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      <title>Glossário de histórias, lendas e narrativas de Portugal by Ana Claudia da Silva</title>
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      <description>Uma parede com secções</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-04-09 22:34:53 UTC</pubDate>
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         <title>D. Henrique o Navegador </title>
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         <description><![CDATA[<p>Nasceu em 4 de março de 1394 na cidade do porto. Terceiro filho de D. João I e de D. Felipa de Lencastre. Participou aos vinte um anos da conquista de ceuta. No mesmo ano foi feito duque de viseu e em 1418 sua casa senhorial foi consolidada com a administração da Ordem de Cristo. Nos anos seguintes organizou a exploração do atlântico e no periodo entre 1419 e 1434 chegou à diversas costas africanas até o cabo do bojador, assim, estabeleceu rotas estáveis por aguas antes temidas. Após um período sem explorações, que se iniciou após o falecimento de seu irmão em uma expedição à tanger, retomou as navegações em 1441 onde chegou até a Guiné e o cabo verde. Foi um importante cartógrafo e morreu em 13 de novembro de 1460.</p><p><br/></p><p>Marcos Souza.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-09 23:06:58 UTC</pubDate>
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         <title>Um Rio que Guarda uma Paixão </title>
         <author>lopedmatheus123</author>
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         <description><![CDATA[<p>Esmeralda e Diego, dois príncipes que se amavam em segredo. Amor forte de tanto querer. No entanto, o pai da princesa se indispôs a esse amor e o devassou, proclama guerra ao príncipe, que vai à guerra e não se sabe se algum dia voltou. Esmeralda chorou tanto,  até que verteu um rio, rio Mondego. "Mon Diego, Mon Diego"... suas lágrimas reverberam em Mondego além do tempo.  </p><p><br/></p><p>Aluno: Matheus Lopes </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-09 23:08:29 UTC</pubDate>
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         <title>Inês de Castro</title>
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         <description><![CDATA[<p> D. Pedro I se encontravam em um casamento arranjado por seu pai, o Rei D. Afonso IV. Ao conhecer Inês de Castro, uma das damas de companhia de sua esposa, o príncipe logo se apaixonou. Assim, os dois amantes viverem seu amor proibido pelos jardins do Reino até o dia em que Constança, esposa de D. Pedro, morreu durante o parto. Livre de seu antigo matrimônio, o príncipe se casou secretamente com seu verdadeiro amor. O Rei, furioso, mandou matar Inês, mas não sem antes hesitar diante de sua bondade. D. Pedro, inconsolável, nunca mais se subordinou ao pai e, ao ser coroado, vingou sua amada. Os dois foram enterrados juntos em belíssimos túmulos que foram colocados um em frente ao outro. <br><br>Eduardo André de Aragão Mundim<br>Giovana Rodrigues Vieira Mazzaro</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-09 23:14:37 UTC</pubDate>
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         <title>Vasco da Gama </title>
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         <description><![CDATA[<p>Nasceu em Sines, Salas ou em alguma aldeia próxima, não se sabe ao certo quando, provavelmente no final da década de 1460. Terceiro filho de Estevão da Gama. Foi um perito em navegação, fidalgo da Casa Real e cavaleiro da Ordem de Santiago, além de servir à D. João II na repressão contra os corsários franceses. Sua famosa viagem as índias iniciou-se em 8 de julho de 1947. levou três embarcações e um navio de mantimentos, chegou à cabo verde em 8 de novembro, depois de seguir pela costa africana realizando diversas paradas, chegou em melinde onde obteve as graças do sultão que o concedeu um piloto que tinha conhecimento das águas do índico, assim, chegou no dia 20 de maio de 1498 em capua na Índia, inaugurando a rota comercial, após quase 1 ano de navegação. Retornou a Lisboa em agosto de 1499 onde recebeu o título de Dom e a promessa de ser nomeado conde, foi também nomeado almirante do mar da índia. Voltou a Índia em 1502 para castigar a chacina dos homens de Pedro pedro Álvares Cabral. Depois em 1524 vai à índia, já como conde da Vidigueira, requisitado por D. João III para controlar insurgencias, porém adoeceu em Cochim onde morreu em 24 de dezembro do mesmo ano.  </p><p><br/></p><p>Marcos Souza.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-09 23:19:19 UTC</pubDate>
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         <title>Maldição da Dinastia Bragança</title>
