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      <title>Padlet Reflexivo by Mateus Santos</title>
      <link>https://padlet.com/mateusjsantos/uhzo3tzggtoyjmk4</link>
      <description>Padlet Reflexivo da disciplina de Corpo, Gênero e Sexualidade</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-10-29 12:58:07 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-11-21 15:45:31 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Zuleica Verônica Silva Belizário</title>
         <author>zuleicaveronica</author>
         <link>https://padlet.com/mateusjsantos/uhzo3tzggtoyjmk4/wish/2379457377</link>
         <description><![CDATA[<div>As abordagens envolvendo assuntos relacionados ao corpo, gênero e sexualidade, têm acontecido&nbsp;de forma cada vez mais natural e esclarecedora.&nbsp;<br>Evidentemente ainda há muito a ser melhorado, mas, se compararmos a visão e o comportamento das pessoas, hoje em dia, com o de alguns anos atrás, notamos que houve evolução. O que era assunto proibido, ou, as vezes, considerado como inadequado, em outros tempos, atualmente surge em diálogos, onde as informações são repassadas com mais clareza.<br>Nossa sociedade complica algo que na realidade é muito simples. O preconceito e a ideia de que deve-se seguir determinado padrão, reduzem a liberdade dos indivíduos&nbsp; com relação ao autoconhecimento, de receberem informações de forma responsável e poderem fazer as suas escolhas. A percepção do próprio corpo, a identificação com determinado gênero e a compreensão da sexualidade, merecem ser vividos com leveza, e, como foi muito bem colocado na disciplina, não necessita da permissão do outro.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-11 00:35:51 UTC</pubDate>
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         <title>Maria Angélica Carmo</title>
         <author>mc2000446</author>
         <link>https://padlet.com/mateusjsantos/uhzo3tzggtoyjmk4/wish/2380129623</link>
         <description><![CDATA[<div>Sexualidade, ou orientação sexual, tem a ver com quem uma pessoa é ou não atraída sexualmente ou romanticamente. As pessoas podem se identificar mais com uma sexualidade do que com outra em diferentes momentos de suas vidas. A sexualidade de uma pessoa, ou orientação sexual, determina por quem ela sente ou não atração. Esta atração é tipicamente sexual ou romântica. A atração sexual normalmente descreve o desejo de uma pessoa de fazer sexo ou formar um relacionamento sexual com outras pessoas. Também descreve frequentemente a atração física, ou a falta dela, em relação aos outros. E isso, pelo que entendi dessa primeira semana, vai depender do contexto em que a pessoa foi inserida e criada. Uma pessoa não precisa sentir atração romântica e sexual para ter uma sexualidade. E a pessoa pode nascer mulher num corpo de homem e vice-versa, então seu corpo também não influirá na sua sexualidade. Existem muitas orientações sexuais, e as pessoas que se identificam com uma ou mais podem descobrir que sua sexualidade muda com o tempo. Isso é perfeitamente normal – a orientação de uma pessoa pode ser fluida.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-11 12:25:50 UTC</pubDate>
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         <title>Brazimar Lobo Santos</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O conceito de gênero, pode ser entendido como aquele que diferencia homens e mulheres, com base nas características masculinas e femininas, ou seja, as formas como as diferenças sexuais são compreendidas socialmente em um determinado tempo histórico e cultural.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-11 18:59:26 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Angélica Aparecida Brandão Carvalho                 Para nós futuros docentes temos que estarmos cientes que a  educação dentro das instituições escolares possui papel primordial na sociedade, sendo responsável por transformações sociais, inclusive em relação à diversidade de nossa sociedade capitalista e excludente. Historicamente, conceitos sociais trazem  modificações no âmbito escolar, entre elas a questão de gênero. O jeito como é abordado faz toda a diferença de como essas informações chegam aos nossos alunos. E dentro de outros temas transversais devemos trabalhar toda e qualquer forma de preconceito, falta de empatia que observarmos no ambiente escolar. Só assim poderemos fazer a diferença.  </title>
         <author>angelicabrandaoccarvalho</author>
         <link>https://padlet.com/mateusjsantos/uhzo3tzggtoyjmk4/wish/2380576424</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-11-11 19:41:10 UTC</pubDate>
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         <title>Angélica Aparecida Brandão Carvalho</title>
         <author>angelicabrandaoccarvalho</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-11-11 19:44:05 UTC</pubDate>
