<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Ruben.l Projeto multidisciplinar -7-°c ser criança/jovem na antiguidade. by Rúben Lourenço</title>
      <link>https://padlet.com/rubenlourenco1063/u4o30aeidbcv7x0v</link>
      <description>Projeto multidisciplinar -7-°c ser criança/jovem na antiguidade.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-11-23 12:27:43 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2022-12-05 18:19:09 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url></url>
      </image>
      <item>
         <title>Paideia, a educação na Grécia antiga </title>
         <author>rubenlourenco1063</author>
         <link>https://padlet.com/rubenlourenco1063/u4o30aeidbcv7x0v/wish/2409537512</link>
         <description><![CDATA[<div>Na Grécia Antiga, os jovens eram educados como cidadãos e soldados ao serviço do Estado. Actualmente, acredita-se que as raparigas também tinham acesso ao sistema educativo helénico. s gregos antigos chamavam paideia ao longo processo de formação dos futuros cidadãos, que funcionava como a aquisição de conhecimentos e treino para determinadas aptidões. A ideia de base era que, sem educação, não poderia haver cultura e sem cultura não era concebível um exercício modelar da cidadania, que incluía uma participação influente nos órgãos políticos da democracia directa e uma prestação militar praticamente vitalícia.</div><div>O ideal da paideia era obter a areté, a excelência publicamente reconhecida nessas facetas, com atenção à forma física do corpo e ao aperfeiçoamento da alma. Em termos competitivos, a areté contida na paideia deveria ser um fundamento da liderança.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1649848410/60daef67214fc8bb6b67ea10432ee01c/imagem.png" />
         <pubDate>2022-12-05 17:48:56 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rubenlourenco1063/u4o30aeidbcv7x0v/wish/2409537512</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Educação na Grécia Antiga</title>
         <author>rubenlourenco1063</author>
         <link>https://padlet.com/rubenlourenco1063/u4o30aeidbcv7x0v/wish/2409542497</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Educação na Grécia Antiga</strong> foi amplamente "democratizada" no século V aC, influenciada pelos <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Escola_sof%C3%ADstica">sofistas</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Plat%C3%A3o">Platão</a> e <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Is%C3%B3crates">Isócrates</a>. Mais tarde, no <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Per%C3%ADodo_helen%C3%ADstico">período helenístico</a>, a educação em um <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Gin%C3%A1sio_(Gr%C3%A9cia_Antiga)">ginásio</a> foi considerada essencial para a participação na <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Cultura_da_Gr%C3%A9cia">cultura grega</a>. O valor da educação física para os antigos gregos e romanos tem sido historicamente único. Havia duas formas de educação na Grécia antiga: formal e informal. A educação formal foi alcançada através da frequência a uma escola pública ou por um tutor contratado. A educação informal foi fornecida por um professor não remunerado e ocorreu em um ambiente não público. A educação era um componente essencial da identidade de uma pessoa.&nbsp;</div><div>A educação formal grega era principalmente para homens e não escravos.<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Educa%C3%A7%C3%A3o_na_Gr%C3%A9cia_Antiga#cite_note-1"><sup>[1]</sup></a> Em algumas <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/P%C3%B3lis">poleis</a>, foram aprovadas leis para proibir a educação de escravos.<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Educa%C3%A7%C3%A3o_na_Gr%C3%A9cia_Antiga#cite_note-Pythagoras-2"><sup>[2]</sup></a><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Educa%C3%A7%C3%A3o_na_Gr%C3%A9cia_Antiga#cite_note-Sienkewicz_2007-3"><sup>[3]</sup></a> Os <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Esparta">espartanos</a> também ensinavam música e dança, mas com o objetivo de melhorar sua capacidade de manobra como soldados.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-12-05 17:52:16 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rubenlourenco1063/u4o30aeidbcv7x0v/wish/2409542497</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A Educação do Cidadão Grego</title>
