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      <title>Pegadas Pedagógicas do LEEI -Matutino by </title>
      <link>https://padlet.com/anapaulabarrosdecarvalho/u6jnb3kwgahv6qrk</link>
      <description>Nossas memórias e reflexões </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-08-20 01:36:13 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-12-04 05:03:34 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Encontro do dia 13/08</title>
         <author>anapaulabarrosdecarvalho</author>
         <link>https://padlet.com/anapaulabarrosdecarvalho/u6jnb3kwgahv6qrk/wish/3080729090</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesse primeiro encontro cada cursista nos presenteou com a apresentação de suas jornadas e histórias de vida pontuando por onde andaram seus sapatos.</p><p>Foi bonito perceber o quanto os relatos estavam carregados de amor e identificação pela Educação Infantil.</p><p>Desejo que nosso percurso seja rico do que é invisivel aos olhos e repleto do que enche nosso coração.</p><p>Que cada um de nós nos apuremos nos nossos temperos e temperanças ao longo desse caminho LEEI. Sejam bem-vindas e bem-vindos para se expressarem em nosso mural colaborativo.</p><p>(Profª Ana Paula) </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-20 01:49:16 UTC</pubDate>
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         <title>Nosso primeiro encontro 🌼</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/anapaulabarrosdecarvalho/u6jnb3kwgahv6qrk/wish/3084714385</link>
         <description><![CDATA[<p>Lembrancinha do primeiro encontro 🌹</p><pre><code>Passei a florzinha com muito carinho para esses dois lindos, AMIGOS De trabalho. Com uma mensagem de cooperação, onde teriam que passar a florzinha pra frente junto a uma mensagem de encorajamento, felicidade e empatia 🌹
Vejo nosso curso com este intuito!
</code></pre><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-22 14:56:20 UTC</pubDate>
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         <title>LEEI: 27/08- 3° encontro -  Infâncias e Memórias na formação cultural </title>
         <author>mragondim</author>
         <link>https://padlet.com/anapaulabarrosdecarvalho/u6jnb3kwgahv6qrk/wish/3090703689</link>
         <description><![CDATA[<div><br>O encontro de hoje nos trouxe a oportunidade de revisitar nossas infâncias e a criança que existe no interior de cada um de nós. Nossas memórias constroem os passos de nossa cultura. Somos seres singulares. Trilhamos caminhos. Experenciamos tantas coisas. Nossa visão de mundo foi trilhada a partir daí. A vida é um contínuo ir e vir. E nessa caminhada carregamos conosco a essência daquilo que vivemos em nossa infância. Construir memórias afetivas mais humanas na infância nos leva a uma vida equilibrada em nossos eixos de vida. Nos leva a ter uma criança interior mais feliz, em busca da harmonia social, pensando sempre na coletividade. Amei revisitar a criança que mora em mim. E principalmente&nbsp; compreender que nossa identidade , nosso&nbsp; pertencimento e nossa territorialidade compõem a tríade na construção&nbsp; de nosso eu social e cultural.. Márcia Gondim&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-27 17:22:47 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>LEEI- 14/08- 1° Encontro : Pegadas Pedagógicas </title>
         <author>mragondim</author>
         <link>https://padlet.com/anapaulabarrosdecarvalho/u6jnb3kwgahv6qrk/wish/3111983062</link>
         <description><![CDATA[<p>Foram lindos momentos de troca e colaboração! Sempre penso na coletividade. Nossas expectativas foram ouvidas  permeadas pela construção  de novos conhecimentos.  Estar aqui é uma bela oportunidade  de refletir, aprender e reaprender. O conhecimento representa o tempo dedicado a cada rosa aqui encontrada, para que se faça importante na caminhada da vida.  O que eu desejo? Desejo rever meus passos,  caminhar,  trilhar novos caminhos ... Ampliar meu olhar, revisitando os caminhos traçados, ampliando meus passos  por onde meus sapatos já caminharam.  Márcia Gondim </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-10 12:29:41 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>LEEI - 20/ 08 -  2° Encontro - Ser docente na Educação Infantil </title>
         <author>mragondim</author>
         <link>https://padlet.com/anapaulabarrosdecarvalho/u6jnb3kwgahv6qrk/wish/3112053904</link>
         <description><![CDATA[<p>O encontro foi marcado por belas reflexões acerca da prática pedagógica do professor de Educação Infantil. O tempo permeou o espaço entre o que fazemos e o que poderíamos fazer, ampliando nosso olhar sobre a criança e o papel da escola. Aqui penso na importância de nossa função social enquanto educadores na formação de sujeitos históricos. Sim, somos sujeitos históricos. Somos constituídos nessa relação entre "eu e o outro". E o educador precisa se libertar dessa educação tecnicista,  dessa educaçao dentro da caixinha,  do qual muitos de nós fizemos parte um dia. Sair desse modelo enjaulado para ampliar os espaços e as concepções de sujeito. Aproveitar os espaços da escola. Compreender que cada canto da escola pode proporcionar tantas aprendizagens! Aprendemos o tempo todo. É preciso compreender que a aprendizagem precisa ter sentido,  para que as sinapses de nosso cérebro possam ligar um neurônio ao outro, para alcançar e ampliar a neuroplasticidade do cérebro,  na busca da construção de novas aprendizagens. E essas aprendizagens só acontecem na prática significativa. Aqui penso na prática ampliada nos espaços variados da escola: parque, quadra, pátio, áreas de jardinagem, meio aquático, atividades com massinha, desenho livre , pinturas, atividades com o corpo e muita, muita literatura infantil.  Brinquedos e brincadeiras que precisam ter objetivos baseados em nossa organizacao curricular (nosso Currículo em Movimento) para a  ampliação dessa neuroplasticidade cerebral.  Proporcionar a criança esse contato com práticas de letramento pode ocorrer em cada canto da escola. E assim estaríamos vinculando "desejo e prazer" na alegria de aprender. (tenho autorização para publicação da imagem- Esta foto estava no status de watts da mãe dessa criança que é TEA , nível 2 de suporte.  O recadinho deu um quentinho no ❤️) Márcia Gondim</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-10 13:07:00 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>LEEI- 03/09 / 24 - 4° Encontro - Múltiplas infâncias...</title>
         <author>mragondim</author>
         <link>https://padlet.com/anapaulabarrosdecarvalho/u6jnb3kwgahv6qrk/wish/3112161865</link>
         <description><![CDATA[<p>As reflexões do dia no levaram a refletir sobre diferentes vivências que constroem diferentes infâncias. Cada criança é ser único e sua singularidade passa por especificidades de oportunidades em sua formação. Essa dimensão sociocultural permea espaços culturais e sociais do qual a criança faz parte. E com eles as vivências de cada um.  Dessa forma é importante que o professor amplie o olhar sobre essa diversidade para que as crianças possam compartilhar e desfrutar das mesmas experiências de forma coletiva e colaborativa, principalmente com respeito à diversidade de cada um  (local, social, regional e nacional),  por meio de brinquedos e brincadeiras que possam ampliar seus olhares. Assim a escola precisa promover o acesso às diferentes culturas aproveitando diferentes meios que podem ser acessados por meio do mundo virtual ou de livros, músicas, vídeos ou pela própria cultura oral. O mesmo precisa ser observado com crianças com deficiência, pois elas também têm o direto de participar desses movimentos, dos espaços e das experiências para que também possam aprender e ampliar suas neuroplasticidades cerebrais. Para uma criança aprender nada melhor do que o convívio com outra criança. Assim penso também as questões de gênero em que as crianças possam, ao brincar, exercer seu papel social, empoderando- se para a vida em sociedade, sem julgamento e sem preconceito. (tenho tbm a autorização para publicar a imagem - criança  TEA , nivel 3 de suporte). Márcia Gondim </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-10 13:58:05 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>LEEI - Encontros presenciais</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/anapaulabarrosdecarvalho/u6jnb3kwgahv6qrk/wish/3112288939</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante os encontros presenciais tivemos a oportunidade de apreciar literaturas voltadas para o universo infantil que propiciaram uma reflexão profunda sobre as múltiplas infâncias. Crianças são sujeitos de cultura e por mais que a sociedade se modifique ao longo do tempo, e que existam muitos jeitos de ser criança em seus diferentes contextos, o brincar está inserido em todos eles. É por meio do brincar livre que a criança aprende e compreende o mundo. &nbsp;A escola tem o papel fundamental de ampliar o repertório de brincadeiras inserindo em seu cotidiano momentos com contextos investigativos e de escuta.</p><p>As discussões que ocorrem durante as aulas permeiam temáticas diferenciadas enriquecendo os nossos saberes. Assim, falamos sobre a criança e o consumismo, a cultura do comprar, a inversão das infâncias, formação de professores e também para os pais, dentre outras. Percebo o quanto é rico o “compartilhar experiências”!</p><p>Cátia Cunha</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-10 14:55:14 UTC</pubDate>