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         <title>Sione Aparecida Gonçalves</title>
         <author>sioneapgoncalvez</author>
         <link>https://padlet.com/mateusjsantos/uhzo3tzggtoyjmk4/wish/2380793984</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Debater sobre gênero e sexualidade tanto nas universidades, quanto em sala de aula, ainda não é uma tarefa fácil em nossa sociedade. Acho importante esta discussão com o intuito de desconstruir os padrões tidos como naturais e normativos para evitar a homofobia, machismo entre outros na sala de aula. É importante trabalhar e refletir as questões de gênero e sexualidade no ambiente acadêmico com o intuito de problematizar a negação de se falar destes conceitos, bem como para que o professor possa encontrar formas de trabalhar este campo de conhecimento em sala de aula. Assim, se o professor estiver seguro de sua prática sobre esses conceitos, ele não terá receio de falar dos mesmos, nem por medo de ferir moralmente pais e alunos e nem por interferir em seus preceitos </strong>familiares.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-12 03:28:13 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Leonardo Henrique da Silva </title>
         <author>leonardohenriquedasilvalhs123</author>
         <link>https://padlet.com/mateusjsantos/uhzo3tzggtoyjmk4/wish/2381142388</link>
         <description><![CDATA[<div>Corpo, gênero, sexualidade, um assunto emergente na atualidade porém muito estigmatizado por parte da sociedade, a verdadeira questão está em como se trabalhar tal temática? Para um eixo social conservador não trabalhar tal temática seria a solução, porém sabemos que não pois o professor tem um grande papel na formação do indivíduo como um todo e precisa saber trabalhar essas questões com seus alunos, respeitando obviamente a faixa etária com a qual está trabalhando, tendo uma formação sólida e segurança no que está se trabalhando.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-12 18:01:07 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Rosimeire Cerveira</title>
         <author>rosimeirecerveira</author>
         <link>https://padlet.com/mateusjsantos/uhzo3tzggtoyjmk4/wish/2381282481</link>
         <description><![CDATA[<div>Às vezes eu fico pensando que nem sempre demonstrei o que realmente sentia ou pensava. Acredito que essa maneira de ser era por causa das "travas" culturais e da educação que recebi. Foi necessário muito tempo de terapia e um treino muito grande para vencer a timidez que me acompanhou pela adolescência e juventude. Hoje, um pessoa adulta e um pouco mais resolvida, olho para trás e lembro daquela jovem tímida e penso: que bom que você mudou, mas não perdeu a sua essência. Eu aprendi com meu pai que quando você gosta de alguém, você aceita a pessoa como ela é não como você gostaria que ela fosse. Esse é para mim o princípio da amizade. Nesse sentido, o preconceito não tem lugar. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-13 01:19:47 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Jânio Lázaro Faria</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mateusjsantos/uhzo3tzggtoyjmk4/wish/2381523259</link>
         <description><![CDATA[<div>A sexualidade de uma pessoa, ou orientação sexual, determina por quem ela sente ou não atração. Esta atração é tipicamente sexual ou romântica. A atração sexual normalmente descreve o desejo de uma pessoa de fazer sexo ou formar um relacionamento sexual com outras pessoas. Também descreve frequentemente a atração física, ou a falta dela, em relação aos outros.<br>A atração romântica pode descrever a expressão de amor de uma pessoa dentro de um relacionamento. Esse relacionamento não precisa ser sexual, e uma pessoa não precisa sentir atração romântica e sexual para ter uma sexualidade.<br>Existem muitas orientações sexuais, e as pessoas que se identificam com uma ou mais podem descobrir que sua sexualidade muda com o tempo. Isso é perfeitamente normal, a orientação de uma pessoa pode ser fluida.<br><br><br>Referência <br>ZAMBON, Veronica; KUEHNLE, Francis. <strong>CONHEÇA OS TIPOS DE SEXUALIDADE</strong>. 2019. Disponível em: https://cdd.org.br/noticia/saude-publica/tipos-de-sexualidade/#:~:text=A%20sexualidade%20de%20uma%20pessoa,relacionamento%20sexual%20com%20outras%20pessoas.. Acesso em: 13 nov. 2022.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-13 12:59:32 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Maria Angélica Carmo</title>
         <author>mc2000446</author>
