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      <title>As obras de Filosofia by </title>
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      <description>Queres ler algo bem interessante? E que tal uma obra de Filosofia? Tens aqui algumas sugestões de leitura!</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-06-07 17:29:37 UTC</pubDate>
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         <title>Obra de Filosofia</title>
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         <description><![CDATA[<div>Título: A Filosofia Resolve&nbsp;<br>Autora: Margot Cardoso&nbsp;<br>Ano que a obra foi escrita: junho 2022&nbsp;<br>Resumo: Este livro mostra-nos como a Filosofia é importante no nosso dia a dia para nos ajudar a solucionar alguns problemas que nos deparamos ao longo da nossa vida. A cada página que lemos existe sempre uma solução filosófica para todos os tipos de problemas, a filosofia é como se fosse o nosso médico/médica para tratar todas as nossas doenças. Este livro responde a todas as nossas questões, utilizando a filosofia para enfrentarmos os desafios da nossa vida e por muitos anos, utilizando esta área do conhecimento. Através de alguns exemplos práticos de vários filósofos, vamos tendo conhecimento de alguns caminhos que nos podem ajudar em certas situações quotidianas, como “Como saber o que é certo e errado?”; “Porque não consigo agir de acordo com o que penso?” e “O que é isso da felicidade?”&nbsp;<br>Realizado por: Carolina Rodrigues Nº5 11ºA&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-21 17:09:45 UTC</pubDate>
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         <title>O Mundo de Sofia </title>
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         <description><![CDATA[<div>O mundo de Sofia é um livro sobre a historia da filosofia que nos apresenta um romance ficcional sobre uma rapariga de 14 anos chamada Sofia Amundsen, a historia passa se na decada de 90 na Noruega.<br>Nas veperas do seu aniversario a Sofia começa a receber cartas anonimas o que a deixa irritada pois em muitos momentos as cartas encaixam se com a sua vida. A medida que a trama acontece Sofia cria uma afeiçao com o escritor percebendo depois que esta realizando um curso de filosofia o que a faz ver o mundo de uma maneira diferente&nbsp; deixando assim a sua mae preocupada com a situaçao pois pensa que a sua filha tem um novo namorado.<br><strong>Janice varela n14 11G</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-21 17:25:10 UTC</pubDate>
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         <title>Por que fazemos o que fazemos?</title>
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         <description><![CDATA[<div><strong><em>Título: </em></strong>“Por que fazemos o que fazemos?”</div><div><strong><em>Autor:</em></strong> Mario Sergio Cortella</div><div>Escrito em 2016<br><br></div><div><strong><em>Resumo:<br></em></strong><br></div><div>Qual é o sentido de viver sem ter um propósito na nossa vida? Realmente estamos satisfeitos com o que fazemos?</div><div>No livro “Por Que Fazemos o Que Fazemos”, Cortella, conhecido por analisar questões sociais ligadas à filosofia na sociedade contemporânea, mostra-nos as respostas para estas e outras perguntas relacionadas com a importância de ter uma vida com propósito, motivação, valores, trabalho e fidelidade pessoal e profissional.<strong><br></strong>Ter um emprego de que não gostamos é bastante desesperador! <br>Cortella afirma que não adianta trabalhar apenas para o nosso sustento, sem um propósito, pois assim, cairemos no risco de ter um trabalho automático e monótono.<br>O filósofo explica também a diferença entre rotina e monotonia, sendo que aquilo que gera um enfado em relação ao quotidiano profissional é a monotonia, provocando alienação.<br>Para fugir desta automatização, o autor aconselha-nos a realizar trabalhos da nossa própria autoria, fazendo com que o nosso propósito, inovação e produtividade aumentem.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<br>Por fim no livro existe um último conselho: ter calma nas fases da vida mais difíceis e não nos precipitarmos a tomar decisões. Todas as conquistas exigem sacrifícios, e o sucesso, às vezes, é um processo demorado.<br><br><strong>&nbsp;Cláudia Alcobia, Nº3 11ºB</strong><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-21 17:32:35 UTC</pubDate>
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         <title>Viver em paz para morrer em paz</title>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Título:</strong> Viver em paz para morrer em paz<br><br></div><pre><strong>Autor:</strong> Mario Sergio Cortella</pre><div><br></div><div><strong>Ano em que foi publicado:</strong> 2017<br><br></div><div><strong>Resumo: </strong>&nbsp;“Se você não existe que falta faria?”. Cortella começa por referir as circunstâncias que desenvolveram o seu outro livro: “O que a vida me ensinou”, e lembrou-se de uma frase que ouvia em criança: “se eu não existisse, que falta faria?”, criando assim este livro. Nesta obra, o autor pretende fazer um questionamento sobre o que estamos a fazer em vida e discute sobre o que é importante nessa vida. Cortella aponta que não é ser famoso e nem acumular coisas e propriedades é importante e sim ser importante para alguém, por outras palavras, fazer falta para alguém. O livro faz-nos ir por caminhos e faz-nos pensar sobre as razões da existência.<br><br>Matilde Alves Nº20 11ºA</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-21 18:31:07 UTC</pubDate>
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         <title>À mesa com os filósofos </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Título: À mesa com os filósofos&nbsp;</div><div>Autor: Normand Baillargeon</div><div>Ano: 2017</div><div>Resumo: O livro retrata uma forma diferente de descrever a filosofia, onde a mesma se senta numa mesa glamorosa com lugares reservados para a ética, a estética, a epistemologia e a política. Durante a refeição, somos apresentados a um menu completo de vários filósofos, incluindo Kant, Peter Singer, David Hume, Alexandre Dumas e outros, em que cada um apresenta as suas crenças filosóficas acerca da alimentação. "O que devemos comemos", "será que a comida é arte", "os gostos alimentares são doutrinados ou subjetivos", "devemos comprar comida em comércio local ou em grandes superfícies", são todas perguntas que são questionadas ao pensar sobre alimentação e esclarecidas ao longo da obra por diversos filósofos.<br><br>Fernando Silva N°10 11°A</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-21 19:16:11 UTC</pubDate>
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         <title>Pense como um filósofo</title>
         <author>a20200488</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Título</strong>: "Pense como um filósofo" <br><strong>Autor</strong>: John Marshall<br><strong>Ano</strong>: 2022<br><br><br><strong>Resumo</strong>: Pense como um filósofo dá-nos uma visão geral das obras e das ideias que constituem a base da filosofia ocidental. Os escritos de Sócrates, Platão, Aristóteles, Tales e Heráclito ressoaram ao longo de milénios e continuam a influenciar a nossa vida nos dias de hoje. <br>A filosofia grega teve o seu papel na regeneração moral do mundo; bem como, em épocas posteriores, em todos os renascimentos e emancipações do seu pensamento. No vasto território da civilização grega e romana, a atividade dos filósofos e das escolas filosóficas foi eficaz na familiarização da humanidade com a reflexão e o questionamento.<br> Neste livro encontra-se uma apresentação dos princípios dos maiores pensadores da Antiguidade, a qual, dentro dos limites da brevidade, é simultaneamente autêntica e interessante: autêntica, porque se baseia nas obras originais; interessante, porque apresenta ao leitor, numa linguagem desprovida de tecnicismos, as grandes ideias sobre as questões mais importantes da vida.<br><br><br><strong>Gustavo Manso Nº9 11ºB</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-21 20:20:23 UTC</pubDate>
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         <title>O banquete</title>
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         <description><![CDATA[<div>Título: O banquete</div><div>Autor: Platão&nbsp;</div><div>Ano que foi escrito: 380 a.C.</div><div><br>Resumo: O banquete é um livro de diálogos de Platão que lhe foi atribuído e não ao seu mestre Sócrates.</div><div>No pano de fundo fala-se sobre sete discursos acerca do deus Eros, o deus do amor. Convocaram um encontro filosófico sobre o elogio ao deus Eros, sugerido por Erixímaco.</div><div>Os oradores foram: Fedro, Pausânias, Eríximaco, Aristófanes, Agaton, Sócrates e Alcibíades.<br><br></div><div><strong>Fedro: </strong>enaltece Eros por ser o mais antigo deus, pois traz diversas fontes de bem, que é o amor de um amante. De tudo o que o ser humano pode ter- vínculos do sangue, dignidade e riquezas- nada no mundo pode, como Eros, fazer nascer a beleza.</div><div><br></div><div><strong>Pausânias: </strong>o segundo a falar, critica o elogio a Eros, feito por Fedro, porque o deus Eros não é único, pois há o<em> </em>Eros Celeste e o<em> </em>Eros Vulgar. Para ele, qualquer ação realizada não é boa nem má. Para que uma ação seja boa, ela deve se fundamentar na justiça. O mesmo se dá com o amor. Atender ao Eros Vulgar é prender-se à ambição. Para atender ao Eros<em> </em>celeste, deve agir segundo os padrões da justiça e da beleza celeste.</div><div><br></div><div><strong>Erixímaco: </strong>o terceiro orador, educado nas artes médicas, quer completar o discurso de Pausânias, dizendo que o Eros não existe somente nas almas dos homens, mas em muitos outros seres: nos corpos dos animais, nas plantas que brotam da terra, em toda natureza. Para ele, a natureza orgânica comporta dois eros: saúde e doença, e que "o contrário procura o contrário". Um é o amor que reside no corpo; o outro é o que habita no corpo inseguro. Tal que a medicina, que procura a convivência entre os contrários, o amor deve procurar o equilíbrio entre as necessidades físicas e espirituais.</div><div><br></div><div><strong>Aristófanes: </strong>o quarto orador, começa o seu discurso enfatizando o total desconhecimento por parte dos homens acerca do poder de Eros. Para conhecer esse poder, ele diz que é preciso antes conhecer a história da natureza humana e, dito isto, passa a descrever a teoria dos <em>andróginos</em>, que é o mito da nossa unidade primitiva e posterior mutilação. Segundo Aristófanes, havia inicialmente três gêneros de seres humanos, que eram duplos em si mesmos: havia o gênero masculino masculino masculino, o feminino feminino feminino e o masculino feminino masculino, o qual era chamado de <em>Andrógino</em>.</div><div><br></div><div><strong>Agaton: </strong>o quinto orador, critica os seus antecessores, pois acha que eles enalteceram Eros sem contudo explicar a sua natureza. Ele diz: "Para se louvar a quem quer que seja, o verdadeiro método é examiná-lo em si mesmo para depois enumerar os benefícios que dele promanam". Diz, ao contrário de Fedro, que Eros é um deus jovem. Depois passa a enumerar as suas virtudes, ou seja, a justiça, a&nbsp; moderação e a potência desse deus.</div><div><br></div><div><strong>Sócrates: </strong>o sexto orador, considerado o mais importante dos oradores presentes, afirma que o amor é algo desejado, mas este objeto do amor só pode ser desejado quando lhe falta e não quando possui, pois ninguém deseja aquilo de que não precisa mais. Segundo Platão, o que se ama é somente "aquilo" que não se tem. E se alguém ama a si mesmo, ama o que não é. O "objeto" do amor sempre está ausente, mas sempre é solicitado. A verdade é algo que está sempre mais além, sempre que pensamos tê-la atingido, ela nos escapa entre os dedos.</div><div><br></div><div><strong>Alcibíades: </strong>o sétimo orador, procura muito mais fazer um elogio a Sócrates do que falar sobre o amor.<br><br>Érica Varela, 11B, n6</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-21 20:43:19 UTC</pubDate>
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         <title>K como Kolónia</title>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Título:</strong> K como Kolónia<br><strong>Autora:</strong>&nbsp; Marie-José Mondzain<br><strong>Ano de publicação:</strong> 2022<br><br><strong>Resumo:</strong> Esta obra parte das narrativas de Franz Kafka para discutir o poder político do imaginário colonial. Ao desconstruir a representação social de hoje, herdeira de um passado violento, Marie-José Mondzain entrega à ficção o seu dom político em alto grau. A autora consegue também dar nova vida aos textos de um autor judeu branco, que nunca pisou solo africano, prestando atenção à situação do negro na América.<br>Mediante a leitura de algumas passagens, o seu pensamento evolui num discurso claro, enchido de entusiasmo, contrariando de forma esperta a questão da colonização com a do antissemitismo (ódio contra os judeus), especialmente na maneira como uma máquina de guerra é uma outra forma de exploração capitalista.&nbsp; <br><br><strong>Trabalho por:</strong> Leonor Marcelino Nº15 11ºA</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-21 20:47:47 UTC</pubDate>
