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      <title>Portfólio de Isabela Castro by ISABELA CASTRO ALMEIDA</title>
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      <description>Atividades desenvolvidas na modalidade de Ensino Remoto da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-11-10 01:21:55 UTC</pubDate>
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         <title>“Ninguém começa a ser professor numa certa terça-feira às 4 horas da tarde... Ninguém nasce professor ou marcado para ser professor. A gente se forma como educador permanentemente na prática e na reflexão sobre a prática”.</title>
         <author>201521124</author>
         <link>https://padlet.com/201521124/Bookmarks/wish/908465021</link>
         <description><![CDATA[<div>Paulo Freire.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-10 13:57:52 UTC</pubDate>
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         <title>Estágio e docência: diferentes concepções. PIMENTA</title>
         <author>201521124</author>
         <link>https://padlet.com/201521124/Bookmarks/wish/908474903</link>
         <description><![CDATA[<div>PIMENTA, Selma Guarrido. &amp; LIMA, <strong>Maria Socorro Lucena. Estágio e docência: diferentes concepções.</strong> Volume 3. São Paulo. Revista Poíesis (2006)<br><br></div><div>PIMENTA, Selma Guarrido. &amp; LIMA, Maria Socorro Lucena. <strong>Internship and teaching: different conceptions</strong>. Volume 3. São Paulo. Poíesis Magazine (2006)<br><br></div><div>Selma Garrido Pimenta, possui graduação em Pedagogia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1965), mestrado em Educação: Filosofia da Educação pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1979) e doutorado em Educação: Filosofia da Educação pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1985).<br><br></div><div>Maria Socorro Lucena Lima, Doutora em Educação na área de Didática, Teorias de Ensino e Práticas Escolares pela Universidade de São Paulo - USP (2001) com Pós-doutorado em Educação junto ao Departamento de Metodologia de Ensino e Educação Comparada na Universidade de São Paulo-USP (2007), com Estágio na Universidade do Minho-Portugal. Mestre em Educação Brasileira pela Universidade Federal do Ceará - UFC (1995), graduada em Letras (1971) e em Pedagogia (1978) pela Universidade Regional do Cariri - URCA.<br><br></div><div>Em estágio e docência: diferentes concepções as autoras abordam a formação de professores e de pedagogos a partir de discussões da relação teoria e pratica recorrentes nas atividades de estagio dentro das licenciaturas, trazendo ao centro do discurso a superação de dicotomias entre o que é estudado dentro da sala de aula e a vivencia real do professor exercendo suas atividades.<br><br></div><div>Em suas considerações iniciais as autoras atribuem o estágio um estatuto epistemológico que é produzido na interação dos cursos de formação junto com o campo social, onde desenvolvem as práticas de educação, constituindo o estágio como atividade de pesquisa, uma vez que sempre foi considerado como a parte pratica de formação de professores, aplicando a teoria. Levanta-se uma série de questionamentos sobre o saber profissional.<br><br></div><div>O texto é divido em quatro tópicos, e o quarto se subdivide em duas partes, desta forma em primeiro lugar coloca a pratica como imitação de modelos, o aluno segue o modelo de professor dentro da academia no qual  ele almeja ser a partir da observação, reelaboração dos modelos consagrados como bons, a formação do professor dar-se-á pela tentativa de uma pratica modelar, o aprendiz que aprende no saber acumulado, gera conformismos e conserva hábitos, ideias, valores e comportamentos pessoais legítimos, sem preceder a uma análise crítica fundamentada e na realidade social onde o ensino acontece.<br><br></div><div>A pratica como instrumentalização técnica se aproxima do ensino tecnicista, as técnicas para operacionalizar ações próprias, uma crítica a didática instrumental reduzida a formação a partir de treinamentos de habilidades e competências.<br><br></div><div>No tópico “O que entendemos por teoria e por pratica” as autoras esclarecem que o estágio é a teoria e a pratica, a profissão docente é uma pratica social. Destacam o termo ação que se da a partir de sujeitos, seu modo de agir e pensar de forma individual, atividade humana. A ação docente está atrelada aos sujeitos enquanto a pratica social relaciona-se com a institucionalização, no que se refere a intervenção da realidade, educação e instituições de ensino. Aponta o papel das teorias como de trazer a luz e oferecer instrumentos e esquemas para investigação, que permitam questionar praticas institucionalizadas e as ações dos sujeitos, e ao mesmo tempo coloca-las em questionamentos.