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      <title>Estado e Violência by Ana Carolina Cavalcanti de Medeiros</title>
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      <description>Criem um mural coletivo de informações e insights relevantes sobre um dos dois temas a seguir.  Não deixe de anotar fontes para futuras pesquisas. </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-12-11 10:53:13 UTC</pubDate>
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         <title>Jusbrasil</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>1) <strong>Organização paramilitar</strong>. Paramilitar é aquela que “caminha ao lado” da militar, em situação ilegal. Possui a estrutura da organização militar, sem ser militar. Assemelha-se à estrututura militar, podendo haver hierarquia, armamento, planejamento de ataque etc.</p><p>2) <strong>Milícia particular.</strong> Milícia significa batalhão, polícia. A milícia particular se refere a um grupo menor de agentes criminosos que se reúnem inicialmente para fornecer “segurança” (vulgarmente conhecido como “bico”) e depois passa a extorquir uma determinada população. Em alguns casos pode por exemplo, ser formada por policiais militares, como no caso do Estado do Rio de Janeiro. Existe uma semelhança grande entre as expressões <em>organização paramilitar </em>e <em>milícia particular.</em></p><p>3) <strong>Grupo.</strong> É o conceito mais genérico do art. 288-A, referindo apenas à união ou conjunto de pessoas. O art. 121, § 6º fornece o exemplo, falando em grupo de extermínio, ou seja, aquele destinado a ceifar a vida das pessoas.</p><p>4) <strong>Esquadrão.</strong> No conceito militar refere-se a uma unidade da cavalaria, do exército blindado etc. O termo se vincula a uma reunião de pessoas quantitativamente maior que o grupo. O esquadrão pode ser exemplificado na organização criminosa formada no interior dos estabelecimentos penitenciários ou em São Paulo, com o chamado “esquadrão da morte”.<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.jusbrasil.com.br/artigos/aspectos-criminais-e-processuais-do-crime-de-constituicao-de-milicia-privada/121941055">https://www.jusbrasil.com.br/artigos/aspectos-criminais-e-processuais-do-crime-de-constituicao-de-milicia-privada/121941055</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-11 14:38:47 UTC</pubDate>
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         <title>pesquisa estado e interações com milícia</title>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-12-11 14:40:08 UTC</pubDate>
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         <title>Perfil da Violência Policial - Agência Brasil</title>
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         <description><![CDATA[<p>Quase 90% dos mortos por policiais em 2023 eram negros</p><p><br></p><p>“O perfil do suspeito policial é fortalecido nas corporações. O policial aprende que deve tratar diferente um jovem branco vestido de terno na cidade e um jovem negro de bermuda e chinelo em uma favela. A questão é: 99,9% dos jovens negros das favelas e periferias estão de bermuda e chinelo. E todos passam a ser vistos como perigosos e como possíveis alvos que a polícia, se precisar, pode matar”</p><p><br></p><p>"A partir da análise dos microdados dos boletins de ocorrência, o Fórum Brasileiro de Segurança Pública traçou o perfil das vítimas da letalidade policial no Brasil em 2023. Segundo o relatório, a quase totalidade é de homens (99,3% dos casos)"</p><p><br></p><p>"No que se refere à idade, 71,7% das vítimas são adolescentes e jovens, percentual mais elevado do que entre as vítimas de homicídios, em que 47,4% tinham até 29 anos" </p>]]></description>
         <enclosure url="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2024-11/quase-90-dos-mortos-por-policiais-em-2023-eram-negros-diz-estudo" />
         <pubDate>2024-12-11 14:40:19 UTC</pubDate>
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         <title>Polícia do RJ foi responsável por quase 30% das mortes violentas no estado em 2022</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>As polícias do estado do Rio de Janeiro mataram 1.327 pessoas no ano de 2022, isso representa 29,7% de todas as mortes violentas na federação. Ou seja, as forças policiais são responsáveis por um terço da violência letal.&nbsp;Os dados foram divulgados pelo Instituto de Segurança Pública (ISP) no último dia 19.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.brasildefato.com.br/2023/01/31/policia-do-rj-foi-responsavel-por-quase-30-das-mortes-violentas-no-estado-em-2022" />
         <pubDate>2024-12-11 14:40:20 UTC</pubDate>
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         <title>Violência policial se torna desafio para Derrite ser candidato em 2026</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A violência policial representa um desafio significativo para o secretário de Segurança Pública, Guilherme Derrite, caso ele deseje consolidar sua candidatura para cargos políticos de destaque em 2026, como o Senado ou o governo do estado de São Paulo. Esse tema é particularmente delicado em um contexto onde há crescente atenção pública e pressão para a reforma das instituições policiais no Brasil.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-11 14:40:53 UTC</pubDate>
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         <title>Jogo do bicho + Milícia.</title>
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         <description><![CDATA[<p>Explicação e resumo do primeiro episódio da série: <a rel="noopener" href="https://globoplay.globo.com/vale-o-escrito-a-guerra-do-jogo-do-bicho/t/QJbzp1t9X5/"><em>Vale o Escrito – a guerra do jogo do bicho. </em></a>Retrata a conexão do jogo do bicho com a milícia.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://jornal.usp.br/articulistas/bruno-paes-manso/jogo-do-bicho-a-origem-das-dinastias-do-crime-no-rio/" />
         <pubDate>2024-12-11 14:41:12 UTC</pubDate>
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         <title>Mídia e violência: Como os jornais retratam a violência e a segurança pública no Brasil.</title>
