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      <title>Principais afecções na clínica médica de Cães by Maria Luiza Meireles</title>
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      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-03-12 19:19:12 UTC</pubDate>
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         <title>Principais afecções</title>
         <author>malumeirelesvale</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Erliquiose;</strong></p><p><strong>Leishmaniose;</strong></p><p><strong>Parvovirose; </strong></p><p><strong>Cinomose;</strong></p><p><strong>TVT; </strong></p><p><strong>Giárdia.</strong></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-12 19:19:35 UTC</pubDate>
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         <title>Leishmaniose</title>
         <author>anacarolinasouza5</author>
         <link>https://padlet.com/malumeirelesvale/u81l8gv4lgcqj6tq/wish/2916287447</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Epidemiologia:</strong></p><ul><li><p>Tem como agente etiológico a <em>Leishmania infantum</em>;</p></li><li><p>O inseto flebotomínio (<em>Lutzomya longipalpis</em>) como vetor, também chamado de mosquito palha.</p></li><li><p>Os cães são o principal reservatório doméstico;</p></li><li><p>No ambiente silvestre os principais reservatórios são os roedores, raposas e marsupiais.</p></li><li><p>O homem como hospedeiro acidental.</p></li><li><p>Os casos de LVC geralmente precedem os casos de LVH.</p></li></ul><p><br/></p><p><strong>Diagnóstico:</strong></p><p>Pode-se chegar ao diagnóstico ao analisar a epidemiologia, sintomatologia e realização de exames sorológicos:</p><ul><li><p>Teste de aglutinação direta (DAT);</p></li><li><p>Reação de imunofluorescência indireta (RIFI);</p></li><li><p>Ensaio imunoenzimático (ELISA).</p></li></ul><p><br/></p><p><strong>Controle/Prevenção:</strong></p><p><strong>Animal:</strong></p><ul><li><p>Coleiras impregnada de Deltametrina 4%;</p></li><li><p>Uso de telas de malha fina em canis individuais ou coletivos;</p></li><li><p>Exame sorológico antes da doação de cães;</p></li><li><p>Evitar terrenos baldios;</p></li></ul><p><strong>Humano:</strong></p><ul><li><p>Usar repelentes;</p></li><li><p>Uso de mosquiteiro com malha fina;</p></li><li><p>Telagem de portas e janelas.</p></li></ul><p><strong>Controle do Vetor</strong></p><ul><li><p>Limpeza do ambiente urbano;</p></li><li><p>Eliminação e destino adequado de matéria orgânica. </p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-12 22:46:24 UTC</pubDate>
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         <title> Tumor venéreo transmissível (TVT)</title>
         <author>malumeirelesvale</author>
         <link>https://padlet.com/malumeirelesvale/u81l8gv4lgcqj6tq/wish/2916290416</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Epidemiologia:</strong></p><ul><li><p>Implantação de células neoplásicas oriundas de outro animal;</p></li><li><p>Ocorre por contato direto de um cão sadio com outro doente pelo coito, lambedura, farejo, mordedura, arranhões, e no mesmo animal por transferência para outras mucosas;</p></li><li><p>Transferências de células tumorais. Não ocorre a transformação.</p><p><br/></p></li></ul><p><strong>Diagnóstico:</strong></p><ul><li><p>História e exame clínico;</p></li><li><p>Exame citológico realizado por citologia aspirativa por</p><p>agulha fina, escovado ou impressão e, ainda, por meio do exame histopatológico.</p></li></ul><p><br/></p><p><strong>Controle/Prevenção:</strong></p><ul><li><p>Controle da população de cães errantes;</p></li><li><p>Políticas de controle de natalidade/posse responsável;</p></li><li><p> Castração.</p></li></ul><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-12 22:50:53 UTC</pubDate>
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         <title>Referências Bibliográficas</title>
         <author>anacarolinasouza5</author>
         <link>https://padlet.com/malumeirelesvale/u81l8gv4lgcqj6tq/wish/2916315054</link>
