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      <title>Musicalidades africanas: uma viagem by Jonathas Sant&#39;Ana</title>
      <link>https://padlet.com/jonathasvilas/musicalidadesafricanas</link>
      <description>Clique nas localizações para acessar o conteúdo! 🎶</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-05-23 20:44:01 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2021-09-17 01:22:54 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Paranoá: Musicalidades africanas: uma viagem</title>
         <author>jonathasvilas</author>
         <link>https://padlet.com/jonathasvilas/musicalidadesafricanas/wish/1551795637</link>
         <description><![CDATA[<div>Olá! Que bom que você embarcou nessa viagem! Eu atualmente moro no Paranoá - DF. <br><br><strong>E você, de onde está começando essa viagem? Comenta aqui!</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-23 20:44:01 UTC</pubDate>
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         <title>Atlântico: Conversas transatlânticas</title>
         <author>jonathasvilas</author>
         <link>https://padlet.com/jonathasvilas/musicalidadesafricanas/wish/1551808394</link>
         <description><![CDATA[<div>Esse projeto segue uma lógica de <strong>travessia entre as duas margens do Atlântico</strong> para promover <strong>aprendizagens e olhares sobre o continente africano</strong>. <br><br>Estão anexadas aqui algumas referências importantes, que fundamentam o lugar de onde estamos partindo, mas também fazem parte da direção para onde iremos. São filmes, reportagens, textos, artigos... bom proveito!<br><br><strong><em>É no transatlântico que tudo isso se encontra!<br><br></em></strong><em>Tem alguma outra referência? Deixa nos comentários!</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-23 20:57:35 UTC</pubDate>
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         <title>Atlântico: Bota o fone de ouvido!</title>
         <author>jonathasvilas</author>
         <link>https://padlet.com/jonathasvilas/musicalidadesafricanas/wish/1551846099</link>
         <description><![CDATA[<div>Como a gente tá falando de musicalidade, nada melhor que uma <strong>playlist</strong> pra ir adicionando novas músicas no decorrer da viagem e das aprendizagens, não é?<br><br>Clique no link em anexo para acessar a playlist <strong>Musicalidades africanas</strong> no Spotify!</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-23 21:40:23 UTC</pubDate>
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         <title>Monte Alegre: de quem é essa história?</title>
         <author>jonathasvilas</author>
         <link>https://padlet.com/jonathasvilas/musicalidadesafricanas/wish/1563197787</link>
         <description><![CDATA[<div>era uma vez... de quem é essa história? talvez não seja só minha.&nbsp;<br><br>é importante fazer essa parada antes de seguir viagem. o ponto de partida é tão importante quanto o caminho. para seguir, é preciso denunciar, sim! anunciar também.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.instagram.com/tv/CPV0uEshyYM/?utm_source=ig_web_copy_link" />
         <pubDate>2021-05-26 23:25:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Pretória: Kabza De Small + Amapiano</title>
         <author>jonathasvilas</author>
         <link>https://padlet.com/jonathasvilas/musicalidadesafricanas/wish/1563228286</link>
         <description><![CDATA[<div>⭐️ Vamos aterrissar em solo sul-africano? Essa é a quarta publicação da série “Musicalidades africanas: uma viagem”. O convite é que a gente aprenda um pouco sobre o continente africano e sua PLURALIDADE! Vamos? 🥰🌍<br><br><strong>Conheça mais sobre o gênero nas referências desse link aqui: https://bityli.com/sh8qf<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-26 23:44:01 UTC</pubDate>
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         <title>Orange Farm: Townships</title>
         <author>jonathasvilas</author>
         <link>https://padlet.com/jonathasvilas/musicalidadesafricanas/wish/1582387589</link>
         <description><![CDATA[<div>Na parada anterior, aprendemos um pouco sobre o <em>gênero musical Amapiano</em>. <br><br>Agora, vamos entender um pouquinho da história das <strong>Townships, locais onde surgem muuuuitas produções culturais sul-africanas</strong>.<br><br>Soweto, Orange Farm, Gugulethu, Alexandra... são MUITAS as Townships e suas histórias, bem como seus desafios socioeconômicos. Mas isso não impede o <strong>movimento humano de transformação</strong>!</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-03 13:06:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Recife: Townships x Favelas</title>
         <author>jonathasvilas</author>
         <link>https://padlet.com/jonathasvilas/musicalidadesafricanas/wish/1582403211</link>
