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      <title>Orientação Vocacional: Conhece as Experiências dos Nossos Ex-Alunos! by Associação de Estudantes ESPAB 2024</title>
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      <description>Este espaço foi criado para ajudar os alunos a explorar diferentes áreas profissionais e académicas. Aqui, ex-alunos partilham as suas experiências na faculdade e no mercado de trabalho. Sinta-se à vontade para explorar, comentar e tirar dúvidas!</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-03-16 12:17:10 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2026-03-23 18:27:36 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Mafalda Carreira</title>
         <author>aeespab</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Área:</strong> Ciências e Tecnologia</p><p><strong>Licenciatura:</strong> Engenharia Biomédica - Instituto Superior Técnico</p><p><strong>Profissão: </strong>Consultora Tecnológica - EY</p><p><br></p><p><strong>Como escolhi o curso:</strong> Gostava da área da saúde mas queria continuar a aprender mais sobre as áreas da matemática e da física, então Engenharia Biomédica juntava os meus interesses. Como tinha a média escolhi o Técnico pela reputação e prestígio.</p><p><br></p><p><strong>Desafios:</strong> O maior desafio que enfrentei foi no final da minha licenciatura, que apesar de ter gostado muito das cadeiras e da diversidade de coisas que aprendi, sentia que continuar para o mestrado não era o caminho certo. Então ter coragem para assumir que não ia seguir o caminho mais tradicional mas que tinha de sair da caixa e lançar-me ao mercado de trabalho para poder experimentar algo diferente, foi um grande desafio e trouxe-me a um lugar onde hoje estou a aprender imenso e a crescer enquanto profissional. Suscitou-me um interesse novo, pelo que vou no próximo ano ingressar num mestrado (Gestão de Informação com especialização em Sistemas de Informação na NOVA IMS) que sem esta experiência nunca iria considerar, e sinto hoje que estou no sítio certo.</p><p><br></p><p><strong>Conselhos: </strong>Esforcem-se porque a vossa dedicação e empenho enquanto estudantes vai moldar muito a vossa vida futura, devem aproveitar estes anos para aprenderem muito e desenvolverem carácter e resiliência. Quando forem escolher o próximo passo, quer seja um curso superior ou outra coisa qualquer, reflitam e ouçam os conselhos que as pessoas à volta têm para dar, mas no final, optem por aquilo que sentem que é o melhor para vocês. Mais do que irem para aquele que é o melhor curso, para a melhor universidade, é sentirem que estão onde devem estar, porque ter a motivação certa é a chave para o vosso sucesso e bem estar. Não tenham medo de mudar o vosso rumo a qualquer momento, ainda são muito novos e hoje em dia as oportunidades são vastas. Sejam pessoas curiosas e procurem oportunidades e experiências que vos desafiem e abram horizontes.</p><p><br></p><p><strong>Linkedin:</strong> <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.linkedin.com/in/mafalda-carreira-953068219?utm_source=share&amp;utm_campaign=share_via&amp;utm_content=profile&amp;utm_medium=ios_app">https://www.linkedin.com/in/mafalda-carreira-953068219?utm_source=share&amp;utm_campaign=share_via&amp;utm_content=profile&amp;utm_medium=ios_app</a></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-16 12:31:06 UTC</pubDate>
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         <title>Sofia Pereira</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Área:</strong> Ciências e Tecnologia</p><p><strong>Licenciatura: </strong>Engenharia Química e Biológica - NOVA FCT (Almada)</p><p><strong>Mestrado:</strong> Engenharia Química - Instituito Superior Técnico (Lisboa)</p><p><br></p><p><strong>Escolha do curso e instituição:</strong> Desde cedo, desenvolvi um grande interesse por físico-química e matemática, com especial fascínio pela química. Assim, a escolha do curso foi clara para mim, pois a engenharia química era a única opção que me permitiria explorar essas disciplinas de forma bastante aprofundada. Quanto à instituição, candidatei-me à NOVA FCT como primeira opção e ao Técnico como segunda, por serem reconhecidas como as melhores universidades de engenharia em Portugal.