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      <title>Questões de vestibulares by </title>
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      <description>Língua Portuguesa</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-10-20 21:39:42 UTC</pubDate>
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         <title>Orientações iniciais</title>
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         <description><![CDATA[<div>Olá pessoal do 3º EM!<br>Pedi ajuda à Camilly na criação deste padlet, pois ainda não estou muito familiarizada com este recurso. <br>A ideia é que utilizemos este espaço para formar um pequeno banco de questões de Enem e vestibular para nossa discussão em aula. <br>Cada um deve selecionar algumas questões para compartilhar aqui. Não vou definir quantas. <br>Sugiro que escolham questões que consideram difíceis ou questões que apresentam alguma "pegadinha", algo que mereça ser discutido. Podem ser questões objetivas ou dissertativas. <br>Por favor coloquem os nomes de vocês, para que eu saiba quem está postando cada questão. <br><br>Gostaria de fazer a discussão das questões na aula do dia 03/11. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-23 16:52:23 UTC</pubDate>
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         <title>FUVEST 2019 </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Examine a tirinha.<br>a) De que maneira o terceiro quadrinho contribui para a construção do humor da tirinha?<br><br></div><div>b) A que contexto se relaciona o último enunciado da tirinha? Justifique</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-27 13:30:12 UTC</pubDate>
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         <title>ENEM 2019</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Essa lua enlutada, esse desassossego<br>A convulsão de dentro, ilharga<br>Dentro da solidão, corpo morrendo<br>Tudo isso te devo.<br>E eram tão vastas<br>As coisas planejadas, navios,<br>Muralhas de marfim, palavras largas<br>Consentimento sempre.<br>E seria dezembro.<br>Um cavalo de jade sob as águas<br>Dupla transparência, fio suspenso<br>Todas essas coisas na ponta dos teus dedos<br>E tudo se desfez no pórtico do tempo Em lívido silêncio.<br>Umas manhãs de vidro<br>Vento, a alma esvaziada, um sol que não vejo<br>Também isso te devo.<br>HILST, H. Júbilo, memória, noviciado da paixão. São Paulo: Cia. Das Letras, 2018.<br> <br>No poema, o eu lírico faz um inventário de estados passados espelhados no presente. Nesse processo, aflora o<br>a)	cuidado em apagar da memória os restos do amor.<br>b)	amadurecimento revestido de ironia e desapego.<br>c)	mosaico de alegrias formado seletivamente.<br>d)	desejo reprimido convertido em delírio.<br>e)	arrependimento dos erros cometidos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-27 13:32:54 UTC</pubDate>
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         <title>ENEM 2019</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Os subúrbios do Rio de Janeiro foram a primeira coisa a aparecer no mundo, antes mesmo dos vulcões e dos cachalotes, antes de Portugal invadir, antes do<br> Getúlio Vargas mandar construir casas populares. O bairro do Queím, onde nasci e cresci, é um deles. Aconchegado entre o Engenho Novo e Andaraí, foi feito daquela argila primordial, que se aglutinou em diversos formatos: cães soltos, moscas e morros, uma estação de trem, amendoeiras e barracos e sobrados, botecos e arsenais de guerra, armarinhos e bancas de jogo do bicho e um terreno enorme reservado para o cemitério. Mas tudo ainda estava vazio: faltava gente.<br> Não demorou. As ruas juntaram tanta poeira que o homem não teve escolha a não ser passar a existir, para varrê-las. À tardinha, sentar na varanda das casas e reclamar da pobreza, falar mal dos outros e olhar para as calçadas encardidas de sol, os ônibus da volta do trabalho sujando tudo de novo.</div><div>HERINGER, V. O amor dos homens avulsos.<br> São Paulo: Cia. das Letras, 2016.</div><div> </div><div>Traçando a gênese simbólica de sua cidade, o narrador imprime ao texto um sentido estético fundamentado na<br><br></div><div>a)    excentricidade dos bairros cariocas de sua infância.</div><div>b)    perspectiva caricata da paisagem de traços deteriorados.</div><div>c)    importância dos fatos relacionados à história dos subúrbios.</div><div>d)    diversidade dos tipos humanos identificados por seus hábitos.</div><div>e)    experiência do cotidiano marcado pelas necessidades e urgências.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-27 13:34:00 UTC</pubDate>
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         <title>FUVEST 2018</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-10-27 13:35:03 UTC</pubDate>
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         <title>ENEM</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><em>A origem da obra de arte</em> (2002) é uma instalação seminal na obra de Marilá Dardot. Apresentada originalmente em sua primeira exposição individual, no Museu de Arte da Pampulha, em Belo Horizonte, a obra constitui um convite para a interação do espectador, instigado a compor palavras e sentenças e a distribuí-las pelo campo. Cada letra tem o feitio de um vaso de cerâmica (ou será o contrário?) e, à disposição do espectador, encontram-se utensílios de plantio, terra e sementes. Para abrigar a obra e servir de ponto de partida para a criação dos textos, foi construído um pequeno galpão, evocando uma estufa ou um ateliê de jardinagem. As 1500 letras-vaso foram produzidas pela cerâmica que funciona no Instituto Inhotim, em Minas Gerais, num processo que durou vários meses e contou com a participação de dezenas de mulheres das comunidades do entorno. Plantar palavras, semear ideias é o que nos propõe o trabalho. No contexto de Inhotim, onde natureza e arte dialogam de maneira privilegiada, esta proposição se torna, de certa maneira, mais perto da possibilidade.<br><br></div><div>A função da obra de arte como possibilidade de experimentação e de construção pode ser constatada no trabalho de Marilá Dardot porque<br><br></div><div>a)    o projeto artístico acontece ao ar livre.</div><div>b)    o observador da obra atua como seu criador.</div><div>c)    a obra integra-se ao espaço artístico e botânico.</div><div>d)    as letras-vaso são utilizadas para o plantio de mudas.</div><div>e)      as mulheres da comunidade participam na confecção das peças.</div><div> <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-27 13:44:11 UTC</pubDate>