         <description><![CDATA[<div>Durante nossa parada para conhecer as Townships sul-africanas, surgiu um <strong>paralelo</strong> <strong>com as favelas brasileiras</strong>, especialmente no que se refere à produção musical de ambos os locais.<br><br>Se as Townships são mães do Amapiano, Kwaito, Pantsula e taaanta coisa massa, <strong>as favelas brasileiras também são de onde nascem os ritmos que estão na cabeça da galera</strong>, como por exemplo o <strong>Bregafunk</strong>, cria da periferia de <strong>Recife</strong>.<br><br><em>Assista ao documentário sobre o Bregafunk no link anexado!<br><br></em>Você consegue pensar em outra semelhança da potência de Townships e favelas? Conta aqui nos comentários!<br><br>Agora volta lá pra África do Sul e vamos seguir essa viagem, que não é linear...</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=3qLr-qILt1k&amp;t=425s" />
         <pubDate>2021-06-03 13:12:04 UTC</pubDate>
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         <title>Soweto: Townships: saiba +!</title>
         <author>jonathasvilas</author>
         <link>https://padlet.com/jonathasvilas/musicalidadesafricanas/wish/1582424219</link>
         <description><![CDATA[<div>Conheça algumas referências para aprofundar o entendimento sobre as Townships...<br><br>Assista ao vídeo no link abaixo para ampliar um pouco a conversa sobre o Apartheid na África do Sul:&nbsp;<br>https://www.instagram.com/tv/CP1WempBhPY/?utm_source=ig_web_copy_link</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-03 13:19:22 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>KwaZulu-Natal: Zulus: uma nação guerreira</title>
         <author>jonathasvilas</author>
         <link>https://padlet.com/jonathasvilas/musicalidadesafricanas/wish/1582430768</link>
         <description><![CDATA[<div>⚡️ O que eu trouxe na publicação são referências, sínteses, introduções sobre diferentes aspectos da história e cultura desse povo. <strong>Eu tenho MUITO a aprender, e provavelmente você também</strong>.<br><br>Confira algumas <strong>referências que consultei</strong> para essa parada da viagem no link abaixo:<br><br>https://bityli.com/KTLlK</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-03 13:21:26 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Pretória: Ubuntu não é um conto de fadas europeu</title>
         <author>jonathasvilas</author>
         <link>https://padlet.com/jonathasvilas/musicalidadesafricanas/wish/1604142696</link>
         <description><![CDATA[<div><br>As referências sobre Ubuntu usadas para essa publicação estão no link: https://bityli.com/uTG2b</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-14 03:13:40 UTC</pubDate>
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         <title>Langa: Brenda Fassie</title>
         <author>jonathasvilas</author>
         <link>https://padlet.com/jonathasvilas/musicalidadesafricanas/wish/1604179459</link>
         <description><![CDATA[<div>🌍 Vamos de análise musical? Essa é uma novidade aqui na nossa viagem. Vamos parar um pouco, colocar a música no repeat e tentar entender mais do que apenas a beleza.<br><br>⭐️ “Umuntu ngumuntu ngabantu” foi uma música lançada por Brenda Fassie na África do Sul em 1990, no álbum Black President. Essa foi a música escolhida porque estamos mergulhando nos sentidos de Ubuntu.<br><br>⭐️ Você já conhecia Brenda Fassie? Já tinha ouvido essa música? O que aprendeu com essa análise?</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-14 03:36:42 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Monte Alegre: revisitando aprendizagens - Filosofia Ubuntu</title>
         <author>jonathasvilas</author>
         <link>https://padlet.com/jonathasvilas/musicalidadesafricanas/wish/1615816814</link>
         <description><![CDATA[<div>Alguns pontos importantes:<br><br>▶ Não se baseie apenas nesse vídeo, aprofunde o estudo sobre o assunto. No meu perfil há um link do projeto "Musicalidades africanas: uma viagem", onde, a cada ponto do mapa, estou inserindo algumas referências para estudo - mas também não fique apenas lá. Indico muito o projeto do <a href="https://www.instagram.com/uan.flor/">@uan.flor</a> no site <a href="http://filosofia-africana.weebly.com/">filosofia-africana.weebly.com</a> onde inclusive há textos de <a href="https://www.instagram.com/noguera_oficial/">@noguera_oficial</a>;<br><br>▶ A menção, no vídeo, à ideia de "unidade cultural africana" não teve como intenção qualquer reducionismo da diversidade de produções filosóficas africanas a uma única coisa - Ubuntu é apenas uma das várias categorias filosóficas de origem africana;<br><br>▶ Algo importante a considerar, já contrapondo um pouco do que apresento no vídeo, é a análise de <a href="https://www.instagram.com/ferrarasankofa/">@ferrarasankofa</a> no artigo "O que e quem não é Ubuntu", sobre o perigo da tradução de Ubuntu como "eu sou porque nós somos", que coloca o "eu" como anterioridade ao "nós", à comunidade. No texto, é apresentada a urgência de pensar mais profundamente sobre a filosofia e considerar que a partir dela o que vem primeiro, na constituição da humanidade, é o coletivo - "nós somos porque nós somos" poderia ser uma melhor referência;<br><br>▶ Outro alerta importante do mesmo texto de <a href="https://www.instagram.com/ferrarasankofa/">@ferrarasankofa</a> é: "a imagem que Ubuntu tem tomado no Ocidente tem sido apresentada com vias de exotização e deturpação, ainda, a Filosofia Ubuntu tem sido confundida com uma filosofia da harmonia, sinônimo de autoajuda e de auto sucesso empreendedor que sustenta as atuações do mundo corporativista". Isso NÃO é Ubuntu. Ubuntu é um outro referencial de humanidade que justamente se opõe e questiona a ideia de humanidade da modernidade;<br><br>▶ E você, que viu até o final: o que tem a comentar, acrescentar à compreensão...?