<br><br></div><div>Por fim no quarto tópico: O estágio superando a separação da teoria e pratica vem discutir aproximação da realidade e atividade teórica, reflexão a partir da realidade, onde os professores orientadores procedem juntamente com os alunos, em uma ação coletiva junto a seus pares e alunos, Pimenta (1994) introduz a discussão da práxis, na tentativa de superação da dicotomia entre a teoria e pratica ou seja o trabalho do professor no contexto da sala, da escola, do sistema de ensino e da sociedade que a práxis se consolida.<br><br></div><div>O estágio como pesquisa e a pesquisa no estágio tratam do professor com habilidades de pesquisar, elaborando projetos onde possam compreender e problematizar as situações que observam. As autoras destacam o professor reflexivo valorizando os saberes da pratica docente segundo Schon (1992) mas apontam o individualismo, pratíssimo e uma possível hegemonia autoritária, um possível modismo. Com tudo o texto fala de uma estrutura curricular que supõe momentos para reflexão e análise das práticas institucionais e das ações dos professores junto com a teoria das disciplinas e experiências de seus profissionais.<br><br></div><div>A leitura do texto é excelente para abrir nossos olhos sobre nossas próprias praticas, trazendo a trajetória do estágio, e como unir, superar a dicotomia entre teoria e prática, refletindo e esclarecendo a pesquisa dentro do estágio.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-10 14:00:03 UTC</pubDate>
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         <title>Estudo de caso etnográfico. MARTUCCI</title>
         <author>201521124</author>
         <link>https://padlet.com/201521124/Bookmarks/wish/950706586</link>
         <description><![CDATA[<div>MARTUCCI, Elizabeth Márcia. <strong>Estudo de caso etnográfico. </strong>Volume 25. São Paulo. Revista de Biblioteconomia de Brasilia. <br><br></div><div>MARTUCCI, Elizabeth Márcia. Ethnographic case study. Volume 25. São Paulo. Revista de Biblioteconomia de Brasilia.</div><div> <br><br></div><div>Possui graduação em Biblioteconomia pela Escola de Biblioteconomia e Documentação de São Carlos(1972), mestrado em Ciência da Informação pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas(1980) e doutorado em Educação pela Universidade Federal de São Carlos(1999). Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Formação de Professores e de Outros Agentes Educativos. Atuando principalmente nos seguintes temas:Conhecimento prático, Bibliotecário de referência.<br><br></div><div>A autora discute os princípios e concepções do estudo de caso etnográfico, na abordagem qualitativa trazendo vários atores ao decorrer do texto para construir sua argumentação a respeito da pesquisa interpretativa, as microculturas e os pressupostos da pesquisa etnográfica, destacando duas caraterísticas sociais essências: o trabalho prolongado de campo, utilização de um conjunto de técnicas para coletar com precisão as informações através dos métodos de coleta de dados, no tópico três o estudo de caso etnográfico: observação participante, entrevista, textos escritos pelos sujeitos.<br><br></div><div>Por fim aborda as vantagens do estudo de caso, classificando como estudo qualitativo que gratifica tantos pesquisadores experientes quanto iniciantes. O texto é esclarecedor para quem deseja este tipo de pesquisa, trazendo as definições e caminhos para concretizar a pesquisa.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-23 01:25:34 UTC</pubDate>
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         <title>Jornada pedagógica em Jequié</title>
         <author>201521124</author>
         <link>https://padlet.com/201521124/Bookmarks/wish/950728255</link>
         <description><![CDATA[<div>Folder do evento, não participei por motivos de saúde, justificados a professora orientadora.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-23 01:39:30 UTC</pubDate>
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         <title>CONTRIBUIÇÕES DA PSICOGÊNESE DA LÍNGUA ESCRITA PARA A ALFABETIZAÇÃO: INTERPRETAÇÃO E CONSEQUÊNCIA</title>
         <author>201521124</author>
         <link>https://padlet.com/201521124/Bookmarks/wish/981655060</link>