         <link>https://padlet.com/mateusjsantos/uhzo3tzggtoyjmk4/wish/2381567491</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Defensoria de Minas abre inscrições para mutirão de alteração de prenome e gênero de pessoas transgêneros<br></strong><br></div><div>Vejam que legal a Defensoria Pública de Minas Gerais: <br><strong>Observação</strong>: Estou postando a imagem de Uberlândia, porque o panfleto da Defensoria de Passos ficou no Cras, e hoje, domingo, como resido no Município de Itaú de Minas, não tenho como juntá-lo.<br> “As unidades da Defensoria Pública de Minas Gerais (DPMG) em Ituiutaba, Patos de Minas e Uberlândia, por meio do Termo de Abertura de Projeto e com o apoio de diversos parceiros, realizarão o Mutirão Regional de Alteração de Prenome e Gênero de Pessoas Transgêneros de 2022. Serão realizados atendimentos às pessoas transgêneros residentes nas respectivas comarcas para alteração do prenome e gênero junto ao registro civil. As inscrições começam no próximo dia 10 de maio (terça-feira) e se estendem até o dia 1º de junho (quarta-feira), presencialmente, nas sedes da DPMG nos três municípios. <br>O projeto tem o objetivo de promover dignidade, cidadania e, principalmente, inclusão social, como direito fundamental ao nome e à empregabilidade; bem como promover a união de instituições públicas e órgãos não governamentais em prol da conscientização e da promoção dos direitos das pessoas transgênero. <br>Também trará subsídios para uma pesquisa demográfica e econômico-social com as pessoas participantes, embasando ações da DPMG em outras iniciativas com a população trans. Desde a decisão do Supremo Tribunal Federal e de acordo com o Provimento nº 73 de 2018 do Conselho Nacional de Justiça, o procedimento de alteração de prenome e gênero pode ser realizado de forma extrajudicial, diretamente no Cartório de Registro Civil. Entrentato, sob argumento de falta de regulamentação, a gratuidade para pessoas em condições de vulnerabilidade econômica tem sido negada. <strong>Discriminação</strong> Por condições diferentes aos padrões impostos por uma sociedade excludente e conservadora, são perceptíveis as marcas de preconceitos e descasos contra a população LGBTQIA+. Pessoas transgêneros são diariamente atingidas por tal discriminação, sem o apoio de políticas públicas necessárias voltadas ao direito delas. Por isso, a Defensoria Pública, além de ser uma importante ferramenta de combate às violações de direitos constitucionais básicos cometidas pelo Estado, se torna também, por meio do projeto, instrumento para alcance à identidade de gênero e nome de forma gratuita e extrajudicial”. <br><br>Eu penso que a alteração do registro civil vem coroar a dimensão social da passagem de um gênero a outro ou de um sexo a outro, veio oferecer aos transexuais a possibilidade de viverem à altura de seu desejo de pertencer ao outro sexo, ou de viajar em seu corpo do modo como desejarem. E para as pessoas interessadas, existe na Defensoria Pública de Minas Gerais em alguns municípios, esse projeto de excelência que oferece tudo gratuitamente, desde acompanhamentos, até a mudança na alteração do nome e documentação. Eu fui em outubro conhecer o projeto e fiquei encantada. Inclusive em Passos, os Cras irão encaminhar todas as pessoas que tiverem interesse, mas não sabem do projeto para a Defensoria. Eu mesma já encaminhei duas pessoas interessadas e que ficaram muito felizes da possibilidade de ter seus documentos com sua verdadeira identidade, ou seja, com o gênero que ela se identifica.&nbsp; <br><br><strong>Referências</strong>:&nbsp; <br><a href="https://defensoria.mg.def.br/defensoria-de-minas-abre-inscricoes-para-mutirao-de-alteracao-de-prenome-e-genero-de-pessoas-transgeneros/#:~:text=As%20unidades%20da%20Defensoria%20P%C3%BAblica,de%20Pessoas%20Transg%C3%AAneros%20de%202022">https://defensoria.mg.def.br/defensoria-de-minas-abre-inscricoes-para-mutirao-de-alteracao-de-prenome-e-genero-de-pessoas-transgeneros/#:~:text=As%20unidades%20da%20Defensoria%20P%C3%BAblica,de%20Pessoas%20Transg%C3%AAneros%20de%202022</a>. Acesso em 13 Nov 2022</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-13 14:14:14 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Leonardo Henrique da Silva </title>
         <author>leonardohenriquedasilvalhs123</author>
         <link>https://padlet.com/mateusjsantos/uhzo3tzggtoyjmk4/wish/2381800018</link>
         <description><![CDATA[<div>Na formação de professores é essencial que se trabalhe os conceitos históricos de corpo, gênero e sexualidade para que ao se formar ele esteja pronto para trabalhar essas questões em sala de aula para que o mesmo consiga desmistificar esses conceitos&nbsp; contribuindo na formação de indivíduos mais tolerantes e menos preconceituosos, pois a intolerância só traz violência e desigualdade para toda sociedade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-13 20:05:07 UTC</pubDate>
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         <title>Liégili Cunha de Souza</title>
         <author>liegilisouza</author>
         <link>https://padlet.com/mateusjsantos/uhzo3tzggtoyjmk4/wish/2381896122</link>
