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      <title>Oficina Literária: Crônica by </title>
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      <description>Profª ALDENE MARIA</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-06-09 18:45:31 UTC</pubDate>
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         <title>Leia a crônica a seguir, crie um outro título e faça um comentário do que mais chamou sua atenção. Não  esqueça de colocar seu nome, ano e turma . Ouçam o áudio abaixo, para maior informação de como responder.(Profª ALDENE)</title>
         <author>aldene20</author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><h1>A última crônica</h1><div><br>A caminho de casa, entro num botequim da Gávea para tomar um café junto ao balcão. Na realidade estou adiando o momento de escrever. A perspectiva me assusta. Gostaria de estar inspirado, de coroar com êxito mais um ano nesta busca do pitoresco ou do irrisório no cotidiano de cada um. Eu pretendia apenas recolher da vida diária algo de seu disperso conteúdo humano, fruto da convivência, que a faz mais digna de ser vivida. Visava ao circunstancial, ao episódico. Nesta perseguição do acidental, quer num flagrante de esquina, quer nas palavras de uma criança ou num acidente doméstico, torno-me simples espectador e perco a noção do essencial. Sem mais nada para contar, curvo a cabeça e tomo meu café, enquanto o verso do poeta se repete na lembrança: “assim eu quereria o meu último poema”. Não sou poeta e estou sem assunto. Lanço então um último olhar fora de mim, onde vivem os assuntos que merecem uma crônica.<br><br></div><div>Ao fundo do botequim um casal de pretos acaba de sentar-se, numa das últimas mesas de mármore ao longo da parede de espelhos. A compostura da humildade, na contenção de gestos e palavras, deixa-se acrescentar pela presença de uma negrinha de seus três anos, laço na cabeça, toda arrumadinha no vestido pobre, que se instalou também à mesa: mal ousa balançar as perninhas curtas ou correr os olhos grandes de curiosidade ao redor. Três seres esquivos que compõem em torno à mesa a instituição tradicional da família, célula da sociedade. Vejo, porém, que se preparam para algo mais que matar a fome.<br><br></div><div>Passo a observá-los. O pai, depois de contar o dinheiro que discretamente retirou do bolso, aborda o garçom, inclinando-se para trás na cadeira, e aponta no balcão um pedaço de bolo sob a redoma. A mãe limita-se a ficar olhando imóvel, vagamente ansiosa, como se aguardasse a aprovação do garçom. Este ouve, concentrado, o pedido do homem e depois se afasta para atendê-lo. A mulher suspira, olhando para os lados, a reassegurar-se da naturalidade de sua presença ali. A meu lado o garçom encaminha a ordem do freguês. O homem atrás do balcão apanha a porção do bolo com a mão, larga-o no pratinho – um bolo simples, amarelo-escuro, apenas uma pequena fatia triangular.<br><br></div><div>A negrinha, contida na sua expectativa, olha a garrafa de Coca-Cola e o pratinho que o garçom deixou à sua frente. Por que não começa a comer? Vejo que os três, pai, mãe e filha, obedecem em torno à mesa um discreto ritual. A mãe remexe na bolsa de plástico preto e brilhante, retira qualquer coisa. O pai se mune de uma caixa de fósforos, e espera. A filha aguarda também, atenta como um animalzinho. Ninguém mais os observa além de mim.<br><br></div><div>São três velinhas brancas, minúsculas, que a mãe espeta caprichosamente na fatia do bolo. E enquanto ela serve a Coca-Cola, o pai risca o fósforo e acende as velas. Como a um gesto ensaiado, a menininha repousa o queixo no mármore e sopra com força, apagando as chamas. Imediatamente põe-se a bater palmas, muito compenetrada, cantando num balbucio, a que os pais se juntam, discretos: “Parabéns pra você, parabéns pra você…”. Depois a mãe recolhe as velas, torna a guardá-las na bolsa. A negrinha agarra finalmente o bolo com as duas mãos sôfregas e põe-se a comê-lo. A mulher está olhando para ela com ternura – ajeita-lhe a fitinha no cabelo crespo, limpa o farelo de bolo que lhe cai ao colo. O pai corre os olhos pelo botequim, satisfeito, como a se convencer intimamente do sucesso da celebração. Dá comigo de súbito, a observá-lo, nossos olhos se encontram, ele se perturba, constrangido – vacila, ameaça abaixar a cabeça, mas acaba sustentando o olhar e enfim se abre num sorriso.<br><br></div><div>Assim eu quereria minha última crônica: que fosse pura como esse sorriso.