12/5/772</a></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-07-29 19:55:20 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1664351067</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Atividade 4.1 - Helena Thereza Carvalho de Oliveira</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1664368057</link>
         <description><![CDATA[<div>IDENTIFICAÇÃO DE SERVIÇOS ECOSSISTÊMICOS EM ÁREAS DE FLORESTA MEDIANTE SENSORIAMENTO REMOTO<br><br>O seguinte artigo de pesquisadores da USP faz uso do Sensoriamento Remoto voltado para a ecologia e restauração de areas degradadas.<br><br>"O conceito de serviços ecossistêmicos tem ganhado espaço em processos de tomada de decisão e na gestão de projetos com potencial de causar significativa degradação ambiental, por explicitar a dependência que a sociedade tem dos benefícios ofertados pelos ecossistemas. Ao mesmo tempo, com o desenvolvimento de novos sensores e avanços tecnológicos, vem crescendo o uso de imagens de satélite como ferramenta do planejamento e gestão ambiental. O objetivo deste trabalho é a aplicação do sensoriamento remoto na identificação de ecossistemas, seus serviços e beneficiários para facilitar a aplicação do conceito de serviços ecossistêmicos ao planejamento e gestão ambiental. Mediante aplicação a uma mina de bauxita no Pará, em áreas de floresta amazônica de terra firme, são apresentadas as etapas para aplicação do conceito, desde o mapeamento da cobertura da terra até a identificação de beneficiários. Discute-se que duas técnicas, coleta de dados de campo com as comunidades e mapeamento da área por meio de classificação de imagens, são complementares. Os resultados mostram a aplicabilidade do sensoriamento remoto como ferramenta eficaz em suporte a identificação de serviços ecossistêmicos em contextos de planejamento e gestão ambiental."<br><br>Link para acesso: https://revistas.ufpr.br/made/article/view/62669/40955<br><br><br><br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://revistas.ufpr.br/made/article/view/62669/40955" />
         <pubDate>2021-07-29 20:31:55 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1664368057</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Atividade 4.1 - Amanda Trotta Mendonça</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1664394950</link>
         <description><![CDATA[<div>Encontrei um projeto elaborado pela WWF Brasil, que utilizam drones para monitoramento de áreas em recuperação ambiental.<br>O projeto optou pelos chamados Vant's com intuito de gerar menor impacto, e de abranger diversas áreas devido a sua adaptação a diferentes condições.&nbsp;<br>Além de captar imagens com drone, o intuito do projeto é alinhar o seu uso e as imagens coletadas a diferentes geotecnologias. <br><br>Segue abaixo o link da publicação com os vídeos sobre o projeto:</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.wwf.org.br/natureza_brasileira/reducao_de_impactos2/ecodrones/" />
         <pubDate>2021-07-29 21:29:49 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1664394950</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Actividade 4.1 - Anselmo Macário Lunguana</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1664410059</link>
         <description><![CDATA[<div>Encontrei um livro que apresenta os conceitos fundamentais da óptica hidrológica, as propriedades ópticas da água e seus constituintes, o histórico dos sistemas orbitais e as aplicações utilizando o sensoriamento remoto óptico.<br>Link para acesso:&nbsp; http://www.dpi.inpe.br/labisa/livro/res/conteudo.pdf<br>Link de artigos que abordam temas de extrema importância sobre sensoriamento remoto:<br>https://www.researchgate.net/publication/268816207_GEOPROCESSAMENTO_E_SENSORIAMENTO_REMOTO_COMO_FERRAMENTAS_NA_GESTAO_AMBIENTAL_DE_UNIDADES_DE_CONSERVACAO_O_CASO_DA_AREA_DE_PROTECAO_AMBIENTAL_APA_DO_CAPIVARI-MONOS_SAO_PAULO-SP<br>http://marte.sid.inpe.br/col/dpi.inpe.br/sbsr%4080/2008/11.10.23.00/doc/5259-5264.pdf<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="http://www.dpi.inpe.br/labisa/livro/res/conteudo.pdf" />
         <pubDate>2021-07-29 22:09:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade 4.1 - Mural digital - Heloisa Agnes Bodnar Massad</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1664527602</link>
         <description><![CDATA[<div>O Banco de Dados de Queimadas, BDQ, permite em modo interativo análises espaciais e temporais de focos de queimadas e incêndios florestais detectados operacionalmente sobre a América Latina em imagens de satélites, atualizados a cada três horas. Ele foi lançado em versão preliminar em 01/Set/2016 com as opções mais importantes, e está sendo aperfeiçoado.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://queimadas.dgi.inpe.br/queimadas/bdqueimadas" />
         <pubDate>2021-07-30 01:38:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade 4.1 - Mural Digital - Túlio Assad</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1665684867</link>
         <description><![CDATA[<div>Canal do YouTube do professor Gustavo Batista da Universidade de Brasília, ele ensino muito sobre Sensoriamento Remoto no QGIS e Processamento digital de imagens com Python: </div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/c/profgustavobaptista" />
         <pubDate>2021-07-31 22:23:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade 4.1 - Mural Digital - Beatriz Grancieri Debona</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1665690546</link>
         <description><![CDATA[<div>A ESRI disponibilizou em 2020 um Mapa Global de Ocupação do Solo, sendo o mais recente mapeamento global com acesso aberto disponível. Sua construção foi feita a partir das cenas captadas pelo Sentinel-2 (ESA), que conta com uma alta resolução espacial de 10 metros, permitindo uma classificação a partir de 10 classes de ocupação diferentes. Nesse sentido, é perceptível que um mapeamento global que conta com alta resolução auxilia e fornece uma base importante para a compreensão&nbsp; da superfície no que se refere a ocupação do solo.<br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://livingatlas.arcgis.com/landcover/" />
         <pubDate>2021-07-31 22:52:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade 4.1 – Mural digital</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1665706527</link>
         <description><![CDATA[<div>O texto aborda a partir do sensoriamento remoto  a avaliação da fragilidade ambiental de uma bacia hidrográfica usando lógica fuzzy para propor um modelo de ordenamento físico-territorial.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1280170562/788940762407d0d856dcdad98f009041/sensoriamento_remoto.png" />
         <pubDate>2021-08-01 00:27:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Esta página foi configurada após várias discussões e workshops sobre o elo que faltava entre sensoriamento remoto, ecologia, biodiversidade e ciência da conservação. Contém uma ampla base de dados e diversas informações sobre SR.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1666001083</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Guilherme Alcarás de Góes</div>]]></description>
         <enclosure url="http://remote-sensing-biodiversity.org/" />
         <pubDate>2021-08-01 18:10:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade 4.1 - Mural Digital - Aldnira Nogueira</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1666052918</link>
         <description><![CDATA[<div>O satélite Amazonia 1, promove a diversidade de composição colorida </div>]]></description>
         <enclosure url="http://www.inpe.br/noticias/noticia.php?Cod_Noticia=5725" />
         <pubDate>2021-08-01 21:53:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Uso de imagens ALOS  - Renato Nazário</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1666075639</link>
         <description><![CDATA[<div>As imagens resultantes do satélite ALOS (cuja resolução espacial é da ordem de 12,5 metros e podem ser utilizadas como fonte de informações topográficas para análises e aplicações de sensoriamento remoto. O satélite é composto por dois instrumentos ópticos (sensores passivos) tais como o PRISM (Panchromatic Remote-sensing Instrument for Stereo Mapping) e o AVNIR-2 (Advanced Visible and Near-Infrared Radiometer type 2), e por um radar ativo polarimétrico denominado de PALSAR (Phased Array L-band Synthetic Aperture Radar) que permite a observação da superfície em condições de dia e noite. A característica desse sensor ativo de alta frequência por micro-ondas (PALSAR) está relacionada a baixa interferência por nuvens, possibilitando a geração de dados topográficos reais da superfície terrestre. As aplicações de imagens obtidas pelos sensores podem contribuir para diversas áreas de estudo, tais como:<br><br></div><ul><li>Cartografia de precisão;</li><li>Elaboração de Modelos Digitais de Superfície;</li><li>Planejamento urbano e regional;</li><li>Monitoramento de desastres naturais;</li><li>Levantamento de recursos naturais;</li><li>Mapeamento de uso e cobertura das terras;</li><li>Estimativa de biomassa;</li><li>Extração de dados topográficos por interferometria.</li></ul><div><br></div><div>Geralmente as imagens são empregadas em estudos ou análises mais detalhadas da superfície terrestre, principalmente relacionados às informações de relevo para geração de modelo digital de elevação. Como vantagem, está o custo de aquisição de imagens, entretanto, que podem ser obtidas através do site da plataforma Alaska Satellite pelo link <a href="https://search.asf.alaska.edu/#/">https://search.asf.alaska.edu/#/</a>. Em detalhes, as imagens podem ser obtidas conforme tutorial da página GITAP Feagri através do link <a href="https://www.youtube.com/watch?v=fML-sQtH4lA&amp;ab_channel=GITAPFeagri">https://www.youtube.com/watch?v=fML-sQtH4lA&amp;ab_channel=GITAPFeagri</a>.<br><br></div><div>Segundo estudo de Mendes <em>et al</em>. (2010), imagens do satélite ALOS se aplicadas de forma correta podem subsidiar o planejamento ambiental em unidades de conservação. A questão a ser observada é a eficiência das imagens para as finalidades e escalas desejadas. Os autores tiveram os seguintes objetivos: verificar por meio de mapeamentos para a região serrana do Estado do Rio de Janeiro numa escala de 1:25.000 sem a utilização da pontos de controle; mapear e caracterizar o atual uso e cobertura da terra da APA Macaé de Cima, com ênfase na análise da fragmentação da vegetação; identificar a mapear as unidades de relevo encontradas na área de estudo; delimitar e classificar as principais unidades de paisagem da APA Macaé de Cima; verificar as facilidades e dificuldades proporcionadas pelos sensores PRISM e AVNIR-2 para realização dos mapeamentos descritos acima.<br><br></div><div>Algumas dificuldades pontuadas no estudo, referem-se a uma carência significativa de técnicas que viabilizem a detecção dos diferentes estágios sucessionais da floresta, minimizando os dispendiosos esforços de campo, e a definição de indicadores que auxiliem na percepção de níveis de degradação em escalas de paisagem. Para tanto, utilizaram-se combinação de técnicas de processamento digital de imagem e as imagens ALOS, pois verificaram que a banda 4 da imagem torna possível esta detecção. Entretanto, separar as classes floresta em estado intermediário e floresta em estado avançado continua sendo uma dificuldade, devido a respostas espectrais semelhantes.<br><br></div><div>Constataram que os sensores AVNIR-2 e PRISM do satélite ALOS podem vir a ser uma grande contribuição para o planejamento de paisagens protegidas no Brasil, uma vez que permitem determinar o estágio de conservação das mesmas, além de identificar a distribuição espacial das classes de uso e cobertura da Terra numa escala de semi-detalhe. A classificação de unidades de paisagens é igualmente relevante pois estas apontam regiões de possível fragilidade e de tendência a retração florestal, ou seja, que merecem maior atenção dos órgãos governamentais, devendo ser priorizada nos planos de gestão.<br><br></div><div>O estudo aponta a eficácia das imagens utilizadas do ALOS como ferramenta ao diagnótisco e monitoramento ambiental, porém, faz-se necessário a superação de algumas questões, como a de obtenção de pontos de controle para área com relevo acidentado, o que acarreta um custo adicional a pesquisa e/ou planejamento de paisagens protegidas.<br><br>Consultas realizadas:&nbsp;<br>https://www.embrapa.br/satelites-de-monitoramento/missoes/alos<br><br>MENDES, S. P.; LIMA, F.; S.; GUERRA, A. J. T. Avaliação da utilização de imagens ALOS para delimitação e classficação de unidades de paisagem-subsídios ao planejamento ambiental. In: VI Seminário Latino-Americano e II Seminário Ibero-Americano de Geografia Física.&nbsp; Universidade de Coimbra, 2010. Disponível em: http://www.uc.pt/fluc/cegot/VISLAGF/actas/tema2/stella. Acesso em 01 de agosto de 2021.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-08-01 23:15:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade 4.1 - Mural Digital - Ian Souza B.Chaves</title>
         <author>ianengambiental</author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1666108960</link>
         <description><![CDATA[<div>https://www.mdpi.com/journal/remotesensing&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.mdpi.com/journal/remotesensing" />
         <pubDate>2021-08-02 00:25:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade 4.1 - Mural Digital - Ian Souza B.Chaves</title>
         <author>ianengambiental</author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1666143074</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.cranfield.ac.uk/centres/centre-for-environmental-and-agricultural-informatics/research-groups/remote-sensing-group" />
         <pubDate>2021-08-02 01:11:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade 4.1 - Mural Digital - Ivan Rollas da Silva</title>
         <author>ivanrollas</author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1666699164</link>
         <description><![CDATA[<div><br>GEOCIS - GRUPO DE GEOTECNOLOGIAS EM CIÊNCIAS DO SOLO.<br><br>O grupo se apresenta no sentido de avaliar, testar e desenvolver metodologias, por meio de geotecnologias, que auxiliem no conhecimento do solo. Tem por objetivo estudar as geotecnologias não somente como ferramenta, mas como ciência, e sua inter-relação com solos. No aspecto solos, interage nas mais diferentes áreas como fertilidade, química, mapeamento, erosão, conservação, mineralogia, física e biologia. O grupo tem aspecto multi/inter-disciplinar, atuando conjuntamente com &nbsp; profissionais de diferentes áreas de atuação e instituições. Objetiva estabelecer-se na vanguarda das bases da pedologia estudada pelas geotecnologias.<br><br>https://esalqgeocis.wixsite.com/geocis/equipe<br><br><br>PROBASE<br>O que é o Probase? O Programa Brasileiro de Análise de Solo via Espectroscopia, PROBASE, é um programa de cursos que visa dar subsídios sobre os fundamentos dos sensores na análise de solo e planta. O tema é abordado desde análise de solos em laboratório, até o uso de sensores em campo, drone e satélite, fechando com temas sobre manejo e aplicações nas áreas agrícola e ambiental. O tema é aberto a todos os níveis de profissionais desde estudantes, pesquisadores, consultores e empresários.</div><div>O foco é mostrar o que existe de mais atual na área de sensores na agricultura sempre atualiza com os movimentos mundiais. O curso é atualizado todos os anos tendo um módulos presenciais e a distancia. Os integrantes passam a fazer parte de um grupo que se mantém constantemente atualizado no tema.</div><div><br><br><a href="https://esalqgeocis.wixsite.com/geocis/probase">https://esalqgeocis.wixsite.com/geocis/probase</a><br><br></div><div><br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://esalqgeocis.wixsite.com/geocis/probase" />
