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      <title>AVALIAÇÃO PROCESSUAL DE HISTÓRIA - INDÍGENAS - 2.º BIMESTRE. by </title>
      <link>https://padlet.com/katiapalmonari/ubtbmuswjpabqsfi</link>
      <description>A cultura indígena possui importância fundamental na construção da identidade nacional brasileira. Ela está presente em elementos da dança, festas populares, culinária e, principalmente, na língua portuguesa falada no Brasil, que é fruto do processo de aculturação entre povos indígenas, negros e europeus. É importante salientar que, antropologicamente, é impossível falar em cultura indígena no singular, já que não existe e nunca existiu homogeneidade entre as comunidades tradicionais indígenas existentes no país. Pelo contrário, a diversidade se manifesta na pluralidade de povos, línguas e costumes que elas possuem.
Pesquise um grupo indígena no seu estado ou município e quais são as características dele. Lembre-se de pesquisar onde e como vivem e algumas de suas tradições culturais.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-05-31 00:53:21 UTC</pubDate>
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         <title>ALDEIA INDÍGENA EM MANOEL RIBAS/PR - ÍNDIOS KAIGANGS - PEDRO GUAITANELI FREITAS. </title>
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         <description><![CDATA[<div>Em Manoel Ribas/PR, minha cidade natal, tem uma grande aldeia indígena. Lá moram aproximadamente 2 mil índios Kaigangs, sendo aproximadamente 700 crianças.&nbsp;<br><br>O termo Kaingang significa “gente do mato”.<br><br>Os Kaingang estão entre os mais numerosos povos indígenas do Brasil. Falam uma língua pertencente à família linguística Jê.&nbsp;<br><br>Sua cultura desenvolveu-se à sombra dos pinheirais, ocupando a região sudeste/sul do atual território brasileiro.&nbsp;<br><br>O trabalho na cultura Kaingang organizou-se sobre uma economia baseada na caça, pesca, coleta e agricultura complementar. Atualmente a agricultura é o elemento básico da economia Kaingang.<br><br>O Ritual do Kiki é um ritual de culto aos mortos dos Kaingang, etnia indígena do sul e sudeste do Brasil. No período pré-colonial, o ritual era performado anualmente com o objetivo de fornecer aos mortos uma boa transição ao numbê (o mundo dos mortos).<br><br>Alguns Kaingang, de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, usavam botoques semelhantes aos Guarani. Usavam também nos lábios pedaços de madeira na forma de pregos. Viseiras de plumas eram usadas sobre a testa e o cacique portava plumagem em forma de leque, que era vestida em torno da cabeça e amarrada na nunca.</div><div><br>Atualmente os Kaingang ocupam pouco mais de 30 áreas reduzidas, distribuídas sobre seu antigo território, nos Estados de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, com uma população hoje estimada em torno de 50 mil pessoas.&nbsp;<br><br>Sozinhos, os Kaingang correspondem a quase 50% de toda população dos povos de língua Jê, sendo um dos cinco povos indígenas mais populosos no Brasil.<br><br>Quem visita uma área indígena Kaingang hoje em dia, vai encontrar as famílias Kaingang vivendo em casas de alvenaria, em casas de madeira ou em casas de pau-a-pique, cobertas de folhas de coqueiro ou sapé.<br><br>Além disso, os indígenas vêm bastante para a Cidade vender artesanato.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-31 15:53:30 UTC</pubDate>
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         <title>Aldeia Indígena em Campo de Santana/Curitiba(PR)Guilherme de Souza.</title>
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         <description><![CDATA[<div>A maior preocupação das 35 famílias indígenas que vivem na aldeia urbana Kakané Porã, no Campo de Santana, é manter viva a cultura, em especial a língua caingangue. “Desta maneira nós não perdemos a nossa identidade, mesmo vivendo há vários anos dentro de uma metrópole”, afirma Rosana Salete Rodrigues, moradora local responsável por ministrar aulas do idioma nativo para as 63 crianças da aldeia.<br><br>Em Kakané Porã vivem descendentes de três diferentes etnias -&nbsp; são quatro famílias de guaranis, quatro de xetás e 27 de caingangues. Em dezembro de 2008, eles foram transferidos para o empreendimento construído pela Companhia de Habitação Popular de Curitiba (Cohab) após viverem por seis anos em condições precárias no Parque Cambuí, próximo a São José dos Pinhais.<br><br>Adaptados à vida em meio urbano, os índios lutam para preservar suas tradições. “Todos os índios que vivem aqui trabalham em empresas, temos pedreiros, metalúrgicos, motorista, padeiro. Usamos carros, motos, roupas da cidade, já estamos acostumados com a cultura do homem branco. Mas não podemos esquecer das raízes, porque senão elas acabam se perdendo e não queremos apagar a nossa história”, ressalta o cacique da aldeia, Carlos Luis dos Santos, 49 anos.<br><br>As 35 casas construídas pela Cohab em área de 44 mil metros quadrados são dispostas em círculo, sem muros separando os lotes e com uma oca de madeira na praça central. É ali que, desde o ano passado, Rosana ensina a língua caingangue para as crianças da comunidade. “Elas frequentam diariamente a escola municipal e duas vezes por semana, no contraturno, dou as aulas de caingangue”, conta a professora.<br><br>Além de ser o palco das aulas de caingangue, a oca central é utilizada para outras finalidades. Lá são realizados cultos e apresentações culturais. É também onde a comunidade se encontra, para a realização das reuniões mensais com os moradores. “Discutimos os assuntos de interesse coletivo, levamos as novidades para toda a aldeia”, explica o cacique.<br><br>Aulas<br><br>Às segundas e quartas, de manhã e à tarde, acontecem as aulas para a crianças, com quem Rosana trabalha além do idioma nativo, a parte de coordenação motora, com desenhos e pinturas. Terça, quinta e sexta, à noite, são ministradas aulas para os adultos. “Temos muitos adultos que se esqueceram de nossa língua e agora também têm a chance de reaprender”, conta ela.<br><br>É o caso do padeiro e confeiteiro José Inácio da Silva, 44 anos. “Eu ainda falo, inclusive dentro de casa, o caingangue, mas não sei escrever. Então comecei a ir nas aulas da Rosana para aprender a parte de escrita. É muito importante que principalmente os os mais novos aprendam a língua, é uma garantia de que nossa cultura não vai morrer”, diz ele.<br><br>Atrás do quintal de sua casa, Inácio planta chuchu, feijão, cana-de-açúcar e abóbora. “Nós comemos a mesma comida do homem branco, mas algumas vezes ainda cozinhamos comidas de índio, como o bolo de milho e farinha de trigo assado na folha de bananeira direto na fogueira. Adoramos o fogo, nossos garotos aprendem desde pequenos a fazer fogo”, conta o padeiro.<br><br>Artesanato<br><br>Outro aspecto da cultura caingangue que sobrevive em Kakané Porã é o artesanato, que ajuda no sustento de boa parte das famílias. A esposa de José Inácio é artesã desde quando era moça e vivia em uma aldeia no Rio Grande do Sul. Santina Inácio, 57 anos, produz cestos feitos de taquara, que é uma espécie de bambu.<br><br>Todos os dias ela levanta cedo e sozinha realiza todas as etapas do processo. “Pego a taquara, raspo, corto em tiras, depois faço as fitas e vou trançando até as peças ficarem prontas. Aí passo tintura nas fibras para o cesto ficar bem bonito”, relata. Os itens são vendidos em feiras no centro da cidade. Por um cesto grande ela cobra R$ 40,00. “É um dinheiro que ajuda a manter a casa”, diz ela.