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      <title>Textos filosóficos: sínteses by GLAUCIA GOTARDO</title>
      <link>https://padlet.com/glaucia_gotardo/u5qefljgha5o</link>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-10-31 12:34:11 UTC</pubDate>
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         <title>Senso comum</title>
         <author>glaucia_gotardo</author>
         <link>https://padlet.com/glaucia_gotardo/u5qefljgha5o/wish/298932538</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>É o saber resultante das experiências levadas a efeito pelo homem ao enfrentar os problemas da existência. Não se encontra solitário, pois tem os contemporâneos, com quem troca informações.</li><li>Dependendo da cultura, são encontradas, proposições racionais ao lado de crenças e mitos de toda espécie.</li><li>O senso comum é ametódico e assistemático e nasce diante da tentativa do homem de resolver os problemas da vida diária.</li><li>Se baseia na experiência cotidiana das pessoas, distinguindo-se da experiência científica, que exige planejamento rigoroso. É também um conhecimento não-crítico.</li><li>Essa pessoa sabe, mas não conhece as causas, não consegue explicar por que e como ocorrem esses fenômenos.</li><li>Muitas vezes o conhecimento espontâneo é presa das aparências. (teoria heliocêntrica)</li><li>Em comparação com a ciência, o conhecimento espontâneo é fragmentário (não estabelece conexões onde poderiam ser verificadas)</li><li>É um conhecimento restrito a pequena amostra da realidade, a partir da qual são feitas generalizações muitas vezes apressadas e imprecisas. </li><li>Depende de juízos pessoais a respeito das coisas, contém envolvimento das emoções e dos valores de quem observa.</li><li>Do jeito que foi falado o senso comum é uma coisa horrível, no entanto, pensar assim é pressupor que o homem comum deve ser tutelado por outros que lhe digam qual a melhor forma de pensar e quais as melhores ações a serem realizadas, o que é contrário a tudo que se pensa sobre o valor da autonomia humana. </li><li>Enquanto o senso comum é o conhecimento espontâneo tal como foi descrito, no seu caráter acrítico e fragmentário é possível transformá-lo em bom senso ao torná-lo organicamente estruturado, coerente e crítico. Para o filósofo italiano Gramsci, o bom senso é o núcleo sadio do senso comum.</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-31 12:38:26 UTC</pubDate>
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         <title>Criatividade como capacidade humana</title>
         <author>glaucia_gotardo</author>
         <link>https://padlet.com/glaucia_gotardo/u5qefljgha5o/wish/298932624</link>
         <description><![CDATA[<div> </div><div>Necessária para a arte, ciência e vida<br><br>Imaginação é uma parte da criatividade<br><br>Ambos os artistas e os cientistas têm comportamento “exploratório” (“o que poderia ser se não fosse assim?” sem se basear no atual - pensamento divergente) e tem de ser flexíveis para sair do óbvio<br><br>Sem imaginação = sem avanços científicos, pois é necessário que para que avancemos tentemos estabelecer relações entre coisas desconexas e criar hipóteses que serão testadas<br><br>Pensamento convergente - direto/ só há uma resposta/ não exige reflexão, mas exige memória<br>Pensamento divergente - reflexão sobre como seria se...<br><br>Inspiração - conjunto de ideias de nosso subconsciente - é como um “quebra cabeça” (tentamos encaixar várias peças)</div><div><br></div><div>Da inspiração surgem sínteses e hipóteses</div><div><br></div><div>Artistas devem usar inspiração em relação a materiais, técnicas e estilos, enquanto os cientistas devem usar a inspiração para elaborar novas ideias que possam testar e chegar a uma teoria</div><div><br></div><div>O ambiente influencia no desenvolvimento ou na repressão da criatividade. Caso o ambiente incentive o pensamento divergente, o comportamento exploratório e um desprendimento, há um desenvolvimento. Mas caso o contrário ocorra, forçando as pessoas a ficar no terreno seguro, há repressão</div><div><br> </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-31 12:38:37 UTC</pubDate>
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         <title>Os paradoxos do amor</title>
         <author>glaucia_gotardo</author>
         <link>https://padlet.com/glaucia_gotardo/u5qefljgha5o/wish/298932709</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>Tema geral</em></strong> - amor </div><div><strong><em>Subtemas: </em></strong></div><ul><li>para amar é preciso ser, e para ser é preciso amar</li></ul><div>- Mito de eros </div><div>-  <strong>Teogonia de Hesíodo</strong> - as entidades que saem do seio de Caos - vazio da desorganização inicial - surgem por segregação, por separação. Até que nasce Eros, o Amor, força de natureza espiritual que preside a partir daí a coesão, a ordem do universo nascente. </div><div>- <strong>Eros </strong>-  filho de Afrodite e Ares; representado por uma criança travessa ocupada em flechar os corações para torná-los apaixonados; ele próprio se apaixona por Psique (Alma); Afrodite, invejosa da beleza de Psique, afasta-a do filho e a submete às mais difíceis provas e sofrimentos</div><div>- <strong>O banquete</strong> - diversos oradores discutem sobre o que é o amor </div><div><br></div><div>- O encontro: a intersubjetividade </div><ul><li><strong>paixão não é superior à razão;</strong> os dois princípios estão indissoluvelmente ligados e ambos são importantes para a realização humana: enquanto o desejo mobiliza o homem, a razão é o princípio organizador que distingue os desejos e busca os meios para sua realização</li><li><strong>Reciprocidade </strong>- A relação amorosa se funda na reciprocidade - desejamos o outro enquanto ser consciente - amar é desejar o desejo do outro.