         <pubDate>2021-08-02 12:43:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade 4.1 - Mural Digital - Yuri Elias Rezende da Silva</title>
         <author>yuri49</author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1666989024</link>
         <description><![CDATA[<div>Este estudo demonstrou como identificar condições de cobertura vegetal em uma unidade de conservação da natureza utilizando os indicies biofisicos NDVI, LAI, SAVI, EVI e NDWI.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://periodicos.ufsc.br/index.php/geosul/article/view/2177-5230.2018v33n68p236" />
         <pubDate>2021-08-02 18:15:28 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1666989024</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Atividade 4.1 - Mural Digital - Candela Sol Pelliza</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1667103893</link>
         <description><![CDATA[<div>Satelite SAOCOM<br>O SAOCOM é um satélite projetado e fabricado pelo INVAP na Republica Argentina, posto em órbita no ano 2020. A sua construção teve como objetivo contribuir no sensoriamento e na análisse da estrutura física da terra, incluindo sensores que permetem a identificação de diversos fatores de interés como são índices de vegtação, humidade do solo, níveis de neve e gelo e control de plagas entre outros, sendo uma ferramenta de gran utilidade no estudo e gestão de áreas naturais assim como urbanas.</div>]]></description>
         <enclosure url="http://saocom.invap.com.ar/usos-del-satelite/" />
         <pubDate>2021-08-02 21:40:46 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1667103893</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O satélite Amazonia-1</title>
         <author>felipefmonteiro</author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1668062596</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;foi declarado operacional e as imagens produzidas por ele já estão à disposição do público. Pelos sites <strong>www.dgi.inpe.br </strong>e&nbsp; <strong>www2.dgi.inpe.br/catalogo/explore</strong> é possível acessar imagens de todo o país.<br>O satélite possui uma órbita Sol síncrona (polar) que gera imagens do planeta a cada 5 dias. Para isso, possui um sensor óptico de visada larga (câmera com 3 bandas de frequências no espectro visível, VIS, e 1 banda próxima do infravermelho, Near Infrared ou NIR) capaz de observar uma faixa de aproximadamente 850 km com resolução de 64 metros.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="http://www.inpe.br/amazonia1/img/topoAmazonia.jpg" />
         <pubDate>2021-08-03 17:52:21 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1668062596</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Atividade 4.1 - MURAL DE ATIVIDADES - Udmilla Fortunato https://www.modis.cnptia.embrapa.br/geonetwork/srv/pt/main.home</title>
         <author>udfortunato</author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1668217160</link>
         <description><![CDATA[<div>Banco de dados do produtos MODIS disponibilizados pelo <a href="https://lpdaac.usgs.gov/"><strong>Land Processes Distributed Active Center</strong></a> (LP-DAAC) - NASA/EOSDIS;<br><br>Produtos atualmente disponíveis: <a href="https://lpdaac.usgs.gov/dataset_discovery/modis/modis_products_table/mod13q1_v006"><strong>MOD13Q1</strong></a> e <a href="https://lpdaac.usgs.gov/dataset_discovery/modis/modis_products_table/myd13q1_v006"><strong>MYD13Q1</strong></a> (NDVI, EVI e Confiabilidade do Pixel, versão 6)<br><br>Vantages: Produtos disponibilizados de forma gratuita e de fácil acesso; Os produtos de NDVI e EVI já vêm calculados.<br>Desvantagens: Requer um conhecimento prévio de reflectância para o processamento; Conhecimento de programação para filtrar os dados.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.modis.cnptia.embrapa.br/geonetwork/srv/pt/main.home" />
         <pubDate>2021-08-03 22:29:08 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1668217160</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Sensoriamento remoto na fruticultura Catarinense</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1668327065</link>
         <description><![CDATA[<div>Rodrigo Vieira Luciano</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=ejs_H6RMp3g" />
         <pubDate>2021-08-04 01:09:08 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1668327065</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Analise de imagens baseada em objetos geográficos (GEOBIA) - Tainã Sousa Costa</title>
         <author>tainansousa11</author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1668520209</link>
         <description><![CDATA[<div>GEOBIA é uma metodologia de análise de sensoriamento remoto que vai além das propriedades espectrais, podendo abranger numerosos atributos,&nbsp;associados à forma, textura, relações contextuais e semânticas, que podem ser utilizados para a análise de imagens, aproximando-se dos processos cognitivos humanos de interpretação de imagens (NAVULUR, 2006; MARPU, 2009; CAMARGO et al., 2009a).&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-08-04 04:25:55 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1668520209</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Atividade 4.1 – Mural digital - Clevis Ferreira da Silva</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1669500266</link>
         <description><![CDATA[<h1><strong><mark>MAPBIOMAS ÁRIDA</mark></strong></h1><div><a href="http://mapbiomas-arida-staging.ecostage.com.br/">http://mapbiomas-arida-staging.ecostage.com.br/</a><br><br>De forma independente surgiu em 2015 o Projeto Mapbiomas (https://mapbiomas.org/), formado por uma rede de especialistas que mapeou a cobertura e uso do solo para todo o Brasil por meio de Imagens do Satélite Landsat de forma rápida e atualizada, e que possibilitou recuperar o histórico das últimas três décadas.</div><div><br></div><div>A convite do MMA, o grupo que mapeou o Biomas caatinga no Projeto Mapbiomas foi desafiado a implementar um sistema de monitoramento das áreas degradadas em todo o bioma e em paralelo monitorar também as ações de Projetos para recuperação de áreas degradadas.</div><div>Então, o Projeto MapBiomas – Arida é uma iniciativa do Ministério do Meio Ambiente, financiado pelo GEF e PNUD com o objetivo de criar um sistema de monitoramento das áreas degradadas no nordeste brasileiro, bem como monitorar as áreas de intervenções que visam mitigar os processos de desertificação realizadas nos assentamentos selecionados em Projetos, com base em Sensoriamento Remoto.</div><div>A Universidade Estadual de Feira de Santana - UEFS e a Associação Plantas do Nordeste – APNE são responsáveis pela execução do Projeto que conta com o apoio de um grupo de trabalho, formado por especialistas de diversas instituições brasileiras, bem como colaboradores convidados para as reuniões do GT.</div><div>O sistema desenvolvido visa apoiar gestores e a comunidade local a fim de que possam acompanhar a evolução no tempo dos processos biofísicos que desencadeiam a desertificação bem como as ações desenvolvidas nos Assentamentos, visando a Degradação Neutra das Terras – LDN, que é um dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável – ODS, estabelecido pela Organização das Nações Unidas -ONU.<br><br></div><h1><strong>OBJETIVOS</strong></h1><div>Visando a Redução da Vulnerabilidade Climática na Região Semiárida brasileira o Ministério do Meio Ambiente propõe estratégias para redução da vulnerabilidade climática, desenvolvendo a capacidade adaptativa e fomentando ações sociais, ambientais e produtivas de maneira integrada, para promover estratégias de recuperação de áreas degradadas e implementação de tecnologias de adaptação e de redução da vulnerabilidade às secas e à desertificação. No sentido de garantir a sustentabilidade as ações implantadas ocorrem no âmbito e em parceria com a administração municipal. As ações são implementadas por meio de diversas atividades:</div><div>• Capacitação e treinamento<br>• Recuperação e Conservação de solo, água e biodiversidade<br>• Captação e armazenamento de água<br>• Saneamento básico<br>• Melhoria da eficiência energética<br>• Implementação de Unidade de Produção</div><div>As atividades são desenvolvidas em parceria com comunidades. Cada comunidade deve ter um número aproximado de trinta famílias e cerca de 180 pessoas. Estas são selecionadas com base em critérios ambientais e socioeconômicos. A implementação de todas as ações conta com a participação direta das comunidades, de forma a que estas se apropriem das técnicas e metodologias utilizadas e possam oportunamente replicá-las. Para dar suporte a esta participação, são realizadas capacitações antes e durante a implementação das ações.<br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="http://mapbiomas-arida-staging.ecostage.com.br/" />
         <pubDate>2021-08-05 02:23:12 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>natasha_murgu</author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1670385246</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>ENVISAT - Environmental Satellite</strong><br><br><br>O satélite ENVISAT foi lançado em março de 2002 pela Agência Espacial Européia (ESA) e surgiu a partir do desenvolvimento da missão “Polar Platform for future Earth”, com instrumentos que pudessem substituir os dados enviados pelo satélite ERS, seu antecessor.<br><br> <br>O principal objetivo do ENVISAT foi fornecer dados da atmosfera, do oceano, da terra e do gelo, visando o monitoramento do aquecimento global, do grau de contaminação atmosférica e dos riscos de desastres naturais. Para isso, o satélite operou com dez instrumentos, divididos entre sensores ópticos e sensores ativos, sendo destaque o MERIS e o ASAR. <br><br>O ENVISAT foi desativado em 2012 e serviu como antecessor à missão Sentinel, atualmente em operação, com o objetivo de monitorar as mudanças ambientais globais.<br><br><em>Principais Sistemas Sensores – Sensores Orbitais</em><br> <br><strong>ASAR (Advanced Synthetic Aperture Radar)</strong> <br><strong>Satélite ENVISAT</strong><br><br>O sensor ASAR é um instrumento radar que opera na Banda C e é capaz de fornecer dados em qualquer condição meteorológica. Trata-se de uma versão mais sofisticada do sensor SAR a bordo dos satélites ERS-1 e ERS-2. Sua importância está associada aos estudos sobre a terra, oceano e gelo, como por exemplo: características da vegetação, agricultura e florestas; topografia; geologia; parâmetros hidrológicos; ventos próximos à superfície dos oceanos; dinâmica costeira e poluição; deslocamento de blocos de gelo no oceano. <br><br><strong>AATSR (Advanced Along Track Scanning Radiometer) <br>Satélite ENVISAT</strong><br><br>A principal função do AATSR é garantir a continuidade dos dados do ERS-1 e ERS-2 nas pesquisas sobre temperatura na superfície dos oceanos e circulação global. Além desta função, ele também coleta parâmetros relativos à atmosfera, como vapor d´água e balanço de radiação; relativos às terras emersas, como temperatura, vegetação, agricultura, geologia, parâmetros hidrológicos, queimadas e topografia; e relativos ao gelo, como distribuição e temperatura. <br> <br><strong>DORIS (Doppler Orbitography and Radiopositioning Integrated by Satellite)<br>Satélite ENVISAT</strong><br><br>O DORIS é um instrumento radar utilizado para determinar, com precisão centimétrica, a localização exata do satélite ENVISAT. O sistema de posicionamento é baseado em uma rede densa de emissores terrestres. Os dados desse sensor também podem ser aplicados na geração de modelos tridimensionais do terreno, tanto na superfície, oceanos e gelo. Outras versões desse instrumento também foram lançadas a bordo do SPOT-2 e TOPEX-Poseidon. <br><br><strong>LRR (Laser RetroReflector)<br>Satélite ENVISAT</strong><br><br>O LRR é um sensor ativo, que foi desenhado para possibilitar o cálculo e determinação da órbita precisa do satélite ENVISAT. Ele é composto por refletores de laseres de alta potência que enviam, das bases em terra e do satélite, sinais que permitem o cálculo dessas distâncias. Esses parâmetros são muito importantes para verificar a estabilidade e o posicionamento do sistema. Também adquirem dados que podem ser utilizados para mapeamentos topográficos, tanto em terra, oceano e gelo. <br><br><strong>MERIS (Medium Resolution Imaging Spectrometer)<br>Satélite ENVISAT</strong><br><br>O MERIS é um sensor óptico que opera em 15 faixas espectrais, nas regiões do visível e infravermelho próximo. Sua principal função é medir a radiação solar refletida pelo planeta e a partir dessas medidas, ele consegue obter informações sobre a cor do mar relacionando esses dados à concentração de clorofila e sedimentos em suspensão. Também é capaz de obter parâmetros sobre as nuvens (principalmente altura e coluna de vapor), a carga de aerosóis sobre os continentes e o status da vegetação e sua distribuição (biomassa, índices de vegetação). Este sensor é capaz de realizar a cobertura total do planeta em 3 dias. <br><strong><br>RA-2 (Radar Altimeter 2) <br>Satélite ENVISAT</strong><br><br>O sensor ativo RA-2 possui alta precisão quando direcionado para o nadir. Foi desenhado para obter dados sobre a topografia dos oceanos, aprimoramento do geóide marinho, monitoramento dos blocos de gelo. Ele também efetua medidas da velocidade do vento e a altura das ondas, além de atuar em terra, em estudos geológicos, topografia e parâmetros hidrológicos. Opera em duas bandas (Ku – na freqüência de 13.575Ghz) e (C – na frequência de 3.2GHz). <br><strong><br>MWR (Micro Wave Radiometer) <br>Satélite ENVISAT</strong><br><br>O MWR é um radiômetro de microondas que opera na freqüência de 23,8GHz e 36,5GHz, cujo objetivo principal é medir a quantidade de vapor de água presente na atmosfera e a água presente nas nuvens. Os dados coletados por ele servem como informação adicional para correção dos dados fornecidos pelo RA-2, que sofrem influência do vapor d’água e da água em estado líquido contidos na atmosfera. Além disso, o MWR pode ser utilizado para determinar a emissividade do solo, balanço de energia, temperatura na superfície do oceano, parâmetros hidrológicos, mapeamento do gelo oceânico.<br><br> <br><strong>GOMOS (Global Ozone Monitoring by Occultation of Stars) <br>Satélite ENVISAT<br></strong><br>O GOMOS é um sensor óptico que opera num intervalo de 250 a 950nm cuja principal função é monitorar os níveis de ozônio na atmosfera. Ele também é utilizado para determinar perfis de outros gases, como por exemplo aerosóis, NO2 e NO3, além de vapor d’água, turbulência, temperatura e pressão na atmosfera. O GOMOS pode efetuar medições durante o dia e a noite. <br>&nbsp;<br><strong>MIPAS (Michelson Interferometer for Passive Atmospheric Sounding) <br>Satélite ENVISAT</strong><br><br>O MIPAS é um instrumento óptico, projetado para obter dados, com alta resolução, sobre a constituição química da atmosfera, sobre o monitoramento do Ozônio e CFCs da estratosfera. Opera nos intervalo de 4,15µm - 14,6µm, na região do infravermelho. <br><br><strong>SCIAMACHY (SCanning Imaging Absorption SpectroMeter for Atmospheric CHartographY) <br>Satélite ENVISAT</strong><br><br>O SCIAMACHY é um espectrômetro imageador que tem como objetivo principal medir os gases na troposfera e estratosfera de forma global. Os dados coletados por ele permitem a investigação de parâmetros que exercem influência sobre a composição química da atmosfera, como, a poluição, queimadas e erupções vulcânicas. Trata-se de um sensor desenhado para obter dados sobre mudanças da atmosfera ocasionadas pela ação das atividades humanas e ocasionadas naturalmente pela evolução dos ecossistemas. <br><br><strong>Principais Aplicações</strong><br><br>* Monitoramento da temperatura na superfície do oceano;<br>* Monitoramento de variáveis da atmosfera (temperatura, pressão, vapor d’água, etc.);<br>* Avaliação da poluição nos oceanos;<br>* Detecção e mapeamento do gelo e neve;<br>* Estudos sobre poluição costeira;<br>* Vigilância e detecção de navios;<br>* Cartografia temática e topografia;<br>* Monitoramento agrícola e de recursos florestais;<br>* Prospecção de recursos minerais;<br>* Recursos Hidrológicos;<br>* Desastres naturais.<br><br>Fonte: https://www.embrapa.br/satelites-de-monitoramento/missoes/envisat<br>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-08-05 21:00:26 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Sensoriamento Remoto e Meio Ambiente (Beatriz Furtunato da Silva)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1670444724</link>