<br><br>Comunidade<br><br>Um dos fatores que mais agrada os índios que moram em Kakané Porã é poder viver em comunidade, porém com qualidade de vida. “No Cambuí a gente vivia em comunidade, mas era uma situação muito difícil. Estávamos amontoados, não tinha divisão de uma moradia para cada família, sem tratamento de esgoto. Alguns dos nossos morreram lá por causa das más condições”, afirma o cacique Carlos.<br><br>Na aldeia construída pela Cohab, os indígenas contam com toda infraestrutura para levar uma vida digna. No mês de dezembro, a fundação da aldeia Kakané Porã vai completar cinco anos. “Estamos muito felizes aqui. É um lugar tranquilo, ninguém nos incomoda. Temos boas condições e somos muito gratos à Cohab e à Prefeitura pelo atendimento que recebemos”, finaliza o cacique.<br><br>A Kakané Porã fica no bairro Campo de Santana e é a única comunidade indígena no território de Curitiba. Lá vivem 139 indígenas de três diferentes etnias: guarani, caingangue e xetá<br><br>Resumo<br><br>Resumo: Kakané Porã, Aldeia Urbana é um documentário que retrata a vida dos índios que habitam esta aldeia, considerada a primeira aldeia urbana do Sul do Brasil. Este projeto visa explorar a visão deles mesmos sobre a cidade de Curitiba e a resistência da cultura indígena no meio urbano. O objetivo deste trabalho é gerar uma reflexão sobre o que é ser índio na cidade, além de dar visibilidade para a aldeia, que completa dez anos de criação em 9 de dezembro 2018 e ainda é pouco conhecida pelos próprios curitibanos.<br><br><br>Cultura&nbsp;<br><br>Frutas, verduras, legumes, raízes, carne de animais caçados na floresta (capivara, porco-do-mato, macaco, etc), peixes, cereais, castanhas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-31 22:57:06 UTC</pubDate>
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         <title>Aldeia indígena Kakané (Miguel Proença)</title>
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         <description><![CDATA[<div>A Kakané Porã é a primeira aldeia indígena urbana do sul do Brasil, localizada no bairro Campo do Santana, na capital paranaense. Nela, vivem 41 famílias de indígenas das etnias Guarani, Xetá e Caingangue.<br><br>A equipe da 175ª Zona Eleitoral, chefiada pela servidora Sandra Regina Romanel Pianowski, fez uma visita à aldeia para verificar o quantitativo de pessoas que precisavam dos serviços da Justiça Eleitoral.<br><br>Justiça Eleitoral alcance de todos<br>Povos tradicionais de todo o Paraná receberam atendimento do TRE-PR em um grande mutirão nos dias 23 e 24 de abril. A ação forneceu o primeiro título e regularizou pendências de mais de 2 mil quilombolas, indígenas e caiçaras.&nbsp;<br><br><br>Texto: Laura Carlotto Borro&nbsp;<br>Revisão: Melissa Medroni&nbsp;<br>Foto: Divulgação&nbsp;<br>Coordenação: Rubiane Barros Barbosa Kreuz&nbsp;<br>CCS/TRE-PR</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-31 22:59:28 UTC</pubDate>
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         <title>Tribos Indígenas no Paraná. </title>
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         <description><![CDATA[<div>Saulo Lizeiko- 5° Ano A<br><br>No Paraná, existem cerca de 10.000 indígenas vivendo nas 17 terras indígenas demarcadas pelo Governo Federal. São três etnias indígenas presentes em nosso Estado: Guarani, Kaingang e Xetá.<br>No Estado do Paraná, os Xetá compartilham com os Guarani e Kaingang a Terra Indígena de São Jerônimo da Serra (localizada no município de São Jerônimo da Serra) e a aldeia urbana de Curitiba Kakané Porã.</div><div>Os xetás costumam dar nomes de animais às crianças.&nbsp;<br>Outro costume é o trabalho com a pedra lascada, a caça e a pesca, além da confecção de brincos e colares de pedras, dentes e ossos.</div><div><br>Os Xetá possuíam cultura própria, eram seminômades, caçadores - coletores e viviam somente da caça de animais e coleta de frutas, mel, raízes e vegetais. Faziam parte da dieta Xetá algumas espécies de insetos, como besouros, pirilampos e larvas, obtidos de troncos apodrecidos de palmeiras.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-01 01:17:42 UTC</pubDate>
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         <title>ALDEIA INDÍGENA NO PARANÁ.</title>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;   No Paraná vivem cerca de 13.300 indígenas. Aproximadamente 70% pertence ao povo Kaingang e 30% pertence ao povo Guarani. Mas também ha indígenas do povo Xetá e alguns do povo Xokleng.<br>     No estado  concentram -se ao todo cerca de 45 aldeias e 23 terras indígenas. E uma dessas aldeias ficam na região metropolitana de Curitiba localizada em Piraquara. Já no litoral paranaense mais duas aldeias e três terras indígenas.<br>     A população indígena no estado é ainda maior. Em 2010 quando foi realizada o último senso do IBGE havia identificado 26.559 indígenas que viviam nas aldeias ou terras oficialmente reconhecidas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-01 18:17:04 UTC</pubDate>
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         <title>Tribos indígenas do Paraná </title>
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         <description><![CDATA[<div>Renan Ramon 5° ano&nbsp;<br><br><br>De acordo com Curt Nimuendaju, as mais importantes tribos que pertencem às áreas culturais, assim se distribuíam em território paranaense: os tupis eram predominantes no litoral e a nordeste e oeste do estado. Foram estes índios os primeiros a contatar com os portugueses.[1]<br><br>Entre os macro-jê mereceram destaque os caingangues e xoclengues (botocudos). Esta área cultural não teve chegada ao fato de que os etnógrafos do Paraná estudassem bem, o que esvazia um pequeno espaço a preencher no trabalho de estudar a pré-história paranaense. O estudo dos indígenas tem grande complicação, porque os autóctones corriam frequentemente pelo sertão, o que torna grandemente difícil o fato de localizar uma tribo, e mesmo a causar confusão com as tribos entre si.[1]</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-01 18:18:02 UTC</pubDate>
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         <title>Aldeias indígenas em Curitiba </title>
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         <description><![CDATA[<div>A Kakané Porã fica no bairro Campo de Santana e é a única comunidade indígena no território de Curitiba. Lá vivem 139 indígenas de três diferentes etnias: guarani, kaingangue e xetá.<br><br>Guarani:<br>Eles são coletadores e caçadores,moram em Terras indígenas localizada tanto na zona litorânea do estado quanto nas regiões norte,sul e oeste.Os guaranis sobrevivem com o dinheiro que ganham pela venda de suas artes,feita com elementos da natureza,eles também produzem mel de abelhas cultivada na própria aldeia.<br><br>Kaingangue:<br>Os Kaingang de Rio das Cobras<br>São 3.500 indígenas das etnias Kaingang e Guarani divididos em 11 aldeias, que ficam em dois municípios paranaenses, Espigão Alto do Iguaçu e Novas Laranjeiras, cerca de 400 km distante de Curitiba.<br><br>Xetá:<br>A etnia Xetá se divide principalmente em duas reservas indígenas reconhecidas pelo Estado: São Jerônimo da Serra, no norte do Paraná, e também a aldeia urbana Kakané Porã, em Curitiba. Nessas terras, dividem o espaço com outras etnias, não possuindo terra própria para reprodução física e cultural.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-01 22:28:38 UTC</pubDate>
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         <title>Vincenzo Descardecci 5⁰A - Trabalho de História</title>