         <description><![CDATA[<div>MENDONÇA, Onaide Schwartz; MENDONÇA, Olympio Correa de. Psicogênese da Língua Escrita: contribuições, equívocos e consequências para alfabetização. São Paulo: UNESP, UNIVESP: 2011, pg. 36-57.<br><br><br><br><br></div><div>Onaide Schwartz Mendonça possui graduação em Letras pela Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" (1990), onde também concluiu seu mestrado em Letras (1994) e doutorado em Letras (1998). Atualmente é professora na Universidade onde começou sua carreira acadêmica. Tem experiência na área de Linguística, com ênfase em Alfabetização, atuando principalmente nos seguintes temas: alfabetização, leitura; letramento, formação do professor e metodologias de alfabetização. Publicou o livro Alfabetização- Método Sociolinguístico: consciência social, silábica e alfabética em Paulo Freire, Cortez Editora, no qual busca contribuir com idéias e propostas para melhorar a qualidade da alfabetização da escola pública. Olympio Correa de Mendonça é Graduado em Letras/Linguística pela Universidade de São Paulo (1968); Bacharel em Ciências Jurídicas (Direito) pela Universidade Braz Cubas (1985). Doutor em Letras/Linguística pela Universidade de São Paulo (1978). Docente aposentado de Linguística e Ensino de Língua Materna da Universidade Estadual Paulista, onde orientou dez mestrados e cinco doutorados recomendados pelo MEC. </div><div>	No texto Contribuições da Psicogênese da Língua Escrita para alfabetização: Interpretações e consequências os autores trazem os resultados da pesquisa Psicogenese da lingua escrita, de Ferreiro e Teberosky destrinchando de forma analitica os aspectos linguisticos, significativos a alfabetização, equívocos de interpretação da teoria como também as consequências. A teoria está fundamentada no pressuposto de que a escrita é a construção de um sistema de representação historicamente acumulado pela humanidade e pela criança que se alfabetiza, embora não invente as letras e os números, revelando níveis de escrita, fases que as crianças parecem passar, entendendo as regras de produção da escrita. O construtivismo com base na teoria da Psicogênese em 1986 foi introduzida no Brasil para melhorias no ensino principalmente nos anos iniciais porém o texto vem esclarecer os equívocos da linha de ensino das escolas a um conflito metodológico por parte dos professores. Os autores afirmam que escrita diferente da fala é uma construção cultural, arbitrária, artificial portanto deve-se ser ensinada para ser aprendida, a partir disso o ensino sistemático de conteúdos deve ser aplicado para alfabetização: teoria e método. </div><div>	O texto é dividido em quatro partes, a segunda parte está organizada em onze tópicos, um deles é definição de alfabetização: “Alfabetização ou letramento?” onde está a confusão inicial pois estes termos devem ser bem definidos, porque são processos distintos no processo de aprendizagem da língua materna, dentro desses sub tópicos os leitores conseguem perceber as consequências, uma vez que na tentativa de desenvolver atividades construtivistas os professores se viram frustrados pois não havia avanço por parte dos alunos  porque a especificidade da alfabetização não estava sendo trabalhada, as práticas limitavam-se ao nível superficial da escrita da língua com a falta do método, levavam ao fracasso didático.</div><div>	Com tudo os autores reconhecem todo o mérito do construtivismo, com relação a deixar a cartilha de lado, apresentando uma teoria sobre aquisição do código da língua, a luz de Soares afirmam a existência de uma  excelente teoria e a falta de um método, apontando a necessidade de um método que se baseia na teoria da alfabetização. Tornando-se urgente a adoção de metodologia para alfabetização efetiva de alunos no país, mesmo que o Brasil esteja longe de oferecer uma educação de qualidade. Precisa reunir um conjunto de técnicas assumindo o que é alfabetização para poder efetivar a ciência da escrita, capacidade de escrever.</div><div>	Mendonça e Mendonça trazem no último parágrafo de conclusão a oferta de uma proposta que orienta de forma detalhada a abordagem de conteúdos específicos para alfabetizar e fazer alterações de acordo aos níveis de aprendizagem dos estudantes disponíveis no livro: Alfabetizar as crianças na idade certa com Paulo Freire e Emília Ferreiro: práticas”, também de sua autoria.<br><br><br>Apresentação feita em 4 de novembro de 2020 via Google Meet <br>Síntese das ideias principais do texto de Onaide Mendonça.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-02 20:35:20 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Jornada Pedagógica no Centro de Cultura e na Escola campo Celi de Freitas  </title>
         <author>201521124</author>
         <link>https://padlet.com/201521124/Bookmarks/wish/981693260</link>
         <description><![CDATA[<div>Não estive presente por motivos de saúde, e foram apresentados atestados médicos apresentados a professora Nandyara, supervisora de Estagio e na Escola Campo. Porém trago alguns registros feitos pela turma.<br><br>Encontro no Centro de Cultura ACM Jequié </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-02 20:46:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Registro feito por Ádila Lima </title>
