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      <title>Aula 05 - Fórum de discussão 3 by Renata Reis</title>
      <link>https://padlet.com/renatareis4/ue11c5wvk99fuzgp</link>
      <description>Este espaço é destinado ao compartilhamento de reflexões sobre discurso e poder, com base no texto motivador &quot;Linguagem, poder e discriminação&quot; – de Gnerre –, conforme programado para a aula 5 (30/06/2021).</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-06-30 15:45:11 UTC</pubDate>
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         <title>Discurso e Poder</title>
         <author>cleversoncarlos5534</author>
         <link>https://padlet.com/renatareis4/ue11c5wvk99fuzgp/wish/1636748207</link>
         <description><![CDATA[<div>(estarei ultilizando reflexões que tive em relação ao texto pois estava impossibilitado de participar completamente da aula) :/<br><br>Fui norteado Diante do primeiro capítulo do livro de Maurício Gnerre, pela seguinte pergunta:<br><br>QUEM SOU EU PARA FALAR DE DETERMINADO ASSUNTO?&nbsp;<br><br>Isso nos faz refletir no peso de fala. Pois necessariamente o estabelecimento de poder também se embasa na escrita. Pois como bem descrito no texto, a língua também tem o poder de posição entre o falante e o ouvinte.<br><br>No último arquivo, deixei descrito que a língua possuia poder de convencimento e após a leitura posso complementar ainda mais afirmando que a língua também tem o poder de posição. Para tal é necessário o embasamento nos conteúdos referenciais, e na variedade linguística oportuna para o momento.<br><br>Deixo aqui o questionamento em relação as pessoas que possuem difícil acesso a Tais referências, aos conteúdos, para estabelecimento de posição na língua falada.<br><br>Retornando a primeira pergunta: (Quem sou eu para falar de determinado assunto?)<br>Entendo que o poder de posição no discurso se constrói principalmente no embasamento a pessoas, memórias ou projetos que possuem um peso maior.<br><br>Cleverson Carlos</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-05 03:36:03 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>morganafilhadovento</author>
         <link>https://padlet.com/renatareis4/ue11c5wvk99fuzgp/wish/1637652918</link>
         <description><![CDATA[<div>Na nossa última aula falamos sobre a língua e como muitas das vezes foi utilizada como forma de poder. A língua ou as diversas línguas existentes permitem a compreensão de uma diversidade cultural magnifica que temos, em alguns momentos manifestada na escrita, em outros existentes apenas na oralidade, transferida pelas narrativas existentes nas memórias, carregadas de significados.<br>Vale ressaltar que vivemos em sociedades onde a disputa de poder se manifesta em vários âmbitos, não apenas no linguístico. Aqui quero compartilhar com vocês um trecho de um jornal da Globo que assisti ainda quando estava fazendo o pré-vestibular, o jornalista Alexandre Garcia faz uma análise sobre um material didático da Língua Portuguesa utilizada na escola, que sugeria que falar "errado" não seria algo a ser corrigido severamente para não causar preconceito, o mesmo deixa clara sua posição, depreciando a forma de ensino que estava sendo utilizada. Lembro-me de achar aquele posicionamento arrogante, no meu entendimento comum mesmo, logo em seguida para minha surpresa, o professor de Português do curso explicou a versão do livro e como o jornalista não compreendia e não queria compreender essa nova posição.<br>Na História enquanto ciência comentemos o erro de dizer que a História só nasceu depois da escrita, existem muitos historiadores que ainda defendem isso hoje, a oralidade não era e ainda não é bem vista por muitos. Sempre falo com meus alunos que triste seria admitir isso, quer dizer que minha avó por não saber escrever não tem história? A língua foi uma das mais importantes características da evolução humana e ainda é utilizada por muitos como forma dominação.<br>Trecho do jornal da globo: https://globoplay.globo.com/v/1511157/ </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-05 18:38:39 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>beatrizjesusdarocha</author>