         <author>vfdescardecci</author>
         <link>https://padlet.com/katiapalmonari/ubtbmuswjpabqsfi/wish/2612243089</link>
         <description><![CDATA[<div>Povo Caingangue<br><br>O povo Caingangue,Kainguangs, kaingang, kanhgág, guainás, bugres, coroados, botocudos, camés ou xoclengues é uma tribo indígena do povo jê que se estende nos estados de Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina e São Paulo, e entre essas áreas, estão mais de 33 mil (2010) indígenas. Esse povo fala português (não fluentemente) e caingangue. Ao caso, a tribo vive há 164 anos, em 1859. Tempo, não acha?<br><br>Essa tribo é dividida em 2 clãs; os kamé e os kairú, diferenciando se pelas suas descendências,suas habilidades e pelo desenho do rosto;&nbsp; Os kamé usam motivos compridos, já os kairú, redondos<br><br>Um de seus principais rituais é A Festa de Kikikoi, que pode ser considerada o "centro religioso caingangue"é, resumidamente, um ritual feito para que os espíritos de mortos retornem e venham festejar, junto com os vivos.<br><br>Durante o Kikikoi é que é feita a divisão dos clãs com as pinturas no corpo.<br><br>Um de seus costumes e crenças são colocar faixar pretas de tinta no peito para se proteger de espíritos malignos, seguindo as religiões Xamanismo, Protestantismo e Catolicismo</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-01 22:31:53 UTC</pubDate>
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         <title>TRIBO INDÍGENA XETÁ-EDUARDO OLIVEIRA 5A</title>
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         <description><![CDATA[<div>Os Xetá foram a última etnia do estado do Paraná a entrar em contato com a sociedade nacional. Na década de 40, frentes de colonização invadiram seu território, reduzindo-o drasticamente. No final dos anos 50, estavam praticamente exterminados. Em 1999 restavam apenas oito sobreviventes. Hoje, vivem dispersos nos estados do Paraná, Santa Catarina e São Paulo.<br>&nbsp; &nbsp;Os registros de memória dos sobreviventes Xetá apontam que o seu povo era muito numeroso, aproximadamente 400 pessoas distribuídas em pequenos núcleos familiares, ou seja, famílias patrilocais extensas, que a princípio habitavam nas oka-auatxu (lugar grande, aldeia grande), formadas pelos tapuy-apoeng (casa grande). Nestas habitações viviam várias famílias. Nelas eram realizados vários rituais, inclusive o de iniciação masculina.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;<br>&nbsp; Diferentemente de outros povos indígenas brasileiros, os remanescentes Xetá não vivem em sociedade e tampouco convivem em um mesmo espaço territorial organizado em aldeias, nem compartilham dos mesmos códigos e pauta cultural de seu povo. De caçadores e coletores, vivem hoje na condição de assalariados, servidores públicos, empregados domésticos e bóias-frias. De herdeiros de um território de ocupação tradicional, vivem como agregados em terras Kaingang, Guarani, ou como inquilinos no meio urbano-rural.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-02 00:00:56 UTC</pubDate>
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         <title>Índios Mbyá</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Com 76 pessoas, comunidade indígena que vive isolada no litoral do estado mantém vivos os costumes de gerações passadas.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Atitudes ingênuas, fisionomias marcantes, desapego a bens materiais e fidelidade à tradição dos ancestrais. Essas são algumas características dos índios guarani Mbyá, da aldeia Pindoty, que vivem isolados na Ilha da Cotinga. A 20 minutos de barco de Paranaguá, no litoral do Paraná, encontra-se uma parte do Paraná que preserva suas raízes.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Os 76 índios da Cotinga preservam os costumes : a língua do tronco linguístico tupi-guarani e, principalmente, a religião milenar. Todos os dias, ao cair da noite, a comunidade se encontra na Opy (casa de reza), construída em um ponto estratégico da ilha: o topo de um morro com uma bela vista da Baía de Paranaguá. É lá que, de mãos dadas e de olhos fechados, os índigenas, tanto adultos quanto crianças, cantam músicas no seu idioma em devoção à Nhanderú (Deus) por várias horas seguidas.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; No ritual não pode faltar o petanguá (cachimbo). "Os homens brancos têm os médicos, têm hospitais. Aqui na aldeia nós temos a casa de reza. Se tem criança doente, nós sopramos a fumaça do cachimbo nela. Quando a fumaça sobe, Nhanderú recebe nosso pedido e faz a cura". Só que nem todos os ritos podem ser revelados. "Nhanderú nós ensinou assim. Por isso, alguns pontos do nosso ritual a gente não pode mostrar para o Juruá (que significa homem branco na língua guarani).<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Além da religiosidade, os índios preservam o modo de vida dos ancestrais e rejeitam outras culturas. Na aldeia tudo é motivo de festa e, para as crianças, todo dia é dia de brincar, seja mergulhando na baía ou subindo em árvores. "Sabemos que o homem branco não compreende o fato de gostarmos de viver em casas de barro e outras coisas da nossa cultura. O homem branco nunca vai nos entender. Gostamos do nosso ñhandereko".<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; O ñhandereko é o jeito de ser guarani. O antrópologo Ubirajara Salles Zoccoli, da organização não governamental Tekoá, explica que os guarani são atemporais e interpetram a vida de uma forma distinta.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Na ilha as famílias plantam: feijão, mandioca, milho, cultivam mel e podem caçar e pescar. Também periodicamente recebem cestas básicas da Fundação Nacional do Índio (Funai).<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; A Ilha da Cotinga foi homologada terra índigena em 1993 e desde então os guaranis têm a tranquilidade da posse da terra. No entanto, essa não é a realidade de todas as aldeias guaranis do estado.<br>      O nome Mbyá significa "muita gente num só lugar", e esse povo traça sua história  recriando e recuperando sua tradição a cada dia.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-02 00:13:58 UTC</pubDate>
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         <title>Povos indígenas Guarani </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Laura Dal Seco Goulart 5°A<br><br>Povo Indígena Guarani<br>No Brasil,os guaranis vivem nos estados brasileiros Mato Grosso do Sul, São Paulo, Paraná,Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Pará,Santa Catarina e Tocantins. Somente no país, há 57 mil pessoas conforme o IBGE ( Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).<br>A cultura tupi-guarani é formada pelas contribuições dos povos indígenas que falam essa língua. isso se deve ao fato de que o termo tupi-guarani não designa uma nação específica. Pelo contrário trata-se de uma expressão genérica que contempla um variado grupo de línguas indígenas encontrados na América do Sul.<br>A característica comum dos povos indígenas brasileiros no que tange a religião e o xamanismo. É o xamã o responsável pela condução dos rituais. Entre os povos tupi-guarani,o xamã é denominado pagé, a pessoa que lida com as conexões entre os seres vivos, a natureza,humanos vivos e mortos.<br>Os guaranis eram exímios atiradores de com arco e flecha 🏹. Usavam ponta de ossos ou madeira apontada em suas flechas. Dedicavam-se também a caças de pequenos animais e aves,como as do gênero Inhambu, galináceos que quase não possuem cauda.<br>Eles vivem em barracos de lona e plástico pois na região a pouco taquara e bambú,que são utilizados para a confecção de artesanato.<br>A arte guarani pré - colonial se caracterizou por uma expressiva variedade de desenhos geométricos,aplicados em diferentes tipos de esportes;na pintura corporal,nos tecidos ,nas cestarias, nas esculturas em madeira ,mas sobretudo na decoração das cerâmicas.<br>Analisa-se a economia guarani como um campo não-emamcipado do campo social,estando a produção voltada principalmente ao abastecimento alimentar do núcleo doméstico, fundada sobre tecnologia simples,sem complexa divisão do trabalho e com relativa liberdade na utilização dos recursos.<br>Segundo a publicação os alimentos básicos da culinária guarani são,milho, mandioca,palmito,batata-doce,feijão,mel,peixe e carne de caça,consumidores frescos,cozidos ou assados na brasa,sem muito tempero.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-02 00:41:05 UTC</pubDate>