         <description><![CDATA[<h1>MEIO AMBIENTE</h1><div>Satélite Planet - Monitoramento de mudanças no uso e cobertura da terra<br><br></div><div>Com a disponibilidade de imagens diárias de alta resolução é possível monitorar eventos e atualizar com precisão as mudanças do uso e cobertura do solo.<br><br></div><div>Detecte mudanças no uso e cobertura com imagens de satélite.<br><br></div><ul><li>Acompanhe eventos ilegais, como desmatamento em grande escala ou extração seletiva de madeira, com monitoramento diário de 3 a 5m.</li><li>Analise mudanças na cobertura do solo contextualizando-as com imagens históricas desde 2009.</li><li>Mapeie os padrões de uso de terra em constante mudança com coberturas mensais sem nuvens.</li><li>Em situações de desastre, aumente o tempo de resposta e torne o processo de recuperação mais ágil.<br><br><ul><li>Identifique extensões de danos e avalie o acesso à infraestrutura crítica.</li><li>Meça os esforços de resposta direta com imagens de alta resolução.</li></ul></li></ul><div>Demais aplicações em Meio Ambiente: Empresas de diversos segmentos de mercado possuem obrigações e devem cumprir requisitos ambientais. As imagens de satélite Planet, com monitoramento contínuo e imagens com resoluções espaciais de 5m, 3m e 0,8m são capazes de apoiar nossos clientes nas mais diferentes demandas.<br><br>Fonte: https://www.sccon.com.br/mercados/meio-ambiente/<br><br></div><div><br><br></div><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.sccon.com.br/mercados/meio-ambiente/" />
         <pubDate>2021-08-05 23:07:46 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>DATARIO - Natalia Batista da Costa</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1670461594</link>
         <description><![CDATA[<div>O DATA.Rio é composto por um vasto acervo de informações do Armazém de Dados, como mapas, tabelas e aplicações SIG Web melhorando e facilitando a administração da cidade, além de garantir maior visibilidade e interação com a população. É parte modelo de planejamento e gestão da informação pública da Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro, iniciado em 2014 pela normatização do <strong>Sistema de Informações Urbanas (SIURB)</strong>. <br><br>https://www.data.rio/<br><br>Vantagens: Dados disponibilizados de forma gratuita e de fácil acesso.<br><br>Plantas, aerofotos, ortofotos, mapas temáticos compõem o acervo cartográfico da cidade do Rio de Janeiro produzido pelo IPP (Instituto Pereira Passos), disponível para consulta e compra em arquivos digitais.<br><br><strong>Acervo disponível</strong></div><div>&nbsp;</div><div>Plantas</div><div>1:1.000, 1:1.000(favelas), 1:2.000, 1:5.000, 1:10.000, 1:25.000</div><div>Aerofotos</div><div>1975 (1:8.000), 1984/85 (1:5.000), 1990 (1:8.000), favelas 1994/95 (1:4.000), 1996 (1:20.000), 1997 (1:8.000), Favelas 1997 (1:4.000), 2000 (1:8.000)</div><div>Ortofotos</div><div>1999 (1:10.000), 2000 (1:2.000), 2004 (1:10.000)</div><div>Mapas temáticos</div><div>Uso do solo, ano 2007 (1:50.000)</div><div>Floresta da Tijuca, ano 2004 (1:7.500)</div><div>Mosaicos não métricos</div><div>Áreas e favelas<br><br><strong>Onde solicitar:</strong></div><div>&nbsp;</div><div>Envie um e-mail para <a href="mailto:cartografiaipp@gmail.com"><strong>cartografiaipp@gmail.com</strong></a><strong> </strong>com as seguintes informações:</div><div><br></div><div>&nbsp;</div><div>Nome<br>Ocupação/Cargo<br>Setor/Instituição ou Empresa (se aplicável)<br>Material requisitado<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.data.rio/" />
         <pubDate>2021-08-05 23:37:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Uso de LiDAR na área Florestal</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1670461948</link>
         <description><![CDATA[<div>Os sistemas de laser aerotransportados, baseados na tecnologia LIDAR, permitem a obtenção de informações tridimensionais acerca da superfície terrestre com alta precisão. A tecnologia LIDAR utiliza a energia LASER (Light Amplification by Stimulated Emission of Radiation) para medir distância de objetos a um determina do alvo (Daniele et al. 2007)<br><br>Um dos benefícios da tecnologia LIDAR é justamente a obtenção da altura individual das árvores e informações sobre a estrutura das copas, possibilitando a inclusão de novas variáveis nos modelos de regressão&nbsp;<br><br>Fonte: https://repositorio.ufsc.br/bitstream/handle/123456789/159662/TCC%20PRONTO%20FINAL.pdf?sequence=1&amp;isAllowed=y</div>]]></description>
         <enclosure url="https://repositorio.ufsc.br/bitstream/handle/123456789/159662/TCC%20PRONTO%20FINAL.pdf?sequence=1&amp;isAllowed=y" />
         <pubDate>2021-08-05 23:38:02 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Google Earth Engine</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1670579421</link>
         <description><![CDATA[<div>Projeto do MapBiomas que auxilia no monitoramento da Terra por meio de scripts compostos pelo próprio programa, que permite ao usuário fazer o download de mosaicos de várias imagens de determinado.&nbsp;<br>Está disponível em: https://earthengine.google.com/</div>]]></description>
         <enclosure url="https://earthengine.google.com/" />
         <pubDate>2021-08-06 01:49:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>08 – SIAGAS (Sistema de Informação de Águas Siagas - Ferramenta para Avaliação Preliminar.   O SIAGAS é um sistema de informações de águas subterrâneas desenvolvido pelo Serviço Geológico do Brasil – SGB ou CPRM (advindo da razão social Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais), que é composto por uma base de dados de poços permanentemente atualizada, e de módulos capazes de realizar consulta, pesquisa, extração e geração relatórios. O sistema foi desenvolvido e é mantido pelo CPRM, a partir do mapeamento e pesquisa hidrogeológica em todo o país, permite a gestão adequada da informação hidrogeológica e a sua integração com outros sistemas. O Conselho Nacional de Recursos Hídricos – CNRH, através da Moção Nº 038, de 7 de dezembro de 2006, recomendou a adoção do SIAGAS, pelos órgãos gestores estaduais, Secretarias dos Governos Estaduais, Agência Nacional de Águas – ANA e Usuários dos Recursos Hídricos Subterrâneos, como base nacional compartilhada para armazenagem, manuseio, intercâmbio e difusão de informações sobre águas subterrâneas. A Moção Nº 039 da CNRH recomenda a integração entre os sistemas SIAGAS, SNIRH, SINIMA, SIGHIDRO, SNIS e SIPNRH. Utilizando o SIAGAS é possível realizar a pesquisa de eventuais poços localizados na área de interesse e no seu entorno, com possibilidade baixar as de informações dos perfis construtivos dos poços, quando existentes.</title>
         <author>danusapereira</author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1670991140</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-08-06 12:15:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Monitoramento de queimadas - Pamela Guandalini</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1671050491</link>
         <description><![CDATA[<div>Por meio dos satélites parceiros, a GMG Ambiental monitora as queimadas do Brasil , conforme passagem pelas áreas monitoradas.<br><br></div><div>A ferramenta identifica o incêndio de maneira precisa e rápida através de poderosos algoritmos que auxiliam na posição do foco, usando as coordenadas do landbank do cliente.<br><br></div><div>A partir daí, a ferramenta emite um alerta visual e sonoro, orientando a tomada de decisões no combate ao foco do incêndio.&nbsp;<br>https://gmgambiental.com.br/monitoramento-de-queimadas/<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://gmgambiental.com.br/monitoramento-de-queimadas/" />
         <pubDate>2021-08-06 13:39:52 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1671050491</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tatiane Araujo de Jesus</title>
         <author>tatianejesusufabc</author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1671380029</link>
         <description><![CDATA[<div>Neste artigo os autores testaram uma metodologia baseada em sensoriamento remoto para determinar o Índice de Estado Trófico (IET) de uma represa. foram utilizadas imagens do&nbsp; LANDSAT TM 5. Foi feita uma calibração com análises de qualidade da água. A partir desta calibração eles conseguiram inferir o IET para outros períodos e concluíram que a ferramenta é adequada para avaliação da qualidade da água. </div>]]></description>
         <enclosure url="https://repositorio.unb.br/bitstream/10482/30290/1/ARTIGO_SensoriamentoRemotoFerramenta%20.pdf" />
         <pubDate>2021-08-06 21:45:39 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1671380029</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Atividade 4.1- Mural digital (Thifanny de Cássia de Sousa Farias)</title>
         <author>thifannyfarias98</author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1671409832</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><br></strong>RAMOS, M. P.; NÓBREGA, R. A. A. Geotecnologias em perícias ambientais: aplicabilidade para estudos em represas de abastecimento e áreas protegidas. <strong>Revista Ibero-Americana de Ciências Ambientais</strong>, v. 11, n. 3, p. 469-484, 2020. Disponível em: &lt;<a href="http://sustenere.co/index.php/rica/article/download/CBPC2179-6858.2020.003.0036/2037">http://sustenere.co/index.php/rica/article/download/CBPC2179-6858.2020.003.0036/2037</a>&gt;. Acesso em 06 de ago. de 2021.<br><br>No presente trabalho é mostrado como as geotecnologias podem servir como ferramentas para auxiliar os trabalhos periciais, podendo vir a facilitar a comprovação de danos ambientais, além de permitir análises qualitativas e quantitativas acerca da evolução dos danos ambientais causados pelo desmatamento e/ou expansão urbana na paisagem examinada.</div><div>No trabalho foi realizado uma investigação na Área de Proteção Ambiental da Vargem das Flores, onde está situada a represa denominada Várzea das Flores (importante reservatório de abastecimento de água para a Região Metropolitana de Belo Horizonte, Minas Gerais). No entorno da represa é comum observar o conflito de uso do solo, por meio de supressão da cobertura vegetal mais densa e acelerada edificações, e infraestrutura viária.</div><div>O Sensoriamento Remoto foi utilizado na abordagem quantitativa, onde foi feito a utilização de fotografias aéreas e ferramentas de Processamento Digital de Imagens (PDI) para determinar e medir remotamente as irregularidades que caracterizam os danos ambientais. Sendo desenvolvida tomando como base uma ortofoto cedida pela Prefeitura de Contagem/MG, correspondente a escala 1:1.000 e processada a partir de umas imagens aéreas tomadas em 2017, o processo utilizou como ferramenta o software QGIS 3.8.</div><div>Quanto à ortofoto, os resultados dos testes demonstraram que seu uso pericial é altamente satisfatório e confiável, uma vez que não foram observadas diferenças significativas entre as medições <em>in loco</em> e as realizadas remotamente, motivo pelo qual é possível ressaltar seu alto poder para extração de informações.</div>]]></description>
         <enclosure url="http://sustenere.co/index.php/rica/article/download/CBPC2179-6858.2020.003.0036/2037" />
         <pubDate>2021-08-06 23:20:33 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1671409832</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Atividade 4.1 - Leonardo Cristiano da Silva Freitas</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1671711694</link>
         <description><![CDATA[<div>Plataforma MapBiomas <br>a plataforma do mapbiomas possui uma série temporal anual do uso e cobertura da terra para todos os biomas Brasileiros desde 1985 até a atualidade.<br>O Projeto de Mapeamento Anual do Uso e Cobertura da Terra no Brasil é uma iniciativa que envolve uma rede colaborativa com especialistas nos biomas, usos da terra, sensoriamento remoto, SIG e ciência da computação que utiliza processamento em nuvem e classificadores automatizados desenvolvidos e operados a partir da plataforma Google Earth Engine para gerar uma série histórica de mapas anuais de uso e cobertura da terra do Brasil.<br><strong>&nbsp;Projeto de Mapeamento Anual do Uso e Cobertura da Terra no Brasil</strong> (MapBiomas) nasceu em um seminário realizado em março de <strong>2015</strong> onde especialistas em sensoriamento remoto e mapeamento de vegetação se reuniram em São Paulo a convite do SEEG/OC para responder à seguinte pergunta: É possível produzir mapas anuais de uso e cobertura da terra para todo o Brasil de forma significativamente mais barata, rápida e atualizada, comparativamente aos métodos e práticas atuais, e que possibilitem recuperar o histórico das últimas décadas?</div><div>A resposta foi afirmativa, desde que houvesse uma capacidade de processamento sem precedentes e um alto grau de automatização do processo, além da participação de uma comunidade de especialistas em cada bioma e temas transversais.</div><div>A partir deste diagnóstico foi estabelecido um contato com a Google que gerou um termo de cooperação técnica para desenvolver a iniciativa tendo como base a plataforma Google Earth Engine. Especificamente, o projeto teve início em julho de 2015 com um treinamento da equipe do MapBiomas sobre o Google Earth Engine em Mountain View, Califórnia.</div><div>Os dados da Coleção 5 do MapBiomas apresentam os 35 anos (1985 a 2019) dos mapas anuais de cobertura e uso da terra do Brasil em escala de 30 m com melhorias na acurácia nos biomas e novas classes de agricultura. Nesta coleção já foi utilizado o novo limite dos biomas em escala 1:250.000 do IBGE.<br>O numero de classes mapeadas aumentou de 19 para 21 e incluem soja (2000-2019), cana e culturas perenes (versão beta). Foram produzidos mapas da evolução da agricultura irrigada no Brasil (2000-2018) e avaliações de qualidade das pastagens (2010 e 2018) ambos em versão beta.<br>os dados&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://plataforma.brasil.mapbiomas.org/?activeBaseMap=8&amp;layersOpacity=70&amp;activeModule=coverage&amp;activeModuleContent=coverage%3Acoverage_main&amp;activeYear=2019&amp;mapPosition=-15.072124%2C-54.448242%2C4&amp;baseParams[territoryType]=5&amp;baseParams[territories]=96%3BBrasil%3B5%3BPa%C3%ADs%3B-33.75108381453708%3B-74.00459087362147%3B5.272709087891954%3B-34.7928849739999&amp;baseParams[activeClassesLevelsListItems]=28%2C36%2C50%2C51%2C52%2C35%2C29%2C37%2C38%2C41%2C40%2C39%2C30%2C43%2C42%2C54%2C56%2C55%2C57%2C53%2C44%2C31%2C45%2C46%2C47%2C34%2C32%2C49%2C48%2C33" />