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         <description><![CDATA[<div>Linguagem poder e descriminalização - Maurizzio Gnerre.&nbsp;<br><br><br>- O texto me levou a refletir, e ter a seguinte concepção de que,&nbsp; desde sempre vivemos em uma hierarquia.<br>&nbsp;A exclusão de falantes dentro de uma sociedade torna-se bizarro, uma vez que, o mesmo não possui a dominação linguística e, consequentemente não se encaixa nos “padrões”;&nbsp;<br><br>Uma grande injustiça, levando em consideração que, em muitos casos os mesmo não tem o acesso a materiais didáticos.&nbsp;<br><br>-&nbsp; O texto também nos leva a perceber a importância da “fala” na sociedade, há regras a serem seguidas, onde conseguimos encontrar a valorização da oratória além de diálogos em que utilizamos em nosso dia a dia.&nbsp;<br>&nbsp;A importância de saber ouvir é tão significativa quanto a de “saber” dialogar;&nbsp;<br><br>&nbsp;Pessoas que se sobressaem ao realizar atos linguísticos e dominam, são consideradas influências e conseguem realmente serem “ouvidas”.&nbsp;<br><br>É notório, ver o poder e a influência que, a dominação linguística tem sobre nossas vidas, principalmente em âmbitos profissionais, situação em que “devemos” usar a formalidade em nossas falas.&nbsp;<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-05 19:04:23 UTC</pubDate>
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         <title>Linguagem, poder e discriminação-Gnerre</title>
         <author>yessarodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/renatareis4/ue11c5wvk99fuzgp/wish/1637742228</link>
         <description><![CDATA[<div><br><br></div><div>A língua nunca foi e nunca será igual a escrita.&nbsp;</div><div>(Maurizzio Gnerre, p.33) "A "gramática normativa não escrita" assume um papel de apoio e de polarizador de consenso para o núcleo central do poder linguístico, representado pela gramática normativa escrita, manifestação explícita do poder centralizador e onipresente do Estado."&nbsp;</div><div>Mesmo entendendo a gramática normativa como aquela que possui uma única forma correta da língua, sabe-se que no falar isso é diferente e pessoas que não segue esse padrão da norma considerada "culta" sofre com a descriminação por existir esse poder linguístico que se dão o valor e enriquecem essas formas consideradas corretas e desvaloriza as falas consideradas “erradas", mesmo sabendo que carregamos traços fortes de línguas africanas e tupi.&nbsp;</div><div><br><br></div><div>Vídeo explicando A história da língua portuguesa falada no Brasil;&nbsp;</div><div><br></div><div><a href="https://youtu.be/vpvQ09SLxQc">https://youtu.be/vpvQ09SLxQc</a></div><div><br><br></div><div>Um livro de outro componente, "Quarto de despejo" de Carolina Maria de Jesus, me fez melhor refletir sobre a língua, a gramática e o seu poder. A obra quebra esse tabu da forma correta de se escrever um livro, percebe-se a língua falada, na escrita dela entendendo perfeitamente o lugar e situação em que ela vive. Uma mulher negra, favelada, mãe solo e escritora mostrando a riqueza que existe nos falar e não somente no falar correto da norma culta.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-05 20:44:10 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>fabiolagangax</author>
         <link>https://padlet.com/renatareis4/ue11c5wvk99fuzgp/wish/1637757823</link>
         <description><![CDATA[<div>A linguagem é refletida como uma forma de poder e esse poder não pertence as categorias inferiorizadas, dessa maneira sendo discriminada. No texto aponta que a língua padrão imposta no período medieval era o latim, considerada a língua culta. Já na modernidade, a língua portuguesa começou a ser formulada e novamente pela classe detentora do poder, excluindo as variedades linguística da população.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-05 21:06:59 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Linguagem, poder e discriminação: Maurizzio Gnerre.</title>
         <author>emanuellyfernandespinheiro17</author>
         <link>https://padlet.com/renatareis4/ue11c5wvk99fuzgp/wish/1637771756</link>