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         <title>Tekoha Yvoty - Marília Goto - 5º A</title>
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         <description><![CDATA[<div>Uma das principais aldeias indígenas do Paraná é a Tekoha Yvoty, localizada no município de Mangueirinha, sudoeste do estado. Essa comunidade pertence ao povo Guarani e é conhecida por preservar sua cultura, língua e tradições ancestrais. A Tekoha Yvoty é uma reserva indígena reconhecida e possui uma população significativa, que se dedica à agricultura, artesanato e outras atividades tradicionais. A aldeia é um importante ponto de referência para a valorização e proteção da identidade Guarani no Paraná. É sempre importante respeitar a privacidade e a autonomia das comunidades indígenas ao visitá-las ou buscar informações sobre elas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-02 16:57:52 UTC</pubDate>
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         <title>Indígenas Xokleng</title>
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         <description><![CDATA[<div>Carolina de Freitas Pereira<br><br>século XIX, com a colonização europeia no sul do país, os indígenas, apelidados pejorativamente de “bugres” (pagãos), sofreram um intenso processo de extermínio. Os bugreiros, como ficaram conhecidos os indivíduos especializados em atacar e dizimar aldeias inteiras, eram contratados pelos governos imperiais das províncias do Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Por vezes, somente meninas indígenas eram “poupadas” e escravizadas.<br><br>Mas mesmo migrando do Rio Grande do Sul para Santa Catarina, os Xokleng não escaparam do contato com os brancos, o primeiro em 1914. Nos 20 anos seguintes, dois terços deles foram dizimados por grandes epidemias de gripe, febre amarela e sarampo, como indicado no último censo, feito em 1997.<br><br>Os Xokleng se dividiram em três grupos. Os Angying, que habitavam a Serra do Tabuleiro, nunca foram oficialmente contatados e são tidos como desaparecidos ou mortos. Os Ngrokòthi-tõ-prèy firmaram-se no oeste do Estado, próximo ao município de Porto União, mas, em 1914, aqueles que rejeitaram as condições impostas por colonizadores e pelo Estado foram executados em uma enorme chacina, restando cerca de 50 indígenas, que morreram, quase todos, de doenças respiratórias decorrentes do contato com não índios. Os Laklanõ, por sua vez, firmaram-se no Vale do Itajaí, próximo ao município de Ibirama.<br><br>Os indígenas Xokleng que se autodenominam "Laklanõ" ("gente do sol" ou "gente ligeira") vêm lutando para preservar sua cultura, seu idioma e mitologia após processos de aculturação e ataques ao seu território.<br><br>O Serviço de Proteção ao Índio (SPI), criado em 1910, serviu, em grande medida, para “pacificar” os indígenas e viabilizar a construção da estrada de ferro São Paulo-Rio Grande e a concessão de terras a colonos. Nesse processo de “pacificação”, duas famílias Kaingang contribuíram com o SPI em troca do direito ao usufruto daquelas terras. Desde então casamentos interétnicos vêm ocorrendo, e o número de mestiços Kaingang/ Xokleng tornou-se um traço marcante nessas comunidades.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-03 15:06:46 UTC</pubDate>
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         <title>Giovanna Caputo Alves - Kakané Porã Aldeia Indígena em Curitiba bairro Campo de Santana- Paraná </title>
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         <description><![CDATA[<div>Curitiba conta com a primeira aldeia urbana do Sul do País. Construída pela Companhia de Habitação Popular de Curitiba (Cohab) no bairro Campo do Santana, a aldeia Kakané Porã foi entregue há oito anos para 35 famílias das etnias guarani, xetá e caingangue que estavam vivendo em situação precária. Já adaptados ao contexto urbano, os índios se esforçam para manter elementos da sua cultura tradicional.<br><br>Kakané Porã significa “fruto bom da terra” na língua caingangue. As 35 famílias que habitam o local foram transferidas de condições insalubres que enfrentavam no Parque Cambuí, próximo a São José dos Pinhais. “Vivíamos empilhados, em barracões com esgoto a céu aberto. Aqui é bem diferente, temos água, luz, asfalto e cada família possui uma boa casa”, destaca Moraes.<br><br>Tradição<br><br>Se por um lado a Kakané Porã tem olhado para o futuro, por outro, a cultura indígena ainda é visível em grande parte da aldeia. Como nos trabalhos artesanais de Moisés da Silva, 34, que com a ajuda da esposa, faz objetos como cestos, sarabatanas, chocalhos, apanhador de sonhos e arco e flecha para vender no centro da cidade. De acordo com o índio, o trabalho garante o sustento da família. “As peças variam de R$ 10 a R$ 40, depois de vender todas eu tiro um tempo para fazer novas e voltar a vender”, conta. De acordo com Moisés, além dele e da esposa, cerca de mais dez famílias da aldeia ainda trabalham com a fabricação de objetos artesanais.<br><br>As 35 casas construídas pela Cohab em área de 44 mil metros quadrados são dispostas em círculo, sem muros separando os lotes. “A maneira como a aldeia foi construída é boa para nós, porque facilita a vida em comunidade, do jeito que sempre fomos acostumados. Mas diferente das dificuldades de antes, aqui estamos conseguindo oferecer uma vida digna para nossos filhos”, afirma o presidente da associação.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-03 16:52:41 UTC</pubDate>
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         <title>Povo Kaingang no Paraná</title>
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         <description><![CDATA[<div>Manuela Melo Menezes 5º Ano A<br><br>Os Kaingang vivem em mais de 30 Terras Indígenas que representam uma pequena parcela de seus territórios tradicionais. Por estarem distribuídas em quatro estados, a situação das comunidades apresenta as mais variadas condições. Este povo organiza-se socialmente em dois segmentos ou dualidades, kamẽ e kanhru, cada qual com suas características e habilidades. Na natureza tudo se relaciona com as marcas kamẽ e kanhru há semelhanças nas pinturas corporais, nas peles dos animais, nas folhas e cascas de árvores.<br>Os Kaingang são um povo pertencente à família linguística Jê e integram, com os Xokleng, os Jê Meridionais. Sua cultura desenvolveu-se à sombra dos pinheirais e ocupa as regiões Sudeste e Sul do atual território brasileiro.<br>Existem atualmente 13 Terras Indígenas (TI) Kaingang no Paraná: “TI Apucarana, TI Barão de Antonina, TI Faxinal, TI Ivaí, TI Marrecas, TI Queimadas, TI Rio das Cobras, TI São Jerônimo, TI Tibagy/Mococa, TI Yvyporã Laranjinha, TI Mangueirinha e TI Palmas”. Destas, as duas últimas situam-se no Sudoeste do Paraná.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-03 17:33:35 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Grupo Indígena Xetá </title>