         <description><![CDATA[<p>GONTIJO, Célia Maria Ferreira; MELO, Maria Norma. Leishmaniose visceral no Brasil: quadro atual, desafios e perspectivas. <strong>Revista Brasileira de epidemiologia</strong>, v. 7, p. 338-349, 2004.</p><p><br/></p><p>SILVA, Gisele de Jesus et al. Vigilância da Leishmaniose Visceral no Distrito Federal: aspectos organizacionais, situação epidemiológica e medidas intersetoriais. 2017.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>CAMPOS, C. P. A. et al. Aspectos epidemiológicos do tumor venéreo transmissível no município de Marília-SP no período de 2011 a 2012. <strong>Unimar Ciências</strong>. p. 1-2, 2013.</p><p><br/></p><p>T. F. Melo, Claudine B. de Abreu, Christian Hirsch, Ruthnéa A. L. M., Ana Paula Parvovirose canina: uma revisão de literatura. <strong>Natural Resources</strong>, v. 11 n. 3, 2021.</p><p>Camila Leseux Macedo de Alencar, Jessica Lais Rheinheimer dos Santos.      </p><p><br/></p><p>EPIDEMIOLOGIA DA PARVOVIROSE NA CIDADE DE CAPANEMA - PR. Arquivos Brasileiros de Medicina Veterinária FAG, v. 2 n. 1, 2019.</p><p><br/></p><p>Daisy M. S., Gabriela S., Luiz Carlos K. Leonardo José, Gil BarcellosII, Rafael FrandolosoII, Deniz AnzilieroII. Diagnóstico e estudo sorológico da infecção pelo parvovírus canino em cães de Passo Fundo, Rio Grande do Sul, Brasil. Ciência Rural, Santa Maria, v.38, n.2, p.400-405, mar-abr, 2008.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>FRADE, Maria Talita Soares. Aspectos epidemiológicos, clínicos e patológicos da cinomose canina. 2011. 48f. Trabalho de Conclusão de Curso (Monografia), Curso de Bacharelado em Medicina Veterinária, Centro de Saúde e Tecnologia Rural, Universidade Federal de Campina Grande - Patos - Paraíba - Brasil, 2011. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://dspace.sti.ufcg.edu.br:8080/jspui/handle/riufcg/24544">http://dspace.sti.ufcg.edu.br:8080/jspui/handle/riufcg/24544</a></p><p><br/></p><p><br/></p><p>SILVA, I.P.M. Erliquiose canina – Revisão de Literatura. Revista Científica de Medicina Veterinária, 2015. Disponivel em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://faef.revista.inf.br/imagens_arquivos/arquivos_destaque/9flwfeT5eflR62j_2015-3-24-14-32-0.pdf">http://faef.revista.inf.br/imagens_arquivos/arquivos_destaque/9flwfeT5eflR62j_2015-3-24-14-32-0.pdf</a> Acesso em: 01/04/2023 </p><p> </p><p>SÁ, Felipe de Paula et al. Giardíase e a sua relevância na saúde pública: revisão. PUBVET, Rio de Janeiro, v. 15, n. 6, p. 1–8, 2021. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.pubvet.com.br/artigo/7836/giardiacutease-e-a-sua-relevacircncia-na-sauacutede-puacuteblica#:~:text=A%20giard%C3%ADase%20%C3%A9%20classificada%20como,abdominais%20e%20perda%20de%20peso">https://www.pubvet.com.br/artigo/7836/giardiacutease-e-a-sua-relevacircncia-na-sauacutede-puacuteblica#:~:text=A%20giard%C3%ADase%20%C3%A9%20classificada%20como,abdominais%20e%20perda%20de%20peso</a>. Acesso em: 03 ago. 2022.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-12 23:27:02 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Erliquiose</title>
         <author>felipe9cardoso</author>
         <link>https://padlet.com/malumeirelesvale/u81l8gv4lgcqj6tq/wish/2916470988</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Epidemiologia:</strong></p><ul><li><p>O agente etiológico comumente datado é o Erlichia Canis;</p></li><li><p>Tipos de Erlichias: </p><p>Monócitos (<em>E. canis, E. risticii, E. sennetsu</em>), granulócitos (<em>E. ewingii, E. equi </em>e <em>E. phagocytophila</em> – agente da erliquiose granulocítica humana) e trombócitos (<em>E. platys</em>);</p></li><li><p>O vetor da doença é o carrapato que se alimenta do sangue de um animal infectado, transmitindo a doença aos demais. (<em>Rhipicephalus sanguineus);</em></p></li><li><p>É uma zoonose indireta, onde o cão infectado não transmite para o ser humano, mas o carrapato sim.</p><p><br/></p></li></ul><p><strong>Diagnóstico:</strong></p><p>A erliquiose possui sinais clínicos bastantes semelhantes a babesiose exigindo um bom diagnóstico diferencial do médico veterinário.</p><ul><li><p>Exames laboritoriais permitem a confirmação da Erlichia Canis, são esses:</p><p>Esfregaços sanguíneos</p><p>Sorologia</p><p>PCR</p></li></ul><p><br/></p><p><strong>Controle/Prevenção:</strong></p><ul><li><p>Vistorias periódicas na pelagem do animal;</p></li><li><p>Ambiente limpo;</p></li><li><p>Administração de ectoparasitários.</p><p><br/></p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-13 01:32:09 UTC</pubDate>
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         <title>Cinomose</title>
         <author>jamyllequerino20</author>
