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      <title>Portfólio de aprendizagem by Matheus Zúñiga</title>
      <link>https://padlet.com/Matheuszs/uchaz5e9003yft53</link>
      <description>Por Matheus Zúñiga :D - 07D</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-04-06 02:00:30 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2022-05-25 02:24:54 UTC</lastBuildDate>
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         <title>A crítica em tempos de pós-verdade</title>
         <author>Matheuszs</author>
         <link>https://padlet.com/Matheuszs/uchaz5e9003yft53/wish/2131829424</link>
         <description><![CDATA[<div>No começo da disciplina de crítica de mídia e políticas editoriais, estudamos e debatemos o que é a pós-verdade e a influência que ela tem no nosso dia-a-dia.<br><br>Atualmente, vemos que as pessoas tem cada vez mais problemas debatendo diferentes pontos de opinião, ou seja, reina a mentalidade de "ou você está comigo, ou contra mim".<br><br>A pós-verdade é uma narrativa criada por alguém ou algum grupo que tem algum interesse maior com isso (normalmente político). O objetivo é manter o público alvo dentro de uma espécie de "realidade paralela", na qual a verdade, ao invés de serem fatos concretos baseados no que verdadeiramente acontece no mundo, é apenas uma fantasia, que alimenta os desejos e medos das pessoas. Sentimentos como raiva e pavor, para que elas se sintam confortáveis com seus semelhantes nesse mundo falso criado e dispostas a enfrentar com garras e dentes quem pensa diferente, o que, em larga escala, é uma ameaça à democracia como a conhecemos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-06 02:28:49 UTC</pubDate>
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         <title>Metodologias de análise de mídia </title>
         <author>Matheuszs</author>
         <link>https://padlet.com/Matheuszs/uchaz5e9003yft53/wish/2131843416</link>
         <description><![CDATA[<div>A análise de conteúdo e discurso são as duas principais formas.<br><br>A primeira fala sobre hábitos e costumes do jornalismo na maneira como o seu conteúdo é redigido. Alguns exemplos disso seriam o tratamento dado a minorias nas matérias, sensacionalismo, estereótipos regionais, a imagem da mulher em revistas masculinas, características da editoria de entretenimento, e etc.<br><br>A de discurso é sobre o emprego da linguagem no produto, apresentando como há várias maneiras várias coisas diferentes, porém com as mesmas palavras toda vez (estudo dos sentidos). Também é possível alterar o sentido de uma mensagem através da voz que a passa ao público, ressaltando a importância da imagem do locutor (estudo das vozes).<br><br>Foi bom aprender sobre esses tópicos para poder olhar mais criticamente para a nossa própria profissão, algo que muitos jornalistas ignoram, no auge de seu orgulho profissional.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-06 02:39:51 UTC</pubDate>
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         <title>Valores profissionais e critérios de qualidade</title>
         <author>Matheuszs</author>
         <link>https://padlet.com/Matheuszs/uchaz5e9003yft53/wish/2131863748</link>
         <description><![CDATA[<div>Esse foi um exercício bem interessante. Ouvimos sobre os fundamentos e princípios de nossa profissão desde o início do curso. Valores como democracia, verdade, liberdade e pluralidade sempre vêm a minha cabeça quando penso na nossa profissão, que me faz lembrar do impacto que podemos ter na nossa sociedade. Para mim, Jornalismo é um chamado, não um trabalho e esses valores são o que me guiam agora e sempre me guiarão indo adiante.<br><br>Através da enquete formulada pelo professor, foi bacana ver os principais valores para os colegas também e debater Jornalismo em sua essência com alguns de meus pares. Assim, eu percebo a força da nossa unidade e como a nossa missão não uma que pode ser alcançada sozinha.<br><br>Alguns valores que não são muito comentados, como engajamento, por exemplo, foram essenciais para mim nesses bate-papos, porque, pelo menos a mim, me ajudou a olhar o que eu faço por uma outra perspectiva: a do público. Muitos não sabem bem o que um jornalista faz, pensando que é um mero informante, ou, nas piores das hipóteses, um conspiracionista e blogueiro glorificado.<br><br>Essas duas imagens são normalmente promovidas por políticos, ultimamente cada vez mais e mais, pois, como alguns sabem, existe um ditado que é "todo governo gosta de um imprensa dócil". Se a imprensa não for combativa, a democracia não funciona (o que volta ao tópico da pós-verdade, tangencialmente). Como podemos mudar isso, num país com pouca educação midiática? Simples: vendo através do público, SENDO o público.<br><br>Precisamos melhorar o nosso engajamento, buscando entender o que as leva as pessoas a não gostarem de nós e do nosso trabalho, assim como também entender que só dizer que somos "importantes" não é mais o suficiente. Mudar a linguagem, poderia ser um caminho, assim como equilibrar bem o interesse do público com o interesse público.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-06 02:55:16 UTC</pubDate>