         <pubDate>2021-08-07 14:57:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade 4.1 - Emily dos Santos Silva</title>
         <author>emilysilva13</author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1671734676</link>
         <description><![CDATA[<div>Este trabalho utilizou o sensoriamento remoto e SIG para a criação de uma dinâmica temporal do uso e cobertura do solo na bacia hidrográfica do Rio Doce, localizada no Rio Grande do Norte.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://periodicos.ufrn.br/sociedadeeterritorio/article/view/5305" />
         <pubDate>2021-08-07 16:08:59 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1671734676</guid>
      </item>
      <item>
         <title>ATIVIDADE 4.1 - Paulo José Gomes Ferreira</title>
         <author>pauloqxm</author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1672050798</link>
         <description><![CDATA[<div>O trabalho objetivou-se mapear e quantificar os níveis de degradação da vegetação na bacia do Rio Jaibaras/CE nos últimos 24 anos (1985-2009). A Bacia Hidrográfica do Rio Jaibaras, no Estado do Ceará, está localizada na serra subúmida da Meruoca e do Planalto da Ibiapaba.&nbsp;<br><br>Para a realização do levantamento, foram utilizadas imagens de satélite Landsat 5 que foram modeladas a partir das técnicas e ferramentas de sensoriamento remoto e de geoprocessamento, com destaque para o Processamento Digital de Imagens – PDI e trabalho de campo. Desta forma, o manejo inadequado dos recursos naturais, acima de sua capacidade de suporte, tem propiciado condições de degradação da cobertura vegetal em áreas significativas da bacia.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1288769823/4e71a96f8d24eafbab639c2b7893faa6/Atividade_4_1___Sensoriamento_Remoto.JPG" />
         <pubDate>2021-08-08 14:01:58 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Atividade 4.1 - Gabriel Tirintan de Lima</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1672117054</link>
         <description><![CDATA[<div>Neste trabalho os autores utilizaram de sensoriamento remoto para identificar e analisar a ocorrência de incêndios no Parque Estadual Encontro das Águas, no ano de 2020. Para isso utilizaram imagens Landsat-8 e Sentinel-2, além de comparar os índices espectrais Normalized Burn Ratio (NBR) e Normalized Difference Vegetation Index (NDVI),&nbsp; para definir o mais adequado para a análise.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1288794068/422b7f7902ff97afdf337c217eb6e472/Oliveira__et_al____2021___O_uso_de_sensoreamento_remoto_para_identifica__o_de_queimadas_no_PE_Encontro_das__guas.pdf" />
         <pubDate>2021-08-08 17:25:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade 4.1 – Mural digital - Poliana Angela F. Cardoso - Uso do sensor LiDAR</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1672149463</link>
         <description><![CDATA[<div>É um sensor remoto ativo, ou seja, apresenta sua própria fonte de luz, a bordo de plataformas que emite ondas eletromagnéticas (os feixes) e recebe essas mesmas ondas que estão no espectro infravermelho próximo. Com o tempo de saída e retorno de cada pulso, ele consegue ter a posição do alvo, sendo capaz de modelar a superfície do terreno bi e tridimensionalmente.</div><div>&nbsp;</div><div>Existem dois tipos básicos de LIDAR<strong>: aerotransportado e terrestre.<br></strong><br></div><div><strong>No Aerotransportado:</strong> o sistema é instalado em uma plataforma (pode ser avião, drone ou helicóptero), em que o laser infravermelho é emitido em direção ao solo e retornado ao sensor. Existem dois tipos de sensores aerotransportados: <strong>topográficos e batimétricos</strong></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><ul><li><strong>O Lidar Topográfico: </strong>é<strong> </strong>usado para derivar modelos de superfície para uso em várias aplicações, como silvicultura, hidrologia, geomorfologia, planejamento urbano, ecologia de paisagem, avaliações de levantamento topográfico e cálculos volumétricos.</li></ul><div>&nbsp;</div><ul><li><strong>LIDAR batimétrico: </strong>é um tipo de aquisição que penetra na água. A maioria dos sistemas batimétricos LIDAR coletam simultaneamente a profundidade e a elevação da água, o que fornece um levantamento da interface terra-água. <br>A informação batimétrica é muito importante perto de praias, margens de rios portos e entre outros.<br><br><strong>LIDAR terrestre</strong></li></ul><div><strong>&nbsp;</strong></div><div>Também possui dois tipos de sensores: <strong>O móvel e o estático</strong></div><div>&nbsp;</div><ul><li><strong>O Lidar móvel : </strong>O sistema LIDAR é montado em uma plataforma em movimento, que pode ser veículos, trens, navios e até mesmo ser transportados por nós. Com esse tipo de sensor é possível obter algumas variáveis da floresta, como a altura da vegetação, densidade de área foliar, abertura de dossel e frações de clareiras e estimativa da biomassa.</li></ul><div><strong>&nbsp;</strong></div><ul><li><strong>O Lidar estático: </strong>O sistema é colocado em um local estático, fixo, normalmente é montado em um tripé e pode ser deslocado para outro local.<br><br></li></ul><div><strong>Vantagens x Desvantagens</strong></div><div><br><strong>Vantagens:<br></strong><br></div><ul><li>Não é afetado pela falta de luminosidade;</li><li><a href="https://blog.cpetecnologia.com.br/__trashed/">Tecnologia</a> veloz;</li><li>Método preciso;</li><li>Menor tempo de processamento de dados;</li><li>Pode ser capaz de penetrar na vegetação;</li><li>Entre outras.</li></ul><div><br><strong>Desvantagens:<br></strong><br></div><ul><li>Alto custo inicial;</li><li>Poucos profissionais que consegue realizar o manuseio adequado da plataforma e no processamento dos dados;</li><li>Pouco tempo de carga da bateria e;</li><li>Entre outras.</li></ul><div><strong><br>Referências<br></strong><br><strong>LIDAR — Divisão de Sensoriamento Remoto</strong>. Inpe.br. Disponível em: http://www.dsr.inpe.br/DSR/areas-de-atuacao/sensores-plataformas/lidar. Acesso em: 6 Aug. 2021.</div><div>‌</div><div><br><br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1288906537/09f794f106f70cb9a2545b211bb2aadb/Mapa_3D_3_1_1024x576.jpg" />
         <pubDate>2021-08-08 19:46:11 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1672149463</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Beatriz Rocha Sachini</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1672170637</link>
         <description><![CDATA[<div>O NOAA é uma série de satélites controlada pela National Oceanic Atmospheric Administration. O sistema opera com no mínimo dois satélites. Atualmente, é possível obter imagens multiespectrais da superfície terrestre (captadas pelo sensor AVHRR-3) e, também, dados numéricos por meio de sondas (obtidas pelo sensor ATOVS); eles são utilizados, sobretudo, em modelos climáticos e de previsão do tempo atmosférico. A última atualização sobre a operação dos satélites é do início de 2020, 4 satélites estavam em funcionamento.<br>Os satélites NOAA de sensor AVHRR (Advanced Very High Resolution Radiometer) atinge uma faixa espectral de 0,58 a 12,5.<br>0,58 - 0,68: Mapeamento diurno de nuvem, gelo e neve; definição de feições de solo e cobertura vegetal.<br>0,725 ‐ 1,1: Delineamento da superfície da água; definição de condições de fusão de neve e gelo; avaliação da vegetação e monitoramento meteorológico.<br>3,55 ‐ 3,93: Mapeamento noturno e diurno de nuvens; análise da temperatura (C) da superfície do mar; detecção de pontos quentes (incêndios).<br>10,30 ‐ 11,30; 11,50 ‐ 12,50:&nbsp;Mapeamento noturno e diurno de nuvens; medição da superfície do mar, lagos e rios; detecção de erupção vulcânica; umidade do solo, atributos meteorológicos das nuvens.<br><br>EMBRAPA. Disponível em: &lt;https://www.embrapa.br/satelites-de-monitoramento/missoes/noaa&gt;.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.embrapa.br/satelites-de-monitoramento/missoes/noaa" />
         <pubDate>2021-08-08 21:22:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Na literatura são encontradas as mais variadas definições de sensoriamento remoto, algumas mais simples e outras mais científicas. A definição mais simples de Sensoriamento Remoto é: Sensoriamento Remoto é a coleta de dados sem o contato direto ou proximidade com o objeto ou superfície analisada. A definição mais científica é: Sensoriamento Remoto é uma ciência que visa o desenvolvimento da obtenção de imagens da superfície terrestre por meio da detecção e medição quantitativa das respostas das interações da radiação eletromagnética com os materiais terrestres (Meneses e Almeida, 2012).Os produtos de sensores remotos podem ser divididos em duas categorias: produtos analógicos e produtos digitais. Os produtos analógicos foram utilizados antes da popularização dos microcomputadores. Apesar de possuir considerável importância na visualização de feições da superfície terrestre, os produtos analógicos têm sido gradativamente substituídos pelos produtos digitais. Os produtos do sensoriamento remoto são: 1.1	Estrutura de uma imagem digital;1.2	Resolução radiométrica;1.3	Resolução espectral;1.4	Resolução temporal No uso do sensoriamento remoto existe vantagens e desvantagens Imagens landsat Vantagens	Desvantagens Independente do tempo: radiação artificial pode penetrar nuvens, chuva, luz e neve.	As emissões são marginais, a radiação pode ser influenciada ou interferida por outras fontes de radiação. Independente da luz solar : pode monitorar dia e noite.	https://www.gov.br/economia/pt-br/assuntos/patrimonio-da-uniao/programa-de-modernizacao/linha-do-tempo/02_02_ted_uff-spu_apostila_sensoriamento_2017-12-18.pdf</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1672206020</link>
         <description><![CDATA[<div>Anderson da Costa Hianes</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-08 23:36:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Luana da Costa Duarte Hianes</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1672210321</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Sensoriamento remoto</strong> é um termo utilizado na área das ciências aplicadas que se refere à obtenção de imagens à distância, sobre a superfície terrestre.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>As imagens coletadas por sensores remotos possuem características, como estrutura e resoluções espacial, radiometria, espectral e temporal, que as diferenciam de outras imagens digitais, são; Estrutura de uma imagem digital, Resolução espacial; Resoluçãoradiométrica; Resolução espectral e Resolução temporal.<br><br></div><div>Método do Paralelepípedo O método do paralelepípedo considera uma área retangular ao redor do conjunto de pixels identificados nas áreas-treino, a qual pode ser definida pelos valores mínimos e máximos (Figura 6.16). Pode-se usar também o valor médio e o desvio-padrão. • Vantagens: A implementação do método do paralelepípedo é rápida e simples, uma vez que os pixels a serem classificados são comparados à valores e limites que permanecem constantes. Este método é geralmente utilizado em um primeiro passo de análise. Após o resultado analisado podese então partir para processos de classificação mais robustos. • Desvantagens: Os pixels situados fora dos limites dos paralelepípedos não podem ser classificados. (e) Band Y DN Band X DN equiprobability contours Key corn forest hay sand urban water 6. Processamento Digital de Imagens &gt; 6.6 Classificação &gt; 6.6.2 Classificação supervisionada 54 97SUMÁRIO Figura 6.16 –Diagrama do espaço de atributoscom a localização dos pixels pertencentes a um conjunto de áreas-treinos. Os limites de decisão da classificação pelo método do paralelepípedo são mostrados em torno de cada classe (Drury, 2001). Método da distância mínima O método da distância mínima classifica um determinado pixel calculando a distância espectral entre o pixel a ser classificado e o valor médio de cada área-treino (Figura 6.17). A figura mostra as distâncias espectraisque unem o pixel a ser classificado e as médias das três áreas-treino. O pixel a ser classificado irá integrar a classe cujo valor médio estiver mais próximo do valor do pixel em análise. • Vantagens: Se cada pixel estiver próximo a uma determinada área-treino, jamais haverá pixel não classificado. Após o método por paralelepípedo, o método por distância mínima é o método de classificação mais rápido de ser processado. • Desvantagens: Todos os pixels serão obrigatoriamente classificados.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div><a href="https://www.gov.br/economia/pt-br/assuntos/patrimonio-da-uniao/programa-de-modernizacao/linha-do-tempo/02_02_ted_uff-spu_apostila_sensoriamento_2017-12-18.pdf">https://www.gov.br/economia/pt-br/assuntos/patrimonio-da-uniao/programa-de-modernizacao/linha-do-tempo/02_02_ted_uff-spu_apostila_sensoriamento_2017-12-18.pdf<br></a><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-08-08 23:46:21 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1672210321</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O Earth Engine Evapotranspiration Flux (EEFlux), (disponível em: https://eeflux-level1.appspot.com) surgiu com o objetivo de fornecer estimativas sobre o consumo de água pelas vegetação a partir de 1984, buscando, entre outros objetivos, avaliar os sistemas de água superficiais e subterrâneos e avaliar o estresse hídrico da vegetação (ALLEN et al., 2015). O projeto EEFlux surgiu com financiamento do Google e apoio de instituições americanas (ALLEN et al., 2015; MHAWEJ &amp; FAOUR, 2020). Entre as vantagens, O EEFlux é uma versão do METRIC, buscando ter uma interface intuitiva, contudo possui a desvantagem de não permitir mudanças no código (MHAWEJ &amp; FAOUR, 2020).  Além disso, o EEFlux disponibiliza, entre outros produtos, mapas de evapotranspiração (ET), do albedo, da cobertura do solo, da temperatura de superfície (Ts) e do Índice de vegetação de diferença normalizada (NDVI) (OLIVEIRA COSTA et al., 2020; NISA et al., 2021).</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1673029394</link>