         <author>jonasmarchi12</author>
         <link>https://padlet.com/katiapalmonari/ubtbmuswjpabqsfi/wish/2613667798</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Os índios da etnia Xetá (ou Hetá) são hoje um povo ameaçado de extinção. Contando, no início do século XX (20), com uma população de cerca de 450 indivíduos, hoje restam apenas oito sobreviventes e seus descendentes (totalizando uma população de cerca de 90 pessoas), que atualmente se encontram dispersos por reservas indígenas de outros povos ou vivendo em municípios do Paraná, Santa Catarina e São Paulo.<br>A partir de 1998, como conseqüência da dissertação de mestrado da antropóloga Carmem Lúcia da Silva, iniciou-se na FUNAI um processo de análise da possibilidade de se reagrupar os Xetá e proceder à demarcação de uma área no município de Umuarama na qual a etnia pudesse reconstruir-se física e culturalmente.</div><div>Como conseqüência desse estudo, os Xetá sobreviventes (e dispersos) foram contatados e tiveram, pela primeira vez em muitos anos, a oportunidade de se encontrar e discutir o passado e o futuro de seu povo. Desse encontro surgiu a necessidade urgente de reunião da etnia e de luta contra o paulatino processo de extinção a que estão condenados (pois os membros mais antigos da etnia já estavam idosos).</div><div>Contudo, o processo de demarcação da T.I Xetá está, desde 2006, parado na burocracia da FUNAI, o que impede o reagrupamento da etnia. O Estudo de Identificação e Delimitação foi entregue nesse mesmo ano, e aguarda-se apenas a publicação das portarias demarcatórias. Essa demora ameaça a etnia, pois alguns dos membros mais antigos já estão morrendo, e dos oito sobreviventes contatados em 2000 restam apenas seis. Sem a possibilidade de integração entre aqueles que sobreviveram ao massacre de seu povo e os seus descendentes, a etnia certamente estará fadada a desaparecer e, com ela, toda sua riqueza cultural.<br><strong>Curiosidades:</strong></div><div>Os Xetá possuíam cultura própria, eram seminômades, caçadores coletores e <strong>viviam somente da caça de animais e coleta de frutas, mel, raízes e vegetais</strong>. Faziam parte da dieta Xetá algumas espécies de insetos, como besouros, pirilampos e larvas, obtidos de troncos apodrecidos de palmeiras. Os xetás costumam dar nomes de animais às crianças. Outro <strong>costume é</strong> o trabalho com a pedra lascada, a caça e a pesca, além da confecção de brincos e colares de pedras, dentes e ossos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-03 20:05:34 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Aldeia  guarani karunbé eike 5a</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/katiapalmonari/ubtbmuswjpabqsfi/wish/2613670019</link>
         <description><![CDATA[<div>O Estado do Paraná é conhecido por sua rica cultura indígena, com diversas aldeias espalhadas por toda a região. Uma das mais importantes e preservadas é a aldeia Guarani Karumbé, que fica localizada na cidade de Piraquara.<br><br>A aldeia foi fundada em 1982 e atualmente é um abrigo para aproximadamente 200 indígenas Guarani. A principal atividade econômica da aldeia é a produção de artesanato, que é vendido nas cidades vizinhas e também em eventos culturais.<br><br>Os Guarani Karumbé são conhecidos por suas danças e rituais sagrados, que são realizados em diversas ocasiões, como casamentos, funerais e festivais. Além disso, eles mantêm viva a tradição da agricultura, cultivando milho, mandioca, feijão e diversas outras plantas.<br><br>A aldeia possui uma escola que ensina a língua Guarani e a cultura indígena para as crianças, além de oferecer aulas de português e matemática. A aldeia também tem acesso à saúde, com atendimento médico e odontológico.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-03 20:12:12 UTC</pubDate>
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         <title>Aldeia indígena Guaraní Ñandeva - Gabriel da Mata 5a</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/katiapalmonari/ubtbmuswjpabqsfi/wish/2613927901</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp;Os indígenas Guaraní Ñandeva vivem na terra Tekoha Guasú Guavirá, ela tem 24.028.0000 m2. os Guaranís gostam de usar expressões como ñandevekuere (nossa gente), txe nhandeva ete (eu sou mesmo Guaraní, um dos nossos) e outras semelhantes.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp;Este povo vive em um território que compreende regiões do Brasil, Bolívia, Paraguai e Argentina. No Brasil eles vivem no Paraná, mas também, nos Estados do Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.&nbsp; &nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; Essa etnia se diferencia internamente em diversos grupos muito semelhantes entre si, nos aspectos fundamentais de sua cultura e organizações sociopolíticas, porém, diferentes religiões e distintos no que diz respeito às tecnologias que aplicam na relação com o meio ambiente.<br>&nbsp; &nbsp; Uma curiosidade é que o povo Guaraní foi um dos primeiros povos a serem contatados após a chegada dos europeus na América do Sul, a cerca de 500 anos.<br>     A organização social e os cantos deles estão entre as mais evidentes manifestações culturais do povo Guaraní. Para eles a terra, Tekoha, e parte da família. Os cânticos Guaranís são entoados como uma forma de demonstrar aos Deuses que existem sobre à terra.  &nbsp;&nbsp;<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-04 13:47:56 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>ALDEIA INDÍGENA RIO DAS COBRAS - Letícia Biehl Vieira - 5ºA</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A terra indígena de <strong>Rio das Cobras</strong>, de etnia Guarani e Kaingang, que somam 3,6 mil habitantes, e hoje passaram de 19 para 3,8 hectares, sendo considerada a maior aldeia do estado, esta localizada no Município de Nova Laranjeiras e Espigão Alto do Iguaçu vivem nessa região entre Cascavel e Guarapuava, com as terras demarcadas, oficialmente, desde o início de 1901. Foi a primeira do Sul do Brasil a ter este direito reconhecido. Embora atualmente estejam tranquilos em relação a isso, não deixam de ficar atentos ao que está acontecendo hoje no Brasil.</div><div>Hoje as coisas mudaram e quase não há animais vivendo nas florestas, os rios estão mais secos, sem peixes dai o jeito foi migrar para a agricultura e o artesanato. A comunidade conta com 7 escolas indígenas, todas bilíngues: metade das aulas são em português e metade na língua nativa. Inclusive, existe uma universidade na região, sendo considerada a primeira do país localizada dentro de uma aldeia indígena. Esta reserva sempre teve fortes lideranças, dentro ou fora do poder de Estado. Outros setores entram nos planos, como formar brigadistas indígenas para combater incêndio e conscientizar sobre cuidados com o meio ambiente; e formar profissionais em diferentes áreas, para ocuparem os postos de trabalho gerados nas aldeias, como unidades de saúde e escolas. “Isso é fundamental para diminuir o desemprego nas aldeias”. A preocupação dos índios do Rio das Cobras que vivem por ali: "São duas comunidades que pensam mais no futuro. A Terra não é algo que é posse de alguém. Ela está aí para ser cuidada pelos homens" .</div><div><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-04 18:06:53 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tribo indígena Xetá-Davi Eleuterio 5°A</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Os&nbsp;indígenas da tribo Xetá são considerados uma tribo quase extinta. Eram chamados de botocudos por causa do adorno labial utilizado pelos homens após o "ritual de iniciação". Estão localizados na Serra Dos Dourados na região noroeste do Paraná. A língua falada nessa tribo é Macro-Tupi.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-04 18:34:18 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Povos indígenas no Paraná/Aldeia indígena Ava-Guaraní/Miguel Degaspari Carvalho 5 A</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/katiapalmonari/ubtbmuswjpabqsfi/wish/2614070608</link>