</p><p><br></p><p><strong>Experiência na NOVA-FCT: </strong>Gostei muito de ter realizado a minha licenciatura nesta instituição por diversas razões. Em primeiro lugar, o ambiente académico é excecional, caracterizado por uma forte entreajuda tanto entre alunos quanto entre alunos e professores, o que tornou a minha transição do secundário para o ensino universitário bastante mais fácil. Além disso, a NOVA é das poucas faculdades de engenharia que oferece um estágio curricular de um mês numa empresa, uma oportunidade valiosa que proporciona aos alunos uma primeira experiência profissional e contribui para a valorização do currículo.</p><p><br></p><p><strong>Experiência no Técnico: </strong>A razão pela qual decidi mudar de instituição no mestrado foi o facto de querer ter a experiência de viver em Lisboa. Além disso, gosto bastante de mudanças porque com isso vêem sempre novas aprendizagens. O Técnico é uma faculdade de renome e no final da licenciatura soube logo que iria ser bastante valorizado no futuro ter estudado nestas duas grandes instituições. </p><p><br></p><p><strong>Conselhos: </strong>A ideia de irem para a faculdade neste momento pode ser </p><p>assustadora, faz parte do processo terem receio do desconhecido e dúvidas, mas acreditem que vão ter uma boa adaptação ao novo ritmo bem como sentir um grande crescimento pessoal em pouco tempo. Aconselho a aproveitarem ao máximo todas as experiências incríveis que o mundo académico proporciona. Além do estudo (sim, é importante, mas não é tudo), têm imensos núcleos e organizações da faculdade, convívios, acesso a palestras entre outras mil coisas e tentem mesmo tirar proveito disso tudo. Além disso, tomarem iniciativa para fazerem estágios de verão, por exemplo, é algo bastante valorizado e que de certeza que também vai ser uma mais valia para o vosso crescimento.</p><p><br></p><p>Para conhecerem um pouco mais sobre o meu percurso e colocarem dúvidas que possam ter deixo o acesso ao meu linkedin :)</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www.linkedin.com/in/sofia-da-c%C3%A2mara-pereira">www.linkedin.com/in/sofia-da-câmara-pereira</a> </p><p><br></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-20 14:34:45 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Área: </strong>Ciências Socioeconómicas</p><p><strong>Licenciatura: </strong>Finance-Instituto Superior de Economia e Gestão(3ºano)</p><p><br></p><p><strong>Como escolhi o curso: </strong>Durante o ensino secundário, percebi que as minhas disciplinas favoritas, para além de Educação Física, eram Matemática A e Economia A. Lembro-me perfeitamente da minha primeira aula de Economia, saí entusiasmada e, no caminho para casa, disse aos meus amigos que tinha a certeza de que queria seguir essa área. À medida que o final do 12.º ano se aproximava, era hora de decidir qual seria o meu caminho. Sempre soube que queria estudar em Lisboa e, depois de falar com algumas pessoas e participar em "open days" de várias universidades, concluí que o ISEG era a escolha certa. Para além do seu prestígio e excelente localização no coração da Lisboa, o espírito académico  era algo indescritível. Até três dias antes de submeter a minha candidatura, estava decidida a escolher Economia, mas, numa das minhas inúmeras leituras sobre os diferentes cursos, deparei-me com Finance. Descobri que este tinha sido o primeiro curso oferecido pelo ISEG(na altura em Português) e que tinha um caráter mais prático e distinto, algo que me cativou. No entanto, era lecionado inteiramente em inglês, o que me fez hesitar. Ao conversar com professores, disseram-me que essa característica poderia dificultar a minha adaptação inicial. Ainda assim, cada vez que relia a descrição do curso, a vontade de escolhê-lo só aumentava, pois não queria ser apenas mais uma economista ou gestora. Por receio, acabei por colocar Economia como primeira opção, mas não entrei por uma décima. Na altura, fiquei assustada, mas, olhando para trás, percebo que o destino me colocou no caminho certo. Hoje, não podia estar mais feliz com a minha decisão. O curso de Finance tornou-se o segundo melhor do ISEG e figura no ranking do&nbsp;<em>Financial Times</em>. Durante a licenciatura, ao envolver-me em diversas associações e eventos, tive a oportunidade de interagir com profissionais do setor, incluindo recrutadores e CEOs, que confirmaram que esta licenciatura oferece uma formação distinta e altamente valorizada no mercado.