         <description><![CDATA[<div>Aluno: Reginaldo Lourenço Pereira Júnior<br><br>ALLEN, R. G.;&nbsp; MORTON, C.; KAMBLE, B.; KILIC, A.; HUNTINGTON, J.; THAU, D.; GORELICK, N.; ERICKSON, T.; MOORE, R.; TREZZA, R.; RATCLIFFE, I.; ROBISON, C. EEFlux: A Landsat-based evapotranspiration mapping tool on the Google Earth Engine. <em>In:</em> ASABE/IA IRRIGATION SYMPOSIUM: EMERGING TECHNOLOGIES FOR SUSTAINABLE IRRIGATION, 2015. <strong>Anais [...] </strong>St. Joseph: American Society of Agricultural and Biological Engineers, 2015. DOI: 10.13031/irrig.20152143511<br><br>MHAWEJ, M.; FAOUR, G. Open-source Google Earth Engine 30-m evapotranspiration rates retrieval: The SEBALIGEE system. <strong>Environmental Modelling &amp; Software</strong>, v. 133, p. 104845, 2020. DOI: 10.1016/j.envsoft.2020.104845<br><br>NISA, Z.; KHAN, M. S.; GOVIND, A.; MARCHETTI, M.; LASSERRE, B.; MAGLIULO, E.; MANCO, A. Evaluation of SEBS, METRIC-EEFlux, and QWaterModel Actual Evapotranspiration for a Mediterranean Cropping System in Southern Italy. <strong>Agronomy</strong>, v. 11, n.2, p. 345. 2021. DOI: 10.3390/agronomy11020345<br><br>OLIVEIRA COSTA, J.; JOSÉ, J. V.; WOLFF, W.; OLIVEIRA, N. P. R.; OLIVEIRA, R. C.; RIBEIRO, N. L.; COELHO, R. D.; SILVA, T. J. A.; BONFIM-SILVA, E. M.; SCHLICHTING, A. F. Spatial variability quantification of maize water consumption based on Google EEflux tool. <strong>Agricultural Water Management</strong>, v. 232, p. 106037, 2020. DOI: 10.1016/j.agwat.2020.106037<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://eeflux-level1.appspot.com/" />
         <pubDate>2021-08-09 15:37:28 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1673029394</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Atividade 4.1 - Emerson da Paz Marcon -Focos de calor no Cerrado e na Caatinga de Minas Gerais identificados por sensor orbital</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1673096990</link>
         <description><![CDATA[<div>A área de estudo compreende às porções dos biomas Cerrado e Caatinga no Estado de Minas Gerais, Brasil. Em Minas Gerais, o Cerrado ocupa uma área de 368.411 km2 , com 11 UC Federais e 45 Estaduais, que perfazem 19.511,27 km² de área. Por sua vez, a Caatinga ocupa uma área de 11.913 km², com uma UC Federal e quatro Estaduais, que abrangem 589,45 km² de área (Figura 1 no Arquivo do Estudo).&nbsp;<br><br>Dados provenientes do sensor MODIS possuem vasta aplicação em análises sobre o território brasileiro, especialmente relacionadas ao uso e cobertura da terra e à processos inerentes, como a expansão da agricultura e o avanço de frentes de desmatamento (Chaves et al., 2018, Chaves; Alves, 2019). Dados orbitais referentes aos produtos de anomalias termais/fogo do sensor MODIS, MOD14 e MYD14, também são aplicados com frequência, por possuírem características interessantes para analisar a dinâmica de focos de calor em todo o território nacional. Os dados MOD14 e MYD14 utilizados neste trabalho foram extraídos gratuitamente da plataforma de acesso ao banco de dados Level 1 and Atmosphere Archive and Distribution System - LAADS Web (NASA, 2016), que pode ser acessada pelo endereço eletrônico https://ladsweb.modaps.eosdis.nasa.gov/. Os produtos MOD14 e MYD14 permitem identificar anomalias termais em pixels com resolução espacial de 1 km por meio de um algoritmo contextual que detecta irregularidades a partir das informações contidas nas bandas dos canais infravermelho médio e termal e descarta falsas detecções a partir da temperatura de brilho em relação aos pixels adjacentes (Giglio et al., 2016). Com alto grau de confiabilidade, este algoritmo considera que as áreas acometidas por focos de calor representam a ocorrência de queimadas e/ou incêndios florestais. Para a análise, foram extraídos dados para o período entre 2005 e 2015, escolhido por representar uma década na qual Minas Gerais apresentou queimadas acima de 20 km² em, pelo menos, quatro anos (Cardozo et al., 2018), fator que acarretou mudanças na paisagem (Mataveli et al., 2018).<br><br>&nbsp;As etapas de processamento dos dados tiveram como referência a metodologia descrita por Mataveli e Chaves (2014), utilizada para avaliar a distribuição de focos de calor detectados pelo MODIS em outras regiões do Estado de Minas Gerais. A primeira etapa consistiu em organizar os dados extraídos da plataforma LAADS Web em ordem cronológica, visando avaliar variabilidade de ocorrência. Posteriormente, os dados foram convertidos do formato Hierarchical Data Format versão 4 (HDF-4), para o American Standard Code for Information Interchange (ASCII). A análise dos focos de calor detectados na área de estudo considerou a distribuição espaço-temporal calculada a partir dos totais mensais obtidos. Eles foram agrupados em uma grade regular de 0,25º e divididos em nove classes, de acordo com a análise dos histogramas, com a última classe variando de 80 focos até o número máximo de focos encontrado em determinado ponto da grade regular, para cada ano. Em cada ponto da grade foi totalizado o número de focos registrados, anualmente, entre 2005 e 2015, o que permitiu analisar a variabilidade espaço-temporal dos focos de calor detectados pelos produtos MODIS e identificar as áreas mais propensas às queimadas. Em seguida, os totais de focos de calor por pontos da grade foram interpolados por meio do interpolador Convolução Cúbica, para gerar mapas de superfície contínua.&nbsp;<br><br>&nbsp;Os produtos derivados do sensor MODIS foram úteis para identificar e quantificar os focos de calor, tornando possível avaliar a distribuição espaço-temporal do fenômeno entre 2005 e 2015. Os focos de calor se concentraram na estação seca (maio até setembro), e, perigosamente, na faixa de transição entre os biomas e em UC. A quantidade de focos de calor em UC (8,63%) indica que é preciso melhorar o controle de queimadas, especialmente, na zona de transição entre os biomas avaliados. Como a tomada de decisões envolvendo eventos relacionados a fenômenos climáticos passa pelo monitoramento, o ferramental utilizado mostrou-se útil e com potencial para subsidiar o planejamento de ações de prevenção de incêndios florestais nas UC e demais áreas protegidas. As análises feitas podem ser combinadas com mapas de uso do solo, hidrologia e infraestrutura, por exemplo, aumentando o leque de possibilidades para o uso do SIG na gestão e no planejamento. Esta operacionalização pode contribuir para a redução de gastos com a recuperação pós eventos degradantes.&nbsp;<br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1289583771/92f37b81770ef1c72d1a72fad26b1d2a/FOCOSD_1.PDF" />
         <pubDate>2021-08-09 16:38:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade 4.1 - Edionilde</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1673313248</link>
         <description><![CDATA[<div>Atlas Unidade de Conservação do Estado do Amapá</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1290076001/52a7d1b56afef358f4debd255b7f957c/Atlas_das_Unidades_de_Conserva__o.pdf" />
         <pubDate>2021-08-09 20:36:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atv_4.1_Ernandes Silva Sousa</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1673484840</link>
         <description><![CDATA[<div>A criação de áreas protegidas (Unidades de Conservação e Terras Indígenas) é uma das estratégias mais efetivas na contenção dos processos de desmatamento, fragmentação da paisagem e conservação da biodiversidade. No entanto várias dessas áreas na Amazônia sofrem com pressões antrópicas que não possibilitam alcançar o objetivo para o qual foram criadas. Nesse sentido é importante a geração de informações que avaliem o estado de ocupação e fragmentação de áreas protegidas de maneira a dar subsídios para ações mais efetivas para sua conservação. O presente estudo, a partir de técnicas e produtos de sensoriamento remoto e geoprocessamento, analisar a dinâmica de alterações na cobertura vegetal e uso da terra e da estrutura da paisagem de um conjunto de áreas protegidas incluindo UC (Reserva Biológica do Gurupi) e TIs (Terra Indígena Awá, Terra Indígena Caru e Terra Indígena Alto Turiaçu) em um período de 30 anos, visando com isso gerar subsídios para a implementação de política de gestão compartilhada para a conservação e manutenção da biodiversidade. Para tanto, utilizou-se imagens digitais dos satélites Landsat 5 e 8, as quais foram processadas e classificadas através do algoritmo de máxima verossimilhança e interpretadas através de estudos de ecologia de paisagem. Obteve-se mapas do estado de conservação dessas áreas protegidas, da fragmentação da paisagem. Espera-se que os resultados gerados nessa, tese, auxilie na busca de soluções para conservação da biodiversidade presente na área de estudo.<br><br><strong>Referencia:</strong><br>PINHEIRO, Paula Fernanda Viegas. Fragmentação florestal em áreas protegidas na Amazônia maranhense e conservação da biodiversidade. Orientadora: Maria de Lourdes Pinheiro Ruivo. 2019. 150 f. Tese (Doutorado em Biodiversidade e Biotecnologia da Rede BIONORTE) - Universidade Federal do Pará, Belém, 2019.</div>]]></description>
         <enclosure url="http://repositorio.ufra.edu.br/jspui/handle/123456789/841" />
         <pubDate>2021-08-10 00:51:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O trabalho em questão busca demonstrar a importância do uso de produtos de sensoriamento remoto, obtidos por meio de técnicas de processamento digital de imagens a partir da classificação automática atrelada à interpretação visual, como ferramenta que subsidiará o planejamento e gestão participativa do Parque Nacional do Itatiaia. Entre outros processos, foi realizado o processamento digital de uma imagem LANDAST 7, utilizando o software SPRING.</title>
         <author>raysousasilva</author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1673512816</link>
         <description><![CDATA[<div>http://www.geocart.igeo.ufrj.br/pdf/trabalhos/2003/Parque_Nacional_Itatiaia_2003.pdf</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1123059091/9710d5de1fd0c78782fd56ce8cb0bc3e/Captura_de_tela_2021_08_09_21_49_19.png" />
         <pubDate>2021-08-10 01:21:10 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1673512816</guid>
      </item>
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         <title>Isabelle Alves</title>
         <author>isabellealves3</author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1682499273</link>
         <description><![CDATA[<div>Inicialmente, pode-se afirmar que o Sensoriamento Remoto (SR) trata da aquisição de dados de um objeto ou cena por um sensor que está distante dos alvos (COLWELL, 1983). Fotografias aéreas, imagens de satélites e radares são exemplos de produtos gerados a partir de dispositivos remotamente sensoriados (FREIRE &amp; PACHECO, 2004), onde a energia registrada por esses instrumentos apresenta interações fundamentais entre os alvos e os sensores (propriedades bio-físico-químicas dos alvos, atmosfera, etc.) que devem ser modeladas para a correta extração de informações obtidas por meio de dados de Sensoriamento Remoto (JENSEN, 2009).&nbsp;<br><br>&nbsp;Essas novas perspectivas científicas para a análise ambiental têm como centro o paradigma de multidisciplinaridade, que contempla as inter-relações e as interações entre as áreas de conhecimento das geociências e engenharias. Sendo assim, o foco principal para as diversas áreas do conhecimento é compreender melhor a distribuição espacial dos dados advindos de fenômenos ocorridos no espaço (CÂMARA et al., 2001).&nbsp;<br><br>&nbsp;Assim, dados de Sensoriamento Remoto obtidos por satélites têm o potencial de fornecer informações detalhadas sobre as propriedades da superfície da terra e os parâmetros a nível local ou em escala regional, imageando porções do espectro eletromagnéticos além da região do visível. Tal característica permite aprofundar a extração de informações sobre os alvos na superfície terrestre, especialmente aqueles de maior sensibilidade à região do infravermelho, como é o caso de estudos que envolvam a cobertura de vegetação.&nbsp;<br><br>Link de Acesso:<br>https://www.fundaj.gov.br/images/stories/cieg/atlas_caatinga/cap3_sensoriamentoremotoemeioambiente_caatinga_fundaj.pdf</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.fundaj.gov.br/images/stories/cieg/atlas_caatinga/cap3_sensoriamentoremotoemeioambiente_caatinga_fundaj.pdf" />
         <pubDate>2021-08-17 16:38:14 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1682499273</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Atv_4.1_Samia_Carmo. </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1689230048</link>
         <description><![CDATA[<div>O uso de imagens de satélite e fotografias aéreas vem se tornando cada vez mais comuns na obtenção de dados ambientais, como os cursos d’água e nascentes. Deste modo, o presente trabalho teve por objetivo comparar três diferentes produtos utilizados no mapeamento visual de drenagens e nascentes: um mosaico de imagens do satélite SPOT/Ikonos, imagens do programa Google Earth® e fotografias aéreas, na Microbacia Hidrográfica do Córrego do Ceveiro (MHC). Utilizou-se a rede de drenagem presente em cartas topográficas do IGC/SP, escala 1:10.000, como base para comparação no trabalho. Para uma melhor comparação entre os produtos, foram analisados dois fatores: comprimento de drenagem (CD) e número de nascentes (NN), sendo as análises realizadas apenas em caráter quantitativo. Para a avaliação do CD, utilizou-se o resultado da MHC como um todo para ser possível uma avaliação prévia dos produtos estudados. Já para a avaliação do NN foram dispostas vinte e nove amostras circulares de 0,5 km de raio e obteve-se os resultados através da utilização do coeficiente de correlação de concordância de Lin. Para o CD, a imagem do satélite SPOT apresentou maior semelhança com as cartas 1:10.000, apresentando 1,43% acima do CD existente nas cartas. Para o NN, houve uma maior semelhança entre os produtos estudados, tendo a fotografia aérea apresentado o valor mais alto do coeficiente, sendo esse o produto analisado que apresentou maior equivalência com o valor das nascentes obtidas nas cartas.<br><br>http://www.revistadeagricultura.org.br/index.php/revistadeagricultura/article/view/172</div>]]></description>
         <enclosure url="http://www.revistadeagricultura.org.br/index.php/revistadeagricultura/article/view/172" />
         <pubDate>2021-08-22 02:22:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade 4.1 - Sandro Marcelo de Caires</title>
         <author>sandrocaires</author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1694112836</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Através de uma temática diferente venho contribuir com informações sobre o uso de VANT nos trabalhos ambientais. Portanto trago o requintado trabalho de Silva &amp; Borges (2018) para apreciação. O trabalho apresenta os principais usos de drones em estudos ambientais, demonstrando o histórico e o surgimento dos drones de maneira sucinta, os modelos de drones e seus componentes, bem como os softwares existentes e disponíveis para serem utilizados a partir de imagens e dados gerados pelo uso de drones.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.researchgate.net/publication/330834388_USOS_DE_DRONES_EM_ESTUDOS_AMBIENTAIS" />