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         <title>A origem do nome:</title>
         <author>anapaulabarrosdecarvalho</author>
         <link>https://padlet.com/anapaulabarrosdecarvalho/u6jnb3kwgahv6qrk/wish/3112642125</link>
         <description><![CDATA[<p>     Ao iniciar o primeiro encontro pedi um desenho de pegadas e no verso</p><p>do papel o registro das expectativas com relação ao curso LEEI.</p><p>&nbsp;Mas para minha surpresa surgiram além de formatos de pés, algumas mãos também.</p><p>    Validei todas as artes que foram apresentadas durante a dinâmica.</p><p>    E depois me detive a olhar, não para julgar (no sentido de identificar acertos e erros), mas para contemplar como uma criança que tenta significar as coisas.</p><p>    E continuei pensando: esses traços todos estão me mostrando pegadas. </p><p>    Opa pegadas! </p><p>    A palavra também sugere pegar no mais palpável sentido ... sim, pegadas podem ser rastros com os pés ou <strong>pegar com as mãos..</strong>. que incrível essa abrangência da língua ...</p><p>      Que diferença esse olhar com interesse, curiosidade e cuidado com o que o outro nos apresenta em suas diversas formas de se expressar.</p><p>      Seria isso uma pegada pedagógica? Visto que já é de comum acordo o termo pegada ecológica. Então, adotei esse termo como algo (um apelido) que expressasse uma sacada (um novo entendimento) a qualquer situação educativa e dei esse nome ao nosso mural colaborativo no aplicativo Padllet. (Profª Ana Paula).</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-10 18:19:51 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>LEEI - 17/9/2924- 5° Encontro Presencial - Experiências Estéticas</title>
         <author>mragondim</author>
         <link>https://padlet.com/anapaulabarrosdecarvalho/u6jnb3kwgahv6qrk/wish/3128147212</link>
         <description><![CDATA[<p>"A experiência estética por constitur um saber direto, corporal, sensível vai tingindo e tonalizando nossa linguagem, nossa imaginação e memória, em uma dinâmica constantemente  atualizada pela relação entre o que saboreamos do mundo e nossa experiências poéticas com a linguagem da arte." Richter. 2016.   Foi um encontro  permeado entre sabor e saber, nos levando a  saborear  cada momento vivido nesse espaço de formação, por meio da  literatura, de histórias, da poesia, das músicas, das brincadeiras, dos desenhos, da dança  e da pintura... Iniciamos com as lembranças de  nossas memórias afetivas de infância e das construções sociais que fizemos a partir daí. O encontro mostrou nos também  que a brincadeira é reelaboração criativa realizada a partir dessas  vivências. E principalmente nos levou a refletir que mais importante que a técnica ou o produto final é o processo de experiência vivida, que precisa ter significado. O mais importante é o caminhar... A arte permeando os espaços da sala de aula na construção de novos saberes e novos sabores. Márcia Gondim </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-19 16:04:56 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Encontro LEEI 13/08/24</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/anapaulabarrosdecarvalho/u6jnb3kwgahv6qrk/wish/3133394107</link>
         <description><![CDATA[<p>O início do encontro foi interessante, pois se deu seguimento a live com a Flor de Cacau, abordando a africanidade com a música Funga Aláfia. Na fala ela abordou a história de um lugar aonde as pessoas andavam descalças (...). No encontro a professora nos questionou sobre por onde andaram os nossos sapatos e cada cursista desenhou seu pé e deu testemunho falado e escrito. Foi um momento, para mim, de grande reflexão, pensar por onde andei minha vida toda e que planos e sonhos teci para estar aqui na atualidade. O interessante foi o colocar os pés de todos os colegas na mesma caminhada, porque não estamos sozinhos nessa caminhada, contamos com o outro. Mágda  </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-23 13:53:03 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>LEEI 20/08/24</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/anapaulabarrosdecarvalho/u6jnb3kwgahv6qrk/wish/3133473717</link>
         <description><![CDATA[<p>O encontro começou com a professora abordando a caminhada que faremos durante o tempo que estaremos juntos, abordando horas, meses etc. O tema foi Identidade da Educação Infantil. Foi nos mostrado o filme Bernardo do grupo Crianceiros muito instrutivo, pois em nosso diálogo foi colocado várias tratativas do trabalho docente, relacionado a educação infantil, como: ouvir as crianças, não tolher as crianças em suas falas, pois é importante, cuidar do olhar infantil para o todo, saber que a cor que ela deseja é aquela e pronto, perceber na criança o todo, nem tudo está no papel, trabalhar mais e melhor com giz de cera para o fortalecimento do tonos das mãos entre outros. Trabalhamos em grupos para desenhar e falar sobre profissionais estereotipados e não estereotipados. Aquele que parece tradicional, que muitos pais gostam, porque parece que é o melhor para os filhos. Aqui uma abordagem de mudança de paradigma, que  foi importante. Pois entendi que é necessário rever a postura dentro e fora de sala de aula. Neste dia aprendi muito com os colegas.  Mágda</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-23 14:22:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>LEEI - 6° Encontro Presencial. Linguagem oral , linguagem escrita e suas inter- relações - Parte 1</title>
         <author>mragondim</author>
         <link>https://padlet.com/anapaulabarrosdecarvalho/u6jnb3kwgahv6qrk/wish/3143980294</link>
         <description><![CDATA[<p>"Vai, vai vai começar a brincadeira..."              O encontro foi permeado por reflexões acerca da linguagem oral e linguagem escrita. Refletimos sobre essa inter-relação por meio de histórias, poesia, cordel , textos, desenhos, pintura e muitas possibilidades de prática pedagógica. Conversamos desenhamos, pintamos...  Voltamos o olhar  acerca da competência comunicativa oral e  importância de uma "escuta sensível", para que o professor, como mediador desse processo, possa estar atento ao desenvolvimento de cada criança, suas necessidades e seu processo de aprendizagem.  Márcia Gondim               </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-28 22:17:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>LEEI - 6° Encontro Presencial. Linguagem oral , linguagem escrita e suas inter- relações. Parte 2. </title>
         <author>mragondim</author>
         <link>https://padlet.com/anapaulabarrosdecarvalho/u6jnb3kwgahv6qrk/wish/3144065958</link>
         <description><![CDATA[<p>Jonas( 2 anos ) desenhando com graveto na areia do parquinho. Jonas nomeia seu desenho. Desenvolvendo competências comunicativas por meio do desenho... Paulo Freire aprendeu a escrever com um graveto no chão. E Jonas seguindo os passos do Mestre... "Ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção." Paulo Freire - Pedagogia da autonomia. São Paulo: Paz e Terra, 1996. Márcia Gondim </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-29 01:42:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>LEEI - 6° Encontro Presencial. Linguagem oral , linguagem escrita e suas inter- relações ... continuação... Parte 3</title>
         <author>mragondim</author>
         <link>https://padlet.com/anapaulabarrosdecarvalho/u6jnb3kwgahv6qrk/wish/3147301134</link>
