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      <title>Terra Sonâmbula by Guilherme Sanches Gomes</title>
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      <description>Guilherme Sanches, Isabela Fernandes, Larissa Yang</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-08-17 13:15:38 UTC</pubDate>
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         <title>Muidinga sem relação parental com Tuahir, estão atrás de um abrigo em meio a uma Guerra Civil. Encontram um ônibus queimado.</title>
         <author>guilherme5501358</author>
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         <description><![CDATA[<div>"- Lhe peço, tio Tuahir. É que estou farto de viver entre mortos.<br>O velho se apressa a emendar: não sou seu tio! E ameaça: o moço que não abuse<br>familiaridades. Mas aquele tratamento é só a maneira da tradição, argumenta Muidinga."</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-17 13:29:40 UTC</pubDate>
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         <title>Eles encontram um homem baleado, com uma maleta, Tuahir se interessa apenas pelos alimentos, e Muidinga pega os diários.  Fazem uma fogueira enquanto Muidinga lê os diários.</title>
         <author>guilherme5501358</author>
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         <description><![CDATA[<div>"- Veja, Tuahir. São cartas.<br>- Quero saber é das comidas.<br>O miúdo remexe no resto. As mãos curiosas viajam pelos cantos da mala. O velho chama a atenção: ele que deixasse tudo como estava, fechasse a tampa.<br>- Tira só essa papelada. Serve para acendermos a fogueira."</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-17 13:35:12 UTC</pubDate>
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         <title>Muidinga começa a ler e entra em um paralelo para a historia de Kindzu menino. Numa espécie de vila/ilha, seu pai Taímo era um pescador com um grande barco e sempre tinha sonhos que profetizavam o que ia acontecer.</title>
         <author>guilherme5501358</author>
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         <description><![CDATA[<div>"Assim era o velho Taímo, solitário pescador. Primeiro, ele ainda esperava que o tempo trabalhasse a bebida, dedicado nos proibidos serviços de fermentar e alambicar."</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-17 13:45:55 UTC</pubDate>
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         <title>Kindzu tinha 1 irmão Junhito, que apareceu em um dos sonhos de seu pai onde dizia que ele ia morrer, assim para evitar tamanha tristeza, Junhito passou a viver no galinheiro e após alguns dias foi se transformando e se parecendo com uma galinha e assim, sumiu.</title>
         <author>guilherme5501358</author>
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         <description><![CDATA[<div>"Vinticinco de Junho era nome demasiado. Afinal, o menino ficou sendo só Junho. Ou de maneira mais mindinha: Junhito. Minha mãe não mais teve filhos. Junhito foi o último habitante daquele ventre."<br>"- Calem! Não quero choraminhices. Este problema já todo eu pensei. Em diante, Junhito vai viver no galinheiro!"</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-17 13:52:37 UTC</pubDate>
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         <title>Conforme a Guerra Civil vai se alastrando, o pai dele vai descontando na bebida e assim, como se fosse mágica (que envolve toda a história também), ele falece junto ao seu barco. Enquanto isso, sua mãe morria de desgosto pelo o filho que ficava, Kindzu.</title>
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         <description><![CDATA[<div>"Meu velho se embebedava encostado no barquito. Era como se os dois, embarcação e pescador, esperassem uma viagem que nunca mais chegava.<br>O estado dele se foi reduzindo até ficar menos de uma lástima: carapinhoso, aguardendo nos bafos."</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-17 14:53:55 UTC</pubDate>
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         <title>Com isso, a história introduz a miséria do povo e seu amigo Surendra indiano, dono de negócios e que sua mãe não apoiava a amizade por preconceito. Ele diz ser amigo de Kindzu por que eles são iguais pois dividem o mesmo oceano, e apesar dele estranhar Surendra isso o cativava. Além disso, outra pessoa que o envolvia era o professor Afonso, que o ensinava a escrever e sempre tinha a complementar.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>"— Somos da igual raça, Kindzu: somos índicos!"</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-17 15:08:53 UTC</pubDate>