</li><li><strong>Lenda de Narciso</strong> - Narciso ao contemplar seu rosto refletido na água, apaixona-se por si próprio, o que causa sua morte, pois esquece de se alimentar</li><li><strong>Egocentrismo </strong>- persiste na adolescência, enquanto momento de passagem da vida infantil para a vida adulta. Por isso o adolescente muitas vezes não ama propriamente o outro, ser de carne e osso, mas ama o amor</li><li>A<strong>mor idealizado,</strong> romântico, em parte fruto do medo de lançar - se nas contradições do exercício efetivo do amor. O exercício do amor é conquista da maturidade.</li></ul><div><br></div><div>-Paradoxos do amor: </div><ul><li> como é possível um vínculo em que as pessoas não sejam aprisionadas e não se dissolvam na união?</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-31 12:38:49 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/glaucia_gotardo/u5qefljgha5o/wish/298932709</guid>
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         <title>Morte</title>
         <author>glaucia_gotardo</author>
         <link>https://padlet.com/glaucia_gotardo/u5qefljgha5o/wish/298932807</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><strong>A morte é o destino de todos os seres vivos</strong></li><li>Apenas o homem têm conhecimento do seu destino e, por isso, existe grande ansiedade em relação ao fim</li><li>A <strong>crença da imortalidade</strong> e na vida após a morte demonstra a negação do fim e o desejo da vida eterna. Essa fé é estimulada pela morte de pessoas amadas e o medo do desconhecido</li><li>A morte nos acompanha ao longo da vida, simbolizando o fim de um processo. O próprio nascimento representa a morte, o fim dessa separação entre mãe e filho</li><li>A <strong>oposição entre o velho e novo </strong>se repete indefinidamente simbolizando o fim de um processo e o começo de outro</li><li>" Montaigne diz que <strong>"filosofar é aprender a morrer"</strong>. </li><li>Pelo existir do homem ser preenchido de possibilidades, muitas delas remetendo ao limite da morte, podemos o chamar de "ser-para-a-morte"</li><li>Para um homem inautêntico, isto é, que foge das angústias e vive apenas no cotidiano sem assumir a construção da vida, a morte é algo banal</li><li>Para Sartre, a consciência da morte retira todo o significado da vida, já que a morte torna </li><li>nossos propósitos e objetivos de vida "nadas"</li><li>Atualmente, há uma negação associada a morte e uma recusa em discuti-la</li><li>A morte é percebida diferentemente em cada momento da história e em cada região, conferindo a ela uma importância relativa à quem a percebe</li><li>A morte se tornou um tabu;  de caixões passam a impressão do falecido estar dormindo, retirando o aspecto da morte </li><li>A negação do fim está relacionada com a dificuldade do homem de lidar com o seu destino, de lidar com a aceitação de uma realidade que não quer que seja a sua </li><li>"A consciência da morte nos ajuda a questionar não só se nossa vida é autêntica ou inautêntica, mas também se faz sentido o destino que os povos legaram para seus herdeiros"</li></ul><div>Perguntas:<br>Qual é a influência da religião na visão da morte?<br>O que faz a morte se tornar um tabu na sociedade?<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-31 12:39:01 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/glaucia_gotardo/u5qefljgha5o/wish/298932807</guid>
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         <title>Ação animal e ação instintiva </title>
         <author>glaucia_gotardo</author>
         <link>https://padlet.com/glaucia_gotardo/u5qefljgha5o/wish/298932907</link>
         <description><![CDATA[<div>      Os animais que estão na escala mais baixa da escala zoológica tem suas ações  caracterizadas pelo instinto, ou seja, um ato inato, que não requer reflexão. Essa ação é regido por leis biológicas, idênticas na espécie e que não varia entre indivíduos.</div><div>Mesmo trabalhos que são considerados "incríveis" por nós humanos, como o ato de fazer uma teia, é um ato que, exceto as mutações genéticas, são levados hereditariamente e não possuem alterações.</div><div>      Esses atos não precisam existir desde o começo da vida, alguns exemplos são as andorinhas que adquirem a habilidade de voar (instinto) depois de certo tempo de vida, ou os gatos, que começam a perseguir ratos também depois de certo tempo.</div><div>      Muitas vezes esses comportamentos são “cegos”, ou seja, não leva em conta o principal sentido.</div><div>     Ao contrário do comportamento instintivo por parte dos animais, o que diferencia os humanos deles é o ato voluntário, que é consciente a finalidade, ou seja, o ato parte do pensamento e é só o resultado dessa ação de pensar, além disso os humanos adaptam seus atos quando há interferências externas, diferente dos animais. </div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-31 12:39:15 UTC</pubDate>
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         <title>A inteligência concreta</title>
         <author>glaucia_gotardo</author>
         <link>https://padlet.com/glaucia_gotardo/u5qefljgha5o/wish/298933035</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Instinto<ul><li>Rígido</li><li>Programado biologicamente</li></ul></li><li>Inteligência<ul><li>Improvisada</li><li>Pessoal</li><li>Criativa</li><li>Flexível</li><li>Depende da experiência</li></ul></li><li>Experimento<ul><li>Macaco enjaulado</li><li>Insight</li><li>Relação caixote - fruta</li></ul></li><li>Humano<ul><li>Inventa e aperfeiçoa o instrumento</li><li>Dá sequência ao gesto útil</li></ul></li></ul><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-31 12:39:30 UTC</pubDate>
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