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         <description><![CDATA[<p>O que é superstição?</p><p>É acreditar em algo sem ter base na razão.</p><p>É acreditar que se passar em baixo da escada dá azar; ou que se varrer o pé você não vai casar. Assim sendo, acreditar sem razão para não lidar com a maldição.</p><p><br/></p><p>Assim foi com a dinastia Bragança, a quarta dinastia de Portugal. O rei D. João IV, em um dia não tão bom, maltratou um frade que o pediu esmola, fazendo com que, em indignação, ele amaldiçoasse sua descendência de primogênitos afirmando que nenhum chegaria ao trono.</p><p><br/></p><p>A maldição trágica se concretizou.</p><p><br/></p><p>Primogênito atrás de primogênito foi morrendo, assim, chegando ao fim da monarquia portuguesa.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong>Karolline Sâmmela Pereira Andrade.</strong></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-09 23:21:17 UTC</pubDate>
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         <title>O milagre da batalha de Ourique</title>
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         <description><![CDATA[<p>A Batalha de Ourique, travada em 25 de julho de 1139 entre D. Afonso Henriques e os muçulmanos, resultou na vitória do primeiro rei português. Embora a tradição descreva a batalha como uma vitória sobre um grande exército muçulmano, historiadores modernos contestam essa versão devido à crise vivida pelos muçulmanos na região. A localização exata da batalha também é debatida, com Ourique, no Alentejo, sendo a mais aceita. Surgiu uma lenda associada à batalha, o "milagre de Ourique", que relata o suposto aparecimento de Cristo a D. Afonso Henriques antes da batalha, garantindo-lhe a vitória e a proteção futura do reino. Essa lenda foi reforçada em momentos em que Portugal buscava consolidar sua independência, mas foi questionada a partir do século XIX pela historiografia moderna.</p><p><br/></p><p>Paulo Ricardo </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-09 23:24:59 UTC</pubDate>
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         <title>O Velho do Restelo</title>
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         <description><![CDATA[<p>O Velho do Restelo é um personagem da obra "Os lusíadas".</p><p>O herói da obra, Vasco da Gama,  parte para viagens marítimas em busca do caminho para a Índia, porém o Velho do Restelo expressa um descontentamento em relação aos perigos e consequências dessa expedição. </p><p>O personagem simboliza o pessimismo dos que não acreditavam e menosprezavam a história dos Portugueses exploradores.</p><p><br></p><p>Ilana Arrais de Carvalho </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-09 23:30:30 UTC</pubDate>
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         <title>A fundação mítica de Lisboa</title>
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         <description><![CDATA[<p>Após a Guerra de Tróia, com a missão de regressar à sua família, Ulisses navegou até a foz do rio Tejo e encontrou o reino de Ufiusa. Um paraíso habitado por serpentes. Ele se encantou pelo local e decidiu que faria de tudo para fundar ali a cidade mais linda do mundo.&nbsp; A rainha local, meio mulher meio serpente, acabou se apaixonando por ele e propôs: ele poderia fundar a cidade desde que ficasse ali para sempre. Ulisses assentiu que sim. Entretanto, ele não cumpriu com a sua promessa &nbsp;e enganou a rainha para fugir e continuar a sua jornada de volta para casa. No mito original, conta-se que durante a partida de Ulisses, a rainha fez tanto esforço para alcançá-lo que conseguiu modelar a única montanha em sete e veio a falecer. Sem rainha, as serpentes foram embora, porém os homens de Ulisses permaneceram na cidade e a chamaram de Olisipo. </p><p><br></p><p>O autor Samuel F. Pimenta, a partir de uma releitura, nos convida a pensar sobre uma perspectiva menos patriarcal do mito, pois para ele a história tende a engrandecer os homens que venceram, tornando-os heróis  e esquecendo-se de que também mataram, violaram e oprimiram os povos nativos da região. </p><p><br></p><p>Bárbara Nascimento e Lucas Neves.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-09 23:30:52 UTC</pubDate>
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         <title>A História de Dom Sebastião de Portugal, o rei que sumiu             </title>
         <author>gvelozode</author>
