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      <title>Relatório da Palestra &quot; Os Impactos do Racismo para as Famílias dos Territórios Periféricos&quot; by ACE1 projeto de extensão</title>
      <link>https://padlet.com/aceprojetodeextensao/ubxp8upq1816yv54</link>
      <description>Mini Curso Online no dia 30/06 que teve como tema &quot;Os Impactos do Racismo para as Famílias dos Territórios Periféricos&quot; ministrada pela Professora Marli de Araújo Santos</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-07-02 16:29:12 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-11-15 13:51:33 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Relatório sobre o minicurso online: Os impactos do Racismo para as famílias dos territórios periféricos.</title>
         <author>vitoriameireles</author>
         <link>https://padlet.com/aceprojetodeextensao/ubxp8upq1816yv54/wish/2235606404</link>
         <description><![CDATA[<div>Aluna: Vitória Regina de Carvalho Meireles</div><div><br></div><div>No dia 30 de junho de 2022 foi ofertado um minicurso online para a turma de Serviço Social, na disciplina de ACE II – matéria ministrada pela Professora Dra. Márcia Iara. Foi um debate essencial com a temática “Os impactos do Racismo para as famílias dos territórios periféricos” e teve como convidada a Professora Dra. Marli de Araújo Santos, coordenadora do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros e Indígenas (NEABI/UFAL).<br><br></div><div>A palestrante trouxe todo o contexto histórico da escravidão, mostrando como a população africana foi sequestrada de seu continente para servir à lógica branca burguesa. Ainda, após o período da escravização, ela explicou a formação das áreas periféricas como estratégia do capitalismo para manter a população negra à margem da sociedade, pois esse público não conseguia emprego, devido ao racismo estrutural, e, consequentemente, era deslocado para as zonas mais pobres e sem saneamento básico.<br><br></div><div>Além disso, ela mostrou a dívida histórica causada pelo racismo, como a falta de acesso à educação que prevalece até os dias atuais, marcada pela formação das universidades ser em sua maioria de alunos e professores brancos. Ainda, há uma ausência de ocupação de cargos mais altos pela população negra, de modo a mostrar que a branquitude não deixou de ser dominante política e economicamente.&nbsp;<br><br></div><div>Ademais, ela trouxe importantes reflexões como o papel de “rainha do milho” nas escolas ser sempre ocupado por meninas brancas, de maneira a mexer com a autoestima das crianças e adolescentes negras. <br><br></div><div>Por fim, foi um momento muito esclarecedor, com um arcabouço teórico enriquecedor, citando Frantz Fanon, Angela Davis, Lélia Gonzalez, Silvio de Almeida e Sueli Carneiro, mostrando que o racismo é uma problemática estrutural e sistemática e essa discriminação se dá em todo os âmbitos da sociedade.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-02 17:00:31 UTC</pubDate>
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         <title>Os impactos do Racismo para famílias dos territórios periféricos</title>
         <author>erikaimbruglia19</author>
         <link>https://padlet.com/aceprojetodeextensao/ubxp8upq1816yv54/wish/2235619310</link>
         <description><![CDATA[<div>Erika Maria Imbruglia Ferreira Lima Torres<br><br>A palestrante Professora Dra Marli de Araújo discorreu de forma incrível e informativa o tema tratado. No primeiro momento ela falou sobre os territórios periféricos, falou também sobre as famílias e a agressão dos corpos negros femininos, e a violência contra jovens negros na periferia e fez um resgate de acontecimentos da escravidão.&nbsp;<br>Ela ressaltou que os territórios periféricos não aparecem do nada, é uma questão política e socioeconômica, que a maioria das pessoas que vivem nesses espaços são a classe trabalhadora e que na sua maioria são negros e negras. Na maioria das vezes usam para definir essas pessoas que vivem nesse território periférico de maneira ofensiva, essa definição cai em algumas violências verbais, como: bandidos, vagabundos e etc.&nbsp;<br>Na maioria das vezes quando se vai fazer uma conceituação da história é sempre em uma perspectiva branca, a questão do racismo no Brasil é estrutural, e é uma forma de marcação e que marca do corpo negro. Já nos Estados Unidos, a questão do racismo é por sangue. E no Brasil á violação de corpos, através da supervalorização da miscigenação que sexualiza as mulheres negras. Não tem como desassociar o racismo, o capitalismo e o patriarcado. Porque os três estão unidos nessa violência contra as pessoas, que são violentadas de várias formas.<br>A professora falou sobre os 338 anos de abolição da escravidão no Brasil, onde falou também sobre o apagamento de autores e artistas negros, que isso tem uma naturalização na sociedade capitalista. Ela citou alguns autores, como Sílvio de Almeida, Fátima Lucena e entre outros. Ela falou sobre Fátima Lucena, que tem uma discussão sobre raça e falou que a autora explicou a definição de raça e que é biológico, mas a partir do século 17 essa definição vai ser utilizada para discriminar. E sobre esse apagamento e racismo, podem se manifestar de maneira consciente e inconsciente.&nbsp;<br>No território periférico a pessoas brancas, porém o capitalismo prefere usar pessoas negras para criar desigualdades e manter sua dominação política e socioeconômica. Falou sobre o desmanche da família negra, principalmente no período da escravidão, onde separavam as mulheres de seus maridos e filhos, vendiam como mercadoria cada um, falou sobre a chegada dos imigrantes e a criação de leis que definia onde os negros iriam ficar, e eles foram arrastados para o morro que hoje é a periferia, isso aconteceu 20 anos depois do fim da escravidão.<br>No território periférico a grandes potencialidades como músicos, artistas, autores e entre outros. Ressaltou dos anos de 1950 e 1960 a criação das “favelas”, e sobre o inchaço urbano que ocasionou isso. Já sobre a ditadura, quem ocupava os postos de trabalho eram os estrangeiros, nessa época tinha o pensamento de “embranquecimento” da população do Brasil. Deram terras a esses estrangeiros brancos e para os negros não. O sul do Brasil é onde contém mais racistas até hoje.&nbsp;<br>Por fim, o colonizador, ele rompe famílias e o negro torna-se mercadoria, desumaniza a relação de família e o negro nessa sociedade nunca foi considerado humano, na maioria das vezes trabalha de forma informal e nos piores empregos. Ela falou também sobre questão do estupro ser uma estratégia de controle dos corpos femininos, onde o Brasil foi fundado no estupro. Porque desde o processo de colonização as meninas e mulheres negras são estupradas, que são até hoje desde a escravidão. Continuou também sobre a violência letal, onde só por ser negro no Brasil, para algumas pessoas, já é algo de suspeita e motivo para agressão, a visão do racismo é muito forte, porque a visão é totalmente preconceituosa e tem uma naturalização da morte de pessoas negras. E são considerados a classe perigosa, mas não podemos esquecer que a periferia e o racismo são resultado da questão social.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-02 17:56:25 UTC</pubDate>