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         <title>O mundo que habita em nós</title>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Título</strong>: O mundo que habita em nós: Reflexões filosóficas e literárias para tempos (in)tensos<br><strong>Autor</strong>: Liliane Prata<br><strong>Ano que a obra foi escrita</strong>: 2019<br><br><strong>Resumo</strong>:<br>A jornalista e escritora Liliane Prata traz nos diversas reflexões filosóficas a partir dos assuntos que nos rodeiam no cotidiano. <br>Apartir de uma escrita delicada, a autora faz nos entender o “eu” em frente à grandeza da coletividade que chamamos de “nós”. Dessa forma, usamos&nbsp; a filosofia como ferramenta para compreender temas como ansiedade, medo, pressa, aparência e essência, o eu e o outro. <br>Tais reflexões são embasadas em citações literárias, poéticas e musicais, verdadeiras inspirações para quem lê. A obra é divida em quatro partes: 1. O "nós" que habita o "eu", 2. O apagamento do outro, 3. Muros e carências, e 4. O si mesmo no mundo.<br>“Espero que, após a leitura, você ganhe mais consciência de si mesma/si mesmo, aumente sua compreensão sobre as distâncias e os emaranhados entre você e as coisas, distinga com mais clareza o que quer daquilo que não quer para você, e sinta mais profundamente, com mais graça do que frustração, a experiência de estar vivo”.<br><br><strong>Trabalho por</strong>: Állyiá Farouq Suleman N2 11ºA<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-21 20:57:54 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>a20101378</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Título: </strong>Para além do bem e do mal<br><strong>Autor: </strong>Nietzsche<br><strong>Data da publicação: </strong>1886<br>( o livro foi originalmente publicado em Alemão)<br>O objetivo de Nietzsche era mostrar que os valores e a moral que seguimos, foram construídos ao longo da história da humanidade. Segundo o autor, o avanço da religião Católica representou uma inversão dos valores, com a “moral dos escravos", dos “fracos”.., tomando relevância para se tornar a medida do comportamento humano. Sentimentos como compaixão, humildade e amor ao próximo passaram a ser vistos como guia para o aperfeiçoamento individual, enquanto egoísmo, inveja e ambição perderam espaço, tornando-se traços indesejáveis. Nas palavras de Nietzsche :”Desde o começo a fé cristã significa sacrifício: sacrifício de toda a liberdade, de todo o orgulho, de toda a autoconfiança de espírito; ao mesmo tempo que é sujeição, autoescarnecimento e automutilação". Nietzsche critica autores que concedem virtudes elevadas para os homens. O autor nos diz que somos movidos, talvez de forma preponderante, pela ambição, egoísmo e arrogância. E que não há nada de mal em si para ser assim. Entretanto, como esses traços foram condenados pela nova moral e valoração, somos levados a disfarçá-los, usando "máscaras" na vida social, ou como nas palavras do autor, somos "muito artistas". Se por um lado essa inversão de valores favoreceu os segmentos "inferiores" da população, a parte "superior" foi espremida ao se deparar com restrições a possíveis ações: "despedaçar os fortes, arruinar as grandes esperanças, lançar suspeita sobre o prazer da beleza, colocar por terra tudo o que era autônomo, valoroso, conquistador e arrogante – todos os instintos naturais do tipo “homem” mais elevado e bem-sucedido – foram lançados na incerteza, no tormento de consciência, autodestruição”.Essa transição de valores e morais recebe enorme atenção durante a obra, sendo um dos principais traços de toda a obra de Nietzsche.<br><br><strong>Feito por: Leonor Pereira, 11G, n 19</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-22 17:11:44 UTC</pubDate>
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         <title>A Condição Humana</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Título: A Condição Humana<br>&nbsp;Autora: Hannah Arendt<br>&nbsp;Ano de publicação:1958</div><div>Resumo:<br>&nbsp;A obra fala-nos da perspetiva de Hannah Arendt sobre a condição humana, Segundo a autora, a condição humana é o modo de vida que os seres humanos impõem a si próprios para sobreviver; são as condições que constituem a existência humana, sendo que as condições mudam dependendo do local ou do momento histórico onde o indivíduo está inserido. Cada indivíduo pode ser condicionado de duas maneiras: por a própria ação, por a imaginação e pelos sentimentos, ou pela cultura, amigos, família e outros fatores externos.<br><br> Esta obra é um relato histórico e filosófico da existência humana em sociedade, desde a Grécia Antiga até a Europa moderna, muitas vezes comparando-as, a fim de compreender melhor a sua evolução. <br>&nbsp;Um dos grandes objetivos da autora na obra é discutir as possibilidades da <em>vita activa (</em>conceito grego onde o homem não deve apenas subsistir, mas viver plenamente, interagindo com os seus pares e influenciando as mudanças do mundo) na atualidade.</div><div><br>&nbsp;Hannah Arendt, nesta obra dividiu a condição humana em três áreas:</div><div>-Labor: é mencionado na obra como força de trabalho, necessário à sobrevivência do indivíduo e da espécie humana, sendo um pré-requisito para o trabalho, uma vez que são necessários energia e força para trabalhar.</div><div>-Trabalho: atividades laborais para transformar coisas naturais e artificiais. Permite a criação de objetos e a transformação de elementos da natureza.</div><div>-Ação: A necessidade do homem viver entre os seus semelhantes. A ação era a única que consistia na junção de vários homens e permitia o processo de descoberta própria.</div><div>&nbsp;<br>&nbsp;Labor, Trabalho e Ação estão ligados ao conceito <em>Vita Activa</em>.</div><div>&nbsp;</div><div>A autora critica o mundo moderno, a partir da forma como os gregos antigos posicionavam as 3 áreas de atividade nos campos público, privado, político e social.<br>&nbsp;<br>Com o livro a autora quer demonstrar que o trabalho não é essencial para o ser humano sendo essa a resposta do processo cultural. A autora reforça dizendo também que o homem, quando age, deixa de ser escravo das necessidades, deixando para trás o labor e o trabalho, para finalmente ser livre.</div><div>&nbsp;</div><div>Para concluir, duas das ideias essenciais da autora são: o Homem torna-se dependente daquilo que produz e ao tornar-se dependente torna-se condicionado - justificando o título do livro – o que nos leva a questionar, quais as condições que o homem se impõe e às quais se submete para permanecer em sociedade e para viver em coletividade.</div><div><br>Mariana Ramos nº21 11ºD</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-22 20:25:03 UTC</pubDate>
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         <title>Silêncio: Na era do ruído</title>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Título:&nbsp; </strong>Silêncio: Na era do ruído<br><strong>Autor: </strong>Erling Kagge<br><strong>Data da primeira publicação:</strong> 2016 (publicado inicialmente em norueguês)<br><br><strong>Resumo: </strong>&nbsp;<br><strong>"O que é o silêncio? Onde pode ser encontrado? Porque razão é mais importante do que nunca?"</strong><br>Erling Kagge diferencia-se de outros filósofos ao utilizar as suas extraordinárias experiências de vida, para simplificar a sua concepção de silêncio, que é um tema negligenciado e subestimado no nosso dia a dia. <br>O autor recorreu à repartição do livro em 33 tentativas de resposta a estas 3 perguntas, explorando, assim, os diferentes significados do silêncio na sua perspectiva pessoal. Ao intercalar o tema com a sua ida ao polo sul, revela como estava completamente desconectado do mundo, alterando-se intensamente a forma de como ouve, vive, sente e absorve o silêncio e o ruído.<br>Kagge, com este livro, pretende refletir e esclarecer às pessoas que o silêncio não é concretamente uma ausência de ruído, mas, sim, estas procurarem saber encontrar o silêncio mesmo com todo o barulho em volta. Para reforçar as suas ideias, o autor, utiliza alguns conceitos filosóficos de Kant, Pascal, Wittgenstein, entre outros filósofos, levando, também, a outras reflexões a respeito de alguns temas paralelos como a tecnologia, a solidão, o luxo, a arte, a música, etc.<br>Para além disso, o autor, comenta sobre a leitura poder ser um dos únicos momentos no quotidiano, em que, aos estarmos desligados do mundo e concentrarmo-nos apenas no livro, encontramos o verdadeiro silêncio, com capacidade para assim refletir. <br>Em suma, este livro apresenta uma linguagem de reflexão simples e informal o que torna a leitura mais vantajosa, por ser mais acessível e compreensível. Kagge, estabelece com facilidade, o tema do silêncio e do ruído com noções filosóficas e temas contemporâneos.<br><br><strong>Trabalhado realizado por:<br></strong>Lara Bernardino nº17 11ºG<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-22 21:38:05 UTC</pubDate>
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         <title>Felicidade ou Morte </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Título: Felicidade ou morte <br>Autores: Clóvis de Barros Filho e Leandro Karnal.<br>Ano de publicação: 2016<br>Este livro basicamente retrata um diálogo entre os autores do mesmo, em que se busca um melhor entendimento sobre o que representa felicidade para a sociedade atual e o que este conceito significou em diferentes épocas da história da humanidade.<br>&nbsp;No início do livro Clóvis, começa por fazer-nos refletir que só reconhecemos a felicidade somente quando ela está em falta, ou seja, é apenas em momentos de tristeza que nos lembramos dos momentos felizes de nossas vidas. Diz-nos também que os momentos de felicidade são curtos períodos de tempo vividos por nós, mas que são de grande intensidade e, justamente por isso, nos servem de referência para buscá-los novamente.<br>&nbsp;Já Leandro usa o exemplo do salmão (peixe) e verifica que a vida deste é condicionada praticamente a uma só atribuição: servir a cadeia alimentar. Os salmões nascem, reproduzem-se e tornam-se comida para ursos. Diante disso, mesmo apesar da vida desse animal ser totalmente estruturada para fins já definidos, exteriores a ele, não há no mundo, um só salmão deprimido ou melancólico.<br>Este exemplo de conformismo não acontece em nós, porque temos interiorizado nas nossas mentes, a intensa necessidade de desejar, ou seja, temos a percepção de que sempre nos falta algo, material ou sentimental, a ser desejado. O ato de desejar, portanto, faz com que sintamos um vazio eterno, pois os&nbsp; nossos desejos são sempre renováveis. De forma geral o ser humano nunca está feliz com o que tem, “ quer sempre mais, mais e mais”.<br>No entanto, para finalizar,&nbsp; Clóvis e Karnal compactuam os seus pensamentos de que não devemos sofrer ou seja pagar penitencias para sermos felizes. Não precisamos trabalhar anos de nossas vidas para termos apenas uma semana de férias em uma praia; e não devemos trabalhar a semana toda à espera de nos deliciarmos somente nas noites de sexta-feira, por exemplo. O que é enfatizado por eles, portanto, é que o nosso dever, é buscar a nossa felicidade no aqui e agora. Devemos parar de procurar justificativas para os nossos sofrimentos, para não aumentar as expectativas em relação ao futuro, que não nos pertence ainda, e para atenuar o amargo que talvez o passado possa ter deixado nas nossas lembranças. Dito isso, o livro deseja que seus leitores sejam felizes. Ou morram tentando…<br><strong>Nswany de Jesus&nbsp;<br>11º A&nbsp;</strong></div><div><br><br></div><div><br><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-23 09:58:03 UTC</pubDate>
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         <title>Crítica da razão pura</title>
         <author>gabsleit</author>
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         <description><![CDATA[<div>Título: Crítica da razão pura<br>Autor: Kant<br>Ano de publicação: 1781<br><br>No início do livro, Kant esclarece a diferença entre "juízos sintéticos" e "juízos analíticos" na base de seu sistema; A primeira é o julgamento que alcança um novo conhecimento combinando diferentes informações. Este último refere-se a quebrar o mesmo objeto em seus componentes para que suas partes fiquem mais claras, mas nada mais sai, exceto o que estava anteriormente no próprio objeto. No que diz respeito aos juízos "sintéticos" e "analíticos" a posteriori, Kant não coloca nenhum problema. Assim, Kant percebeu que essas duas ciências eram capazes de elaborar a priori "juízos sintéticos" justamente porque se preocupavam com as leis que regem o conhecimento, abrindo mão de qualquer experiência para verificar suas descobertas.<br>Kant inicia seu pensamento crítico já em sua tese de 1770, mas após 11 anos de silêncio bibliográfico, inicia a Crítica da Razão Pura, que contém uma reflexão sobre a possibilidade de todo conhecimento e dá uma resposta aos empiristas, especialmente David Hume. Ele foi uma das inspirações para os racionalistas alemães Leibniz e Wolff.<br>Depois da estética, Kant passa à análise de como o dado na experiência se organiza nas relações que compõem o conhecimento. Estas são as categorias do entendimento que são determinadas pela razão pura e que podem formar o conhecimento ao serem preenchidas com a matéria da experiência.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-23 16:10:11 UTC</pubDate>
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         <title>Fédon</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Título:</strong> Fédon<br><strong>Autor: </strong>Platão<br><strong>Ano: </strong>Século IV a.C. Foi pela primeira vez traduzido do grego para o latim por Henry Aristippus, em 1155.<br><strong>Resumo: </strong>Este diálogo de Platão situa-se na última reunião de Sócrates com alguns dos seus discípulos. Sócrates já havia sido julgado e condenado pelo tribunal de Atenas e aguardava a execução da pena-envenenamento por cicuta na cadeia. No dia da execução, Fédon, um de seus seguidores, ouviu de Sócrates uma reflexão sobre a imortalidade da alma.<br>Sócrates divide corpo e alma como duas partes de um mesmo ser. Partes complementares, porém distintas uma da outra. Ao corpo pertencem as sensações, logo este&nbsp; atrapalha a alma a conhecer a verdadeira natureza das coisas. Dessa forma, apenas os filósofos conhecem realmente o sentido da existência, e por procurar a verdade nas coisas estão prontos para a morte, que seria, na verdade, um novo começo junto da sabedoria.</div><div>O argumento de Sócrates é comprovado através de frases concisas e de perguntas retóricas. Se o filósofo passa a sua existência inteira em busca da sabedoria, se ele busca habituar a alma a manter-se afastada das sensações que o corpo lhe proporciona, e considerando que a morte é a etapa que verdadeiramente separa o corpo da alma, e que esta irá encontrar a sabedoria pura após o desenlace com o corpo, porque então o filósofo irá temer a morte?&nbsp;<br>Outra temática abordada neste diálogo é a teoria dos contrários, na qual Sócrates afirma que tudo o que existe vem do seu contrário, e que depois da sua existência volta a ser esse contrário. Assim, o que é vivo veio do que estava morto. Dessa forma, Sócrates tenta comprovar para os seus interlocutores que a alma, sendo parte integrante do ser, mas distinta do corpo, após a morte desse ser, voltará para um lugar onde ficará perto dos deuses e da sabedoria para depois voltar a compor-se com um corpo nesse plano de existência.<br>Sócrates também versa sobre a sua teoria das Ideias. A partir dela, o pensador declarou que a realidade mais fundamental é composta de ideias ou formas abstratas, mas inteligíveis.<br>Para Platão, estas ideias eram os únicos objetos capazes de oferecer o verdadeiro conhecimento.<br>Já no final do diálogo, Sócrates explica aos seus ouvintes para onde as almas, boas e más, são levadas: para Aqueronte, um rio que representa o paraíso; ou para Cocito, um rio que representa o inferno. Além disso há o mar chamado Tártaro que representa o purgatório.<br>Por tudo isto, Sócrates enfrenta a morte com alegria e não com tristeza.&nbsp;<br>João Mateus, nº14,  11ºA</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-23 16:14:29 UTC</pubDate>