</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/l5L1jlNmsDA" />
         <pubDate>2021-06-20 02:18:36 UTC</pubDate>
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         <title>King William&#39;s Town: Steve Biko</title>
         <author>jonathasvilas</author>
         <link>https://padlet.com/jonathasvilas/musicalidadesafricanas/wish/1615818643</link>
         <description><![CDATA[<div>🤔 Você conhece Steve Biko? Já ouviu falar sobre Consciência Negra?<br><br>➡️ Acompanhe a publicação com o áudio ativado pra saber mais sobre essas duas perguntas e conhecer novas músicas.<br><br>⭐️ Essa já é a publicação 14 da série “Musicalidades africanas: uma viagem”. Veja todas as outras postagens no meu perfil e acesse as referências no link da bio.<br><br>⭐️ Conheci o pensamento de Biko há poucos anos, e cada vez que leio ou releio fico novamente pensativo. Ele tem muito, mas muito mesmo, a nos ensinar. É de um impacto muito significativo pra mim.<br><br>⭐️ Foi só pensando o conteúdo pra esse projeto aqui, por exemplo, que eu fui perceber uma forte relação dos textos dele sobre valores culturais africanos com a filosofia Ubuntu.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-20 02:23:45 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Zululand: Ubuntu em 2 contos</title>
         <author>jonathasvilas</author>
         <link>https://padlet.com/jonathasvilas/musicalidadesafricanas/wish/1624561351</link>
         <description><![CDATA[<div>Gente, minha primeira live no Instagram foi linda! 😍 Comparei duas narrativas e como Ubuntu aparece em cada uma delas… acho que vale a pena ver.<br><br>Essa publicação integra o projeto Musicalidades africanas: uma viagem, sendo a décima quinta da série. Veja as outras.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.instagram.com/tv/CQe3N9Qghth/?utm_source=ig_web_copy_link" />
         <pubDate>2021-06-25 01:44:44 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Blombos Cave: Arte é uma invenção africana</title>
         <author>jonathasvilas</author>
         <link>https://padlet.com/jonathasvilas/musicalidadesafricanas/wish/1624565748</link>
         <description><![CDATA[<div>Veja algumas referências para saber mais sobre o assunto:<br><br><a href="https://www.nature.com/articles/482290a">Human evolution: Cultural roots</a></div><div><br></div><div><a href="https://www.jstor.org/stable/10.1086/660022">The Still Bay and Howiesons Poort, 77–59 ka</a></div><div><br></div><div><a href="https://www.cradleofhumanculture.co.za/places/southern-cape/blombos-cave-stilbaai">Blombos Cave | Still Bay – Cradle of Human Culture</a></div><div><br></div><div><a href="https://citaliarestauro.com/en/blombos-cave-humanity-first-art-studio/">Blombos Cave | Humanity's first art studio</a></div><div><br></div><div><a href="https://theconversation.com/south-africas-blombos-cave-is-home-to-the-earliest-drawing-by-a-human-103017">South Africa's Blombos cave is home to the earliest drawing by a human</a></div><div><br></div><div><a href="https://www.youtube.com/watch?v=qbMhR9JUPuI">Ladder to the Stars | Cosmos: Possible Worlds</a></div><div><br></div><div><a href="https://www.youtube.com/watch?v=G5_JctzoxXA">Time Machine - the origins of innovation</a></div><div><br></div><div><a href="https://anthropology.net/2009/06/12/100000-year-old-incised-ochre-found-at-blombos-cave/">100,000 Year-Old Incised Ochre Found At Blombos Cave</a></div><div><br></div><div><a href="https://davidneat.wordpress.com/tag/engraved-ochre/">engraved ochre | davidneat</a></div><div><br></div><div><a href="https://www.nsf.gov/news/news_summ.jsp?cntn_id=100362">Shell Beads from South African Cave Show Modern Human Behavior 75,000 Years Ago</a></div><div><br></div><div><a href="https://www.nature.com/articles/news040412-9">Ancient jewellery found in African cave</a></div><div><br></div><div><a href="https://www.researchgate.net/figure/Six-of-the-Nassarius-kraussianus-marine-shell-beads-from-Blombos-Cave-South-Africa-c_fig4_301221553">Fig. 5. Six of the Nassarius kraussianus marine shell beads from...