         <description><![CDATA[<div>Neste padlet, venho colocar uma observação pessoal que tive quando ainda estudava no (5°) ano do ensino fundamental.&nbsp;<br>Na escola que eu frequentava, tinha uma vez por semana a aula de educação sexual, durante a semana a professora disponibilizava uma caixa que podíamos colocar as nossas perguntas e dúvidas sem ficar constrangidas de fazer na frente da turma toda. Por um tempo deu supercerto, não víamos a hora de chegar a aula, até que alguns pais de alunos começaram a reclamar e a proibir os seus filhos de frequentarem as aulas. Segundo eles, as aulas estavam induzindo os alunos ao sexo e a utilização de drogas (que também fazia parte os esclarecimentos das drogas e os seus efeitos no nosso corpo). Infelizmente depois deste ocorrido passamos a não ter mais a aula separada apenas para a educação sexual, foi inclusa nas aulas de ciências, mas de uma forma muito superficial.&nbsp;<br><br>Hoje sinto que quanto mais os pais são abertos com esses temas com os seus filhos, eles até incentivam essa educação na escola como uma forma de auxiliar nas prevenções e nos esclarecimentos. E com isso os professores e a escola conseguem seguir com os planejamentos das aulas com mais segurança e assertivos. Os pais devem entender que a educação dos alunos é a junção da educação escolar com a educação familiar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-13 23:19:36 UTC</pubDate>
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         <title>Ludiane Timoti</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Falar sobre indentidade de gênero e bem particular de cada um, porém acredito que tenha que ser ensinado&nbsp; o mais rápido possível nas escolas, claro que de uma forma mais lúdica e descontraída.<br>A indentidade de gênero é como a pessoa se olha, e se enxerga.<br>A orientação sexual é por quem você sente uma atração, um desejo.<br>Sexo biológico, que seria como veio ao mundo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-14 00:49:11 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>lilicalibueno123</author>
         <link>https://padlet.com/mateusjsantos/uhzo3tzggtoyjmk4/wish/2382059553</link>
         <description><![CDATA[<div>https://www.google.com/url?sa=t&amp;source=web&amp;rct=j&amp;url=https://memoria.ebc.com.br/cidadania/2016/03/feminismo-conheca-mulheres-precursoras-da-luta-pelos-direitos-da-mulher-no-brasil&amp;ved=2ahUKEwjlnJC_waz7AhWdkZUCHchKBAoQFnoECB4QAQ&amp;usg=AOvVaw3OyTE5xgfoKVklQ6KRiz9R.Trago nesse link um pouco da luta feminina pela igualdade dos direitos.&nbsp;(Helizangela Bueno)<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-14 02:04:20 UTC</pubDate>
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         <title>Bianca Shind Araújo Tomé </title>
         <author>biancaashind</author>
         <link>https://padlet.com/mateusjsantos/uhzo3tzggtoyjmk4/wish/2382066070</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Falar sobre gênero e sexualidade para sociedade é a parte da construção do respeito à diferença, uma criança que chega em casa e só conhece uma única forma de convívio com o outro, tem na escola a oportunidade de conhecer outros modos, que não necessariamente o preconceito e a violência com o que lhe é diferente, e tendo um conhecimento do assunto&nbsp; nós&nbsp; teremos mesmo conflitos.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-14 02:09:35 UTC</pubDate>
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         <title>Eduardo de Araújo Luiz As noções de corpo, gênero e sexualidade não são as mesmas em cada sociedade e época. São constructos mentais elaborados para atender às questões sociais historicamente postas por uma sociedade. Cada sociedade e, por conseguinte, cada cultura formula um quadro de valores que, para conferir algum “sentido” à vida social baseia-se em definições arbitrárias que geralmente suprimem as necessidades individuais sempre sintonizadas com a natureza íntima de cada ser.A instituição escolar cumpre um papel estratégico na discussão de noções e conceitos que, por vezes, tentam enquadrar realidades complexas não compartimentadas e nem encaixadas em construções nem sempre conectadas à realidade natural e social. Na educação, educadores (as) devem considerar tais aspectos ao tratar de corpo, gênero e sexualidade. É pouco sensato negligenciar que essas noções se conectam às realidades historicamente construídas e cuja extensão se desenha no tempo através de anseios, expectativas, imagens e demandas muitas vezes não respondidas satisfatoriamente.Educadores (as) são “engrenagens” centrais na construção de realidades sociais pensadas a partir da construção de novas concepções de vida sintonizadas com o respeito à diversidade. A formação de novos educadores (as) em nossos dias não pode ignorar a diversidade de realidades configuradas com as quais professores (as) precisam lidar em seu dia a dia. Importa que seja configurada nos cursos de licenciatura uma formação acadêmica que se mostre ajustada ao desenvolvimento de sensibilidades e percepções que integram o repertório de educadores responsáveis pela mediação da construção de valores e princípios fundantes de uma realidade plural e inclusiva. Assim, a permanente reflexão em torno dos conceitos de corpo, gênero e sexualidade se constitui em elemento de uma formação que não ignora a dimensão histórica do homem como ser em permanente e complexa construção que excede os acanhados limites de conceitos concebidos arbitrária e previamente concebidos.</title>