         <description><![CDATA[<p>"A alegria não chega apenas no encontro do achado, mas faz parte do processo da busca. E ensinar e aprender não podem dar-se fora da procura, fora da boniteza e da alegria."    Paulo Freire - Pedagogia da autonomia. São Paulo: Paz e Terra, 1996.                                                                                         "No processo crescente de aprender a falar, as crianças vão fazendo representações sobre modos de ler e de escrever, porque a escrita está no mundo." ( GOULART,  MATA, 2016 - Caderno 3 p. 53)</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-01 00:38:13 UTC</pubDate>
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         <title>Foto de uma aluna relatando dentro do saquinho de férias os melhores momentos.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Ex: a criança comeu um picolé, guardou o palito dentro do saquinho para compartilhar com os colegas na rodinha de conversas... </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-01 14:06:11 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias da Infância </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Esse ano, 2024, está me levando a visitar minha infância, resgatar minhas memórias, olhar para quem sou e saber que todas as memórias é o que me constitui</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-01 16:26:07 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>LEEI- 01/10/ 2024 - 7° Encontro : Leitura e Escrita na Educação Infantil </title>
         <author>mragondim</author>
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         <description><![CDATA[<p>Hoje venho trazer um pouco da experiência  vivida por mim nesse processo de compreender a criança como produtora da cultura escrita dentro de um contexto significativo. Bem como um pouco da prática que procuro contemplar nos dias de hj. Tínhamos um projeto denominado "Pequeno Escritor",  que foi aos poucos sendo reelaborado por mim. O projeto previa a literatura infantil todos os dias, com fim utilitário ou como leitura deleite (baseada em Ligia Cademartori). Brincávamos muito, explorávamos o currículo (que ainda não era o Currículo em Movimento), dançávamos, cantávamos, brincávamos no parque todos os dias, brincávamos com massinha,  na casa de bonecas e de teatro. Tínhamos na sala uma caixa de peças de teatro( onde explorávamos o Jogo Simbólico), bem como objetos variados para esse "jogo do faz de conta". Fazíamos "rodinha"  todos os dias, onde cantávamos canções variadas, fazíamos contagem, leitura do tempo e até orações( cada um do seu jeito). Mas acima de tudo trabalhávamos o respeito às diferenças.  E eu sempre buscando colocar em prática, exercitando uma "escuta sensível",   estimulando também em cada criança essa sensibilidade. (Herickson falava sobre isso). Todas as nossas ações da rodinha  eram registradas no quadro. Tínhamos também uma mala, onde guardavam nossos livros de literatura, que ficava sempre aberta. Eu contava histórias todos os dias. E as criancas também. Liam e reeliam a seu modo. Tínhamos também muitas poesias. E nós sempre desenhávamos ( o desenho era um ritual em todas as nossas ações). E após o desenho cada criança contava sua própria história (era nossa produção de texto). Algumas crianças faziam então suas hipóteses de escrita. E eu carinhosamente registrava, buscando o significado das palavras de Freire( 1982)                                                    "Entre realidade e fantasia, reelaborando experiências de seu dia a dia, ou reelaborando juntas experiências do coleguinha, os alunos recriavam a realidade e a representação,  construiam a significação do texto, que eu escrevia num processo inverso do da leitura. Ou numa leitura que ainda não era da palavra, mas a do seu mundo. (Freire 1982)                                                           E assim foram surgindo muitos livrinhos montados por nós e lançados ao final de cada ano... Uma experiência linda!  Às vezes reencontro com alguns desses meninos e meninas (hoje adultos, formados, muitos mestres e doutores. E  com alegria ouço relatos desse tempo). Acho que plantei a sementinha de amor ao livro,  à leitura e ao processo de escrever!      Márcia Gondim.                                              </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-08 13:36:53 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>A prática hoje</title>
         <author>mragondim</author>
         <link>https://padlet.com/anapaulabarrosdecarvalho/u6jnb3kwgahv6qrk/wish/3161181543</link>
         <description><![CDATA[<p>Atualmente trabalho com pequenos da Educação Precoce com crianças de 0 a 4 anos completados nos últimos meses. Sempre busco essa relação de amor ao livro e à produção escrita. Contamos histórias em todos os atendimentos. Conversamos e desenhamos muito. Desenhamos com giz  de cera, com giz no chao, na areia do parquinho, embaixo das árvores,  no Bosque Flamboyant, com tinta e nas mais variadas possibilidades. Procuro favorecer oportunidades em que as crianças possam presenciar  atos de escrita. Tenho vivido lindos momentos de muitas reflexões e presenciado cenas lindas. Ontem Samuel, 3 anos , começou a desenhar após uma história. Quando perguntei o que ele estava desenhando ele respondeu: " As letras"... Achei o máximo! </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-09 14:10:21 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>LEEI - 7° Encontro Presencial : A prática hoje </title>
         <author>mragondim</author>
         <link>https://padlet.com/anapaulabarrosdecarvalho/u6jnb3kwgahv6qrk/wish/3163255334</link>
         <description><![CDATA[<blockquote><p>Maria, uma criança de 2 anos e 10 meses nos mostra sua relação e suas vivências com essas diferentes linguagens.  Após assistir ao vídeo  "O Jacaré está nadando na lagoa" , Maria dança, canta, faz gestos, complementa rimas. Nesse processo é estimulada a desenhar. E então  Maria me surpreende quando começa a falar o nome das letras num processo de escrita espontânea: "A",  "I" , "V", "U", "O". Ela fala ao mesmo tempo em que escreve. Daí pergunto:  "  - O que você  está fazendo?" Ela prontamente responde:                    "-Escrevendo letras" . E continua seu processo de escrita. Me mostrando uma das mais variadas culturas que essa criança está inserida, por meio de diferentes linguagens. Bem como sua relação com a cultura escrita.                                              "... a reunião das duas palavras que formam a expressão (dois substantivos na origem que, quando reunidos, tornam-se um substantivo e um adjetivo) nos leva a definir cultura escrita como o lugar – simbólico e material – que o escrito ocupa em/para determinado grupo social, </p><p>comunidade ou sociedade." (Caderno 3 p. 17. )                                    (...) é preciso sempre lembrar que a escrita é apenas uma das </p><p>linguagens com as quais a criança se relaciona, na maior parte dos lugares da sociedade contemporânea, desde que nasce. Ao lado dela, encontram-se, entre tantas outras, a oralidade, a música, a dança, as artes visuais, as linguagens. ( Caderno 3, p. 25/26). </p><p>Refletindo e aprendendo!          Márcia Gondim </p></blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-10 14:42:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Cultura escrita - A prática hoje... </title>
         <author>mragondim</author>
         <link>https://padlet.com/anapaulabarrosdecarvalho/u6jnb3kwgahv6qrk/wish/3163643239</link>
         <description><![CDATA[<p>"... a linguagem escrita está presente em </p><p>situações do cotidiano de muitas crianças, mas ela circula de formas muito distintas e </p><p>com significados diversos entre os grupos sociais. Cabe à Educação Infantil ampliar as </p><p>experiências culturais das crianças, socializando os seus saberes e conhecimentos e </p><p>disponibilizando outros, favorecer a expressão das crianças em todas as formas, valorizando as diferentes linguagens." ( Caderno 5, p. 11).                    Assim pensando procuro proporcionar a essas crianças oportunidades para presenciar atos de escrita. Antônio Asafe, 4 anos e 2 meses  é o autor desse desenho, uma criança em HD de TEA. Apresenta muitos comportamentos  disruptivos, mas tem uma capacidade muito boa de atenção e concentração. Atualmente demonstra gostar da escola, se relaciona bem com as professoras e os colegas. Demostra também ter criado um forte vínculo afetivo comigo . É uma criança que passa por muitas privações econômicas e sociais. Seu desenho expressa seus sentimentos e sua visão de mundo. Acompanha com interesse a escrita das palavras enquanto eles as nomeia, num processo de interação entre oralidade e escrita.  Lindo isso! Márcia Gondim </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-10 19:00:57 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Desenvolvimento da linguagem oral </title>