</a></div><div><br></div><div><a href="https://www.south-africa-info.co.za/country/article/152">Arts and Crafts - The Eastern Cape May 16th, 2013</a></div><div><br></div><div><a href="https://www.sahistory.org.za/article/xhosa">Xhosa</a></div><div><br></div><div><a href="https://www.southafrica.net/za/en/travel/article/xhosa-culture-the-clans-and-customs">Xhosa culture: the clans and customs | Culture | History | Port Elizabeth | Cape Town | Eastern Cape | Western Cape | Vibrant culture (ZA)</a></div><div><br></div><div><a href="https://artsandculture.google.com/exhibit/beadwork-from-southern-africa/ewKSDPLRFbzfIg">Beadwork from Southern Africa - Iziko Museums of South Africa — Google Arts &amp; Culture</a></div><div><br></div><div><a href="https://maxhosa.africa/brand-story#profile">The brand story | About</a></div><div><br></div><div><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Xhosa">Xhosa – Wikipédia, a enciclopédia livre</a></div><div><br></div><div><a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Traditional_healers_of_Southern_Africa">Traditional healers of Southern Africa</a></div><div><br></div><div><a href="https://www.youtube.com/watch?v=-DeU9LBcI3A">MAXHOSA Izilimela Autumn-Winter 2020 Fashion Show | MAXHOSA AFRICA</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-25 01:47:15 UTC</pubDate>
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         <title>Nkandla: Ugubhu - o instrumento das mulheres</title>
         <author>jonathasvilas</author>
         <link>https://padlet.com/jonathasvilas/musicalidadesafricanas/wish/1624570471</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-06-25 01:49:42 UTC</pubDate>
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         <title>Limpopo: Reino de Mapungubwe</title>
         <author>jonathasvilas</author>
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         <description><![CDATA[<div>Você já ouviu falar em Mapungubwe? Veja a apresentação sobre o assunto.<br><br>Para acessar as referências, clica no link: https://bityli.com/fGm3z</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-29 22:17:35 UTC</pubDate>
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         <title>Limpopo: Cultura Venda</title>
         <author>jonathasvilas</author>
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         <pubDate>2021-06-29 22:22:42 UTC</pubDate>
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         <title>Posse: carta para jonathas</title>
         <author>jonathasvilas</author>
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         <pubDate>2021-07-08 13:19:55 UTC</pubDate>
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         <title>Mapungubwe: NÃO SOU TERRENO BALDIO</title>
         <author>jonathasvilas</author>
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         <pubDate>2021-07-08 13:21:06 UTC</pubDate>
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         <title>África do Sul: NÃO SOU TERRENO BALDIO</title>
         <author>jonathasvilas</author>
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         <pubDate>2021-07-08 13:23:01 UTC</pubDate>
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         <title>Mombasa: território de conexões</title>
         <author>jonathasvilas</author>
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         <description><![CDATA[<div>📍 Sem dúvidas, esse é um território de conexões culturais, comerciais e históricas!<br><br>➡️ Você já conhecia algo sobre esse local? Conhecia alguma das músicas? Comenta aqui o que mais te chamou a atenção.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-08 13:43:20 UTC</pubDate>
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         <title>Paranoá: YEBO!</title>
         <author>jonathasvilas</author>
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         <description><![CDATA[<div>Solicite seu material didático <strong>YEBO! Módulo de aprendizagens e movimentos</strong> no link abaixo:<br>https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfJphT_-cciwDijgAt534w9O7Gk7A0MZ_pFCL6eAHNBvl8QXg/viewform<br><br><br>Confira a live de apresentação do material:<br>https://www.instagram.com/tv/CRXhsvAgfXr/?utm_source=ig_web_copy_link</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-31 23:15:15 UTC</pubDate>
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         <title>Kongowea: mercados de lá e de cá</title>
         <author>jonathasvilas</author>
