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      <title>Fisiologia da Eritropoietina. by </title>
      <link>https://padlet.com/bibicalanzani/u6knwex2jys3tii1</link>
      <description>Gabriella Leite, Rebeca Medeiros, Lívia
Aguiar, João Vitor Cardoso e Lavínia Sossai.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-12-04 00:08:48 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Hormônio eritropoietina </title>
         <author>bibicalanzani</author>
         <link>https://padlet.com/bibicalanzani/u6knwex2jys3tii1/wish/2407741749</link>
         <description><![CDATA[<div>A eritropoietina é um hormônio glicoproteico que regula a eritropoiese, atuando sobre as células progenitoras eritroides na medula óssea. É produzida essencialmente pelo fígado no estado fetal e pelo rim no adulto e estimula a medula óssea a elevar a produção de células vermelhas do sangue.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-04 00:50:34 UTC</pubDate>
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         <title>Bibliografia</title>
         <author>bibicalanzani</author>
         <link>https://padlet.com/bibicalanzani/u6knwex2jys3tii1/wish/2407742709</link>
         <description><![CDATA[<div>https://www.arca.fiocruz.br/bitstream/handle/icict/23168/1980-1150ICC.pdf?sequence=2&amp;isAllowed=y<br><br><a href="http://www.biologia.seed.pr.gov.br/modules/video/showVideo.php?video=15488">http://www.biologia.seed.pr.gov.br/modules/video/showVideo.php?video=15488<br><br></a>https://repositorio-aberto.up.pt/bitstream/10216/21977/4/Tese%20MMOMLuciana%20Moreira.pdf<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-04 00:54:11 UTC</pubDate>
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         <title>Uso clínico.</title>
         <author>bibicalanzani</author>
         <link>https://padlet.com/bibicalanzani/u6knwex2jys3tii1/wish/2407744935</link>
         <description><![CDATA[<div>A eritropoietina vem sendo amplamente utilizada na prática clínica para reduzir a necessidade de transfusão sanguínea em processos cirúrgicos, aumentar os níveis de hemoglobina e no tratamento de anemias de várias etiologias, incluindo anemia devido à doença renal crônica, anemia relacionada ao câncer ou ao tratamento dele.&nbsp;<br>Vários estudos têm mostrado que poderá também ter uma função protetora a nível neuronal, cardíaca, renal e vascular, o que faz da EPO um bom candidato na terapia de doenças do sistema nervoso, cardíaco e renal.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-04 01:04:14 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Bibliografia</title>
         <author>bibicalanzani</author>
         <link>https://padlet.com/bibicalanzani/u6knwex2jys3tii1/wish/2407772433</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="https://www.arca.fiocruz.br/bitstream/handle/icict/23168/1980-1150ICC.pdf?sequence=2&amp;isAllowed=y">https://www.arca.fiocruz.br/bitstream/handle/icict/23168/1980-1150ICC.pdf?sequence=2&amp;isAllowed=y<br><br></a><a href="https://labtestsonline.org.br/tests/eritropoietina">https://labtestsonline.org.br/tests/eritropoietina<br></a><a href="https://www.arca.fiocruz.br/bitstream/handle/icict/23168/1980-1150ICC.pdf?sequence=2&amp;isAllowed=y"><br></a><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-04 02:46:48 UTC</pubDate>
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         <title>EPO</title>
         <author>bibicalanzani</author>
         <link>https://padlet.com/bibicalanzani/u6knwex2jys3tii1/wish/2407777489</link>
         <description><![CDATA[<div>A EPO é uma glicoproteína que regula a produção diária de glóbulos vermelhos necessária para manter a capacidade de transporte de oxigénio pelo sangue periférico sob condições fisiológicas. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-04 03:01:48 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>bibicalanzani</author>
         <link>https://padlet.com/bibicalanzani/u6knwex2jys3tii1/wish/2407792368</link>
         <description><![CDATA[<div>O corpo possui um mecanismo de feedback que procura manter o número de hemácias relativamente estável. Se a sua produção diminui ou muitas são perdidas por sangramento ou destruição (hemólise), a pessoa torna-se anêmica e diminui sua capacidade de transporte de oxigênio levando a hipóxia que gera um aumento da expressão de EPO, estimulada pelo fator induzido por hipóxia (HIF-1).&nbsp; </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-04 03:54:16 UTC</pubDate>