</p><p><br></p><p><strong>Desafios: </strong>Durante a minha licenciatura posso destacar três desafios que mais me marcaram. O primeiro foi, sem dúvida, a transição de um ensino em português para um ensino totalmente em inglês. Adaptar-me ao meio universitário e desenvolver a fluência necessária para participar ativamente nas aulas exigiu um esforço extra, mas tornou-se uma competência essencial para o meu crescimento académico e profissional. O segundo desafio foi o estágio de verão na KPMG, onde integrei a equipa de Forensic. Foi uma experiência intensa, que me colocou num ambiente corporativo exigente e me desafiou a aplicar conhecimentos técnicos a casos reais, desenvolvendo simultaneamente a minha capacidade analítica e de resolução de problemas. Este último que referi, permitiu-me tirar “a prova dos 9” e descobrir que estava mesmo no caminho certo. Por fim, a experiência de Erasmus em Bruxelas representou um grande desafio pessoal e académico. Estar num país diferente, com um novo sistema de ensino e longe da minha zona de conforto obrigou-me a desenvolver autonomia, resiliência e uma maior abertura cultural, competências que considero fundamentais para o meu futuro.</p><p><br></p><p><strong>Conselhos:</strong> Ao longo do meu percurso, aprendi que o mais importante é seguir aquilo que realmente nos faz sentido, sem nos deixarmos levar apenas pelo que os outros esperam de nós. No entanto, isso não significa ignorar conselhos ou acreditar que já sabemos tudo. É essencial encontrar um equilíbrio entre aquilo que queremos e aquilo que realmente nos pode beneficiar a longo prazo, ouvindo diferentes perspetivas, mas tomando sempre decisões que reflitam os nossos próprios objetivos. Para além dos estudos, aconselho vivamente a envolverem-se em atividades extracurriculares, seja através do desporto, associações ou eventos académicos. Como dizia o professor Armando de Geografia:&nbsp;<em>“A universidade não é só para estudar. Estudem para acabar o curso, mas aproveitem também para tirar o curso da vida”</em>. São essas experiências que vos vão ajudar a crescer, a desenvolver competências-chave e a destacar-vos num mercado de trabalho cada vez mais competitivo. Também é fundamental procurar sempre complementar a teoria com a prática. Muitas vezes, os alunos saem da universidade com a sensação de que não aprenderam nada, mas isso acontece porque não aplicaram o conhecimento adquirido em contextos reais. Está tudo bem em não ter todas as respostas logo à primeira e, sobretudo, não tenham medo de mudar de rumo. Nem sempre o primeiro caminho ou o mais fácil é o melhor para vocês, e mudar de direção pode ser o passo mais importante para encontrar aquilo que realmente vos realiza. <br><br>Um grande beijinho e qualquer pergunta que tenham estou à vossa disposição. Podem entrar em contacto comigo através do meu linkedin: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.linkedin.com/in/daniela-ramos-041524264?lipi=urn%3Ali%3Apage%3Ad_flagship3_profile_view_base_contact_details%3B4LLTYbvRTma%2F%2FSvOzABT8w%3D%3D">https://www.linkedin.com/in/daniela-ramos-041524264?lipi=urn%3Ali%3Apage%3Ad_flagship3_profile_view_base_contact_details%3B4LLTYbvRTma%2F%2FSvOzABT8w%3D%3D </a><br>ou então através do meu Instagram: @_danielavramos. </p><p>Boa sorte nesta nova etapa! ;)</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-21 17:02:58 UTC</pubDate>
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         <title>Ricardo Brito</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Área: </strong>Ciências e Tecnologia</p><p><strong>Licenciatura: </strong>Engenharia Mecânica - FCT NOVA</p><p><strong>Mestrado: </strong>Tecnologia e Produção Industrial</p><p><strong>Profissão: </strong>Procurement Specialist - Galp</p><p><br></p><p>Pensar sobre o nosso percurso e partilhar experiências é sempre um exercício difícil, e por isso escolhi partilhar 4 conselhos que foram fundamentais na minha trajetória.