         <author>201521124</author>
         <link>https://padlet.com/201521124/Bookmarks/wish/981713682</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-12-02 20:53:23 UTC</pubDate>
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         <title>Investigando a Cultura Escolar </title>
         <author>201521124</author>
         <link>https://padlet.com/201521124/Bookmarks/wish/981824182</link>
         <description><![CDATA[<div><br>A Escola Municipal Dr. Celi de Freitas, segundo informação que a unidade nos forneceu, foi fundada no ano de 1966. Está localizada na Av. José Moreira Sobrinho s\nº, bairro Jequiezinho, na cidade de Jequié-Bahia. A origem do seu nome advém de um médico, empresário e político da cidade, que foi homenageado com o nome da escola. É notável que a instituição necessite de alguma melhorias em sua estrutura física como a cobertura no pátio, pois este caracteriza-se como local central de entretenimento para as crianças. O mesmo também é utilizado para as aulas de educação física e constitui-se como o espaço mais amplo para desenvolver eventos, atividades motoras, jogos, brincadeiras e projetos da escola. Podemos considerar a organização estética do pátio mediana, por não ter área verde, parquinho, cobertura etc.<br><br></div><div><br>Neste sentido, fizemos uma<br>observação no dia 16 de março para analisarmos, além da estrutura física, o<br>cotidiano da escola. Observamos que no turno vespertino, a chegada dos ônibus<br>inicia-se às 12h45min. São 2 ônibus para as rotas: Eldorado, Baixa do Bonfim,<br>Giro Rápido, Parque do Sol, Tropical, Cachoeirinha. Existem ainda crianças que<br>chegam de moto táxi, sozinhas. O porteiro controla o fluxo de entrada com uma<br>porta aberta.<br><br></div><div><br>Percebemos que, neste<br>turno, a escola possui um aluno cadeirante. Logo, no que se refere a<br>acessibilidade, o pátio possui uma rampa de acesso um tanto inclinada e não<br>conta com piso tátil. Possui, também, um banheiro adaptado que, assim como os<br>outros 03 banheiros (sendo um feminino e o outro masculino e um dos<br>funcionários), necessita de reforma, podendo assim dizer que a escola realmente<br>precisa de reparos que contemplem os direitos dos alunos. Além disso, a escola<br>possui 02 extintores. O ambiente é amplo e iluminado e as portas das salas 🤬&gt;decoradas.<br><br></div><div><br>A cozinha da unidade<br>escolar é outro espaço que necessita de ajustes na infraestrutura, pois nela<br>são preparados os alimentos para servir as crianças e apesar de os/as funcionários/as<br>fazerem a higienização adequada, a estrutura física está danificada. O cardápio<br>tem acompanhamento do nutricionista. Para as crianças que têm alergia, é feito<br>algo a parte. A armazenagem dos mantimentos não perecíveis é feita em um<br>armário de cimento (tipo prateleira) e os demais alimentos são refrigerados em<br>01 freezer grande de 02 portas.<br><br></div><div><br>Acerca dos recursos<br>tecnológicos, notamos que a instituição não tem sala de informática, nem<br>biblioteca. O que pudemos destacar é que a mesma possui 01 datashow, 01<br>notebook, 01 microfone, 02 televisores e 03 caixas de som.  A unidade<br>funciona nos horários matutino das 7h30min às 11h 30min e no vespertino das 13h<br>às 17h, tendo a dinâmica do recreio iniciada às 9h 30min e término às 10h,<br>referente ao turno matutino e no vespertino das 15h às 15h30min. Atualmente a<br>escola atende alunos na etapas dos anos iniciais do ensino fundamental, do 1º<br>ao 5º ano. <br><br></div><div> Imagem da internet <br>disponível em &lt;http://celidefreitas10.blogspot.com/2013/&gt; Acesso em 02 de dezembro de 2020<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-02 21:32:28 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Investigando a Cultura Escolar -Entrevista com a Coordenadora pedagógica </title>
         <author>201521124</author>
         <link>https://padlet.com/201521124/Bookmarks/wish/981994495</link>
         <description><![CDATA[<div>Luciene Dias de Almeida <br><br><br>Buscamos, também, saber sobre o perfil da equipe de profissionais, através de uma entrevista semiestruturada com a coordenadora, quando perguntamos à ela sobre como vem se constituindo enquanto coordenadora pedagógica. A mesma nos disse:<br><br></div><div><br>Eu me formei em Letras, não fiz Pedagogia. Depois de 25 anos de sala de aula, Leda me convidou para assumir a coordenação, que normalmente é um cargo político de indicação. Por já conhecer o meu trabalho, ela e as professoras se reuniram e levaram meu nome para secretaria, porque aqui na escola tinha uma coordenadora na época que não estava a contento, as pessoas não estavam satisfeitas, porque ela tinha saído de uma empresa privada, era uma fábrica, não tinha nada a ver com a educação, e estava deixando muito a desejar. As meninas estavam muito ansiosas por uma pessoa que fosse da educação (Coordenadora da escola, 2020).