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         <title>Fatores externos</title>
         <author>bibicalanzani</author>
         <link>https://padlet.com/bibicalanzani/u6knwex2jys3tii1/wish/2407792934</link>
         <description><![CDATA[<div>Alguns fatores como níveis de ferro, status nutricional, condições ambientais, estados patológicos e fatores genéticos podem afetar os níveis de EPO circulante.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-04 03:56:11 UTC</pubDate>
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         <title>Produção </title>
         <author>bibicalanzani</author>
         <link>https://padlet.com/bibicalanzani/u6knwex2jys3tii1/wish/2407795472</link>
         <description><![CDATA[<div>Esse hormônio é produzido no indivíduo adulto principalmente pelas células peritubulares fibroblásticas do interstício do córtex renal e também, em menor quantidade, por células hepáticas.&nbsp;<br>Após ser liberada para a circulação, atinge a medula óssea na qual liga-se a receptores específicos na superfície de células progenitoras eritroides, estimulando assim, a diferenciação delas em hemácias.&nbsp;</div><div>Ela atua como fator hormonal de estimulação mitótica e diferenciação, aumentando a formação de eritrócitos maduros.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-04 04:05:03 UTC</pubDate>
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         <title>Regulação e quantidade</title>
         <author>bibicalanzani</author>
         <link>https://padlet.com/bibicalanzani/u6knwex2jys3tii1/wish/2407798614</link>
         <description><![CDATA[<div>A quantidade liberada de eritropoietina depende da intensidade da hipoxia e da capacidade de produção dos rins. A eritropoietina age durante pouco tempo, antes de ser eliminada na urina. O aumento de sua produção e liberação persiste até normalizar o nível de oxigênio no sangue.&nbsp;<br>A anemia persiste se houver lesão renal e os rins não forem capazes de produzir uma quantidade adequada de eritropoietina, ou se a medula óssea não for capaz de responder ao estímulo.</div><div>Se houver produção excessiva de eritropoietina, como ocorre em alguns tumores benignos ou malignos renais ou de outros órgãos, são produzidas hemácias em excesso (policitemia). Isso pode aumentar o volume e a viscosidade do sangue circulante e provocar hipertensão arterial.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-04 04:15:59 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Bibliografia</title>
         <author>bibicalanzani</author>
         <link>https://padlet.com/bibicalanzani/u6knwex2jys3tii1/wish/2407799647</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="https://repositorio.ufpb.br/jspui/bitstream/123456789/3719/1/BHS04122017.pdf">https://repositorio.ufpb.br/jspui/bitstream/123456789/3719/1/BHS04122017.pdf<br></a><br><a href="https://www.arca.fiocruz.br/bitstream/handle/icict/23168/1980-1150ICC.pdf?sequence=2&amp;isAllowed=y">https://www.arca.fiocruz.br/bitstream/handle/icict/23168/1980-1150ICC.pdf?sequence=2&amp;isAllowed=y<br><br></a><a href="https://labtestsonline.org.br/tests/eritropoietina">https://labtestsonline.org.br/tests/eritropoietina<br></a><a href="https://www.arca.fiocruz.br/bitstream/handle/icict/23168/1980-1150ICC.pdf?sequence=2&amp;isAllowed=y"><br></a><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-04 04:19:41 UTC</pubDate>
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         <title>Como surgiu?</title>
         <author>bibicalanzani</author>
         <link>https://padlet.com/bibicalanzani/u6knwex2jys3tii1/wish/2407998927</link>
         <description><![CDATA[<div>Em 1977, a EPO foi extraída e purificada da urina de pacientes anêmicos. Utilizando-se da tecnologia do rDNA, baseada na sequência de aminoácidos dos dados da purificação, em 1983, o gene da EPO humana foi então clonado permitindo o desenvolvimento da rhEPO, um avanço tecnológico que revolucionou o tratamento da anemia.</div><div>É&nbsp;produzida em células CHO (células de ovário de hamster chinês) nas quais o gene da eritropoietina humana foi inserido. O produto contém uma sequência de aminoácidos idêntica à da eritropoietina natural. As pequenas diferenças na porção carboidrato da molécula não parecem afetar sua cinética, sua potência ou sua imunorreatividade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-04 13:19:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>bibicalanzani</author>
