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      <title>A beleza da filosofia by David Cruz</title>
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      <pubDate>2025-02-24 15:54:38 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>a12425_3</author>
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         <pubDate>2025-03-10 15:31:06 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>a12425_3</author>
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         <pubDate>2025-03-10 15:31:32 UTC</pubDate>
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         <title>Luz e cor (a teoria de Goethe) de William Turner (1775-1851)</title>
         <author>a12425_3</author>
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         <pubDate>2025-03-10 15:42:25 UTC</pubDate>
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         <title>3) Porque é que a beleza é para o filósofo como o bem e a verdade?</title>
         <author>a12425_3</author>
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         <description><![CDATA[<p>Porque a beleza é um valor comparável à verdade e ao bem. O valor da beleza contribui para entender melhor a natureza humana e dar um sentido à vida.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-10 15:46:38 UTC</pubDate>
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         <title>4) Houve uma mudança nos padrões de beleza por volta de meados do século XX. A que se deve essa mudança?</title>
         <author>a12425_3</author>
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         <description><![CDATA[<p>Essa mudança deve-se à substituição da beleza pela originalidade e esta não requer habilidades especiais. O objetivo do artista deve ser captar a atenção e a imaginação do espectador através de qualquer meio ou artefacto. Valoriza-se a ideia, o conceito da criação artística. Dentro desta ordem de ideias qualquer objeto pode ser arte. Substitui-se o belo pelo feio e pela alienação. A partir daqui a arte e a arquitetura fazem a apologia do feio e do útil. Exemplo disso é a obra <em>"A fonte"</em> de Duchamp ou a obra <em>"Oak tree"</em> de Michael Craig-Martin. Para estes artistas a arte contemporânea mostra às pessoas o mundo como ele é, o mundo em que estão a viver mesmo que por vezes essa realidade possa ser feia, caótica, perturbadora ou chocante.</p><p>Duchamp pôs em causa duas ideias: a arte como meio para transmitir a beleza e outros valores espirituais. Colocou o artista como alguém de possuir para além de criatividade várias aptidões e técnicas para que as suas obras possuem como, por exemplo, na pintura certas características visuais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-10 16:01:12 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>a12425_3</author>
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         <description><![CDATA[<p>Eu associei dois quadros, "O altar de São Marcos" de Fra Angelico e "A crucificação de São Pedro" de Caravaggio com o quadro anterior devido às cores predominantes e também pelo tema, o Céu e Paz.</p><p>Eu não associei o quadro "Mar polar" de Caspar David Friedrich com nenhum outro quadro porque não encontrei nenhuma ligação (cores, sensações, formas, entre outros) com nenhum outro quadro.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-10 16:16:22 UTC</pubDate>
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         <title>5. Porque é que a beleza desapareceu do nosso mundo e do mundo da arte?</title>
         <author>a12425_3</author>
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         <description><![CDATA[<p>Porque as sociedades atuais incentivam o culto do individualismo, do egoísmo e da utilidade... O que importa são os gostos de cada um, os prazeres de cada um. O que é importante é a funcionalidade das coisas. A forma deve submeter-se à função (arquitetura).</p><p>Por outro lado, a arte conceptual contribui para o descrédito da arte e a desvalorização da natureza, porque qualquer coisa pode ser arte desde que seja original e leve as pessoas a pensar.</p><p>A tarefa do artista não é cultivar a beleza, mas mostrar o mundo tal como ele é, imperfeito, caótico e feio, (exemplo os trabalhos de Jeff Koons e os artefactos de Kitsche) e não o mundo ideal.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-17 16:09:14 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>a12425_3</author>
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         <description><![CDATA[<p>Eu apreciei bastante o documentário "Why beauty matters" de Roger Scruton, porque concordo com a opinião de que a arte foi perdendo o seu propósito na vida da humanidade, passando a ser algo feio e comum. Penso que a arte deve dar cor e beleza às coisas e consequentemente ao nosso quotidiano.</p><p>Desde a origem da fotografia e o surgimento da arte concetual, a arte perdeu o seu valor de representar e ilustar e passou a ser uma forma de se exprimir. Apesar de essa forma não ser errada, os artistas deixaram de procurar a originalidade e focaram-se no fácil, isto é, tornaram a arte subjetiva, ou seja, qualquer coisa poderia ser arte.</p><p>Desta forma a arte perdeu a sua originalidade e a sua grandiosidade, pois deixou de ser algo exclusivo e belo e passou a ser algo comum e feio</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-08 20:55:45 UTC</pubDate>
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         <title>1- Qual é a tese defendida pelo filósofo?</title>
         <author>a12425_3</author>
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         <description><![CDATA[<p>A tese defendida pelo autor é a seguinte: a arte atual desvaloriza a beleza e substitui pelo feio e pelo útil.</p><p>A arte atual conduz a um deserto espiritual, à desolação e à alienação.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-08 21:03:00 UTC</pubDate>
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         <title>2- Qual é o objetivo da arte entre o século XVIII e meados do século XX?</title>
         <author>a12425_3</author>
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         <description><![CDATA[<p>Segundo Roger Scruton, o objetivo da arte era a beleza.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-08 21:04:08 UTC</pubDate>
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         <title>6- Para o autor perde-se o sentido do belo o ser humano perde o sentido da vida. Concorda com esta tese?</title>
         <author>a12425_3</author>
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         <description><![CDATA[<p>Sim, porque segundo Scruton, o sentido do belo é um valor que não é subjetivo mas que remete para uma necessidade universal do ser humano que é o sentido da vida. Pela beleza ou pelo belo, tornamo-nos seres espirituais e morais.</p><p>"A arte traz consolo da vida, porque é uma forma de transformar o caótico em harmonia, o caos em cosmos.".</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-08 21:12:49 UTC</pubDate>
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         <title>7- O filósofo esclarece que o &quot;Amor platónico&quot; é uma forma de beleza. Porquê?</title>
         <author>a12425_3</author>
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         <description><![CDATA[<p>Porque o amor platónico é um amor à beleza, sem luxúria. É uma forma de relação com a divindade, de contacto com a eternidade, é um facto divino deste mundo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-08 21:14:28 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>8- A experiência estética de contemplar o desabrochar de uma flor pode ser comparada aos poemas de um dos heterónimos de Fernando Pessoa. Procure saber qual esse heterónimo e apresente um poema dele.</title>
         <author>a12425_3</author>
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         <description><![CDATA[<p>Sim, existe uma relação entre o desabrochar de uma flor e o poema do heterónimo de Fernando Pessoa, Alberto Caeiro, "O Guardador de Rebanhos".</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-08 21:18:09 UTC</pubDate>
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         <title>9- Para Kant a experiência estética tem uma particularidade referida neste vídeo. Qual é?</title>
         <author>a12425_3</author>
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         <description><![CDATA[<p>Para Kant, a experiência estética é uma experiência desinteressada acompanhada pela mera contentação, não tem o propósito de satisfazer qualquer interesse prático nem tem uma finalidade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-08 21:20:32 UTC</pubDate>
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         <title>10- Porque é que a experiência da beleza é tão importante?</title>
         <author>a12425_3</author>
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         <description><![CDATA[<p>Porque a experiência da beleza é uma experiência estética que liga o ser humano ao amor e ao transcendente, libertando-os da alienação do quotidiano. A contemplação da beleza é o sinal de uma ordem superior que nos transporta para a esfera do divino, do sagrado, algo superior que tem valor em si.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-08 21:23:15 UTC</pubDate>
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