<br><br></div><div><br>Nesta fala a coordenadora pedagógica se mostra disposta a trabalhar em equipe, junto ao corpo docente, em um espírito de liderança e de apoio, buscando alternativas para melhorar questões psicológicas, de relaxamento, como podemos observar em uma de suas respostas na entrevista:<br><br></div><div><br>Eu estudo, eu vejo qual a necessidade dos meus professores, por exemplo no AC da semana passada eu vi que eles estavam bem tensos em relação à reforma. Daí trouxe uma fisioterapeuta para fazer uma sessão de relaxamento com eles (meditação, yoga), porque tem coisas que não conseguimos controlar e temos que ter equilíbrio emocional. É fundamental que os professores estejam bem, porque é a partir daí que eu consigo bons resultados. O meu trabalho é bem de cunho psicológico e faz muito bem. (Coordenadora da escola, 2020).<br><br></div><div><strong><br> <br></strong><br></div><div><br>Nesse sentido, vemos que há uma preocupação da coordenadora quanto ao despreparo da equipe docente, como podemos ver:<br><br></div><div><br>Na constituição da coordenação pedagógica muito mais do que a nomenclatura do cargo, deve-se primar pelo significado que tal cargo deve exercer em nível de liderança e condução dos trabalhos pedagógicos de uma unidade educacional (LIMA e SANTOS, 2007. p.87).<br><br></div><div><br>E quando perguntada a respeito do quanto ela se considerava formativamente preparada para atender a demanda do corpo docente, respondeu: <br><br></div><div><br>É preciso ter sensibilidade e apoio, pois de nada adianta ter muitas formações e na prática da sala de aula não compreender o seu papel ali, na formação destas crianças. Por isso a minha preocupação em aumentar a autoestima desses professores. (Coordenadora da escola, 2020).<strong> <br></strong><br></div><div><br>Nesta fala ela deixa entender que para além da formação profissional, é preciso um equilíbrio emocional e saber o seu papel na formação destes alunos. Quando na entrevista perguntamos quais os maiores desafios enfrentados pela coordenação para um bom trabalho na escola, relatou:<br><br></div><div><br>Eu não tenho grandes problemas. A questão que a gente enfrenta é mais de infraestrutura, porque a gente sabe que se trata de gestão, política...A gente tem um vice-diretor que não executa muito bem a sua função e acaba que respinga em mim (isso também é um problema) e a família também é um grande problema, porque não compreende nossas ações ou não segue orientações. Crianças que precisam de apoio e de ajuda, crianças que precisam buscar investigação para ver se são especiais ou não, os pais não aceitam, não querem buscar essa ajuda. A gente esbarra em alguns problemas assim (L, D. A ., coordenadora da escola, 2020).<br><br></div><div><br>Percebemos nesta fala que a mesma cita a ausência da família no contexto escolar. Pois, para a aprendizagem das crianças nesses dois ambientes socializadores e educacionais, como bem diz Piaget (2007, p. 50), depende de:<br><br></div><div><br>Uma ligação estreita e continuada entre os professores e os pais leva, pois a muita coisa que a uma informação mútua: este intercâmbio acaba resultando em ajuda recíproca e, frequentemente, em aperfeiçoamento real dos métodos. Ao aproximar a escola da vida ou das preocupações profissionais dos pais, e ao proporcionar, reciprocamente, aos pais um interesse pelas coisas da escola chega-se até mesmo a uma divisão de responsabilidades.<br><br></div><div><br>Dessa maneira, 🤬 evidente a importância do apoio da família no contexto escolar, para que cada uma dessas instituições possa identificar onde e como podem ajudar e serem ajudadas, em prol de uma aprendizagem efetiva e de qualidade dessas crianças.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-02 22:51:22 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexões sobre a Roda de Conversa com Onaide Mendonça.</title>
         <author>201521124</author>
         <link>https://padlet.com/201521124/Bookmarks/wish/982040677</link>
         <description><![CDATA[<div>05/11/2010 as 19 horas pelo aplicativo ZOOM.<br>Poder participar de uma aula com a Professora Onaide Mendonça criadora do método sociolinguístico é de uma grandeza indiscutível,  porque participei ao longo de boa parte da graduação do grupo de pesquisa PROALFA, e estou aqui para ser uma professora alfabetizadora aplicando esse método em minhas futuras salas de aula, quando em seu relato pessoal a Onaide diz que era questionada por não ter medo de encarar uma sala de aula de primeiro ano, quando ela traz em seu discurso a luz da teoria de Paulo Freire para a missão de alfabetização, falando sobre pesquisa, da adaptação e explica nominalmente o seu método: SOCIO porque trás o dialogo para a sala de aula e usa como estratégia de ensino aprendizagem, consigo fazer relações com as disciplinas que eu já cursei dentro da UESB, e na fala dessa professora a universidade faz muito mais sentido pra mim.   </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-02 23:18:18 UTC</pubDate>