         <author>historiadorbh</author>
         <link>https://padlet.com/mateusjsantos/uhzo3tzggtoyjmk4/wish/2383074602</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-11-14 15:12:36 UTC</pubDate>
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         <title>Flávio Oliveira Santos</title>
         <author>flaviooliveirasantos</author>
         <link>https://padlet.com/mateusjsantos/uhzo3tzggtoyjmk4/wish/2383145455</link>
         <description><![CDATA[<div>Quando trabalhamos dentro de uma sala de aula nos encontramos com uma diversidade de seres, é possível nos deparar com ações e atitudes que, dependendo da criação que tivemos, possam nos surpreender. Todavia, no que diz respeito a tais """adversidades""", enquanto docentes, precisamos seguir o que Freire nos trás, sobre pensar certo*, ou seja deixar de lado percepções contaminosas e preconceituosas importas a nós pela sociedade e geração que nos formou enquanto cidadão e abraçar o novo, prezando pelo respeito e pela boniteza da diversidade humana.<br><br>Tomando como base a imagem que coloco acima, que faz alusão à uma figura política brasileira, devemos ter em mente que a concepção de coisas de menino e coisas de menina é uma construção social e que varia de geração para geração**.<br><br>Por fim, gostaria de acrescentar que, enquanto futuros educadores, é nosso dever respeitas es especificidades de cada indivíduo, assim como as cores não possuem gêneros, os brinquedos também não possuem, é totalmente normal um menino querer brincar de boneca, assim como uma menina querer brincar de carrinho. Isso não vai definir a sexualidade de ninguém, tais ações fazem parte do desenvolvimento da criança e auxilia na criação de um ser livre de preconceitos estruturais.&nbsp;<br><br>Por fim, trago um vídeo que me marcou bastante e que me despertou o desejo em estudar cada vez mais as relações de gênero, sexualidade e sala de aula: https://www.youtube.com/watch?v=_U1foLW8h54&amp;t=18s&amp;ab_channel=TEDxTalks <br>______________________________________<br>*Caso queiram entender um pouquinho mais sobre o Pensar Certo acesse: https://skat.ihmc.us/rid=1142116397907_898064225_1441/Pensar%20certo.cmap<br><br>** Rita von Hunt nos trás em 5 minutos um vídeo que tabalha bastante essa percepção sobre a construção do gênero pela sociedade. https://www.youtube.com/watch?v=vK3koIjeWoc&amp;ab_channel=TemperoDrag<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-14 15:47:06 UTC</pubDate>
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         <title>Jéssica Maria da Silva</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Podemos entender que a importância do ensino do professor está em sua prática pedagógica, que deve estar comprometido com a desconstrução dos padrões que oprimem e optando por uma pedagogia libertadora capaz de emancipar o sujeito, este sendo autor da sua própria construção de gênero e sexualidade. A formação para a docência representa o período de preparação formal do aluno em uma instituição específica em que poderá adquirir competências e conhecimentos necessários ao desempenho da profissão. É neste momento que se espera que haja a construção de saberes e práticas para que o futuro docente se sinta capaz de trabalhar estes conceitos em sala de aula. Cabe ao professor discutir e refletir com os alunos os comportamentos preconceituosos e propor aos mesmos uma atuação mais respeitosa e condizente com a democracia e fazendo isto por meio de uma pratica pedagógica de acordo com a faixa etária do educando.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; A participação ativa dos alunos nos debates das questões que envolvem as relações de gênero e sexualidade pode contribuir para a construção de novos paradigmas e relacionamentos humanos mais saudáveis e respeitosos. Os métodos e as ferramentas com as quais se podem trabalhar são inúmeras, todavia é necessário que o docente esteja capacitado para utiliza-los. Portanto, é fundamental ao docente pedagogo compreender os conceitos de Gênero e de sexualidade no sentido de proporcionar ao seu aluno uma formação que o possibilite construir sua identidade livre de preconceitos e consciente do seu corpo para vivenciar de forma saudável sua sexualidade. Esse movimento pedagógico conduz a formação de cidadãos críticos e capazes de transpor conceitos estereotipados.