         <pubDate>2021-08-24 17:38:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1849814362</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Os corredores ecológicos são importantes estruturas ambientais com a finalidade de conservação e recuperação da biodiversidade em áreas degradadas, decorrentes do desenvolvimento humano desordenado, que favorece a fragmentação florestal e a perda da conectividade entre os diversos habitats naturais. Com a utilização do sensoriamento remoto e de sistemas de informações geográficas, esta pesquisa teve como objetivo identificar áreas com potencial para corredores ecológicos por meio de uma técnica automatizada, o que reduz o caráter pessoal na interpretação visual da imagem. Assim, realizou-se uma análise da conexão entre as Unidades de Conservação presentes na Bacia Hidrográfica do Rio Formoso, Mato Grosso do Sul, mediante a identificação das Unidades de Conservação, das Áreas de Preservação Permanente e dos fragmentos florestais remanescentes. Além disso, foi realizada uma análise da cobertura do solo.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1401253192/df4e28d973356d9f94b70d29613dbf7a/2021_10_27__2_.png" />
         <pubDate>2021-10-28 00:57:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ativ 4.1 - Mural digital (Maria de Lourdes Carvalho Neta)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1897898859</link>
         <description><![CDATA[<h1>Artigo: Detecção da Variação de Cobertura Vegetal a Partir da Estimativa do Índice de Vegetação por Diferença Normalizada (NDVI) na Unidade de Conservação do Parque Estadual das Carnaúbas - CE com Utilização de Técnicas do Sensoriamento Remoto</h1><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>Produtos utilizados no estudo:</strong>Imagens do satélite Landsat 4-5 sensor Thematic Mapper (TM) dos anos de 1986 e 2006; e satélite Landsat 8 sensor Operational Terra Imager (OLI)/Thermal Infrared Sensor (TIRS) do ano de 2018.</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Vantagens:</strong> Imagens gratuitas e pelo tempo de existência da missão Landsat, permite análise de recortes temporais amplos.</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Desvantagens:</strong> Algumas críticas são feitas ao NDVI; Imagens mais antigas de mais baixa resolução.</div><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1460878609/e0790a5597d778bccf19925ecf93a318/Deteccao_da_Variacao_de_Cobertura_Vegetal_a_Partir.pdf" />
         <pubDate>2021-11-17 20:12:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>NDVI – Medindo as condições de vegetaçãoO NDVI – Normalized Difference Vegetation Index (que em português é chamado de Índice de Diferença de Vegetação Normalizada ) é gerado por meio de imagens obtidas por sensores remotos, como satélites e drones.Ele é o mais popular dos índices, já que é utilizado na agricultura para medir a condição da vegetação em uma área. Desta forma, se torna de grande importância para análises inteligentes na agricultura.O índice é obtido após o satélite captar a quantidade de energia refletida pela superfície terrestre em certos pontos do espectro eletromagnético (uma faixa de níveis de energia). A vegetação pode refletir mais ou menos energia, dependendo da sua saúde ou outras características, como o tamanho das folhas.O NDVI pode variar de -1 à 1 (bandas Infravermelho e Vermelho).</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1913352555</link>
         <description><![CDATA[<div>Lucas José de Souza Siva</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-11-26 00:08:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>EVI – Analisando regiões mais saturadasEnhanced Vegetation Index, mas por aqui ele é chamado de Índice de Vegetação Melhorado. O EVI tem sua função muito parecida com a do NDVI. A diferença entre estes índices é que o EVI é mais recomendado para áreas com alta vegetação, já que utiliza a banda do azul para descontar influências atmosféricas no índice.  Em locais onde há uma grande exposição do solo (baixa vegetação), é recomendado o uso do Soil Adjusted Vegetation Index, ou Índice de Vegetação Ajustada do Solo, junto ao NDVI. Nestas situações, o índice de NDVI é prejudicado pela reflexão das ondas eletromagnéticas pelo solo.                                                                                    O índice SAVI nada mais é que a análise de NDVI com fatores de ajuste no cálculo que buscam evitar este problema. É importante ressaltar, porém, que seu uso é complementar ao NDVI, já que a análise é considerada melhor apenas em certas ocasiões.   </title>
         <author>lucasjdsouzaifpe</author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1913354842</link>
         <description><![CDATA[<div>Lucas José de Souza Silva</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-11-26 00:11:35 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1913354842</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Caick Marcelo Rosa Martins</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1913506637</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Este trabalho apresentou e destacou contribuições das técnicas de Sensoriamento Remoto na gestão de unidades de conservação (UC) e sua aplicação no monitoramento das áreas de cobertura vegetal, tomando o Parque Nacional de Ubajara-CE como caso de estudo. Com a aplicação de técnicas de Sensoriamento Remoto direcionada para o estudo da vegetação, fez-se uso do método de classificação por Máxima Verossimilhança (MAXVER) nas imagens de satélite LandSAT 7, sensor ETM+ e LandSAT 8, sensor OLI, para os anos de 2001 e 2016. Foi realizada a comparação entre os dois anos e o resultado demonstrou a formação de novas imagens classificadas indicando as áreas de fisionomia caatinga arbórea e arbustiva, solo exposto, nuvem/sombra de nuvem e área antropizadas.<br>https://www.editorarealize.com.br/editora/anais/conidis/2017/TRABALHO_EV074_MD1_SA15_ID1434_20092017123358.pdf&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1473147237/b635a61bcb35533df23ec67dd16649e4/TRABALHO_EV074_MD1_SA15_ID1434_20092017123358.pdf" />
         <pubDate>2021-11-26 02:09:58 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1913506637</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Atv. 4.1 - Angie Paola Santacruz Salas</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1914911257</link>
         <description><![CDATA[<div>O documento é um estudo-piloto sobre&nbsp; monitoramento de Áreas Protegidas na Guatemala. O qual foi feito com o intuito de construir um histórico de indicadores, que permitam a partir de modelação identificar variáveis causais de deflorestação y de maior pressão sobre os recursos naturais. O uso desta informação foi para fazer uma melhor toma de decisões na gestão, administração, conservação e uso sustentável de recursos naturais das áreas protegidas da região do nordeste de Guatemala.&nbsp;<br><br></div><div><strong>Vantagens: </strong>A pesquisa permitiu obter as taxas de crescimento da população na região, os quais podem ser usados para determinar tendências generais y valores aproximados de incremento. Além disso, com as imagens de satélite foram identificaram 17 classes de cobertura de solo, um avanço significativo porque os mapas anteriores do país só tinham duas categorias para classificação (Floresta e não floresta).&nbsp;<br><br></div><div><strong>Desvantagens: </strong>Como foram usados sensores remotos de diferentes resoluções espaciais, os resultados têm limitações para ser considerados como uma avaliação definitiva do crescimento de áreas urbanas.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1341943419/47523d16bf16834b3d333e03aa72b18a/MonitoreoRRNNAP_AnalisisInicialLBparaMonitoreoconSensoresRemotos.pdf" />
         <pubDate>2021-11-26 23:28:47 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/1914911257</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Atividade 4.1 - Marcos Vinícius Perdoná</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/2253044943</link>
         <description><![CDATA[<div>Este artigo nos mostra de que forma a correlação existente entre as queimadas ocorridas no Parque Estadual do Itatiaia (RJ) estão relacionadas aos focos de calor identificados por satélite. O período analisado foi entre 2008 a 2010 e os polígonos das queimadas no parque nos anos 2001, 2007 e 2010 foram obtidos por imagens de satélite CBERS e Landsat 5. O estudo mostrou que há omissão de 96% da detecção dos focos de calor em relação aos incêndios registrados. <br><strong>Principal vantagem: </strong>Os dados apresentados no estudo mostam-se perfeitamente aplicáveis à realidade enfrentada pelos órgãos ambientais de controle, portanto são muito úteis ao ICMBio e ao IBAMA. Além disso, podem ser utilizados para calibração do sistema usado pelo INPE.<br><strong>Principal desvantagem: </strong>Não substitui os dados de campo e não possui tanta aplicação em áreas já bem monitoradas, apenas em locais de acesso mais remoto.<br><strong>Link:&nbsp;</strong>https://revistaeletronica.icmbio.gov.br/BioBR/article/view/140/115</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1762749276/b57311443c554a2e9a61993dd5a5d32c/Sensoriamento_Remoto_e_focos_de_queimada.pdf" />
         <pubDate>2022-08-01 23:38:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade 4.1 - Erick Mion Céa</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/2253107308</link>
         <description><![CDATA[<div>O artigo intitulado Sensoriamento Remoto como Ferramenta de Apoio no Monitoramento de Ecossistemas Costeiros Protegidos tem como objetivo investigar a variação média no adensamento em restingas existentes no município de Marapanim, localizado no Estado do Pará, devido à importância da área para o equilíbrio ambiental, grande biodiversidade e recuperação dos estoques pesqueiros. Segundo o artigo, a análise espacial foi realizada a partir de imagens do satélite LANDSAT 08, sensor ETM, com resoluções geométricas de 30 metros, órbita ponto 223/60 e datas de aquisição compreendendo os anos de 2013 e 2016. As vantagens obtidas pela utilização das imagens de satélite foram a boa resolução das imagens e a gratuidade, já que foram disponibilizada no catálogo de imagens do INPE na internet. As desvantagens da utilização das imagens de satélites é a possibilidade de uma baixa visibilidade e incidência de nuvens, além da necessidade da correção atmosférica para a retirada do efeito de dispersão da energia eletromagnética nas partículas de água suspensas na atmosfera no caso do estudo efetuado pelos autores do artigo.<br>Disponível em: https://www.semas.pa.gov.br/revistaseaf/edicoes/17/15.%20SENSORIAMENTO%20REMOTO%20COMO%20FERRAMENTA%20DE%20APOIO%20NO%20MONITORAMENTO%20DE%20ECOSSISTEMAS%20COSTEIROS%20PROTEGIDOS.pdf</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1762698248/72142b8f8c16d88b4f458b87ac584b5a/Sensoriamento_Remoto_como_Ferramenta_de_Apoio_no_Monitoramento_de_Ecossistemas_Costeiros_Protegidos.pdf" />
         <pubDate>2022-08-02 01:28:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade 4.1 - Aline Possamai Della</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/2253405052</link>
         <description><![CDATA[<div>O artigo intitulado “Deforestation pattern dynamics in protected areas of the Brazilian Legal Amazon using remote sensing data” examinou a eficácia das UCs ​​na conservação da Amazônia Legal brasileira, e os padrões de desmatamento dentro e fora das UCs, por meio de métricas de paisagem calculadas usando as extensões Patch Analyst e V-LATE de um Sistema de Informação Geográfica. Para isso foram utilizadas dados anuais de perda de cobertura florestal derivados de imagens do satélite LANDSAT obtidas ao longo de 2002-2016.&nbsp; Os dados estão disponíveis em uma resolução espacial de 1 segundo de arco por pixel, aproximadamente 30m por pixel no equador. Vantagem: ampla e gratuita disponibilidade das imagens do Lansat. Desvantagem: a resolução espacial de 30 m não permite uma análise mais local (mais próxima e acurada em regiões importantes do arco do desmatamento).<br><br>https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0143622818305411<br><br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0143622818305411" />
         <pubDate>2022-08-02 11:53:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade 4.1 - Amanda Rodrigues Fernandes</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/2253662474</link>
         <description><![CDATA[<div>O artigo denominado "Monitoramento do desmatamento no bioma Cerrado: Novas perspectivas de detecção" traz uma análise da dinâmica espaço-temporal do desmatamento da cobertura vegetal no Cerrado realizados pelo Sistema Integrado de Alerta de Desmatamento (SIAD) e pelo&nbsp; Global Forest Change (GFC), além da acurácia espacial do GFC para ambiente savânico. Uma vantagem apresentada é que ambos mapeamentos demonstraram uma crescente conversão da vegetação remanescente para uso antrópico na região do Maranhão, Piauí, Bahia e Tocantins. Já uma desvantagem, é que pela diferença metodológica dos dados, eles apresentaram divergências na definição dos estados que mais contribuíram para o desmatamento do bioma em questão.<br>Disponível em: https://proceedings.science/sbsr/papers/monitoramento-do-desmatamento-no-bioma-cerrado--novas-perspectivas-de-deteccao</div>]]></description>
         <enclosure url="https://proceedings.science/sbsr/papers/monitoramento-do-desmatamento-no-bioma-cerrado--novas-perspectivas-de-deteccao" />
         <pubDate>2022-08-02 21:04:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade 4.1 Priscila Santos</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/2254427533</link>
         <description><![CDATA[<div>O portal TerraBrasilis é uma plataforma web desenvolvida pelo INPE para acesso, consulta, análise e disseminação de dados geográficos gerados pelos projetos de monitoramento da vegetação nativa do instituto como o PRODES e o DETER.</div>]]></description>
         <enclosure url="http://terrabrasilis.dpi.inpe.br/" />
         <pubDate>2022-08-03 23:28:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade 4.1 - Antonio Vinicius Ozi Galvão</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/2254459486</link>