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         <title>Resenha do filme Uma lição de vida e sua relação com a Educação básica.</title>
         <author>201521124</author>
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         <description><![CDATA[<div>O filme nos traz uma história baseada em fatos reais onde o ator principal Kimani Maruge (Oliver Litondo), um senhor de 84 anos, busca uma chance de se ingressar em uma escola primária junto com as crianças, afim de aprender ler e escrever e assim realizar seu maior desejo: poder ler uma carta que havia recebido do Governo. Mesmo havendo diversos empecilhos para sua entrada e permanência dentro da escola, Maruge não desistiu e acabou conseguindo exercer o seu direito de estudar. Uma frase crucial do filme dita pelo personagem é: Só deixarei de aprender quando meu ouvido estiver cheio de terra. Apesar de haver vaga para Maruge dentro de escolas para adultos o mesmo insiste em está em uma escola primária, isso gera uma reflexão sobre a vontade de conhecer o mundo e recuperar tudo que foi perdido, fugir do minimalismo que pode existir na EJA, adultos que só querem assinar o próprio nome, ler e escrever de forma funcional, o eixo central do filme é de dominação cultural, territorial, e de lutas, inclusive Maruge é um desses guerreiros que luta pela independência do país, podemos estabelecer um paralelo também da educação como resistência, como arma de luta, porque conhecimento é poder. Em uma cena belíssima, quando o personagem principal vai até a sede do governo do Quênia e mostra suas marcas de luta por independência e pedindo a volta de uma professora importante e ciente de seu papel social, solicitando professores como ela nas escolas de educação básica, é o passado olhando para o presente, vendo naquelas crianças, os alunos da escola, um futuro melhor, um futuro que Maruge não teve, podemos também refletir sobre a língua como representação de poder, porque apesar de estarem em seu país de origem não é ensinado a língua materna ao povo, e sim a língua do colonizador. O filme emociona qualquer pessoa, e toca profundamente professores alfabetizadores porque nos coloca no lugar de heróis, nos leva a reflexão da nossa pratica da vida real, sem romantização da profissão, porque não é fácil ser professor no Brasil, mas se escolhemos ser, vamos ser com responsabilidade e compromisso.     </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-03 00:17:27 UTC</pubDate>
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         <title>JAMBOARD DO FILME O ALUNO FEITO EM TRIO PARA APRENTAÇÃO EM WEBNÁRIO 20/11/2020</title>
         <author>201521124</author>
         <link>https://padlet.com/201521124/Bookmarks/wish/982154807</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-12-03 00:26:56 UTC</pubDate>
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         <title>Projeto de Estágio-  Justificativa</title>
         <author>201521124</author>
         <link>https://padlet.com/201521124/Bookmarks/wish/982173949</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-12-03 00:37:34 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Projeto de Estágio- Justificativa</title>
         <author>201521124</author>
         <link>https://padlet.com/201521124/Bookmarks/wish/982174670</link>
         <description><![CDATA[<div>O presente trabalho é um instrumento produzido na disciplina de Estágio nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental. Na referida disciplina temos a oportunidade de atuar em campo, no ambiente escolar da Educação Básica, dentro da sala de aula, que é o momento no qual assumimos a regência de classe. O estágio é mais do que um aspecto curricular imposto; ele é o momento do licenciando inserir-se na realidade da escola, conhecer a prática docente. Neste período é preciso cumprir um cronograma de atividades. Uma das atividades a ser desenvolvida para o estágio é o projeto de intervenção. Dessa forma, este projeto representa uma atividade a qual visa atender a alguma necessidade que a unidade escolar apresenta para os/as estagiários/as.