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         <description><![CDATA[<div>😍 Vamos ao mercado? Vem comigo!<br><br>➡️ Os mercados tradicionais africanos são lugares cheios de energia viva, de troca, alegria, cultura e prosperidade.<br><br>Nas imagens:<br><br>📍 Kongowea Market em Mombasa, Quênia (canal de Liv Kenya no YouTube)<br>📍 Feira de São Joaquim em Salvador, Brasil (imagens minhas)<br><br>➡️ Não é coincidência a similaridade entre mercados em África e no Brasil. Afinal, as culturas africanas são fortemente sustentadas nesse lugar de comércio e negociação. Nossos ancestrais foram pioneiros sobre isso aqui também. Os mercados se espalham por todo o continente africano e tem grande poder econômico. Tiveram papel relevante na África Imperial tanto para as rotas comerciais locais, continentais e intercontinentais, quanto para o fortalecimento familiar e afloramento cultural.<br><br>➡️ Os mercados tradicionais podem nos ensinar grandes lições em diferentes dimensões da vida, assim como são continuidade da história africana do lado de cá do Atlântico. É preciso respeito.<br><br>📍 Ah, a trilha sonora é por conta de Serah Sarah, cantora queniana de Mombasa.<br><br>🌍 Essa publicação faz parte do projeto Musicalidades africanas: uma viagem. Estamos agora no Quênia.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-31 23:21:54 UTC</pubDate>
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         <title>Lamu: línguas e comércio em África</title>
         <author>jonathasvilas</author>
         <link>https://padlet.com/jonathasvilas/musicalidadesafricanas/wish/1665696037</link>
         <description><![CDATA[<div>🌍 Você sabe qual é a língua mais falada no Quênia? Vem descobrir, e lembra de ativar o áudio porque tem muita música boa!<br><br>➡️ Na publicação da vez eu juntei algumas aprendizagens sobre uma das línguas mais faladas no Quênia. a partir daí podemos refletir um pouco sobre a vivacidade linguística e as relações comerciais nas histórias e culturas de África.<br><br>➡️ Já salve esse post e deixe seu comentário com sua contribuição sobre o assunto.<br><br>⭐️ Essa publicação faz parte do projeto Musicalidades africanas: uma viagem, e está relacionada a diversas outras que já estão no feed. confira lá!</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-31 23:23:40 UTC</pubDate>
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         <title>Quênia: A história africana não é uma seção de curiosidades</title>
         <author>jonathasvilas</author>
         <link>https://padlet.com/jonathasvilas/musicalidadesafricanas/wish/1665696424</link>
         <description><![CDATA[<div>Me incomoda muito quando algumas pessoas tentam colocar a história africana como apêndice ou nota de rodapé da história europeia. Quis trazer essa conversa aqui. Não somos uma seção de curiosidade em um livro didático branco e racista. Somos mais. Bem mais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-31 23:26:26 UTC</pubDate>
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         <title>Kilwa: raízes africanas do Swahili</title>
         <author>jonathasvilas</author>
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         <description><![CDATA[<div>🌍 A narrativa histórica colonizadora dos europeus não apenas finge que África não tem história. Tenta de todas as formas “desafricanizar” nossos feitos históricos através dos diferentes povos de África.<br><br>🤔 Fazem isso com Kemet. Fazem isso com com Mapungubwe. Fazem isso com os Swahilis.<br><br>🥱 Tentam de todas as formas deturpar as origens africanas e pretas da civilização humana a fim de manter o poder que conquistaram com base na covardia, na mentira e no saque.<br><br>💅🏾 Apenas tentam. Não conseguiram e não conseguirão. Estamos vivos, fortes, atentos e ativos.<br><br>⭐️ Hoje trouxe textão sobre Swahilis sim, mas nem é autoria minha. Gostei muito e quis compartilhar.<br><br>➡️ Você já conhece a Coleção História Geral da África? Se não, vá atrás. São milhares de páginas recentrando nosso protagonismo. Foi lançada em português em 2010, mas teve sua construção iniciada em 1964.<br><br>🌍 Porque será que essa coleção é pouco falada? Porque mentiras continuam sendo propagadas, inclusive por quem bate no peito para se denominar antirracista?</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-17 01:00:19 UTC</pubDate>
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         <title>Lamu: lar dos Swahilis</title>
         <author>jonathasvilas</author>
         <link>https://padlet.com/jonathasvilas/musicalidadesafricanas/wish/1747323706</link>
         <description><![CDATA[<div>Lamu: o lar dos Swahilis<br><br>Trouxe um pequeno vídeo, retirado do YouTube, sobre Lamu, cidade considerada o lar Swahili.<br><br>"Lamu Old Town é o assentamento Swahili mais antigo e mais bem preservado da África Oriental, mantendo suas funções tradicionais".<br><br>O vídeo foi legendado por mim (conforme meu alcance no inglês), com algumas edições. O original tem como título "Exploring Swahili culture on Lamu Island!".</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-17 01:01:32 UTC</pubDate>
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         <title>Kibera: Sou Boy</title>
         <author>jonathasvilas</author>
         <link>https://padlet.com/jonathasvilas/musicalidadesafricanas/wish/1747327055</link>
