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      <title>Linha do tempo da história da construção do Código de Ética Profissional do Psicólogo by Amanda Laryssa</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-08-31 00:51:52 UTC</pubDate>
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         <title>Primeiro código de ética dos psicólogos brasileiros.</title>
         <author>j7zbxdt4q5</author>
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         <description><![CDATA[<p>- Organizado no biênio 1966-67.</p><p>- Deontologia, ou seja, um mecanismo contra os que ilegalmente exercerem a profissão.<br>- Conselho Federal de Psicologia (CFP), criado pela Lei n° 5.776 de 1971, com a função de regulamentar a profissão do Psicólogo.</p><p>- A partir do anteprojeto <em>Código de Ética dos Psicólogos Brasileiros</em>, oficialmente batizado como o primeiro Código de Ética Profissional do Psicólogo (CEPP) – Resolução CFP n° 8, de 02 de fevereiro de 1975.<br>- O primeiro Código de Ética da categoria era composto por cinco Princípios Fundamentais e 40 (quarenta) artigos, distribuídos em 13 (treze) capítulos.</p><ul><li><p>das responsabilidades gerais do psicólogo; das responsabilidades para com o cliente; das responsabilidades e relações com as instituições empregadoras; das relações com outros psicólogos; das relações com outros profissionais; das relações com associações congêneres e representativas do psicólogo; das relações com a justiça; do sigilo profissional; das comunicações científicas e das publicações; da publicidade profissional; dos honorários profissionais; da fiscalização do exercício profissional da psicologia e cumprimentos dos princípios éticos; disposições gerais.</p></li></ul><p><br/></p><p>Interesse pessoal: </p><p>O primeiro Código de Ética, com cinco princípios e quarenta artigos em treze capítulos, mostra a organização da profissão, orientando o psicólogo em suas responsabilidades e relações.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-31 01:06:51 UTC</pubDate>
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         <title>Segundo código de ética profissional dos psicólogos. </title>
         <author>j7zbxdt4q5</author>
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         <description><![CDATA[<p>- Passados quatro anos do Código de Ética de 1975, o número de profissionais psicólogos no país mais que quadruplicou.</p><p>- O Conselho de Ética do CFP também analisou 13 Códigos de Éticas de outras profissões (Serviço Social, Odontologia, Medicina, etc.)<br>- Velloso (1980) descreve, como desenvolveu o trabalho de reformulação do Código: os Conselhos Regionais deveriam realizar críticas ao Código de 1975 e dar sugestões para sua reformulação, tomando por base os trabalhos desenvolvidos no campo da fiscalização e da orientação.</p><p>- Para Drawin (1985), este segundo Código de Ética Profissional apresentava-se fortemente marcado "pelo ranço corporativista".</p><p>- Aos trabalhos de organização e aprovação do CEPP de 1979, houve a aprovação da Resolução CFP n° 001/1978.</p><p>- Para normatizar o trabalho das Comissões de Ética na instrução dos processos disciplinares propostos contra o psicólogo em todo o país, foi instituído, no ano de 1982, um novo Código de Processamento Disciplinar (CPD), Resolução CFP n° 015/1982. No ano seguinte, nova Resolução foi emitida em substituição a esta, entrando em vigor a Resolução CFP n° 009/1983.</p><p><br>Interesse Pessoal:</p><p>Após os 4 anos do Código de Ética de 1975 o número de profissionais aumentou. Esse dado mostra como a Psicologia estava se consolidando no país, e o Código de Ética foi essencial para dar unidade, credibilidade e direção a esse grande número de novos profissionais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-31 01:40:17 UTC</pubDate>
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         <title>Terceiro código de ética profissional do psicólogo. </title>
         <author>j7zbxdt4q5</author>
         <link>https://padlet.com/j7zbxdt4q5/uf5lfut1u9u6b4t5/wish/3561735076</link>
