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      <title>Ditaduras na América Latina by Pâmella Prado</title>
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      <description>Durante as decadas de 1960 e 1970, a América Latina foi palco de diversos golpes militares. Com o apoio de setores conservadores da sociedade, como a elite oligárquica  e parte da classe média.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-11-16 00:35:21 UTC</pubDate>
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         <title>Bom dia 9º ano</title>
         <author>pamellasuelema</author>
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         <description><![CDATA[<div>Hoje faremos uma publicação no Padlet (mural). Para esta atividade, vocês deverão compartilhar uma informação importante sobre as ditaduras que ocorreram na América Latina (Paraguai, Argentina, Chile, Uruguai e Bolívia).<br>Escolham apenas um país, façam a leitura do livro didático para ajudar na publicação e sejam criativos. <br>Podem publicar fotos, vídeos, desenhos, áudios... O que a imaginação permitir.<br><br>(<strong>No livro didático, módulo 04 - capitulo 09 - páginas 291 a 306).</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-16 01:11:03 UTC</pubDate>
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         <title>Ditadura Militar no Uruguai (Mateus Penalva)</title>
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         <description><![CDATA[<div>A ditadura cívico-militar do Uruguai, também conhecida como ditadura uruguaia, foi uma ditadura militar autoritária que governou o Uruguai por doze anos, de 27 de junho de 1973 até 28 de fevereiro de 1985.<br><br>Data de término: 28 de fevereiro de 1985<br><br>Período histórico: <a href="https://www.google.com/search?client=ms-android-samsung-ga-rev1&amp;v=12.44.23.23.arm64&amp;biw=400&amp;bih=840&amp;hl=pt-BR&amp;cs=1&amp;cds=3&amp;sxsrf=AOaemvIXVqn6WZA7u1E0_Vx6rU7Z4-nONg:1637060124691&amp;q=Guerra+Fria&amp;stick=H4sIAAAAAAAAAONgVuLUz9U3MCw3LK5YxMrtXppaVJSo4FaUmQgAgcDTPRsAAAA&amp;sa=X&amp;sqi=2&amp;ved=2ahUKEwi6vdSZ3Jz0AhX4LLkGHVYNDHMQmxMoAHoECBEQAg">Guerra Fria</a><br><br>Governo: República presidencialista sob uma ditadura militar<br><br>Moeda: Peso histórico (1958-1975); Novo peso (1975-1994)<br><br>Região: <a href="https://www.google.com/search?client=ms-android-samsung-ga-rev1&amp;v=12.44.23.23.arm64&amp;biw=400&amp;bih=840&amp;hl=pt-BR&amp;cs=1&amp;cds=3&amp;sxsrf=AOaemvIXVqn6WZA7u1E0_Vx6rU7Z4-nONg:1637060124691&amp;q=Am%C3%A9rica+do+Sul&amp;stick=H4sIAAAAAAAAAONgVuLQz9U3MMszrlzEyu-Ye3hlUWZyokJKvkJwaQ4AeMjd8x4AAAA&amp;sa=X&amp;sqi=2&amp;ved=2ahUKEwi6vdSZ3Jz0AhX4LLkGHVYNDHMQmxMoAHoECAgQAg">América do Sul</a><br><br>Área: 176 215 km²</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-16 11:04:22 UTC</pubDate>
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         <title>Octávio Souza</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><br>Período histórico</strong> | <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Guerra_Fria">Guerra Fria</a><br> • <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/5_de_novembro">5 de novembro</a> de <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/1964">1964</a> | Posse de René Barrientos Ortuño<br> • <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/10_de_outubro">10 de outubro</a> de <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/1982">1982</a> | Retorno à democracia<br><a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Lista_de_pa%C3%ADses_e_territ%C3%B3rios_por_%C3%A1rea"><strong>Área</strong></a> | 1,098,581 km²<br><a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Moeda"><strong>Moeda</strong></a> | <a href="https://pt.m.wikipedia.org/w/index.php?title=Peso_boliviano_(moeda)&amp;action=edit&amp;redlink=1">Peso boliviano<br></a><br></div><div><br>Os <strong>governos militares da </strong><a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Bol%C3%ADvia"><strong>Bolívia</strong></a><strong> (1964-1982)</strong> realizaram uma conservadora política de reformas econômicas, como a reabertura da indústria das minas de estanho ao investimento privado estrangeiro. Em julho de <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/1966">1966</a>, <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Ren%C3%A9_Barrientos">René Barrientos</a> submete-se a votação como civil, conseguindo ser eleito presidente. Durante seu mandato mantêm uma aliança com os militares e com os camponeses, mas enfrenta os mineiros e trabalhadores. Em <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/1967">1967</a>, promulga uma nova constituição. No entanto, a <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Guerrilha_de_%C3%91ancahuaz%C3%BA">Guerrilha de Ñancahuazú</a>, comandada por <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Ernesto_Che_Guevara">Ernesto Che Guevara</a> entra em erupção, e ele é forçado a depender dos militares para enfrentar este movimento de guerrilha que havia começado a operar em regiões montanhosas. Em outubro de <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/1967">1967</a>, o <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Ex%C3%A9rcito_boliviano">exército boliviano</a> afirmou que havia derrotado os rebeldes em um lugar perto da aldeia de <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Vallegrande">Vallegrande</a>; havia sido capturado em campo de batalha, Che Guevara, que logo depois foi executado.<br><br></div><div><br>Barrientos morreu em um suspeito acidente de helicóptero em abril de <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/1969">1969</a>. Ele foi sucedido no poder por uma série de governos de curta duração, principalmente militares; e em agosto de <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/1971">1971</a>, o general <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Juan_Jos%C3%A9_Torres">Juan José Torres</a> foi derrubado em um golpe liderado pelo coronel <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Hugo_Banzer">Hugo Banzer</a>.<br><br></div><div><br>O regime de Banzer rapidamente se transformou de uma posição relativamente moderada à uma posição de maior repressão: abolindo o movimento trabalhista, suspendendo todos os <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Direitos_civis">direitos civis</a> e enviando tropas para os centros de mineração. O Banzer se alinha com os governos militares anti-esquerdistas de <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Argentina">Argentina</a>, <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Brasil">Brasil</a>, <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Chile">Chile</a>, <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Paraguai">Paraguai</a> e <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Uruguai">Uruguai</a>. Em <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/1978">1978</a>, Banzer renunciou e uma <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Junta_militar">junta militar</a> tomou o poder. No início dos <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Anos_1980">anos 1980</a>, um forte crescimento econômico na década anterior - que havia sido apoiado pelo alto preço do <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Estanho">estanho</a> no mercado mundial - levou à crise. A queda nos preços dos minerais e a má gestão dos regimes militares haviam deixado a Bolívia com uma dívida enorme, uma situação hiperinflacionária e um declínio das receitas de exportação. A exportação ilegal de <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Coca%C3%ADna">cocaína</a> foi o principal recurso que procurou divisas, de modo que os <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Estados_Unidos">Estados Unidos</a> pressionaram o governo da Bolívia para que tomasse medidas eficazes contra o <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Tr%C3%A1fico_de_droga">tráfico de droga</a>.