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>1º Conselho – Façam uma escolha informada:</strong> Como provavelmente vocês se sentem, também eu me senti perdido quando tive de escolher o que queria fazer da vida. Tanto no 9º ano a escolher a área, como depois a decidir entre Engenharia Mecânica ou Civil. O que mais me ajudou foi pesquisar os planos curriculares de cada curso, em cada faculdade, porque o mesmo curso, com o mesmo nome, pode ser muito diferente e porque assim podem descobrir outras áreas que não estão a considerar à partida. Felizmente, a escolha correu-me bem, mas hoje faria a minha candidatura de maneira muito diferente, porque descobri, já na faculdade, cursos que nem sabia que existiam, como Eng. de Materiais. Falar com pessoas que trabalhavam nos cursos que tinha em vista também me ajudou bastante a perceber a aplicabilidade de cada área.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>2º Conselho – Vamos sempre a tempo de mudar: </strong>Escolher um curso de que à partida vamos gostar é um bom começo, mas nem sempre acertamos. Tive a sorte de entrar no curso que queria e de gostar da experiência, mas durante os 5 anos conheci mesmo muitos colegas que mudaram de curso e até de faculdade. É mais difícil entrar do que mudar. A faculdade é muito exigente, completamente diferente do secundário, e é preciso gostarmos daquilo que estamos a fazer para ter sucesso. Há quem escolha um curso porque tem “prestígio” ou porque tem “empregabilidade” e depois é profundamente infeliz e não o consegue terminar. Mas erros todos cometemos e vamos sempre a tempo de mudar de curso ou de fazer um mestrado/outra formação noutra área.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>3º Conselho</strong> – <strong>O curso não é tudo: </strong>Na minha primeira entrevista de emprego não me fizeram uma única pergunta sobre o meu curso. Foram quase 2h a falar sobre a minha experiência como presidente da Associação de Estudantes da FCT, como Vice-Presidente da Federação Académica de Lisboa e de outras atividades desportivas e associativas que fui fazendo. Tive um professor que nos dizia que o curso garantia a entrevista, mas eram as “soft-skils” que garantiam o emprego. Nunca deixem de fazer o que gostam e aproveitem a vida académica ao máximo. Há coisas que não se aprendem numa sala de aula e experiências que só se vivem uma vez.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>4º Conselho</strong> – <strong>O curso é apenas uma ferramenta: </strong>Quando terminei o mestrado, entrei na Repsol como Eng. de manutenção, na área da metalomecânica, a que mais gostava no curso. Mas tive a sorte de ir para Madrid, durante 6 meses, fazer uma formação intensiva da Repsol em todas as áreas do setor energético, desde a exploração e produção até ao trading e comercial. Apesar de estar na área que tinha idealizado, conheci uma série de outras áreas nessa experiência e ao longo dos primeiros anos de trabalho, o que me fez perceber que tinha um perfil mais de gestão do que técnico. Foi isso que me fez mudar e hoje conciliar a gestão com a engenharia. Resumidamente, trabalho na estratégia e na negociação de contratos de manutenção para a Refinaria de Sines da Galp. Isto para vos dizer, que cada curso abre um mundo de oportunidades e que o vosso percurso vai sendo construído ao longo do tempo. A fase em que estão é apenas o começo.</p><p>&nbsp;</p><p>Por fim, mesmo que de início possa ser assustador, acreditem que se aproveitarem bem estes vão ser os melhores anos das vossas vidas.</p><p>&nbsp;</p><p>Espero ter-vos ajudado em alguma coisa e se tiverem questões ou quiserem trocar alguma impressão estejam à vontade, deixo os meus contactos abaixo.</p><p><br></p><p>IG: @ricardofbrito </p><p>Linkedin: /rfbrito</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-16 16:49:01 UTC</pubDate>