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         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>-Devido ao falecimento do Príncipe João  Manuel e da morte de seus 8 irmãos, o rei Dom João III ficou sem herdeiros. Apesar disso , seu filho falecido havia deixado sua esposa grávida e perto de dar a luz. Assim sendo, no dia 20 de janeiro de 1554, dia de São Sebastião,  nasceu o menino que foi batizado como Dom Sebastião. </p><p><br/></p><p>-A educação do Rei Sebastião e do governo de Portugal foram marcados pela forte presença do catolicismo e, aos 14 anos, ele alcançou a maioridade e assumiu o trono.</p><p><br/></p><p>-Com seu orgulho, crença fervorosa e razo conhecimento militar, Rei Sebastião se lançou em um plano que acreditava ser infalível. Passaram-se 10 anos e ele de fato conseguiu conquistar o que desejava, toda região Norte da África, exceto o Marrocos.</p><p><br/></p><p>-A batalha de Alcácer Quibir resultou na derrota dos portugueses e no desaparecimento do corpo do rei. Em função disso, seu tio avô D. Henrique assumiu o trono, mas morreu dois anos depois. Assim, o espanhol Felipe II subiu ao trono e deu fim à independência de Portugal pelos próximos 60 anos.</p><p><br/></p><p>-Os portugueses não se conformaram com isso e, em nome do nacionalismo e da independência portuguesa, o mito de que Dom Sebastião voltaria para libertar o povo surgiu. O movimento cresceu e foi chamado de Sebastianismo, tendo motivado revoltas pelo país. </p><p>O Sebastianismo ecoou até o Brasil, tendo  alguns de seus elementos presentes em revoltas como Canudos e a guerra  do Contestado.</p><p><br/></p><p>Yara Borges de Lima</p><p>Gustavo Velozo de Sousa </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-09 23:33:57 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Padeira de Aljubarrota</strong></p><p><br/></p><p>Associa-se a vitória na Batalha de Aljubarrota, que ocorreu entre Portugal e Castela, a uma mulher chamada Brites de Almeida. Ela era uma mulher valente que feriu mortalmente um homem em uma luta e, ao tentar fugir, foi capturada por mouros, que a fizeram de escrava. Todavia, conseguiu fugir e teve que se disfarçar de homem, visto que era procurada. Em seguida, tornou-se padeira em Aljubarrota e casou-se. Em 1385, juntou-se às tropas portuguesas na Batalha de Aljubarrota, da qual novamente saiu vitoriosa. No entanto, ao voltar para casa, deparou-se com castelhanos escondidos em seu forno. De pronto, pegou sua fá de forno e os matou. Após esse evento, liderou um grupo de mulheres, que conseguiram exterminar todos os catelhanos que restaram na região. Sua pá tornou-se símbolo nacional.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Amanda Marques Ribeiro</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-09 23:34:59 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Bilha de Aljubarrota</strong></p><p><br/></p><p>Em 14 de agosto de 1385, no dia da Batalha de Aljubarrota, as tropas portuguesas enfrentavam dificuldades não só devido ao baixo número, mas também em razão do calor terrível que fazia. Perseverante, D. Nuno Álvares Pereira, que liderava os cavaleiros de Portugal, ordenou que um de seus homens procurasse água, embora os rios estivessem secos. Enquanto procurava, o homem orava, rogando a SãoJorge, padroeiro dos cavaleiros. Ao longo do percurso, cruzou com uma mulher que carregava uma bilha de água. Mesmo sabendo que a quantidade não seria suficiente, o cavaleiro a levou. No entanto, quando começaram a beber, perceberam que a água nunca acabava. Saciada a sede, os portugueses derrotaram os castelhanos. No lugar onde a mulher apareceu, foi erguida uma capela a São Jorge.</p><p><br/></p><p>Amanda Marques Ribeiro</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-09 23:36:00 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><br/></p><p><strong>Na história lendária de Santo António, durante os ensaios de canto na capela, um menino se desafinou e o mestre o advertiu que, se repetisse, receberia palmadas. Assustado, Santo António fugiu para as torres da catedral e se atirou, mas foi salvo por Nossa Senhora da Esperança. Em gratidão pelo milagre da salvação de Santo António, uma imagem dele vestido como menino de coro foi criada. A representação icônica de Santo António de Lisboa, com uma criança em seus braços, inspira a sensação de proteção e segurança em meio à adversidade. Seu falecimento em 13 de junho é o motivo pelo qual celebramos o Dia de Santo António, uma festa que irradia alegria e celebração da vida.</strong></p><p><br/></p><p><strong>Lorena Abreu</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-09 23:37:54 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>jakceliacostadasilva</author>