         <description><![CDATA[<div>O autor Gnerre, nos leva a refletir como a educação brasileira tem uma "falta de atenção" com linguagem,&nbsp; o seu modo de funcionamento e a relação com a cultura.<br>&nbsp;No inicio da leitura o autor deixa bem claro que a linguagem ocupa uma posição central de comunicar ao ouvinte à posição que o falante ocupa na sociedade em que vive, assim a linguagem torna-se influência no ambiente em que vivemos por exemplo, em sala de aula, em reuniões, discursos, entre outros.<br>No capitulo 1, o autor conta fatos históricos, sobre a&nbsp; elaboração da linguagem e fica claro como essa elaboração é relacionada ao poder,&nbsp; ou seja, com todos os detalhes do autor e do debate é possível notar que&nbsp; normatização da língua escrita vem de um ato politico e não da sociedade civil.<br>Em geral, é apresentado relação entre&nbsp; a&nbsp; linguagem&nbsp; e&nbsp; o&nbsp; poder e como o autor deixa claro, a gramática normativa é o elemento privilegiado na linha de poder absoluto, controlada pela sociedade politica. Logo a gramatica também é usada para medir a desigualdade social.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-05 21:31:03 UTC</pubDate>
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         <title>Linguagem, história e poder.</title>
         <author>julianafigomes16</author>
         <link>https://padlet.com/renatareis4/ue11c5wvk99fuzgp/wish/1637795297</link>
         <description><![CDATA[<div>Ao realizar as leituras propostas e assistir as aulas discursivas sobre o mesmo, pude refletir e me nortear sobre a diversidade linguística que há em nosso país, em como a diversidade é ampla. Mostrando assim as diferentes culturas e sociedades que há, manifestando em diversos aspectos do cotidiano.<br>No entanto como a vontade de se obter poder está enraizada na maioria das pessoas desde muito tempo, como é citado no texto "Língua, história e poder no Brasil" (Carboni; Maestri) quando os Jesuítas e europeus chegam ao Brasil, aprendem a língua fluente ali, que era o Tupi, eles logo fazem diversas alterações nesta língua, podendo assim está no controle da situação na época.<br>Sofrendo até hoje as consequências disso, hoje podemos observar que há muita discriminação em nosso cotidiano com a forma de fala, ou por "falar errado". Segundo o IBGE há no Brasil 11 milhões de analfabetos, porém esse número é grande assim porque a maioria não tem a oportunidade de um bom letramento e educação, pois á alguns anos atrás os únicos que tinham essa oportunidade eram os filhos da elite, que eram pessoas com boas condições. <br>Portanto isso acabou desenvolvendo em algumas pessoas que elas são melhores que outras, que tem o poder, por serem letradas ou por terem uma linguagem e dicção "melhores", achando que tem o direito e poder de discriminar uma outra pessoa por não seguir a norma "culta" da linguagem.<br>Uma fala do autor que achei muito interessante, e que ressalta bastante essa realidade, é a seguinte:<br>"São falares plebeus, e não a 'língua de Machado de Assis', que representam em forma lídima a complexidade e a riqueza de nossa formação histórica, abrindo, criativa e inexoravelmente, - estradas ás futuras formas hegemônicas da língua nacional."<br><br><br><br><br><strong>E para complementar, aqui está uma reportagem com Eduardo Calbucci, onde ele explica um pouco sobre o Preconceito Linguístico:</strong></div><div><strong><em>https://www.museudalinguaportuguesa.org.br/preconceito-linguistico-uma-entrevista-com-eduardo-calbucci/<br></em></strong><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-05 22:10:56 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>goncalveslarissa611</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Com base no que li do texto “Linguagem, poder e discriminação” de Gnerre, fiz algumas reflexões e busquei ler mais sobre o tema, o que aumentou a minha percepção do assunto. O discurso e poder, se trata de uma situação longínqua e muito pertinente na contemporaneidade. E sobre o discurso,<strong> </strong>é possível dizer que ele pode controlar mentes e mentes controlam ações. O que significa que, para os que estão no poder, é essencial controlar, em primeiro lugar, o seu discurso.&nbsp;</div><div>É interessante pensar que quem falar quer ser ouvido e respeitado, isso se trata de uma realidade da sociedade. Porém, na maioria das vezes o discurso só é valorizado, se a palavra vier de grandes grupos ou pessoas que possuem o nível social elevado, possuem poder e autoridade, já os grupos subalternos não têm direito a voz, podem até “gritar”, mas ainda assim não serão referencia como os outros descritos anteriormente.