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         <title>Surendra e sua família quase são assaltados e um naparama os salva, nesse segmento Surendra se despede e diz que vai embora por todo preconceito que não o deixa ter uma boa renda com os negócios. Quando vai a procura de seu mestre, Afonso, ele está morto e assim, Kindzu resolve se tornar um naparama.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>"Naparama? Nunca eu tinha ouvido falar em gente dessa. Surendra me explicou<br>vagamente. Eram guerreiros tradicionais, abençoados pelos feiticeiros, que lutavam<br>contra os fazedores da guerra. Nas terras do Norte eles tinham trazido a paz.<br>Combatiam com lanças, zagaias, arcos. Nenhum tiro lhes incomodava, eles estavam<br>blindados, protegidos contra balas."<br><br>"Nesse desespero me veio, claro, um desejo: me juntar aos naparamas."</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-17 15:27:13 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Kindzu anuncia aos mais sábios da ilha que decide se tornar um naparama e eles o enchem de dúvidas e incertezas, mandando-o procurar nganga. Ele o encontra em sua cabana, ao desenrolar da conversa o velho o alertou que fosse pelo mar em sua aventura, mas que depois regressasse a terra, além de por o nome de seu pai no barco, sempre o comparando com seu pai Taímo que o assombrava nos sonhos.</title>
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         <description><![CDATA[<div>"O mar será tua cura, continuou o velho. A terra está carregada das leis, mandos e desmandos. O mar não tem governador. Mas cuidado, filho, a pessoa não mora<br>no mar. Mesmo teu pai que sempre andou no mar: a casa onde o espírito dele vem descansar fica em terra."</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-17 15:45:56 UTC</pubDate>
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         <title>Voltando a história de Muidinga e Tauhir, o mais novo o pergunta sua história antes de conhecer o velho, e ele admite não saber. Além do que acontecia no &quot;cotidiano&quot; novo deles.</title>
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         <description><![CDATA[<div>"— Vou lá correr com ele, tio.<br>— Vai. Mas não aproveite o caso para me voltar a chamar tio."</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-17 15:52:19 UTC</pubDate>
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         <title>kindzu continuava a ser amaldiçoado pelos sonhos por seu pai, porém segue viagem a um vilarejo perto do litoral.</title>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-08-17 20:51:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Em seguimento a história fora dos cadernos de Kindzu, Tuahir finalmente sede a contar o que sabe de Muidinga. Conta como o conheceu. Estavam os dois em um &quot;campo de refugiados&quot;, e Tuahir conta sobre quando estava enterrando crianças e se deparou com uma ainda viva porém muito doente, que era Muidinga, conta também como ele supostamente havia adoecido, por uma mandioca que os ratos haviam comido primeiro.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>"Já o menino se afundava em areias que atiravam<br>no buraco quando ele se recordou:<br>— Deixem esse: é meu sobrinho...<br>— E você cuida dele?<br>— Sim, eu lhe trato.<br>E foi assim. Nos princípios, o miúdo só pronunciava estranhas gemências."<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-17 20:56:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Assim que chegou em MatiMati, Kindzu não sabia o que encontrar e foi logo recebido com ameaças. Assane, o antigo secretário do administrador, logo contou-lhe que o navio com mantimentos havia entalhado e foram mortos todos os tripulantes e a investigação fazia todos serem suspeitos. </title>
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         <description><![CDATA[<div>"— No âmbito deste contexto e guiados pelas orientações traçadas pela Nação,<br>estamos a investigar a acção do inimigo do povo."</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-17 21:05:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>No meio da noite, meio desperto, Kindzu é convencido por um anão que fossem até o tal navio. Lá dentro ao perceber a situação do navio Kindzu sente a necessidade de ir embora porém, Farida o chama e conta sua história a ele. Ela dizia ser como uma fantasma, já que,nasceu gêmea e isso na crença do vilarejo trazia má sorte, foi órfã quando criança por matarem sua mãe e mais velha após sofrer um estupro de Romão Pinto nasceu seu filho Gaspar, era então fantasma pois quando procurara seu filho não o encontrara. ( Eaí já ligou as histórias? heheheh) </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>"Queria reaver seu menino, renascer como mãe. A freira lhe<br>olhou longamente, com doçura.<br>— Teu filho é Gaspar, não é?"</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-17 21:14:09 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Enquanto isso, Muidinga e Tuahir em sua jornada se deparam com Siqueleto, que de início é bem estranho pelo medo de os matarem. Conforme desenrola essa relação, Siqueleto descobre como é escrito seu nome, e assim os obriga a irem até uma árvore onde o tiveram escrever o nome de Siqueleto e por fim, na frente deles ele se mata. Com isso na cabeça, eles encontram outra pessoa, Nhamataca que também ao decorrer da história deixa subentendido que ele fez o rio renascer ( eu entendi isso pelo menos) e logo em seguida também se vai. Tauhir então pede para que Muidinga continue a história da onde parou, como estava sem os cadernos contou-lhe o que estava na cabeça.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>"— Agora podem-se ir embora. A aldeia vai continuar, já meu nome está no<br>sangue da árvore."<br><br>"— Nada. Nem lembro isso. É que sinto falta das estórias.<br>— Quais estórias?<br>— Essas que você lê nesses caderninhos. Esse fidamãe desse Kindzu já vive<br>quase connosco.