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         <description><![CDATA[<p>A análise é relevante para o tema da violência policial, pois destaca a dependência da mídia de fontes policiais e a falta de contextualização, o que limita uma abordagem crítica. A falta de dados e a predominância de narrativas individuais dificultam a exposição sistêmica do problema, comprometendo o debate público sobre direitos humanos e segurança.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://cesecseguranca.com.br/boletim/midia-e-violencia-como-os-jornais-retratam-a-violencia-e-a-seguranca-publica-no-brasi/" />
         <pubDate>2024-12-11 14:41:13 UTC</pubDate>
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         <title>Mais polícias nas ruas, mais homicídios</title>
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         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://g1.globo.com/monitor-da-violencia/noticia/2024/03/12/mais-policias-nas-ruas-mais-homicidios.ghtml" />
         <pubDate>2024-12-11 14:41:48 UTC</pubDate>
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         <title>Relação entre as milícias e o tráfico</title>
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         <description><![CDATA[<p>Desde a CPI, o perfil das milícias mudou bastante. Se no início se vendia a ilusão de que elas protegeriam moradores do Rio das facções do tráfico, hoje alguns desses grupos se aliaram a eles</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2023/11/13/o-que-sao-as-milicias-que-surgiram-como-solucao-e-causam-terror-no-rio.htm?cmpid=copiaecola">https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2023/11/13/o-que-sao-as-milicias-que-surgiram-como-solucao-e-causam-terror-no-rio.htm?cmpid=copiaecola</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-11 14:42:17 UTC</pubDate>
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         <title>Em 40 anos, milícia mudou de cara e se aliou ao tráfico; entenda o vaivém do crime organizado no RJ
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-12-11 14:43:08 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<p>"Quase morri na mão de um policial que estava desequilibrado. Não tem o que falar. O que passou na mente dele pra ele me jogar da ponte?"… - Veja mais em <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2024/12/08/homem-pm-agressao-sp-dezembro.htm?cmpid=copiaecola">https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2024/12/08/homem-pm-agressao-sp-dezembro.htm?cmpid=copiaecola</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-11 14:44:22 UTC</pubDate>
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         <title>A violência policial é expressão do racismo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>No estado de São Paulo, as polícias mataram mais de uma pessoa por dia ao longo de 2022, totalizando 414 casos, segundo balanço da Secretaria de Segurança Pública. Dessas, 62,5% foram identificadas como pessoas negras. Em janeiro deste ano, foram 37 mortes classificadas como “intervenção policial”.</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2023-03/violencia-policial-e-expressao-do-racismo-em-diversas-partes-do-mundo">https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2023-03/violencia-policial-e-expressao-do-racismo-em-diversas-partes-do-mundo</a></p>]]></description>
         <enclosure url="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2023-03/violencia-policial-e-expressao-do-racismo-em-diversas-partes-do-mundo" />
         <pubDate>2024-12-11 14:45:01 UTC</pubDate>
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         <title>República das Milícias</title>
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         <description><![CDATA[<p>Por Bruno Paes Manso, ex repórter do Estado de S.P</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-11 14:46:37 UTC</pubDate>
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         <title>Livro - Bala Perdida</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Coletânea que reúne vozes distintas, como psicanalistas, pesquisadores e ativistas, para abordar a complexa problemática da violência policial no Brasil. Desde análises críticas sobre a mídia até reflexões sobre desmilitarização e direitos humanos, oferece uma visão abrangente sobre um tema crucial.</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.boitempoeditorial.com.br/produto/bala-perdida-152475?srsltid=AfmBOopvq7X_5pRw2exaa383cKY48ymGED0y15ZWEawoPnnlB_CIGujf">https://www.boitempoeditorial.com.br/produto/bala-perdida-152475?srsltid=AfmBOopvq7X_5pRw2exaa383cKY48ymGED0y15ZWEawoPnnlB_CIGujf</a> </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-11 14:46:58 UTC</pubDate>
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         <title>Mundo do Crime: A Ordem pelo Avesso</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>O livro <em>"Mundo do Crime: A Ordem pelo Avesso"</em>, de José Cláudio Souza Alves, analisa a origem e a consolidação do crime organizado no Rio de Janeiro, destacando como fatores históricos, sociais e econômicos contribuíram para sua ascensão. A obra explora o impacto das políticas públicas excludentes e do processo de urbanização desordenada, que relegaram grande parte da população a condições precárias nas favelas, criando um ambiente propício para o desenvolvimento de atividades ilícitas. Alves examina as relações entre o poder público, as elites econômicas e as organizações criminosas, evidenciando como essas dinâmicas moldaram a violência urbana e a complexidade das redes criminosas. O autor também aborda como a presença do Estado nas áreas mais vulneráveis frequentemente se manifestou por meio da repressão, em vez de políticas sociais inclusivas, perpetuando ciclos de exclusão e contribuindo para a legitimidade do crime organizado como uma forma alternativa de governança nas comunidades.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://books.scielo.org/id/4dp27/pdf/ramalho-9788599662267-02.pdf?" />
         <pubDate>2024-12-11 14:50:23 UTC</pubDate>
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