&nbsp;</div><div>Uma reflexão a partir do que diz Foucault sobre as relações entre discurso e poder, pode-se entender o discurso como um tipo de conhecimento, que soma um conjunto de saberes sobre determinado fato, também se entende que o discurso não pode ser pensado sem que se leve em consideração às questões de poder que perpassam o contexto social em que circula.&nbsp;</div><div>No livro “Discurso e poder”, escrito por Van Dijk, é feita uma análise social para indicar quem controla o discurso público e como isso ocorre. Então, em busca disso ele faz uma demonstração, analisando uma reportagem racista, a fim de verificar como algumas decisões, de por exemplo um jornalista, toma ao escrever seu texto podem fazer com que o racismo aumente dentro da sociedade.</div><div>As elites simbólicas exercem na sociedade a partir da manipulação da mente das pessoas, e também na manipulação da compreensão do discurso. Isso acontece, por exemplo, quando os jornais destacam apenas parte do texto da notícia para atrair a atenção das pessoas. Além dessa manipulação da memória de curto prazo, é possível demonstrar ainda a manipulação da memória episódica, ou seja, manipulam a opinião das pessoas por meio das experiências que já passaram anteriormente. Podemos ver nisso formas de abuso de poder, utilizando a manipulação, doutrinação e desinformação, o que resulta em desigualdade e injustiça sociais.</div><div>Sendo assim, o poder censura os discursos, e não permite que qualquer ideia venha à tona, mas permitindo somente a manifestação daquelas ideias que estão de acordo com as relações de poder instituídas em uma determinada sociedade.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-05 22:56:26 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>andreinasouzaoliveira47</author>
         <link>https://padlet.com/renatareis4/ue11c5wvk99fuzgp/wish/1637826502</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Linguagem&nbsp; poder e descriminação - Gnerre<br><br></strong><br>O texto mencionado a cima faz menção da linguagem e como ela é usada&nbsp; e dentre ela há descriminação na sua forma de ser falada o que muita das vezes os que tem "Talvez" um domínio maior se coloca no lugar de superior até mesmo dificultando o entendimento dos demais usando uma forma que não deixa clara o que se quer passar ao leitor. Assim usando desse poder como forma de descriminação aos que não tem o conhecimento da linguagem, muitas das vezes esses são os que não usufrui de privilégios e não é de agora que os que tem mais Poder tem direito a um conhecimento da linguagem.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-05 23:09:40 UTC</pubDate>
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         <title>Linguagem, poder e discriminação&quot; – de Gnerre</title>
         <author>iranildorochadj</author>
         <link>https://padlet.com/renatareis4/ue11c5wvk99fuzgp/wish/1637837626</link>
         <description><![CDATA[<div>Através do que Gnerre diz ele tenta nos mostrar que mesmo com o avanço da linguagem, o Brasil se encontra como o oitavo país do mundo que mais possuí analfabetos, então mesmo com o avanço da linguagem e da gramática, possuímos uma certa exclusão na sociedade, até porque nem todos possuem os mesmo&nbsp; acessos do que os outros. A linguagem e a gramática são algo que se você não possuir, você não se encaixa em uma determinada parte de uma sociedade. E mesmo com as novas formas de gramáticas que parcialmente vão mudando, podemos perceber o quanto que isso pode prejudicar para quem pouco acesso. Bagno até diz que&nbsp; <em>“todas as línguas mudam, que toda língua é um grande corpo em movimento, em formação e transformação, nunca definitivamente pronto.”&nbsp;<br></em><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-05 23:28:31 UTC</pubDate>
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         <title>Linguagem, Poder e Discriminação</title>
         <author>iulas100</author>
         <link>https://padlet.com/renatareis4/ue11c5wvk99fuzgp/wish/1637884327</link>