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         <title>Meditações</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><div><strong>Título:</strong> Meditações<br><br></div><div><strong>Autor:</strong> <strong>Marco Aurélio<br></strong><br></div><div><strong>Ano de publicação: 1559<br></strong><br></div><div><strong>&nbsp;<br></strong><br></div><div>Considerado uma das principais obras da filosofia estoica, o livro <strong>“Meditações”</strong>, é uma série de 12 livros com notas pessoais, escritas em grego, do imperador romano <strong>Marco Aurélio</strong>. Usando o estoicismo como fonte de orientação e autoanálise, Marco Aurélio faz um diálogo interior em busca de verdades fundamentais por meio da razão, sem deixar de lado a sensibilidade.<br><br></div><div><strong>O livro </strong>apela às ordens universais e faz observações sobre a aceitação da morte e debate sobre a existência ou não de Deus. Sem se apegar a qualquer fé religiosa, demonstra acreditar em algo maior para justificar que até os maus acontecimentos ocorrem para o bem de todos.<br><br></div><div>Pelo seu caráter íntimo, a obra tornou-se um dos escritos mais reveladores e inspiradores sobre o pensamento de um grande líder. As ideias estoicas do imperador Marco Aurélio giram em torno do objetivo de alcançar o autoconhecimento, que por si nos proporciona o controle das habilidades emocionais, as quais, segundo o autor, libertam o homem das dores e dos prazeres do mundo material. A única maneira de alguém ser atingido por outra pessoa seria permitir que a sua reação tomasse conta de si.</div><div>Assim, ao assumir o papel de filósofo que dá conselhos ao amigo, um dos maiores imperadores do mundo antigo faz das suas reflexões um manual de comportamento relevante até aos dias atuais, de como podemos melhorar o nosso comportamento e relacionamento com o próximo.</div><div>Por fim, a obra ensina sobre as virtudes, a felicidade, a morte, as paixões e a harmonia com a natureza e a aceitação das suas leis. E deixa a dúvida: é possível uma reflexão sobre a moral apartada de valores religiosos?</div><div>&nbsp;</div><div>Inês Nobre nº12, 11ºA</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-23 18:06:46 UTC</pubDate>
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         <title>Para Além do Bem e do Mal</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Título: <em>Para Além do Bem e do Mal<br></em>Autor: Friedrich Nietzsche</div><div>Ano de publicação: 1886<br><br>Resumo: O livro está dividido em 9 partes, estas abordam assuntos como: a influência dos preconceitos populares no trabalho do filósofo; a conceituação nietzscheana de liberdade e espírito livre e a sua expectativa sobre a filosofia do futuro; a essência do <em>homini religiosi</em>, as suas diversas facetas e seu comportamento frente à ciência; a análise da moral corrente; análise da filosofia e da ciência da época, um ensaio sobre a condição política da Europa e critica o nacionalismo e o antissemitismo. Nietzsche escreve também sobre o "problema" da miscigenação entre as raças europeias, mostrando expectativas vagas "na criação de uma nova raça que venha a governar a Europa", por fim o livro também retrata o que Nietzsche chamava "moral aristocrática" as suas nuances e seu contraste com a moral cristã, que foi tão atacada em vários das suas obras.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-23 18:24:34 UTC</pubDate>
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         <title>A Ordem do Tempo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; <strong>Título:</strong> A Ordem do Tempo<br> <strong>&nbsp;Autor:</strong> Carlo Rovelli</div><div><strong>&nbsp; Data de publicação</strong>: 10 de setembro de 2018<br>Escrito no mesmo tom poético do bestseller "Sete Breves Lições de Física", este livro apresenta uma nova interpretação dos mistérios do tempo de forma extraordinariamente inteligente.<br>Porque nos lembramos do passado e não do futuro? O que significa o "fluxo" do tempo? Nós existimos no tempo ou o tempo existe dentro de nós? Numa prosa lírica e acessível, Carlo Rovelli convida-nos a refletir sobre estas questões. Todos experimentamos o tempo, mas, quanto mais os cientistas aprendem e investigam sobre ele, mais misterioso permanece. Pensamos no tempo como uniforme e universal, movendo-se continuamente do passado para o futuro, medido por relógios.<br>Carlo Rovelli rompe com estas suposições, uma a uma, revelando um universo estranho no qual, no nível mais fundamental, o tempo desaparece. Unindo ideias da Filosofia, da Ciência e da Literatura, o autor sugere que a nossa perceção de fluxo do tempo depende da nossa perspectiva, da estrutura do nosso cérebro e das nossas emoções, mais do que do universo físico.<br><br>Madalena Madeira nº21 10G<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-23 19:33:41 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Título: Reivindicação dos direitos da mulher<br><br></div><div>Autor: Mary Wollstonecraft<br><br></div><div>Ano de publicação: 1792<br><br></div><div>Resumo: Mary Wollstonecraft foi uma pioneira no mundo da filosofia ao escrever um dos primeiros livros de filosofia feminista. Este livro é uma crítica aos teóricos da educação e política do século XVIII, que pensavam que as mulheres não deviam ter acesso à educação, pois as mesmas deviam ter uma educação compatível com o papel que vão desempenhar na sociedade, que as mulheres desempenham um papel essencial na sociedade, educando os seus filhos. A autora pensa que as mulheres são também seres humanos, e que merecem ter os mesmos direito e acesso às mesmas coisas que os homens.<br>Trabalho realizado por: Guilherme Lopes 11ºG, nº13<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-24 09:03:18 UTC</pubDate>
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         <title>A República, Platão</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><sub>Título:</sub></strong><sub> A República<br></sub><strong><sub>Autor:</sub></strong><sub> Platão<br></sub><strong><sub>Data de Publicação:</sub></strong><sub> 380 a.C.</sub><br><br><strong><sup>Resumo:</sup></strong></div><div><sup>A República de Platão foi um dos livros mais importantes do filósofo. O grande tema debatido no livro é sobre o conceito da justiça. É narrada em primeira pessoa por Sócrates, a personagem principal, e desenvolve-se em redor da tentativa da definição desse conceito entre Sócrates e os seus interlocutores. Platão discorre acerca características dos diferentes regimes políticos e a proposta do próprio, de uma cidade ideal, designada como "</sup><em><sup>Kallipólis"</sup></em><sup>, que significa "cidade bela". Para avaliar os regimes, desenvolve um paralelo entre o ser humano e a cidade.&nbsp;<br>Nesta obra, como já referido, é idealizada uma cidade ideal, dividida em três partes:<br>1.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;A primeira classe de cidadãos seria dedicada às ações mais triviais relativas ao sustento da cidade, como o cultivo da terra, o artesanato e o comércio. Os responsáveis por essas atividades seriam aqueles que possuíssem na constituição da sua alma, o feno, o ferro e o bronze.</sup></div><div><sup>2.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Os cidadãos de segunda classe seriam um pouco mais hábeis por possuírem prata na mistura das suas almas. Estes, chamados de guerreiros, protegeriam a cidade e constituiriam o exército e seus auxiliares na administração pública.</sup><br><sup>3.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;A terceira classe de cidadãos, mais nobres, estudaria por cinquenta anos, dedicar-se-iam à razão e ao conhecimento, e constituiriam a classe dos magistrados. A estes caberia a responsabilidade de governar a cidade, pois só eles teriam toda a sabedoria que a arte da política exige.</sup><br><sup>Existem cinco partes importantes: <br></sup><strong><sup>1.</sup></strong><sup>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;O livro I é uma espécie de prólogo em cujo o problema da justiça é colocado em termos mais simples. A este problema, inúmeras soluções são propostas: a da gente do bem, a dos sofistas etc. – sendo fácil demonstrar as suas insuficiências.&nbsp;</sup></div><div><sup>&nbsp;</sup><strong><sup>2.</sup></strong><sup>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Os livros II, III e IV tem como objetivo definir a justiça, analisando-a na cidade perfeita. Como não se encontra tal cidade nem na história, nem na realidade, cumpre encaixá-la completamente na imaginação.</sup></div><div><strong><sup>3.</sup></strong><sup>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Os&nbsp; livros V, VI e VII, estuda-se detalhadamente a sua organização, o seu governo, as qualidades requeridas aos seus magistrados, e estabelecer-se-á, para a formação destes últimos, um plano completo de educação.</sup></div><div><sup>&nbsp;</sup><strong><sup>4.</sup></strong><sup>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Nos livros VIII e IX, vemos que as vantagens da justiça não assumirão todo o valor se não forem opostos aos malefícios provenientes da injustiça. Depois de&nbsp; descrita a cidade justa, é necessário, correr os olhos sobre as cidades injustas e estudar os males que as conduzem à ruína.&nbsp;</sup></div><div><sup>&nbsp;</sup><strong><sup>5.</sup></strong><sup>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;No livro X, após desfrutar da felicidade que a posse da sabedoria proporciona neste mundo, a alma justa, receberá, nos Campos Elísios, recompensas dignas da sua natureza, e prosseguirá na via ascendente ao seu imortal destino.&nbsp;<br></sup><br></div><blockquote><strong><sup>Platão</sup></strong><sup> acredita que a </sup><strong><sup>justiça é a maior de todas as virtudes</sup></strong><sup> e compreende que, para que se possa praticá-la, é necessário defini-la.&nbsp;</sup></blockquote><div><br>Trabalho de Maria Saldanha<br>11.º A, Nº. 19</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-24 10:34:33 UTC</pubDate>
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         <title>O Processo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/elisabetesantos5/u47h2kjrm3m9kyo9/wish/2311430287</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Título:</strong> O Processo<br><strong>Autor: </strong>Franz Kafka <br><strong>Ano de publicação:</strong> 1925<br><br>Josef K. é um funcionário exemplar que ocupa um cargo de elevada importância num banco muito prestigiado. Era extremamente empenhado e competente, o que o levou a subir na carreira rapidamente.&nbsp;<br><br>No dia em que celebra 30 anos de vida, Josef acorda e é detido na sua própria casa por dois agentes da lei. Atrapalhado por estar a ser detido injustamente, tenta entrar em contacto com os superiores dos agentes, porém em vão, pois nem os superiores esclarecem o que está a&nbsp; acontecer e apenas o aconselham a aguardar um telefonema do tribunal que irá notificá-lo àcerca da sua primeria audiência.<br><br>Ainda que detido, Josef K. encontra-se em liberdade e vive a sua vida normal mas agora com a preocupação de estar a ser processado anonimamente por um motivo que desconhece completamente.&nbsp;<br><br>À medida que o tempo avança, o sujeito vai percebendo que todos os que o rodeiam estabelecem algum tipo de relação com o tribunal, incluindo os seus colegas de trabalho<br><br>E assim segue a vida de Josef K., detido sem qualquer justificação procurando a resposta a um problema insolucionável.<br><br>Simão Coelho  nº25  11ºA</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-24 10:37:09 UTC</pubDate>
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         <title>A carta sobre a tolerância </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Título:&nbsp;</strong>A carta sobre a tolerância <br><strong>Escritor:</strong> <em>John Locke</em><br><strong>Data em que foi publicado:</strong> 1689<br><br>O <strong>livro</strong> foi originalmente publicado em 1689 e a sua publicação inicial foi em latim, tendo sendo imediatamente traduzido para outras línguas. O trabalho de Locke surgiu num ambiente de receio de que o catolicismo pudesse estar a dominar Inglaterra.<br><br><strong>Resumo do livro:<br></strong>A obra de Locke responde ao problema da religião e do governo propondo a tolerância religiosa como resposta. Esta "carta" é dirigida a um "Honrado Senhor" anônimo, este era na verdade um amigo íntimo de Locke, Philipp van Limborch, que a publicou sem o conhecimento de Locke.&nbsp;<br>Locke defende nesta carta que as ações dos cidadãos, principalmente as religiosas, devem ser defendidas pelo Estado, desde que essas ações não contrariem a sua função principal: defender a vida, a liberdade e a propriedade. A reivindicação por tolerância tem como pressuposto a separação entre Estado e Igreja, ideia revolucionária para o cenário político de então.Carta sobre a tolerância foi redigida em latim durante o exílio político de Locke na Holanda sob o título de Epistola de tolerantia, e no mesmo ano traduzida para o inglês por William Popple ( A Letter Concerning Toleration, 1689).<br><br>Mariana Baeta 11ºB, Nº20<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-24 10:41:51 UTC</pubDate>