         <description><![CDATA[<div>A tribo Ava-Guarani é historicamente localizada no vale do rio Paraná, porém hoje localizam-se na reserva indígena de São Miguel do Iguaçu-PR.<br>Curiosidades: A palavra Ava, significa homem, pessoa Guarani. Em Guaíra e Terra Roxa, há 14 aldeias ocupadas pelos Avá-Guarani, com uma população de cerca de duas mil pessoas, que reivindicam a demarcação da terra indígena Guasu Guavira. Eles retornam para áreas tradicionalmente habitadas pelos povos Guarani, que foram expulsos ao longo dos últimos séculos, com retomadas de terra a partir de 2004.<br>Entre 1970 e 1980, a construção da Usina Hidrelétrica de Itaipu foi um novo capitulo da expulsão dos indígenas Ava-Guarani, pois as áreas em torno do Rio Paraná foram alagadas, atingindo&nbsp; 16 municípios, entre eles Guaíra e Terra roxa.<br>Segundo historiadores, os Guaranis são muito religiosos, e acreditam que o fim do mundo termina com água, então quando ocorreram os alagamentos, muitos velhos guaranis foram para o Paraguai, que como eles dizem, é considerado o umbigo do mundo. Ao retornar, reivindicaram suas terras, mas muitos achavam que eles não tinham direito, pois os consideravam paraguaios.<br>Culturalmente, as aldeias são chamadas de Tekoha, e são compostas por 350 pessoas, aproximadamente. Na comunidade tem uma Casa de Reza, onde nela sempre rezam, cantam e dançam, repassando o conhecimento ancestral para os mais novos.&nbsp;<br>Eles são considerados "guardiões da agro biodiversidade e aliados da conservação ambiental", o indígenas ava-guarani mantêm cerca de 150 roças com mais de 30 variedades de plantas alimentícias cultivadas sem agrotóxicos nas Tekoha.<br>Eles plantam batata, mandioca, milho, feijão de corda, abacaxi, abobora, entre outros e os alimentos são tanto pra subsistência quanto para comercio. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-04 18:47:58 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Gabriel Lima Faria 5° A - Povo Caingangue </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/katiapalmonari/ubtbmuswjpabqsfi/wish/2614072394</link>
         <description><![CDATA[<div>Os Caingangues são um povo jê (um grupo linguístico de povos indígenas do Brasil ) . sua língua, a língua Caingangue, pertence á família linguística jê, a qual, por sua vez, pertence ao tronco linguístico macro - jê. sua cultura desenvolveu - se à sombra dos pinhais (Araucária Brasiliensis). Há pelo menos dois séculos, sua extensão territorial compreende a zona entre o rio Tietê (São Paulo) e o rio ljuí (nordeste do Rio Grande Do Sul). no século XIX, seus domínios se estendiam para o oeste, até San Pedro, na província Argentina de Misiones.<br><br>&nbsp;Atualmente, os Caingangues tem suas terras distribuídas em cerca de 300 áreas reduzidas, distribuídas sobre seu antigo território, nos estados de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande Do Sul, no Brasil. sua população é de aproximadamente 34 mil pessoas. os Caingangues estão entre os cinco povos&nbsp; indígenas mais numerosos do brasil atualmente. Os Caingangues ocuparam, historicamente, um vastíssimo território, não completamente contíguo, mais ou menos correspondendo á expansão das florestas de pinheirais, o que significa: vastas regiões do Paraná e Santa Catarina, a região Sul - Sudoeste paulista, o planalto rio-grandense e partes de Misiones, na Argentina.<br><br>&nbsp;Seus parentes próximos, os Xoclengues, parecem ter preferido os campos entremeados dos pinheirais, mas também ocuparam regiões quase marginais à zona das Araucárias. os únicos grupos Caingangues paulistas, cujo estabelecimento na região entre o rio Tietê e o rio do Peixe já foi apontado, por alguns atores, como posterior à do Paraná, e feita por grupos que transpuseram o rio Paranapanema.  &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-04 18:51:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aldeamento indígena kaingang              Jade Isabelly - 5o A </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Os kaingangues ocuparam, historicamente, um grande território, não completamente próximo, mais ou menos correspondendo à expansão maior das florestas de pinheirais, o que significa: vastas regiões do <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Paran%C3%A1">Paraná</a> e <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Santa_Catarina">Santa Catarina</a>, a região do sul-sudoeste <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Paulo_(estado)">paulista</a>, o planalto <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_Grande_do_Sul">rio-grandense</a> e parte de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Misiones_(prov%C3%ADncia)">Misiones</a>, na <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Argentina">Argentina</a>. A&nbsp; ocupação de região tão ampla, em incontáveis grupos ou aldeias de população média em torno de 150 a duzentas pessoas (se são válidos os dados que temos para meados do século XIX), embora às vezes articulados por uma lideranças regionais, os caingangues seriam alvo de diferentes momentos de expansão das fronteiras econômicas brasileiras. O início do século XX assistiu à demarcação de boa parte das <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Terras_ind%C3%ADgenas">terras indígenas</a> dos caingangues. Isso não impediu, no entanto, que elas rapidamente começassem a ser cobiçadas, invadidas, dilapidadas e <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Grileiro">griladas</a>. No Paraná, o primeiro conflito aconteceu já nos anos 1920, obrigando a uma mudança em delimitações originalmente feitas pelo estado e também criando uma demanda judicial que terminou desfavorável aos índios no caso das terras que possuíam em <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Jer%C3%B4nimo_(Rio_Grande_do_Sul)">São Jerônimo</a>. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-04 22:28:57 UTC</pubDate>
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         <title>Tribo Indígena Xetá - Lorena Lichoveski 5º A</title>