         <description><![CDATA[<div>No texto motivador para este fórum, logo na introdução, é destacado a função da linguagem. Onde é dito pelo autor que a linguagem não é usada somente para veicular informações, mas que ela cumpre a função de comunicar ao ouvinte a posição que o falante ocupa de fato ou acha que ocupa na sociedade em que vive. A partir disso, o texto traz que o poder da palavra é a de mostrar a autoridade do falante, sendo este um ato linguístico. E como exemplo o autor cita, o discurso político, o sermão na igreja e a aula. Isso mesmo, você não leu errado, é “AULA”. E é sobre isso que irei destacar aqui.<br><br></div><div>E o que eu vou destacar? Será o papel da escola e o método usado por ela, como ferramenta do Estado (governo), para exercer o poder. Com isso, gostaria de compartilhar um trecho do texto motivador:<br><br></div><div><em>“A educação é parte de um processo que visa produzir cidadãos mais ‘eficientes’, isto é, mais produtivos, mais funcionais ao Estado burocrático moderno, abertos para sistemas padronizados de comunicação e prontos para interagir na sociedade”.</em><br><br></div><div>Ao ler trechos do texto que possuem relação com a temática que aqui estou abordando, me veio à mente o “método” Paulo Freire, em que ele defende a educação que liberta, em contraste com a educação que oprimi (denominada por ele como educação bancária). Sendo está a educação tradicional que é aplicada e posta em prática na maioria das escolas do país até hoje. Quer entender melhor o que seria esse exemplo de educação que liberta versus a que oprimi que estou falando, assista ao vídeo abaixo.<br><br></div><div><strong>Após ver o vídeo, e com base no que foi destacado aqui, será que essa educação que liberta e que não mais oprimi será realidade um dia no Brasil? Pensem nisso.</strong><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=UVn162ccohI" />
         <pubDate>2021-07-06 00:17:47 UTC</pubDate>
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         <title>Izabella Alves Belo dos Santos</title>
         <author>izabellasantos728</author>
         <link>https://padlet.com/renatareis4/ue11c5wvk99fuzgp/wish/1637934231</link>
         <description><![CDATA[<div>A palavra tem um poder que as vezes não temos noção do quão importante é. A língua tem tantos jeitos e formas e as vezes nos bloqueamos apenas no nosso falar, que criamos um preconceito com o jeito e a forma que outras pessoas falam, as vezes até no mesmo país, só por ser de um estado diferente e ter uma forma diferente da nossa de falar e isto faz com que muitas vezes nos sentimos "melhores" do que os outros, só porque consideramos que o nosso jeito é o certo e o do outro é errado. A maioria de nós, foi criada dentro de padrões que exaltam a "superiodade" pela fala correta ou errada, que na realidade não existe certo ou errado.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-06 00:50:52 UTC</pubDate>
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         <title>Posturas e altivez!</title>
         <author>erikabr842</author>
         <link>https://padlet.com/renatareis4/ue11c5wvk99fuzgp/wish/1637940537</link>
         <description><![CDATA[<div>O texto nos possibilitou refletir o quanto a língua pode libertar e ao mesmo tempo criar muros em volta das pessoas. A posição que o falante se coloca quando se apresenta, quando usa a fala como sua ferramenta o eleva há uma posição superior ao ouvinte. As pessoas falam e quando o fazem expõem e colocam para fora todas as informações sobre determinado assunto, isso faz delas detentoras do conhecimento á respeito daquele determinado assunto, e todos os outros poderão ficar a mercê destes.<br>Vale ressaltar que todo conhecimento se perde na falta de humildade de alguns e na inabilidade de usá-lo no dia-a-dia. Ainda há aqueles que usam deste conhecimento e desta "prerrogativa" para ganhar vantagem em cima do próximo, de impor regras e fazer do ouvinte, fantoches á serem manipulados constantemente.<br>O conhecimento liberta!</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-06 00:54:40 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>elliasvereda2016</author>
         <link>https://padlet.com/renatareis4/ue11c5wvk99fuzgp/wish/1637978724</link>