         <description><![CDATA[<div>🌍 Dica e análise de filme. Só passar para o lado. Assista Soul Boy na <a href="https://www.instagram.com/blackflixoficial/">@blackflixoficial</a><br><br>🌍 Seguindo com Musicalidades africanas: uma viagem, adentramos o território hoje conhecido como o país Quênia.<br><br>➡️ Desde a costa Swahili chegamos até Nairobi, capital e maior cidade do país, além de concentrar uma grande região metropolitana. Hoje é possível que a população esteja perto de 10 milhões de pessoas.<br><br>🌍 Nairóbi tem grande importância histórica e política para o Quênia, tendo sido palco de movimentos de libertação do país e também da África Oriental no período de colonização.<br><br>➡️ A cidade, assim como muitas outras grandes metrópoles de África, apresenta efervescência cultural e artística. Diferentes povos africanos estão presentes nesse território. Aliás, vale ressaltar que estima-se em 45 distintos povos no Quênia. Soul Boy apresenta um pouco disso.<br><br>➡️ Se você já assistiu ao filme, o que pode acrescentar a essa conversa?</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-17 01:02:58 UTC</pubDate>
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         <title>Kibera: movimentos criativos</title>
         <author>jonathasvilas</author>
         <link>https://padlet.com/jonathasvilas/musicalidadesafricanas/wish/1747333298</link>
         <description><![CDATA[<div>🌍 Na última publicação do “Musicalidades africanas: uma viagem” compartilhei uma possível análise do filme Soul Boy, todo gravado em Kibera, Nairóbi, Quênia.<br><br>🌍 Kibera é considerada a maior favela do continente africano. Vale dizer que esse tipo de organização urbana com condições precárias é resultado de séculos de políticas coloniais e racistas europeias. Tem nome, endereço e interesse.<br><br>➡️ Kibera recebe pessoas de diferentes origens culturais. Afinal, no Quênia há mais de 40 povos. Essa aglomeração multiétnica em Kibera me lembrou o que aprendi há pouco tempo: Kemet só teve sucesso por conta da união de diferentes povos africanos com seus saberes e tecnologias. Seriam nossas “favelas” possivelmente espaços para construção de poder preto como Kemet? E não falo de “pretos no topo” ou “representatividade importa”, se você ainda tá nesse discurso… sinto muito.<br><br>🌍 Aguarde as próximas cenas desse projeto que tá sendo incrível pra mim… e se o Instagram não tem te entregado as publicações, basta ir no meu perfil e ativar o “sininho” no canto superior direito.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-17 01:05:36 UTC</pubDate>
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         <title>Kisumu: Luo</title>
         <author>jonathasvilas</author>
         <link>https://padlet.com/jonathasvilas/musicalidadesafricanas/wish/1747338849</link>
         <description><![CDATA[<div>⭐️ Leia e salve aí esse post PESADO sobre o Povo Luo pra rever depois. Eu ainda tô processando muita coisa e sem dúvidas vou ficar sempre estudando o assunto.<br><br>🌍 Cheikh Anta Diop, o maior estudioso e gênio do século XX, deixou como legado a comprovação da origem africana e preta de Kemet. Deixou como desafio conectar os diversos povos de África a Kemet, entendendo que a partir dali houve uma dispersão geográfica de continuidade cultural, científica, espiritual e filosófica.<br><br>🌍 Entender os Luo (hoje principalmente no Quênia e na Tanzânia) como um dos povos primordiais de Kush e Kemet é confirmar que a grandeza civilizatória de África não se deu em pontos isolados e a partir de interferências externas. Muito pelo contrário. Bem mais complexo.<br><br>🌍 Além do movimento Luo - Kush - Kemet, visto no post, podemos entender um possível segundo movimento: Kemet - Luo. Esse último movimento histórico seria derivado da importância que os keméticos tiveram como difusores para os diversos espaços de África da mais avançada e equilibrada civilização humana já conhecida. Nesse caso, a ausência de evidência (de minha parte) não é evidência da ausência. Ou seja: embora o trabalho de David Ochieng mostre apenas o primeiro movimento, a proximidade entre Kemet e os Luo pode indicar também uma relação de duas vias - ida e vinda.<br><br>⚡️ São muitas as tentativas de desligar a África de si mesma, estraçalhar as conexões históricas e territoriais. Enfim, continuem tentando... continuem falsificando as informações e negando o óbvio. Continuaremos sendo continuidade.<br><br>⚡️ História preta fortalece. História africana é disputa de narrativa presente e futura. Não é passado. Você tem se armado para a guerra?<br><br>➡️ O título original do texto que baseou essa publicação é: "LUO ORIGIN OF CIVILISATION: TOWARDS A POSITIVE IDENTIFICATION OF THE ANCIENT ITIYO-PI-ANU PEOPLES", disponível em PDF na rede.<br><br>🌍 Continue acompanhando esse projeto. Comente, compartilhe se valer a pena.<br><br>➡️ Sobre Kemet, conheça <a href="https://www.instagram.com/descobrindoahistoriapreta/">@descobrindoahistoriapreta</a> pra aprender!</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-17 01:07:56 UTC</pubDate>
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         <title>Monte Alegre de Goiás, GO</title>
         <author>jonathasvilas</author>
         <link>https://padlet.com/jonathasvilas/musicalidadesafricanas/wish/1747342442</link>