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         <title>Relatório do Minicurso: &quot;Os impactos do Racismo para as famílias dos territórios periféricos&quot;</title>
         <author>larissacsantunes</author>
         <link>https://padlet.com/aceprojetodeextensao/ubxp8upq1816yv54/wish/2236670952</link>
         <description><![CDATA[<div>Aluna: Larissa Cristina Santos Antunes<br><br>O minicurso online: Os impactos do Racismo para as famílias dos territórios periféricos ocorreu no dia 30 de junho de 2022, das 9h às 11h, no canal do YouTube Proteção Integral, com mediação da Prof. Dra. Márcia Iara e apresentação da Prof. Dra. Marli de Araújo Santos.&nbsp;</div><div><br></div><div>No primeiro momento a palestrante trouxe um panorama sobre a periferia e sua relação com a formação socioeconômica brasileira, abordando a construção social do racismo a partir dessa formação colonizadora, opressora e capitalista, voltada aos interesses da classe dominante e negligenciando a classe trabalhadora, majoritariamente preta e periférica. Foi referenciado o autor Silvio Almeida e sua definição de raça e racismo, destacando o racismo como discriminação sistemática e exemplificando o mesmo com a ausência de professores/as pretas nas universidades, assim como em diversos outros espaços.&nbsp;</div><div><br></div><div>É necessário compreender que o Brasil é um país racista e que tem sua formação sócio histórica baseada na manutenção do privilégio dos brancos, estabelecendo um processo histórico de discriminação, fruto dos quase 400 anos de escravidão e da ideia de inferioridade e marginalização das pessoas pretas, que hoje enfrentam diversas expressões dessa construção social racista, como a questão do território, resultado da formação sócio econômica em que seus moradores estão inseridos. A periferia ou favela é fruto do processo de industrialização em conjunto com a abolição da escravidão, nesse cenário os morros se tornam a alternativa de moradia para essas pessoas, que além de não terem onde morar sofrem com a marginalização por meio de Leis, como a Lei dos vagabundos e a criminalização do samba, reafirmando o local imposto a pessoas pretas pós abolição.</div><div><br></div><div>A periferia é majoritariamente ocupada por pessoas negras, resultado do processo de exclusão social pós abolição da escravidão, esse processo é fruto do sistema de produção capitalista que designou as crianças abandonados a periferia, colocando a criança preta, em sua maioria meninos, em um lugar de marginalização, o que se reflete nas políticas desenvolvidas historicamente pelo Estado, que não fornecia saúde nem educação a essas crianças mas sim o lugar de marginalização e violência, retrato da antiga FEBEM.&nbsp;</div><div><br></div><div>A palestrante abordou diversos temas essenciais para compreensão da formação social do Brasil, incluindo os abusos sexuais sofridos historicamente por mulheres pretas, que desde que foram trazidas de seus países de origem vem sendo violentadas, a Prof. Dra. Marcia Iara também destacou o 18 de maio e o perfil das meninas majoritariamente vitimas de abuso sexual no Brasil. Por fim, fica claro que a favela é uma das expressões da desigualdade socioeconômica do país, resultado da construção social e política do Brasil mas também do racismo sofrido historicamente pelas famílias periféricas.&nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-04 19:46:34 UTC</pubDate>
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         <title>Minicurso, Relatório: “Os impactos do Racismo para famílias dos territórios periféricos”. Lohanne Lourenço Montenegro</title>
         <author>lohannewanderley</author>
         <link>https://padlet.com/aceprojetodeextensao/ubxp8upq1816yv54/wish/2236711954</link>
         <description><![CDATA[<div>Uma palestra de grande importância para nossa formação diante de um cenário pandêmico de tantas opressões e violências, retrocessos da sociedade brasileira em populações mais afetadas pelas desigualdades. Grande importância para nós participação de usuários do serviço e da mobilização de populações, para qualificar as políticas públicas fortalecendo a rede de atendimento para alcançar um maior público, com auxílio de uma educação antirracista.&nbsp;</div><div>Tratando dos desafios na sociedade brasileira e seus processos capitalistas, precariedade no trabalho, difícil acesso a saúde, marginalização, exclusão social, vulnerabilidade social e econômica. A partir das análises históricas feitas e das origens de uma sociedade colonial e escravista, que desde os primórdios trata o racismo como algo infundado na hierarquia e normalizado na sociedade, nessa realidade árdua a dinâmica da luta de classes, luta pelos direitos, pelo território, pelo direito de viver e de ser respeitado se torna muito mais penosa para a população negra e periférica. A periferia sendo intrínseco ao racismo, a questão racial no brasil, marcado em traços do povo, mesmo com a miscigenação, uma ligação entre racismo, capitalismo e patriarcado, um ciclo de dependência. Racismo epistemológico, ligado ao apagamento da cultura negra, citando Silvio Almeida para destacar este ponto racial, onde o racismo é uma forma sistemática de privilégios e opressões, discriminações e hierarquias. Presente em todos os aspectos da vida sendo indispensável esta discussão dos racismos.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-04 21:57:11 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Relatório do Minicurso: &quot;Os impactos do Racismo para as famílias dos territórios periféricos&quot;</title>
         <author>stephanyalbuquerque</author>
         <link>https://padlet.com/aceprojetodeextensao/ubxp8upq1816yv54/wish/2237361182</link>
         <description><![CDATA[<div>Aluna: Stephany Rayane Gomes Albuquerque<br><br>No dia 30 de junho de 2022, às 9h da manhã ocorreu um minicurso online, no canal do YouTube Proteção Integral, obteve como palestrante Professora e Doutora Marli de Araújo Santos, como mediadora Professora e Doutora Márcia Iara sobre o tema acima exposto.&nbsp;<br><br>&nbsp;A palestrante iniciou sua fala desconstruindo alguns conceitos sobre o racismo, explicitando que não pode separar a periferia do contexto histórico, trazendo os pressupostos da escravidão, dissociar que isso é um problema atual quando na verdade a discussão e luta e a história mostra que isso vem de séculos. Sabendo também que o racismo brasileiro é epistemológico – Que toda essa construção de favela e periferia já era um assunto que existia em discussão desde os ancestrais.&nbsp;<br><br></div><div>Revelou também que a Negritude é uma invenção de Branquitude , ou seja há uma hierarquização a partir da superiorizarão da branquitude que fora tornando um racismo sistemático, estrutural e institucional.