         <link>https://padlet.com/bibicalanzani/u6knwex2jys3tii1/wish/2407999327</link>
         <description><![CDATA[<div>A rHuEPO tornou-se comercialmente disponível em 1988 após evidências de que ela poderia minimizar a necessidade da transfusão de sangue e ainda melhorar o bem-estar de pacientes anêmicos com doença renal crônica.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-04 13:19:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Uso clínico</title>
         <author>bibicalanzani</author>
         <link>https://padlet.com/bibicalanzani/u6knwex2jys3tii1/wish/2408017529</link>
         <description><![CDATA[<div>A terapia com eritropoietina recombinante pode ser altamente eficaz em diversos casos de anemias, especialmente aquelas associadas a uma resposta eritropoiética deficientes.<br>Antes do desenvolvimento da rhEPO, a transfusão de sangue foi o mais comum tratamento para pacientes com anemia, contudo, desde o seu advento, a rhEPO vem sendo amplamente utilizada na prática clínica, para redução da necessidade de transfusão sanguínea em processos cirúrgicos, para aumentar os níveis de hemoglobina e no tratamento de anemias de várias etiologias, incluindo anemia devido à doença renal crônica, anemia relacionada ao câncer ou ao tratamento dele, anemia relacionada ao uso de zidovudina, em pacientes infectados pelo HIV e anemia relacionada à utilização de ribavirina, em pacientes portadores de hepatite C.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-04 13:51:05 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Bibliografia</title>
         <author>bibicalanzani</author>
         <link>https://padlet.com/bibicalanzani/u6knwex2jys3tii1/wish/2408018655</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="https://www.arca.fiocruz.br/bitstream/handle/icict/23168/1980-1150ICC.pdf?sequence=2&amp;isAllowed=y">https://www.arca.fiocruz.br/bitstream/handle/icict/23168/1980-1150ICC.pdf?sequence=2&amp;isAllowed=y<br><br></a><a href="https://repositorio.ufpb.br/jspui/bitstream/123456789/3719/1/BHS04122017.pdf">https://repositorio.ufpb.br/jspui/bitstream/123456789/3719/1/BHS04122017.pdf<br></a><a href="https://www.arca.fiocruz.br/bitstream/handle/icict/23168/1980-1150ICC.pdf?sequence=2&amp;isAllowed=y"><br></a><a href="https://labtestsonline.org.br/tests/eritropoietina">https://labtestsonline.org.br/tests/eritropoietina</a>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-04 13:53:03 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>bibicalanzani</author>
         <link>https://padlet.com/bibicalanzani/u6knwex2jys3tii1/wish/2408019346</link>
         <description><![CDATA[<div>O tratamento com eritropoietina, feito com injeções intravenosas ou subcutâneas, é caro e a estimulação da medula óssea dura apenas algumas horas, mas diminui a necessidade de transfusões de sangue.<br>Um fator de grande relevância, quando do uso da rhEPO, está na melhora da qualidade de vida e, de maneira geral, na sobrevida, ocorrendo um decréscimo na sensação de fadiga. O uso da rhEPO pelos pacientes permite normalizar o seu apetite e acelerar o seu retorno às atividades de rotina.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-04 13:54:01 UTC</pubDate>
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         <title>Produção de eritropoietina em pacientes com insuficiência renal crônica. </title>
         <author>bibicalanzani</author>
         <link>https://padlet.com/bibicalanzani/u6knwex2jys3tii1/wish/2408023181</link>
         <description><![CDATA[<div>A produção adequada de eritropoietina pelos rins não é recuperada diretamente. Se a insuficiência for causada por um problema renal passageiro, pode se recuperar com a solução do problema. Na maioria dos casos, entretanto, a diminuição da produção de eritropoietina é devida a doença renal crônica, que não melhora com o tempo. Quando há uma insuficiência conhecida, o médico tenta minimizar os efeitos da anemia e pode tratar o paciente com eritropoietina sintética.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-04 14:00:41 UTC</pubDate>