         <author>mragondim</author>
         <link>https://padlet.com/anapaulabarrosdecarvalho/u6jnb3kwgahv6qrk/wish/3165183778</link>
         <description><![CDATA[<p>"A  oralidade e a escrita são duas modalidades da linguagem verbal, que se organizam em palavras e textos, constituindo-nos como pessoas, individual e socialmente. Por meio da linguagem verbal, criamos, compomos e recompomos a realidade e a nós mesmos. A linguagem é marca dos seres humanos, aproximando-os e afastando-os de diferentes formas, já que tanto a modalidade oral quanto a modalidade escrita nos formam e encorpam de variadas maneiras, sendo utilizadas de diferentes modos também. (Caderno 3, p. 45).                                  Ao brincarmos no parquinho me  deparo mais uma vez com o diálogo entre Estêvão( 2 anos , TEA) e Jonas (2 anos e 7 meses, que chegou a Educação Precoce com laudo de atraso na fala - F 80).  Estevão diz: "- Um tubarão de verdade. Vamos fugir?" Eu pergunto: "- O que tem aí Estevão?" Ele responde: "Um tubarão de verdade." Eu pergunto: " - O que ele vai fazer?" Estevão responde: "-Ele vai nadar na piscina." Jonas intervém e diz: "-Ele vai comer a gente." Estevão completa: "- Ah! O tubarão  comeu a gente." E Jonas completa: "Bora fugir! "  E saíram correndo... </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-11 16:33:40 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>RELATO DE EXPERIÊNCIA- Cultura escrita</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/anapaulabarrosdecarvalho/u6jnb3kwgahv6qrk/wish/3170214887</link>
         <description><![CDATA[<p> A Educação Infantil tem um grande desafio  que é se mostrar como fase própria da infância e que requer um olhar cuidadoso. Como foi "Anexada" à alfabetização é vista como momento para aprender a ler e escrever, decodificar os símbolos e copiá-los. Como supervisora pedagógica em uma escola de Educação Infantil me vi diante de um grande desafio: mostrar ao grupo de professores os diversos recursos e habilidades a serem trabalhados nessa etapa da educação, vale ressaltar que também estou na fase de aprender. Ao longo do ano de 2024  tive que conhecer, por meio de estudo e defender a educação Infantil.  O meio que encontrei para orientar o grupo foi motivar a pesquisa com a proposta de fazer exposições, para alguns professores isso foi muito natural. pois já fazia parte do seu fazer pedagógico, para outros foi mais trabalhos. A ideia era que a Cada Sequência didática  estudada  a turma construísse um mural e fizesse uma exposição com a pesquisa do que foi realizado. A foto mostra o resultado do que foi pesquisado com o tema indígena e afro. Para fazer o mural o/a professor(a) fez um a pesquisa. Exemplo: mural do BAOBÁ, não é apenas a pintura da árvore, foi preciso pesquisar que árvore é o que ela representa para O povo negro, para meio ambiente, para a ancestralidade, portanto para cada pintura houve conhecimento da história. Assim foi feito com todos os tema de mural: Baobá, Abaymi, turbante, tinturas naturais, estampas africanas, os tons de pele, Personalidades que inspiram, cabelo e penteado e Cerâmica. As criança tiveram contato com a escrita, com leitura, a literatura, mas o mais importante foi o contato com a história, o contexto e a cultura e principalmente a cultura dos povos que forma a cultura brasileira tudo isso priorizando a fase da Educação Infantil, o letramento.  </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-15 13:07:33 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Relato de Experiência </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/anapaulabarrosdecarvalho/u6jnb3kwgahv6qrk/wish/3176368473</link>
         <description><![CDATA[<p>No ambiente da sala de aula, a brincadeira de faz de conta é uma prática pedagógica rica que possibilita o desenvolvimento de diversas habilidades. &nbsp;Conforme citado no</p><p>Livro de Souza Melo, “precisamos propor atividades sem tirar das crianças o direito a viver a infância brincando e convivendo com o mundo ao seu redor, ou seja, apresentar a cultura escrita para as crianças de Ed. Infantil sem escolarizá-las”. Assim, recentemente, promovemos uma atividade temática envolvendo um pet shop e uma clínica veterinária, onde as crianças puderam interagir com diferentes papéis sociais, pois entendemos o quanto é importante o brincar de faz de conta.</p><p>Sendo assim, as crianças foram apresentadas ao tema e tiveram a oportunidade de explorar materiais como embalagens de produtos para animais, objetos como: brinquedos, almofada para pet, roupinhas, dentre outros. Na roda de conversa, discutimos sobre os cuidados com os pets, os serviços oferecidos em um pet shop e as funções de um veterinário. Esse momento inicial estimulou o interesse e possibilitou que as crianças compartilhassem suas experiências pessoais com animais de estimação. &nbsp;Logo após, as crianças com mediação da professora, organizaram os materiais definindo os locais de brincar em “pet shopping”, “clinica veterinária”, “banho e tosa”. Algumas crianças sugeriram e solicitaram materiais para a confecção de cédulas, moedas e cartão de crédito, outras já sentiram a necessidade de confeccionar placas com os nomes dos espaços. Durante a brincadeira, disponibilizamos blocos de anotações e lápis de escrever em cada um dos espaços organizados perguntando qual seria a função desse material. Mediando as reflexões, as crianças perceberam que no pet shopping o bloco de anotações poderia ser utilizado para registrar as vendas dos produtos, na clinica veterinária para receitar medicamentos ou anotar os agendamentos das consultas, já no espaço do banho e tosa o bloco seria usado para registrar os agendamentos de atendimentos escrevendo o nome dos donos e dos animais que seriam atendidos. E assim a brincadeira aconteceu possibilitando que as crianças desenvolvessem habilidades de linguagem, leitura e escrita, de forma lúdica e significativa. “A escrita precisa ser apresentada não como um ato motor mas como uma atividade cultural complexa, considerando o uso social para o qual foi criada” (SOUZA; MELO – Cultura escrita na Ed.Infantil)</p><p><br/></p><p>Catia B. Cunha</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-18 15:23:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>LEEI - Seminário de Formaçao III Diferentes Infâncias. Letramento Racial - &quot;Tamara , a menina bonita do laço de fita...&quot;</title>
         <author>mragondim</author>
         <link>https://padlet.com/anapaulabarrosdecarvalho/u6jnb3kwgahv6qrk/wish/3183554341</link>
         <description><![CDATA[<p>O encontro nos trouxe um olhar amoroso sobre crianças e diferentes infâncias, com ênfase na criança negra e a evolução da abordagem literária ao se referir a esse tema. As reflexões nos mostraram as desigualdades sociais que envolvem essas crianças,  numa abordagem antiracista. Foram trabalhadas diversas literaturas.  Uma das abordagens se refere a literatura sobre crianças negras, nos mostrando um leque de opções existentes atualmente. O encontro foi um chamamento a ampliação de nosso olhar acerca desse "letramento racial" , pois é preciso pensar a escola a partir das relações étnicos raciais, das questões da coletividade e das conexões ancestrais. Assim pensando  me reporto a minha própria infância, onde o currículo silenciado se fazia presente. As questões religiosas,  de gênero, da língua materna, sociais, políticas  e questões étnico raciais eram silenciadas. Era mais fácil não se falar sobre isso. Questões em que as narrativas se reportavam a tantas dores e a tantas subjetividades. Hoje já conseguimos avançar um pouco, mas ainda temos muito a caminhar. Na década de 1990 vimos surgir a " Menina Bonita do Laço de fita" , que para a época já era um avanço. Recordo-me de um dos momentos de leitura em uma classe de Educação Infantil, em  que  essa leitura permeava nossos espaços e conversas na rodinha. Pasmem! A nossa menina tinha nome: "Era a menina bonita do laço de fita..." O nome dela era Tamara, menina negra, periférica. A cada pedacinho que eu lia Tamara ia se empoderando. " Tamara tinha os olhos negros como jabuticabas... Tamara era linda! Ela era uma princesa lá  da Africa..." E esse reconto foi construindo o encantamento de Tamara. E das outras crianças também. Todas as meninas queriam ser essa "menina bonita" igual a Tamara. Assim a história não ficava por conta apenas do Coelho Branquinho. E a vida pulsava nas mediações realizadas por mim e pelos coleguinhas em nossos momentos de rodinha, nesse  processo de construção da oralidade. A nossa história passou a ser chamada de "Tamara, a menina bonita do laço de fita". E eu via crescer em Tamara um orgulho de sua identidade. Seus olhos brilhavam cada vez que eu recontada sua história. Márcia Gondim.                                           " Nunca é tarde para voltar e apontar o que ficou pra traz." SANKOFA </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-23 11:49:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>LEEI - 22/10 Práticas que promovam a diversidade... é O Meu Brasil Colorido.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/anapaulabarrosdecarvalho/u6jnb3kwgahv6qrk/wish/3186818320</link>