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         <title>Metafísica</title>
         <author>a20120526</author>
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         <description><![CDATA[<div>Título original: τὰ μετὰ τὰ φυσικά (o rescaldo, claro)<br>Autor: Aristótles<br>Ano de publicação: 1999 por Green Lion Press<br><br><br>Resumo: "Todos os homens por natureza são acionados com o desejo do conhecimento", declarou Aristóteles. As obras do filósofo são fundamentais para a história da ciência, e o seu tratado sobre a metafísica, ou "primeira filosofia", é dividido em secções sobre pensamento e teorias filosóficas anteriores. Uma refutação do ceticismo; uma demonstração da existência de Deus; um exame da relação da metafísica com as outras ciências; uma elucidação da natureza do infinito; e outras grandes questões filosóficas. O tema central consiste num inquérito sobre a forma como a substância pode ser definida como uma categoria de ser. Aristóteles define a substância como realidade final, uma vez que a substância não pertence a nenhuma outra categoria de ser, e porque a substância serve de base para todas as outras categorias de ser. O filósofo também define a substância como uma realidade subjacente, ou como o substrato de todas as coisas existentes. Também descreve a substância como realidade formal e material, e discute a relação entre potencialidade e realidade. Um excelente exemplo do método dialético de Aristóteles, que explica opiniões fiáveis em vez de verdades conhecidas, este trabalho oferece uma introdução à metafísica clássica.<br>João Amaral 11ºA</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-24 10:47:36 UTC</pubDate>
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         <title>O Príncipe</title>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Título:</strong> O Príncipe<br><strong>Autor:</strong> Nicolau Maquiavel<br><strong>Data: </strong>Foi escrito em 1513, tendo a sua primeira publicação 1532<br><br>O livro está dividido em 26 capítulos e em uma dedicatória a Lourenço II de Médici, novo regente de Florença, apresentando pormenores da época (XVI).&nbsp;<br>Maquiavel tem como principal intenção neste livro, descrever várias maneiras de conduzir negócios públicos externos e internos, ensinando assim aos príncipes como chegar ao poder e não perdê-lo.<br>"O Príncipe", também é conhecido como o manual do político, pois diz-se que qualquer político, mesmo não tendo lido o livro, aplica-o no seu dia a dia.<br>Resumidamente, Maquiavel escreveu este livro de forma a ensinar governadores, políticos e príncipes, a estarem sempre no auge do poder, sem nunca o perder, apresentando factos reais da época, que ainda se refletem nos dias atuais.<br><br>Joana Pereia 11ºD nº14<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-24 10:51:11 UTC</pubDate>
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         <title>Assim Falou Zaratustra </title>
         <author>a20120467</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Título: </strong>Assim Falou Zaratustra<strong><br>Autor: </strong>Friedrich Nietzsche<br><strong>Data da primeira publicação: </strong>1883<br><br><br><strong><em>Assim falou Zaratustra: um livro para todos e para ninguém</em></strong>&nbsp; é um livro&nbsp; escrito entre 1883 e 1885 pelo filósofo alemão Friedrich Nietzsche, que influenciou significativamente o mundo moderno. O livro foi escrito originalmente como três volumes separados em um período de vários anos. Depois, Nietzsche decidiu escrever outros três volumes, mas apenas conseguiu terminar um, elevando o número total de volumes para quatro. Após a morte de Nietzsche, ele foi impresso em um único volume.<br><br><strong>Resumo:&nbsp;</strong>O livro narra as andanças e ensinamentos de um filósofo, que se autonomeou Zaratustra após a fundação do Zoroastrismo na antiga Pérsia. Para explorar muitas das ideias de Nietzsche, o livro usa uma forma poética e fictícia, frequentemente satirizando o Velho e Novo Testamento.<br>O centro de Zaratustra é a noção de que os seres humanos são uma forma transicional entre macacos e o que Nietzsche chamou de <em>Übermensch</em>, literalmente "além-do-homem", normalmente traduzido como "super-homem".<a href="https://www.wikiwand.com/pt/Assim_Falou_Zaratustra#citenote1"><sup><br></sup></a>Amplamente baseado em episódios, as histórias em Zaratustra podem ser lidas em qualquer ordem. Zaratustra contém a famosa frase "Deus está morto" embora essa também tenha aparecido anteriormente no livro <em>A Gaia Ciência,</em> de Nietzsche, e, antes ainda, em diversas obras de Georg Hegel.<br>Os dois volumes finais não terminados do livro foram planejados para retratar o trabalho missionário de Zaratustra e sua morte.<br><br>Daniel Inácio 11ºA<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-24 11:24:23 UTC</pubDate>
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         <title>O Ser e o Nada</title>
         <author>a20101316</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Título: </strong>O Ser e o Nada<br><strong>Autor:</strong> Jean-Paul Sartre<br><strong>Ano de publicação:</strong> 1943<br><br><strong>Resumo:</strong> Este livro tem cerca de 784 páginas e é baseado no livro Ser e Tempo de Martin Heidegger e tem como foco principal definir a consciência como transcendente. O mesmo é uma análise do Ser na sua mais pura essência. Sartre acredita que nós, como Seres, apenas "sabemos que sabemos", isto é, que apenas temos consciência daquele saber. Com este livro, o autor dá-nos a entender que a liberdade é um fardo e, com isto, diz que o Homem está condenado a ser livre e que somos nós os responsáveis pelo nosso destino. Ele diz também que o que nos define não é dado à priori, porém decorre das escolhas que fazemos, ou seja, primeiro existimos e só depois é que nos definimos. A consciência é a consciência de algo logo, a mesma não é nada enquanto não visa algo fora de si. A consciência humana é caracterizada por ser a permanente projeção do exterior e daí surgem os conceitos filosóficos de angústia e de "má-fé".&nbsp;<br><br>Margarida Silva 11ºD</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-24 14:30:04 UTC</pubDate>
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         <title>História da Filosofia Sem Medo Nem Pavor</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Autor: Fernando Savater&nbsp;<br>Resumo: Este livro foi escrito por um filósofo espanhol, que tem como objetivo atrair o interesse dos mais jovens para mais perto da filosofia. Vem-nos mostrar que grande parte das questões filosóficas já nos atormentaram em algum momento da nossa vida e que não passam de “inquietações de espíritos irrequietos, movidos pela admiração perante o mistério das coisas.”&nbsp;</div><div>Esta obra relata-nos diferentes histórias que no fundo têm como objetivo desmistificar o “bicho de sete cabeças” em que tornamos a filosofia, esclarecendo e normalizando as questões filosóficas.&nbsp;<br><br>Carolina Barreiras 11ºD<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-24 23:14:33 UTC</pubDate>
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         <title>A Utopia</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Título: </strong>A Utopia&nbsp;</div><div><strong>Autor:</strong> Thomas More (1478-1535)&nbsp;</div><div><strong>Data de publicação:</strong> 1516 <br><br><strong>Utopia</strong> é uma palavra grega que significa<strong> "lugar nenhum"</strong>, ou seja, um lugar que não existe na realidade, e foi usada como título do livro do escritor Thomas More para apontar a sociedade ideal. <br><br><strong>Resumo da obra:</strong> <br>&nbsp; O livro está divido em duas partes.<br>Na primeira, o autor relata que viaja para Antuérpia, como embaixador da Inglaterra, e acaba por se reencontrar com o seu amigo Peter Giles, o qual o apresenta a Raphael Hythloday. Raphael é um filósofo e um grande viajante do mundo e foi em direção ao Novo Mundo que Hythloday descobriu a ilha de Utopia. Durante o diálogo entre eles, há uma discussão sobre diversos aspetos sociais da época, onde Raphael pinta um retrato sombrio e realista da Inglaterra e denuncia as suas injustiças sociais e políticas. <br>A segunda parte consiste numa descrição detalhada dos aspetos físicos, sociais e culturais da ilha de Utopia por Hythloday. Ele acredita que esta é uma sociedade superior a qualquer outra na Europa. <br><br><strong>Descrição de Utopia: </strong><br>Utopia é uma ilha em forma de meia-lua onde estão integradas cinquenta e quatro cidades. Estas possuem uma linguagem, leis, costumes e instituições idênticos. &nbsp;<br><br></div><div><strong>Trabalho realizado por:</strong>&nbsp;</div><div>&nbsp; Matilde Gomes N22 11ºD&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-24 23:24:34 UTC</pubDate>
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         <title>Sobre a brevidade da vida </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Titulo: Sobre a brevidade da vida<br>Autor: Séneca&nbsp;<br>Escrito em: 49 d.C.<br>Idioma original: Latim<br><br>Resumo:<br>"Sobre a brevidade da vida" é um ensaio moral composto por Séneca. Neste livro o filósofo levanta diversas questões, principalmente sobre a natureza do tempo. Segundo Séneca a natureza concede o tempo necessário a cada indivíduo para que ele/ela possa realizar o que realmente é importante na vida, portanto exigindo que cada ser humano organize bem o seu tempo. Este livro também nos diz que Séneca considerava uma grande tragédia chegar ao fim do nosso tempo e senti-lo desperdiçado.<br><br>Trabalho realizado por: Gustavo Romão 11ºD</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-25 14:00:04 UTC</pubDate>
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         <title>Ser e tempo </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Título: “Ser e tempo”&nbsp;</div><div>Autor: Martin Heidegger</div><div>Ano de publicação: 1927</div><div><br></div><div>“Ser e tempo" aborda de maneira original uma das mais antigas questões da filosofia: a questão do ser.&nbsp;</div><div>No dia a dia falamos de coisas que existem: carros, roupas, sentimentos, homens, mulheres, arte, etc… esta “existência” é o fenómeno de “ser”, em termos filosóficos.&nbsp;</div><div>Mas na verdade o que é que significa ser ou não ser?&nbsp;</div><div>Heidegger destaca uma tradição dos filósofos&nbsp; gregos que diz que “ser é o que está presente no mundo e não ser é o que não está presente no mundo”. Para o autor isso é um erro porque se apenas entendemos por “presença” o que se encontra no espaço e no tempo, só estamos a considerar os bens materiais.</div><div>&nbsp;Heidegger acreditava que a resposta da questão do ser só pode ser obtida mediante o exame do que existe, e quem iria começar a ser examinado seria o Homem, por ser o que se questiona sobre o assunto.</div><div>O autor propunha partir do homem para determinar o ser de todos os entes, inclusive as coisas.<br>Francisca Matos n9 11D </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-25 17:15:17 UTC</pubDate>
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         <title>Górgias</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><sub>Título:</sub></strong><sub>&nbsp; “Górgias”</sub></div><div><strong><sub>Autor:</sub></strong><sub> Platão</sub></div><div><strong><sub>Ano de publicação:</sub></strong><sub> 380 a.C.</sub></div><div><sub>&nbsp;</sub></div><div><strong><sub>Sobre a obra:</sub></strong></div><div><sub>O Górgias é uma das mais emblemáticas farsas de Platão, onde se discursa sobre a questão da retórica. Esta obra, sendo uma criação literária da Antiguidade, equaciona e resolve uma problemática que permance na atualidade.</sub></div><div><sub>O livro consiste num diálogo entre cinco figuras: Cálicles, Sócrates, Querefonte, Górgias e Polo, que decorre em casa de Cálicles, em Atenas, numa época de profunda crise económica e política&nbsp;na qual os atenienses perderam a guerra e consequentemente, o poder que tinham sobre os gregos.</sub></div><div><sub>Este diálogo pode ser dividido em três partes essenciais, sendo estas o diálogo de Sócrates com Górgias, com Cálicles e, por fim, com Polo. Os cinco homens discutem sobre a retórica como arte e instrumento político, refutam algumas das suas características, os seus efeitos na sociedade, o seu bom ou mau uso.<br><br><br>Margarida Ramalho Nº18 11ºA</sub></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-25 20:07:05 UTC</pubDate>
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         <title>Sociedade do Espetáculo </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Autor:&nbsp;</strong>Guy Debord<br><strong>Ano de publicação:&nbsp;</strong>1967<br><br>“Sociedade do Espetáculo” é a obra filosófica e política mais famosa de Debord.<br>Nesta obra, o autor realiza uma análise cruel da invasão da vida pessoal da sociedade pelo capitalismo moderno. Na obra o autor expõe o mesmo que se passa na nossa sociedade sobre como consumimos, vivemos, agimos, como damos importância às aparências e o papel dos media nestas situações. É apontado pelo autor uma distopia da sociedade desejável onde faz com que deixemos de ver o mundo da mesma maneira.<br><br>André Fiúza n3 11°D</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-26 13:37:10 UTC</pubDate>