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         <title>Dosagem de eritropoietina em laboratório</title>
         <author>bibicalanzani</author>
         <link>https://padlet.com/bibicalanzani/u6knwex2jys3tii1/wish/2408028311</link>
         <description><![CDATA[<div>A dosagem de eritropoietina pode ser pedida quando o paciente tem anemia que não parece ser causada por deficiência de ferro, vitamina B12 ou folato, hemólise ou sangramento. Esse exame também é feito quando a contagem de hemácias, a dosagem de hemoglobina e o hematócrito estão baixos e a contagem de reticulócitos está normal ou diminuída. Ou, ainda, para distinguir inibição da função da medula óssea e insuficiência de eritropoietina.<br>Em geral, pede-se após resultados anormais de um hemograma, um grupo de exames que inclui a contagem de hemácias, a dosagem de hemoglobina e o hematócrito. Esses exames estabelecem a presença e a intensidade de uma anemia e podem indicar sua causa provável. Também se pede a eritropoietina para determinar se uma deficiência pode estar causando ou agravando a anemia.</div><div>Em pacientes com doença renal crônica, a eritropoietina é pedida em intervalos para avaliar a capacidade residual dos rins de produzir eritropoietina.</div><div>Ocasionalmente, o exame é usado para determinar se uma policitemia é provocada pela produção excessiva de eritropoietina.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-04 14:09:58 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>bibicalanzani</author>
         <link>https://padlet.com/bibicalanzani/u6knwex2jys3tii1/wish/2408087202</link>
         <description><![CDATA[<div>Existem estudos que avaliaram o uso de rhEPO em outras etiologias, sugerindo a interação da rhEPO com seus receptores, os quais têm sido identificados em células tumorais, e ainda que a rhEPO possa reagir com receptores em células endoteliais para estimular a angiogênese, sugerindo funções não eritroides para a EPO.&nbsp;<br>Uma pesquisa mostrou que o uso da rhEPO melhora o sistema imune por estar associada com efeitos em uma variedade de parâmetros e funções imunológicas, sugerindo também uma função antimieloma.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-04 15:45:48 UTC</pubDate>
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         <title>Cardioproteção</title>
         <author>bibicalanzani</author>
         <link>https://padlet.com/bibicalanzani/u6knwex2jys3tii1/wish/2408087850</link>
         <description><![CDATA[<div>Algumas investigações mostraram que a administração de rhEPO antes ou logo depois do início da isquemia, reduziu o tamanho do infarto no miocárdio (IM) e melhorou a função cardíaca em fases agudas. Recentemente, Hirata et al (2005) demonstraram em modelo animal que a rhEPO aumenta a formação de células progenitoras endoteliais assim como a angiogênese em miocárdio isquêmico após o IM, enquanto melhora a função cardíaca, sugerindo ainda que alguns potenciais mecanismos, pelos quais a EPO pode induzir a cardioproteção, seriam a redução da morte celular por apoptose; a angiogênese (pode contribuir para melhora da função cardíaca após o IM); e a prevenção do remodelamento em áreas não infartadas.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-04 15:46:55 UTC</pubDate>
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         <title>Vascularização</title>
         <author>bibicalanzani</author>
         <link>https://padlet.com/bibicalanzani/u6knwex2jys3tii1/wish/2408088134</link>
         <description><![CDATA[<div>A EPO é conhecida por ser a maior reguladora da formação vascular (i.e angiogênese), do crescimento de órgãos no embrião e o EPO-R tem sido encontrado em quase todos os tecidos embrionários. A rhEPO estimula a sobrevivência e a proliferação de células endoteliais in vitro e promove a formação de novos vasos sanguíneos.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-04 15:47:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Neuroproteção</title>
         <author>bibicalanzani</author>
         <link>https://padlet.com/bibicalanzani/u6knwex2jys3tii1/wish/2408088420</link>
