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      <title>Filme “Nise: o coração da loucura” by Thaís gonçalves bassalo</title>
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      <description>Disciplina: Semiologia I
Alunos: Karina Muniz, Maria Eduarda, Maria Fernanda Figueiredo, Maria Fernanda Ceppas, Patrícia, Philippe Pfeifer, Rafael Castelo, Roberta Botelho e Thaís Bassalo</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-06-11 23:38:52 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2023-03-07 04:28:20 UTC</lastBuildDate>
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         <title></title>
         <author>thaisbassalo</author>
         <link>https://padlet.com/thaisbassalo/u7miw086kbzhklje/wish/1602058761</link>
         <description><![CDATA[<div>O filme retrata muito bem a relação médico-paciente, muitas vezes necessária, para conseguir acessar a pessoa. No longa, a médica tem ações que são consideradas inadequadas por seus colegas, entretanto que são essenciais para que o paciente atendido tenha confiança no seu médico e permita que ele veja problemas de naturezas mais profundas do que somente o fisiológico. Por meio de suas “atitudes inadequadas”, assim consideradas pelos outros médicos do hospital, a Dra. Nise conseguiu que seus pacientes se expressassem por meio da arte, fazendo com que eles conseguissem transmitir e exteriorizar seus “inconscientes”, desse modo permitindo com que houvesse uma melhor compreensão dos meus e a adequação de seus tratamentos individuais&nbsp;</div>]]></description>
         <pubDate>2021-06-11 23:46:22 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O filme também demonstra a maneira como os pacientes eram tratados nos manicômios antigamente: eram submetidos a choques e procedimentos, além dos cotidianos maus tratos que sofriam, principalmente por parte dos profissionais. A maneira como os outros médicos viam os seus pacientes; os tirando a parte humana; é algo que prejudica a relação médico paciente. É necessário respeitar os pacientes e os enxergar além da doença que nos é apresentada. A Nise foi uma importante profissional que questionou esse método e foi essencial na luta antimanicomial que garantiu o tratamento digno desses doentes.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-12 16:54:06 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>É, de fato, impressionante como Nise se estabelece como pilar na mudança do paradigma do tratamento do paciente psiquiátrico. Nise nada mais faz do que colocar, em sua prática médica, um olhar humano, sobre a pessoa, desconstruindo o estereótipo da loucura, rompendo com a agressividade e desumanização que permeavam a relação médico-paciente nesse contexto. Nise foi pilar de uma revolução na medicina psiquiátrica, que nunca deveria ter sido necessária, mas que o foi diante da desumanização e tecnificação dos médicos, que perderam o olhar holístico sobre o paciente, admitindo, como objetivo único, esconder aqueles sujeitos da sociedade para buscar por alguma resolução física para a "loucura" (mesmo que para isso fosse necessário se sobrepor aos direitos fundamentais do homem, da cidadania, e da vida). Nise, nesse contexto, reestabelece a relação médico-paciente como uma prática integrativa, de necessária construção, que se consolida como uma via de mão dupla entre iguais, onde um não tem poderes sobre a autonomia, liberdade e direitos fundamentais do outro - o que vinha sendo desrespeitado até então -, consolidando uma relação muito mais ética, digna e evidentemente muito mais efetiva para o paciente, que agora tinha espaço para libertar seu eu subjetivo e confiar no cuidador; e para o médico que, então, passa a ter acesso ao seu paciente como um todo, e não apenas à doença que ele manifestava, conseguindo intervir de maneira muito mais efetiva e individualizada, admitindo resultados impressionantes.&nbsp;<br>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-13 15:17:19 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 23:08:30 UTC</pubDate>
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