<br>Nesta perspectiva, participamos de uma reunião na escola-campo, junto aos docentes, a coordenadora pedagógica e a diretora, para conhecer as propostas que elas elegeram importantes para o tema do projeto. Assim, a comunidade da Escola Municipal Dr. Celi de Freitas optou em trazer para o projeto o tema “Música”, acreditando ser necessário trabalhar com essas temáticas, por entender a importância de apresentar a música popular brasileira às crianças, dar acesso a outro tipo de reproduções sonoras, sem esquecer de suas experiências musicais cotidianas.<br>Entretanto, sabemos que atualmente as crianças escutam muitas músicas com temas diversos, trazidas pela televisão, rádio, família e até mesmo no ambiente escolar. Nosso projeto tem como motivação recuperar músicas mais poéticas, que proporcionam reflexão, melodia, apresentando aos estudantes um pouco da música popular brasileira e toda sua história. Também buscaremos localizar em músicas que eles já conhecem, mensagens de sonhos, de superação. Fazer com que os estudantes desenvolvam consciência crítica, a partir da música. De modo que através das intervenções musicais consigamos nos aproximar da realidade social destas crianças, que se cruzam com outras experiências e temáticas que recorrentemente surgem na atualidade, além de propor uma metodologia didática que vai ao encontro da necessidade dos estudantes em desenvolver a leitura e a escrita.<br>Desta forma, as intervenções propostas serão feitas com base nos diversos gêneros textuais, uma vez que os textos se caracterizam por apresentarem um conjunto de elementos específicos. Para a execução das atividades de alfabetização e letramento foram selecionados alguns gêneros textuais, como música, poesia e biografia.<br> Diante disso, é esperado que o projeto anual que a escola propõe venha a atender as demandas do alunado e sua relevância ao abordar o tema “Música”. Assim como os outros gêneros, a música também nos possibilita buscar desenvolver a alfabetização e letramento, pois são processos indissociáveis. A música é, cada vez mais, considerada uma ferramenta de ação pedagógica, usada para alfabetizar, resgatar a cultura e ajudar na construção do conhecimento das crianças.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-03 00:38:00 UTC</pubDate>
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         <title>Objetos do Projeto de Estagio </title>
         <author>201521124</author>
         <link>https://padlet.com/201521124/Bookmarks/wish/982188091</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><br>OBJETIVO GERAL</strong></div><ul><li><br>Desenvolver o gosto pela apreciação musical, de maneira a ampliar a sua cultura, por meio da leitura e interpretação de letras de músicas infantis.<br><br></li></ul><div><strong><br>OBJETIVOS ESPECÍFICOS</strong></div><ul><li><br>Valorizar as músicas infantis no cotidiano da sala de aula;</li><li>Ouvir, cantar, ler e interpretar as letras das músicas infantis;</li><li>Ampliar o repertório cultural, contribuindo para o desenvolvimento da oralidade, da leitura e da produção escrita;</li><li>Resgatar o hábito de cantar músicas na sala de aula.<br><br></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-03 00:45:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Intervenção Didática com o Método Sociolinguístico</title>
         <author>201521124</author>
         <link>https://padlet.com/201521124/Bookmarks/wish/982278476</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-12-03 01:36:30 UTC</pubDate>
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         <title>Atividade para alunos pré- silábicos.</title>
         <author>201521124</author>
         <link>https://padlet.com/201521124/Bookmarks/wish/982310013</link>
         <description><![CDATA[<div>No nível pré-silábico, em um primeiro momento, o aprendiz pensa que pode<br>escrever com desenhos, rabiscos, letras ou outros sinais gráficos, imaginando que a<br>palavra assim inscrita representa a coisa a que se refere.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-03 01:54:29 UTC</pubDate>
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         <title>Atividade para alunos silábicos </title>
         <author>201521124</author>
         <link>https://padlet.com/201521124/Bookmarks/wish/982375525</link>
         <description><![CDATA[<div>Aparece a hipótese silábica – a criança atribui um valor sonoro a cada sílaba das palavras que registra. As crianças relacionam a escrita à fala. Algumas crianças escrevem silabicamente, sem valor sonoro. Começa um conflito entre a hipótese silábica e a quantidade mínima de letras exigidas para que a palavra possa ser lida. Ela utiliza duas formas gráficas para escrever palavras com duas sílabas, o que vai de encontro à ideia inicial de precisar no mínimo de três caracteres</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-03 02:35:26 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Atividade para alunos alfabéticos </title>