&nbsp; O racismo está na estrutura histórica então está arraigado na estrutura da sociedade que se torna evidente por meio da linguagem, que sempre escancara uma inferiorização do intelecto, conceitos que está mais propenso a cometer crimes, entre outros. Esclareceu que na verdade o sistema fortalece e reproduz essa ideologia de hierarquia.&nbsp;<br><br></div><div>Capitalismo -&gt; Patriarcado -&gt; Racismo.&nbsp;<br><br></div><div>Favela -&gt; à como processo histórico, fim da escravidão sem nenhum tipo de inserção na sociedade, com a migração dos brancos para o Brasil pós a primeira guerra mundial, período de eugenia querendo embranquecer o Brasil dando até terra para os migrantes que viessem para o novo mundo, esclarecendo que o processo colonizador é ocupar, colocando seus padrões e tirando as que já tinham, ocuparam os espaços de trabalhos então os negros foram descartado sendo assim, foram formando os morros, cortiços o que contruíram transformando em favelas. São as expressões das desigualdades econômicas e políticas.&nbsp;<br><br></div><div>Periferia -&gt; à É um lugar de Poder, política, que foram determinados politicamente nesse processo do fim da escravidão quem iria pertencer á ele. Ou seja, já foi determinado pelo poder político desde o período de industrialização. &nbsp; Ela é negra e pobre, o que é necessária também porque majoritariamente a classe trabalhadora está na periferia. Mas Marli trouxe um fato interessante sobre uma lei denominada de Lei do vagabundo – criminalização do samba. Sabendo, pois, que as expressões como Candomblé, Samba, Rap, Bumba meu Boi são formas de resistência do movimento negro mas que já fora criminalizado e que até hoje carrega a naturalização dessa criminalização do que potencializa o negro. Trouxe exemplos de situações atuais para evidenciar que o racismo está igualmente feroz mas que com outras roupagens.&nbsp;<br><br></div><div>Por fim, trouxe o quanto a história do negro fora apagada sendo colocado como figurantes na história no qual foram protagonistas ela trouxe um ponto da história desconhecida das Abolicionistas: Mulheres negras vendia cocada para comprar a alforria de outros negros. Não era um movimento de brancos que promovia a alforria, mas sim essas mulheres que lutavam para conquistar a liberdade de seus irmãos, ou seja, a professora está desfigurando&nbsp; a história que nos foram contadas para entender que a história só&nbsp; é levada em conta de um ponto de vista.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-05 15:38:24 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Relatório da Palestra: &quot;Os Impactos do Racismo para as Famílias dos Territórios Periféricos&quot; </title>
         <author>rebecamaceno</author>
         <link>https://padlet.com/aceprojetodeextensao/ubxp8upq1816yv54/wish/2237376579</link>
         <description><![CDATA[<div>Aluna: Rebeca Carolina Santos Maceno<br><br>A Professora Marli de Araújo Santos, durante o minicurso realizado no dia 30 de junho de 2022, trouxe em pauta pertinentes questões acerca da relação entre racismo e a formação de territórios periféricos. A periferia, como destaca a professora, não pode ser pensada sem sua conexão ao racismo, ambos e suas ligações, por sua vez, devem ser pensados através de uma perspectiva histórica não branca.<br><br></div><div>Marly destaca que o racismo atravessa todas as esferas da vida das pessoas negras, a própria universidade é um espaço racista, na medida em que é historicamente dominada por brancos, se configurando, assim, como um espaço de poder.&nbsp;<br><br></div><div>A professora colocou durante a sua fala que a periferia não surge do nada, ela é determinada pelo sistema econômico, isto é, através de um processo histórico a população negra, pobre e criminalizada, foi sendo empurrada para territórios marginalizados, sendo os primeiros desses os morros, mais tarde denominados favelas. Logo, como explica Marly, a sociabilidade capitalista vai definindo quem viverá na periferia.<br><br></div><div>Desenvolvendo cada vez mais a palestra, a professora nos diz que a história brasileira também tende a apagar a participação negra, seja do processo de industrialização ou até mesmo da ditadura militar. Nota-se, portanto, que a população negra até mesmo na história se encontra nas margens. Até mesmo informações importantes como o fato de o trabalho informal começar com as tabueiras negras é pouco discutida.<br><br></div><div>Por fim, encaminhando-se para a conclusão, professora Marly reforça que a periferia não se constrói sozinha, pelo contrário, ela é um espaço definido por poder. Contudo, a periferia é, também, um espaço cheio de potências. &nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-05 16:07:03 UTC</pubDate>
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         <title>Relatório do minicurso &quot;Os impactos do racismo para as famílias dos territórios periféricos&quot;</title>
         <author>daniellesantana2</author>
         <link>https://padlet.com/aceprojetodeextensao/ubxp8upq1816yv54/wish/2237538212</link>
         <description><![CDATA[<div>Aluna: Danielle de Oliveira Santana<br><br>No dia 30/06 ocorreu um minicurso online transmitido pelo canal do Youtube Proteção Integral com o tema “Os impactos do Racismo para as famílias dos territórios periféricos”, com participação da Prof. Dra. Marli de Araújo Santos, coordenadora do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros e Indígenas (NEABI/UFAL) e mediação da Prof. Dra. Márcia Iara Costa.&nbsp;<br><br></div><div>Em primeiro momento, para contextualizar o fato de o racismo estar presente nas relações sociais, é necessário contextualizar com a formação social, histórica e econômica brasileira, isto é, uma formação colonizadora e opressora, um fato muito importante é que a conceituação da história é sempre pela perspectiva de uma pessoa branca. A palestrante relata como o racismo é presente em todas as esferas da sociedade, sendo sistemático, como exemplo, a universidade, expressando uma sociedade que nega o direito a educação aos negros. &nbsp;<br><br></div><div>A lógica da escravidão, que é os negros servirem e manterem o privilégio dos brancos, não se apaga com tanta facilidade, uma vez que o Brasil é estruturado por essa perspectiva e isso se expressa até mesmo no racismo científico, o qual acredita que o negro é intelectualmente inferior ao branco. O território periférico sendo majoritariamente composto por pessoas negras, se explica politicamente e historicamente, sendo assim, após a escravidão, os setores dominantes e “poderosos” determinaram um local para que os negros vivessem à margem da sociedade, sem direitos, como uma forma de os apagarem socialmente e embranquecer a sociedade. &nbsp;<br><br></div><div>No tocante à família, a palestrante relata que o colonizador ao escravizar e mercantilizar os corpos negros, rompe com a família. Portanto, todo o ideário afetivo de família só se aplica para as famílias brancas, já que é uma estrutura que foi roubada dos negros, como as mulheres negras tinham seus filhos roubados, como foram e são objetificadas até hoje, isso se expressa no perfil das meninas majoritariamente vítimas de abuso sexual. Em suma, foi uma palestra muito rica, principalmente no arcabouço teórico com informações extremamente necessárias.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-05 22:41:26 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Relatório sobre o minicurso online: Os impactos do racismo para as famílias dos territórios periféricos</title>
