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      <title>Revolução Francesa by Luara</title>
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      <description>Made with a warm hug</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2016-06-14 15:19:15 UTC</pubDate>
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         <title>Revolução Francesa</title>
         <author>Luara07</author>
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         <description><![CDATA[<div>A Revolução Francesa, que se deu no ano de 1789, no qual se desenrolam seus acontecimentos decisivos é o evento que, segundo alguns autores, inaugura a chamada Idade Contemporânea. Os historiadores do século XIX, que fizeram a linha divisória da História, imputaram a este acontecimento o caráter de marco divisor entre a Idade Moderna e a Contemporânea, por conta da radicalização política que o caracterizou. Para se entender a Revolução Francesa é necessário conhecer um pouco da situação econômica e social da França do século XVIII.<br><br></div><div>Até o século XVIII, a França era um estado em que vigia o modelo do <a href="http://www.historiadomundo.com.br/idade-moderna/o-absolutismo-e-o-rei"><strong>absolutismo monárquico</strong></a>. O então rei francês, Luís XVI, personificava o Estado, reunindo em sua pessoa os poderes legislativo, executivo e judiciário. Os franceses então não eram cidadãos de um Estado Democrático Constitucional, como hoje é comum em todo o mundo ocidental, mas eram súditos do rei. O rei personificava o Estado.<br><br></div><div>Dentro da estrutura do Estado Absolutista, havia três diferentes estados nos quais a população se enquadrava: o primeiro estado era representado pelos bispos do Alto Clero; o segundo estado tinha como representantes a nobreza, ou a aristocracia francesa – que desempenhava funções militares (<em>nobreza de espada</em>)<em> </em>ou funções jurídicas (<em>nobreza de toga</em>); o terceiro estado, por sua vez, era representado pela burguesia, que se dividia entre membros do Baixo Clero, comerciantes, banqueiros, empresários, os <em>sans-cullotes </em>(“sem calções”), trabalhadores urbanos, e os camponeses, totalizando cerca de 97% da população.<br><br></div><div>Ao logo da segunda metade do século XVIII, a França se envolveu em inúmeras guerras, como a Guerra do Sete Anos (1756-1763), contra a Inglaterra, e o auxílio dado aos Estados Unidos na <a href="http://www.historiadomundo.com.br/idade-moderna/independencia-dos-eua.htm">Guerra de Independência</a> (1776). Ao mesmo tempo, a Corte absolutista francesa, que possuía um alto custo de vida, era financiada pelo estado, que, por sua vez, já gastava bastante seu orçamento com a burocracia que o mantinha em funcionamento. Soma-se a essa atmosfera duas crises que a França teria que enfrentar: 1) uma crise no campo, em razão das péssimas colheitas das décadas de 1770 e 1780, o que gerou uma inflação 62%; e 2) uma crise financeira, derivada da dívida pública que se acumulava, sobretudo pela falta de modernização econômica – principalmente a falta de investimento no setor industrial.<br><br></div><div>Os membros do terceiro estado (muitos deles influenciados pelo <a href="http://www.historiadomundo.com.br/idade-moderna/a-importancia-do-iluminismo-frances-">pensamento iluminista</a> e pelos panfletos que propagavam as ideias de liberdade e igualdade, disseminados entre a população) passaram a ser os mais afetados pela crise. No fim da década de 1780, a burguesia, os trabalhadores urbanos e os camponeses começaram a exigir uma resposta do rei e da Corte à crise que os afetava, bem como passaram a reivindicar direitos mais amplos e maior representação dentro da estrutura política francesa. Em julho de 1788, houve a convocação dos Estados Gerais, isto é, uma reunião para deliberação sobre assuntos relacionados à situação política da França. Nessa convocação, o conflito entre os interesses do terceiro estado e os da nobreza e do Alto Clero, que apoiavam o rei, se acirraram. O rei então estabeleceu a Assembleia dos Estados Gerais em 5 de maio de 1789, com o objetivo de decidir pelo voto os rumos do país. Entretanto, os votos eram por representação de estado. Sendo assim, sempre o resultado seria dois votos contra um, ou seja: primeiro e segundo estados contra o terceiro. Fato que despertou a indignação de burgueses e trabalhadores.<br><br></div><div>A burguesia, que liderava o terceiro estado, propôs em 10 de junho uma Assembleia Nacional, isto é, uma assembleia para se formular uma nova constituição para a França. Essa proposta não obteve resposta por parte do rei, da nobreza e do Alto Clero. Em 17 de junho, burgueses, trabalhadores e demais membros do terceiro estado se declararam em reunião para formulação de uma constituição, mesmo sem a resposta do primeiro e do segundo estado. Ao mesmo tempo, começava um levante popular em Paris e outro entre os camponeses. A Revolução se iniciou.