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         <title>Enem 2016</title>
         <author>juliavazmelo</author>
         <link>https://padlet.com/camillylinolima/ufg6yw8s8oqixhwd/wish/877800601</link>
         <description><![CDATA[<div>O senso comum é que só os seres humanos são capazes de rir. Isso não é verdade?<br><br></div><div>Não. O riso básico – o da brincadeira, da diversão, da expressão física do riso, do movimento da face e da vocalização — nós compartilhamos com diversos animais. Em ratos, já foram observadas vocalizações ultrassônicas – que nós não somos capazes de perceber – e que eles emitem quando estão brincando de “rolar no chão”. Acontecendo de o cientista provocar um dano em um local específico no cérebro, o rato deixa de fazer essa vocalização e a brincadeira vira briga séria. Sem o riso, o outro pensa que está sendo atacado. O que nos diferencia dos animais é que não temos apenas esse mecanismo básico. Temos um outro mais evoluído. Os animais têm o senso de brincadeira, como nós, mas não têm senso de humor. O córtex, a parte superficial do cérebro deles, não é tão evoluído como o nosso. Temos mecanismos corticais que nos permitem, por exemplo, interpretar uma piada. Disponível em http://globonews.globo.com. Acesso em 31 maio 2012 (adaptado)</div><div>A coesão textual é responsável por estabelecer relações entre as partes do texto. Analisando o trecho “Acontecendo de o cientista provocar um dano em um local específico no cérebro”, verifica-se que ele estabelece com a oração seguinte uma relação de<br>a) finalidade, porque os danos causados ao cérebro têm por finalidade provocar a falta de vocalização dos ratos.<br>b) oposição, visto que o dano causado em um local específico no cérebro é contrário à vocalização dos ratos.<br>c) condição, pois é preciso que se tenha lesão específica no cérebro para que não haja vocalização dos ratos.<br>d) consequência, uma vez que o motivo de não haver mais vocalização dos ratos é o dano causado no cérebro.<br>f) proporção, já que à medida que se lesiona o cérebro não é mais possível que haja vocalização dos ratos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-30 20:16:11 UTC</pubDate>
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         <title>ENEM 2016</title>
         <author>camillylinolima</author>
         <link>https://padlet.com/camillylinolima/ufg6yw8s8oqixhwd/wish/878192492</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-10-31 01:33:34 UTC</pubDate>
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         <title>ENEM 2016</title>
         <author>camillylinolima</author>
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         <pubDate>2020-10-31 01:34:39 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>camillylinolima</author>
         <link>https://padlet.com/camillylinolima/ufg6yw8s8oqixhwd/wish/878194866</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Lusofonia<br></strong><br></div><div><em>rapariga: </em>s.f., fem. de rapaz: mulher nova; moça; menina; (Brasil), meretriz.<br><br></div><div>Escrevo um poema sobre a rapariga que está sentada<br>no café, em frente da chávena de café, enquanto<br>alisa os cabelos com a mão. Mas não posso escrever este<br>poema sobre essa rapariga porque, no brasil, a palavra<br>rapariga não quer dizer o que ela diz em portugal. Então,<br>terei de escrever a mulher nova do café, a jovem do café,<br>a menina do café, para que a reputação da pobre rapariga<br>que alisa os cabelos com a mão, num café de lisboa, não<br>fique estragada para sempre quando este poema atravessar o<br>atlântico para desembarcar no rio de janeiro. E isto tudo<br>sem pensar em áfrica, porque aí lá terei<br>de escrever sobre a moça do café, para<br>evitar o tom demasiado continental da rapariga, que é<br>uma palavra que já me está a pôr com dores<br>de cabeça até porque, no fundo, a única coisa que eu queria<br>era escrever um poema sobre a rapariga do<br>café. A solução, então, é mudar de café, e limitar-me a<br>escrever um poema sobre aquele café onde nenhuma<br>rapariga se pode sentar à mesa porque só servem café ao balcão.</div><div>JÚDICE, N. <strong>Matéria do Poema.</strong> Lisboa: D. Quixote, 2008.</div><div>COMPARTILHE</div><div><br></div><div><br></div><div>O texto traz em relevo as funções metalinguística e poética. Seu caráter metalinguístico justifica-se pela<br>A) discussão da dificuldade de se fazer arte inovadora no mundo contemporâneo.<br>B) defesa do movimento artístico da pós-modernidade, típico do século XX.<br>C) abordagem de temas do cotidiano, em que a arte se volta para assuntos rotineiros<br>D) tematização do fazer artístico, pela discussão do ato de construção da própria obra.<br>E) valorização do efeito de estranhamento causado no público, o que faz a obra ser reconhecida.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-31 01:37:00 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>camillylinolima</author>
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         <pubDate>2020-10-31 01:39:27 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>camillylinolima</author>
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         <pubDate>2020-10-31 01:44:10 UTC</pubDate>
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         <title>FUVEST 2020</title>
         <author></author>
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