         <author>francilins27</author>
         <link>https://padlet.com/aceprojetodeextensao/ubxp8upq1816yv54/wish/2237726940</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Aluna: Franciely Rodrigues Lino<br><br>No dia 30 de junho, participamos do minicurso “Os impactos do Racismo para as famílias dos territórios periféricos com mediação da Prof. Dra. Marcia Iara. A palestra foi proferida pela&nbsp; Prof. Dra. Marli de Araújo Santos, coordenadora do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros e Indígenas (NEABI/UFAL). A palestra ocorreu na plataforma YouTube no canal Proteção Integral.</div><div><br></div><div>&nbsp;A palestrante iniciou sua fala destacando “que não podemos pensar o racismo em periferia fora da história” então ela traz o contexto&nbsp; social, histórico e econômicao da colonização brasileira, não podemos pensar o racismo&nbsp; sem considerar a maneira opressora da colonização.&nbsp;<br><br>Marli pontuou que todo conhecimento que temos de história é sempre a partir de uma conceituação branca e que os territórios periféricos do Brasil são negros devido a perpetuação da opressão. Foi citado pela palestrante alguns intelectuais negros, entre eles Silvio de Almeida que é uma referência recente na discussão de racismo, e que existe também um racismo epistemológico, ou seja um&nbsp; apagamento estrutural do conhecimento&nbsp; e invizibilizaçao de pessoas negras.</div><div><br></div><div>Marli cita a definição de raça e racismo de Silvio Almeida e destaca que o racismo é uma forma sistemática de discriminização e que essa discriminização vai se dar em todos os âmbitos da vida de pessoas negras, inclusive na universidade. A palestrante pontua que a universidade não foi feita para negros e que é lugar colonial de poder.</div><div><br></div><div>No decorrer da palestra Marli cita que admitir que somos um país racista é extremamente importante para&nbsp; a gente entender a questão do impacto na periferia, o Brasil se estrutura enquanto nação a partir de um viés que diz que pessoas negras são inferiores a pessoas brancas, que são menos inteligentes e que são mais propensas ao crime.</div><div>&nbsp;</div><div>Outro ponto importante abordado é que o capitalismo se apropria do racismo para sua manutenção, mas não significa dizer que ele não vai explorar pessoas brancas, a periferia é composta majoritariamente por pessoas negras que é fruto do processo de industrialização, discriminação racial&nbsp; que contribuiram para a marginalizaçao do negro na sociedade. A palestrante pontua que a periferia é ocupada pela classe trabalhadora brasileira e que é majoritariamente negra e essa classe trabalhadora é vista como vagabundos, malandros periféricos, é citado ainda a lei dos vagabundos, a criminalização do samba, o código de 1927&nbsp; e a FEBEM.<br>&nbsp;<br>Outro ponto importante citado é o apagamento do negro na ditadura, a definiçao de familia, que o afeto familiar só é&nbsp; aplicado a familia branca, de como as maes negras tinham seus filhos roubados e sao objetificados ate os dias de hoje.<br>Marli finaliza dizendo que a periferia não se constrói sozinha, a periferia é um espaço definido por poder e que na periferia também tem potências.&nbsp;</div><div><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-06 02:50:58 UTC</pubDate>
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         <title>Relatório sobre ominicurso online: Osimpactos do racismopara as famílias dosterritórios periféricos</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aceprojetodeextensao/ubxp8upq1816yv54/wish/2238145194</link>
         <description><![CDATA[<div>Aluno: Thomas Rijjo<br><br>Em 30 de junho tivemos a oportunidade de participar de mais uma palestra que compôs o minicurso online, a palestra teve a temática “ Os impactos do racismo para as famílias dos territórios periféricos” e ocorreu via YouTube por transmissão no canal da Proteção Integral.<br><br>A palestra teve mediação da Profa. Dra. Marcia Iara e tivemos como palestrante convidada a Profa. Dra. Mari de Araújo, coordenadora do núcleo de estudos Afro-Brasileiros e Indígenas NEABI/UFAL.<br><br>A palestrante iniciou a palestra ao abordar a importância de se pensar a historicidade do racismo, ao trazer um resgate histórico, econômico e social do processo de colonização brasileira que se deu em moldes opressores e excludentes em relação aos povos pretos. Marli reforçou ainda que essa conceituação de história que conhecemos hoje se dá a partir de uma perspectiva branca colonizadora.<br><br>Com isso até hoje existem reflexos sociais desses atos, que se reproduzem nos mais diversos âmbitos da sociedade, inclusive na universidade.<br><br>Ao explicar a formação dos territórios periféricos, a professora abordou o histórico de opressões e a herança escravocrata, que resultou na concentração da população negra em locais as margens da sociedade, com mínima ou nenhuma infraestrutura e falta de acesso aos direitos fundamentais, explicou ainda que isso funciona como uma estratégia na tentativa de embranquecer a sociedade ao afastar essa população.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-06 13:59:55 UTC</pubDate>
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         <title>Relatório da Palestra &quot;Os impactos do Racismo para as famílias dos territórios periféricos&quot;</title>
         <author>aliciavercosa</author>
         <link>https://padlet.com/aceprojetodeextensao/ubxp8upq1816yv54/wish/2238289398</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Aluna: Alícia Verçosa da Silva<br><br></strong>No dia 30/06/2022 a professora dra. Marli de Araújo Santos ministrou a palestra com o tema “Os impactos do Racismo para as famílias dos territórios periféricos”, realizada pelo Grupo de Pesquisa Redes, Questões Geracionais e Políticas Públicas, da Faculdade de Serviço Social da Universidade Federal de Alagoas.&nbsp;<br><br></div><div>Inicialmente, a professora Marli iniciou sua fala abordando o racismo como uma construção e que se insere nas relações sociais, o que se torna uma relação complexa que envolve a formação social e econômica brasileira, que é colonizadora, opressora e que faz parte do processo capitalista. Para pensar as questões dos impactos do racismo na vida das famílias periféricas, é preciso pensar essa formação, pois não se pode pensar o racismo e periferia fora da história. Marli prossegue falando sobre como toda a nossa história é moldada a partir de uma conceituação branca, o que deixa a realidade brasileira – onde os territórios periféricos são negros – em segundo plano. Em seguida, aborda a questão racial no Brasil, que tem um racismo de marca, e que possui expressões diferentes do racismo em outros países.