<br>— Deixei os cadernos lá no machimbombo. Mas eu já li outro caderno, mais à<br>frente. Lhe posso contar o que diz, quase sei tudo de cabeça, palavra por palavra."</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-17 21:20:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Farida pede a Kindzu que encontre seu filho Gaspar e o convence. Mas antes de partir, descobre que Surendra estava em MatiMati que tinha como novo sócio o Assane, que também só estava de olho no que o indiano podia o proporcionar. Surendra sofre xenofobia novamente, porém nesse seu novo lar. Kindzu triste com o acontecimento ainda assim, segue sua jornada.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>"— Virei com seu Gaspar. Promete que me espera?<br>— Prometo. Agora vai, Kindzu. Vai dormir que sua viagem segue amanhãzinha cedo."<br><br>"Farida me dera um gosto novo de viver. Até ali me distraíra nesse estar contente<br>sem nenhuma felicidade. Depois de Farida me tornei encontrável, em mim visível.<br>Muitas vezes me avisei do perigo desse amor."<br><br>"— Sente. Quero falar alguma coisa. Você é amigo de Surendra, já vi. Mas esse<br>monhé não está bom da cabeça, o gajo não bate cem. É bom você se prevenir."<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-17 21:47:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tuahir se interessa cada vez mais pela história dos cadernos de Kindzu. Os dois resolvem então, ir ao encontro do mar, mas antes disso, Tuahir acaba sendo picado por algum mosquito mas por hora não assume que sua febre é por causa disso. Eles partem então por um manguezal e vão tentando descobrir como o tio ficara doente, e assim entram em uma conversa onde Tuahir pede para ser jogado nas águas quando morrer.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>"Se eu falecer aqui não me enterre no matope.<br>— O tio não vai morrer.<br>— Você não sabe nada. Vou-lhe dizer: quem morre enterrado no lodo se<br>transforma em peixe.<br>— Está bem, não lhe enterro. Se um dia o tio morrer faço como fizeram com<br>Taímo. Lhe deitamos na água."</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-18 11:01:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Kindzu foi a procura de Gaspar, encontrou com várias pessoas perguntando se alguma delas conheciam Farida (não entendemos bem essa parte pro), Quintino que encontrou pelo caminho agora o ajuda a encontrar o tal menino. Os dois vão para um campo de refugiados para achá-lo, e não encontram nada além de tristeza e outras pessoas. Em um breve momento, ele tem um sonho com seu pai, em que no diálogo Taímo pergunta o que tanto escreve, então ele diz ser a esperança dele e então ele tira a maldição de Kindzu mais a frente ( aquela em que uma ave o seguiria por seu caminho). </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>"— Você deve escolher, irmão: quer encontrar os napa-ramas ou a tal criança?<br>— Quero as duas coisas.<br>— Deixe isso dos naparamas. Vamos mas é procurar essa criança."<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-18 11:07:46 UTC</pubDate>
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         <title>Kindzu descobre que Gaspar fora para outro campo de refugiados e então anuncia que vai a procura dele, enquanto isso o campo comemora que a guerra está acabando. </title>
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         <description><![CDATA[<div>"— Amanhã cedo vai-te embora.<br>— Sim, esta noite vamos.<br>— Vais tu, sozinho. Quintino decidiu ficar. Ele gosta essa Jotinha, está preso do<br>feitiço dela."</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-18 11:11:18 UTC</pubDate>
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         <title>Tuahir está quase falecendo e Muidinga insiste que vai levá-lo com ele, insistindo por não acreditar que vai perder seu único cuidador. lá na praia, quando Muidinga vai buscar um barco ou canoa para por Tuahir, se depara com o barco de kindzu.</title>
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         <description><![CDATA[<div>"— Como se chama o concho?<br>— Nem vai acreditar, tio.<br>— Porquê?<br>— Porque se chama Taímo. Lembra? É o mesmo nome da canoa de Kindzu."</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-18 13:15:34 UTC</pubDate>
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         <title>Kindzu volta a MatiMati e Farida havia falecido. Ele embarca então, no dia seguinte pelas estradas e em sua jornada acaba levando um tiro. E assim acaba a história, Kindzu estava na verdade a procura de Muidinga, que é o Gaspar. Imaginou esse final? </title>
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         <description><![CDATA[<div>"É a voz de meu pai que me dá força. Venço o<br>torpor e prossigo ao longo da estrada. Mais adiante segue um miúdo com passo<br>lento. Nas suas mãos estão papéis que me parecem familiares. Me aproximo e, com<br>sobressalto, confirmo: são os meus cadernos. Então, com o peito sufocado, chamo:<br>Gaspar! E o menino estremece como se nascesse por uma segunda vez. De sua mão<br>tombam os cadernos. Movidas por um vento que nascia não do ar mas do próprio<br>chão, as folhas se espalham pela estrada."</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-18 13:27:56 UTC</pubDate>
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