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      <title>A Mulher Preta no Brasil by Pedro Barone</title>
      <link>https://padlet.com/pbaronep/mulherpretabr</link>
      <description>Uma revista digital de apresentação do trabalho feito para o 8° semestre do curso de Ciências Sociais</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-10-27 03:07:10 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>A HIPERSEXUALIZAÇÃO DA MULHER NEGRA</title>
         <author>pbaronep</author>
         <link>https://padlet.com/pbaronep/mulherpretabr/wish/2358415182</link>
         <description><![CDATA[<div>“Para justificar a exploração masculina branca e o estupro das negras durante a escravidão, a cultura branca teve que produzir uma iconografia de corpos de negras que insistia em representá-las como altamente dotadas de sexo, a perfeita encarnação de um erotismo primitivo e desenfreado.”&nbsp;<br><br>HOOKS, Bell. Intelectuais Negras. Revista Estudos feministas. Nº2/95. vol.3. 1995. p. 469.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-27 04:02:19 UTC</pubDate>
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         <title>A SOLIDÃO DA MULHER NEGRA</title>
         <author>pbaronep</author>
         <link>https://padlet.com/pbaronep/mulherpretabr/wish/2358415353</link>
         <description><![CDATA[<div>“As mulheres negras advêm de uma história diferenciada, marcada pela perda de poder de dominação do homem negro por sua situação de escravo, pelo exercício de diferentes estratégias de resistência e sobrevivência. Enquanto a relação convencional de dominação e subordinação social da mulher tem como complementaridade a eleição do homem como provedor, temos o homem negro castrado de tal poder enquanto escravo e posteriormente alijado do processo de industrialização nascente."&nbsp;<br><br>CARNEIRO, Suely. “Mulher negra”: Mulher negra; política governamental e a mulher. São Paulo: Nobel, 1985. p.43</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-27 04:02:31 UTC</pubDate>
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         <title>DADOS ESTATÍSTICOS</title>
         <author>pbaronep</author>
         <link>https://padlet.com/pbaronep/mulherpretabr/wish/2358421147</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-10-27 04:09:11 UTC</pubDate>
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         <title>A ESCRAVIDÃO DA MULHER PRETA NO PERIODO COLONIAL</title>
         <author>pbaronep</author>
         <link>https://padlet.com/pbaronep/mulherpretabr/wish/2358422516</link>
         <description><![CDATA[<div>Tereza é um ícone da resistência negra no Brasil Colonial e atuou no Quilombo Quariterê, em Vila Bela da Santíssima Trindade, a 521 km de Cuiabá.<br><br>"Tivemos a única mulher que foi rainha de um quilombo e que mostrou a importância e a força da mulher negra em todos os espaços desde a época da colonização", conta a presidente do Instituto de Mulheres Negras de Mato Grosso (Imune), Antonieta Luísa Costa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-27 04:10:39 UTC</pubDate>
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         <title>REPRESENTAÇÕES CULTURAIS DA MULHER PRETA</title>
         <author>pbaronep</author>
         <link>https://padlet.com/pbaronep/mulherpretabr/wish/2358424389</link>
         <description><![CDATA[<div>Constantemente vemos que o cinema e a literatura apresenta mulheres negras que reforçam uma noção de opressão, inferioridade, exploração sexual e submissão, legitimando e reforçando a discriminação e o preconceito racial e sexual em nossa sociedade. Mesmo com o fim do colonialismo, as representações das mulheres negras são marcadas por saberes colonialistas que necessitam ser quebrados urgentemente.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-27 04:12:29 UTC</pubDate>
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         <title>LUTAS E RESISTÊNCIAS</title>
         <author>pbaronep</author>
         <link>https://padlet.com/pbaronep/mulherpretabr/wish/2358426399</link>
         <description><![CDATA[<div>O 1° Encontro Nacional de Mulheres Negras (1º ENMN) foi realizado entre os dias 02 e 04 de dezembro de 1988, em Valença (RJ). O evento contou com a participação de 450 mulheres negras de 19 estados e foi precedido por encontros e seminários estaduais de mobilização e debate político.<br><br>Considera-se que Valença contribuiu para impulsionar o movimento contemporâneo de mulheres negras, ao permitir um exercício de identificação da urgência em ultrapassar as fronteiras do feminismo através de uma articulação da questão racial com as questões de gênero e classe. Foi reafirmado o papel das mulheres negras como sujeito central no processo de reivindicação por uma sociedade justa, igualitária e sem discriminação, a partir de seus próprios referenciais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-27 04:14:49 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>MULHERES PRETAS BRASILEIRAS QUE FIZERAM HISTÓRIA</title>
         <author>pbaronep</author>
         <link>https://padlet.com/pbaronep/mulherpretabr/wish/2358428321</link>
         <description><![CDATA[<div>Antonieta de Barros que foi escritora, jornalista, professora, filha de ex-escravizados, nascida no ano de 1901 em Florianópolis e criada somente pela mãe. Entrou para a história por ser a primeira mulher negra eleita como deputada na Assembleia Legislativa de Santa Catarina em 1934 pelo Partido Liberal Catarinense, quebrando barreiras que permeavam raça, classe e também gênero.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-27 04:16:56 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>LUTAS E RESISTÊNCIAS</title>
         <author>pbaronep</author>
         <link>https://padlet.com/pbaronep/mulherpretabr/wish/2358429878</link>
         <description><![CDATA[<div>A mulher negra é o grande foco das desigualdades [sociais e sexuais] existentes na sociedade. É nela que se concentram esses dois tipos de desigualdade, sem contar com a desigualdade de classe, com a desigualdade social”, Lélia Gonzalez na reunião da Diretoria do Instituto de Pesquisa das Culturas Negras - IPCN - 1986 | 7Acervo JG/Foto Januário Garcia</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-27 04:18:38 UTC</pubDate>