         <description><![CDATA[<p>Ubuntu - palavra nova para o meu dicionário. Palavra expressiva, ampla que perpassa todos os pontos da existência de povos. Tanto os povos indígenas quanto os povos afro brasileiros aderem a essa interface humana, social, comunitária, política, que discorre suas memórias passadas, por meio da história falada pelos mais velhos e a serem revisitas e vividas pelos mais jovens. Na exibição do filme de uma comunidade africana, do qual não lembro o nome, ficou bem claro todo o envolvimento da comunidade, buscando a unidade entre si. Crianças, jovens e adultos trabalhando, em seus afazeres diários, para proporcionar o bem comum de toda comunidade.  O poema: Se eu morresse amanhã, e a fala do Emicida É tudo pra ontem, levou-me a averiguar meus pensamentos, relações e percepções, quanto a buscar em mim, na minha história como pessoa humana este entrelaçar na promoção, respeito e reconhecimento da diversidade no contexto humano. Nesta manhã passamos por vários diálogos sobre a morte e vida, gostar ou não gostar dos nossos apelidos, o ser índio ou indígena e a Tertúlia Literária, com variados livros sobre o tema do encontro do dia no centro da sala. (prof. Mágda)  l     </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-25 02:31:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>LEEI - 9º ENCONTRO 29-10-24</title>
         <author>magdajsantos</author>
         <link>https://padlet.com/anapaulabarrosdecarvalho/u6jnb3kwgahv6qrk/wish/3199419289</link>
         <description><![CDATA[<p>A abordagem proposta pela professora Ana paula foi sobre: Relações Intergeracionais mediadas pela cultura, escrita..... Outra forma de se trabalhar essa abordagem, seria o currículo mediado com as famílias, não sendo, somente a instituição, com todo seu corpo, a trabalhar o currículo da educação infantil. Nesse diapasão, algumas cursistas dialogavam sobre a valorização da educação infantil, em todas as instâncias. Foi colocado que o desenho da criança é uma forma dela se expressar e deveria ser realizado com mais liberdade, sem a intervenção direcional do professor. Nos foi apresentado o livro: O Carteiro Chegou e Letras de Carvão. Entre outras leituras, leu-se a carta da professora Adriana Matos, que nos levou a rever os vários tipos de comunicação escrita e tecnologicamente registradas. Além de voltarmos ao passado registrando, nossos nomes usando uma pena de ave e tinteiro, como nos tempos da idade média. Foi uma experiência única. Com tudo isso, ficou claro que o aprendizado não é o ler e escrever, pelo ler e escrever. Mas sim ir além do contexto. Acredita-se que a cultura escrita desde os primórdios, perpassando nossos antepassados pode afetar gerações, exemplo: como a bisavó, a avó a mãe e a filha que fazem a mesma receita de bolo, se o bolo sai igual a receita da bisavó, não se sabe. quanto a isso, já foi dito que o homem é um produto do meio, porém, pensando na cultura intergeracional, o homem, como na receita de bolo vai ao passado em suas memórias infantis e transforma seu presente futuro, com novas abordagens para aquela receita de bolo. Assim se vê claramente a releitura, não só da cultura intergeracional, mas, com todos os outros aspectos que perpassam o ser humano. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-04 00:18:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>magdajsantos</author>
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         <description><![CDATA[<p>Todas as terças-feiras, vejo melhoria em meu trabalho como professora dentro de sala de aula. Como cursista do LEEI, estou tendo novas ideias para trabalhar algumas situações dentro de sala. Uma das situações era a fila da desordem. Então, depois que vi que alguns dos alunos não conseguiam andar lateralmente, tropeçavam e caiam com facilidade e ainda não entendiam o que era uma linha reta, passei a sair com eles para o banheiro lateralmente, seguindo uma linha reta exercitando pés e braços. um pé vai e o outro vem, ou um,  dois; um, dois até chegarem ao banheiro. Resultado preliminar cinco crianças já conseguem caminhar ao lado da outra sem cair, a maioria melhorou a postura, sem falar que não tenho mais a dificuldade com a fila para irem ao banheiro. Mágda Valério.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-04 00:34:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>LEEI - Encontro virtual - Roger Melo - Algumas reflexões </title>
         <author>mragondim</author>
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         <description><![CDATA[<p>O encontro virtual nos levou  a refletir sobre imagens,  palavras e infâncias. Leitores e leitores de toda idade e de todos os tempos  se encantam (e se encantaram) com a leitura. Então me revejo criança, lendo , desenhando,  escrevendo e sentindo o cheirinho gostoso de livro novo.  Eu criando minhas próprias historias. Ah! Os meus traços... Os traços são a invenção da humanidade  e as crianças são autoras dessa ação. Eu era a autora. Assim as narrativas surgem a partir desse  ato. Os traços,  desenhos das crianças são carregados de detalhes. Assim o traço representa escrever e desenhar. Pois todo desenho tem intenção de comunicação. O encontro nos mostrou também que o livro é um objeto poderoso para promover a paz, pensar nas dores que as crianças podem trazer ou mesmo nos adultos. Trazendo a tona tantos conflitos , tantas dores. A literatura tem esse sentido. Traz a tona o que cada um traz dentro de si. Roger nos mostrou que literatura não tem idade. Quantos de nós já adultos nos encantamos com a literatura dirigida às  crianças! Assim fico pensando no amor ao livro, à leitura  ao conhecimento... Penso ainda nessa sementinha lançada ao solo fértil nesse universo das crianças bem pequenas. Márcia Gondim. </p><p> </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-04 00:48:42 UTC</pubDate>
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         <title>Encontro virtual - parte 2 </title>
         <author>mragondim</author>
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         <description><![CDATA[<p>Jonas desenhando na mesinha do Bosque Flamboyant. Pergunto então: "- Jonas, o que vc está fazendo? "  Jonas reponde: "- Desenhando letras. "A sementinha foi lançada... Uma lindeza! Márcia Gondim </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-04 01:14:13 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Encontro virtual - Roger Melo - parte 3 </title>
         <author>mragondim</author>
         <link>https://padlet.com/anapaulabarrosdecarvalho/u6jnb3kwgahv6qrk/wish/3199514271</link>
         <description><![CDATA[<p>A importância do livro, da literatura. Penso ainda no amor ao livro. Bem como no poderoso papel da literatura, capaz de resolver conflitos externos e internos, alcançado espaços dentro de nós mesmos. E na construção de uma sociedade mais humana, com respeito às diferenças. Daniel ( TEA- nível 3 de suporte) e o livro: "Os Pingos... Igual ou diferente?" Sementinha lançada! Márcia Gondim </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-04 01:24:02 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mragondim</author>
         <link>https://padlet.com/anapaulabarrosdecarvalho/u6jnb3kwgahv6qrk/wish/3199538981</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-11-04 01:39:40 UTC</pubDate>
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         <title>Encontro Biblioteca Valéria Jardim</title>