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         <title>O Erro de Descartes</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Título: O Erro de Descartes<br>Autor: António Damásio<br>Ano de publicação: 1994<br><br>O <em>Erro de Descartes</em> conduz o leitor a uma viagem de descoberta desde a história de Phineas Gage, o famoso caso oitocentista de alteração comportamental após lesão cerebral, até à recriação moderna do cérebro de Gage; e das dúvidas de um neurologista sobre uma hipótese testável relacionada com as emoções e o seu papel fundamental no comportamento racional humano. Com base nas suas experiências em doentes neurológicos afectados por lesões cerebrais, António Damásio demonstra como a ausência de emoções pode prejudicar a racionalidade. Explica como a emoção contribui para a razão e para o comportamento social adaptativo, Damásio oferece também uma nova perspetiva do que as emoções e os sentimentos realmente são: uma perceção direta dos nossos próprios estados físicos, um elo entre o corpo e as suas regulações que visam a sobrevivência, por um lado, e a consciência, por outro.&nbsp;<br><br>Maria Catarina N.º 18 11.º B</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-26 15:29:33 UTC</pubDate>
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         <title>Tempo De Mágicos</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Título:</strong> Tempo De Mágicos – A Grande Década Da Filosofia 1919-1929 <br><strong>Autor:</strong> Wolfram Eilenberger <br><strong>Ano de publicação:</strong> 2019 <br><strong>Resumo: </strong>O livro fala da história de como os génios Walter Benjamin, Martin Heidegger, Ludwig Wittgenstein e Ernst Cassirer revolucionaram a filosofia e de como as suas ideias moldaram a nossa forma de entender o mundo. O ano é 1919 o horror da primeira Guerra Mundial ainda está fresco na memoria dos protagonistas, todos eles num momento crucial das suas vidas e prestes a experienciarem um surto de criatividade nunca visto na história da filosofia moderna. Walter Benjamin está a tentar escapar à autoridade do pai e a debater-se na sua carreira académica. Ludwig Wittgenstein, pelo contrário, decidiu abandonar a fortuna que recebeu como herdeiro de uma das famílias industriais mais ricas da Europa. Ernst Cassirer está a estudar na universidade, dedicando-se intensamente à escrita e a possibilidade de uma carreira na Universidade de Hamburgo. Finalmente Martin Heidegger, tendo assistido às atrocidades da guerra enquanto servia como meteorologista está dedicado em prosseguir a sua carreira. O palco está montado para um grande drama intelectual que se irá desenrolar ao longo da década seguinte. As suas vidas e as ideias deste extraordinário quarteto filosófico irão convergir à medida que se tornam figuras históricas mundiais. Mas, com a aproximação da segunda guerra mundial, os seus destinos serão muito diferentes.<br><br>Rodrigo Cordeiro 11B Nº26<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-26 16:07:51 UTC</pubDate>
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         <title>Para que serve a filosofia?</title>
         <author>Amendoim</author>
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         <description><![CDATA[<div><sup>Ano de publicação: 2019</sup><br><br>Este livro é uma obra de uma das mais importantes filósofas do século XX, Mary Midgley, e procura mostrar-nos o quanto a filosofia é importante para os dias atuais. E com uma posição sabiamente contextualizada dos debates contemporâneos sobre ciência, religião e filosofia, procura responder a várias questões como: Porque devemos nos interessar por filosofia? Será a filosofia um estudo pormenorizado como a metalurgia? Ou será parecida com a história, a literatura ou a religião: um saber que visa o bem pessoal, e exerce influência na nossa vida?</div><div>Bom essas sāo algumas das questões que Mary Midgley procura responder numa exposição mais completa das várias formas assumidas pelas ansiedades e confusões intelectuais presentes e da maneira como podemos lidar com ela. E dela surge uma defesa firme, mas não sectária, da filosofia e da vida da mente.&nbsp; <br><strong><br>Janeth Moisés, n13 11D</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-26 16:40:03 UTC</pubDate>
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         <title>O Mundo como Vontade e Representação</title>
         <author>a202102861</author>
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         <description><![CDATA[<div>Este livro foi o que inspirou o famoso Nietzsche na sua fase inicial como escritor e filósofo O Mundo como Vontade e Representação é uma obra fundamental de Schopenhauer. Admitindo a distinção kantiana entre fenómeno e númeno, o autor considera que o mundo é ao mesmo tempo vontade e representação. A vontade é o que se esconde por trás do fenómeno, que é a representação, ilusão, aparência. Ela existe em todos os seres da natureza, desde os mais microscópicos até ao homem que atinge o seu mais alto grau de objetivação. O conhecimento, em geral, é um meio de preservar o indivíduo e a espécie, e está ao serviço da vontade. Mas pode ultrapassar essa dependência e existir para si mesmo como um claro espelho do mundo, como acontece na arte. A liberdade total só é conseguida quando a vontade se reconhece como dor e se resigna. Assim, a vontade, que é o esforço constante, sem objetivo e sem descanso – “Sem vontade não há representação nem mundo”.<br>Rodrigo Nogueira, 11ºB , nº25</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-26 18:18:34 UTC</pubDate>
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         <title>A Sociedade do Cansaço</title>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Título: </strong>A Sociedade do Cansaço<br><strong>Autor:</strong> Byung-Chul Han<br><strong>Data da primeira publicação:</strong> 2010<br><br>Nesta obra, Byung-Chul Han, aborda as relações sociais atuais e o sofrimento mental. Para apoiar a sua tese, o autor, utiliza como base Michel Foucault e a sua descrição da sociedade disciplinar do século XX e diferencia-a da atual sociedade de desempenho.<br>Byung-Chul Han afirma que a sociedade atual promove a ideologia da positividade e que não se apercebe dos danos colaterais que esta ideologia pode causar a um indivíduo, tais como depressão e ansiedade, derivadas da auto consumação.<br>Segundo Han, atravessamos um período epidémico de violência neuronal e que o tédio pode abrir portas criativas para inovar aquilo que a sociedade não se apercebe.</div><div>Em suma, a obra aborda a toxicidade do mundo atual e a necessidade de produzir o máximo levando à auto exploração do indivíduo. "A vida humana nunca foi tão efémera como nos dias de hoje."<br><br>Madalena Sá Nº17 11ºB</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-26 21:10:40 UTC</pubDate>
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         <title>A Arte De Viver</title>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Título:</strong> A Arte De Viver <br><strong>Autor(a): </strong>Sharon Lebell <br><strong>Primeira Publicação: </strong>1995(dia e mês não especificado)&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>O livro começa com a história de um homem chamado Epicteto que não sabia ler nem escrever, que, por acaso, era bastante comum na altura visto que Epicteto era um escravo. O livro é um manifesto dos seus ensinamentos e trazidos a uma linguagem contemporânea, fazendo assim que sejam mais fáceis a compreensão e a aplicação dos mesmos no nosso dia a dia. &nbsp;</div><div>A autora divide o livro em duas partes, sendo a primeira” Um Manual para a Vida”, que relata formas e características importantes para podermos alcançar o que era considerado uma boa vida estoica, contendo, também, diversas críticas aos nossos hábitos do cotidiano.&nbsp;</div><div>Na segunda parte designada de" Ensinamentos Essenciais sobre Virtude, Felicidade e Tranquilidade” é feita uma pequena introdução à filosofia para então se poder aprofundar e debater sobre os temas em si. Os capítulos sobre as virtudes ensinadas por Epicteto são os mais destacados, levando ao encontro de pensamentos sobre felicidade e tranquilidade, que na visão do filósofo eram grandes recompensas da vida.&nbsp;</div><div>O livro termina, como em outros sobre filosofia, com um que de “E o final da história?”, isto é, não possui um final concreto. Destacando assim a parte dos seus ensinamentos que possivelmente poderão levar alguém à vida perfeita. Aliás esse é o tema central do livro, dito inclusive nas suas primeiras páginas: autoaperfeiçoamento.&nbsp;<br><br>João Santos Nº13 11ºB</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-27 16:46:09 UTC</pubDate>
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         <title>República de Platão </title>
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         <description><![CDATA[<div>Título :  A República de Platão <br>Autor : Platão <br>Primeira publicação : década de 370 <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/pt:Anno_Domini">a.C.</a><br><br><br><br>A República&nbsp; de Platão é um diálogo socrático escrito por Platão e narrado em primeira pessoa por Sócrates . A conversa tem como ponto de partida um esquadrinhamento pela definição do que abarca a justiça. Também contém um diálogo entre Sócrates e Glauco sobre as vantagens e prejuízos da velhice.<br><br></div><div>Após esse assunto, eles passam ao tema principal de todo o título, que também está presente na obra toda: a virtude da justiça.&nbsp;<br>&nbsp; Platão Um dos maiores pensadores da Grécia Antiga. Conhecido por ser discípulo de Sócrates e por ser autor de inúmeros diálogos. Conheça o pensamento de Platão.<br>Frase importante no livro:"Tente mover o mundo - o primeiro passo será mover a si mesmo."<br>José Ribeiro Nª17  Tª11D</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-27 21:42:04 UTC</pubDate>
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         <title>Vigiar e Punir</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Título: "Vigiar e Punir"<br>Autor: Michel Foucault<br>Primeira Publicação: 1975<br><br><br>Resumo: A obra começa em 1757, em Paris com a tortura de um homem, introduzindo assim o leitor à questão que o autor pretende responder: "porque o sistema jurídico do ocidente deixou de lado a tortura e as execuções públicas e começou a preferir as prisões?". A resposta que Michel Foucault vai dar a essa pergunta vai depender muito das transformações sociais ocorridas especialmente na França entre o século 17 e 19, que foram bastantes; Para começar, Foucault explica o porquê de no passado se ter usado métodos mais violentos de punição, ele diz que na altura o rei, devido à monarquia, concentrava em si todos os poderes e que portanto tendo o poder legislativo julgava os crimes serem uma ofensa pessoal, daí a punição não servir para corrigir ninguém, mas sim para a vingança do rei, entretanto com o passar dos anos e a evolução da sociedade, esses métodos mais violentos e arbitrários do sistema penal foram considerados pouco eficientes e imprevisíveis, pois muitas vezes, em praça pública, se o culpado enquanto estivesse a ser punido mostrasse humildade e arrependimento, o povo tentava libertá-lo e revoltava-se contra o monarca, Foucault também aborda a intenção, que houve mais tarde, de fazer os condenados úteis à sociedade e com o aumento da capacidade de vigiar tanto os cidadãos "do mal" como os "do bem". Foucault na obra não pretende rebaixar a importância de legislar e prender os condenados, mas pretende fazer entender que não é só o desejo de justiça que motiva essa iniciativa. &nbsp;<br><br><br>Manuel Correia, Nº18, 11ºD</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-29 17:28:53 UTC</pubDate>
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         <title>Notas do Subsolo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Título: Notas do Subsolo<br>Autor: Fiódor Dostoiévski&nbsp;<br>Primeira publicação: 1864<br><br>"Notas do Subsolo" é um marco no grandioso conjunto de obras que Dostoiévski compartilhou com a humanidade.<br>Esta obra publicada primeiramente na revista Epokha, editada por Dostoiévski e o seu irmão Mikhail, traz em si várias discussões filosóficas. Dividida em duas partes, é um monólogo autoflagelar, no qual o narrador, um rebelde contrário ao materialismo e ao conformismo, discute a sua visão negativa do mundo e aborda as principais questões do seu tempo, constituindo uma narrativa com intensidade diferenciada.<br>Afastado da realidade e paralisado pelo peso da sua própria ignorância, o narrador conta a história da sua vida conturbada.<br>Dotado com um humor mordaz, provocativo e desafiador, este livro traduz as ideias de moral e política, e explora as profundezas do desespero humano.<br>A ideia do autor de "homem subterrâneo" remeteu à ficção europeia moderna um dos seus principais padrões: o anti-herói extremamente obcecado com a sua própria impotência de lidar com a realidade que o cerca.<br><br>Patrícia Coelho Nº24 11ºD</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-29 19:11:46 UTC</pubDate>
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         <title>A coragem de não agradar</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Título</strong>: A coragemde não agradar<br><strong>Autores</strong>: Ichiro Kishimi e Fumitake Koga<br><strong>Primeira publicação</strong>: Dezembro, 2013<br><br><br><strong>Resumo: </strong>A coragem de não agradar conta a história de um filósofo inspirado nas ideias de Alfred Adler, um dos grandes pilares da filosofia, que defendia que o mundo era simples e que a felicidade estava ao alcance de todos e um jovem insatisfeito com a vida que desafiou o filósofo a provar a sua tese. O diálogo entre o filósofo e o jovem dura cinco noites, tendo o jovem o objetivo de desconstruir todo o discurso do velho filósofo, eles debatem sobre auto aceitação, raiva, complexo de inferioridade, capacidade de mudar, conflitos, relações interpessoais, divisão de tarefas e várias outras questões. Aos poucos, fica claro que ao libertarmo-nos das expectativas alheias, das dúvidas que nos paralisam e encontrarmos a coragem para mudar está ao alcance de todos. Assim como nos diálogos de Platão, em que o conhecimento vai sendo construído através do debate, o filósofo oferece ao rapaz as ferramentas necessárias para que ele se torne capaz de se reinventar e de dizer não às limitações impostas por si mesmo e pelos outros. O grande ponto do livro é a defesa do filósofo de que todos os problemas que surgem nas nossas vidas estão relacionados diretamente com as nossas relações interpessoais.<br><br><br>Daniela Cosmelli N.º4&nbsp; 11.º B</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-29 20:22:01 UTC</pubDate>