         <author>rubenlourenco1063</author>
         <link>https://padlet.com/rubenlourenco1063/u4o30aeidbcv7x0v/wish/2409545556</link>
         <description><![CDATA[<div>Este artigo descreve a educação do cidadão Grego na Grécia antiga. A divisão político-administrativa desta civilização em Cidades-Estado (<em>Poleis</em>) é preponderante na definição da educação do cidadão. A educação espartana destaca-se pela diferença, enquanto a educação ateniense é bem mais representativa da Grécia deste período&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1649848410/d87b1d5be4be4de7a3756041d810ed30/imagem.png" />
         <pubDate>2022-12-05 17:54:15 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rubenlourenco1063/u4o30aeidbcv7x0v/wish/2409545556</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>rubenlourenco1063</author>
         <link>https://padlet.com/rubenlourenco1063/u4o30aeidbcv7x0v/wish/2409548243</link>
         <description><![CDATA[<div>á vimos como, no próprio <a href="https://formacao.fikaki.com/educacao-no-mundo-homerico/">mundo homérico</a>, o poder crescente da nobreza tinha progressivamente limitado o poder da monarquia. É um facto historicamente comprovado que, segundo um desenvolvimento diferente de lugar para lugar, bem depressa o governo dos numerosos pequenos estados gregos foi entregue a <em>colégios de magistrados</em>, a que só acediam aristocratas. A dignidade régia sobrevive por vezes, mas reduzida apenas a um nome ou transformada e posta sob fiscalização aristocrática.</div><div>Em Atenas, um dos arcontes, com um cargo mais religioso do que político, chama-se arconte rei (mesmo na Roma republicana sobreviverão vestígios da instituição monárquica suprimida, num cargo de carácter religioso, o de <em>rex sacrificulus</em>). Em Esparta, onde o poder político está solidamente nas mãos da magistratura dos éforos, há dois reis com funções de comandantes militares, quase sempre debaixo de uma estreita fiscalização dos éforos, mesmo no decurso das campanhas militares.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1649848410/29ca364876527ddac131c2deeb470a0f/imagem.png" />
         <pubDate>2022-12-05 17:56:11 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rubenlourenco1063/u4o30aeidbcv7x0v/wish/2409548243</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A evolução das Poleis gregas</title>
         <author>rubenlourenco1063</author>
         <link>https://padlet.com/rubenlourenco1063/u4o30aeidbcv7x0v/wish/2409550764</link>
         <description><![CDATA[<div>Normalmente, porém, a evolução das <em>poleis</em> gregas não se detém na fase do predomínio dos aristocratas: progride, embora através de convulsões complexas (das quais se aproveitam muitas vezes indivíduos para se arrogarem um poder ilimitado: os tiranos), na direção de formas democráticas de governo do Estado. Por que esta evolução ulterior se deu pela primeira vez na Grécia, e não noutro país (por exemplo na Fenícia), não é fácil explicá-lo.</div><div>Sabe-se, no entanto, que teve um papel importante na sua determinação uma casta plutocrática formada por meio do comércio marítimo, na qual a forma prevalente de riqueza era mobiliária (navios, mercadorias, escravos), em vez de agrária, como na aristocracia tradicional.Talvez porque a própria configuração geográfica da Grécia favorecia o enriquecimento dos mais empreendedores através do comércio marítimo, para se dedicar ao qual não era preciso de início possuir grandes navios que pudessem enfrentar o mar alto, como era, pelo contrário, o caso dos navegadores fenícios. Isto não impedia, naturalmente, a parte mais progressista da aristocracia de se meter também em empreendimentos comerciais, vindo assim a participar, não só de novas formas de riqueza, mas também de uma nova mentalidade.</div><div>A classe plutocrática, abstraindo da origem dos indivíduos, achou útil, em várias ocasiões, apoiar-se nas classes mais modestas para combater o monopólio político da aristocracia de base agrária: o resultado foi um progressivo reconhecimento dos direitos políticos a todos os cidadãos livres, sem distinção de nascimento ou de riqueza.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1649848410/2b3a170870257ba2d9eb5c31df148f5f/imagem.png" />