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         <title>TRABALHO COMPLETO</title>
         <author>pbaronep</author>
         <link>https://padlet.com/pbaronep/mulherpretabr/wish/2358431784</link>
         <description><![CDATA[<div>Trabalho completo em que se pode ter acesso a todos os textos das chamadas acima de maneira integral.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-27 04:20:47 UTC</pubDate>
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         <title>DADOS ESTATÍSTICOS</title>
         <author>pbaronep</author>
         <link>https://padlet.com/pbaronep/mulherpretabr/wish/2359915929</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Mercado de Trabalho<br><br></strong>- Mulheres brancas recebem 70% a mais que mulheres pretas.<br>- 43% das mulheres pretas que trabalham ocupam postos de trabalho informais.<br>- 32% das jovens pretas não estudam nem trabalham.<br>- Das 49 milhões de mulheres pretas em idade para trabalhar, apenas metade está inserida no mercado de trabalho.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-28 01:33:50 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>DADOS ESTATÍSTICOS</title>
         <author>pbaronep</author>
         <link>https://padlet.com/pbaronep/mulherpretabr/wish/2359917494</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Mercado de Trabalho<br><br></strong>- Mulheres brancas recebem 70% a mais que mulheres pretas.<br>- 43% das mulheres pretas que trabalham ocupam postos de trabalho informais.<br>- 32% das jovens pretas não estudam nem trabalham.<br>- Das 49 milhões de mulheres pretas em idade para trabalhar, apenas metade está inserida no mercado de trabalho.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-28 01:35:02 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>DADOS ESTATÍSTICOS</title>
         <author>pbaronep</author>
         <link>https://padlet.com/pbaronep/mulherpretabr/wish/2359917675</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Vulnerabilidade<br><br></strong>- Entre as mulheres presas, 68% são pretas.<br>- Mulheres pretas são as mais afetadas pela falta de saneamento básico no Brasil: 40% possuem escoamento sanitário inadequado.<br>- 63% das casas chefiadas por mulheres negras estão abaixo da linha da pobreza.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-28 01:35:10 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>DADOS ESTATÍSTICOS</title>
         <author>pbaronep</author>
         <link>https://padlet.com/pbaronep/mulherpretabr/wish/2359917840</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Educação</strong><br><br>- Professoras pretas representam 3% do corpo docente do país.<br>- Entre os indivíduos que não concluíram a educação básica, 71% são negros.<br>- Apenas 18% das pessoas pretas frequentam a universidade, contra 37% entre as pessoas brancas.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-28 01:35:19 UTC</pubDate>
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         <title>CAMINHOS PARA O FUTURO</title>
         <author>pbaronep</author>
         <link>https://padlet.com/pbaronep/mulherpretabr/wish/2359962406</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Interseccionalidade<br><br></strong>Segundo a Professora Lívia Maria Terra a "interseccionalidade é uma ferramenta que permite ampliar a compreensão dos elementos produtores da desigualdade social. Considerando a desigualdade como fenômeno inerente ao modo de produção capitalista, a chave da interseccionalidade nos permite perceber como a raça, o gênero, a classe social e a geração agravam a condição de ser mulher negra no mundo contemporâneo".</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-28 02:12:29 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>CAMINHOS PARA O FUTURO</title>
         <author>pbaronep</author>
         <link>https://padlet.com/pbaronep/mulherpretabr/wish/2359966839</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Masculinidade Positiva<br><br></strong>Danival Pereira Dias nos trás luz quanto ao comportamento da "masculinidade positiva", que, se contrapõe a "masculinidade hegemonica", de forma que "discutir a importância da masculinidade positiva para a existência de um mundo mais equânime, seguro, dotado de igualdade de gênero e consequentemente antimachista,<br>provido de respeito e diversidade, lastreado pelos Direitos Humanos.</div>]]></description>
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      <item>
         <title>CAMINHOS PARA O FUTURO</title>
         <author>pbaronep</author>
         <link>https://padlet.com/pbaronep/mulherpretabr/wish/2359974342</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Educação<br><br></strong>Efigênia Alves Neres aborda a modalidade EJA e, indica que esse modelo de educação é "uma política pública que visa à inclusão social da população afrodescendente e garantia do direito a educação". Portanto, a autora defende o modelo como "direito humano e política de ação afirmativa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-28 02:21:48 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>CAMINHOS PARA O FUTURO</title>
         <author>pbaronep</author>
         <link>https://padlet.com/pbaronep/mulherpretabr/wish/2359979443</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Lideranças<br><br></strong>PEREIRA e MELO desenvolveram estudos, projetos e ações no Maranhão que buscavam formar "Lideranças Negras Femininas" buscando vencer os "Desafios para uma Construção da Igualdade de Gênero". Todos os esforços seguiram com o objetivo de "contribuir para a formação de lideranças femininas no interior do estado como força de promoção de relações de gênero mais equânimes.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-28 02:25:52 UTC</pubDate>
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