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         <description><![CDATA[<p>Entre a religião e as guerras, o simbolismo dos corvos acompanha a história de Lisboa. Diz a lenda que o corpo de S. Vicente foi transportado para Sagres, onde havia um promontório de corvos, isto é, a parte mais elevada, e lá ficou até que o D.  Afonso Henriques decidiu por deslocar o santo em comemoração a sua conquista de Lisboa, a lenda diz que dois corvos acompanharam a viagem. Além disso, na IM era comum corvos acompanharem nau e marinheiros, sob a ideia de que se lançassem o corvo para uma possível costa, se voltasse, confirmava que não havia onde parar, se ficassem era o sinal de que podiam continuar. S. Vicente é padroeiro de Lisboa desde da conquista por D. Afonso Henriques, o brasão simboliza a relação entre simbologia e realidade.</p><p><br/></p><p>Jakcélia Costa da Silva.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-11 15:03:16 UTC</pubDate>
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         <title>Sopa da pedra</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>O mito se passa na cidade portuguesa, Almeirim. Nele conta- se que um frade andava a pedir pela cidade, porém nada recebia, astuto como era bateu a porta de um lavrador que assim como os outros nada lhe deu, mas então o frade pediu- lhe para que o deixasse fazer uma sopa com a pedra que guardava em sua algibeira. O lavrador e sua família nunca tendo ouvido falar de nada parecido deixa com que o faça, então o frade começa a pedir-lhes alguns ingredientes e utensílios de forma progressiva: 1 pote, <br>- 2,5 l de água, unto ,1 kg de feijão vermelho, 1 orelha de porco, 1 chouriço de carne, 1 chouriço de sangue (morcela), 200 g de toucinho, 2 cebolas, 2 dentes de alho, 700g de batatas,1 molho de coentros,sal, louro e pimenta a gosto. Enfim estava finalizado o ensopado, e a família permanecia estupefata com o item principal: a pedra. Por fim o frade se serve e compartilha da iguaria com família e guarda sua pedra. Ou seja, de trata de uma prato que a priori surge do nada, mas necessita de muito.</p><p><br/></p><p>Referência: <strong>Sopa da Pedra - Receitas - Câmara Municipal de Almeirim - Um concelho com futuro</strong>. Disponível em: &lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.cm-almeirim.pt/conhecer-almeirim/gastronomia/item/202-sopa-de-pedra-receitas">https://www.cm-almeirim.pt/conhecer-almeirim/gastronomia/item/202-sopa-de-pedra-receitas</a>&gt;. Acesso em: 09 abr. 2024.</p><p><br/></p><p><strong>Discente: Nicole Barbosa Silva </strong></p>]]></description>
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         <title>A batalha de São Mamede</title>
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         <description><![CDATA[<p>Quem nunca ouviu falar sobre as maldições que pairam sobre os filhos que cometem alguma violência contra seus ascendentes, principalmente suas mães. Na antiguidade, entre vários povos, as penas mais severas eram aplicadas aos patricidas e matricidas. Pois bem, a batalha de São Mamede envolve um entrevero entre mãe e filho. Estamos falando de dona Tereza e seu filho dom Afonso Henriques, o qual viria a ser o primeiro rei da nascente nação portuguesa.&nbsp;</p><p>Tudo começou em 1122 após a morte de D. Henrique de Borgonha, vassalo do rei de León, governante do Condado Portucalense. Com a morte desse nobre, o governo do condado passou naturalmente para sua viúva, dona Teresa, representante da influente nobreza galega.&nbsp;</p><p>As diferenças entre mãe e filho ficaram evidentes quando seu filho, D. Afonso Henriques recebeu apoio da nobreza do Condado portucalense, que almejava autonomia em relação a Galiza, o que contrariava os interesses de D. Tereza e de seu amante, o fidalgo Fernão Peres de Trava.&nbsp;</p><p>Encorajado pelo apoio da nobreza local, D. Afonso Henriques enfrentou sua mãe e Fernão Peres de Trava na Batalha de São Mamede, ocorrida no dia 24 de julho de 1128, no norte do Condado portucalense. Os portugueses, embora em desvantagem numérica, saíram vitoriosos do confronto. Diz-se que a batalha recebeu esse nome porque o santo teria ajudado os portugueses na batalha.&nbsp;</p><p>O objetivo dos portugueses era maior autonomia em relação à nobreza da Galiza, vassala do reino de Leon, mas na prática o resultado da batalha foI o nascimento da nação portuguesa. O rei de Leon, Afonso VII, deu pouca importância ao fato, chegando mesmo a reconhecer D. Afonso Henriques como rei do Condado Portucalense, pois estava envolvido no conflito com os mouros, além do que o jovem rei português jurou vassalagem ao rei de Leon, fato que dava certo <em>status</em> ao rei leonês.&nbsp;</p><p>Assim, o conflito entre mãe e filho terminou com o nascimento de uma nação, mas não sem algum castigo ao nobre rebelde. Sua mãe rogou-lhe uma praga, segundo a qual o nobre teria suas pernas quebradas. A maldição pegou e o nobre já na velhice quebrou as pernas após uma queda em campo de batalha. Nada do que não tivesse se recuperado depois.&nbsp;</p><p><br/></p><p>F. Heanes Medeiros</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-11 21:56:19 UTC</pubDate>
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