<br><br></div><div><br>Em <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/17_de_julho">17 de julho</a> de <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/1980">1980</a>, o general <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Luis_Garc%C3%ADa_Meza">Luis García Meza</a> realiza um <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Golpe_de_Estado">golpe de Estado</a> apoiado pelos paramilitares recrutados pelo <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Criminoso_de_guerra">criminoso de guerra</a> <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Nazista">nazista</a> <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Klaus_Barbie">Klaus Barbie</a> e o <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Terrorista">terrorista</a> italiano <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Stefano_Delle_Chiaie">Stefano Delle Chiaie</a>,<a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Ditadura_militar_boliviana#cite_note-3"><sup>[3]</sup></a> que derrubam o presidente interino constitucional <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Lidia_Gueiler_Tejada">Lidia Gueiler Tejada</a>, e impedem a posse de vencedor da eleição <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Hern%C3%A1n_Siles_Zuazo">Hernán Siles Zuazo</a> de assumir a presidência.<a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Ditadura_militar_boliviana#cite_note-4"><sup>[4]</sup></a> O Governo Garcia Meza é caracterizado pela repressão brutal de seus oponentes, registrando prisões, assassinatos e <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Desaparecimento_for%C3%A7ado">desaparecimentos forçados</a> realizados pelo Ministério do Interior à frente de <a href="https://pt.m.wikipedia.org/w/index.php?title=Luis_Arce_G%C3%B3mez&amp;action=edit&amp;redlink=1">Luis Arce Gómez</a>. O pouco apoio da população pobre e da comunidade internacional, bem como provas de vínculos com o tráfico de drogas levaram o governo <em>de facto</em> ao fim em 1981.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-16 11:05:25 UTC</pubDate>
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         <title>DITADURA NO PARAGUAI - FELIPE LEAL</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>No início de 1954, o recém demitido diretor do Banco Central <a href="https://pt.m.wikipedia.org/w/index.php?title=Epifanio_M%C3%A9ndez_Fleitas&amp;action=edit&amp;redlink=1">Epifanio Méndez Fleitas</a>, uniu forças com o general <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Alfredo_Stroessner">Alfredo Stroessner</a>, que era o comandante chefe das forças armadas, em um plano para depor Chaves.<br>Em 4 de maio de 1954, Stroessner ordenou às suas tropas que fossem para as ruas e realizassem um golpe. A resistência feroz da polícia deixou quase cinquenta mortos, mas mesmo assim Stroessner tomou o poder do país.<br>A ditadura ocorreu entre 1954 e 1989 (35 anos de ditadura)<br><br>Umas das práticas mais comuns nas ditaduras em todo o mundo, é a queima de arquivo, dessa forma é facil esconder toda a “sujeira” e tentar passar uma imagem menos pior daquela época, como ironiza a charge acima: <br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-16 11:12:34 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Bom dia, Mary.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Uma curiosidade sobre, é que Ao longo de 35 anos de regime militar, estima-se que cerca de 20 mil pessoas foram vítimas de violações de Direitos Humanos. Os casos mais conhecidos são os de garotas sequestradas por agentes do governo para serem estupradas por Stroessner.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-16 11:19:52 UTC</pubDate>
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         <title>DITADURA MILITAR NO CHILE.(ANA CLARA FAGUNDES)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A <strong>ditadura militar chilena</strong> começou em 11 de setembro de 1973, quando o presidente Salvador Allende foi deposto do poder por meio de um<strong> golpe militar liderado pelo general </strong><a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/historia-america/augusto-pinochet.htm"><strong>Augusto Pinochet</strong></a>. O Chile se tornava mais um país sul-americano a ser governado por um ditador. Durante 15 anos, Pinochet governou com mãos de ferro, sendo implacável contra seus opositores.<br><br></div><div>Em 1988, Pinochet sofreu uma derrota com o resultado de um plebiscito, no qual 56% dos eleitores rejeitaram a sua continuidade no <a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/sociologia/poder.htm">poder</a>. Logo após o fim da ditadura, <strong>os militares acusados de crimes contra os </strong><a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/sociologia/direitos-humanos.htm"><strong>Direitos Humanos</strong></a><strong> foram julgados e condenados à prisão</strong>.<br><strong>Em 1970, os chilenos foram às urnas e elegeram Salvador Allende como presidente</strong>. Ele foi eleito a partir de propostas ligadas ao <a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/sociologia/marxismo.htm">marxismo</a>. Seu programa de governo foi intitulado como <strong>“via chilena para o socialismo” </strong>e:<br><br></div><ul><li>nacionalizou bancos, empresas estrangeiras e as minas de cobre;</li><li>iniciou a <a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/geografia/reforma-agraria.htm">reforma agrária</a>.</li></ul><div>As consequências da ditadura militar chilena foram as <strong>punições dos militares que participaram do governo de Pinochet</strong>. Vários militares foram julgados pelos crimes cometidos durante o governo ditatorial e presos.<br><br></div><div>Apesar de Pinochet ter deixado o governo em 1990, <strong>o Chile ainda convive com algumas leis do período ditatorial</strong>. Em 2020, começou uma Constituinte para elaborar uma nova Constituição para o Chile, mais adequada para o regime democrático.<br>Em 1980, uma nova Constituição foi promulgada no Chile e Pinochet teve seu mandato prorrogado até 1988, quando os chilenos seriam chamados a participar de um plebiscito sobre a continuidade ou não do ditador no poder. Em 1988, os eleitores chilenos participaram do <strong>plebiscito e, com 56% dos votos, decidiu-se pelo fim da ditadura </strong>e convocação de novas eleições no ano seguinte.<br><br></div><div><strong>Patricio Aylwin foi o primeiro civil eleito desde o golpe</strong> contra Salvador Allende e iniciou seu mandato em 1990. Pinochet saiu da presidência e tornou-se senador vitalício. Em seus últimos anos de vida, ele teve que responder aos processos de crime contra direitos políticos e corrupção durante os 15 anos de ditadura chilena. <strong>Apresentando atestado de debilidade mental, Pinochet morreu sem ser condenado</strong> e punido pelos seus crimes.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-16 11:20:27 UTC</pubDate>