         <author>201521124</author>
         <link>https://padlet.com/201521124/Bookmarks/wish/982441675</link>
         <description><![CDATA[<div>O aluno desenvolve uma análise fonética, produzindo escritas  alfabéticas. Entendo a função social da escrita no cotidiano de uma sociedade grafocêntrica. Pressupõe que quando escreve é para que alguém possa ler. Daqui para a frente, as crianças enfrentariam outros desafios, como, por exemplo, a ortografia.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-03 03:18:32 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>JOGO DA VELHA SÍLABICO </title>
         <author>201521124</author>
         <link>https://padlet.com/201521124/Bookmarks/wish/982574019</link>
         <description><![CDATA[<div>Venha conferir o passo a passo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-03 05:01:42 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexões pessoais sobre a experiência do estágio remoto no semestre 2019.2.</title>
         <author>201521124</author>
         <link>https://padlet.com/201521124/Bookmarks/wish/982582817</link>
         <description><![CDATA[<div>Entre dizer e não dizer, dentro da Universidade eu aprendi que o silenciamento também é uma escolha, apesar de que dentro do meio acadêmico precisamos buscar neutralidade, mas neste momento o tópico foi pessoal, no semestre 2019.2 e acredito que em toda graduação dentro de minhas limitações eu procurei ser uma aluna coerente, e neste momento não fui a aluna que desligou a câmera e silenciou o microfone, eu estava sempre aqui, engajada nas atividades, dividindo com meus colegas e professores o cotidiano, digo que o ensino remoto para mim, não foi leve, criei um certo pânico do meu próprio celular, o qual eu utilizo para trabalhar com mídias sociais, como a própria professora de estagio nos anos iniciais Nandyara disse: a Disciplina de Estagio é densa, e alunos que já passaram por aqui também já me relaram isso. Estagio de regência de forma remota pra mim, me preocupa um pouco, porque o currículo de pedagogia nos coloca na escola como meros observadores e por causa de uma pandemia mundial, isso foi tirado de nós, ninguém tem culpa sobre o covid 19. Eu estive inserida em projetos como o PIBID que mudou a minha vida como estudante e professora em formação desde o terceiro semestre, e estagiaria no CIEE logo em seguida, quando a minha bolsa foi cortada e o meu vinculo com o PIBID, infelizmente encerrado, eu sei o que é o chão de uma escola publica, eu sei o que é está em uma sala de aula sozinha (quando a professora regente faltava) e eu espero que todas e todos aqui já estiveram inseridos no mesmo contexto, pra ter uma noção  do que Soares, Mendonça, Cagliari, Freire, Piaget, Ferreiro e todos os teóricos de alfabetização falam, porque estamos nos formando para ensinar a língua materna, porém a escola, não sei de que escola estou falando agora, porque o futuro está cheio de incertezas, nós  mais do nunca, além de estudar muito mais todas as disciplinas aprendidas no quarto semestre, as metodologias,  nos dedicar muito a Língua Portuguesa, quando não ser confundido com um professor desta. Agora precisamos entender sobre tecnologias e domina-la. Nesse momento relação de dicotomia entre Teoria e pratica ficam mais distantes ainda, não tivemos a experiência, o método sociolinguístico de Onaide, o "sócio" no que diz respeito a fala das crianças, o contexto social dentro da sala de aula e "linguístico" por desenvolver habilidades de ler e escrever, não fizemos isso. Porém por também nascer professora o pessimismo não pode tomar conta de toda reflexão, tivemos a oportunidade de dialogar com a criadora do método e isso foi riquíssimo, aprender é inevitável.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-03 05:07:11 UTC</pubDate>
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         <title>Saudade de abraçar os meus pequenos.</title>
         <author>201521124</author>
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         <description><![CDATA[<div>Eu amo essa foto!</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-03 06:13:39 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Freire (1999, p.47) afirma:</title>
         <author>201521124</author>
         <link>https://padlet.com/201521124/Bookmarks/wish/982672534</link>
         <description><![CDATA[<div>As vezes mal se imagina o que pode passar a representar um simples gesto de um professor. O que pode um gesto insignificante valer como força formadora ou como contribuição à do educando por si mesmo.<br><br>- Precisamos voltar pra sala de aula assim que for possível. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-03 06:17:09 UTC</pubDate>
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