         <description><![CDATA[<div>Cresci no nordeste goiano, Monte Alegre de Goiás. Dos 6 aos 21 anos nessa cidade com 80% da população negra.<br><br>O Quilombo Kalunga, maior território quilombola atual, fica em Monte Alegre e municípios vizinhos. Me pergunte se na escola conheci a história da comunidade… Revolução francesa e a p*** toda, nada de Quilombo. Na universidade? Nada.<br><br>Antes eu chamava de silêncio, mas a história eurocêntrica sempre foi gritada. Intenções. A gente discutia racismo, altas redações sobre todos serem iguais, respeito, amor. Nada sobre poder. Nada de história. Minha história.<br><br>Ah, sempre tinham os “momentos culturais” na escola, com “danças típicas”, “comidas típicas” e “curiosidades”. O “desfile da beleza negra”. E a discussão sobre o quanto os negros sofrem.<br><br>Enquanto isso, no fundo da sala, os quilombolas eram sempre ignorados pelas professoras. Falavam diferente de quem era “da cidade” e ríamos. Lembro de estarem em silêncio, afinal ninguém os via de forma positiva. Não podiam contar sua história. Só serviriam, às vezes, para o tal desfile.<br><br>Na faculdade tive uma iniciação científica em que critiquei a falta de representação negra na mídia. Cada vez mais sofrimento e impossibilidade de agência.<br><br>É recente a minha preocupação em entender a continuidade histórica de África. E enquanto isso, uma esquizofrenia: o Brasil é cada vez mais “antirracista” e seguimos assassinados. Olho pra escola hoje, e nada de história. É sempre resposta ao racismo. Crianças pretas “aceitas”, menos a história.<br><br>Não é à toa que tanto se insiste em “desconstruir” e pouco em contar de fato a origem do povo preto, que segue implorando para os opressores pela liberdade, tentando negociar, e achando que sua existência começou com a invasão europeia. E procurando solução em política europeia.<br><br>Enquanto isso os brancos antirracistas de esquerda precisam ser lembrados que o são. Querem ciranda, anticapitalismo, “esquecem” do antirracismo tão fácil…<br><br>Comecei a me recentralizar… só sankofa. Disputar como se narra o passado é dominar o futuro. Qual o poder da história?<br><br>Na imagem: texto de David Ochieng - LUO ORIGIN OF CIVILISATION: TOWARDS A POSITIVE IDENTIFICATION OF THE ANCIENT ITIYO-PI-ANU PEOPLES.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-17 01:09:18 UTC</pubDate>
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         <title>Conhecimento tradicional Luo</title>
         <author>jonathasvilas</author>
         <link>https://padlet.com/jonathasvilas/musicalidadesafricanas/wish/1747347212</link>
         <description><![CDATA[<div>Conhecimento tradicional Luo<br><br>Esse vídeo é a tradução de um recorte do original "Chronicle of a Culture Ep1: Traditional knowledge important?" disponível no canal do YouTube de Linda M.<br><br>Veja a descrição original:<br><br>"Algumas pessoas dizem que o povo Luo já fez parte do Reino de Kush e do antigo Egito. Tendo migrado de Napata no Egito e Meroe no Sudão seguindo o rio Nilo. É aqui que se encontra a mais bem preservada das mil pirâmides do Sudão, de onde as pessoas Luo falam que vieram. Esta série de documentários explora o conhecimento tradicional antigo da cultura Luo, ouvindo as pessoas que vieram antes de nós compartilhando a rica história da África. Tentamos lançar luz sobre este aspecto pouco conhecido da história africana antiga. Além disso, tem sido uma meta valorizar a cultura e os sistemas de conhecimento que agora estão sendo esquecidos. Só então podemos entender a nós mesmos e nossa história para seguir em frente com orgulho. A filmagem foi feita no oeste do Quênia".<br><br>"Aora morwenyo chakne biro dois" - (O rio que se esquece vai secar) - Provérbio Luo</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-17 01:11:13 UTC</pubDate>
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         <title>Kano: Lwanda Magere</title>
         <author>jonathasvilas</author>
         <link>https://padlet.com/jonathasvilas/musicalidadesafricanas/wish/1747350855</link>
         <description><![CDATA[<div>Lwanda Magere: o grande guerreiro Luo<br><br>Os mais velhos do Povo Luo contam a história de um guerreiro incomparável chamado Lwanda Magere, nascido com uma profecia de vitória. Mas, fechar os ouvidos aos mais velhos o destruiu.<br><br>A história se passa nas proximidades do Lago Vitória, em um local chamado Kano. Até hoje a presença de Lwanda é honrada e preservada no local, incluindo uma pedra sagrada atribuída a ele.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-17 01:12:41 UTC</pubDate>
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         <title>Quênia</title>
         <author>jonathasvilas</author>