<br><br>Referência: https://bdm.unb.br/bitstream/10483/12801/11/2015_LaraDaianadaSilvaDantas.pdf<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-14 17:38:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Pensar sobre, corpo gênero e sexualidade dás crianças não é prioridade entre os projeto pedagógico da   maioria  das escolas de educação infantil. O modelo pedagógico busca trabalhar assuntos diversos, porém,  geralmente deixa esse tema que envolve a construção da identidade pessoal. Para outras demandas, muitos educadores continuam adorando práticas pedagogicas bastante tradicionais, pora  sendo da acreditaram que a aprendizagem se da apenas por transmissão de conhecimentos conforme explicado pela epistomologista empirismo. O corpo gênero sexualidade estão presentes em todos os momentos e em todas as atividades e interações escolares  não-escolares das crianças e influencia fundamentalmente sua maneira de viver. </title>
         <author>teteavon1</author>
         <link>https://padlet.com/mateusjsantos/uhzo3tzggtoyjmk4/wish/2383377140</link>
         <description><![CDATA[<div>Maria&nbsp;Teresa Miguel de Almeida </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-14 18:02:15 UTC</pubDate>
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         <title>Liégili Cunha de Souza</title>
         <author>liegilisouza</author>
         <link>https://padlet.com/mateusjsantos/uhzo3tzggtoyjmk4/wish/2383478823</link>
         <description><![CDATA[<div>Por falta de conteúdos e informações sobre diversidade nas escolas é comum o desenvolvimento de práticas preconceituosas. Nesse contexto, há um preconceito contra as meninas que são vistas como o “sexo frágil” de menor importância que os homens. Há uma infinidade de ' apelidos ' adotados pelos alunos para praticar a discriminação e muitas vezes essas práticas vêm da sala de aula. Além disso, a homofobia causa deficiência no ensino do aluno. Este é um tema recorrente não só no contexto escolar, mas em todos os aspectos da sociedade. O Dicionário Aurélio define como "Repulsa ou preconceito em relação à homossexualidade ou homossexualidade". Portanto, qualquer forma de discriminação contra homossexuais, mesmo camuflada de ideias morais, pode e deve ser considerada homofóbica. Uma das insinuações usuais que a sociedade faz sobre a homossexualidade é tratá-la como uma doença como se fosse algo reversível. Para Braga (2014), isso se explica pelo fato de que, desde o seu surgimento, o termo homofobia visava entender a intolerância a sujeitos considerados não heterossexuais apenas por seu caráter psicológico e particular, que ainda hoje impressiona. Percebemos então que as práticas discriminatórias violam o direito à liberdade de outras pessoas e podem afetar seu desempenho acadêmico, suas relações sociais e a aceitação de sua sexualidade. Em casos mais graves, pode ser uma força motriz por trás da evasão escolar, depressão e até suicídio. Por vezes o indivíduo homossexual se encontra sozinho, já enfrentando muitos conflitos internos, muitas vezes tentando entender a si mesmo, seus caprichos e sentimentos, e as práticas homofóbicas complicam seu caminho<br><br></div><div>O silêncio da instituição e dos professores diante do preconceito continua frequente e essa situação também pode ser qualificada como homofobia. Isso se deve ao fato de que as locuções do pluralismo de gênero são entendidas nas escolas como crime. E essa crença se reflete em nossa prática com os alunos. A sexualidade é, em certo sentido, imposta, mas não é realmente compreendida como tal. Para Borrilo (2009), no momento em que você diz "veado!", em geral, o que se faz é mais que especular sobre a verdadeira orientação sexual da pessoa: é denunciar um não-respeito aos atributos masculinos “naturais”. Isso leva ao desrespeito, que se analisa no comportamento preconceituoso e, além disso, não podemos acreditar que a solução para esse problema seja a tolerância, pois, segundo o Dicionário do Aurélio, tolerar significa: "sofrer o que não deveríamos permitir ou o que não nos atrevemos a impedir; consentir; permitir; deixar passar". No entanto, o tema é mal interpretado. Porque deve ser entendido que não temos o direito de raciocinar sobre as escolhas uns dos outros. A escola tem um papel crucial no combate às práticas discriminatórias, pois o acesso à informação é a melhor forma de resolver os problemas. A escola deve explicar a igualdade entre todos, estimular a empatia, caracterizar as categorias de violência e identidades sexuais, com o objetivo de criar um ambiente seguro e confortável para o aluno sem medo de agressões, tanto físicas quanto morais.