         <author>mragondim</author>
         <link>https://padlet.com/anapaulabarrosdecarvalho/u6jnb3kwgahv6qrk/wish/3202792624</link>
         <description><![CDATA[<blockquote><p>Analisando e refletindo sobre o livro. Segundo Ligia Cademartore os livros podem ter um fim utilitário ou ser apenas pelo prazer. Em ambas as situações os livros podem ser utilizados com crianças pequenas ou crianças bem pequenas. Penso que a forma como levamos e abordamos  o livro  para as crianças podem fazer a diferença. Para mim literatura é todo dia, principalmente  a leitura deleite. Hj tivemos um encontro permeado de livros, reflexões e aprendizagens. E ainda construímos nosso próprio livro. A análise para a escolha do livro foi um rico momento de aprendizagem. Analisamos o livro: Matilda , a cadelinha cor de chocolate, da autora Veronica Larrat. Nosso parecer? Uma linda história de amor a vida, a natuteza e aos animais. Uma história que busca a resolução de muitas de nossas dores em forma de poesia.  E a literatura tem esse poder. A cachorrinha e a criança existem de verdade, o que pode nos unir a esse universo. O livro tanto pode trazer a tona alguns conflitos como ampliar nosso olhar em busca de um mundo melhor onde possa permear o respeito e empatia. Foi lindo!  A mediação da Ana Paula fez toda a diferença! Nosso parecer: "O livro nos traz um olhar amoroso e sensível  sobre a natureza e os animais em forma de poesia. O livro é escrito com letras simples,  em caixa alta e em versos. Tem imagens claras e acolhedoras. Tais imagens se adequam a escrita. E um despertar para que a sociedade ( adultos e crianças). Possam se conscientizar da importância da acolhida e bem cuidar dos animais que se encontram em situação de rua. É uma poesia que busca ampliar a sensibilidade em cada um de nós." Márcia Gondim </p></blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-05 15:56:50 UTC</pubDate>
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         <title>Na Biblioteca do CEI 04.</title>
         <author>mragondim</author>
         <link>https://padlet.com/anapaulabarrosdecarvalho/u6jnb3kwgahv6qrk/wish/3204923520</link>
         <description><![CDATA[<p>Ester (TEA, nivel 3 de suporte), 4 anos e 7 meses, participando de vivência na biblioteca do CEI 04, com  turma de 1° período da  EI...  "A literatura é a arte da palavra." Roger Melo - Márcia Gondim </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-06 18:17:25 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Relações intergeracionais mediadas pela cultura escrita.</title>
         <author>mragondim</author>
         <link>https://padlet.com/anapaulabarrosdecarvalho/u6jnb3kwgahv6qrk/wish/3206371533</link>
         <description><![CDATA[<p>As  reflexões construídas nesse dia nos levaram  a pensar na parceria entre  práticas educativas e as famílias. Há de se pensar na coletividade. É por meio da literatura que podemos nos constituir como seres coletivos e construir um sentimento de empatia, pensando nas relação com o outro. Assim vimos chegar até nós muitas aprendizagens que permeavam o universo de nossos antepassados, chegando até nós por meio da cultura oral ou da cultura escrita. A cultura escrita , em suas mais variadas formas chegando até nós,  em um processo de transmissão do conhecimento. E quantas evoluções podemos visualizar por meio desse universo!  Se pensarmos na literatura infantil e nas questões étnico raciais  visualizamos a amplitude dos livros voltados nao apenas para essa temática, mas para a diversidade de conceitos ampliando nosso olhar. E buscando construir em nós um olhar mais amoroso para as pessoas, o universo, a vida. A carta da professora Adriana  nos mostra um pouco das memórias construídas por ela. O que me fez reportar a minha  própria história de vida e em muitas memórias afetivas por mim construídas. Então me vi ouvindo histórias contadas por meu pai e coroadas por biscoitos fritos que minha mãe fazia, naquelas noites enluaradas ao som dos grilos , lá na roça.  Ou das histórias lidas por minha mãe , todas as noites antes de dormir. E me lembrei ainda da última história , naquela noite em que o adeus marcou minha vida.   E por anos carreguei essa dor. E foi então que aprendi a compreender a dor dos outros e a me colocar em seus lugares. Assim me lembrei do livro : O menino do espelho-  Fernando Sabino  " O homem disse que tinha que ir embora.  - Antes queria me ensinar uma coisa muito importante. -Você quer conhecer o segredo para ser um menino feliz para o resto de sua vida? - Quero- respondi. Mãos nos meus ombros e olhos nos meus olhos. - Pense nos outros."   E foi então que escrevi meu recadinho dedicado às crianças e assinei com a pena de ave e a caneta  tinteiro, experenciando essa difícil prática e que evoluiu com o passar do tempo. Márcia Gondim </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-07 12:37:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>LE- 11° Encontro  12/11/2024 - Linguagem Matemática, Digital e Científica.</title>
         <author>mragondim</author>
         <link>https://padlet.com/anapaulabarrosdecarvalho/u6jnb3kwgahv6qrk/wish/3219652458</link>
         <description><![CDATA[<p>No encontro fomos agraciados com a literatura infantil contemplando as mais variadas visões acerca da linguagens  matemáticas, digitais e científicas. Refletimos sobre a forma como as crianças interpretam o mundo a sua volta, pois cada criança traz consigo uma maneira de ver o mundo. Essa visão de mundo precisa ser respeitada e principalmente escutada.  O professor precisa ter uma escuta sensível a esse olhar da criança, acolhendo suas hipóteses, explorando e ampliando esse conhecimento. Observa se também que a linguagem e a narrativa também podem ampliar esse olhar,  desenvolvendo também esse pensamento matemático,  científico ou digital por meio das histórias orais ou da literatura  infantil. A partir da história lida o professor (ou a professora) poderá ampliar o olhar da criança para os mais  variados  letramentos. Em se tratando do conhecimento  matemático observa- se que brincando , cantando, explorando espaços, construindo  gráficos , tabelas, usando o corpo para medir espaços, fazer contagens, utilizando as mãos para ampliar esses conhecimentos ou utilizando objetos variados para a contagem, o cálculo mental , o raciocínio. Dessa forma estaremos ampliando os processos mentais  das crianças. Aqui  penso bastante nas nas variadas  linguagens e na ampliação dos mais variados níveis de letramento. Em relação ao conhecimento digital o professor (ou a professora)  poderá utilizar a tecnoloia de forma dirigida e monitorada  para a ampliação do conhecimento , sendo um aliado na busca da ação pedagógica.    A partir de histórias lidas,  de conversas na rodinha, de brinquedos e brincadeiras ,  da observação e da realizaçãode experimentos é possível explorar o conhecimento científico, ampliando também aí esse letramento.   "De acordo com Arce, Silva e Varotto (2011), a criança, desde pequena, busca compreender, assim como o cientista, o mundo ao seu redor, partindo de sentimentos de admiração, encantamento e curiosidade diante dele. Esses sentimentos devem ser nutridos pelos adultos, que, intencionalmente, planejam propostas de pesquisa, investigação, exploração, constatação e refutação de </p><p>ideais acerca do mundo, proporcionando atividades que estimulem a resolução de problemas inerentes à fase e ao contexto das crianças. " Currículo em Movimento Educação Infantil, p. 95.                  Márcia Gondim                                                    </p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-16 01:31:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>LE- 11° Encontro  12/11/2024 - Linguagem Matemática, Digital e Científica. Parte 2</title>
         <author>mragondim</author>
         <link>https://padlet.com/anapaulabarrosdecarvalho/u6jnb3kwgahv6qrk/wish/3219660236</link>