         <description><![CDATA[<div>O presente trabalho examina as características evolutivas de manguezais do Sistema Estuarino da cidade de Santos/SP, com base no acesso a informações dos impactos cumulativos das  mudanças ambientais e suas consequências na vegetação. Foi testada uma metodologia de detecção de mudanças baseada no processamento de 9 imagens de Landsat com uma rotina de trabalho que proporcionou a extração de bosques de mangue através de uma classificação orientada a objetos. Foram utilizadas as técnicas de extração de medidas de métricas relativas a estrutura da paisagem, dados auxiliares como de o Modelo Digital de Elevação e imagens de alta resolução espacial que propiciaram um melhor resultado as análises efetuadas.&nbsp; Os dados gerados foram incorporados em Sistema de Informação Geográfica (SIG). A&nbsp; conclusões é que a área apresentou tendência de recuperação da cobertura vegetal entre 1985 e 1999, com relativa estabilidade. A&nbsp; avaliação geral das formas e padrões dos bosques de manguezais baseados na delimitação de áreas e medidas da estrutura da paisagem mostraram melhores resultados&nbsp; quando comparados com análises de índice de vegetação, que segundo resultados parecem ser sensíveis a flutuações ambientais ocorridas quando da aquisição de imagens.&nbsp;<br>(Bibliografia consultada: ARAÚJO, C.A.S. Aplicações de técnicas de Sensoriamento Remoto na Análise multitemporal&nbsp; do ecossistema manguezal na Baixada santista, SP. Disponível em: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/21/21133/tde-02082011-110739/publico/dissertacao_carlos_araujo.pdf.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1765569696/55035fcea1983b81d94ad5b32cdeb090/dissertacao_carlos_araujo.pdf" />
         <pubDate>2022-08-04 00:26:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>The DigitalGlobeConstellation</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/2254787020</link>
         <description><![CDATA[<div>Ronaldo B de Souza - UFABC</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1765896420/54011ba5b9d49fd5c3ca6dfbb908fd95/Constellation_Brochure_2018.pdf" />
         <pubDate>2022-08-04 11:29:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>MONITORAMENTO DA COBERTURA VEGETAL ATRAVÉS DE ÍNDICESBIOFÍSICOS E GESTÃO DE ÁREAS PROTEGIDAS</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/2254822199</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;A manutenção da diversidade da vegetação estabelecida em áreas de caatinga encontra-se sob grande risco e a criação de áreas protegidas é uma estratégia vital para a sua preservação. A utilização de sensoriamento remoto e a aplicação de índices de vegetação contribuirão para uma maior eficiência no seu monitoramento, o que não é uma prática comum no Brasil. O estudo objetivou identificar a condição da cobertura vegetal de uma unidade de conservação da natureza, através da aplicação de índices biofísicos: NDVI, LAI, SAVI, EVI e NDWI, gerados a partir da análise de imagens orbitais referentes aos anos de 2007, 2013 e 2016. Constatou-se que a cobertura vegetal dessa unidade de conservação se encontra relativamente preservada, com a detecção das áreas expostas e sob estresse hídrico, informações indispensáveis para a gestão de espaços legalmente protegidos.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1766031425/99e0d42f96214085aafc443df69a4429/56104_200935_1_PB.pdf" />
         <pubDate>2022-08-04 12:50:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Detecção de focos de calor por sensoriamento remoto em áreas de proteção - Zenaira Santos. O monitoramento de focos de calor em áreas de proteção é amplamento utilizado por órgãos como ICMBio e IBAMA. O monitoramento é essencial na prevenção e combate à incidência de incêndios florestais. O INPE possui um banco de dados de queimadas (BDQueimadas-INPE), através do qual é possível avaliar a efetividade e acurácia dos focos de calor identificados.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/2255111993</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://queimadas.dgi.inpe.br/queimadas/bdqueimadas" />
         <pubDate>2022-08-04 23:16:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade 4.1 (Aguiar Carvalho)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/2255621476</link>
         <description><![CDATA[<div>Matéria com linformações a respeito do conceito de senroriamento remoto.<br><br>https://brasilescola.uol.com.br/geografia/sensoriamento-remoto.htm<br><br>Matéria demonstrando as diferenças de utilização de tipos produtos de sensoriamento remoto através de imagens, seja elas obtidas com vant's ou satélite.&nbsp;<br><br>https://blog.aegro.com.br/ndre/<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1766797718/facb4cc1f35d12570321ba0c17d67560/Sensoriamento_Remoto.docx" />
         <pubDate>2022-08-05 18:36:34 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/2255621476</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Atividade 4.1 - José Hugo Simplicio de Sousa</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/2256117713</link>
         <description><![CDATA[<div>As novas tecnologias de informação, juntamente com os Sistemas de Informação Geográfica, têm apresentado&nbsp; grandes perspectivas de aplicação prática&nbsp; em relação à análise de dados de Sensoriamento Remoto. Dentre estas novas perspectivas podemos destacar o Google&nbsp; Earth Engine(GEE): que é uma plataforma baseada em nuvem para processamento computacional de dados geoespaciais em grande escala. Esta plataforma consiste em um catálogo de vários petabytes de dados acessível gratuitamente que incluem todo o catálogo Landsat (USGS/NASA), vários conjuntos de dados MODIS, dados das missões Sentinel 1 a 5, dados de precipitação, temperatura do ar e mar, dados climáticos e dados de elevação do terreno.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1767336406/aa64953af5e2e566d5495ff5946865ce/admin__243_Fernando_whats.pdf" />
         <pubDate>2022-08-07 12:34:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Actividade 4.1- Marcial Chilondokwa </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/2256131713</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="http://repositorio.unesc.net/bitstream/1/9019/3/Gest%C3%A3o%20de%20%C3%A1reas%20protegidas%20por%20sensoriamento%20remoto.pdf">http://repositorio.unesc.net/bitstream/1/9019/3/Gest%C3%A3o%20de%20%C3%A1reas%20protegidas%20por%20sensoriamento%20remoto.pdf</a><br><br>Os SIG são uma ferramenta que de longe permitem uma melhor percepção dos fenômenos ambientais, elas garantem que mesmo não está onde decorre um determinado fenômeno, elas nos ajudam saber como e quando eles surgiram.<br><br>As tecnologias usadas para o estudo do ambiente, garantindo a qualidade de análise e permitindo de igual modo economizar os recursos.<br><br>Os sig são uma grande ferramenta de análise e gestão.</div>]]></description>
         <enclosure url="http://repositorio.unesc.net/bitstream/1/9019/3/Gest%C3%A3o%20de%20%C3%A1reas%20protegidas%20por%20sensoriamento%20remoto.pdf" />
         <pubDate>2022-08-07 13:39:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>4.1 - Savia Maria Costa Pereira</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/2257409223</link>
         <description><![CDATA[<div>O uso de imagens de satélite e fotografias aéreas são cada vez mais comuns na obtenção de dados sobre recursos ambientais, como os cursos d?água. Deste modo, o presente trabalho objetivou comparar três diferentes produtos de Sensoriamento Remoto no mapeamento visual de drenagens e nascentes: imagens do satélite SPOT/Ikonos, imagens do programa Google Earth® e fotografias aéreas, na Microbacia Hidrográfica do Córrego do Ceveiro (MHC), localizada em Piracicaba/SP. Utilizou-se rede de drenagem presente em cartas topográficas do IGC/SP, escala 1:10.000, como base para comparação. Foram analisados dois fatores: comprimento de drenagem (CD) e número de nascentes (NN), sendo as análises realizadas apenas em caráter quantitativo. Para o CD, o produto SPOT se mostrou mais semelhante às cartas 1:10.000, apresentando 1,43% acima do CD existente nas cartas. Para o NN, a fotografia aérea mostrou o coeficiente mais alto, sendo esse o produto analisado que apresentou maior equivalência com o valor das nascentes observadas nas cartas.<br><br>https://www.embrapa.br/busca-de-publicacoes/-/publicacao/1058007/diferentes-produtos-de-sensoriamento-remoto-no-mapeamento-visual-de-drenagens-e-nascentes-na-microbacia-hidrografica-do-ceveiro</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1768567274/8be006bc3e42c5151a2d4ee212215c4e/Captura_de_tela_2022_08_09_102500.png" />
         <pubDate>2022-08-09 13:25:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atv 4.1 - Ananda Ramos: Missão RapidEye</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/2258436515</link>
         <description><![CDATA[<div>Segundo a Embrapa - Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, a missão comercial <strong>RapidEye</strong> tem capacidade de produzir conjuntos de imagens de qualquer ponto da Terra em pouco tempo, logo é possível utilizar seus 5 satélites em diversas áreas que necessitem de uma atualização de dados mais rápida entre elas pode-se citar: monitoramento de florestas, de eventos em agricultura e cartografia.<br><br>Para mais informações acesse:&nbsp;<br><br>https://www.embrapa.br/satelites-de-monitoramento/missoes/rapideye<br><br>https://earth.esa.int/eogateway/missions/rapideye/description<br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://earth.esa.int/eogateway/documents/20142/0/RAPIDEYE_orbit-1559206046952.jpg" />
         <pubDate>2022-08-10 19:05:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atv 4.1 - Adilson Ribeiro de Araújo: Sensoriamento Remoto - Lapig</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/2260411022</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Plataforma de Conhecimento do Cerrado<br></strong><br></div><div><strong>Esta é uma iniciativa do Critical Ecosystem Partnership Fund (CEPF - Cerrado), Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB) e do Laboratório de Processamento de Imagens e Geoprocessamento (LAPIG) da Universidade Federal de Goiás (UFG).</strong></div><div>Por meio desta plataforma, oferecemos uma estrutura computacional apta para disseminar o conhecimento acumulado sobre o bioma Cerrado, com informações confiáveis sobre uso do solo, biodiversidade e socioeconomia, na forma de mapas, gráficos e textos, além de ferramentas online para subsidiar políticas públicas e programas de conservação neste rico e ameaçado ecossistema.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://cepf.lapig.iesa.ufg.br/#/usodosolo" />
         <pubDate>2022-08-13 19:44:58 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/2260411022</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Atv 4.1 - Adilson Ribeiro de Araújo - Sensoriamento Remoto - MapBiomas</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/2260411817</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="https://mapbiomas.org/a-cada-ano-brasil-queima-area-maior-que-a-inglaterra">Os dados da Coleção 1 do MapBiomas Fogo apresentam os impactos do fogo sobre o território nacional ao longo de 36 anos (1985 e 2020). A cada um desses anos, o Brasil queimou uma área maior que a da Inglaterra: foram 150.957 km² por ano, ou 1,8% do país. O acumulado do período chega a praticamente um quinto do território nacional: 1.672.142 km², ou 19,6% do Brasil, sendo que 65% do total da área queimada foi de vegetação nativa.</a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://plataforma.brasil.mapbiomas.org/?activeBaseMap=8&amp;layersOpacity=70&amp;activeModule=coverage&amp;activeModuleContent=coverage%3Acoverage_main&amp;activeYear=2020&amp;mapPosition=-15.072124%2C-51.459961%2C4&amp;timelineLimitsRange=1985%2C2020&amp;baseParams[territoryType]=1&amp;baseParams[territories]=1%3BBrasil%3B1%3BPa%C3%ADs%3B-33.75117799399999%3B-73.990449969%3B5.271841076999976%3B-28.847639913999956&amp;baseParams[activeClassesLevelsListItems]=1%2C7%2C8%2C9%2C10%2C2%2C11%2C12%2C13%2C14%2C15%2C3%2C16%2C17%2C26%2C29%2C30%2C31%2C32%2C27%2C33%2C34%2C35%2C18%2C19%2C4%2C20%2C21%2C22%2C23%2C5%2C24%2C28%2C6" />
         <pubDate>2022-08-13 19:49:36 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/2260411817</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Atividade 4.1 - Erick Matos - UTILIZAÇÃO DE SENSORIAMENTO REMOTO NA IDENTIFICAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS NA REGIÃO CENTRAL DO CEARÁ</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/2260673308</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;As classes de mapeamento obtidas foram: Caatinga Arbustiva Arbórea Moderadamente Conservada (CAAmc), Caatinga Arbustiva-Arbórea Moderadamente Degradada (CAAmd),Caatinga Arbustiva Moderadamente Degradada (CAmd) , Caatinga Arbustiva Fortemente Degradada(CAfd), Mata Ciliar Moderadamente Conservada (MCmc) e Mata.&nbsp; O mapa de cobertura vegetal mostra a distribuição dos tipos de vegetação mapeados. A vegetação de Caatinga está representada em mais de 90% da área territorial, e cerca de 7% refere-se à vegetação de Mata Ciliar. Os demais 3% são referentes à área ocupada por corpos d’água e aglomerados populacionais.&nbsp;<br>&nbsp;Associou-se o estado de conservação/degradação da cobertura vegetal com base nas informações levantadas em campo em função das formas de uso da terra. Foi possível observar que no município predominou a a classe com vegetação de Caatinga Arbustiva e Arbustiva-Arbórea em estágio de degradação moderada, totalizando 61,47%. Mais de 10% da Caatinga Arbustiva foi classificada como vegetação fortemente degradada.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-14 17:01:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade 4.1 - Sónia Cunha - Sensoriamento Remoto - Arqueologia</title>
         <author>soniacunha2</author>
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         <description><![CDATA[<div>O sensoriamento remoto tem aplicação em múltiplos campos científicos, sendo este exemplo o de arqueologia. Interessante observar o mapeamento de estruturas antigas e cidades, permitindo um mapeamento mais eficiente, com produção de resultados mais rápido. Além disso, permite planejar as atividades ligadas de campo, aumentando, assim, a eficiência.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.istoedinheiro.com.br/sensoriamento-remoto-revela-detalhes/" />
         <pubDate>2022-08-14 21:07:00 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Atividade 4.1 - Mural Digital - Elias Kroth</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O Censipam utiliza dados gerados por meio de sua infraestrutura tecnológica composta de subsistemas integrados de sensoriamento remoto, radares, estações meteorológicas, comunicação, sensores e plataformas de coleta de dados presentes na região amazônica, os quais sustentam o Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam) para promover o monitoramento da região e produzir informações em tempo próximo ao real.<br><br></div><div>Essas informações subsidiam ações conjuntas de vários órgãos que atuam na Amazônia, nas esferas federal, estadual e municipal, reforçando parcerias e oferta de produtos desenvolvidos pelo Sistema.<br><br>https://www.gov.br/censipam/pt-br/atuacao/copy_of_infraestrutura-tecnologica<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.gov.br/censipam/pt-br/atuacao/copy_of_infraestrutura-tecnologica" />
         <pubDate>2022-08-22 11:32:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade 4.1 - Mapbiomas - Elfany Lopes</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/2273903488</link>