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         <title>12 Regras para a vida </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Autor: Jordan B. Peterson<br>Ano de Publicação: 2018<br><br>Resumo da Obra:<br><br>O livro foi criado a partir de um <em>hobby</em> de Peterson: responder a perguntas de utilizadores no <em>site</em> Quora. Uma dessas perguntas era: "Quais são as coisas mais valiosas que todos deveriam saber?". A resposta de Peterson consistia em 42 regras, ou máximas. Peterson afirmou que elas não foram escritas para outras pessoas, mas que eram um aviso para ele próprio. Essas regras foram simplificadas e enxutas até restarem as 12 regras que compõem o livro.<br><br></div><div><br>O livro é dividido em capítulos, cada qual representando uma regra específica explicada em forma de ensaio. Tem por base a ideia de que o sofrimento está embutido na estrutura do ser, mas apesar de ele poder ser insuportável, as pessoas têm a possibilidade de retrair-se, o que seria um ato "suicida", ou enfrentá-lo e transcendê-lo. Para Peterson, é melhor procurar sentido em vez de felicidade. Ele observa que "tudo bem pensar que o sentido da vida é a felicidade, mas o que acontece quando você está infeliz? A felicidade é um bom efeito colateral. Quando ela vem, aceite-a de bom grado. Mas ela é fugaz e imprevisível. Não é algo a ser visado – pois não é um objetivo. E se a felicidade é o propósito da vida, o que acontece se você está (ou é) infeliz? Então você é um fracasso."<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/12_Regras_para_a_Vida#cite_note-Lott18-5"><sup><br></sup></a><br></div><div><br>O livro prossegue então com a ideia de que as pessoas deveriam assumir responsabilidade para buscar sentido acima de seus próprios interesses, como o de ser feliz (a sétima regra, "busque o que é significativo, não o que é conveniente"). Tal modo de pensar é retratado em estórias contemporâneas, como a do Pinóquio, d'O Rei leão e do Harry Potter, bem como em estórias antigas da Bíblia<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/12_Regras_para_a_Vida#cite_note-Lott18-5"><sup><br></sup></a><br></div><div><br>Ficar de "costas eretas, ombros para trás" (primeira regra) significa "aceitar a terrível responsabilidade da vida", fazer autossacrifícios, pois o indivíduo deve elevar-se acima da vitimização e "conduzir sua vida de tal modo que requeira a rejeição de gratificação imediata, tanto de desejos naturais quanto perversos. A comparação com as estruturas neurológicas e com o comportamento de lagostas é usado como um exemplo natural da formação de hierarquias sociais.<br><br>Rodrigo Carvalho Nº27 11ºB<br><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/12_Regras_para_a_Vida#cite_note-11"><sup><br></sup></a><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-01 13:37:23 UTC</pubDate>
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         <title>Sobre a liberdade</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Título:</strong> " Sobre a liberdade"<br><strong>Autor:</strong> Stuart Mill<br><strong>Primeira publicação:</strong> 1859<br><br><strong>Sinopse: &nbsp;</strong>Esta obra apresenta a defesa clássica da posição de que o estado deve evitar ao máximo interferir na vida das pessoas, e foi muito influente tanto na filosofia política do século XX, como na própria política. O seu objetivo fundamental é asseverar o princípio do dano, de acordo com o qual o estado só está justificado em interferir na vida das pessoas para evitar que se cause dano a outras.<br>"<em>Sobre a Liberdade"</em> apresenta também aquela que é provavelmente a mais poderosa defesa alguma vez feita da liberdade de expressão - defesa que pode ser aceite independentemente de se aceitar ou não a posição geral de Mill.<br><br>Salvador Coimbra nº28 11ºB</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-03 14:24:09 UTC</pubDate>
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         <title>Crítica da Razão Prática</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Título:</strong> "Crítica da Razão Prática"<br><strong>Autor: </strong>Immanuel Kant<br><strong>Ano de publicação: </strong>1788<br><br><strong>Resumo:</strong> Publicada em 1788, a "Crítica da Razão Prática", a segunda das três "Críticas" publicadas por Kant, dá continuidade à sua investigação crítica acerca dos princípios da moral, então iniciada em 1784, com a publicação da "Fundamentação da metafísica dos costumes". Nela Kant analisa as condições de possibilidade para uma moral com pretensão universalista e apresenta mais uma vez o imperativo categórico, forma da lei moral para uma vontade imperfeita. O imperativo categórico - agir de tal modo que a máxima da tua ação possa valer como lei universal - é tomado então como um facto da razão, a revelar como essência sua a liberdade da vontade, liberdade que é assim compreendida como autonomia.<br>Esta "crítica" constitui, em termos gerais, uma resposta à interrogação moral «que devo fazer?».<br><br>Nikil Ramgi nº23 11ºB</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-03 15:15:12 UTC</pubDate>
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         <title> Apologia De Sócrates</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><em>Título:&nbsp;</em></strong>“Apologia De Sócrates"<br><strong><em>Autor:&nbsp;</em></strong>Platão (versão dos discursos proferidos por Sócrates durante o julgamento de que foi alvo).<br><br><strong><em>Resumo:</em></strong><br><br>A obra começa com Sócrates discursando perante os atenienses e se demarcando dos sofistas, anunciando que não pretende manipular nem vai usar a retórica para convencer, apenas pretende contar a verdade. Anuncia que a má reputação o persegue há anos devido aos seus inúmeros críticos, afirmando que tem consciência de que muitos ali foram influenciados negativamente contra ele.<br><br></div><div><br>Explica que tudo começou numa ida a Delfos com Xenofonte, quando o amigo perguntou ao oráculo quem era o homem mais sábio que existia e ele lhe respondeu que era Sócrates. O filósofo passou a viver em função da busca da sabedoria, chegando à conclusão que ninguém a detinha, ideia resumida na sua célebre frase "Só sei que nada sei".<br><br></div><div>&nbsp;</div><div><br>Nas suas investigações, ele conversou com grandes figuras da vida intelectual e política de Atenas, não esquecendo os escritores e os artistas. Refutando os seus argumentos e conhecimentos superficiais, Sócrates foi despertando a fúria de muitos cidadãos. Ao mesmo tempo, os jovens começaram a copiar a sua postura inquisitiva, o que piorou a situação.<br><br></div><div><br>Assim, passou a ser acusado de desviar a conduta da juventude e adorar falsos deuses, recebendo dinheiro para transmitir os seus ensinamentos. Quando interroga Meleto, o poeta que moveu o processo contra ele, o sábio vai desmontando as acusações.<br><br></div><div><br>Mesmo depois de condenado à pena capital, Sócrates não implora pela vida, declarando que não teme a morte e que não se arrepende dos seus atos. Declara, finalmente, que aqueles que votaram contra ele serão sempre lembrados por isso.<br><br>Afonso Ferreira Nº2 11ºB<br><br></div><div><strong><em><br><br><br></em></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-05 15:38:35 UTC</pubDate>
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         <title>O  Anticristo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Título: O Anticristo<em><br></em>Autor: Friedrich Nietzsche</div><div>Ano de publicação: 1895<br><br>O Anticristo procura entender como a moral cristã, se tornou a moral dominante mundialmente, influenciando toda a cultura ocidental. De forma contundente, o Anticristo, não tem como objetivo criticar diretamente Cristo e os cristãos mas sim criticar a tradição cristã que se seguiu ao longo dos séculos. Nietzsche mostra que evangelho original de Jesus chegou mesmo a ser deturpado pelo instinto sacerdotal que se manifestou na igreja cristã, que, movida pelo ressentimento e necessidade de domínio, constrói novos valores morais e consegue se inserir na cultura como a moral por excelência.<br><br><br>Pedro Pendão nº22 11ºA</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-07 15:16:07 UTC</pubDate>
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         <title>Assim falou Zaratustra </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Este livro foi escrito entre 1883 e 1885 pelo filósofo alemão Friedrich Nietzsche, que influenciou a atualidade. Inicialmente o livro foi escrito em três volumes separados durante vários anos, depois, o filósofo decidiu escrever mais três volumes, mas acabou por escrever só mais um pois veio a falecer. O livro tem um número total de quatro volumes que logo após a sua morte foi impresso em um único volume, que contém 532 páginas.<br>O livro conta os ensinamentos de um filosofo que se autonomeou por Zaratustra, depois da fundação do Zoroastrismo (é uma religião e filosofia fundada na antiga Pérsia). Este livro usa uma forma fictícia e poética regularmente satirizando o Velho e Novo Testamento. O centro de Zaratustra é a noção de que nós seres humanos somos uma forma de transição entre macacos e «além-do-homem», ou seja, o ser humano é só uma fase que depois se vai transformar em «além-do-homem». As histórias podem ser lidas por qualquer ordem. Os dois volumes que ficaram inacabados foram planeados para retratar o trabalho missionário de Zaratustra e a sua morte.&nbsp;<br><br>Beatriz Amaral nº3 11ºG</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-09 15:38:16 UTC</pubDate>
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         <title>Eu e tu.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/elisabetesantos5/u47h2kjrm3m9kyo9/wish/2334056953</link>
         <description><![CDATA[<div>Este livro foi escrito por Martin Buber que foi um filosofo Austríaco e naturalizado Israelense, terá nascido em 1878 e falecido em 1965. Com este livro Martin Buber recoloca uma questão antropológica, dde facto o ser humano é um ser inconpleto onde no ourto encontra todas as vantagens de uma vivencia equilibrada, o eu está para o tu assim como o tu está para o eu ,num embaraçado de relações onde no olhar de tu eu se reconhece e vice-versa, mas Martin Buber não deixa o relacionamento<br>(eu-tu) permanecer na linha horizontal, martin Buber justifica o porque do seu livro&nbsp; é no feixe de relações que o homem encontra a sua mais profunda essencia.<br><br><br>Rafael Cabecinha, 11ºG.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-10 18:42:30 UTC</pubDate>
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         <title>Crítica da faculdade do juízo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Título</strong>: crítica da faculdade do juízo<br><strong>Nome do autor: </strong>Immanuel kant<br><strong>Ano em que foi publicado: </strong>1790<br><br>Resume:<br><br>O livro "crítica da faculdade do Juízo" é a terceira e última crìtica elaborado por Kant, sendo a primeira"Crítica da rasão pura" e a segunda"crìtica da rasão prática".&nbsp;<br>Nesta obra o filòsofo faz uma análise, dedução e resolução da antinomia de dois tipos de juízos:<br>"Juízos estéticos"- faz análise do belo, em quantidade, qualidade do sublime introduzindo a noção de gênio, e os " Juízos teleològico". Nesta terceira obra para além de Kant buscar os limites da rasão, ele também investiga sobre a memòria e os sentimentos através da nossa faculdade de julgar.<br><br>Alcinda Rodrigues 11A<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-14 21:26:42 UTC</pubDate>
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         <title>Nos cumes do desespero </title>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Título: </strong>Nos cumes do desespero <br><strong>Autor:</strong> Emil Cioran<br><strong>Ano de publicação:</strong> 1934<br><br>Emil Cioran foi um filósofo com uma mentalidade muito pessimista. <br>Quando tinha 22 anos escreveu este livro porque sofria de insónias e não conseguia terminar a sua tese de doutoramento. Para Emil a escrita deste livro foi como uma libertação e foi um livro que se não tivesse escrito, teria certamente posto fim á sua vida.<br><br><strong>Resumo: </strong>Nos cumes do desespero é baseado nos pensamentos e ideias que o autor escrevia quando sofria de insônias.<br>O autor escreve sobre temas como a alienação, o ceticismo, o desespero, a fatuidade, a decadência e o absurdo da existência. O livro contêm páginas intensas sobre o vazio da condição humana e sobre a existência humana.<br>O livro define muitas vezes o estado de tristeza e de melancolia, dando a entender&nbsp; que essas eram as emoções mais frequentemente sentidas pelo autor.<br>Ao longo do livro encontram-se passagens e perguntas que fazem o leitor refletir. Em quase todos os capítulos estão escritas questões existenciais.&nbsp;<br>"Porque é que não podemos viver fechados em nós mesmos?", "Não seria mil vezes preferível retirarmo-nos do mundo, para longe de tudo o que provoca o seu tumulo e as suas complicações?".<br>No livro há também questões relacionadas com a religião, em que o autor questiona o que Jesus fez pelo Ser Humano.&nbsp;<br>O autor agarra nas questões existenciais &nbsp; ocasionalmente feitas pelo Ser Humano e vai até mais longe e mais fundo com as mesmas. Por exemplo, qual seria o motivo principal da nossa existência, o porquê de termos de trabalhar, o porquê de seguir-mos uma vida de regras, a razão pela qual&nbsp; nos autossabotamos,...&nbsp;<br>A felicidade e a sua origem são também muito questionadas no livro, de uma maneira que faz o leitor refletir sobre o facto de que nem toda a gente tem acesso a esta emoção e quem o tem devia sentir-se privilegiado. "Uma constatação que posso verificar, com grande pena minha, a cada momento: só são felizes aqueles que nunca pensam, ou, dito de outra forma, aqueles que pensam o estritamente necessário para viver. O verdadeiro pensamento assemelha-se a um demónio que turva as fontes da vida, ou então a uma doença que afeta as próprias raízes. Pensar constantemente, colocar-se questões capitais a cada momento e experimentar uma dúvida permanente quanto ao seu destino; estar cansado de viver, esgotado pelos seus pensamentos e pela sua própria existência além de qualquer limite; deixar atrás de si um rasto de sangue e de fumo como símbolo do drama e da morte do seu ser - é ser infeliz ao ponto do problema do pensamento vos dar vontade de vomitar e de a reflexão vos aparecer como uma condenação."<br>Ao ler algumas questões é possível o leitor colocar-se na posição e no estado de espirito do autor quando o mesmo escrevia este livro. É também possível chegar á conclusão que o titulo do livro faz justiça ao tema do mesmo.&nbsp;<br>É um livro com um carácter pesado que nos faz pensar e refletir sobre muitos temas e pode levantar dúvidas, opiniões e questões.<br><br>Trabalho realizado por:&nbsp;<br>Carlota Mata Nº5 11ºD<br><br>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-14 23:42:23 UTC</pubDate>
