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      <title>Trabalho de Português by Edgar Oliveira Mercês</title>
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      <description>Feito por Edgar, João Pedro, Cauã e Matias</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-09-05 01:20:39 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;A Vida que Ninguém Vê&quot; de Eliane Brum</title>
         <author>edgaroliveiramerces</author>
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         <description><![CDATA[<p>O livro de Eliane Brum mostra a vida de pessoas anônimas do estado do Rio Grande do Sul, a repórter busca acontecimentos presentes na vida dessas pessoas, tornando essas pequenas histórias em extraordinárias, ela mergulha no cotidiano pra provar que não existem comuns, como o sapo que apenas olhava pra cima, e Eliane Brum elevou seus olhos para saber sua história, o Adail que nunca voou, o homem que comia vidro, mas sentia-se ferido pela invisibilidade e muito mais histórias que mostram que nenhuma vida é comum, mas sim anônimas extraordinárias.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-05 01:30:44 UTC</pubDate>
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         <title>Eliane Brum e sua História</title>
         <author>edgaroliveiramerces</author>
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         <description><![CDATA[<p>Eliane Brum nasceu no dia 23 de maio de 1966 na cidade de Ijuí no Rio Grande do Sul, ela é uma jornalista, escritora e documentarista, ela se formou em 1988 na PUC do Rio Grande do Sul e ganhou mais de 40 prêmios nacionais e internacionais de reportagem, Eliane já trabalhou no jornal Zero Hora por um período de 11 anos e trabalhou na Revista Época por 10 anos, porém desde 2010 atua como freelancer, ou seja trabalhadora autônoma. Atualmente ela vive na cidade de Altamira, no Pará, desde 2017, nesse local ela faz uma cobertura amazônica há quase 25 anos. Eliane Brum atualmente é casada com Dom Philips, que segundo a mesma adora o Brasil e ama a Amazônia, porém Eliane também teve um relacionamento com o músico João Marcelo Bôscoli, o qual tiveram 2 filhos, Arthur, nascido em 2011, e Manuela, nascida em 2017. Eliane Brum obteve diferentes conquistas ao longo de sua carreira jornalística e também na de escritora, durante o período Eliane ganhou o Prêmio Jabuti de Reportagem de 2007, por meio do livro "A vida que ninguém vê" , foi uma das ganhadoras do Prêmio Internacional de Jornalismo Rei de Espanha, pela reportagem "O islã dos Manos", e por final recebeu em 2021 o prêmio Maria Moors Cabot da escola do jornalismo da Universidade de Columbia.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-05 01:34:32 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Eu Voei!&quot;: O dia em que adail voou</title>
         <author>edgaroliveiramerces</author>
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         <description><![CDATA[<p>"Hoje foi um dia muito especial para mim, consegui fazer sonhos que vão deixar esse dia na minha memória pra sempre e isso tudo aconteceu graças a uma jornalista que Deus enviou e que fez com que a companhia TAM observasse minha história e quisesse fazer parte da mesma, mas senta um pouquinho que irei falar tudo que é necessário, no dia 12 de junho eu contei em uma entrevista sobre a vida que eu passei perto dos aviões, mas que mesmo perto, não tive a sensação de voar, eu disse também que queria voar pra Aparecida do Norte pra pagar uma promessa que fiz a Nossa Senhora de Aparecida, que após curar minha perna doente, fiz a promessa que devia lhe entregar um carpim e isso demorou pra acontecer, mas bah... finalmente aconteceu, o pessoal da TAM decidiu patrocinar minha história e assim consegui viver um sonho junto com a minha amada Cedir, bem ainda no dia do seu aniversário, rapaz, agora no dia anterior tava uma dificuldade pra dormir, mas bah... era um vira-vira, mas graças a Deus consegui dormir e 5h50 já tava no aeroporto com minha esposa, mas agora como doutor, fui todo arrumado chapéu preto, um terno chique e não posso esquecer do carpim pra Nossa Senhora Aparecida, quando eu me sentei pra voar fiquei com um medo tremendo, nessa hora fiquei