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         <title>Pedro Lança</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Área:</strong> Línguas e Humanidades</p><p><strong>Licenciatura: </strong>Direito - Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra (3º ano)</p><p><br></p><p><strong>A escolha do curso:</strong> Decidir o que queria seguir foi particularmente difícil para mim. Tinha vários gostos e muitas dúvidas. No 10º ano comecei em Ciências e Tecnologias, mas acabei por mudar para Línguas e Humanidades, porque percebi que o que gostava mesmo era de História e Geografia. Depois, quando comecei a procurar os cursos superiores que podia seguir, fiquei bastante indeciso entre Direito e Ciências Políticas, e mantive essa indecisão quase até ao fim. Acabei por incluir os dois cursos na minha candidatura, mas com Direito em 1ª opção. O que me ajudou a escolher foi falar com estudantes e pessoas que já exerciam, que partilharam comigo as suas experiências e me ajudaram a compreender melhor a aplicabilidade prática dos cursos no trabalho real. Escolhi Direito porque me interessei bastante pela advocacia, e por algumas áreas em particular, e acabei por optar por Coimbra, como 1ª opção, quer pelas diferenças curriculares do curso, quer pela própria cidade.</p><p><br></p><p><strong>Desafios: </strong>Entrar no Ensino Superior é um grande desafio. Nos primeiros tempos tudo se estranha, principalmente quando somos alunos deslocados, longe de casa, de repente com muita liberdade mas ao mesmo tempo responsabilidade. Assim que começam as aulas, num ritmo e dinâmica completamente diferentes do que estamos habituados, muito mais exigente do que no secundário, tudo parece impossível. O sentimento é de que estamos sozinhos e que não sabemos nada. Mas a verdade é que rapidamente nos apercebemos que estamos todos no mesmo barco, vamos nos adaptando ao ritmo, conhecemos muita gente e fazemos amigos para a vida. Com mais ou menos dificuldade todos acabamos por encontrar a nossa forma de nos adaptarmos ao sistema de ensino e de avaliação. O segredo é não desesperar e aproveitar o espírito de grupo que se cria no curso.</p><p>Neste 3º ano, tenho ainda o desafio adicional de integrar a Direção da Associação Académica de Coimbra e conseguir conciliar esse trabalho com o sucesso académico. Nem sempre é fácil, mas é uma experiência incrível que aconselho e que pode servir mesmo para vos ajudar a se organizarem melhor e a gerirem o vosso tempo.</p><p><br></p><p><strong>Conselhos:</strong> Aqui gostava de vos deixar dois conselhos simples.</p><p>Em primeiro lugar, aproveitem o curso. No caso de Direito, as áreas de especialização são mesmo muitas e diferentes. Há coisas que vão odiar e outras que vão adorar. Este processo também vos ajuda a perceber o que querem fazer depois do curso e em que áreas se vêem a trabalhar.</p><p>Em segundo lugar, aproveitem a vida académica. O espírito que se vive na Faculdade é único, principalmente numa cidade universitária como Coimbra. Aproveitem porque vão ter muitas histórias para contar. E aproveitem as oportunidades que têm fora do curso, nos núcleos, equipas desportivas, associação académica e outras atividades, tudo isso vos vai enriquecer e fazer da vossa vida académica uma experiência extraordinária.</p><p><br></p><p>Caso tenham alguma dúvida ou queiram fazer alguma questão, ficam com o meu contacto:</p><p>Ig: pedro_lanca</p><p><br></p><p><strong>Boa sorte nesta nova etapa!</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-17 10:16:31 UTC</pubDate>
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         <title>Filipa Dias Saramago </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Área:</strong> Línguas e Humanidades</p><p><strong>Licenciatura:</strong> Estudos Artísticos (2ºano)</p><p><br></p><p><strong>Como escolhi o curso:</strong> Desde sempre que o mundo das Artes do Espetáculo fez parte da minha vida e, à medida que fui crescendo, tive cada vez mais certeza de que queria explorar e conhecer melhor o universo das artes performativas.</p><p><br></p><p>Durante a minha pesquisa de cursos para a candidatura, selecionei várias opções, mas reparei que a oferta nesta área era bastante limitada.</p><p>Felizmente, uma amiga deu-me a conhecer este curso na FLUL (Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa) e foi então que decidi colocá-lo como a minha primeira opção.</p><p>Apesar de não ter entrado inicialmente, tive a sorte de ser colocada noutro curso na FLUL, o que me permitiu, mais tarde, fazer a mudança e, assim, finalmente seguir o meu sonho de estudar mais sobre as Artes do Espetáculo.</p><p><br></p><p><strong>Desafios:</strong> Um dos principais desafios que este curso me trouxe foi o de representar em frente aos meus colegas e professor. Nunca tinha feito nada deste género antes, o que acabou por ser positivo, pois desafiou-me e ajudou-me a ganhar mais à vontade para atuar sem timidez ou insegurança.