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      <title>Discussão Saúde Mental by Thaissa Andrade</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-09-21 20:37:17 UTC</pubDate>
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         <title>Resumo Auriculoterapia</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A auriculoterapia é uma técnica da Medicina Tradicional Chinesa que considera a orelha como um microssistema do corpo humano, onde cada ponto auricular se relaciona a órgãos ou funções fisiológicas. Ela vem sendo utilizada há milhares de anos na China e foi sistematizada no Ocidente pelo médico francês Paul Nogier na década de 1950. O tratamento consiste na estimulação de pontos específicos da orelha por meio de agulhas, sementes, ímãs ou pressão manual, gerando reflexos no sistema nervoso central capazes de modular funções fisiológicas e emocionais. Com isso, a auriculoterapia pode contribuir no controle da dor, do estresse, da ansiedade e na melhora da qualidade de vida.</p><p><br/></p><p>Diversos estudos têm investigado sua eficácia em diferentes contextos. Em 2012, Kurebayashi e colaboradores avaliaram profissionais de enfermagem submetidos à auriculoterapia com agulhas ou sementes, comparados a um grupo controle. Os resultados mostraram que ambos os métodos reduziram significativamente o estresse, mas as agulhas apresentaram efeito mais expressivo, especialmente em profissionais com níveis mais altos de estresse, mantendo os benefícios mesmo após o fim das sessões. Já em 2015, outro estudo com 175 profissionais de enfermagem comparou auriculoterapia com protocolo fixo, protocolo individualizado e grupo controle. Os achados confirmaram a redução do estresse em ambos os grupos de intervenção, mas os melhores resultados foram observados no grupo individualizado, que apresentou efeito maior e mais duradouro, além de melhorias na qualidade de vida.</p><p><br/></p><p>Em outro contexto, durante a pandemia de COVID-19, Martins et al. (2024) realizaram um ensaio clínico com gestantes de risco habitual. O estudo mostrou que tanto o grupo placebo quanto o grupo intervenção apresentaram redução da ansiedade e do medo da COVID-19, mas a auriculoterapia destacou-se ao promover maior melhora nos domínios físico e ambiental da qualidade de vida.</p><p><br/></p><p>Além disso, pesquisas recentes têm explorado novos públicos. Um ensaio clínico investigou os efeitos da auriculoterapia na qualidade do sono de crianças com Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH). Os resultados indicaram melhora significativa no sono das crianças tratadas, sugerindo que a técnica pode ser uma alternativa complementar segura e não invasiva no manejo dessa condição, embora sejam necessários mais estudos para confirmar os achados.</p><p><br/></p><p>De modo geral, os resultados apontam que a auriculoterapia pode ser eficaz na redução de estresse e ansiedade e na melhora da qualidade de vida, com destaque para protocolos individualizados, que se mostram mais efetivos do que protocolos fixos. Ainda assim, existem limitações importantes, como a influência do efeito placebo, a heterogeneidade nos métodos utilizados, o tamanho reduzido das amostras e a curta duração do acompanhamento em muitos estudos.</p><p><br/></p><p>Apesar desses desafios, a auriculoterapia se apresenta como uma prática de baixo custo, simples, segura e pouco invasiva, com potencial de aplicação em hospitais, unidades básicas de saúde e programas de saúde pública. Pode ser especialmente útil para profissionais de saúde, gestantes e até mesmo crianças, sempre como terapia complementar integrada ao cuidado, sem substituir os tratamentos convencionais.</p><p><br/></p><p>Links dos Artigos: </p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://doi.org/10.1590/S0080-62342012000100012">https://doi.org/10.1590/S0080-62342012000100012</a></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.scielo.br/j/reben/a/p4X7RssSTFSpCgwDK5TZsvR/?format=html&amp;lang=pt">https://www.scielo.br/j/reben/a/p4X7RssSTFSpCgwDK5TZsvR/?format=html&amp;lang=pt</a></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC12037191/">https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC12037191/</a></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/39833716/">https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/39833716/</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-22 11:20:15 UTC</pubDate>
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         <title>Brinquedo Terapêutico</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Importância do Brinquedo Terapêutico:</strong></p><p><br/></p><ul><li><p>O BT pode favorecer o vínculo enfermeira-criança, promovendo o desenvolvimento físico, psicológico, social e moral, além de satisfação, diversão e espontaneidade;</p></li><li><p>Proporciona grandes estímulos de expressão emocional;</p></li><li><p>É eficiente na minimização de efeitos psicológicos adversos em crianças, através da interatividade e expressão de sentimentos;</p></li><li><p>Alivia a ansiedade e estresse em crianças que sofreram violência ou até mesmo que estão com alguma doença crônica, como o câncer, por exemplo;</p></li></ul><p><br/></p><p><strong>Benefícios do Brinquedo Terapêutico:</strong></p><p><br/></p><ul><li><p>⁠A utilização dos brinquedos terapêuticos contribui para que a criança consiga expressar suas emoções e se adaptar ao novo ambiente, são reconhecidamente fundamentais no cuidado. </p></li><li><p>A utilização dos brinquedos faz com que a criança tenha maior contato e familiaridade, para assim adquirir maior interação com a equipe multidisciplinar contribuindo para que a criança se sinta mais confortável e segura.</p></li><li><p> Em diversos contextos ele se apresenta eficiente na minimização de efeitos psicológicos adversos em crianças, através da interatividade e expressão de sentimentos. </p></li><li><p>A criança consegue transferir sua tensão, dividindo o sofrimento com o brinquedo, expressando seus sentimentos, e assim facilitando a abordagem da equipe multidisciplinar.</p></li></ul><p><br/></p><p><strong>Barreiras e dificuldades identificadas do Brinquedo Terapêutico:</strong></p><p><br/></p><ul><li><p><strong>Desmotivação e resistência </strong>de alguns profissionais em aderir à prática (falta de conhecimento e interesse);</p></li><li><p><strong>Déficit na formação acadêmica</strong>, sem treinamento adequado (muitos lugares já estão aderindo cursos de capacitação);</p></li><li><p><strong>Falta de recursos materiais e infraestrutura </strong>(brinquedos insuficientes e salas inadequadas);</p></li><li><p><strong>Dificuldades com a adesão da criança</strong> (distração, apego ao brinquedo, a recusa em brincar);</p></li><li><p><strong>Sobrecarga de trabalho e falta de tempos dos enfermeiros</strong> (incluir protocolos relacionados ao BT como parte da rotina de cuidado pediátrico pode ajudar a "quebrar" essa barreira);</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-22 11:47:05 UTC</pubDate>
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