&nbsp;<br><br></div><div>Baseando-se em Silvio de Almeida, a professora coloca que racismo é discriminação sistemática, que se dá em todos os âmbitos da vida de pessoas negras, como na universidade, por exemplo. Posteriormente, a palestrante coloca a importância do reconhecimento de que somos um país racista para entender a questão do impacto do racismo na periferia. Definindo periferia como território, Marli coloca a periferia como território que abriga majoritariamente pessoas negras, e que surge de acordo com uma determinação sócio-histórica. As periferias são conhecidas como favelas, que são locais que, historicamente, ficaram definidos o lugar de pessoas negras, que após a abolição estavam à mercê da sociedade e de leis que os criminalizavam. É na periferia, nas favelas, onde se encontra a classe trabalhadora brasileira, formada majoritariamente por pessoas negras, que são definidas logo de cara quando denominadas de periféricas, o que é fruto do racismo construído historicamente no Brasil.&nbsp;<br><br></div><div>Já perto de finalizar sua fala, professora Marli fala sobre a definição de família, que foi alterada no Brasil com o processo de colonização e escravização, o que possibilitou outros conceitos de família, como é o caso de mães com seus filhos vindo das periferias para os centros para buscar seu sustento. A professora finaliza dizendo que a saúde e a segurança pública, que impactam diretamente a vida da população negra periférica brasileira, são os impactos mais fortes que o racismo causa da vida dessas famílias.&nbsp;<br><br></div><div>A palestra foi enriquecedora e esclarecedora em todos os aspectos. O tema foi tratado de forma clara e coerente, nos possibilitando um maior entendimento acerca de uma questão extremamente importante, que está presente na formação sócio-histórica de nosso país e que impacta a vida de pessoas negras cotidianamente.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-06 18:16:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Relatório da Palestra: Os Impactos do Racismo para as Famílias dos Territórios Periféricos.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aceprojetodeextensao/ubxp8upq1816yv54/wish/2238417925</link>
         <description><![CDATA[<div>Autor(a): Letícia Mayra Ramalho Vieira<br>Na palestra ministrada no dia 30/06/2022, a professora Marli de Araújo Santos abordou as principais questões acerca dos impactos do racismo para as famílias dos territórios periféricos.<br><br>&nbsp;Inicialmente abrindo um debate sobre as raízes do racismo na história brasileira, a palestrante falou sobre a questão política, econômica e social do racismo em sua historicidade, para posteriormente mostrar aos ouvintes a grande questão do racismo institucionalizado no sistema e na cultura do nosso país, além de conectar o sistema capitalista, a desigualdade social e os caminhos traçados até o ambiente periférico, com fatos e argumentos que mostram como uma coisa está interligada à outra, e a necessidade de compreendê-las em conjunto.&nbsp;<br><br>Em conclusão, a professora relatou a imensa importância de nunca dispensar o debate destas questões, trazendo conjuntamente algumas reflexões a respeito de aspectos culturais enraizados na sociedade brasileira.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-06 23:59:22 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Relatório sobre o minicurso online: Os impactos do Racismo para as famílias dos territórios periféricos. Aluno: Vinicius Martins Lopes</title>
         <author>viniciuslopes14</author>
         <link>https://padlet.com/aceprojetodeextensao/ubxp8upq1816yv54/wish/2238463395</link>
         <description><![CDATA[<div>No dia 30 de junho de 2022 forma online, foi ofertado um minicurso online para a turma de Serviço Social, na disciplina de ACE II – matéria ministrada pela Professora Dra. Márcia Iara. O minicurso foi ministrado pela professora Dra. Marli de Araújo Santos, coordenadora do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros e Indígenas (NEABI/UFAL), a palestra teve como tema “Os impactos do Racismo para as famílias dos territórios periféricos”. Inicialmente a Dra. Falou sobre a questão do racismo estrutural, que está diretamente envolvido na formação econômica, social e histórica do brasil, visto que, o racismo está presente no dia a dia das universidades, que procuram trabalhar pensadores brancos e europeus, e demonstram a história em geral na perspectiva dos brancos colonizadores. Também explicou que a formação das áreas periféricas foi uma estratégia do capitalismo de manter a população negra separada da sociedade, pois não encontravam emprego e passavam a morar em locais distantes sem saneamento.<br><br></div><div>Por fim, a palestrante procurou nos mostrar como a história brasileira apaga a participação negra, em todos os momentos da história e com isso fica clara a dívida histórica causada pelo racismo, quando ainda nos dias atuais existem diversos cargos que não são ocupados por negros.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-07 00:54:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Relatório sobre o minicurso online: Os impactos do Racismo para as famílias dos territórios periféricos.</title>
         <author>ysllannelucas</author>
         <link>https://padlet.com/aceprojetodeextensao/ubxp8upq1816yv54/wish/2238681763</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Aluna: Ysllanne Wevylla Trindade Lucas<br></strong><br></div><div>&nbsp;</div><div>No dia 30 de junho de 2022 foi ofertada mais uma palestra do minicurso de ACE II com o tema “Os impactos do Racismo para as famílias dos territórios periféricos”, e foi ministrado com muita sabedoria pela professora Dra. Marli de Araújo Santos, coordenadora do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros e Indígenas (NEABI/UFAL).<br><br></div><div>Marli começou dizendo que não dá para pensar em periferia, racismo e família sem pensar na formação social e econômica brasileira, que é uma formação colonizadora e opressora. Portanto, não se pode pensar em racismo e periferia sem pensar em história!<br><br></div><div>Ela deixou claro que a materialidade histórica do racismo é indissociável do racismo, capitalismo e patriarcado, uma vez que um estrutura o outro. Foi abordado, também, como o estado brasileiro definiu do ponto de vista da política do poder onde seria o lugar dos negros pós abolição, assim como ele definiu durante o processo de escravidão. Ela ressaltou que o racismo tem um enorme impacto para com as famílias dos territórios periféricos principalmente no quesito saúde e saneamento básico.&nbsp;<br><br></div><div>Outro ponto abordado foi como corpos negros são feitos como mercadoria e como existe e existiu um processo de rompimento de estruturas familiares. Com isso, Dra. Marli disse uma frase muito impactante: “amor materno é um mito, ou ele só funciona com a mulher branca”. Por fim, ela falou da naturalização da morte de pessoas negras.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-07 05:12:34 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Relatório da palestra: “Os impactos do Racismo para as famílias dos territórios periféricos”. </title>