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         <title>Ditadura militar na Argentina-Helena Macedo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<h1>HISTÓRICO DA DITADURA CIVIL-MILITAR ARGENTINA</h1><div>A última ditadura argentina (1976-1983) teve início, por meio de um golpe de Estado, em 24 de março de 1976, o qual depôs a então presidenta da República María Estela Martínez de Perón, também conhecida como Isabelita Perón. No período em que vigorou o autodenominado “Processo de Reorganização Nacional”, uma Junta Militar, composta pelas três armas das Forças Armadas (Exército, Marinha e Aeronáutica), assumiu o poder e, em seguida ao golpe, indicou o general Jorge Rafael Videla para presidir o país. A partir de então, desencadeou-se um regime pautado na desindustrialização, no endividamento externo, em sua autolegitimação, na centralização do poder nas mãos dos militares, com participação direta dos civis oriundos das elites nacionais, e no Terrorismo de Estado. Durante a última ditadura argentina, além do ditador Videla (1976-1981), estiveram a frente desse processo os generais, Roberto Eduardo Viola (1981-1981), Leopoldo Galtieri (1981-1982) e Reynaldo Bignone (1982-1983). Estima-se que mais de 30 mil pessoas tenham sido mortas durante essa ditadura (SADER; JINKING, 2006).<br><br></div><div>Antecedeu o golpe de 1976 um cenário político conturbado e de caos econômico. As justificativas para a autolegitimação do regime também já se ensaiavam em período anterior a março daquele mesmo ano. As intervenções militares não eram um dado novo na História argentina, desde 1930. Em 1966, a autodenominada “Revolução Argentina”, um dos golpes militares anteriores a 1976, encabeçado pelo general Juan Carlos Onganía, junto com seus aliados civis, foi marcado por um governo autoritário e modernizador, inspirado no modelo brasileiro de 1964, o qual configurou a primeira tentativa de formular um modelo argentino de regime civil-militar. O fracasso dessa experiência levou a uma rápida restauração do poder civil em 1970 e ao consequente retorno de Juan Domingo Perón ao poder, em 1973.<br><br>Na Argentina, falar de ditadura é um motivo de desonra, lá não é algo de que eles se orgulham. A ditadura na Argentina durou 7 anos, o que é consideravelmente menos do que os 21 anos de ditadura no Brasil.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-16 11:32:07 UTC</pubDate>
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         <title>Ditadura no Uruguai - Letícia Reis </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/pamellasuelema/u9dmffwox0vm5nqz/wish/1893878167</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="https://youtu.be/pE2UmK8IgSM">https://youtu.be/pE2UmK8IgSM</a><br><br>• Início da ditadura ! <br><br>Por volta da década de 1950, o Uruguai passou por uma crise econômica e política que se estendeu até a década de 1960, resultou em um processo de declínio social e econômico, que teve inclusão de uma luta armada protagonizada por grupos extremistas de orientação socialista, além de altas quedas no país. Esse movimento levava o nome de “Movimento de Libertação Nacional - Tupamaros”<br><br>Com o aumento desse grupo, o exército uruguaio passou a reprimir violentamente duas ações. Chegou um ponto de divisões de grupos diversos. Os militares recusarem-se a retornar aos quartéis sob justificativa de que era preciso impedir o ressurgimento de grupos subversivos. Assim, aos poucos, as Forças Armadas aumentaram sua influência política.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/pE2UmK8IgSM" />
         <pubDate>2021-11-16 11:38:44 UTC</pubDate>
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         <title>O retorno de Perón (Stefani Jenifer)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Em 1973 João domingo Perón que governou a Argentina de 1945 a 1955 foi eleito presidente em seu governo ele relatou as relações diplomáticas com cuba e aumentou o comércio com os países socialistas o que trouxe preocupações a elite Argentina.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-16 11:39:37 UTC</pubDate>
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         <title>Gustavo Santana de Souza</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A ditadura chilena foi um período que correspondeu ao regime liderado por Augusto Pinochet, de 1973 a 1990. Esse regime autoritário foi iniciado a partir do golpe militar de 11 de setembro de 1973, o qual derrubou o presidente constitucionalmente eleito, Salvador Allende. A ditadura chilena fez parte da tendência sul-americana do período em que houve a implantação de regimes conservadores comandados por militares e apoiados amplamente pelos Estados Unidos.Antecedentes do golpe No começo da década de 1970, o Chile era governado pelo presidente socialista Salvador Allende. Allende havia sido eleito nas eleições de 1970 com 36,6% dos votos, e sua vitória só foi possível graças ao grande apoio de uma coalizão formada pelos partidos de esquerda, conhecida como Unidade Popular.Em seu governo, Salvador Allende colocou em prática o que ficou conhecido como “via chilena para o socialismo”, na qual propunha uma transição gradual do Chile em uma sociedade socializante. Assim, dentro desse projeto, ele iniciou a reforma agrária e nacionalizou bancos, empresas estrangeiras instalados no país e as minas de cobre.O projeto socializante estabelecido por Allende desagradou as elites econômicas chilenas – em geral, da direita – e, principalmente, as grandes corporações e grupos estrangeiros, que viram seus interesses serem contrariados pelo novo presidente chileno. A partir disso, o governo de Allende passou a sofrer grande pressão desses dois grupos.Um dos países diretamente responsáveis pela sabotagem do governo Allende foram os Estados Unidos, temerosos pela nomeação de um presidente declaradamente marxista na América do Sul. Além disso, as medidas econômicas de Allende prejudicavam os interesses de empresas norte-americanas no Chile. Assim, os Estados Unidos instauraram um projeto para sabotar a economia chilena.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-16 11:45:37 UTC</pubDate>
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         <title>A Ditadura Militar na Argentina - Maria Clara Bahia .</title>