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         <title>O dilema do espinho: Como encarar a solidão.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Título: O dilema do espinho: Como encarar a solidão<br>Nome do autor: Leandro Karnal<br>Ano em que foi publicado: 2018<br><br>resumo:&nbsp;<br><br>&nbsp;O autor viaja pela modernidade líquida e analisa a solidão no mundo virtual e o isolamento. Fala sobre os amigos imaginários criados pelas crianças aos pensamentos de alguns filósofos, como Aristóteles, que dizia que a solidão criava deuses e bestas. Como a solidão é um tema que sempre o acompanhou, o autor escreve este livro como um ensaio pessoal.<br><br>O livro começa a analisar a solidão a partir do ponto de vista bíblico, tentando até mesmo ver o motivo de Adão estar feliz meso sozinho. O autor fala muito sobre as redes sociais e como facilitou as pessoas a tomar uma certa distancia "segura".<br>&nbsp;Leandro Karnal não desenvolve a problemática da solidão, mas sim como ela se manifesta inclusive nos dias de hoje, como a tecnologia mais desenvolvida.&nbsp;<br>Não é um livro que nos dá uma solução de como lidar com a solidão, mas sim, uma reflexão sobre.<br>&nbsp; A partir de referências de filósofos e da própria Bíblia, de fatos históricos e de romances, ele faz uma reflexão sobre a natureza de viver só&nbsp; por pouco ou muito tempo, estando ou não acompanhado. Apresenta como a solidão é encarada no cinema, na literatura, na música, nas artes.<br><br>Lara Almeida 11G, nº 18&nbsp;<br>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-18 17:07:36 UTC</pubDate>
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         <title>República</title>
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         <description><![CDATA[<div>Titulo:República<br>autor:Platão<br>Data de publicação:380 aC<br><br>Resumo:<br>O livro discute principalmente a filosofia política, que tem uma enorme influência nos estudiosos posteriores e se tornou um clássico básico no campo da ciência política.&nbsp; Este diálogo está preocupado com o que é "a verdade do mundo" e explora áreas como economia, sociologia política, filosofia política, ética, justiça e conhecimento.&nbsp; Todos os campos acima são considerados em termos da natureza da justiça - que é a questão central do diálogo: o que é justiça?&nbsp; No diálogo, Platão discute o significado de justiça e se os justos vivem mais felizes que os injustos pela boca de Sócrates.&nbsp; Falou sobre a influência da riqueza e da pobreza na sociedade; falou sobre a forma da mente, pensando que existem várias formas de governo nas pessoas.Platão considerou a natureza do sistema político existente e construiu um modelo de cidade ideal.&nbsp; A teoria judicial da cidade é perfeita.&nbsp; O modelo ideal de governo de Platão é uma aristocracia baseada no conhecimento e na verdade, confiando na virtude.<br><br>Ruan Bowei&nbsp;<br>11_A<br>n°3</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-22 17:22:21 UTC</pubDate>
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         <title> The passions of the soul</title>
         <author>a20170297</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Autor: René Descartes<br>Ano da publicação: 1649&nbsp;<br><br>Em Descartes, a paixão é uma curiosidade real: na verdade, Descartes é o pensador do pensador, a certeza da existência do sujeito, ou seja, uma atividade. Mas a paixão é a falha que destrói o livre arbítrio. Assim, Descartes coloca a questão da paixão como uma questão da ação do corpo (movimento) e da ação da alma (vontade), extensão (corpo) e mente (alma). Descartes descreveu a ontologia das paixões (o que são antes de dizer como vivem) antes de analisar a psicologia das paixões. Em Descartes, a paixão é uma ideia que surge sem o consentimento da minha vontade, por isso é de natureza passiva. A ideia centra-se no corpo, o corpo sofre como a alma, e se o corpo é a alma, age. A paixão é um sentimento físico. Assim, o corpo apaixonado está impondo experiências impessoais à alma. Soul está cheio de paixão, não como o piloto de sua nave, exposto no evento. Descartes deu o exemplo do medo: o corpo "tem uma alma que quer fugir". A paixão é uma sugestão, prefigura o contorno da vontade, é a precondição da vontade. A pantomima da paixão diz que é o outro dentro do sujeito. Descartes também usou a "Viúva Feliz" como exemplo. Há uma diferença entre as emoções internas da família (mulher desconfortável) e a paixão que sinto (luto matinal). A emoção é uma emergência, uma passividade implacável.<br>Trabalho realizado por : Carlota 11°G</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-25 15:11:00 UTC</pubDate>
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         <title>Investigação sobre o Entretenimento Humano</title>
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         <description><![CDATA[<div>Autor: David Hume<br>Ano de publicação. 1748<br>&nbsp;David Hume foi um filósofo, historiador e ensaísta. Nasceu na Escócia em 1711 e faleceu em 1776.&nbsp;<br>&nbsp;A obra apresenta a epistemologia humana e a crítica à causalidade. David Hume aborta temas como a existência de milagres, providência e vida após a morte,. Este analisa também a forma como formamos nossas ideias, como as ligamos e as consequências dessas conjunções. Aborda temas desde a origem das ideias, ás duvidas céticas sobre o nosso entendimento, à solução dessas duvidas e muito mais.<br>&nbsp; Segundo David Hume, existem duas classes de perceções do espírito: as ideias/pensamentos e as impressões.<br>&nbsp;O ser humano tem uma infinidade de crenças e pensamentos, sendo praticamente impossível conhecer todo o pensamento de uma pessoa, porém David Hume acredita que todos os nossos pensamentos tomam início no mesmo ponto, ou seja, as impressões que temos da realidade e depois o pensamento manipula essas impressões.&nbsp; Com essa conceção, podemos entender e verificar, não somente as ideias filosóficas e científicas, mas também o nosso próprio entendimento das coisas que aprendemos.&nbsp;<br>&nbsp; Hume acredita que as nossas ideias são conectadas após a perceção e que existem 3 conectores, o de semelhança, o de continuidade – no espaço e no tempo – e o de causa e efeito.<br>&nbsp; Com este livro, o autor encoraja-nos a pensar criticamente relativamente às crenças e ensinamentos que temos, e começar, então, a questionar a nossa realidade, tal como Descartes fez,&nbsp; tal "mandar o edifício das crenças a baixo". Certamente, este método não nos leva a uma verdade absoluta, mas ajuda a conferir se as nossas aprendizagens estão, de certa forma, corretas.<br>Francesca Feher&nbsp;<br>Nº11 11ºG</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-26 19:46:24 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Ecce Homo</strong></div><div>De Friedrich Nietzsche</div><div>1908</div><div>“Ecce Home” como o homem torna-se no que ele é, é o último livro original escrito pelo filósofo Friedrich Nietzsche antes dos seus últimos anos de insanidade que perpetuaram até à sua morte em 25 de agosto de 1900. O livro oferece-nos a interpretação de Nietzsche sobre o seu desenvolvimento pessoal, sobre as suas obras e os seus significados. O livro contém vários capítulos com títulos irônicos tais como: “Porque é que eu sou tão sábio?”; “Porque é que eu sou tão inteligente?”, “Porque é que eu escrevo tão bons livros?" e “Porque é que eu sou um destino?” De forma paradoxal, "Ecce Homo” é o reflexo por excelência da humildade de Nietzsche como filósofo, escritor e pensador. Há semelhanças internas na forma e linguagem para as desculpas de Platão que documentou o julgamento de Sócrates. Com efeito, Nietzsche foi colocando-se a julgamento com este trabalho e os seus juízes sarcasticos , títulos de capítulos auto depreciativos que transformam este julgamento em futuros delatores e juízes superficiais.<br>Rodrigo Gomes, 11ºA nº24</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-30 18:58:55 UTC</pubDate>
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         <title>Regras para a Direcção do Espírito</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Autor: René Descartes<br>Ano da primeira publicação: 1701<br><br>Resumo:<br>Regras para a direção do espírito (originalmente em latim, Regulae ad directionem ingenii) é uma obra de René Descartes. Este trabalho delineou a base para seu trabalho posterior sobre problemas complexos de matemática, ciência e filosofia. 36 regras foram planejados no total, mas apenas 21 foram realmente escritas. Este trabalho não foi publicado durante a vida do autor. A tradução holandesa apareceu em 1684, e a primeira edição em latim em 1701.<br><br>João Pedro Palmeira Saldanha N° 15 11°B</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-14 12:36:16 UTC</pubDate>
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         <title>Páginas Esquecidas </title>
         <author>a202101142</author>
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         <description><![CDATA[<div>Autor: Agostinho da Silva<br>O conteúdo do livro é escrito entre 1939 e 1944 mas só se formou o livro em 2019<br><br><br>Páginas Esquecidas é um livro de Agostinho da Silva que foi escrito num curto período da sua vida, a escrita destas inúmeras páginas levaram Agostinho a ser preso em 1943 pois grande parte da sociedade e regime da altura não aceitava a maneira do mesmo ver a realidade, apesar de falar do sol, da lua, de Beethoven entre outros assuntos que não ofereciam perigo q nível social, a filosofia de Agostinho era diferente, pensava para além do resto do povo.<br>O livro abrange temas como matemática, literatura, ciências, história, mas é na filosofia que o autor canaliza grande parte dos textos.<br>Na obra também podemos ver Agostinho a expressar a sua opinião sobre a sociedade da altura e também alerta para muitos perigos do futuro.<br>O livro baseia-se numa forma diferente de ver a realidade da altura e que para muitos não era possível nem permitido que a maneira de se ver e pensar fosse alterada.<br>A sua pessoa e ideias tiveram uma estranha popularidade, desde sempre marcada pelo gosto da superação de contrários, pela independência e inconformismo das ideias já "normalizadas" da altura, e por invulgares dons de comunicação oral e na escrita.<br>Na obra podemos ver a facilidade de expressar a sua maneira de pensar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-28 14:33:39 UTC</pubDate>
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         <title>Política (Aristóteles)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Título: </strong>Política<br><strong>Autor: </strong>Aristóteles<br><strong>Resumo:</strong><br><em>Política </em>é uma obra composta por oito livros, dedicada ao tema da filosofia política, concebida pelo filósofo grego Aristóteles. Nela, Aristóteles ocupa-se de analisar os assuntos humanos que se desenrolam no espaço da cidade (pólis). Na verdade, para Aristóteles, o assunto único e principal da Política é um só: a ciência da felicidade humana, ou seja, uma certa maneira de viver adotada pela comunidade, que seja satisfatória à maioria.<br><br></div><div>No conteúdo são abordados temas como: a composição da cidade, a escravidão, a família, a riqueza e ainda uma crítica às teorias de Platão. A obra analisa também as constituições de outras cidades-estado gregas, descrevendo os seus regimes políticos. Aristóteles classificou-os de acordo com vários critérios: de um lado estão constituições consideradas boas, assim vistas porque visam o bem comum, e do outro estão as consideradas desvirtuadas, assim denominadas por atenderem ao interesse e bem-estar de apenas uma parte da cidade. Feita esta análise, Aristóteles verifica também outra vertente dessas constituições, ou seja, a quantidade de indivíduos que tomam parte nas decisões do governo, se são um, alguns, ou muitos. A partir destas classificações básicas, os capítulos de <em>Política </em>irão desenvolver os demais predicados, considerados componentes fundamentais de uma constituição ideal.<br><br></div><div>Em suma, nos livros I, II, e III encontra-se uma introdução ao estudo do tema. Neles são abordados, a teoria do Estado e o critério de classificação das muitas espécies de constituição. Nos livros IV, V e VI, os temas são a prática política, a natureza das várias constituições e os princípios que as regulam. Nos livros VII e VIII, Aristóteles idealiza qual o modo de vida mais desejável para as cidades e indivíduos, finalizando com os objetivos da educação e a importância das matérias que são ensinadas.<br><br>José Ferreira&nbsp; nº16, 10ºB</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-03 19:59:08 UTC</pubDate>