         <pubDate>2022-12-05 17:57:45 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rubenlourenco1063/u4o30aeidbcv7x0v/wish/2409550764</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Os célebres Epinici de Píndaro</title>
         <author>rubenlourenco1063</author>
         <link>https://padlet.com/rubenlourenco1063/u4o30aeidbcv7x0v/wish/2409556697</link>
         <description><![CDATA[<div>Tanto pode considerar-se Hesíodo, num sentido bastante típico, um poeta democrático, como aristocrático foi um seu conterrâneo bastante mais tardio, Píndaro (nascido em Tebas, na Beócia, na primeira metade do século v a. C.). Este canta nos seus célebres <em>Epinici</em> (hinos «para depois da vitória») as glórias dos vencedores nos jogos pan-helénicos, esses jogos que representam um dos mais importantes elementos da união do povo grego: além dos Jogos Olímpicos, considerados tão importantes que serviam de ponto de referência para a contagem dos anos, eram célebres os Jogos Délficos, os Ístmicos e os Nemeus. Já em Homero, o valor atlético e a prática desinteressada do desporto estão associados à <em>areté</em> aristocrática; no tempo de Píndaro, que é o das Guerras Pérsicas, o atletismo é ainda quase um monopólio da aristocracia (devido a razões económicas e de tradição), ao passo que já o não são nem a guerra, nem a política. Por isso, o poeta encontra nas vitórias desportivas a melhor ocasião para exaltar, com religiosa solenidade, a <em>virtude</em> do atleta como reafirmação de uma antiga nobreza de estirpe, que remonta a uma nítida origem divina.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1649848410/237d8342d3a6ec213a5d86161617e04f/imagem.png" />
         <pubDate>2022-12-05 18:01:57 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rubenlourenco1063/u4o30aeidbcv7x0v/wish/2409556697</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Esparta e a Educação Espartana</title>
         <author>rubenlourenco1063</author>
         <link>https://padlet.com/rubenlourenco1063/u4o30aeidbcv7x0v/wish/2409557804</link>
         <description><![CDATA[<div>Entre o tempo de Hesíodo e o de Píndaro situa-se, como já dissemos, um período de intenso desenvolvimento económico e político das <em>paleis</em>. Já se ouve em Hesíodo o eco do progresso atingido pelas cidades marítimas da Ásia Menor, sobretudo da Jónia; Píndaro é a voz mais eloquente da reação aristocrática no momento em que se afirmavam novas tendências na mãe-pátria. Mas o mundo aristocrático estava morto, pelo menos nas suas formas tradicionais de domínio político absoluto: só sobreviverá renovando-se, quer num ideal de civismo superior, como em Atenas (de que falaremos mais adiante), quer numa espécie de desesperado racismo militarista, como em Esparta.</div><div>Esparta é, muitas vezes, considerada como o protótipo da cidade de governo aristocrático. No entanto, isso é só parcialmente exato. As diferenças entre os cidadãos, em Esparta, são menores do que noutro qualquer lugar. Porém, os cidadãos, isto é, os libertos com direitos políticos (os <em>espartanos</em>), são poucos, comparado com o número dos cativos que ainda gozam de uma certa liberdade civil (os <em>periecos</em>), ou dos reduzidos à condição de escravos ou de servos da gleba (os <em>ilotas</em>), que podem constituir uma restrita aristocracia guerreira, que invoca os direitos do sangue para justificar o seu despótico privilégio, pois se consideram os autênticos descendentes dos conquistadores dórios.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1649848410/c2fc92d708d4fa137e520e002104a2d9/imagem.png" />
         <pubDate>2022-12-05 18:02:46 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rubenlourenco1063/u4o30aeidbcv7x0v/wish/2409557804</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A Educação Ateniense</title>
         <author>rubenlourenco1063</author>
         <link>https://padlet.com/rubenlourenco1063/u4o30aeidbcv7x0v/wish/2409559411</link>