         <author>lucianabahiaalmeida</author>
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         <description><![CDATA[<div>A <strong>Ditadura na Argentina </strong>começou com um <a href="https://www.infoescola.com/politica/golpe-de-estado/">golpe de Estado</a> dado por militares que assumiram o poder do país. Durante sua vigência, foi um dos governos mais autoritários da <a href="https://www.infoescola.com/geografia/america-latina/">América Latina</a> no século XX.&nbsp;</div><div>Na segunda metade do século XX surgiram vários governos ditatoriais na América Latina. Essas <a href="https://www.infoescola.com/politica/formas-de-governo/">formas de governo</a> normalmente eram comandadas por militares que assumiam o controle do país, geralmente através de golpes de Estado. A conjuntura da época no mundo era de <a href="https://www.infoescola.com/historia/guerra-fria/">Guerra Fria</a>, então esses defensores da extrema direita governavam com o discurso de combater os males do comunismo em seus respectivos países.&nbsp;<br><br></div><div>A <strong>Argentina </strong>passou por situação semelhante a do Brasil em relação a existência de um governo militar ditatorial. A <strong>Ditadura na Argentina </strong>teve início com um golpe militar no ano de 1966. O presidente <strong>Arturo Illia, </strong>que exercia o cargo legalmente dentro da constituição, foi deposto no dia 28 de junho daquele ano e a partir de então se sucedeu uma série de governos de militares até 1973.&nbsp;<br><br></div><div>Embora o tempo de vigência da Ditadura na Argentina tenha sido de apenas sete anos, bem menos do que os 21 anos de ditadura militar no Brasil, foi tempo suficiente para as várias atrocidades cometidas pelos governantes autoritários.&nbsp;</div><div>Os promovedores da <strong>Ditadura na Argentina</strong>, em semelhança ao Brasil, a determinavam como Revolução Argentina. Logo após a tomada de poder, entrou em vigor no país o Estatuto da Revolução Argentina que legalizou as atividades dos militares. O intuito dos golpistas era de permanecerem no poder por tempo indeterminado, enquanto fosse necessário para sanar todos os problemas argentinos. A nova ‘constituição’ proibia a atividade dos partidos políticos e cancelava quase todos os direitos civis, sociais e políticos por conta de um quase constante <a href="https://www.infoescola.com/direito/estado-de-sitio/">Estado de Sítio</a>. Era a derrocada da cidadania.&nbsp;</div><div>&nbsp;<br>Ao longo do período de governo militar, três indivíduos ocuparam o poder: o general <strong>Juan Carlos Onganía</strong>, o general <strong>Roberto Marcelo Levingston </strong>e o general <strong>Alejandro Agustín Lanusse</strong>.<br>&nbsp;</div><div>Juan Carlos Onganía governou de 1966 a 1970 e entregou o poder debilitado por conta de protestos. Em seu lugar, a Junta de Comandantes em Chefe das forças armadas assumiram o governo do país e decidiram pela indicação do general Roberto Marcelo Levingston para a presidência. Levingston era um desconhecido militar e governou a Argentina até 1971 pela incapacidade de controlar a situação política, econômica e social do país. Em seu lugar entrou o homem forte da ditadura, o general Alejandro Augustín Lanusse. Este governou entre 1971 e 1973, sua gestão que foi empenhada em obras de infra-estrutura nacional era vista com desgosto da população.&nbsp;<br><br></div><div>As crescentes manifestações populares causaram as eleições para novo presidente na Argentina em 1973. A população queria <strong>Perón </strong>no governo do país, mas o candidato do povo foi barrado pelo então presidente militar que alterou as leis eleitorais da constituição de forma que barrasse sua candidatura. Impossibilitado de ser eleito, Perón e o povo passaram a defender a candidatura de <strong>Hector José Cámpora</strong>, que saiu vitorioso no pleito.&nbsp;<br><br></div><div>O período da Ditadura Militar na Argentina foi cruel e sangrento, a estimativa é de que aproximadamente 30 mil argentinos foram seqüestrados pelos militares. Os opositores que conseguiam se salvar fugiam do país, o que representa aproximadamente 2,5 milhões de argentinos. Os militares alegam que mataram “apenas” oito mil civis, sendo que métodos tenebrosos de torturas e assassinatos foram utilizados pelos representantes do poder. O governo autoritário deixou marcas na Argentina mesmo após a ditadura, com a democracia poucos presidentes conseguiram concluir seus mandatos por causa da grande instabilidade econômica e social.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div><strong>O peronismo :&nbsp;</strong></div><div>&nbsp;</div><div>O <strong>peronismo</strong> foi um movimento político que surgiu na Argentina durante a década de 1940 quando <strong>Juan Domingo Perón</strong> atuava no governo argentino. O sucesso da política peronista garantiu-lhe popularidade para ascender à presidência do país e consolidar sua política. Juan Domingo Perón foi presidente da Argentina em duas ocasiões, entre 1946 e 1955 e de 1973 a 1974. Neste texto, abordaremos a ascensão de Perón na política argentina e os principais acontecimentos do seu primeiro governo.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Contexto histórico :&nbsp;</strong></div><div>&nbsp;</div><div>Perón tornou-se popular na política argentina na primeira metade da década de 1940, especificamente a partir de <strong>4 de junho de 1943</strong>. Nessa data aconteceu um golpe militar que levou o <strong>Grupo de Oficiais Unidos</strong>, o GOU ao poder da Argentina. O governo do GOU era formado por <strong>militares ultraconservadores</strong> e conhecido por ter muitos simpatizantes do <a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/historiageral/nazismo-1.htm">nazismo</a>.&nbsp;</div><div>O governo do GOU ficou caracterizado pela <strong>perseguição</strong> a todo tipo de movimento e ação popular. Assim, os militares perseguiram <strong>comunistas</strong> e <strong>sindicatos,</strong> agiram nas universidades argentinas fazendo com que diversos professores universitários perdessem seus empregos, além disso estabeleceram o ensino religioso (católico) no país.&nbsp;<br><br></div><div>Nesse governo, um militar ascendeu aos quadros políticos argentinos e conseguiu conquistar muita popularidade. Juan Domingo Perón assumiu a <strong>Secretaria do Trabalho e Provisão,</strong> em dezembro de 1943, e utilizou seu cargo para se aproximar das classes de trabalhadores e dos movimentos sindicais da Argentina.&nbsp;</div><div>Essa política de massas de Perón acontecia, porque ele acreditava que as massas operárias desorganizadas seriam um alvo fácil para o comunismo. Sendo assim, além de ampliar o <strong>contato</strong> <strong>com</strong> <strong>os</strong> <strong>sindicatos,</strong> Perón também promoveu diversos <strong>benefícios</strong> <strong>para</strong> <strong>os</strong> <strong>trabalhadores</strong> argentinos, como a ampliação do regime de aposentadorias do país e a criação do salário-mínimo e de um 13º salário.