         <link>https://padlet.com/malumeirelesvale/u81l8gv4lgcqj6tq/wish/2916535929</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Epidemiologia:</strong></p><ul><li><p>Família Paramyxoviridae, do gênero Morbillivirus.</p></li><li><p>Distribuição mundial;</p></li><li><p>Ampla variedade de hospedeiros;</p></li><li><p>O vírus é mantido, principalmente, em cães jovens e não vacinados;</p></li><li><p>A transmissão ocorre através de aerossóis e contato com secreções e excreções corpóreas.</p></li></ul><p><strong>Diagnóstico:</strong></p><ul><li><p>Anamnese e exame físico;</p></li><li><p>O vírus pode ser detectado no sangue, saliva, fezes, urina e secreções;</p></li><li><p>Teste imunoenzimático (ELISA);</p></li><li><p>Imunofluorescência direta (IF);</p></li><li><p>PCR;</p></li><li><p>Alterações neurológicas</p></li></ul><p><strong>Controle/Prevenção:</strong></p><ul><li><p>Vacinação;</p></li><li><p>Desinfecção do ambiente;</p></li><li><p>Isolamento de cães doentes.</p></li></ul><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-13 02:16:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Giárdia</title>
         <author>felipe9cardoso</author>
         <link>https://padlet.com/malumeirelesvale/u81l8gv4lgcqj6tq/wish/2916545739</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Epidemiologia:</strong></p><ul><li><p>O agente etiológico responsável pela giardíase é o flagelado Giardia spp;</p></li><li><p>São conhecidas 9 espécies do gêneros Giardia, podendo contaminar cães, gatos, anfíbios, pássaros, reptéis e seres humanos;</p></li><li><p>É transmitida via oral-fecal através dos cistos infectantes presentes no ambiente.</p></li></ul><p><br></p><p><strong>Diagnóstico:</strong></p><ul><li><p>É feito por exame coproparasitológico, flutuação com amostras de fezes frescas;</p></li><li><p>O método ELISA também é bastante eficaz para diagnóstico pois permite a identificação da doença mesmo na ausência dos cistos infectantes.</p></li></ul><p><br></p><p><strong>Controle/Prevenção:</strong></p><ul><li><p>Para que haja bom controle o ambiente em que o animal vive deve ser limpo e desinfetado eliminando o ciclo do parasita;</p></li><li><p>Para maior eficácia, a prevenção é feita via administração de vermífugos periodicamente visando tratar possíveis infecções.</p><p><br></p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-13 02:22:26 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>PARVOVIROSE</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/malumeirelesvale/u81l8gv4lgcqj6tq/wish/2917572588</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Epidemiologia</strong>:</p><ul><li><p>O CPV é altamente contagioso;</p></li><li><p>⁠A transmissão ocorre predominantemente pela rota oral-fecal;</p></li><li><p>⁠Acomete principalmente cães jovens de até 6 meses;</p></li><li><p>⁠O tempo de incubação do vírus pode ser de 4 a 14 dia;</p></li><li><p>⁠o vírus pode permanecer infeccioso por cerca de 5 a 7 meses em um ambiente.</p><p><br/></p><p><strong>Diagnóstico:</strong></p></li><li><p>Análise dos sinais clínicos;</p></li><li><p>Hemograma;</p></li><li><p>Bioquímico;</p></li><li><p>identificar o CPV nas fezes por meio de testes, como: ensaio imunoenzimático, aglutinação em látex.</p><p><br/></p></li></ul><p><strong>Controle/Prevenção:</strong></p><ul><li><p>Vacinação;</p></li><li><p>Manter ambiente limpo e desinfectado;</p></li><li><p>Manter animais acometidos pelo vírus, isolado de outros animais.</p></li></ul><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-13 16:29:46 UTC</pubDate>
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         <title>Promoção da saúde animal e Saúde única</title>
         <author>malumeirelesvale</author>
         <link>https://padlet.com/malumeirelesvale/u81l8gv4lgcqj6tq/wish/2920886219</link>
         <description><![CDATA[<p>A abordagem de saúde única reconhece a interconexão entre a saúde humana, animal e ambiental. Na promoção da saúde animal, é essencial considerar não apenas o bem-estar dos animais, mas também os impactos na saúde humana e no ambiente. Isso envolve práticas de manejo adequadas, vacinação e higiene animal, e a proteção de ecossistemas saudáveis. Ao adotar essa abordagem, podemos melhorar a saúde global de todas as espécies.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-15 18:35:21 UTC</pubDate>
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