         <description><![CDATA[<div>Linguagem, poder e descriminalização.<br><br>Na obra mencionada, o autor faz menção de assuntos importantes que consistem em explicar as deficiências da educação no país referente à linguagem, ligadas ao seu funcionamento, ligações também com questões políticas e culturas, e na criação de novas ideologias. É nítido que a linguagem é o ponto principal na comunicação e através do poder é usada pra exercer influências a quem é receptor dessas mensagens e interfere diretamente nas relações sociais de quem fala e de quem ouve. Percebe-se também que o autor aborda que nem todos tem acesso a norma culta da língua e são usadas em ambientes onde o poder é empregado, ocasionando variedades linguísticas, consequentemente, discriminação de pessoas pela maneira que falam.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-06 01:16:57 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>ellivereda</author>
         <link>https://padlet.com/renatareis4/ue11c5wvk99fuzgp/wish/1638007507</link>
         <description><![CDATA[<div>Nessa obra, o autor aponta para o fato dos grandes problemas na qual se observa dentro da educação no nosso país, &nbsp;Principalmente da discriminação. Quando se fala em língua, falamos também de poder, na qual o indivíduo usa desse recurso para exercer poder sobre terceiros. Embora muitas pessoas usem do conhecimento, do fato de fazer o uso correto da língua, no diz respeito à norma culta da linguagem, se sentem no direito de oprimir outras pessoas, pela maneira na qual ela fala. A maneira na qual tratamos as pessoas, diz mais sobre nós do que deles. Fica a reflexão!</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-06 01:34:13 UTC</pubDate>
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         <title>Linguagem, Poder e Discriminação</title>
         <author>vectorxw</author>
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         <description><![CDATA[<div>O poder da língua é ampliado ou reduzido, dependendo de quem fala, isso é historicamente visível até hoje, onde a relevância de um grupo influencia diretamente em sua posição de fala, um exemplo é a língua inglesa, que hoje é considerada a "língua universal”, língua que é ensinada nas escolas de outros países, e ter seu domínio lhe garante um certo bônus em trabalhos específicos ou são obrigatórios, além das gírias e jargões da língua inglesa adotados por nós brasileiros que já possuímos uma grande variedade lexical.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-06 02:14:37 UTC</pubDate>
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         <title>Linguagem, poder ,discriminação</title>
         <author>amorimmariadajuda</author>
         <link>https://padlet.com/renatareis4/ue11c5wvk99fuzgp/wish/1638143605</link>
         <description><![CDATA[<div>Com o passar dos tempos muitas foram as mudanças, sabemos que muitas tradições foram passadas de pais para filhos através da oralidade.<br>Atualmente temos lugar de fala e lugar de escrita, mas muitos tem voz e não é ouvido, e muitos não tiveram a oportunidade de frequentar a escola pois tiveram que trabalhar ainda criança para ajudarem seus país. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-06 02:52:52 UTC</pubDate>
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         <title>Linguagem, poder e discriminação.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/renatareis4/ue11c5wvk99fuzgp/wish/1639146092</link>
         <description><![CDATA[<div>Ao ler o texto Linguagem, poder e discriminação de&nbsp; Gnerre, percebe-se que a linguagem , que antes era vista somente como transmissor de informação. É também,&nbsp; uma forma de conectar as pessoas através do poder que a palavra possui. Traz a compreensão de que, a língua por sua vez, não muda por conta da ligação com o indivíduo desde seu nascimento. O estudo da língua, no decorrer do tempo sofreu grandes alterações, visto que cada um queria que fosse de determinada maneira.<br>O poder está ligado a informações, e a forma que o leitor compreende estas informações. De acordo com o autor, o poder é fomentado por informações e analises, mantidas em segredo por pesquisadores, até que estes, determinem como serão transmitidas a sociedade.&nbsp; Observando o texto, fica nítido que o acesso as informações sobre transformações relacionadas as mudanças econômicas e do tempo, estão apenas para aqueles que possui prestígio social, e reproduzem o conceito de "língua culta". Ou seja, a gramática normativa, que é uma ferramenta ultilizada para medição da desigualdade social.<br>( Carine Monteiro Olimpio).</div>]]></description>
         <pubDate>2021-07-06 18:31:55 UTC</pubDate>
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         <title>Linguagem, poder e discriminação - de Gnerre</title>