&nbsp;</div><div>Essas ações em prol dos trabalhadores garantiram influência a Perón que <strong>alcançou a vice-presidência</strong> da Argentina. Perón também reforçou o seu discurso no objetivo de construir o seu projeto político. As pautas de Perón baseavam-se na aproximação com os trabalhadores com o <strong>discurso</strong> <strong>nacionalista,</strong> <strong>anticapitalista</strong> e <strong>reforçava</strong> <strong>a necessidade de promover justiça social</strong> em seu país.&nbsp;<br><br></div><div>Esse discurso e a aproximação de Perón com os trabalhadores assustava as elites da Argentina e isso levou-as a romper com Perón. Além disso, <strong>conspirações</strong> contra Perón começaram a serem feitas e isso resultou na prisão de Perón, no dia 8 de outubro de 1945. A prisão de Perón gerou uma rápida reação dos sindicatos argentinos, sobretudo da <strong>Confederação Geral do Trabalho</strong> (CGT).&nbsp;<br><br></div><div>Perón foi libertado no dia 17 de outubro após <strong>grandes</strong> <strong>manifestações</strong> nas ruas e, fortalecido, partiu para a disputa da presidência que aconteceria no começo de 1946. Na eleição presidencial de 1946, Perón concorreu a presidência contra <strong>José</strong> <strong>Tamborini</strong> e venceu com quase 53% dos votos.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Perón <strong>assumiu</strong> <strong>a presidência</strong> em 4 de junho de 1946 e permaneceu na função até 1955, tendo sido eleito para um segundo mandato em 1951. Seu <strong>segundo</strong> <strong>mandato,</strong> porém, foi <strong>interrompido</strong> por um <strong>golpe</strong> <strong>militar</strong> que ocorreu em 1955. O governo peronista ficou marcado por impor uma <a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/politica/populismo.htm">política populista</a> e autoritária.&nbsp;<br><br></div><div>Na economia, Perón encontrou a situação em uma condição razoavelmente favorável, porque as reservas cambiais da Argentina estavam cheias por conta da <a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/historiageral/segunda-guerra-mundial.htm">Segunda Guerra Mundial</a>. Como a agricultura do país estava em crise, Perón reforçou os investimentos industriais, o que garantiu o crescimento dessa área.&nbsp;</div><div>Perón também implantou uma política que promoveu <strong>maior</strong> <strong>distribuição</strong> <strong>de</strong> <strong>renda</strong> e que permitiu que o consumo da população argentina pudesse aumentar de maneira expressiva. Itens como geladeira e rádios, por exemplo, tiveram um aumento em seu consumo bem grande, mas esse aumento no consumo interno teve uma consequência negativa: <strong>aumento</strong> <strong>da</strong> <strong>inflação.</strong>&nbsp;<br><br></div><div>A política econômica de Perón também contou com a <strong>nacionalização</strong> de algumas empresas e instituições instaladas no país, como o Banco Central. A nacionalização da economia é encarada pelo historiador Luis Alberto Romero como um ponto chave da política econômica peronista. Por fim, os projetos de Perón para melhorar a qualidade de vida do trabalhador foram sensíveis :&nbsp;<br><br></div><ul><li>Houve aumento sensível nos salários;&nbsp;</li><li>Estabelecidas férias remuneradas;&nbsp;</li><li>Licenças por doença;&nbsp;</li><li>Preço de aluguéis foram congelados;&nbsp;</li><li>Estabelecido preço máximo para as mercadorias;&nbsp;</li><li>Criados planos de habitação;&nbsp;</li><li>Construídas escolas primárias etc.&nbsp;</li></ul><div><br></div><div>A ação de Perón em relação aos trabalhadores, além da <strong>ampliação</strong> <strong>dos</strong> <strong>benefícios</strong> e da <strong>qualidade</strong> <strong>de</strong> <strong>vida</strong> ficou marcada pela ampliação do controle do Estado sobre os sindicatos. Perón agia assim para manter os sindicatos sob controle e reduzir as manifestações deles contra o seu governo. Essa relação foi mediada por <strong>Evita</strong> <strong>Perón</strong>, esposa do presidente, que além de aproximar-se dos trabalhadores foi a grande responsável por popularizar a imagem do Estado peronista como “Estado benfeitor”.&nbsp;<br><br></div><div>Na política, a ação de Perón foi de utilizar mecanismos para <strong>neutralizar</strong> <strong>opositores</strong>. No começo, essa ação foi bastante tímida, mas, posteriormente, essa prática foi intensificada. As instituições democráticas do país tiveram seu poder de atuação corroído, porque Perón queria sujeitar os poderes da Constituição argentina aos interesses do Executivo, isto é, a seus interesses.&nbsp;<br><br></div><div>Na construção de sua ideologia de governo, Perón organizou a criação do <strong>Partido</strong> <strong>Peronista</strong> que possuía toda a sua estrutura subordinada a Perón. O presidente argentino ainda moldava seu discurso durante negociações para atender aos interesses de diferentes grupos. Também promovia constantes ataques à “oligarquia”, mas, durante seu governo, nunca tomou ações para combater os privilégios da elite econômica argentina.&nbsp;</div><div>Em 1951, concorreu a disputa presidencial em busca de sua reeleição contra o opositor <strong>Ricardo</strong> <strong>Balbín</strong>. O resultado da disputa foi uma vitória expressiva obtendo 64% dos votos e garantindo um novo mandato de seis anos. Esse resultado foi uma demonstração da força de Perón que também tinha resistido a uma tentativa de golpe organizado pelas Forças Armadas.&nbsp;</div><div>O segundo mandato de Perón teve como marcas o <strong>fortalecimento</strong> <strong>das</strong> <strong>medidas</strong> <strong>autoritárias</strong> do presidente e a radicalização da oposição a Perón. Um dos grupos radicalizados e opositores a Perón chegou a organizar um atentado a bomba da Plaza de Mayo, durante um discurso de Perón em abril de 1953. O atentado não atingiu o presidente, mas gerou uma resposta imediata.&nbsp;<br><br></div><div>O <strong>segundo</strong> <strong>governo</strong> de Perón, porém teve <strong>vida</strong> <strong>curta.</strong> O presidente argentina<strong> perdeu o apoio de dois importantes grupos</strong> que o sustentaram no poder durante seu primeiro governo: o <strong>Exército</strong> e a <strong>Igreja</strong>. O rompimento com a Igreja Católica foi definidor e fez com que outros grupos fossem mobilizados contra Perón.&nbsp;</div><div>No dia 16 de junho de 1955, aconteceu um <strong>atentado</strong> <strong>contra</strong> <strong>a Casa Rosada</strong> que levou a morte de 300 pessoas que estavam na Plaza de Mayo. Em 16 de setembro de 1955 um levante militar iniciado em Córdoba forçou Perón a se <strong>exilar</strong> da Argentina. No dia 23 de setembro, o <strong>general Lombardi</strong> declarava-se presidente argentino, marcando o fim do primeiro governo peronista.