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         <description><![CDATA[<div>Os índios Xetá foram encontrados na Serra dos Dourados, região noroeste do Paraná, em um período em que o café gerava muito lucro e os colonizadores buscavam terras para expandir a produção.<br><br></div><div>A maioria dos Xetá morreu, em menos de uma década, por causa da selvagem colonização do território em que viviam. Poucos sobreviveram. A maioria destes foram crianças literalmente arrancadas de seus pais e criadas por familiares dos fazendeiros que invadiram suas terras ou por funcionários do antigo Serviço de Proteção ao Índio (SPI).<br><br></div><div><br>Os xetá são um grupo indígena, até recentemente considerado extinto, que tem suas origens no estado brasileiro do <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Paran%C3%A1">Paraná</a>. No passado, eram também chamados botocudos por conta do adorno labial utilizado pelos homens após o ritual de iniciação. Os oito remanescentes do massacre ocorrido nas décadas de 1950/60 na região da Serra dos Dourados Distrito de Umuarama (Paraná) deram origem a aproximadamente 25 famílias, todos ligados por parentesco, dispersos pelos estados do <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Paran%C3%A1">Paraná</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Santa_Catarina">Santa Catarina</a> e <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Paulo_(estado)">São Paulo</a>.&nbsp;<br><br></div><div><br>Os xetá foram a última <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Etnia">etnia</a> do estado do Paraná a ter seus territórios expropriados. Na década de 1940, frentes de colonização devastaram a mata nativa para a plantação de café, massacrando-os drasticamente. No final dos anos 1960, notícias oficiais acusavam seu "extermínio", com vistas à regularização fundiária da região de Umuarama e Campo Mourão, território tradicional dos Xetá, vendido pelo Estado aos novos colonos sob a promessa de uma terra fértil.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-04 23:18:22 UTC</pubDate>
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         <title>Aldeia indígena Yawalapiti</title>
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         <description><![CDATA[<div>Matheus Fernandes - 5 A</div><div><br>Os Yawalapiti vivem na parte sul do Parque Indígena do Xingu, conhecida como Alto Xingu. Como todas as aldeias da região, a aldeia yawalapiti tem a forma de um círculo, com as casas dispostas ao redor de um espaço central, local de uso masculino, onde está localizada a <strong>casa dos homens</strong>.</div><div><br></div><div><strong>Como é a casa dos Yawalapiti?<br></strong><br></div><div>As diferentes partes da casa são relacionadas com partes do corpo humano ou animal. A parte da frente, por exemplo, corresponde ao peito, os fundos são as costas, a porta é a boca e os pilares são as pernas. Ad casas são comunais, isto é, comuns a várias famílias, aparentadas entre si. O tamanho da casa varia de acordo com o número de moradores. O espaço interno normalmente é organizado assim: há o espaço da cozinha; o depósito de alimentos que fica no centro da casa, e um outro, em frente à porta de entrada, onde os visitantes são recebidos e as danças realizadas. Os moradores dormem em redes que são amarradas nas laterais da casa. À noite, a casa é fechada com portas feitas de madeira e palha e pequenas fogueiras são acesas abaixo das redes, deixando o interior com uma temperatura agradável.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-05 01:10:36 UTC</pubDate>
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         <title>Aldeia indígena TEKOHÁ AÑETETE </title>
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         <description><![CDATA[<div>Meu nome é João e hoje vim falar sobre a Aldeia indígena&nbsp; TEKOHÁ AÑETETE antes de começar queria dizer que a imagem acima mostra crianças desta tribo indígena, bom a etnia desta Aldeia é a guarani&nbsp; que traduzido para o português significa guerreiro oque tem tudo a ver com os indígenas né já que elas lutaram muito por suas terras , a cultura dos povos que tem como etnia guarani são, a exploração da erva-mate ,a criação de gado ,o cultivo de soja e de cana de açúcar , as suas comidas típicas são,&nbsp; milho 🌽, palmito ,batata-doce, mandioca e amendoim constituem alguns dos alimentos o milho é consumido  sem sal e as crianças fazem fila comportada para ganhar o seu,a sua terra fica localizada&nbsp; em diamante d'oeste (PR) a tradução do nome TEKOHÁ AÑETETE é  o lugar onde somos  oque somos, Bom por hoje é isso </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-05 18:07:38 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>A cultura tupi-guarani é formada pelas contribuições dos povos indígenas que falam essa língua. Isso se deve ao fato de que o termo tupi-guarani não designa uma nação específica. Pelo contrário, trata-se de uma expressão genérica que contempla um variado grupo de línguas indígenas encontradas na América do Sul. Eles vivem no Paraná na cidade de Curitiba. Os guaranis são coletores e caçadores. O espaço físico que habitam é denominado tekoha, terra e se autodeterminam como a extensão da terra onde pisam.</title>
         <author>carolmafra</author>
         <link>https://padlet.com/katiapalmonari/ubtbmuswjpabqsfi/wish/2615103170</link>
         <description><![CDATA[<div><br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-05 18:32:59 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Arthur  Franco  Sabino 5° A  - Aldeia indígena urbana &quot;Kakané Porã&quot;,  em Curitiba (Campo de Santana)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/katiapalmonari/ubtbmuswjpabqsfi/wish/2615230078</link>
         <description><![CDATA[<div>A maior preocupação das 35 famílias indígenas que vivem na aldeia urbana Kakané Porã, no Campo de Santana, é manter viva a cultura, em especial a língua caingangue.&nbsp;<br><br>Rosana Salete Rodrigues, moradora local responsável por ministrar aulas do idioma nativo para as 63 crianças da aldeia.<br><br>Em Kakané Porã vivem descendentes de três diferentes etnias -&nbsp; são quatro famílias de guaranis, quatro de xetás e 27 de caingangues.<br><br>Adaptados à vida em meio urbano, os índios lutam para preservar suas tradições. “Todos os índios que vivem aqui trabalham em empresas, temos pedreiros, metalúrgicos, motorista, padeiro. Usamos carros, motos, roupas da cidade, já estamos acostumados com a cultura do homem branco. Mas não podemos esquecer das raízes, porque senão elas acabam se perdendo e não queremos apagar a nossa história”, ressalta o cacique da aldeia, Carlos Luis dos Santos, 49 anos.<br><br>As 35 casas construídas pela Cohab em área de 44 mil metros quadrados são dispostas em círculo, sem muros separando os lotes e com uma oca de madeira na praça central. É ali que, desde o ano passado, Rosana ensina a língua caingangue para as crianças da comunidade.&nbsp;<br><br>Além de ser o palco das aulas de caingangue, a oca central é utilizada para outras finalidades. Lá são realizados cultos e apresentações culturais. É também onde a comunidade se encontra, para a realização das reuniões mensais com os moradores.&nbsp;<br><br>Às segundas e quartas, de manhã e à tarde, acontecem as aulas para a crianças, com quem Rosana trabalha além do idioma nativo, a parte de coordenação motora, com desenhos e pinturas. Terça, quinta e sexta, à noite, são ministradas aulas para os adultos. “Temos muitos adultos que se esqueceram de nossa língua e agora também têm a chance de reaprender”, conta ela.<br><br>É o caso do padeiro e confeiteiro José Inácio da Silva, 44 anos. “Eu ainda falo, inclusive dentro de casa, É muito importante que principalmente os os mais novos aprendam a língua, é uma garantia de que nossa cultura não vai morrer”, diz ele.