         <author>heloisamessi221</author>
         <link>https://padlet.com/renatareis4/ue11c5wvk99fuzgp/wish/1639271343</link>
         <description><![CDATA[<div>Algo que me chamou muita atenção sobre o presente livro de Gnerre, foi o seguinte parágrafo: " Se as pessoas podem ser discriminadas de forma explícita (e não encoberta) com base nas capacidades linguísticas medidas no metro da gramática normativa e da língua padrão, poderia parecer que a difusão da educação em geral e do conhecimento da variedade linguística de maior prestígio em particular é um projeto altamente democrático que visa a reduzir a distância entre os grupos sociais para uma sociedade de "oportunidades iguais" para todos." Obviamente esses processos de democratização e padronização da língua são menos democráticos e liberais, levando em consideração que eles vão assumindo o controle do Estado sobre grupos menos controláveis da população, que pelo meu entendimento essa relação com o controle, traz a sensação de poder da língua sobre a população. Os grupos sociais que não tem contato com a norma-culta da língua, são os mais difíceis de ser controlados, pois assim pode determinar sua posição social, levando também a um certo nível de descriminação linguística. A<br>linguagem, a depender da forma como é utilizada, pode ser uma barreira ao entendimento e criar mais espaços de poder em vez de compartilhamento, além<br>de ser um&nbsp; entre tantos outros impeditivo para uma educação transgressora. Gostaria de trazer um pensamento da pensadora e feminista negra Lélia Gonzales, partido do livro da autora Djamila Ribeiro "O que é lugar de fala?"&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; "Gonzales refletiu sobre o modo pelo qual as pessoas que falavam “errado”,<br>dentro do que entendemos por norma culta, eram tratadas com desdém e<br>condescendência e nomeou como “pretuguês” a valorização da linguagem falada<br>pelos povos negros africanos escravizados no Brasil.<br>É engraçado como eles [sociedade branca elitista] gozam a gente quando a gente diz que é Framengo.<br>Chamam a gente de ignorante dizendo que a gente fala errado. E de repente ignoram que a presença desse r no lugar do l nada mais é do que a marca linguística de um idioma africano, no qual o l inexiste. Afinal<br>quem é o ignorante? Ao mesmo tempo acham o maior barato a fala dita brasileira que corta os erres dos<br>infinitivos verbais, que condensa você em cê, o está em tá e por aí afora. Não sacam que tão falando<br>pretuguês. (GONZALEZ, 1984, p. 238.)" &nbsp; Levando por&nbsp; uma perspectiva&nbsp; da hierarquização de saberes como produto da classificação racial da população. Ou seja, reconhecendo a equação, quem possuiu o privilégio social possui o privilégio epistêmico, uma vez que o modelo valorizado e universal de ciência é branco. Trazendo a perspectiva na linguagem do lugar de fala, Lélia nos leva a entender que o resultado dessa hierarquização, legitima a explicação epistemológica eurocêntrica, &nbsp; estruturando como dominante e, assim, inviabilizando outras experiências do conhecimento. Essa reflexão da Lélia nos leva a entender quais vozes são legitimadas e quais não são, levando à perspectiva da pirâmide de hierarquia da população onde cada grupo está localizado, em quais situações de privilégio cada grupo está, levando em consideração o fato de que inicialmente quem podia aprender a norma-culta da língua eram homens brancos, e posteriormente mulheres brancas, levando então com o passar do tempo a população possuir grupos excluídos, sendo estes grupos de pessoas negras, indígenas e acima de tudo mulheres pretas. Sempre coexistindo o poder dentro da gramática e linguagem, e que leva a certos níveis de discriminação. Enfim, não sei se consegui expressar o meu entendimento, se houve algum equívoco de minha parte.&nbsp;<br>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-06 21:32:02 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>adilsonrochadealbuquerque</author>
         <link>https://padlet.com/renatareis4/ue11c5wvk99fuzgp/wish/1641439266</link>
         <description><![CDATA[Luiza Dos Santos Francisco. Que entrevista maravilhosa!! Faz a gente refletir muito, sobre a até onde podemos chegar com a língua? Achei muito rico ele mencionar em sua fala a relação da língua e a educação de uma forma muito expressiva.]]></description>