         <description><![CDATA[<div>O primeiro relato do efeito neuroprotetor da rhEPO, administrada por uma via periférica, foi dado por Brines et al (2000) que demonstraram, em um modelo de acidente vascular cerebral focal, uma significante redução do volume do infarto quando da aplicação de uma alta dose (5000 UI/kg) de rhEPO injetada por via intraperitonial até seis horas após a reperfusão. A EPO e seu receptor estão presentes no sistema nervoso central, incluindo a retina. In vitro, a EPO protegeu os neurônios contra a isquemia induzida pela toxicidade ao glutamato, o primeiro fator responsável pela morte de células neuronais relacionadas à hipóxia.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-04 15:47:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Bibliografia</title>
         <author>bibicalanzani</author>
         <link>https://padlet.com/bibicalanzani/u6knwex2jys3tii1/wish/2408088719</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="https://www.arca.fiocruz.br/bitstream/handle/icict/23168/1980-1150ICC.pdf?sequence=2&amp;isAllowed=y">https://www.arca.fiocruz.br/bitstream/handle/icict/23168/1980-1150ICC.pdf?sequence=2&amp;isAllowed=y<br></a><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-12-04 15:48:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Análise da anemia por deficiência relativa de ferroe eritropoietina de pacientes com insuficiência renal crônica em tratamento hemodialítico.</title>
         <author>bibicalanzani</author>
         <link>https://padlet.com/bibicalanzani/u6knwex2jys3tii1/wish/2408110924</link>
         <description><![CDATA[<div>A produção de glóbulos vermelhos em pacientes com DRC anêmicos depende da presença em quantidade adequada de eritropoetina (glicoproteína que estimula a produção de células vermelhas) e o estoque de ferro no organismo. Diversos mecanismos que atuam por meio do estresse oxidativo e do processo inflamatório provocam anemia nos portadores de DRC e podem gerar consequências, tais como: diminuição da meia vida dos eritrócitos, aumento da produção de hepcidina (peptídeo que inibe a absorção de ferro no intestino e mobilização dos estoques de ferro), diminuição da produção da proteína transportadora de ferro, da transferrina e seu receptor e, por fim, acarretar em resistência à eritropoiese.</div><div>O uso de EPO melhora o quadro clínico e a QV dos pacientes e é fundamental no controle da anemia. Para sua administração é importante que o paciente tenha estoque de ferro para alcançar e manter níveis de hemoglobina projetados, pois a suplementação com esse metal eleva os níveis de hemoglobina, tornando-se essencial para o tratamento da anemia.</div><div>Neste estudo, constatou-se que dos 25% (n=18) de pacientes que foram diagnosticados com anemia, a maioria dos casos ocorreu devido à resistência a eritropoetina, o que destaca a importância dos esforços para a melhoria das práticas clínicas e para o controle de condições que acarretam resistência ao tratamento. Espera-se que, caso comprovada a associação entre a variabilidade de Hemoglobina e a ocorrência de eventos adversos, seu controle poderá tornar-se decisivo no tratamento da anemia em pacientes renais crônicos.&nbsp;</div><div>Apesar de todo o avanço da terapia com eritropoetina e suplementação com ferro, alcançar e manter os níveis de hemoglobina dentro da faixa recomendada ainda se trata de um grande desafio. Neste estudo, constatou-se que a variabilidade de hemoglobina ocorreu mais comumente para níveis mais elevados do que para valores mais baixos.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1419432536/ef08297ecdd43cab71b253632aaed8aa/An_lise_da_anemia_por_defici_ncia_relativa_de_ferroe_eritropoietina_de_pacientes_com_insufici_ncia_renal_cr_nica_em_tratamento_hemodial_tico_.pdf" />
         <pubDate>2022-12-04 16:24:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Uso de eritropoietina recombinante humana em um cão com doença renal crônica.</title>
         <author>bibicalanzani</author>
         <link>https://padlet.com/bibicalanzani/u6knwex2jys3tii1/wish/2408121190</link>