<br><br>Atrás do quintal de sua casa, Inácio planta chuchu, feijão, cana-de-açúcar e abóbora. “Nós comemos a mesma comida do homem branco, mas algumas vezes ainda cozinhamos comidas de índio, como o bolo de milho e farinha de trigo assado na folha de bananeira direto na fogueira. Adoramos o fogo, nossos garotos aprendem desde pequenos a fazer fogo”, conta o padeiro.<br><br>Outro aspecto da cultura caingangue que sobrevive em Kakané Porã é o artesanato, que ajuda no sustento de boa parte das famílias,&nbsp; para isso produzem cestos feitos de taquara, que é uma espécie de bambu.<br><br>Todos os dias levantam cedo e&nbsp; realizam todas as etapas do processo. “Pegar a taquara, raspar, cortar em tiras, depois fazer as fitas e trançar até as peças ficarem prontas. Depois passar tintura nas fibras para o cesto ficar bem bonito”.<br><br>Um dos fatores que mais agrada os índios que moram em Kakané Porã é poder viver em comunidade, porém com qualidade de vida. “No Cambuí a gente vivia em comunidade, mas era uma situação muito difícil. Estávamos amontoados, não tinha divisão de uma moradia para cada família, sem tratamento de esgoto. Alguns dos nossos morreram lá por causa das más condições”, afirma o cacique Carlos.<br><br>Na aldeia construída pela Cohab, os indígenas contam com toda infraestrutura para levar uma vida digna. No mês de dezembro, a fundação da aldeia Kakané Porã vai completar cinco anos. “Estamos muito felizes aqui. É um lugar tranquilo, ninguém nos incomoda. Temos boas condições e somos muito gratos à Cohab e à Prefeitura pelo atendimento que recebemos”, finaliza o cacique</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-05 21:54:51 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Giovana Portugal Pinheiro Fagundes 5A                               Aldeia indígenas em Curitiba </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/katiapalmonari/ubtbmuswjpabqsfi/wish/2615246570</link>
         <description><![CDATA[<div>A maior preocupação das 35 famílias indígenas que vivem na aldeia urbana Kakané Porã, no Campo de Santana, é manter viva a cultura, em especial a língua caingangue. “Desta maneira nós não perdemos a nossa identidade, mesmo vivendo há vários anos dentro de uma metrópole”, afirma Rosana Salete Rodrigues, moradora local responsável por ministrar aulas do idioma nativo para as 63 crianças da aldeia.Em Kakané Porã vivem descendentes de três diferentes etnias -&nbsp; são quatro famílias de guaranis, quatro de xetás e 27 de caingangues. Em dezembro de 2008, eles foram transferidos para o empreendimento construído pela Companhia de Habitação Popular de Curitiba (Cohab) após viverem por seis anos em condições precárias no Parque Cambuí, próximo a São José dos Pinhais.<br><br>Adaptados à vida em meio urbano, os índios lutam para preservar suas tradições. “Todos os índios que vivem aqui trabalham em empresas, temos pedreiros, metalúrgicos, motorista, padeiro. Usamos carros, motos, roupas da cidade, já estamos acostumados com a cultura do homem branco. Mas não podemos esquecer das raízes, porque senão elas acabam se perdendo e não queremos apagar a nossa história”, ressalta o cacique da aldeia, Carlos Luis dos Santos, 49 anos.<br><br>As 35 casas construídas pela Cohab em área de 44 mil metros quadrados são dispostas em círculo, sem muros separando os lotes e com uma oca de madeira na praça central. É ali que, desde o ano passado, Rosana ensina a língua caingangue para as crianças da comunidade. “Elas frequentam diariamente a escola municipal e duas vezes por semana, no contraturno, dou as aulas de caingangue”, conta a professora.<br><br>Além de ser o palco das aulas de caingangue, a oca central é utilizada para outras finalidades. Lá são realizados cultos e apresentações culturais. É também onde a comunidade se encontra, para a realização das reuniões mensais com os moradores. “Discutimos os assuntos de interesse coletivo, levamos as novidades para toda a aldeia”, explica o cacique.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-05 22:32:30 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Os indígenas.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Julia Novaki Raymundo 5°A.<br><br>       A cultura indígena brasileira é muito diversificada. Um dos costumes dos indígenas estão alimentação, as danças, as culturas e as características.<br><br>As principais características dos indígenas são os cocares, as danças, pinturas no corpo e no rosto&nbsp; e o botoque&nbsp;<br><br>A alimentação indígena.<br>Os indígenas geralmente comem mandioca, açaí, frutas, legumes, verduras raízes, mandioca, peixes e carnes de caça<br><br>Costumes indígenas<br>  &nbsp; Os povos indígenas tinham respeito e preservaram muito a natureza, também vem a fato dos costumes de tomar banho todos os dias e de dormir em rede.<br><br>     Tradições indígenas entre as muitas as mais praticadas são a música, dança, a cerâmica, pintura no corpo e cestaria.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-21 19:26:29 UTC</pubDate>
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         <title>Eloísa Cristina Baumann Lima </title>
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         <link>https://padlet.com/katiapalmonari/ubtbmuswjpabqsfi/wish/2629439995</link>
         <description><![CDATA[<div>Tribo Kaingang<br>A tribo Kaingang é uma das maiores etnias indígenas do Brasil, com um número estimado de 35 mil pessoas espalhadas por mais de 140 terras indígenas em diferentes estados do país. Seus costumes e tradições remontam a tempos imemoriais e eles mantêm muitos desses elementos culturais até os dias atuais.<br><br>Os Kaingangs vivem principalmente em áreas rurais, em aldeias que geralmente consistem em algumas casas de madeira e palha espalhadas pelas lavouras. Eles são conhecidos por serem nômades, vivendo em diferentes áreas de suas terras, mas frequentemente voltando às suas aldeias de origem para celebrações e eventos importantes.<br><br>A tribo Kaingang é conhecida por sua língua própria, o Kaingang, que pertence ao grupo das línguas Jê, uma das mais antigas línguas indígenas ainda faladas no Brasil. A língua é ensinada de geração em geração, mantendo as tradições linguísticas da tribo bem vivas.<br><br>As danças são uma das tradições culturais mais importantes da tribo Kaingang. Eles geralmente realizam danças coletivas em ocasiões como a colheita, a pesca e o plantio. Essas danças geralmente são acompanhadas de cantos que falam sobre o cotidiano, tradições e lendas da tribo.<br><br>Os Kaingangs também possuem uma tradição de artesanato. Eles são mestres na produção de redes, cestas, tambores e outros objetos necessários para seu dia a dia. Muitas vezes esses objetos possuem um valor ceremonial, como as flautas utilizadas nas danças ritualísticas.<br><br>A religião é uma parte fundamental da cultura Kaingang. Acreditam em um universo habitado por forças espirituais, onde há seres sobrenaturais e ancestrais que protegem e orientam os vivos. Eles recorrem ao pajé, líder espiritual da tribo, para resolver problemas relacionados à saúde, conflitos na tribo ou em conflitos com outras tribos.<br><br>Em resumo, a tribo Kaingang é rica em tradições culturais que remontam a muitas gerações. Eles são nômades por natureza, vivendo em aldeias e mantendo sua língua, danças, artesanato e religião bem vivas. A cultura Kaingang é uma parte essencial da história e da identidade do Brasil.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-21 20:27:49 UTC</pubDate>
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