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div><strong>Referência<br></strong><br></div><div>ALMEIDA, Thainá Sangalli de; NICOLETE, Jamilly Nicácio. <strong>GÊNERO, SEXUALIDADE E DIVERSIDADE: O PAPEL DA ESCOLA NESSA CONSTRUÇÃO</strong>. Disponível em:&nbsp; https://servicos.unitoledo.br/repositorio/bitstream/7574/1896/3/G%C3%8ANERO%2C%20SEXUALIDADE%20E%20DIVERSIDADE-O%20PAPEL%20DA%20ESCOLA%20NESSA%20CONSTRU%C3%87%C3%83O%20-%20THAIN%C3%81%20SANGALLI%20DE%20ALMEIDA.pdf. Acesso em: 14 nov. 2022.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-14 19:03:27 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Arrependidos com a transição </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Para quem acredita na Bíblia realmente não é possível ter transição de gênero. Neste sentido é como se se questionasse princípios, como roubar etc e agora isso fosse permitido, então seria "festa", afinal, se fosse aceito roubar seria legal, afinal posso então me apropriar de algo que não tenho. Saindo desta linha religiosa, é muito complicado a questão de se "sentir" pq os sentimento&nbsp; mudam e muito, especialmente na fase da adolescência em que é uma fase de experiências, já pensou se as drogas fossem permitidas p se experimentar por exemplo? E se gostassem, será que depois não se arrependeriam? Ou só depois de verem o abismo a que se submeteram? Mas também fora de tudo isso, existem dados atuais dos "arrependidos" pela mudança de sexo, os que foram a fundo e até mudaram seus sexo que na verdade não é só "genitais". Não vou postar links porque são muitos, apenas vou postar uma imagem contendo alguns... Espero também ser respeitada em minhas idéias, afinal mesmo não concordando com muita coisa no mundo é preciso respeito.<br>Escrito por: Carla Bedia</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-14 22:09:22 UTC</pubDate>
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         <title>Leonardo Henrique da Silva </title>
         <author>leonardohenriquedasilvalhs123</author>
         <link>https://padlet.com/mateusjsantos/uhzo3tzggtoyjmk4/wish/2383746252</link>
         <description><![CDATA[<div>Na&nbsp;sociedade existe uma diversidade gigantesca de indivíduos e o professor deve compreender essa diversidade e se preocupar em promover uma educação que inclua e não exclua, ser professor é saber lidar com pessoas e com a diversidade seja de gênero, sexualidade ou qualquer outra, sempre se fundamentando em questões científicas e sociais pois existe um grande perigo quando se tenta levar para um lado pessoal ou religioso tendo em vista que o professor deve ter a preocupação de educar e incluir para poder formar cidadãos completos, críticos, reflexivos e acima de tudo tolerantes e que respeitem um ao outro.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-14 23:16:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>[14/11 14:47] Maria Teresa: Pensar sobre, corpo gênero e sexualidade dás crianças não é prioridade entre os projeto pedagógico da   maioria  das escolas de educação infantil. O modelo pedagógico busca trabalhar assuntos diversos, porém,  geralmente deixa esse tema que envolve a construção da identidade pessoal. Para outras demandas, muitos educadores continuam adorando práticas pedagogicas bastante tradicionais, pora  sendo da acreditaram que a aprendizagem se da apenas por transmissão de conhecimentos conforme explicado pela epistomologista empirismo. O corpo gênero sexualidade estão presentes em todos os momentos e em todas as atividades e interações escolares  não-escolares das crianças e influencia fundamentalmente sua maneira de viver.                                       .    Maria Teresa Miguel de Almeida                                           PEREIRA.  G. A. Educação infantil a platica docente envolvendo corpo e movimento é arte in: ciências e letras: educação infantil. Porto Alegre: FAPA, n.43.jan/ jun/2008.                 </title>
         <author>teteavon1</author>
         <link>https://padlet.com/mateusjsantos/uhzo3tzggtoyjmk4/wish/2383762280</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-11-14 23:38:24 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Priscila Rodrigues</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;O papel do gênero dentro da sociedade e uma construção histórico cultural imposta geração após geração e que perdura até o momento atual, pré definindo o que é ser homem e o que é ser mulher retirando do individuo o direito de se manifestar e realmente ser o que quiser ser. A escola se torna  local privilegiado para descontruir conceitos e preconceitos intrinsicamente enraizados na nossa sociedade, onde a educação é libertadora os sujeitos   sujeitos podem se expressar livremente construindo sua própria identidade de gênero e papel dentro da sociedade, com segurança, respeito e autonomia. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-15 00:24:15 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Ivy Campos (Ivonete Campos)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>ABREU, Tiago. <strong>Identidade de gênero, sexualidade e autismo: entre dois armários. </strong>Disponível em: https://www.canalautismo.com.br/noticia/entre-dois-armarios-autistas-lgbtqia-sexualidade-identidade-de-genero-autismo. Acesso em 14 nov. 2022.</div><div><br></div><var>"<strong>Em 2020, um </strong><a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/32770077/"><strong>estudo</strong></a><strong> que envolveu mais de 600 mil pessoas, constatou que traços autistas são mais frequentes em pessoas com identidade de gênero diversa, como a população trans. Outros diagnósticos, como esquizofrenia e Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), também são provavelmente mais frequentes nesta parcela. O pesquisador e professor Lucelmo Lacerda utilizou este e outros estudos para explicar a sexualidade como um espectro – a escala de Kinsey – e a relação de autistas com maior diversidade de sexualidade. “As pessoas com autismo têm uma sensibilidade social alterada em relação ao ambiente. Essa pressão social exercida sobre os indivíduos para que eles vivam a experiência sexual unicamente heterossexual tem menor impacto, menor incidência, menor possibilidade de controle do comportamento em pessoas com autismo do que em pessoas de comportamento típico”, populacional". Penso, que os educadores precisam se debruçar nesta questão para cada vez mais serem inclusivos entre vários armários e possibilidades...</strong></var><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-15 00:54:59 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Ludiane </title>
         <author>ludianetimoti</author>
         <link>https://padlet.com/mateusjsantos/uhzo3tzggtoyjmk4/wish/2383873863</link>
         <description><![CDATA[<div>Antigamente falar sobre orientação sexual era bem complexo, mais conforme foi passando os anos as pessoas foram tento mais facilidade em expressar suas opiniões. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-15 01:11:54 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Daniela Bardy</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>https://petpedagogia.ufba.br/importancia-das-discussoes-de-genero-e-sexualidade-no-ambiente-escolar<br>Acesso em 14 nov.2022.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://petpedagogia.ufba.br/importancia-das-discussoes-de-genero-e-sexualidade-no-ambiente-escolar" />
         <pubDate>2022-11-15 02:27:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Laís Oliveira de Souza Nunes </title>
         <author>nuneslaisoliveirasouza</author>
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         <description><![CDATA[<div>Educação&nbsp;envolve muito mais que o dito letramento, a educação começa quando conhecemos nosso corpo, aprendendo que cada um é diferente do outro, mesmo com tantas características iguais, efetivando o respeito a si e ao outro. Pena ser um tabu, tanto em questões religiosas quanto em falta de informação de qualidade, sexualizando o conteúdo, diminuindo a importância do assunto. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-15 02:42:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Laís Oliveira de Souza Nunes </title>
         <author>nuneslaisoliveirasouza</author>
         <link>https://padlet.com/mateusjsantos/uhzo3tzggtoyjmk4/wish/2384022209</link>
         <description><![CDATA[<div>O professor de pedagogia é o primeiro contato da criança com o mundo, visto que antes disso o convívio da criança é restrito aos familiares, dado essa importância, o professor da educação infantil é quem vai mostrar que existem diferentes tipo de pessoas, seja na cor, raça, religião, bem como opção sexual. Diversidade que são regidas pela cultura proveniente de cada indivíduo.&nbsp;<br>Todo o cuidado ao abordar esse conceito ainda é pouco, devido o cuidado dos pais, por conta da idade dos alunos, sendo necessário um ótimo embasamento de conhecimento por parte do professor as situações ali encontradas</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-15 02:53:22 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Transexualidade: Exclusões no uso do banheiro público. aluno: Rodrigo Fernando da Silva</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mateusjsantos/uhzo3tzggtoyjmk4/wish/2397205245</link>
         <description><![CDATA[<div>É comum infelizmente no atual século pessoas transexuais sofrerem preconceito ao usar banheiro seja feminino quanto masculino.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; O STF deve ter um olhar com mais atenção para incluir todos os grupos humanos, e mais incluir as diferenças de gênero e os seus direitos de ser o que é, mais do que o que nascemos, construímos vossas identidades.&nbsp; &nbsp; &nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-24 20:43:02 UTC</pubDate>
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