         <description><![CDATA[<div>A educação espartana encontrou muitos admiradores entre os literatos e os filósofos, mas conservou-se, na realidade, um fenómeno quase isolado no mundo grego. Bem mais representativa das características essenciais do espírito grego nos parece, pelo contrário, a <strong>educação ateniense</strong>, sobretudo pela sua capacidade plástica de se renovar e de evoluir, tanto em contraste com b estatismo conservador de que se comprazia Esparta. No século VII a. C., quando Esparta já era uma cidade esplendorosa e potente, Atenas era ainda uma pequena cidadezinha de economia rural e governo aristocrático, mas os seus contactos com as prósperas e dinâmicas colónias jónias da Ásia Menor aceleraram a evolução dos gostos e das ideias. Enquanto a aristocracia assimilava a maneira de viver requintada e luxuosa da Jónia, deve ter encontrado um eco, ainda que muito débil, entre os comerciantes, os artesãos, e sobretudo entre os camponeses, carregados de dívidas, aquela ideia da igualdade dos cidadãos perante a lei (a <em>isonomia</em>) que já se tinha substancialmente afirmado nas colónias orientais e que já influenciara, como vimos, a poesia de Hesíodo.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1649848410/ead0ea81eb805d9b0ccca700dc5dc1be/imagem.png" />
         <pubDate>2022-12-05 18:03:55 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rubenlourenco1063/u4o30aeidbcv7x0v/wish/2409559411</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Educação essencialmente privada</title>
         <author>rubenlourenco1063</author>
         <link>https://padlet.com/rubenlourenco1063/u4o30aeidbcv7x0v/wish/2409560571</link>
         <description><![CDATA[<div>A educação em Atenas era, pois, essencialmente privada, mas o Estado vigiava a sua eficiência: parece que já leis antigas obrigavam os pais a providenciar que os filhos aprendessem música e <em>ginástica</em>, e uma lei mais recente, atribuída a Sólon, exigia que todos os rapazes aprendessem o alfabeto e a natação.</div><div>Além disso, o Estado dava os ginásios (dirigidos por um magistrado chamado <em>gimnasiarca</em>), onde os jovens e os adultos continuavam a exercitar-se fisicamente e que constituíam também lugares de encontro e de conversação intelectual. Naturalmente, mais tarde a instituição do <em>efebato</em> foi também do Estado.O quadro que traçamos seria, todavia, insuficiente para nos explicar a formação completa do cidadão no século de <em>Pérides</em> se ao lado destes fatores institucionais da educação não considerássemos outros, indiretos, mas muito eficazes, como as cerimónias religiosas, os espetáculos teatrais e desportivos e sobretudo a frequência das assembleias e tribunais públicos, magníficas escolas de democracia em ação.</div><div>Ainda que completado desta maneira, o quadro da educação ateniense não dá notícia de uma educação profissional. Essa era dada na prática, naturalmente, pelo aprendizado de oficina, mas o trabalho manual era tido em muito pequena conta, sendo preponderante o ideal liberal, e nunca o profissional. Neste sentido, a democracia ateniense adotou o apreço aristocrático pelo lazer, isto é, pelo tempo de que cada um é livre de dispor para se cultivar pelo prazer da cultura (em grego <strong><em>scholé</em></strong>, donde veio escola), dando-lhe, porém, uma direção nova, não já predominantemente desportiva e guerreira, mas política. Para uma pessoa se ocupar de política precisava de ter tempo livre (não obstante no tempo de Péricles muitos cargos fossem remunerados).</div><div>Aristóteles chegará a lastimar que aqueles que fazem trabalhos manuais possam ser cidadãos livres, por não terem a possibilidade de se dedicarem à busca da verdade, necessária para atuar com justiça.</div><div>A educação ática não se estendia às raparigas, nem às mulheres, que viviam praticamente encerradas no gineceu (a parte da casa que lhes estava reservada). Na Jónia desenvolveram-se excecionalmente formas de educação feminina de requintado carácter literário, como em Lesbos, onde parece que a poetisa Safo cuidava da educação de um grupo de raparigas. Todavia, para se poder falar de educação feminina organizada é necessário esperar pelo Período Helenístico.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1649848410/aa81b45a21e8b373b5a3bb562c33293e/imagem.png" />
         <pubDate>2022-12-05 18:04:45 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rubenlourenco1063/u4o30aeidbcv7x0v/wish/2409560571</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