         <description><![CDATA[<div>Em decorrência dos vários efeitos colaterais e do alto custo, a eritropoietina recombinante humana deve ser reservada para animais com anemia severa (hematócrito menor que 20%). Deve ser utilizado na dose de 50 a 100UI/kg, pela via subcutânea, três vezes por semana, até que o hematócrito atinja um valor adequado (38 a 48% em cães). Depois disso, o indicado é que ocorra a redução da frequência de aplicação de duas a uma vez por semana.</div><div>No caso relatado, foi instituído o tratamento com eritropoietina na dose de 100UI/kg quando a paciente apresentou um hematócrito de 16%, com isso, foram realizadas três aplicações semanais até que se obtivesse um hematócrito de 30%, posteriormente espaçando-se as aplicações para duas vezes na semana. Esse protocolo mostrou-se satisfatório na manutenção dos valores eritrocitário e não promoveu efeitos colaterais durante todo o acompanhamento da paciente. A suplementação com ferro também se mostrou satisfatório, uma vez que não se observou discromia ou hipocromia de células após o início da suplementação de eritropoietina.</div><div>Não foi observado nesse caso nenhum dos de efeitos colaterais previstos para o fármaco. Já em relação ao apetite, a tutora relatou que houve uma melhora significativa ao comparar com o quadro da paciente antes das aplicações do hormônio. Sabe-se que tanto o apetite quanto os valores de hematócrito são indicadores de resposta à administração da eritropoietina, tendo em vista ao quadro da paciente, podemos afirmar que a mesma teve uma boa resposta a aplicação.</div><div>O uso de eritropoietina canina é uma opção terapêutica com alta seguridade por não induzir a formação de anticorpos antieritropoietina, no entanto, não está disponível comercialmente no Brasil. A utilização da eritropoietina canina não se mostrou eficaz na restauração da produção de eritrócitos após aplasia induzida pela rhEPO.</div><div>Frente ao relato, pode-se afirmar que a administração de eritropoietina recombinante humana foi benéfica no tratamento de um paciente com doença renal crônica em estágio avançado. Entretanto, vista a característica progressiva da doença, as demais alterações decorrentes do insuficiente controle urêmico concorrem para a refratariedade ao tratamento da anemia.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-04 16:42:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tratamento da anemia na insuficiência renal crônica felina com eritropoietina recombinante humana.</title>
         <author>bibicalanzani</author>
         <link>https://padlet.com/bibicalanzani/u6knwex2jys3tii1/wish/2408125682</link>
         <description><![CDATA[<div>Após 39 dias do diagnóstico da IRC, os sinais clínicos e os exames laboratoriais da paciente apontaram para um quadro clínico de anemia arregenerativa, normocítica e normocrômica. Com isso, optou-se por iniciar tratamento com eritropoietina sintética. Foi administrada via subcutânea, na dose de 30UI, duas vezes por semana, durante 7 semanas.</div><div>Após 49 dias de uso da medicação (dia 88) e com a progressão da IRC, a paciente apresentou novamente uma resposta negativa da eritropoiese, demonstrando leve anemia. O tratamento com eritropoietina foi mantido, porém com aumento da dosagem para 50UI e após mais um ciclo (dia 125), a paciente apresentou um discreto aumento nos parâmetros do eritrograma porém não houve alteração significativa dos valores.</div><div>Estudos sugerem que a administração de eritropoietina sintética por via subcutânea ao invés da endovenosa, a uma dose mais baixa, pode ser suficiente para manter o nível de hematócrito satisfatório.</div><div>Muitos estudos em gatos nefropatas ainda precisam ser realizados para que esta terapia possa ser padronizada no tratamento da anemia na IRC. A princípio, a eritropoietina sintética não garante a cura da anemia durante o processo da lesão renal, mas impede que haja uma progressão da anemia para formas mais graves e consequentemente, uma piora dos sintomas clínicos que poderá interferir diretamente na qualidade de vida do felino.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-04 16:50:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Efeitos colaterais</title>
         <author>bibicalanzani</author>
         <link>https://padlet.com/bibicalanzani/u6knwex2jys3tii1/wish/2408133372</link>