         <author>gabrielypassos10</author>
         <link>https://padlet.com/aceprojetodeextensao/ubxp8upq1816yv54/wish/2239214921</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Aluna: Gabriely Passos dos Santos.&nbsp;</strong></div><div>&nbsp; &nbsp; Antes de descrever como foi a experiência de aprendizagem referente aos impactos do Racismo para as famílias dos territórios periféricos, vale ressaltar que essa palestra foi inserida em um eixo temático maior, ou seja, trata-se de um conjunto de conhecimentos dentro do mesmo minicurso, já que o mesmo foi iniciado no dia 23/06/2022 com a temática geral de “Educação contra violências e opressões praticadas contra crianças” e teve continuidade no dia 30/06/2022 com a temática geral já descrita. O minicurso foi apresentado no canal do YouTube: Proteção Integral, de modo que foi desenvolvido pela professora doutora Márcia Iara (sendo essa a mediadora) e teve como palestrante, no dia 30/06/2022, a professora Marli de Araújo Santos.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; Dando início a palestra, a professora Marli de Araújo esclarece que o Racismo não nasce de um dia para o outro, ou seja, trata-se de uma construção que interfere nas relações sociais. Logo, é de extrema importância pensar nesse contexto histórico e social, inclusive no que diz respeito à colonização a partir do Capitalismo. No decorrer da palestra, a professora repete que o Racismo é sistemático e estrutural, ou seja, há uma espécie de “formalização de um conjunto de práticas institucionais, históricas, culturais e interpessoais dentro de uma sociedade que frequentemente coloca um grupo social ou étnico em uma posição melhor para ter sucesso e ao mesmo tempo prejudica outros grupos de modo consistente e constante causando disparidades que se desenvolvem entre os grupos ao longo de um período de tempo”.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; Visto isso, a palestrante dá continuidade e traz sobre a contribuição de Silvio Almeida para um projeto societário de uma população antirracista. A palestrante aborda também sobre a questão familiar e como a mesma é visualizada, ou seja, no Brasil com a colonização e escravização, existiam muitos casos de mães com seus filhos vindo das periferias aos centros urbanos para buscar seu sustento. Já que maioria do território periférico é composto em sua pluralidade pela população negra, como se fosse uma espécie de “sanitarismo social”, de modo que a classe dominadora expulsava os pobres do centro da cidade, como forma de “se livrar de um problema” e a questão da ideologia do branqueamento. A partir de toda essa explicitação é possível inferir os diversos impactos do Racismo para as famílias dos territórios periféricos, paradigma do retratado é a diferença no tratamento da saúde e segurança pública, por conseguinte, deixando essa parcela populacional expostas a todo tipo de violência e precariedade da vida.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp;Portanto, o minicurso foi de extrema importância para despertar o pensamento crítico de cada indivíduo em situações que são vistas como corriqueiras e acabam sendo naturalizadas (violência contra a criança e adolescente/ Racismo à famílias dos territórios periféricos), por conseguinte, foi imprescindível a exibição das diversas perspectivas sobre as temáticas e as possíveis resoluções, ou seja, adquirir conhecimento e superar essa visão alienada e naturalizada da sociedade é dever de todos.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-07 21:55:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Relatório da Palestra: &quot; Os Impactos do Racismo para as Famílias dos Territórios Periféricos&quot;</title>
         <author>alinegouveia</author>
         <link>https://padlet.com/aceprojetodeextensao/ubxp8upq1816yv54/wish/2239335617</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Aluna: Aline Gouveia dos Santos</strong><br><br>No dia 30/06/2022 foi realizada de forma remota um minicurso para os displicentes da turma de ACE II com o tema: Os Impactos do Racismo para as Famílias dos Territórios Periféricos. A palestra teve como mediadora a Professora Drª Márcia Iara e como palestrante, a coordenadora do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (NEABI/UFAL), Professora Drª Marli de Araújo Santos.&nbsp;<br><br>Marli inicia sua fala citando que o racismo surge de uma construção, ligada as relações sociais. Logo ela puxa um gancho para o contexto histórico, explicando um pouco sobre a historicidade do racismo e a importância de se pensar nele, sobre contexto econômico e social relacionado ao processo da colonização brasileira, que se deu de forma agressiva e opressora aos povos negros, o que é um ponto muito importante, já que tudo o que sabemos relacionado a colonização é dada por meio de uma perspectiva colonizadora branca.&nbsp;<br><br>A Drª também aborda sobre a questão do racismo estrutural e em como ele está diretamente ligado a questão da formação socioeconômica e histórica do Brasil.<br><br>Ao decorrer da palestra, Marli também falou com pouco sobre a formação das periferias e em como o capitalismo usou da sua vantagem para manter a população negra mais afastada da sociedade, aumentando assim a desigualdade social, pois essas famílias vivem em lugares precários e sem o mínimo de saneamento básico, sendo essa uma forma de embranquecer uma lado da história.&nbsp;<br><br>Sendo assim, a palestra ao todo foi muito importante pois é uma questão pouco discutida e está presente desde a nossa formação sócio-histórica até os dias atuais e influência diretamente na vida de centenas de pessoas.&nbsp;<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-08 01:29:18 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Relatório da Palestra: &quot; Os Impactos do Racismo para as Famílias dos Territórios Periféricos.&quot;</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aceprojetodeextensao/ubxp8upq1816yv54/wish/2239368389</link>
         <description><![CDATA[<div>Aluna: Sulamita Vitória Soares da Silva<br><br>No dia 30/06/2022 ocorreu através do Youtube a palestra sobre o tema: Os Impactos do Racismo para as Famílias dos Territórios Periféricos, que contou com a participação da coordenadora do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (NEABI/UFAL), professora Doutora Marli de Araújo Santos, e o encontro foi mediado pela professora Doutora Marcia Iara.<br><br>A princípio a professora Marli fez um recorte histórico e trouxe a tona que a condição atual da periferia é reflexo do período da colonização brasileira que foi extremamente racista e opressora que, por sua vez, corroborou para o deslocamento das pessoas negras para os subúrbios.<br><br>Posteriormente, aborda-se sobre o racismo estrutural e como ele está diretamente ligado ao capitalismo, haja vista este sistema aliado ao racismo contribui para manter a população negra afastada de cargos de relevância, corroborando para uma sociedade ainda mais desigual.&nbsp;<br><br>Por fim, é compreensível que a palestra foi de imensa relevância para o despertar de um olhar mais crítico, em especial, no que se refere à situações que muitas vezes são tratadas como comuns, mas que, na verdade, já fazem parte de um racismo enraizado. Portanto, deixando nítida a importância da luta em defesa de uma sociedade antirracista.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-08 02:09:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Relatório da Palestra &quot;Os Impactos do Racismo para as Famílias dos Territórios Periféricos&quot; </title>