pensativo com medo mas fui, eu rezei um Pai-Nosso e Ave-Maria ligerinho e fechei os olhos assim que o avião decolou, mas bah... nunca tinha sentido um sentimento desse, tava tão angustiado que nem café quis tomar, mas enfim conseguimos chegar no aeroporto de Guarulhos, onde depois já partimos direto pra Aparecida do Norte, onde tinha meu principal propósito da viagem, rapaz mas vou te falar um negócio aquilo pra mim era Europa tudo lindo e magnífico, organizadinho era uma maravilha, e quando cheguei na basílica de Nossa Senhora Aparecida aí que era outro mundo, rapaz quando vi eu fiquei paralisado, cheio das águas nos meus olhos e chocado, mas depois do incentivo da minha esposa fui agradecer e fazer a troca do milagre pelo carpim a Nossa Senhora Aparecida, voltei de São Paulo me gabei todo, eu era um doutor naquele momento então tava certo, e no mesmo dia que fui we voltei mas pelo menos vivi o que eu não tinha vivido por anos, ainda por cima voltei pra Rio Grande do Sul na primeira classe, vivendo e abusando das oportunidades, quando chegamos novamente no nosso grandíssimo estado o meu dia de doutor acabou mas a memória não e vai permanecer na minha vida até eu morrer."</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-05 06:51:32 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;A Minha Vida que Ninguém Viu&quot;: Posfácio</title>
         <author>edgaroliveiramerces</author>
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         <description><![CDATA[<p>"Hoje fui convidada pra um entrevista Ricardo Kotscho, mesmo que eu tenha trabalhado com ele na Revista da Época não conhecia sobre sua vida e nem ele a minha, mas ele me chamou para irmos a um café paulistano no meio da happy hour, no começo fiquei com muita vergonha, mas logo em seguida fui me soltando com as perguntas que ele fazia, a entrevista foi apenas com o intuito de conhecer a minha vida, o que eu fazia questão de esconder, mas tive que falar, e vou dizer o que eu contei na entrevista aqui também, os avós dos dois lados eram colonos, o paterno plantava erva-mate enquanto o materno quase tudo, meu pai viveu uma infância conturbada por ter sido órfão na adolescência, porém seguiu nos estudos até se formar na faculdade, tornando-se autor de livros sobre História Econômica do Brasil e há 57 anos atua como professor, enquanto minha mãe é professora aposentada e faz os melhores doces da região. "Foi mágico" foi assim que resumi pro Ricardo como foi aprender a ler e descobrir os livros, com sete anos eu passava o dia inteiro no meu quarto trancada apenas lendo livros, eu chegava a ler 5 livros por dia, pra minha era e continua sendo incrível, de tanto ler, comecei a escrever, primeiro fiz poesias, meu pai gostou tanto que editou e postou as poesias que eu estava fazendo, com 15 anos eu engravidei de Maíra, cedo, igualmente foi tudo na minha vida, porém dentro de uma cidade conservadora muitos diziam pra eu me casar com o pai da menina, porém não me casei, assim eu vivi com Maíra até um belo dia que eu decidi ir pra Porto Alegre, antes de ir fiz um bilhete e deixei minha filha com meus pais, depois que eu me formei em jornalismo eu voltei e busquei Maíra pra seguir junto comigo a trilha da vida, em Porto Alegre com meus parentes e adolescente tinha um sonho de ser astrônoma, porém descobri que envolvia muito cálculo aí parei de gostar, assim eu me cursei em Biologia porque não sabia ainda em que caminho tinha que ir, porém em seguida decidi ir pra Jornalismo com um pouco de História, eu achava muito chato o jornal e também a profissão mas meu professor Marques Leonam fez eu aprender a paixão pelo ofício de contar histórias, eu sempre busquei fugir da vala comum da pauta, tentando escrever reportagens em forma de crônica, nessa época fui chamada pra sair com um velho e malvado repórter de polícia, nesse episódio vi cadáveres e coisas que vão ficar marcadas negativamente na minha vida, essa rotina inicial de polícia foi quebrada após eu escrever um texto cheio de ironia sobre os bastidores de II Gattopardo, o restaurante mais chique da cidade na época, deu uma confusão porém descobriram quem realmente eu era, assim eu passei a receber missões especiais de Augusto Nunes, o diretor de