         <description><![CDATA[<div>Pacientes que tomam doses maiores que as recomendadas têm um risco maior de sofrer os principais efeitos colaterais relacionados ao uso da rhEPO, que são:</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; aumento da hipertensão arterial préexistente,&nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; crises convulsivas,&nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; hiperemia conjuntival,&nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; eventos trombóticos</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; cefaleia</div><div>&nbsp;Apesar dos benefícios do uso da EPO, que são de grande importância, é preciso cautela quanto à sua aplicação clínica. Isso mostra a importância de se seguir as indicações autorizadas do uso da rhEPO.<br>Essas recomendações incluem a monitoração dos níveis de hemoglobina e a prescrição apenas de doses necessárias para evitar transfusões de sangue.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-04 17:04:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A EPO ligada ao câncer. </title>
         <author>bibicalanzani</author>
         <link>https://padlet.com/bibicalanzani/u6knwex2jys3tii1/wish/2408135378</link>
         <description><![CDATA[<div>A expressão da EPO e de seu receptor tem sido reconhecida em uma variedade de cânceres humanos, incluindo de mama, próstata, colo, ovário, útero, glioblastoma e carcinoma de células escamosas de cabeça e pescoço.&nbsp;</div><div>A EPO não somente estimula a proliferação de células cancerosas e inibe a apoptose, mas também estimula a migração e invasão dessas células.&nbsp;</div><div>Foram verificados resultados obtidos nas pesquisas de vários testes possíveis com um número elevado de pacientes com câncer, e, destes resultados, foi observado que o uso de EPO traz mais riscos ao paciente do que benefícios para sua saúde. A taxa de mortalidade para aqueles que utilizam medicamentos com EPO ou um de seus derivados aumentou muito se comparado com outros pacientes usando outros tipos de medicamentos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-04 17:07:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Bibliografia</title>
         <author>bibicalanzani</author>
         <link>https://padlet.com/bibicalanzani/u6knwex2jys3tii1/wish/2408137215</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="https://www.arca.fiocruz.br/bitstream/handle/icict/23168/1980-1150ICC.pdf?sequence=2&amp;isAllowed=y">https://www.arca.fiocruz.br/bitstream/handle/icict/23168/1980-1150ICC.pdf?sequence=2&amp;isAllowed=y<br></a><br><a href="https://repositorio.ufpb.br/jspui/bitstream/123456789/3719/1/BHS04122017.pdf">https://repositorio.ufpb.br/jspui/bitstream/123456789/3719/1/BHS04122017.pdf</a>&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-12-04 17:10:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Conceito de doping</title>
         <author>bibicalanzani</author>
         <link>https://padlet.com/bibicalanzani/u6knwex2jys3tii1/wish/2408139301</link>
         <description><![CDATA[<div>Por definição é considerado doping o uso de substâncias ou métodos capazes de aumentar artificialmente o desempenho esportivo e que estejam listados pela WADA-AMA/IOC (World Anti-Doping Agency/International Olympic Committee) sejam eles potencialmente prejudiciais a saúde do atleta ou a de seus adversários, ou contrário ao espírito do jogo.<br>Um atleta flagrado pelo exame antidoping tem o direito de se justificar, mas caso seja verificado doping, ele será punido de acordo com a substância utilizada. Suspensão é a penalidade mais rotineira, variando de três meses a dois anos. Caso tenha reincidência, o atleta pode ser até excluído. No caso de esportes coletivos, a pena varia, dependendo da federação internacional responsável.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-04 17:13:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O doping por rHuEPO no esporte.</title>
         <author>bibicalanzani</author>
         <link>https://padlet.com/bibicalanzani/u6knwex2jys3tii1/wish/2408145508</link>