         <author>mariafelix13</author>
         <link>https://padlet.com/aceprojetodeextensao/ubxp8upq1816yv54/wish/2239379944</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Aluna: Maria de Fátima Felix da Silva</strong>&nbsp;<br><br></div><div>Na palestra do Minicurso online, ministrada pela Professora Marli de Araújo Santos, no dia 30/06, com a temática "Os Impactos do Racismo para as Famílias dos Territórios Periféricos", se iniciou comentando sobre as estruturas das famílias, e como o ideal da família burguesa, que é imposta, não é a realidade da estrutura de uma família negra. Vemos que ao pensar em território, o racismo se evidencia como uma construção, estando nas relações sociais. A periferia está ligada a formação socioeconômica do Brasil, e assim, totalmente conectada ao processo histórico de escravidão e colonização brasileiro. Com isso, a geografia histórica brasileira se constata, que periferia não é um dado que se constrói por si só. Logo, não podemos pensar o racismo e periferia fora da história.<br><br></div><div>Outro fato comentado durante a palestra, é que todo o conhecimento de história vem de uma conceituação branca. Um exemplo disso, dentro do curso de Serviço Social, é que estudamos mais o operariado branco europeu, do que o operariado brasileiro de fato. Também foi comentado, que nos anos 30 havia um processo de eugenia dentro do Brasil, de branqueamento da população, onde diversas concepções racistas acreditavam que esse processo iria ser “benéfico”, e assim a população branca vem para o Brasil.<br><br></div><div>Vemos que a miscigenação sempre foi extremamente romantizada no Brasil. Porém, muitos dos descendentes dessa miscigenação, ocorrida desde a formação histórica do Brasil, foi em casos de abuso de corpos negros femininos. O Racismo, dentro do capitalismo e patriarcado, são frutos de uma construção social, sendo termos indissociados. Vemos, que gênero é a forma que se vive a raça numa sociabilidade que define o que é racismo.&nbsp;<br><br></div><div>Também foi comentado que no Brasil há o racismo epistemológico, com o apagamento e dissociação de pessoas negras, apagamos a cultura e todos os feitos de pessoas negras durante a história. Outro ponto citado é o conceito de “raça” ser biológico, mas a partir do sec. XVII vai ser usado para discriminar e servir como uma forma de oprimir. É citado que, negritude é uma invenção de branquitude. Raça é um elemento político e ideológico para que pessoas negras sejam escravizadas, vemos que é necessário admitir que somos um país racista, não há como apagar 400 anos de histórias, em menos de 200 anos.<br><br></div><div>Vemos que ao fim da escravidão no Brasil, todas essas pessoas negras, sem habitação e sem terra vão ser criminalizadas; vai vir a lei dos vagabundos, a criminalização do samba, lei e criminalização que vai “definir” o lugar dos morros – sendo propositalmente lugares afastados dos centros. “Periféricos” não é só lugar; é como o Estado brasileiro definiu por meio de poder, onde seriam o local dos negros. Até hoje vemos que potencias culturais na periferia como o Rap, e outros, são associadas ao crime, por conta do racismo.&nbsp;<br><br></div><div>Periferia tem utilidade para o capitalismo, lá está quem tem as menores condições, é onde está a classe trabalhadora brasileira, que não se forma com a chegada do imigrante branco, periferia é majoritariamente negra. Outro fato, é que a população trabalhadora operaria é formada pelos europeus (projeto de eugenia - embranquecimento da população) bastava ser um imigrante branco europeu, e ao chegar ganhavam terras e trabalho. Enquanto isso, os negros eram jogados de lado. Nesse período que também surge o SS no Brasil, sendo este, ocupado por pessoas brancas. A população negra foi descartada, ela poderia se adaptar a qualquer clima, tinham conhecimento do trabalho na agricultura, e tinham mão de obra que iriam suprir todos os espaços, mas prefeririam trazer imigrantes.<br><br></div><div>Algo comentado também foi o fato de sempre pensarmos em crianças negras como “resistentes”, e desumanizamos o afeto preto: há a desumanização dessas famílias, afeto se torna um privilégio. Vemos também, como o Código de menores de 1927, onde a Lei de infância era racista. Nela, a situação irregular das crianças enquadradas, era em sua maior parte, as crianças pretas periféricas que ocupavam esse lugar.<br><br></div><div>Foi citado, que os primeiros trabalhos informais foram os das “pretas de tabuleiro de acarajé” Vem da história (elas conseguiram as primeiras rendas e assim compraram a sua alforria e fortaleceram os movimentos abolicionistas). Também vemos, que a história da violência sexual no Brasil, baseada no estrupo, se trata de uma estratégia de controle de corpos femininos; mulheres negras são muito mais violentadas, e mais ainda crianças negras. Outro ponto abordado, foi sobre a violência letal, sendo um dos impactos do racismo; vemos que a juventude negra periférica morre “porque é suspeito”. Há uma definição de “classes perigosas”, o Estado que trata a questão social de forma opressora, tem agora a desculpa perfeita – o racismo.<br><br></div><div>De 20 anos pra cá, estamos estudando mais esse debate racial, pois a 20 anos atrás cotas foram distribuídas e deram oportunidade para mais estudantes negros, mestrandos e doutorandos nessas questões. Com isso, aumentou a perspectiva negra nas universidades. É citado o Terreiro como lugar de resistência (conhecimento em que as griôs vão falar) e onde as crianças de terreiro vão aprender. Foi citado o racismo religioso, onde mães perdem filhos porque estão no terreiro. Com isso, notamos que o projeto político ideológico para oprimir, é anulando as características culturais. Outro exemplo é a luta negra e quilombos – que são movimentos e expressões de lutas de classe.<br><br></div><div>Não somos iguais, pois a sociedade nos impede de usufruir os mesmos direitos - a ideologia da classe dominante é o que comanda sobre a sociedade; o Estado é burguês e racista. Temos no Brasil o mito da democracia racial, e tudo isso que discutimos, não é um discursão nova, isso já vem de movimentos negros, antes mesmo da época da Ditadura, porém são sempre apagados da história.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-08 02:21:26 UTC</pubDate>