         <description><![CDATA[<p>- Mudanças na conjuntura política e socioeconômica despontavam no horizonte do país da década de 1980.</p><p>- Assim, quando completou 25 anos de regulamentação da Psicologia no Brasil, o CFP aprovou o terceiro Código de Ética Profissional do Psicólogo – Resolução CFP n° 002/87, de 15 de agosto de 1987.</p><p>- O Código de 1987, Resolução CFP n° 002/87, procurou agregar princípios gerais e básicos com normas mais detalhadas que pudessem fundamentar e operacionalizar as situações profissionais.</p><p>- Após a extensa <em>Exposições de Motivos</em>, o CEPP de 1987 exibia sete Princípios Fundamentais e um total de 50 artigos e alíneas dispostos em 10 (dez) capítulos.</p><p>- No período que entrou em vigor o novo CEPP, ideias e recomendações originais advieram no Sistema Conselhos, dentre elas a proposta para tornar a eleição para o Plenário do CFP direta, a partir da candidatura de uma chapa de caráter nacional, fato que se efetivou em 1989, com o estabelecimento de um projeto de democratização interna e redução da visão corporativista que atravessava a profissão.</p><p>- Foi em 1989 que ocorreu o Congresso Nacional Unificado dos Psicólogos, um dispositivo que visava iniciar um diálogo entre CFP.</p><blockquote><p>Foi um marco histórico para a Psicologia, porque esta foi a primeira vez, desde que a Psicologia havia sido criada, no Brasil, que, a partir de proposições próprias, os psicólogos indicaram o rumo que a Psicologia deveria tomar no país, como ciência e profissão, e a forma de organização dessa área.</p></blockquote><p><br/></p><p>Interesse Pessoal: </p><p>Foi o Congresso Nacional Unificado dos Psicólogos 1989. Marcou um momento histórico em que passou a ter espaços institucionais de diálogo com o Conselho Federal de Psicologia (CFP). Evidenciando como a Psicologia no Brasil foi se tornando mais participativa, democrática e crítica, aproximando os profissionais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-31 01:57:45 UTC</pubDate>
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         <title>Quarto código de ética profissional do psicólogo.</title>
         <author>j7zbxdt4q5</author>
         <link>https://padlet.com/j7zbxdt4q5/uf5lfut1u9u6b4t5/wish/3561740105</link>
         <description><![CDATA[<p>- Em 1997, já era possível identificar um movimento de intenção para reformular o CEPP – que começou com o I Fórum Nacional de Ética realizado em 1997, em Brasília.</p><p>- No ano de 2001, houve a revogação do Código de Processamento Disciplinar, Resolução CFP n° 005/1988. Em seu lugar foi instituída a Resolução CFP n° 006/2001.</p><p>- A reivindicação de muitos psicólogos para que o Código de Ética vislumbre as especificidades de seu campo de atuação não deixa de ser um requerimento para o retorno do Código de Ética aos moldes do de 1987. Talvez, um sinal de que o Código em vigência, dito "democrático", não teve uma expressiva participação da categoria como se profere.</p><p><br/></p><p>Interesse Pessoal:</p><p>A reivindicação de muitos psicólogos para que o Código de Ética vislumbre as especificidades. É contradição histórica apesar de o Código em vigência ser chamado de “democrático”, a própria reivindicação de muitos psicólogos por um retorno aos moldes do Código de 1987 indica que tem espaço para refletir sobre a legitimidade, representatividade e efetividade do Código de Ética frente às necessidades reais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-31 02:14:37 UTC</pubDate>
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         <title>Considerações finais: </title>
         <author>j7zbxdt4q5</author>
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         <description><![CDATA[<p>A ética profissional na Psicologia passou por um processo histórico de transformação, acompanhando o crescimento e as mudanças sociais no Brasil. Desde os primeiros Códigos de Ética, mais rígidos e normativos, até versões mais recentes, que buscam ser mais participativas e democráticas, tendo um movimento de ampliação do diálogo entre profissionais e instituições reguladora. </p><p>A evolução influencia a prática atual porque garante que o psicólogo atue com responsabilidade, reconhecendo a importância dos direitos humanos, da dignidade da pessoa e da diversidade. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-31 02:57:51 UTC</pubDate>
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