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         <description><![CDATA[<div>Escrevi esse poema a partir da história de Lwanda Magere. Se você ainda não conhece a história, veja o último vídeo que postei.<br><br>A narrativa sobre Lwanda vem da tradição do povo Luo, quarto maior grupo no Quênia.<br><br>Se você pesquisar por “Lwanda Magere” no YouTube, irá encontrar vários vídeos em inglês e Dholuo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-17 01:13:57 UTC</pubDate>
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         <title>Ol Donyo Sabuk: Tom Mboya</title>
         <author>jonathasvilas</author>
         <link>https://padlet.com/jonathasvilas/musicalidadesafricanas/wish/1747366221</link>
         <description><![CDATA[<div>No vídeo, um trecho da fala de Tom Mboya sobre "socialismo africano".<br><br>Tom Mboya foi uma das personalidades mais proeminentes da história do Quênia. Nascido em 15 de agosto de 1930 como Thomas Joseph Mboya. Sua mãe Marcella Awour era de origem Luo e seu pai Leonardus Ndiege de origem Suba. Mboya foi assassinado em 5 de julho de 1969 (39 anos).<br><br>É amplamente sabido que seu perfil e ilustre trajetória como líder brilhante e carismático, visto como um desafio ao então establishment político, levaram ao seu assassinato.<br><br>Como sindicalista, político e estadista renomado, de orientação pan-africanista, Tom Mboya ingressou na política ativa em 1957, quando disputou e ganhou uma cadeira no Conselho Legislativo, e mais tarde em 1958, quando fundou o Partido do Congresso do Povo de Nairóbi.<br><br>Posteriormente, ele foi fundamental na formação da União Nacional Africana do Quênia (KANU), que formou o governo após a independência e se tornou seu primeiro Secretário-Geral.<br><br>Tom Mboya tornou-se Ministro da Justiça e Assuntos Constitucionais e, posteriormente, Ministro do Planejamento e Desenvolvimento Econômico. Nessa função, ele escreveu o importante "Sessional Paper 10" sobre Harambee e os Princípios do Socialismo Africano (adotado pelo Parlamento em 1964), que forneceu um modelo de governo baseado nos valores africanos.<br><br>Tom Mboya está enterrado em um mausoléu na Ilha Rusinga, construído em 1970. Uma rua em Nairóbi leva o seu nome e é comemorada pelo Monumento Tom Mboya.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-17 01:18:47 UTC</pubDate>
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         <title>Elgeyo-Marakwet: engenharia ancestral</title>
         <author>jonathasvilas</author>
         <link>https://padlet.com/jonathasvilas/musicalidadesafricanas/wish/1747370162</link>
         <description><![CDATA[<div>🌍 Musicalidades africanas: uma viagem<br><br>➡️ Retomando aqui as publicações desse projeto de pesquisa, arte, integração e divulgação de saberes tendo como disparador de potências as musicalidades de Áfricas.<br><br>⚡️ Começamos esse projeto em maio, partindo do território da África do Sul. Agora estamos no segundo território-país: Quênia. Já foram muitas e muitas forças até aqui, e cada vez tenho aprendido mais, me conhecido mais por meio do conhecimento do meu povo. Muitas mudanças de perspectiva e mutações internas.<br><br>Você já conhecia Marakwet?<br><br>Tem muito mais do que postei aqui viu? Não se contente, tenha autonomia, interesse verdadeiro, pesquise. Essa não é uma página de entretenimento ou de curiosidades.<br><br>https://www.instagram.com/reel/CTkHlOMgO8U/?utm_source=ig_web_copy_link</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-17 01:20:14 UTC</pubDate>
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         <title>Huruma: Young Tit Crew</title>
         <author>jonathasvilas</author>
         <link>https://padlet.com/jonathasvilas/musicalidadesafricanas/wish/1747375324</link>
         <description><![CDATA[<div>🌍 Ancestralidade não é passado. Poder não é passado. Já pensou sobre?<br><br>⚡️ A relação africana com o tempo não é de possessão ou de controle como na cultura europeia. O passado não é inimigo do presente, e o futuro já está atrás de nós. São diversos os elementos em diferentes sistemas africanos que indicam isso.<br><br>🌍 Assim, quando falamos de produção cultural e criatividade em África, estamos rompendo essa falsa linha do tempo. O "hoje" está trançado junto ao "ontem" e ao "amanhã". É um contínuo não linear.<br><br>⚡️ A agência de dança criativa YOUNG TITI CREW é uma manifestação dessa relação poderosa com o tempo. Uma juventude que se movimenta no tempo de hoje e alcança passado e futuro, na continuidade do ritmo ancestral de integração dos modos de ser no mundo.<br><br>⚡️ Conhecer um pouco sobre esse grupo me ensinou sobre criatividade, autonomia e circularidade. E você?<br><br>🌍 Esse post faz parte do projeto “Musicalidades africanas: uma viagem” desenvolvido aqui desde maio. É um projeto de pesquisa individual que pensa a música como um possível condutor de aprendizagens sobre Áfricas. Compartilho sem a pretensão de teor técnico-musical ou acadêmico. Agora estamos caminhando pelo Quênia. Veja as outras publicações no feed.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-17 01:22:11 UTC</pubDate>
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