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         <title>Construção da realidade e responsabilidades coletivas</title>
         <author>Matheuszs</author>
         <link>https://padlet.com/Matheuszs/uchaz5e9003yft53/wish/2194904313</link>
         <description><![CDATA[<div>Essa trilha foi bem eficaz para gerar um sentimento maior de camaradagem entre mim e os meus colegas de grupo. A maioria deles são pessoas com quem eu normalmente não tenho muito contato no meu dia-a-dia.<br><br>Esse sentimento de camaradagem é algo que eu sinto particularmente falta em boa parte das grandes redações. Muitas vezes presos a uma hierarquia antiga, os jornalistas acabam por se esquecerem do seu papel de transformação social, passando a encarar o seu serviço como simplesmente um trabalho mecânico, repleto de amarras burocráticas e com falta de vontade em buscar realizar uma mudança.<br><br>A trilha 4 me mostrou que ainda existem aqueles que querem causar um bom impacto e alterar os rumos da profissão. As propostas podem não ser perfeitas e muitas ainda tem bastante burocracia, mas já é um começo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-23 00:18:21 UTC</pubDate>
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         <title>Presente e futuro do jornalismo: propósito de vida e carreira</title>
         <author>Matheuszs</author>
         <link>https://padlet.com/Matheuszs/uchaz5e9003yft53/wish/2194905205</link>
         <description><![CDATA[<div>No momento em que escrevo esta nota, eu ainda não encontrei o meu ikagi. Recentemente, devido a uma série de acontecimentos na minha vida, tanto do lado pessoal quanto profissional, eu me encontro questionando os meus próprios valores e sonhos quase a todo instante.<br><br>Finalmente, depois de tanto tempo tentando, consegui entrar em uma redação para estagiar. O início foi bem animador, quando tudo era novidade e eu me sentia com vontade de experimentar e ir atrás de absolutamente qualquer coisa que me aparecesse pela frente. Esse sentimento foi intenso, mas durou somente pouco mais de um mês, que é há quanto tempo estou no estágio neste momento.<br><br>Conversando mais com os profissionais na redação, muitos destes que passaram pelo mesmo processo de estágio que eu, e observando as suas rotinas e comportamentos, comecei a questionar se esse lugar é realmente o certo para mim. Jornalismo sempre foi uma ferramenta de mudança na minha cabeça. Algo maior que uma profissão até, se aproximando mais de uma causa, ou um chamado.<br><br>Eu imaginava que a redação seria o ápice dessa experiência, simplesmente pelo acesso a tantas pessoas que eu teria, por fazer agora parte da grande mídia, mesmo que de uma forma pequena, por enquanto. Mas, estando lá, eu vi que não é bem assim. É tudo muito mecânico, burocrático e produzido de uma forma que, honestamente, eu não sinto uma aproximação das pessoas, do cidadão comum.<br><br>É um meio que precisa desesperadamente de mudança, mas eu não sei por onde começar e nem se sou capaz de começar. O ritmo industrial não combina com a minha forma de pensar e produzir, algo que já ficou bem claro para mim, evidenciado pelos meus desentendimentos com meu chefe, que tem ficado cada vez mais frequentes. Eu me sinto vazio.<br><br>Não sei qual é o meu caminho mais. Ainda tenho a esperança de que, com o passar do tempo, eu consiga aprender e me adaptar a esse ambiente, ao mesmo tempo que consigo deixar passar um pouco da minha personalidade no trabalho. Não quero ser apenas mais um que vai continuar fazendo o que sempre foi feito e que, pra mim, é evidente que não seguirá funcionando para sempre. Se eu não me encaixar, terei que reavaliar minhas opções e descobrir o que fazer exatamente.<br><br>Quero continuar como jornalista, do fundo do meu coração, eu tenho essa certeza. Eu só não sei se isso origina de uma vontade maior de ainda querer buscar fazer um bem com a minha profissão, mesmo que um pouco desiludido, ou simplesmente por temer que pode não haver mais nada que eu saiba fazer.<br><br>Tudo que sei é que quero ser feliz, mas uma vida sem propósito é uma vida incompleta e, portanto, triste. Vou lutar com todas as minhas forças para descobrir a verdade sobre mim mesmo, seja lá qual for. Espero encontrar meu ikagi algum dia.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-23 00:19:14 UTC</pubDate>
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