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;(Fernando Sabino)<br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-09 19:09:58 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>O Querido Botequim&nbsp; &nbsp;<br><br><mark>Ok!! Profª Aldene</mark><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-10 19:21:12 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Ana Clara dos Santos Marinho&nbsp;<br>9°b&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-10 19:21:48 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>O texto eu achei interessante pois narra a história do próprio escritor, e também a crônica fala sobre a vida do escritor,ou seja ele fala sobre sua vida no seu dia dia.<br>Retrata em algum parágrafo sobre o trabalho de todos os dias.<br><br><mark>Ok!!&nbsp; Profª Aldene</mark></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-10 23:35:23 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Festa junina<br>A escola estava lindamente enfeitada,com bandeiras ,com fitinhas de papel colorido,os rojões se explodiam no ar<br>Iluminando a noite de são João<br>O quentão, paçoquinha de amendoim,da maçã do amor,em fim<br>Atraiam a atenção de todos os alunos e familiares,e todos que faziam parte da escola<br>Música de quadrilha que animava as brincadeiras<br>As pessoas se davam as mãos formando cordões para dançar<br>Estavam sempre presentes na quelas comemorações que povoavam nossas mentes, alegria e muita comida e animação.<br>Matheus da costa sousa<br>9anob<br>Escola municipal do Contentamento <br><br><mark>Ok!! Profª Aldene</mark></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-14 16:14:01 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Achei muito interessante o fato de ele criar uma crônica relatando sua história no momento em q não encontra inspiração para criar uma crônica.<br>&nbsp;A história daquela família nós faz refletir q no mundo em que vivemos hoje ainda existe famílias q convivem com a pobreza e ainda assim são felizes, enquantos outros tem muito e não se sentem felizes<br><br><mark>Olá, querido aluno?&nbsp;<br>Muito bom o seu posicionamento!!!<br>Gostaria de saber de quem é este comentário.&nbsp; Profª Aldene&nbsp;</mark></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-06 00:20:17 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Leyre Fernanda da Escola Municipal de Contentamento. 9°ano A</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-06 00:23:08 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>O que me chamou atenção foi TDS os gestos que o autor diz que teve a menina e os pai&nbsp;<br><br><br><br>Tutulo_ o aniversário</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-14 20:12:08 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Comentário Matheus vieira&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-14 20:12:51 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>É interessante ele narrar um fato que ele presenciou quando estava sem ideia. Com isso percebemos que pra se ter felicidade não é necessário dinheiro ou bens e sim família, que segundo o autor é "a célula da sociedade".</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-10 11:10:18 UTC</pubDate>
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         <title>Leticia Nascimento,escola municipal do contentamento,turma 8°A</title>
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         <description><![CDATA[<div>O&nbsp;aniversário inesquecível</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-10 13:12:48 UTC</pubDate>
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         <title>Atividades</title>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-08-10 13:43:33 UTC</pubDate>
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         <title>O caminho de casa.</title>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-08-10 13:49:54 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>O texto no qual lemos, refere-se a uma crônica, no qual uma pessoa relata um momento vivenciado em um Botequim na Gávea. ele relatou ver ao fundo do Botequim, um casal de pretos sentados, humildes, na presença de uma menininha de três anos, lacinho na cabeça, Os três sentados na mesa observando aos redores. Ele começou a observá-los, o pai conto o dinheiro&nbsp; discretamente e pediu ao garçom para que pegasse um pedaço de bolo, apontando para o balcão. A Mãe então, discretamente abriu a bolsa e pegou três velinhas brancas, minúsculas, o pai acendeu as velinhas e começaram a bater Palmas, depois a Mãe recolheu as velinhas e colocou na bolsa. E a menina comeu o pequeno pedaço de bolo, se afeitaram. Com o sorriso no rosto, saíram.&nbsp;<br>No final ele fala que queria que sua última crônica fosse tão pura como is sorrisos daquela familia, saindo do Botequim!<br> Juliana Alencar. 8° A </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-10 16:46:46 UTC</pubDate>
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