         <description><![CDATA[<div>A intensidade e a duração do esforço físico estão diretamente ligadas ao treinamento e a capacidade de transporte de oxigênio e outros nutrientes aos músculos exigidos durante o esforço. Conforme o esforço, o oxigênio é consumido rapidamente e é observada uma diminuição do desempenho muscular.</div><div>O termo dopagem sanguínea surgiu na década de 70 com o uso de transfusões de sangue com a finalidade de aumentar artificialmente a massa de células vermelhas, proporcionando maior disposição na entrega de oxigênio, principalmente em esportes de resistência em que prevalece o exercício muscular aeróbico como ciclismo, esqui de fundo, maratonas, triátlon, entre outros.<br>Para transfusões sanguíneas havia basicamente dois processos distintos: transfusão autóloga, quando o atleta recebia uma bolsa com seu próprio sangue anteriormente coletado, ou a transfusão heteróloga, quando atletas recebiam bolsa de sangue de outras pessoas que apresentavam compatibilidade sanguínea.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-04 17:24:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title> Transfusões autólogas.</title>
         <author>bibicalanzani</author>
         <link>https://padlet.com/bibicalanzani/u6knwex2jys3tii1/wish/2408148094</link>
         <description><![CDATA[<div>As transfusões autólogas são dadas da seguinte maneira:<br><br></div><div>1.&nbsp; &nbsp; &nbsp; De quatro a oito semanas antes da competição, são coletadas de duas a três porções de 450 mL de sangue do atleta. As células sanguíneas são separadas do plasma, e este é rapidamente reinfundido no atleta.&nbsp;</div><div>2.&nbsp; &nbsp; &nbsp; As células vermelhas são tratadas e congeladas (-80°C) em solução de glicerol. Logo, a drástica diminuição de oxigênio no sangue causada pela retirada de eritrócitos será percebida pelas estruturas sensíveis à hipóxia no córtex renal, que aumentarão a taxa de EPO produzida.</div><div>3.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Os níveis de eritrócitos normalizam na terceira semana&nbsp;</div><div>4.&nbsp; &nbsp; &nbsp; De um a sete dias antecedentes à competição, as bolsas armazenadas são descongeladas, lavadas em soluções de alta osmolaridade para remover todo o glicerol, resuspensas em uma solução salina e reinfundida no atleta.<br><br></div><div>&nbsp;Este procedimento de estocagem leva a uma significativa perda de 15% dos eritrócitos, e os demais apresentam menor flexibilidade, e também menor capacidade de transporte de O2. Por duas semanas a quantidade de eritrócitos se mantém aumentada em 8-20%. A transfusão autóloga apresenta riscos de flebite e trombose intravenosa.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-04 17:28:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Caso Festina</title>
         <author>bibicalanzani</author>
         <link>https://padlet.com/bibicalanzani/u6knwex2jys3tii1/wish/2408150796</link>
         <description><![CDATA[<div>Muitos casos de doping por rHuEPO já foram detectados ao longo da história e é notoriedade no mundo dos esportes, onde vários atletas confessaram seu uso, principalmente em esportes de resistência. Um dos mais conhecidos foi o caso festina.<br>O “caso Festina” foi um escândalo de doping que atingiu todo o ciclismo profissional dias antes e no decorrer da Volta da França de 1998, incidindo sobretudo, numa equipe, a Festina,<br>onde foi expulsa da competição após 40 frascos de rHuEPO terem sido encontrados em um 41 de seus carros de apoio.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-04 17:33:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>bibicalanzani</author>
         <link>https://padlet.com/bibicalanzani/u6knwex2jys3tii1/wish/2408152196</link>
         <description><![CDATA[<div>A EPO aumenta os níveis de eritrócitos e consequentemente a oxigenação sanguínea o que melhora a performance de atletas, caracterizando doping.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-12-04 17:35:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Bibliografia</title>
         <author>bibicalanzani</author>
         <link>https://padlet.com/bibicalanzani/u6knwex2jys3tii1/wish/2408152902</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="https://repositorio.ufpb.br/jspui/bitstream/123456789/3719/1/BHS04122017.pdf">https://repositorio.ufpb.br/jspui/bitstream/123456789/3719/1/BHS04122017.pdf<br></a><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-04 17:37:00 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/bibicalanzani/u6knwex2jys3tii1/wish/2408273435</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.record.pt/modalidades/ciclismo/detalhe/davam-me-40-mil-euros-por-mes-se-me-dopasse-com-epo-e-pressionavam-me-com-mulheres" />
         <pubDate>2022-12-04 21:15:39 UTC</pubDate>
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