         <description><![CDATA[<p>Assim pensando trago a vivência realizada com Daniel (criança TEA, nivel 3 de suporte) na Educação Precoce:  A construção do número: observando o ambiente, pegando pedrinhas, construindo vocabulário e contando as pedrinhas, associando verbalmente número e quantidade. Repetindo dígitos. " Este Currículo não propõe o ensino da Matemática de modo sistemático, mas  </p><p>o desenvolvimento da linguagem matemática. Assim, considerando que “enquanto atividade humana, a matemática é uma forma particular de organizarmos os objetos e eventos no mundo” (NUNES; CARRAHER; SCHLIEMANN, p. 13, 1988), </p><p>sugere-se que, por meio da manipulação e experimentação proporcionadas pelas interações e brincadeiras, as crianças vivenciem a matemática debatendo e </p><p>discutindo ideias que permitam a compreensão e o desenvolver de conceitos  matemáticos." ( Currículo em Movimento - Educação Infantil , p. 95). Márcia Gondim </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-16 01:48:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Literatura Infantil: explorando conceitos, trabalhando o respeito às  diferenças: &quot;É igual,  é diferente&quot; - Os Pingos. </title>
         <author>mragondim</author>
         <link>https://padlet.com/anapaulabarrosdecarvalho/u6jnb3kwgahv6qrk/wish/3219669582</link>
         <description><![CDATA[<p>Miguel- DMU ( DI, TEA, PC) </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-16 02:08:24 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Para Sarah, Raquel,  Lia e para todas as crianças ( Carlos Drummond de Andrade)</title>
         <author>mragondim</author>
         <link>https://padlet.com/anapaulabarrosdecarvalho/u6jnb3kwgahv6qrk/wish/3221115600</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>"Para Sara, Raquel, Lia e para todas as crianças"<br><em>(Carlos Drummond de Andrade)</em></strong></p><p>Eu queria uma escola que cultivasse<br>a curiosidade de aprender<br>que é em vocês natural.<br>Eu queria uma escola que educasse<br>seu corpo e seus movimentos:<br>que possibilitasse seu crescimento<br>físico e sadio. Normal.<br>Eu queria uma escola que lhes<br>ensinasse tudo sobre a natureza,<br>o ar, a matéria, as plantas, os animais,<br>seu próprio corpo. Deus.<br>Mas que ensinasse primeiro pela<br>observação, pela descoberta,<br>pela experimentação.<br>E que dessas coisas lhes ensinasse<br>não só o conhecer, como também<br>a aceitar, a amar e preservar.<br>Eu queria uma escola que lhes<br>ensinasse tudo sobre a nossa história<br>e a nossa terra de uma maneira<br>viva e atraente.<br>Eu queria uma escola que lhes<br>ensinasse a usarem bem a nossa língua,<br>a pensarem e a se expressarem<br>com clareza.<br>Eu queria uma escola que lhes<br>ensinassem a pensar, a raciocinar,<br>a procurar soluções.<br>Eu queria uma escola que desde cedo<br>usasse materiais concretos para que vocês pudessem ir formando corretamente os conceitos matemáticos, os conceitos de números, as operações... pedrinhas... só porcariinhas!... fazendo vocês aprenderem brincando...<br>Oh! meu Deus!<br>Deus que livre vocês de uma escola<br>em que tenham que copiar pontos.<br>Deus que livre vocês de decorar<br>sem entender, nomes, datas, fatos...<br>Deus que livre vocês de aceitarem<br>conhecimentos "prontos",<br>mediocremente embalados<br>nos livros didáticos descartáveis.<br>Deus que livre vocês de ficarem<br>passivos, ouvindo e repetindo,<br>repetindo, repetindo...<br>Eu também queria uma escola<br>que ensinasse a conviver, a<br>cooperar,<br>a respeitar, a esperar, a saber viver<br>em comunidade, em união.<br>Que vocês aprendessem<br>a transformar e criar.<br>Que lhes desse múltiplos meios de<br>vocês expressarem cada<br>sentimento,<br>cada drama, cada emoção.<br>Ah! E antes que eu me esqueça:<br>Deus que livre vocês<br>de um professor incompetente.</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Fonte:&nbsp;</strong></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" class="externalLink" href="http://www.espacoacademico.com.br/012/12drummond.htm">Poesia Carlos Drummond de Andrade.       Postado por Márcia Gondim </a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-18 01:43:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Conhecimentos científico e digital  </title>
         <author>mragondim</author>
         <link>https://padlet.com/anapaulabarrosdecarvalho/u6jnb3kwgahv6qrk/wish/3221132443</link>
         <description><![CDATA[<p>Ao pensar no acesso da criança ao meio digital precisamos ressaltar a importância de utilizarmos essa ferramenta como forma de ampliação dos conhecimentos das crianças. Venho aqui defender o uso consciente dessa ferramenta. Sabemos que o meio digital nos oferece muitas informações, mas também muitos conhecimentos. Assim, a professora ( ou professor) precisa se despir de (pré)conceitos ou conceitos pré-concebidos acerca desse instrumento, ampliando o olhar e aproveitando as ferramentas que podem contribuir  para a ampliação dos mais variados letramentos das crianças. E que podem estar em consonância com o Currículo em Movimento para a Educação  Infantil. E para isso precisamos selecionar tais ferramentas por meio de análise e planejamento na expectativa de buscar novas  caminhos junto a construção de novos conhecimentos. Não se trata aqui de " tela zero"   mas de aproveitar mais um instrumento a favor do processo de aprender. Compreendendo ainda que as crianças já trazem consigo essa competência tecnologica. Tenho observado também essa competência  em crianças com necessidades especiais, com os mais variados laudos. Observando meu neto Guilherme(5 anos) com essa competência tecnológica (às vezes muito mais do que eu), procurei no Discovery Kids algo que pudesse aliar conhecimentos tecnológicos aos conhecimentos científico e encontrei  essa preciosidade: Franjinha e Milena- Em busca das Ciências. Vi alguns episódios interessantes tratando de temas variados por meio de pequenos episódios : "<strong>Milena, Franjinha e Bidu tentam viajar no tempo em uma divertida aventura científica. A cada episódio outros problemas surgem, e eles descobrem que a verdadeira viagem no tempo é a própria ciência!" Gostei do que vi!  Reflexões de Márcia Gondim.                              https://youtu.be/-QuMtIyZHlM?feature=shared</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-18 01:54:26 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/anapaulabarrosdecarvalho/u6jnb3kwgahv6qrk/wish/3221132443</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Ainda pensando em conhecimentos tecnológicos </title>
         <author>mragondim</author>
         <link>https://padlet.com/anapaulabarrosdecarvalho/u6jnb3kwgahv6qrk/wish/3221187363</link>
         <description><![CDATA[<p>Atualmente estou como professora temporária no Centro de Educação Infantil 04 de Taguatinga, com uma turma de Educação Precoce. Lá tenho encontrado muitos desafios. Mas também muitas reflexões e aprendizagens.  É uma turma com dezesseis crianças com laudos variados.  No dia 14/ 09/ 2024 a escola realizou um belíssimo musical. Surgiu então um desafio: Que música escolher? Como as crianças apresentariam? Foi então que surgiu uma ideia 💡...A partir do vídeo: " O Jacaré foi passer lá na lagoa"        <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/jqy_y7n5KRE?feature=shared">https://youtu.be/jqy_y7n5KRE?feature=shared</a>.                                              Então usamos a tecnologia para esse trabalho. Vimos e exploramos o vídeo,  cantamos, dançamos, ensaiamos com os  pais. E ainda construimos um jacarezinho de papel. Então apresentamos no auditório do Taguaparque. Foi lindo! Os pais dançaram com as crianças. E eu acompanhei Ester (4 anos e 7 meses- criança TEA - nível 3 de suporte, não verbal , com grande sensibilidade ao barulho). E ela participou do evento. Foi lindo! Era muita energia linda! Me emocionei! Foi a prova de que a tecnologia pode estar a nosso favor, na construção de novas aprendizagens. Para Ester  sentar no auditório, observar outras turmas apresentando,  subir no palco, acompanhar a música, estar no meio de outras crianças e outras pessoas , em meio ao barulho, sem se desregular foi um momento impar! Mais um momento de aprendizagem... Márcia Gondim.        <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.instagram.com/reel/DCaPH91pGLW/?igsh=MXE2cXk1dzNvbHJiYw==">https://www.instagram.com/reel/DCaPH91pGLW/?igsh=MXE2cXk1dzNvbHJiYw==                                                                                   Ah! A pequena de blusinha verde, calça branca e tênis de luzinha  também é da minha sala . É a Maria , também com atraso neuropsicomotor. Ver ela dançando e cantando não tem preço. Realmente foi a certeza da importância de aproveitar os avanços tecnológicos na construção de novas aprendizagens! Márcia Gondim</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-18 02:27:17 UTC</pubDate>