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Mães da Praça de Maio :&nbsp;</strong></div><div>&nbsp;</div><div>Apesar das inúmeras violências utilizadas por esses governos no Cone Sul terem conseguido desestruturar socialmente, politicamente e fisicamente a vida de seus cidadãos, diversos <a href="https://www.politize.com.br/trilhas/movimentos-sociais/">movimentos sociais</a> resistiram às truculências da época.&nbsp;</div><div>Na Argentina não foi diferente: milhares de famílias, trabalhadores, estudantes, professores e ativistas articularam-se para denunciar as violações de direitos humanos que aconteciam no país. Dentre os movimentos de <a href="https://www.politize.com.br/temas/direitos-humanos/">direitos humanos</a>, destacam-se a Assembleia Permanente pelos Direitos Humanos (APDH), o Centro de Estudos Legais e Sociais (CELS), o Movimento Ecumênico pelos Direitos Humanos (MEDH), o Serviço Paz e Justiça (SERPAJ) e, no caso aqui abordado, estão as <strong>Mães da Praça de Maio.</strong>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Na Praça de Maio, centro do poder estatal argentino onde está a <strong>Casa Rosada</strong>, foi o local escolhido por 14 mulheres para organizar o que seria um dos principais símbolos de sua luta em busca dos desaparecidos: <strong>a marcha em círculos pela Praça</strong>.&nbsp;<br><br></div><div>O ato de circular se deve à impossibilidade de ficar em grupo, visto como uma ação subversiva pelo governo. Porém, não era proibido o ato de circular. Logo, nas quintas-feiras, exatamente às 15:30, as <em>Madres </em>circulavam no sentido anti-horário na busca pelos seus filhos desaparecidos.&nbsp;</div><div>Antes de ocuparem a Praça de Maio, as mães de filhas e filhos desaparecidos se encontravam em delegacias, cafés, igrejas e outros locais. Esses encontros construíram o sentimento mútuo de estarem na busca por um mesmo objetivo: <strong>o paradeiro daqueles que foram sugados pelos militares.</strong>&nbsp;<br><br></div><div>Com o tempo, o grupo foi crescendo em diversas cidades da Argentina para além de Buenos Aires, como Córdoba, Mendoza, Rosário e Salta. Isso fez com que se criasse uma rede de <em>Madres </em>pelo país. O que unia essas mulheres não era apenas a Praça de Maio de Buenos Aires, e sim,<strong> o sentimento de estarem na luta pela suas filhas e filhos desaparecidos. </strong>Os laços de tristeza, saudade, maternidade e dor uniram politicamente mulheres que pouco ou nunca haviam se envolvido com ativismo.&nbsp;<br><br></div><div>Outro elemento que marca a sua luta são os <strong>lenços brancos na cabeça</strong>, utilizados primeiramente como uma maneira de se identificarem em grandes multidões; posteriormente, representando seus filhos queridos que haviam sido levados pelo governo.&nbsp;<br><br></div><div>Além do lenço, as <em>Madres</em> <strong>choravam em frente às câmeras nacionais e internacionais</strong> segurando placas com fotos e nomes dos desaparecidos exclamando frases marcantes, como “Aparição com Vida” e “Com vida os levaram (os desaparecidos), com vida os queremos” para <strong>chamar a atenção</strong> do que estava ocorrendo no país.&nbsp;<br><br></div><div>Inúmeras foram as tentativas de conseguir informações do governo sobre onde estavam os desaparecidos, recebendo dele ora o silêncio, ora a negação da responsabilidade estatal perante os casos. Na Praça de Maio, as <em>Madres </em>eram constantemente ameaçadas pela polícia e <strong>eram chamadas de loucas</strong>, no intuito do governo desacreditar a sua luta perante a sociedade.&nbsp;<br><br></div><div><strong>“AS MALVINAS SÃO ARGENTINAS, OS DESAPARECIDOS TAMBÉM”</strong><strong><em>&nbsp;</em></strong></div><div>&nbsp;</div><div>Onde estavam os desaparecidos? Por que foram presos? Do que eram acusados? Essas e outras perguntas encontravam o silêncio da Junta Militar. Nesse sentido, as <em>Madres</em> viram que era necessário <strong>fazer com que o mundo soubesse o que estava acontecendo</strong> para que talvez conseguissem ajuda. Uma das primeiras ocasiões foi a <strong>Copa do Mundo de 1978</strong>, na qual a Argentina estava no centro dos holofotes internacionais.&nbsp;<br><br></div><div>Na ocasião, as <em>Madres </em>ocuparam novamente a Praça de Maio, e, para sua surpresa, muitos jornalistas internacionais decidiram não transmitir os jogos e, sim, saber quem eram aquelas mulheres de meia idade que caminhavam no centro da cidade.&nbsp;<br><br></div><div>Esses eventos permitiram que o grupo se colocasse frente aos contatos internacionais, criassem espaços para receber os testemunhos e difundissem transnacionalmente que os desaparecidos existiam e que a Junta Militar tinha o dever de responder às <a href="https://www.politize.com.br/tres-geracoes-dos-direitos-humanos/">violações de direitos humanos</a> cometidas na Argentina.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Fatos sobre a Ditadura na Argentina :&nbsp;</strong></div><div>&nbsp;&nbsp;</div><ol><li><strong>A “guerra suja”</strong> travada pelo regime militar argentino contra organizações armadas de oposição partidos e sindicatos de esquerda deixou cerca de 30000 desaparecidos de acordo com estimativas de entidades de direitos humanos.&nbsp;</li><li><strong>O golpe de estado</strong> foi liderado pelo tenente general Jorge Rafael videla que derrubou a presidente Maria Estela Marinez.&nbsp;<br>&nbsp;</li><li><strong>Segundo o centro de estudos legais</strong> e sociais principal organização de direitos humanos atualmente tramitam 139 processos em todo o país que envolvem cerca de mil militares e policiais&nbsp;</li><li><strong>Em 2007 foram anunciadas</strong> as primeiras condenações com penas que oscilavam entre a prisão perpétua e 25 anos de cárcere contra um ex capelão católico da política e 7 oficiais do exército . &nbsp;</li><li><strong>2 ex-presidentes militares</strong> e os ex-generais Jorge videla e Reinaldo bignone estavam entre os processados pela responsabilidade na tomada ilegal das crianças nascidas durante a prisão de suas mães que hoje são consideradas desaparecidas.&nbsp;</li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-16 11:58:53 UTC</pubDate>
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         <title>Sara Menezes dos Reis (A Maravilhosa). País escolhido: Argentina</title>
         <author>sarinhareis968</author>