redação da Zero Hora, nesse período recebi uma missão quase impossível a de refazer a marcha histórica Coluna Prestes saindo do Rio Grande do Sul e indo até a Bolívia, percorrendo 25 mil quilômetros, com o objetivo de ouvir a história do povo que vivia no caminho da marcha e dos mais velhos, ao final da minha viagem de 44 dias nessa missão, eu trouxe uma redação bem diferente daquela que aprendi nos livros de escola, nela eu disse sobre vidas arrasadas e desesperança, a série me rendeu recordações doces e amargas mas serviu para entender o que eu iria viver dali pra frente, além disso tudo, Ricardo queria saber qual era minha melhor reportagem logo falei que era as lembranças da família que meu pai guarda com precisão e juntar com as próprias que eu recolhi ao longo da vida, de tanto ouvir as histórias da minha família eu aprendi a contar as mesmas e foi fundamental para eu descobrir quem sou eu hoje."</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-05 07:40:26 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Olho no olho&quot;: O olhar insubordinado</title>
         <author>edgaroliveiramerces</author>
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         <description><![CDATA[<p>"No meu livro, A vida que ninguém vê, eu quis fazer o oposto do jornalismo clássico busquei histórias pertencentes à gente comum, das desimportantes histórias, o que esse olhar revela é que o ordinário é o extraordinário e que a rotina que a gente tem no cotidiano faz nós percebermos um milagre como algo banal, esse é o intuito do meu livro contar os dramas anônimos como os épicos são, a proposta das crônicas- reportagens era estimular um olhar que rompesse a imagem dada, como se fosse aquele velho ditado:"Não julgue o livro pela capa", tentando repassar a ideia de vemos o que todos veem e vemos o que nos programaram pra ver. Quando eu comecei a escrever sobre essas crônicas recebi várias mensagens de leitores relatando que descobriram o extraordinário da vida pessoal, trazendo um pensamento que quem consegue olhar para a própria vida com generosidade torna-se capaz de alcançar a vida do outro. Olhar é um ato de silêncio e dá medo porque é risco, quando estamos decididos a observar notamos coisas que não queríamos ver antes de fazer esse ato, eu não me lembro de nenhuma reportagem que não tivesse me dado medo, sinto medo até hoje, medo de não dar certo, medo de não dar em nada, medo de tudo! Porém o medo é necessário e faz sentido, esse sentimento acaba nos trazendo o que é fundamental para o objetivo final, como na minha Coluna de Prestes, eu tive medo mas fui assim mesmo porque eu tinha um objetivo e era persistente, e o melhor de se fazer na vida é ir, independente do que aconteça , vá, peque sempre pelo excesso. Ser repórter é um dos grandes caminhos para entrar na vida com os dois pés e no estilo, por meio da reportagem consigui ir pra vida de qualquer sem medo mas com um propósito, nós, humanos somos bem mais complexos e fascinantes do que um herói, e esse é o propósito para entender o livro "A vida que ninguém vê" perceber que somos todos mais iguais do que gostaríamos, mas ao mesmo tempo, cada um é único, um padrão que não se repete no universo, nossa singularidade só pode ser reconhecida no universal. Olhar para você mesmo é uma escolha. Um exercício da liberdade, da autodeterminação, do livre-arbítrio. Arrisque. Ouse. Busque. Olhe.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-05 08:17:58 UTC</pubDate>
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         <title>Opinião do grupo</title>
         <author>edgaroliveiramerces</author>
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         <description><![CDATA[<p>O livro é simplesmente fantástico, podemos observar que situações que a gente deixar passar pro despercebido são chocantes e mostram que é necessário primeiramente você olhar pra si mesmo com o propósito de ser arriscar, de buscar, de ter medo mas agir sobre esse medo e se sobressai porque todo ser humano há sua singularidade e observar esse conceito em você mesmo torna sua vida bem melhor.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-05 08:22:30 UTC</pubDate>
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