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         <title>VIDA COTIDIANA E MICRO TRANSIÇÕES.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Para os alunos que estudam no turno vespertino, a espera pelo lanche ou recreio gera muita ansiedade.</p><p>Hoje, assim que iniciamos a atividade do dia, as crianças já começaram a levantar e perguntar o horário do lanche e do recreio. Esse tipo de comportamento acontece todos os dias, com grande parte da turma. Com isso, é possível observar que as crianças não conseguem se concentrar na atividade proposta em sala, devido a preocupação com o referido horário. </p><pre><code></code></pre>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-19 23:15:17 UTC</pubDate>
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         <title>10º ENCONTRO LEEI - Biblioteca Valéria Jardim -05/11/2024</title>
         <author>magdajsantos</author>
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         <description><![CDATA[<p>Este encontro se deu na Biblioteca Valéria Jardim, no dia 5/11/24. Foi uma ótima experiência, pois nos foi solicitado trabalharmos em uma análise e critérios de um livro infantil, seguindo um roteiro. Então, nós escolhemos o livro: "Matilda a Cadelinha da Cor de Chocolate", autora Veronica Larrat. Realizamos a leitura do livro e fizemos nossa análise parecerista: cabeçalho, caracterização da obra, tipo de  literatura, entre outros quesitos. A história aborda a coragem de uma criança que acolhe um animalzinho, uma cadelinha que estava prenha e na chuva, pois o dono não tinha como cuidar mais dela. Ele acolhe o animalzinho e se sente amado por ele, e matilda retornava o amor ao menino. O livro também aborda conflitos, como o que ocorre nos dias atuais, pessoas que adotam animais e os largam a revelia, porque não os querem ou pela situação financeira em declive. Na obra literária temos a poesia em foco, frases curtas e rimadas. A descrição da natureza em volta dos protagonistas é aconchegante e linda. A professora Ana Paula, mediava sempre, fazendo com que, entendêssemos melhor o contexto do livro para corroborarmos melhor com a nossa Ficha de Roteiro.   Viu-se que se faz necessário, a análise de um livro, antes de levarmos ao conhecimento dos nossos alunos da educação infantil e demais fases da educação. A professora nos ensinou a montar um livro, para passarmos o nosso aprendizado aos nossos alunos. A ideia foi ótima. Assim surgiu o meu livro Bichinhos do Jardim. </p><p><br/></p><p>Mágda Valério</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-21 14:45:34 UTC</pubDate>
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         <title>LEEI -  Encontro 12° - Avaliação na e da Educação Infantil</title>
         <author>mragondim</author>
         <link>https://padlet.com/anapaulabarrosdecarvalho/u6jnb3kwgahv6qrk/wish/3230334819</link>
         <description><![CDATA[<p>" Eu queria uma escola que desde cedo<br>usasse materiais concretos para que vocês pudessem ir formando corretamente os conceitos matemáticos, os conceitos de números, as operações... pedrinhas... só porcariinhas!... fazendo vocês aprenderem brincando..."                     Carlos Drummond de Andrade                            Nesse encontro refletimos sobre o processo de avaliação na e da Educação Infantil. A avaliação precisa estar no cotidiano da prática educativa no da-a-dia da sala de aula. Assim pensando s a avaliacao precisa ser no processo e sobre esse processo. Avaliar precisa estar vinculada ao processo pedagógico. Avaliar para alterar os rumos do processo de aprendizagem. Assim pensando a avaliação precisa ser aliada ao planejamento e a  organização do trabalho pedagógico como recursos de auxílio no processo de aprender.  É um contínuo ir e vir em busca da ampliação do  desenvolvimento da aprendizagem das crianças. Dessa forma a observação e o registro de documentos são aliados importantes nesse processo. Avaliar precisa ser um processo de escuta sensível, cuidadoso,  porém sistemático. Não podemos nos esquecer que é preciso escutar as crianças, respeitando seus limites e potencialidades. Desta forma ao observação    sistemática, crítica e criativa precisa abrir caminhos para escutar, ouvir e  compreender o comportamento de cada criança, redimensionando o trabalho pedagógico e criando novas possibilidades no processo de aprender - Márcia Gondim </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-22 17:49:14 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>LEEI - 8° Encontro Relações raciais na EI </title>
         <author>mragondim</author>
         <link>https://padlet.com/anapaulabarrosdecarvalho/u6jnb3kwgahv6qrk/wish/3233465569</link>
         <description><![CDATA[<p>O encontro nos levou a refletir sobre as práticas pedagógicas, étnico-raciais e inclusivas na Educação Infantil.  Refletimos sobre tais práticas que precisam ser inclusivas. E para isso dispomos de um acervo bastante significativo na literatura infantil. É pensar na coletividade entre os pares. Bem como na musicalidade que pode abordar tal tema.  Assim, fomos agraciados por várias leitura na construção de várias reflexões. Nesse dia ouvimos a história de Obax. Nos desenhamos e desenhamos nossas flores. Me senti a própria Obax emanando chuvas de flores para o universo, descobrindo novos caminhos, amando e respeitando as diferenças. Foi lindo!  "<strong>Obax</strong> é uma menina sensível, mas de poucos amigos. Um dia vê uma chuva de flores e resolve contar a respeito, porém ninguém acredita que sua história seja verdadeira. A pequena aventureira decide, então, provar que essa chuva existe. A arte presente nas belíssimas ilustrações remete aos costumes das comunidades locais." </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-25 18:13:33 UTC</pubDate>
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         <title>Experiências vividas em nosso dia a dia.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Quero compartilhar aqui um pouquinho de nossas experiências e vivências em todo processo de aprendizagem.</p><p>O curso me fez repensar mais ainda nas minhas práticas. O quanto é gratificante promover momentos pelos quais inspiramos as crianças a criar, compartilhar, brincar, se divertir e aprender uns com outros. Percebe-se a importância da prática e que constantemente ela pode ser transformada, permitindo que cada criança desenvolva sua autonomia, autoria e protagonismo.</p><p>Hoje, o mundo que vivemos é permeado de letras e escrita, pois estão diretamente ligadas as nossas relações do dia a dia. E é nosso papel como profissional e das famílias proporcionar experiências, vivências e principalmente o contato com esse mundo tão cheio de símbolos. E educação infantil é isso, vivenciar, experimentar mesmo que sejam mediados por um adulto.</p><p>Só tenho que agradecer, aos meus colegas que compartilharam e contribuíram com suas experiências, a professora maravilhosa e todos que de algum modo contribuíram para acontecer o curso.</p><p>Meu muito obrigada, professora Graça.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-30 14:56:06 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>26/11/2024 Último encontro do LEEI em sala</title>
         <author>magdajsantos</author>
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         <description><![CDATA[<p>Neste dia a professora deixou aberto para a fala de cada integrante do curso expor sua opinião sobre os encontros abordando os conteúdos do LEEI, perspectivas futuras sobre o LEEI entre outros aspectos do percurso.</p><p>Uma das falas, entre todas,  com a qual mais concordei foi de uma colega que deixou claro, sobre a falta de material impresso. Concordo que há  diversas formas para se trabalhar o material didático do curso, porém se fez necessário as apostilas, que para mim seria muito mais proveitoso, pois tenho dificuldades de realizar a leitura sem o papel na mão. (Enfim, há pessoas e pessoas que gostam disso ou daquilo, uns não se agradam com o agora, mas se fiam no depois. Uh!  Vai saber se o depois agora valeu?).</p><p>Mágda </p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-02 01:33:50 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Crianças como leitoras e autoras</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Como foi um dia lindo! A Professora Ana Paula esteve conosco para visualizar o nosso espaço construído por todos nós! Ouvimos uma linda história e em seguida construímos um jacaré! Afinal de contas, o livro era… “Jacaré, NÃO!🙂‍↔️ </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-04 05:03:33 UTC</pubDate>
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