</p><p>Foi no segundo semestre do meu primeiro ano em Estudos Artísticos que tive a minha primeira aula de prática teatral. Foi uma experiência completamente diferente daquilo a que estava habituada — não só por ser uma aula inteiramente prática, mas também por exigir de nós um forte instinto criativo, já que tínhamos de escrever, encenar e representar as nossas próprias peças.</p><p>Apesar de, inicialmente, ter sido difícil encontrar conforto neste tipo de dinâmica, sinto que foi um desafio enriquecedor e bastante relevante para o meu percurso no curso, especialmente agora que estou a ter mais aulas práticas.</p><p><br></p><p><strong>Conselhos:</strong> Um dos principais conselhos que posso dar é: não desistam daquilo que querem ao primeiro “não” que vos for dado. Este meu percurso na universidade tem-me mostrado que nem sempre é fácil atingirmos os nossos objetivos à primeira tentativa. No entanto, é fundamental não desistirmos e continuarmos a trabalhar para concretizar aquilo que idealizamos — seja a nível académico, pessoal ou, futuramente, profissional.</p><p>Esta fase das nossas vidas é das mais enriquecedoras e aventureiras. </p><p>Outro conselho que deixo é: aproveitem estes anos da melhor forma possível. Desde conhecerem pessoas novas, explorarem uma cidade diferente, aprenderem mais sobre o que querem fazer no futuro, desfrutarem da vida académica e viverem novas experiências — tudo isso é essencial. Por isso, aproveitem bem esta etapa, pois é única e marcante.</p><p><br></p><p>Espero ter ajudado de alguma forma , qualquer dúvida que tenhas deixo aqui o meu contacto.</p><p>Boa sorte nesta nova etapa :)</p><p><br></p><p>Ig: filipa_dias_saramago</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-19 15:25:20 UTC</pubDate>
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         <title>Érica Machado</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Área: </strong>Ciências e Tecnologias</p><p><br></p><p><strong>Licenciatura: </strong>Relações Internacionais - Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa (ISCSP-UL)</p><p><br></p><p><strong>Mestrado:</strong> Law and Security (NOVA Law School)</p><p><br></p><p><strong>Profissão: </strong>IT Officer</p><p><br></p><p><strong>Como escolhi o curso:</strong> Verdade seja dita, estive indecisa até ao último momento da candidatura. Desde cedo que sempre gostei de aprender um pouco de tudo, pelo que escolher <strong>um</strong> caminho me parecia muito restrito, desafiante e possivelmente errôneo. Contudo, ao longo do meu ensino secundário fui sentido que as disciplinas de ciências não me preenchiam na totalidade - fiz Geometria Descritiva em vez de Biologia e Geologia, não gostava de Física, mas gostava de Matemática - e que sentia falta de disciplinas como História. Deste modo, decidi que queria seguir Direito - um bichinho já antigo - mas a dias do exame de Matemática A percebi que não tinha uma das provas de ingresso necessárias (História ou Filosofia). Desnorteada, ponderei o que queria fazer e descobri licenciaturas na área das ciências sociais, como Ciência Política e Relações Internacionais. Assim, a minha candidatura foi um tanto ou pouco diversificada, com Ciência Política e Relações Internacionais (NOVA FCSH, 1ªopção), Direito* (NOVA School of Law, 2ªopção), Relações Internacionais (ISCSP-UL, 3ªopção) e Engenharia Informática nas últimas opções.&nbsp;</p><p>*requeria dois exames (português e matemática)</p><p><br></p><p>Acabei por entrar em Relações Internacionais e hoje consigo afirmar que era o lugar que me estava destinado (e que não trocava por nenhuma das outras opções!!)</p><p><br></p><p><strong>Mestrado: </strong>No final da licenciatura, senti vontade de aprofundar temas ligados à segurança, à justiça e ao impacto das novas tecnologias no mundo atual, tendo optado por seguir o mestrado em <em>Law and Security</em>, na NOVA School of Law. Deste modo, tenho tido a oportunidade de explorar diversos temas desde cibersegurança, a geopolítica e segurança internacional, a direito humanitário internacional e até cibercrime, que me têm proporcionado ampliar o meu olhar crítico e interdisciplinar. Apesar de não ter formação de base em Direito, encarei o desafio com motivação e estou a aprender bastante.