         <description><![CDATA[<div>O Mapbiomas é uma plataforma reconhecida internacionalmente e tem operado com o processamento digital de imagens para o monitoramento de uso e cobertura da terra. Oferece coleções para todo o Brasil de 1985 até o ano de 2021, atualmente.<br><br>Vantagens: banco de dados robusto, confiável, validado e com fácil aquisição.<br><br>Desvantagens: trabalho em dado matricial, exigindo maior conhecimento técnico; arquivos compelxos e pesados.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://mapbiomas.org/" />
         <pubDate>2022-08-28 18:46:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade 4.1. - Uso de sensoriamento remoto para mapear áreas de ocorrência e de suscetibilidade de fogo - Isabella Figueiredo</title>
         <author>isabellacassimiro</author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/2276751215</link>
         <description><![CDATA[<div>O mapeamento de áreas com ocorrência ou suscetibilidade de fogo é de grande importância para evitar potenciais danos ambientais, pois a detecção de áreas afetadas possibilita ações de mitigação. Ainda, através do mapeamento é possível identificar padrões de queimadas, identificando ocorrências de causas naturais ou antrópicas. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-30 19:38:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Drones ou VANTs - Isac Antônio A. Castro</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/2281618274</link>
         <description><![CDATA[<div>https://www.pixforce.com.br/post/10-ferramentas-relacionadas-ao-sensoriamento-remoto<br><br>Os drones (ou VANTs), são muito utilizados no sensoriamento remoto, em aplicações como cadastro de propriedades, segurança, monitoramento de obras, agricultura de precisão, mineração, monitoramento ambiental, entre outras.&nbsp;</div><div><br><br></div><div>Com o drone é possível obter imagens de altíssima resolução (até 2 cm/pixel), viabilizando diversas análises mais minuciosas. Além disso, ele é capaz de realizar tarefas de forma automática e rápida, acabando, também, com o problema de dificuldade de acesso a algumas áreas.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.pixforce.com.br/post/10-ferramentas-relacionadas-ao-sensoriamento-remoto" />
         <pubDate>2022-09-03 18:57:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Satélites Sentinel</title>
         <author>neharaaaa4</author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/2283735002</link>
         <description><![CDATA[<div>A série de satélites SENTINEL começou a ser lançada em 2014, e se desenvolveu a<br>partir de um projeto da Agência Espacial Europeia (ESA)/Comissão Europeia em atendimento ao Programa Copernicus. O primeiro satélite, Sentinel-1, teve o objetivo de monitoramento terrestre e oceânico. Em seguida, foi lançado o Sentinel-2 em junho de 2015, com a missão de monitorar a vegetação, solo e áreas costeiras. Já o Sentinel-3 teve como objetivo a observação<br>marinha e estudar a topografia e a temperatura da superfície do mar e da terra, além da cor do oceano e da terra. Ele é o primeiro composto por três satélites, sendo que o instrumento principal da missão é um altímetro de radar, mas os satélites em órbita polar transportarão<br>vários instrumentos, incluindo imagens ópticas. Além desses, que são os mais utilizados, também existem os Sentinel-4, Sentinel-5 e Sentinel-5P, dedicados ao monitoramento do ar, e o Sentinel-6, que é a próxima missão de referência de altimetria de radar a estender o legado de medições de altura da superfície do mar, até pelo menos 2030.<br><br>Vantagens:&nbsp;<br>- Possibilita um monitoramento simples da área de estudo.<br>- Pode ser realizado em ambiente doméstico, tornando-o mais acessível.<br><br>Desvantagens:&nbsp;<br>- Dificuldade de estimar certas substâncias em ambientes aquáticos, como nitrogênio total e fósforo total, trazendo limitações no monitoramento de águas.<br><br>Link: https://sentinels.copernicus.eu/web/sentinel/home</div>]]></description>
         <enclosure url="https://sentinels.copernicus.eu/web/sentinel/home" />
         <pubDate>2022-09-06 01:58:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>ATIVIDADE 4.1 - JOANA A P LIMA</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/2290819518</link>
         <description><![CDATA[<div>Existem inúmeros produtos que auxiliam no sensoriamento remoto, como por exemplo os drones que são bastante utilizados. Uma de suas vantagens é o alcance e real visualização uma desvantagem seria o seu alto custo para a aquisição. Além, deste equipamento existe o LIDAR (Light Detection and Ranging) que possui um sensor óptico ativo, que emite feixes de luz compreendidas na região do infravermelho do espectro eletromagnético, com variações no comprimento de onda entre 0,7 µm e 1000 µm, e determina a distância calculando o tempo de reflexão dos pulsos do laser aos objetos no seu redor.<br><br></div><div>https://www.pixforce.com.br/post/o-que-e-o-lidar-e-como-%C3%A9-utilizado<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-09-10 19:51:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>ATIVIDADE 4.1 - VICTOR MEDEIROS CAIRES</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/2298880130</link>
         <description><![CDATA[<div>Dentre as diversas tecnologias que podem ser empregadas no sensoriamento remoto, destaca-se o uso de Drones, classificado como Veículos aéreos não tripulados (VANTs).&nbsp;<br>Os Drones podem ser utilizados com bastante eficácia no monitoramento ambiental, sendo os modelos multi-rotores e os de asa fixa.&nbsp;<br>Os sensores que são utilizados nos Drones podem ser do tipo faixa do visível (RGB), sensores infravermelhos (IV), sensores multiespectrais, sensores hiperespectrais e sensores de monitoramento do espectro de frequência.<br>Link: http://www.dsr.inpe.br/DSR/areas-de-atuacao/sensores-plataformas/drones</div>]]></description>
         <enclosure url="http://www.dsr.inpe.br/DSR/areas-de-atuacao/sensores-plataformas/drones" />
         <pubDate>2022-09-15 19:28:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>ATIVIDADE 4.1 - CLERISTON LEVY WANZELER RANIERI</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/2309352630</link>
         <description><![CDATA[<div>https://mapbiomas.org/download<br><br>As coleções disponíveis no Mapbiomas, além de atualizadas, oferecem suporte bastante significativo e assertivo para análise dos usos do solo de bacias dos diversos biomas Brasileiros.<br>Além do que, compõem diagnósticos pré-definidos e dinâmicos e, através de paleta de cores, identificam as variáveis dos usos do solo que a priori não identificamos em imagens de metadados não específicos. Apesar de todos esses benefícios, o sistema requer um treinamento mais específico do temas a serem abordados.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://mapbiomas.org/download" />
         <pubDate>2022-09-22 19:04:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>CBERS - João Victor Santos Garrido</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/2312285591</link>
         <description><![CDATA[<div>CBERS é um projeto cooperativo entre o Brasil e a China. Esse é um projeto de obtenção de imagens via satélite para fins de controle de desmatamento e queimada, recursos hídricos, ocupação de solos, recursos agrícolas e desenvolvimento urbano. O projeto permite ao Brasil uma forma eficaz e econômica de executar sensoriamento remoto pelo território nacional, aliando a familiaridade brasileira com altas tecnologias e a expertise chinesa de construção de ferramentas espaciais.<br><a href="http://www.cbers.inpe.br/"><br>http://www.cbers.inpe.br/<br></a><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-09-25 14:36:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>LANDSAT - Gabriel Garreto dos Santos</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/2313559945</link>
         <description><![CDATA[<div>Um dos produtos mais recomendados e utilizados para o estudo de áreas protegidas, certamente são as imagens de sensores passivos, ou seja, as próprias imagens de satélite proveniente da série Landsat são um exemplo desse tipo de produto, que fornece toda uma série histórica de imagens com resolução espacial de 30 metros desde a década de 1970, o que permite com êxito a realização de análises ambientais dos territórios protegidos a exemplo das Unidades de Conservações e Terras Indígenas e outras.&nbsp;<br><br></div><div>As principais vantagens desse produto, é devido ser gratuito e de fácil acesso a toda comunidade acadêmica e civil. Além de ser um produto de boa qualidade para mapeamentos temporais por contar com uma grande série histórica de imagens.&nbsp;<br><br></div><div>Em relação as desvantagens das imagens Landsat em alguns casos como para mapeamentos de pequenas áreas, como por exemplo uma área protegida que tenha extensão territorial bem pequena, seja a sua resolução espacial de 30 metros que não consegue detalhar com precisão os alvos na superfície da terra. Dificultando consequentemente uma boa classificação digital da imagem futura em alguns eventuais casos.&nbsp;<br><br>https://earthexplorer.usgs.gov/</div>]]></description>
         <enclosure url="https://earthexplorer.usgs.gov/" />
         <pubDate>2022-09-26 12:42:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade 4.1 - Dados geoespaciais produzidos no ICMBio - Amanda Trindade Amorim</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/2316194937</link>
         <description><![CDATA[<div>Vantagens: livre acesso aos produtos lançados pelo ICMBio como o atlas da biodiversidade arasileira, banco de dados geográficos, portal de metadados espaciais; possibilitam a democratização das informações espaciais para a sociedade e divulgação dos trabalhos realizados pelo ICMBio.<br>Desvantagens: exige conhecimento técnico para se trabalhar com os dados.<br><br>https://www.gov.br/icmbio/pt-br/servicos/geoprocessamento/mapa-tematico-e-dados-geoestatisticos-das-unidades-de-conservacao-federais</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.gov.br/icmbio/pt-br/servicos/geoprocessamento/mapa-tematico-e-dados-geoestatisticos-das-unidades-de-conservacao-federais" />
         <pubDate>2022-09-27 18:55:08 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/2316194937</guid>
      </item>
      <item>
         <title>SENSORIAMENTO REMOTO - PEDRO GUILHERME C. SILVA</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/2318299892</link>
         <description><![CDATA[<div>Mapas digitais e fotografias aéreas são alguns dos produtos gerados pela tecnologia geoespacial. Hoje, o Brasil conta com mais de seiscentas terras indígenas demarcadas em todo seu território e estas tecnologias são utilizadas para o mapeamento destas terras e delimitação quanto à as suas proteções. As áreas protegidas no contexto indígena ganham um reforço quanto à vigilância da floresta. Associado às práticas de governo para inibir a ação dos infratores e, consequentemente puni-los quando houver dano, o sensoriamento remoto é, portanto, instrumento fundamental para que a proteção das Terras Indígenas seja efetiva a fim de garantir o direito de propriedade e subsistência dos povos indígenas que as habitam.<br><br>https://inforchannel.com.br/2020/04/04/sensoriamento-remoto-pode-ajudar-na-protecao-de-terras-indigenas/</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-28 21:48:09 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Atividade 4.1 - Gerson Diego Pamplona Albuquerque</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/2318602886</link>
         <description><![CDATA[<div>https://mapbiomas.org/<br><br>O projeto MapBiomas é uma iniciativa do Observatório do Clima, co-criada e desenvolvida por uma rede multi-institucional envolvendo universidades, ONGs e empresas de tecnologia com o propósito de mapear anualmente a cobertura e uso da terra do Brasil e monitorar as mudanças do território.<br>O MapBiomas envolve pesquisadores e especialistas em sensoriamento remoto, ciência da computação e dos biomas e dos principais usos da terra do país. Esta equipe trabalha em seus escritórios e laboratórios espalhados por várias cidades brasileiras incluindo Belém, Recife, Florianópolis, São Paulo, Brasília, Goiânia, Feira de Santana e Porto Alegre. Todo o trabalho é feito utilizando computação em nuvem através da plataforma <a href="https://earthengine.google.com/"><strong>Google Earth Engine</strong></a>.<br>O Landsat tem uma resolução média de 30m, por isso é comum associar a área de um pixel a 900 m². Mas, como os dados originais do Mapbiomas são criados seguindo a representação padrão GEE (Lat/Long e WGS84), nativamente não se utiliza de uma projeção equivalente (equal area). Assim, a distância do alvo até a linha do equador influencia o tamanho do pixel. Portanto, na escala continental do Brasil, deve-se evitar o cálculo contando os pixels e multiplicando por 900 m². No MapBiomas, aplicamos dois métodos para cálculo de área:<br><br></div><div>(i) Quando realizado fora do Google Earth Engine, reprojetamos o dado Mapbiomas para o sistema UTM e calculamos o valor métrico do pixel central, localizado na intersecção entre a carta 1:250.000 (padrão IBGE) e área de interesse. Em seguida, contabilizamos todos os pixels dentro da área de interesse e multiplicamos pelo valor de referência, em m², do pixel central anteriormente calculado. Este método foi aplicado por exemplo, em toda estatística das Coleções 2 e 2.3.<br><br></div><div>(ii) Quando o cálculo é realizado dentro do Google Earth Engine, aplicamos a função ee.Image.pixelArea() que gera uma imagem na qual o valor de cada pixel é a área desse pixel em metros quadrados, levando em consideração eventuais distorções cartográficas. Este método foi aplicado a partir da Coleção 3.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://mapbiomas.org/" />
         <pubDate>2022-09-29 02:50:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade 4.1 Manejo do Fogo - Rosario Julieta</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/2320234078</link>
         <description><![CDATA[<div>As análises espaciais auxiliam na gestão das unidades de conservação não apenas por permitirem monitorar os impactos ambientais causados por agentes antrópicos e naturais, como desmatamento, incêndios florestais, inundações, etc., mas também por permitirem elaborar estudos<br>aplicados às ações de mitigação desses impactos.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1783963590/2b841c94a3129601a8cf587793dec4ca/1685_Instrumento_de_pesquisa_9488_1_10_20210506.pdf" />
         <pubDate>2022-09-30 00:31:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade 4.1 - Rosemery Lira</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/2328121593</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;A metodologia envolve a aplicação de técnicas de processamento digital de imagens, verificação de índices de vegetação e vegetação ajustado ao solo (NDVI, SAVI), fusão de dados de sensores ópticos/SAR e classificação de imagens para identificação de áreas de desmatamento no&nbsp;sudoeste de Altamira  - PA</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-05 18:38:50 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/aterumi/uklyn2yz7jbrxdbe/wish/2328121593</guid>
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