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         <description><![CDATA[<h1><strong><em>Argentina relembra os 45 anos da ditadura militar com&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; marcha histórica</em></strong></h1><div><br></div><div>&nbsp; O aniversário de 45 anos do início da ditadura militar na Argentina, que deixou cerca de 30 mil desaparecidos, foi marcado pela volta da população às ruas, no dia 24 de Março, quando se comemora o Dia da Memória pela Verdade e Justiça. Em 2020, devido à pandemia do <a href="https://www.google.com/search?q=coronav%C3%ADrus&amp;oq=corona+&amp;aqs=chrome.1.69i57j0i10i457i512j0i402l2j0i10i433i512j0i433i512l2j46i433i512j0i433i512l2.7211j0j7&amp;sourceid=chrome&amp;ie=UTF-8"><strong>novo coronavírus</strong></a>, o ato não aconteceu.&nbsp;</div><div>&nbsp; A principal marcha no país ocorreu na Praça de Maio, na capital federal de Buenos Aires. O ato destacou os vestígios da ditadura que se refletem na repressão do Estado argentino, ao estabelecer um sistema econômico que perpétua desigualdades e gera pobreza.</div><div>&nbsp; A postura dos manifestantes é contrária ao partidarismo, uma vez que, com o retorno do peronismo ao poder, algumas organizações deixam de denunciar violências institucionais que continuam se reproduzindo mesmo sob o governo progressista.</div><div>&nbsp; As organizações autônomas, sem ligação com o governo, defendem que o partidarismo tende a separar os horrores da ditadura como um acontecimento histórico e pontual, e que é essencial ampliar a leitura para o terrorismo de Estado que persiste ainda hoje.</div><div>&nbsp; &nbsp;"Como todos os anos, o Encontro Memória, Verdade e Justiça não se limita apenas à denúncia dos acontecimentos da ditadura militar", destacou Carlos Sueco Lordkipanidze, sobrevivente da ditadura e integrante da Associação de Ex-Detidos Desaparecidos.</div><div>&nbsp; &nbsp;"Nosso lema abarca a repressão ocorrida durante os governos pós-ditatoriais. Pedimos pela aparição com vida do nosso companheiro Julio Lopez, pelo fim do <a href="https://www.brasildefato.com.br/2018/12/06/gatilho-facil-governo-argentino-autoriza-policia-a-atirar-pelas-costas/"><strong>gatilho fácil [autorização do governo argentino para atirar pelas costas]</strong></a> e pelo fim de assassinatos nas prisões."</div><div>&nbsp; &nbsp;<br>&nbsp; &nbsp;A ideia de unidade entre as distintas lutas militantes e setores sindicais e a interrupção do pagamento da dívida com o Fundo Monetário Internacional (FMI), contraída pelo ex-presidente Mauricio Macri e considerada ilegítima pela população, foram outras pautas reivindicadas no ato.<br>&nbsp; "Para nós, é muito importante ocupar as ruas, e nunca as deixamos, realmente", afirma Martín Zilla, integrante da Correpi. "Após 45 anos do golpe civil-militar-eclesiástico, que trouxe uma das épocas mais obscuras do nosso país, exigimos prisão comum e perpétua para todos os genocidas, não à megamineração, vacina para todos e o não pagamento à dívida ilegítima".<br>&nbsp; &nbsp;Ainda que com protocolos de segurança sanitária, o evento foi massivo. No entanto, a presença de pessoas e militantes fora de organizações e partidos foi visivelmente menor em relação a marchas anteriores, antes da pandemia.</div><div>&nbsp; &nbsp;Pablo Vasco, do Centro de Advogados pelos Direitos Humanos (CADHU), ressalta a necessidade de ocupar as ruas. "Se estão abertos o comércio, o transporte público, as escolas, não podemos deixar de estar nas ruas pelos direitos humanos de ontem e de hoje", afirma.</div><div><br>&nbsp; &nbsp;As mães e avós da Praça de Maio participaram virtualmente da marcha, através de um telão disposto na praça de Maio.</div><div>&nbsp; "Devemos estar nas ruas, hoje, para lutar com a fome e a repressão de ontem e de hoje", destacou Nora Cortiñas, uma das fundadoras da associação Mães da Praça de Maio.</div><div>&nbsp; &nbsp;Nora é uma das principais referências do movimento de mulheres que buscam familiares desaparecidos pela ditadura. Em 22 de Março de 2021, ela completou 91 anos.</div><div>&nbsp; &nbsp;Na noite de quarta-feira(24 de Março de 2021), uma projeção na fachada da Casa Rosada, sede do governo argentino, homenageou a luta das mães e avós da Praça de Maio, enfatizando a mensagem "Nunca mais", reforçada a cada 24 de março.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp;Organizações de direitos humanos também promoveram a campanha "Plantamos Memória", que consiste em plantar 30 mil árvores em todo o território nacional.</div><div>&nbsp; &nbsp;O número faz referência aos desaparecidos da ditadura militar do país, em tom de homenagem, memória e reforçando o grito, comum a cada 24 de março: 30 mil companheiros detidos desaparecidos: presentes!<br><br><br></div><div><br><br></div><div><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-16 12:20:35 UTC</pubDate>
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         <title>Ditadura Militar Chilena(Thayla Silva)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/pamellasuelema/u9dmffwox0vm5nqz/wish/1896503299</link>
         <description><![CDATA[<div>A ditadura militar chilena foi um governo militar autoritário que governou o Chile entre 1973 e 1990. A ditadura foi estabelecida depois que o governo democraticamente eleito de Salvador Allende foi derrubado por um golpe de Estado apoiado pela CIA no dia 11 de setembro de 1973. A ditadura foi liderada por uma junta militar presidida pelo general Augusto Pinochet. O colapso da democracia e a crise econômica ocorrida durante a presidência de Allende foram justificativas usadas pelos militares para tomar o poder. A ditadura apresentou sua missão como uma "reconstrução nacional".<br><br>O regime foi caracterizado pela supressão sistemática de partidos políticos e pela perseguição de dissidentes a uma extensão que era sem precedente na história de Chile. Ao todo, o regime deixou mais de 3 mil mortos ou desaparecidos, torturou milhares de prisioneiros e forçou 200 mil chilenos ao exílio. A ditadura moldou grande parte da vida política e econômica do Chile moderno. Dois anos depois de sua ascensão, implementou reformas econômicas neoliberais radicais em forte contraste com as políticas esquerdistas de Allende, aconselhadas por uma equipe de economistas de livre mercado formados em universidades estadunidenses, conhecidos como "Chicago Boys".</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-17 10:18:39 UTC</pubDate>
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         <title>DITADURA NA BOLÍVIA E SEUS GOVERNANTES.    Perla Machado Pimenta Pereira. </title>
         <author>estudosonline9ano</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os governos militares da Bolívia (1964-1982) realizaram uma conservadora política de reformas econômicas, como por exemplo a reabertura da indústria das minas de estanho ao investimento privado estrangeiro.&nbsp;<br>Em julho de 1966, René Barrientos submete-se a votação como civil, conseguindo ser eleito presidente.&nbsp;<br>Durante o seu mandato mantêm uma aliança com os militares e com os camponeses, mas, enfrenta os mineiros e trabalhadores.<br>&nbsp;Em 1967, promulga uma nova constituição. No entanto, a Guerrilha de Ñancahuazú, comandada por Ernesto Che Guevara entra em erupção, e ele é forçado a depender dos militares para enfrentar este movimento de guerrilha que havia começado a operar em regiões montanhosas.&nbsp;<br>Em outubro de 1967, o exército boliviano afirmou que havia derrotado os rebeldes em um lugar perto da aldeia de Vallegrande; havia sido capturado em campo de batalha, Che Guevara, que logo depois foi executado.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-17 11:44:32 UTC</pubDate>