</p><p><br></p><p><strong>Profissão: </strong>Atualmente trabalho como IT Officer na Fundação Aga Khan Portugal, local onde estagiei (em Recursos Humanos) para terminar a licenciatura. À primeira vista, pode parecer distante da minha formação académica, mas que na prática tem sido uma ponte entre o pensamento estratégico, a resolução de problemas e a adaptabilidade que fui desenvolvendo ao longo do meu percurso. Este cargo desafia-me diariamente a sair da zona de conforto, a pensar de forma lógica e a comunicar eficazmente com diferentes equipas. Mostrou-me que as carreiras não precisam de seguir uma linha reta para serem válidas — às vezes, são precisamente os cruzamentos improváveis que nos trazem as maiores aprendizagens. Esta oferta de trabalho surgiu de uma necessidade da equipa e graças ao meu desempenho e “à marca” que tinha deixado, contactaram-me na esperança de aceitar este desafio. Posso dizer que voltei a casa e que por mais desafiante que esteja a ser conciliar tudo, estou realmente feliz, motivada e num ambiente de trabalho verdadeiramente espetacular.</p><p><br></p><p><strong>Desafios:&nbsp;</strong></p><p>Ter vindo de uma área completamente diferente foi, sem dúvida, um dos maiores desafios. A transição das Ciências para as Ciências Sociais não foi imediata — implicou adaptação, esforço e alguma frustração inicial. No início da licenciatura, senti-me “atrasada” em comparação com colegas que vinham de Humanidades e que já dominavam muitos conceitos de História, Geografia e Filosofia, essenciais para compreender a fundo Relações Internacionais.</p><p>Houve momentos em que duvidei se tinha feito a escolha certa. Tive de aprender a aceitar que não saber tudo de início não era um fracasso, mas sim parte do processo. Foi também através dessas dificuldades que percebi o valor da resiliência e da curiosidade: perguntava, lia mais, e procurava ligações entre aquilo que já conhecia da minha área anterior e os novos temas. E isso tornou-se uma mais-valia - trouxe perspectivas diferentes, raciocínio lógico e pensamento estruturado, algo que me tem acompanhado até hoje.</p><p>Além disso, fui aluna deslocada. Isso acrescentou outra camada ao desafio: adaptar-me a uma nova cidade, criar uma nova rotina, aprender a viver sozinha, gerir saudades e responsabilidades. Mas também cresci muito com isso — ganhei autonomia, iniciativa e, acima de tudo, uma rede de pessoas incríveis que hoje fazem parte da minha história.</p><p><br></p><p><strong>Conselhos: </strong>Desenvolvam as vossas soft-skills e aproveitem as oportunidades ao vosso redor. Façam parte do associativismo que a universidade oferece ( Núcleos de Estudantes, Associação de Estudantes, núcleos sociais, Tuna), realmente o que estiver ao vosso dispor e o que fizer sentido para vocês. E não tenham medo de se aventurarem sozinhos, é assim que se formam as melhores amizades.&nbsp;</p><p><br></p><p>A minha experiência universitária foi fortemente marcada por associativismo, no caso a AEISCSP e o NERI, e posso dizer-vos que foi através do NERI que fiz uma das minhas melhores amigas e os nossos grupos se juntaram, tendo sido assim que formamos o grupo de amigos com o qual terminei a licenciatura.&nbsp;</p><p><br></p><p>Se tiverem oportunidade participem também no Programa de Erasmus+ (ou Almeida Garrett). É uma experiência inesquecível, com muitos desafios, mas também com tanta coisa maravilhosa!!!&nbsp;</p><p><br></p><p>E por fim: confiem no processo. Mesmo que agora sintam que estão perdidos ou indecisos, saibam que isso também faz parte do caminho. Como é costume dizer, a vida dá muitas voltas — mas às vezes, são essas voltas que nos levam exatamente onde precisamos de estar.</p><p><br></p><p>Se precisarem de alguma ajuda, estou à distância de uma mensagem :) Boa sorte!!</p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.linkedin.com/in/ericapmachado/">https://www.linkedin.com/in/ericapmachado/</a></p><p>@ericapdacostamachado<br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-02 00:26:28 UTC</pubDate>