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         <title>Relatório da Palestra: “ Os impactos do Racismo para as Famílias dos Territórios Periféricos &quot;.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aceprojetodeextensao/ubxp8upq1816yv54/wish/2239702029</link>
         <description><![CDATA[<div>NO dia 30/06/2022 ocorreu um Mini curso On-line através do YouTube, Ministrada pela Professora Marli de Araújo Santos, a palestra sobre o tema: Os impactos do Racismo para as Famílias dos territórios periféricos.<br>A professora Marli abordou o contexto histórico sobre o racismo, explicando sobre o processo de colonização brasileira, foi abordado também a questão do racismo estrutural e sua ligação com a formação histórica do Brasil. Também foi abordado a questão da formação das áreas periféricas que foi uma estratégia capitalista para que a população negra fosse separada da sociedade. Em sua fala, Professora Marli nos explica que o racismo não nasce de um dia para o outro, mas ele é uma construção&nbsp; inserida nas relações sociais.&nbsp;<br><br>Aluna: Stefanie Wolfel</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-08 10:43:52 UTC</pubDate>
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         <title>Relatório sobre a palestra: Os impactos do racismo para as famílias dos territórios periféricos&quot; </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aceprojetodeextensao/ubxp8upq1816yv54/wish/2239727604</link>
         <description><![CDATA[<div>Aluna: Jamile Luiza Silva dos Santos&nbsp;<br><br><br>A palestra/ minicurso do dia 30 com tema " os impacto do racismo para as famílias dos territórios periféricos". O tema trouxe consigo reflexões importantes sobre a atualidade brasileira e como funciona o racismo estrutural.&nbsp;<br><br>O preconceito racial vivido diariamente persiste na sociedade brasileira, embora muitas vezes camuflado. Os negros são hoje no Brasil o grupo étnico-racial mais pobre e com menor nível de escolaridade. Também são os que mais morrem assassinados e são as maiores vítimas da violência policial.&nbsp;<br><br>A palestrante Marli de Araújo Santos que é coordenadora do núcleo de estudo afro-brasileiros e indígenas da UFAL tornou a palestra muito didática e enriquecedora de conteúdo tanto para o cotidiano e para estudo.<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-08 11:58:23 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Os impactos do Racismo para as famílias dos territórios periféricos</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aceprojetodeextensao/ubxp8upq1816yv54/wish/2239779261</link>
         <description><![CDATA[<div>Nome: Elba Monteiro Da Silva<br><br><br>Foi feita uma transmissão no YouTube sobre os impactos do racismo para as famílias dos territórios periféricos, esse mini curso foi ministrado pela Marli De Araújo. Nesse curso foi possível entender os processos históricos do racismo desde de sua formação no período colonial até os dias atuais. O racismo ele parte de uma formação de estrutura, para explicar melhor sobre essa estrutura foi tomado alguns exemplos do cotidiano onde ocorrem formas diferentes de racismo. Nessa forma estrutural não precisa necessariamente falar algo para ser considerado racismo, no racismo de estrutura é quando instituições/órgãos são coniventes em tratar de forma diferenciada os indivíduos por ele ser preto/a. Além disso, nesse curso foi possível entender como ocorreu a divisão social e o surgimento dos setores periféricos da nossa sociedade, graças a privatização e aos cercamentos de terras foi possível separar cada vez mais as classes sociais e perpetuar ainda mais a desigualdade, boa parte disso tudo surgiu após a escravidão, onde boa parte da população negra não tinha onde morar e começaram a ocupar às grotas, os becos, os cortiços e hoje conhecido popularmente como as favelas. É perceptível como a população negra sofre diferentes formas de racismo e como apesar de existir políticas públicas para tentar amenizar um pouco essa realidade ainda apresentam um grande desafio frente a dificuldade da classe trabalhadora. O sofrimento da população negra é diário e a luta e combate ao racismo permanece todos os dias. Foi possível através disso tudo que vi no mini curso refletir e pensar sempre em mais estratégias para mudar a realidade dessas famílias que sofrem diariamente com a opressão e todas as dificuldades da nossa sociedade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-08 13:45:00 UTC</pubDate>
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         <title>Relatório do Minicurso: &quot;Os Impactos do Racismo para as Famílias dos Territórios Periféricos&quot;</title>
         <author>millenalira</author>
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         <description><![CDATA[<div>Aluna: Millena Vitória Ferreira de Lira<br><br>No dia 30/06/2022 foi realizada a segunda parte do minicurso com o tema: “Os impactos do Racismo para famílias dos territórios periféricos” a live foi ministrada pela Professora Dra. Marli de Araújo Santos, coordenadora do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros e Indígenas (NEABI) da UFAL, e teve como mediadora a Professora Dra. Márcia Iara.</div><div>A professora Marli, iniciou sua fala ressaltando que conceitos como “família” e “periferia” não podem ser analisados desassociados do contexto social, econômico e político de nosso país, por exemplo, a construção familiar branca e burguesa não pode ser igualada a de uma família negra que teve seus laços rompidos no processo de escravidão.</div><div>Pensar o racismo a partir do contexto social, político e econômico, é considerar que este se expressa de diferentes modos segundo a formação histórica de determinado país, mas a palestrante pontuou que apesar disso, a base materialista histórica do racismo é inerente ao sistema capitalista, sistema que define quem são os moradores da periferia, esta que possui cidadãos negros, em sua maioria. A professora explicou que isso se justifica a partir da formação sócio-histórica do Brasil, diversas leis definiram a situação da população negra em nosso país, após a abolição, suas condições foram definidas pelo poder capitalista, desde o momento que não foram oferecidas condições favoráveis para a inserção dos ex escravizados em nossa sociedade, estes que foram excluídos do processo de trabalho assalariado.</div><div>Nosso país é racista, esta afirmação é necessária para compreender que o racismo está expresso em todos os aspectos da vida da população negra, a professora ressaltou dois pontos do impacto do racismo na vida das famílias periféricas, na saúde e na segurança pública. Por fim, Marli terminou sua fala destacando que a periferia é uma expressão da Questão Social, e os impactos que se apresentam nesses territórios são históricos, porém é um local onde existem potencialidades, que são ferramentas de resistência às expressões do racismo, como a arte, música, cultura, entre outras.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-09 19:49:34 UTC</pubDate>
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