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         <pubDate>2021-07-08 05:09:51 UTC</pubDate>
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         <title>Linguagem poder e descriminalização - Maurizzio Gnerre.</title>
         <author>luizafrancisco459</author>
         <link>https://padlet.com/renatareis4/ue11c5wvk99fuzgp/wish/1642342503</link>
         <description><![CDATA[<div>Pela leitura do texto, não se pode deixar de pensar na enorme diversidade linguística que existe em nosso país. A fim de mostrar as diferentes culturas e sociedades que existem, eles se refletem em diferentes aspectos da vida cotidiana. O fato de a linguagem ser voluntária está incorporado como uma forma de poder. O texto também nos faz perceber a importância da comunicação na sociedade e as normas que nela devem ser seguidas. Em nosso dia a dia, é notório&nbsp; as pessoas discriminarem aqueles que não "dominam a linguagem padrão" da mesma forma ou mesmo porque são de regiões diferentes. Por exemplo, pequenas correções diárias acabam fazendo com que a aqueles que fala a língua local se sinta envergonhado. Muitas pessoas acabam por não se manifestar, ou mesmo até mesmo evitar de ir em determinados lugares por medo de ouvir críticas relacionadas a sua língua local, o que desenvolve a exclusão deles da "sociedade".<br><br>https://youtu.be/vpvQ09SLxQc<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-08 20:06:26 UTC</pubDate>
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         <title>Discurso e Poder</title>
         <author>cristinabecca18</author>
         <link>https://padlet.com/renatareis4/ue11c5wvk99fuzgp/wish/1643674902</link>
         <description><![CDATA[<div>Lendo a palavra discurso, me leva a pergunta .Linguagem e discurso são a mesma coisa? isso, me leva a refletir que, a linguagem ela é a criação de recursos simbólicos criados pelos seres humanos para proporcionar a comunicação&nbsp; entres as pessoas, e quais são esses recursos? são a fala e a escrita, elas se dão através das relações sociais, onde a sociedade &nbsp; ela cria uma linguagem apropriada a ela de acordo a sua cultura, contendo padrões, regras e poder. Já o discurso não pode ser definido de acordo com a linguagem, mas ele pode ser transmitido através dela, onde ela se torna portadora de vários discursos. Por exemplo a linguagem é um meio de expressão e o discurso ele é a expressão, é composto de elementos internos e externos, onde os externos são tirados da linguagem. Nisso, incluímos o poder , que na minha opinião está ligado ao discurso e a linguagem, nas relações históricas, políticas e ideológicas.&nbsp;&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-09 20:58:07 UTC</pubDate>
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         <title>Linguagem  poder e descriminação - Gnerre</title>
         <author>thaisbritosouza</author>
         <link>https://padlet.com/renatareis4/ue11c5wvk99fuzgp/wish/1675956462</link>
         <description><![CDATA[<div>O&nbsp;discuso controla mentes e mentes controlam ação. Isso significa que, para aqueles que estão no poder, é crucial controlar, em primeiro lugar, o discurso. ... uma vez que o falante e o ouvinte possuem percepções diferente do mundo que o cerca.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-11 20:36:04 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Linguagem, poder e discriminação</title>
         <author>anakarokina14</author>
         <link>https://padlet.com/renatareis4/ue11c5wvk99fuzgp/wish/1680294956</link>
         <description><![CDATA[<div>O texto é muito relevante, ele aborda de modo consistente os variados problemas simples das diversidades linguísticas, e o poder discriminativo da linguagem padronizada no campo sócio-historiográfico. Maurizzio, traz&nbsp; questões que engloba os três tópicos-tema do livro, juntando todos os seus conceitos, associando à história, política e antropologia.<br>Segundo ele, o objetivo mais especifico da linguagem é promover os&nbsp; "atos lingüísticos", nos quais utilizamos para conversar, discutir, opinar e etc, sendo assim destacam nossa posição social com o contexto cultural e a situação que se encontramos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-16 11:52:56 UTC</pubDate>
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