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         <title>DITADURA MILITAR NO CHILE   LUIS FELIPE</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp;O último ato contra o governo de Salvador Allende foi a formação de uma <a href="https://alistamentomilitar.site/">Junta Militar</a>, que organizaria o golpe. O principal nome dessa junta foi o comandante em chefe do exército chileno <a href="https://brasilescola.uol.com.br/historia-da-america/augusto-pinochet-ditadura-chilena.htm">Augusto Pinochet</a>. O golpe organizado pelos militares chilenos, apoiados pela CIA, aconteceu no dia <strong>11 de setembro de 1973</strong>, com pesado bombardeio sobre o Palácio La Moneda (palácio presidencial). Nesse dia, Allende recusou-se a render-se e cometeu suicídio.No campo econômico, o governo de Pinochet implantou medidas que ficaram conhecidas como <strong>neoliberalismo</strong>. A política econômica desse período teve a influência de um grupo de jovens economistas chilenos, os quais haviam estudado em Chicago, nos Estados Unidos, e ficaram conhecidos como “<strong>Chicago</strong> <strong>Boys</strong>”.Augusto Pinochet seguiu na vida política como senador vitalício do Chile e, nos últimos anos de sua vida, foi acusado de <strong>crimes de violação dos direitos humanos</strong> no período da ditadura e também por <strong>enriquecimento ilícito</strong> com dinheiro de corrupção depositado em contas bancárias secretas. Pinochet nunca foi julgado pelos seus crimes, pois apresentou atestado de debilidade mental que impediu a realização dos julgamentos</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-17 17:34:46 UTC</pubDate>
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         <title>DITADURA MILITAR NO CHILE. SANDRIELLE ARAÚJO.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/pamellasuelema/u9dmffwox0vm5nqz/wish/1902962915</link>
         <description><![CDATA[<div>Os antecedentes do golpe de 11 de setembro de 1973 foram marcados por intenso recrudescimento da rivalidade política entre a direita e a esquerda. Com efeito, antes de 1973, o Chile gozava de um status de longa tradição democrática, ao contrário dos demais países da América Latina (SADER; JINKINGS, 2006).<br><br>Contudo, após o término do governo populista do general Carlos Ibáñez del Campo (1952-1958), em menor escala do que foi Juan Domingo Perón na Argentina ou Getúlio Vargas no Brasil, as forças políticas partidárias chilenas começaram a se reagrupar. No período de 1958 até o golpe de 1973, tanto a direita, quanto o centro e a esquerda, puderam colocar em prática os seus respectivos modelos de governo e de políticas econômicas, completamente divergentes entre si (DRAKE, 2015).<br>&nbsp;<br>Sucessivamente, as presidências de Jorge Alessandri (1958-1964), Eduardo Frei (1964-1970) e Salvador Allende (1970-1973), demonstraram a polarização política chilena. No entanto, foi no governo da esquerda, do marxista Salvador Allende, em meio a um contexto de Guerra Fria e de Revolução Cubana, que os militares chilenos resolveram deixar de lado a sua neutralidade político-partidária e intervieram diretamente nas instituições do Estado democrático. <br><br>As eleições de 1958, vencidas pelo candidato direitista independente Jorge Alessandri, apoiado pelo Partido Conservador e pelo Partido Liberal, marcou a volta da direita ao poder no Chile após quase duas décadas (SADER; JINKINGS, 2006). Porém, marcou também o significativo crescimento da esquerda, principalmente entre os trabalhadores urbanos e rurais (DRAKE, 2015). A esquerda chilena estava representada na candidatura de Salvador Allende pela “Frente de Acción Popular” (FRAP), a qual deu origem mais tarde à “Unidad Popular” (UP), uma coligação de partidos de esquerda e movimentos sociais, dentre eles o Partido Socialista (PS) e o Partido Comunista Chileno (PCC). Após 1959, a conjuntura política no Chile despertou a atenção dos Estados Unidos (EUA), que temiam o surgimento de uma nova Cuba na América Latina. A reforma agrária chilena se iniciou de forma muito incipiente, ainda durante o governo de Alessandri, por pressão dos EUA, na tentativa de mitigar os conflitos e as agitações no campo. De todo modo, Jorge Alesssandri não foi capaz de conter os avanços da esquerda, tendo em vista o aumento da inflação, do desemprego e da dependência de capitais externos. Os EUA investiam maciçamente no Chile. Empresas e bancos estadunidenses eram seus principais credores, quase 40% das importações chilenas vinham dos EUA, bem como 90% dos equipamentos para mineração de cobre, sua principal atividade econômica exportadora à época (ANGELL, 2015).<br><br>Algumas curiosidades que você talvez não saiba.<br><br>* Durante a segunda metade do século XX, o povo chileno começa a observar a ascensão de um novo momento político. A ascensão da esquerda durante o governo de Gabriel González Videla foi um deles.<br><br>* Apoiado por liberais da direita e alas da esquerda, Videla promete mobilização ampla, democrática e fortalecimento social. O contexto da <a href="https://www.todoestudo.com.br/historia/guerra-fria">Guerra Fria</a>, entretanto, fez com que Videla se opusesse, durante seu mandato, aos grupos comunistas chilenos.<br><br>* Durante um curto espaço de tempo após rompimento com as esquerdas, a economia chilena se viu em ascensão. Empresas estrangeiras chegavam, a diminuição de taxas de importação era notória e a exportação de commodities se tornava uma realidade.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/yJA8A1j89kQ" />
         <pubDate>2021-11-19 21:32:25 UTC</pubDate>
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         <title>Ditadura militar no Uruguai (Pedro Igor)</title>
         <author>peigor123</author>
         <link>https://padlet.com/pamellasuelema/u9dmffwox0vm5nqz/wish/1903033643</link>
         <description><![CDATA[<div>A ditadura cívico-militar do Uruguai (1973-1985), também conhecida como ditadura uruguaia, foi uma ditadura militar autoritária que governou o Uruguai por doze anos, de 27 de junho de 1973 (após a golpe de Estado de 1973) até 28 de fevereiro de 1985. A ditadura tem sido objeto de muita controvérsia devido às suas violações dos direitos humanos, uso da tortura e os desaparecimentos inexplicáveis de muitos uruguaios. [1] O termo "cívico-militar" refere-se ao uso inicial do regime militar de um presidente civil relativamente impotente como chefe de Estado, que o distinguia das ditaduras em outros países da América do Sul em que altos oficiais militares imediatamente tomaram o poder e diretamente atuaram como chefe de Estado.<br><br>A ditadura foi o resultado de uma escalada de violência e autoritarismo em um país tradicionalmente pacífico e democrático, e deve ser analisada no contexto da Guerra Fria e de outras ditaduras militares na região. Isso resultou na supressão de todas as antigas atividades política, incluindo os partidos políticos tradicionais. Muitas pessoas foram presas e torturadas, especialmente os partidários da esquerda.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-19 23:04:41 UTC</pubDate>
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