<br><br></div><div>Em 14 de julho de 1789, a massa de populares tomou a Bastilha, a prisão que era símbolo do Antigo Regime e, em 4 de agosto, a Assembleia Nacional instituiu uma série de decretos que, dentre outras coisas, cortava os privilégios da nobreza, como a isenção de impostos e o monopólio sobre terras cultiváveis. A Assembleia institui a Declaração de Direitos do Homem e do Cidadão, que reivindicava a condição de cidadãos aos franceses e não mais de súditos do rei. Em setembro de 1791 foi promulgada a nova constituição francesa, assegurando a cidadania para todos e pressionando o monarca Luís XVI a aceitar os seus critérios. Essa constituição previa ainda a igualdade de todos perante a lei, o voto censitário, a confiscação das terras eclesiásticas, o fim do dízimo, a constituição civil do clero, detre outros pontos. A partir deste momento, a França revolucionária esboçou o seu primeiro tipo de novo governo, a Monarquia Constitucional, que durou de 1791 a 1792.<br><br></div><div>A ala mais radical da Revolução, os jacobinos (que haviam participado da Assembleia Constituinte, sentando-se à esquerda do plenário e opondo-se aos girondinos que se posicionavam à direita), defendiam uma ampliação da perspectiva revolucionária, cuja proposta era não se submeter às decisões da alta burguesia, que se articulava com a nobreza e o monarca. Os jacobinos queriam radicalizar a pressão contra os nobres e o clero, e instituir uma República Revolucionária, sem nenhum resquício da Monarquia.<br><br></div><div>Prevendo a ameaça que vinha dos rumos que a Revolução tomava, o rei Luís XVI articulou um levante contrarrevolucionário com o apoio das monarquia austríaca e prussiana. Em 1792, a Áustria invadiu a França e essa declarou guerra àquela. A população parisiense, após saber dos planos do rei, invadiu o palácio real de Tulleries e prendeu o rei e sua família. O Rei e sua esposa, Maria Antonieta, tiveram suas cabeças decepadas pela guilhotina em 1793 e a Monarquia Constitucional chegou ao seu fim no mesmo ano.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-06-15 14:27:01 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>Luara07</author>
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         <description><![CDATA[<div>Esta imagem está mostrando uma guilhotina: objeto usado para decepar as cabeças do Rei e de sua esposa Maria Antonieta.</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-06-15 14:38:13 UTC</pubDate>
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         <title>Napoleão Bonaparte</title>
         <author>Luara07</author>
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         <description><![CDATA[<div>Um dos mais jovens e destacados generais da Revolução, <a href="http://www.historiadomundo.com.br/idade-contemporanea/eranapoleonica.htm"><strong>Napoleão Bonaparte</strong></a>, era o nome esperado pela burguesia para dar ordem à situação política francesa. Em 1799, ao regressar do Egito à França, Napoleão encontrou um cenário conspiratório contra o governo do Diretório. Foi neste cenário que ele passou a figurar como ditador, inicialmente, dando o golpe de 18 de Brumário (segundo o calendário revolucionário), e depois como imperador da França. O Período Napoleônico durou de 1800 a 1815 e mudou o cenário político do continente europeu, ao passo que expandiu o ideal nacionalista para várias regiões do mundo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-06-15 14:40:39 UTC</pubDate>
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         <title>A grande Revolução Fracesa</title>
         <author>Luara07</author>
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         <description><![CDATA[<div>Esse movimento teve a participação de vários grupos sociais: pobres, desempregados, pequenos comerciantes, camponeses (estes, tinham que pagar tributos à <a href="http://www.infoescola.com/sociedade/nobreza/">nobreza</a> e ao <a href="http://www.infoescola.com/idade-media/clero/">clero</a>).</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-06-16 18:01:31 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>Luara07</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2016-06-16 18:24:55 UTC</pubDate>
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         <title>As razões históricas da revolução</title>
         <author>Luara07</author>
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         <description><![CDATA[<div>Mais de um século antes da ascensão de Luís XVI ao trono (1774), o Estado francês já havia passado por várias crises econômicas, resultantes das guerras empreendidas durante o reinado de Luís XIV; da má administração dos assuntos nacionais no reinado de Luís XV; das dispendiosas perdas da guerra entre a França e a Índia (1754-1763) e do aumento da dívida gerada pelos empréstimos às colônias britânicas da América do Norte, durante a Guerra da Independência norte-americana (1775-1783).<br><br></div><div><figure class="attachment attachment-preview"><img src="http://historiadomundo.uol.com.br/imagens/francesa_revolucao1.jpg" height="188" width="210"><figcaption class="caption"></figcaption></figure><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-06-16 18:26:12 UTC</pubDate>
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