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         <title>Sofia Sebastião</title>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Área:</strong> Artes Visuais</p><p><strong>Licenciatura: </strong>Línguas e Relações Empresariais - Universidade de Aveiro</p><p><strong>Mestrado:</strong> Gestão Hoteleira - Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril</p><p><br></p><p><br></p><p>Desde cedo soube que quando chegasse ao ensino secundário, iria escolher a área de Artes Visuais. As artes sempre foram uma grande parte da minha personalidade e dos meus interesses, e não conseguia imaginar o meu secundário de outra forma.</p><p><br></p><p>Porém, também sabia que após o secundário queria explorar outras áreas de que sempre gostei, como as línguas e a gestão, então fui ao site da DGES e procurei todos os cursos que me interessavam. Dessa forma, descobri um curso do qual nunca tinha ouvido falar: LRE - Línguas e Relações Empresariais, na Universidade de Aveiro. Na altura, candidatei-me com o exame de português e entrei na primeira fase.</p><p><br></p><p>Durante a licenciatura, por mais que adorasse as línguas e a gestão, sentia falta das artes no meu dia a dia, por isso, decidi candidatar-me a duas associações de estudantes, o Núcleo de estudantes de LRE e o Núcleo de Rock, como colaboradora (e mais tarde, vogal) do setor de comunicação e imagem. Ingressar nestes dois núcleos ajudou-me a aprender a trabalhar com várias ferramentas de design gráfico, o que, mais tarde, também me trouxe a oportunidade de trabalhar como designer de marca para uma marca de roupa desportiva. Todas estas oportunidades permitiram-me manter a ligação às artes, mesmo estando num curso de uma área diferente.</p><p><br></p><p><strong>Desafios: </strong></p><p><strong>1. </strong>Escolher uma licenciatura fora da nossa área de conforto pode parecer assustador. Muitos dos meus colegas vinham das áreas de Economia e Humanidades, e por isso já tinham algum conhecimento relevante para certas unidades curriculares, mas esse medo e desconforto fizeram com que eu ganhasse mais vontade de me aplicar nessas UCs. No final, acabei por entender que não havia realmente muita diferença entre mim e os meus colegas, porque todas as cadeiras são lecionadas "do zero".</p><p><br></p><p><strong>2.</strong> No 3º ano da licenciatura somos confrontados com duas opções: Continuar os estudos ou integrar o mercado de trabalho.</p><p>No meu caso, e tendo em conta o quão abrangente era a minha licenciatura, achei que não faria sentido procurar trabalho imediatamente.</p><p>Estudar em LRE proporcionou-me 3 anos incríveis, em que aprendi muito sobre várias áreas, em que me diverti e vivi muito o espírito académico. No entanto, no final senti que não havia um caminho determinado nem uma profissão vinculada ao curso.</p><p>Alguns dos meus colegas seguiram gestão, enquanto outros optaram por áreas como a comunicação interna, mas tudo me parecia ainda bastante vago. Assim, conjugando o meu interesse pela gestão com a experiência profissional que já possuía na área da hotelaria, decidi candidatar-me ao mestrado em Gestão Hoteleira, que frequento atualmente, estando a gostar muito da experiência.</p><p><br></p><p><strong>Conselhos:</strong></p><p><br></p><p><strong>1.</strong> Para quem está indeciso sobre que curso escolher, aconselho-vos a não terem medo de contactar alunos dos cursos em que têm interesse. Falem com eles e podem até encontrá-los pelo LinkedIn. Também podem mandar-me mensagem (irei deixar os meus contactos abaixo) e posso tentar esclarecer algumas dúvidas ou até reencaminhar-vos para amigos meus que tenham seguido a área das artes na licenciatura (como design), para poderem falar com eles.</p><p><br></p><p><strong>2. </strong>E o segundo conselho que tenho para vos dar é para se candidatarem a projetos, associações, núcleos, etc. É uma excelente forma de conhecerem pessoas novas, explorarem os vossos interesses, dentro ou fora da vossa área de estudo, e começarem a trabalhar para o vosso currículo de maneira divertida.</p><p>Caso tenham alguma dúvida ou se simplesmente quiserem saber mais sobre algum tópico, sintam-se à vontade para me mandar mensagem! :) </p><p><br></p><p>Instagram: sofia_b_sebastiao</p><p>Linkedin: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www.linkedin.com/in/sofia-sebastiao">www.linkedin.com/in/sofia-sebastiao</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-03-23 18:27:35 UTC</pubDate>
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