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         <title>Filosofia para Pessoas com Pressa</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Titulo: Filosofia para pessoas com pressa<br>Autor: Lesley Levene<br>Ano de publicação: 29/7/20<br><br><br>Os filósofos podem trazer&nbsp; questões complexas, quer se perguntem se uma árvore faz som ao cair se ninguém estiver presente para a ouvir (Berkeley, quer afirmem que tudo o que existe no universo está num estado de fluxo constante (Heraclito). Mas será a filosofia realmente tão complicada? O livro Filosofia Para Pessoas Com Pressa é o manual ideal para eliminar o receio pela filosofia. Escrito num estilo acessível e extremamente interessante, este livro explica como é que a filosofia começou, porquê, e de que modo - desde a democracia grega ao comunismo. Explica ainda de que forma a maneira como vivemos, aprendemos, argumentamos, votamos e até gastamos o nosso dinheiro têm a sua origem no pensamento filosófico. No interior deste livro encontrará todos os nomes importantes, incluindo Sócrates, Séneca, Santo Agostinho, Descartes, Marx e Nietzsche.<br><br>Rafael Jesus nº23&nbsp; 11ºG<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-08 00:44:14 UTC</pubDate>
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         <title>Tu és o que Pensas.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Titulo: </strong>Tu és o que pensas<br><strong>Autor:</strong> James Allen<br><strong>Resumo:</strong><br><em>Tu és o que Pensas</em>, de James Allen, revela a verdade fundamental da natureza humana: "O homem é, literalmente, o que pensa". Este principio, aparentemente simples, mudou a vida de milhões de leitores, abrindo-lhes o caminho para o desenvolvimento pessoal e tornou este livro num dos maiores bestsellers em todo o mundo.<br><br>O autor demonstra que o nosso carácter, identidade e sucesso não são determinados por factores externos, mas sim pelos nossos pensamentos. Não somos vitimas do mundo, pois temos dentro de nós a capacidade de moldar e definir o nosso destino. Finanças, saúde, amor e o sucesso são tudo manifestações externas dos nossos pensamentos. Allen oferece aos seus leitores a oportunidade de assumirem o controlo das suas mentes através de técnicas simples, mas extremamente eficazes e, assim, criar a vida que sempre imaginaram.<br><br>António Pereira nº4 11ºD</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-10 17:03:53 UTC</pubDate>
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         <title>Ética a Nicômaco</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Titulo: Ética a Nicômaco<br>Autor: Aristóteles<br>Resumo:<br>Aristóteles tinha como mestre Platão e, dando continuidade a cultura do ensino e da reflexão, passou a lecionar também para seu filho, Nicômaco.<br><br>É a partir das anotações de Nicômaco que Aristóteles levanta e discute as ideias centrais para a filosofia ocidental, principalmente as debatidas em a República, de Platão.<br><br></div><div>De acordo com os ensinamentos inseridos em Ética a Nicômaco, a ética não é um conceito abstrato e distante, encerrado no ambiente de ensino, mas é percebido como algo prático, um exercício que permite o florescer da felicidade humana.<br><br></div><div>Um dos temas centrais no livro, por sinal, é a felicidade.<br><br></div><div>Aristóteles assume um papel de pedagogo porque se preocupa com a educação e com o futuro do seu próprio filho.<br><br>Segundo o filósofo, a felicidade é a finalidade última do ser humano, um bem supremo para onde todo homem se inclina, "a mais nobre e a mais aprazível coisa do mundo".<br><br></div><div>Ainda de acordo o filósofo discípulo de Platão,<br><br>"o bem soberano é a felicidade, para onde todas as coisas tendem" (...)</div><div><br>"é em busca da felicidade que se justifica a boa ação humana"</div><div><br>A obra começa com um apanhado bastante geral, uma reflexão sobre o bom e o bem. Aristóteles diferencia o ser humano do animal, porque o homem, ao contrário dos bichos, sobe a felicidade suprema.<br><br></div><div>Independentemente de ser um homem comum ou um grande intelectual, todos nós desejamos ser felizes. O conceito de virtude utilizado, embora ligeiramente modificado, é herdado dos seus antecessores Sócrates e Platão.<br><br>Fica claro que Aristóteles percebe que o conceito de felicidade varia de indivíduo para indivíduo, mas o filósofo procura elaborar uma teoria que contemple a todos.<br>De acordo com o filósofo, existem três tipos de vidas possíveis:<br><br></div><ul><li>aquela dos prazeres, onde o ser humano se torna um refém daquilo que deseja;</li><li>aquela política, que busca a honra pelo convencimento;</li><li>aquela contemplativa, a única que detém, de fato, a essência da felicidade.</li></ul><div>A vida contemplativa é guiada pelo pensamento e tem como origem a nossa alma, o segredo para alcançá-la é buscar os elementos dentro de si, e não procurar algo que esteja do lado de fora. Dessa forma, para Aristóteles, o maior bem possível de se alcançar é o prazer intelectual, assim ligado à vida contemplativa.<br><br>Trabalho realizado por: António Alexandre Ramos Gamito da Ponte Nº2, 11ºG.<br><br></div><div><br><br></div><div><br><br></div><div><br><br></div><div><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-15 18:46:03 UTC</pubDate>
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         <title>Dark Deleuze</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Título: Dark Deleuze<br>Autor: Andrew Culp<br>Ano de publicação: 2016<br><br>Neste livro, o autor tenta estabelecer uma interpretação pessimista da filosofia deleuziana, o que é à primeira vista impossível, já que Deleuze tenta se apropriar das perspectivas morais e antropológicas de Nietzsche pra desenvolver o conceito de criatividade humana ilimitada como realização plena da liberdade subjetiva.<br>Deleuze abstrai de Nietzsche a máxima da pura vontade de potência, através da qual ele conceitua o corpo-sem-órgãos, i.e., o sujeito que é pura potencialidade, não possui uma identidade sólida nem pode ser precificado ou catalogado como uma, é somente a si mesmo enquanto o "si mesmo" é plena mudança.<br><br>Dark Deleuze toma essa particularidade do pensamento deleuziano pra elaborar que o rizoma, i.e., o espaço ampliado (e infinitamente crescente) do produto da criatividade humana (e o próprio ser humano enquanto corpo-sem-órgãos), descreve um horizonte de eventos impossível sem a transformação radical dos dogmas e conceitos científicos que aparentemente denotam com precisão o comportamento do mundo empírico.<br><br>Em outras palavras, "destruir o mundo", desintegrar da criatividade humana a ideia de que ela é um elemento de uma realidade única e particular, senão que a própria realidade é um sistema infinito de conceitos e pontos de vista para cada um dos sujeitos, que são igualmente produtos dela e, com efeito, similarmente passíveis de uma "revolução" no conceito de sujeito.<br>O "pessimismo" de Deleuze, neste sentido, é "otimista" quanto à possibilidade de mudança, já que esta é infinita.<br>Desde que basilarmente considerado que os movimentos de mudança, ou de territorialização e desterritorialização, nunca são absolutos para um sentido (nem a ter, é incondicionalmente preferível, nem a dester).<br><br>João Pedro N°13 11°A</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-17 15:15:36 UTC</pubDate>
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         <title>O Humano, demasiado humano</title>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Título: </strong>Humano, demasiado humano<strong><br>Autor: </strong>Friedrich Nietzsche<strong><br>Data de Lançamento: </strong>Abril de 1878<strong><br><br>Sobre o livro: </strong>Friedrich Nietzsche inaugura a sua crítica moral com o livro “<em>Humano, demasiado humano</em>” que ao analisar os textos, existem traços de um filósofo crítico e anti-metafísico.<br>A questão do “ser” é um tema em que Nietzsche diz que se deve ver o mundo como algo que progressivamente veio a ser e continua em pleno vir a ser, logo, não se trata de algo fixo que permita ao homem tirar conclusões definitivas, quanto menos de chegar ao criador, se é que tal existe. Então tem-se a ideia do de vir, que marca a forma de como o filósofo posiciona-se perante a questão do ser. Para Nietzsche, o valor não esta no mundo, mas é dado pelo o homem, logo&nbsp; é inevitável a conclusão de que o objeto da filosofia não seja o mundo, mas sim o homem, pois é de acordo com a interpretação que o homem dá ao mundo que o de vir se desenrola. Como tal, Nietzsche, refuta a metafísica, pois mesmo ela não passa de mera interpretação e construção do mundo, ou seja, qualquer pretensão de verdade sobre o mundo resume-se a uma interpretação de perspetiva. <br>No livro “<em>Humano, demasiado humano</em>” também se fala do método de Nietzsche que consiste na convicção do filosofo por mais absurdas que tenham sido as teorias metafísicas e religiosas, foram um passo necessário para a filosofia, mesmo sabendo que havia a possibilidade para a sua autodestruição.&nbsp;<br>No que toca ao livre arbítrio Nietzsche refuta o argumento de Schopenhauer dizendo que a responsabilidade não existe e que não passa de uma fábula, ele chega a esta conclusão ao vislumbrar que existem vários elementos determinantes para a ação, que são desconhecidos pelo agente, logo, se não há conhecimento pleno do que determina a ação, não há como falar em livre-arbítrio e menos ainda de responsabilidade.<br><br><strong>Realizado por: </strong>Catarina Lourenço 11ºG</div><div><br></div><div><br></div><div><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-01-13 01:20:43 UTC</pubDate>
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         <title>Silêncio na era do ruído de Erling Kagge</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Titulo: Silêncio na era do ruído<br>Autor: Erling Kagge<br>Data de lançamento: <br><br>“<a href="https://www.wook.pt/livro/silencio-na-era-do-ruido-erling-kagge/19842402?a_aid=4f0adabd12f9c">Silêncio na era do ruído</a>” é um livro completo, que viaja da Filosofia às Ciências Exatas, dos oceanos às calotas polares, dos esgotos de Nova Iorque às florestas, do zen à tecnologia de ponta, do surf à música, do ancestral ao contemporâneo. Mas é também a quem lê um livro que abre um caminho do exterior para o interior de cada leitor, assente numa máxima milenar: a importância fundamental de nos conhecermos a nós mesmos. É sem dúvida um texto inspirador, cujo efeito — desacelerar, parar, refletir, estar presente e em paz — se fará sentir muito para além das poucas horas que dedicamos à sua leitura. <br>O <strong>livro</strong> é um conjunto de pensamentos do autor, Erling Kagge, sobre a importância do <strong>silêncio</strong>, não apenas o <strong>silêncio</strong> exterior, mas também o <strong>silêncio</strong> interior. No caos dos dias de hoje, em que a nossa mente é obrigada a acelerar, é essencial que consigamos encontrar o nosso <strong>silêncio</strong> interior.<br> Esta é uma obra muito fluída e inspiradora para aqueles que desejam leituras mais leves sem serem superficiais. As reflexões filosóficas, com detalhes sobre experiências pessoais do autor (viagens, familiares, profissionais), são muito pertinentes e inspiradoras.&nbsp;<br>No livro, Kagge revela não só os seus pontos de vista, mas também o que resultou de conversas com a família, amigos, estudantes, atletas e tantas outras pessoas sobre o que é o silêncio, o que significa, como e onde o encontramos; são textos que refletem as inúmeras leituras que fez, de tantos temas distintos, mas que de alguma forma tocam o tema do silêncio; textos que abordam, inevitavelmente, os desafios dos tempos modernos, que exigem estarmos sempre conectados, na ânsia de não perdermos pitada do que se passa no mundo, e do impacto dessa atitude no nosso corpo e na nossa mente; textos que não deixam de fora a neurociência e algumas experiências interessantes relacionada com o silêncio; enfim, textos que espelham uma personalidade fora do comum, um intelecto riquíssimo, um grau de maturidade, sabedoria e sageza que a maioria de nós nunca alcançará.<br>Sendo assim um livro que podemos levar em consideração nas nossas experiência reais, relações interpessoais e relações com o nosso próprio corpo e mente.<br><br>Fernanda Silva nº29 11ºB<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-01-15 16:37:12 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;O Filósofo e o Lobo&quot;</title>
         <author>a201801652</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-01-16 16:23:48 UTC</pubDate>
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         <title>História secreta do mundo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Pseudónimo: Mark Booth<br><br>É um livro que reescreve a história das civilizações e a própria história da humanidade segundo uma visão alternativa dos acontecimentos, entrelaçando temas como a história, o metafísico, a moral e a filosofia.<br><br>A viagem incomum que o autor nos propõe, sustentada sobretudo na obra do visionário moderno Rudolf Steiner baseia-se em numerosos documentos e fontes fiáveis. Uma das criticas ao livro refere que depois da sua leitura ficamos a entender "tudo".<br><br>O livro mostra ao leitor a grande verdade de que a imaginação é uma forma de ver as coisas que são reais.<br><br>Miguel Bernardo Nº23 11ºD<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-01-20 12:37:42 UTC</pubDate>
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         <title>História natural da religião </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Título: História natural da religião&nbsp;<br>Autor: David Hume<br>Data de lançamento: 1757<br><br><br>Este livro demonstra algumas razões e motivos que levaram à origem das religiões, sobre a forma como eles nos influenciam na nossa&nbsp; vida, no nosso dia a dia, e na nossa conduta para com os outros, e também sobre as variações entre o monoteísmo e o politeísmo.&nbsp;<br>São apresentadas 2 principais questões: "Qual é o fundamento racional da religião?" e "Qual é a sua origem na raça humana?"<br>No início, a afirmação de que o politeísmo é a "religião original dos homens " é utilizada como ponto de partida. Sendo proposto que a necessidade de explicações para a sorte e o azar é a causa da crença da existência de diversos deuses com diversos poderes.<br>No entanto, à medida que a sociedade se foi desenvolvendo, começou a destacar-se uma divindade que foi recebendo a maioria da atenção e as outras foram sendo deixadas para trás.<br>Ainda assim, apesar de uma ideia de um deus uno, infinito e todo poderoso, ele ainda possui características humanas utilizadas nas suas representações físicas em rituais ou práticas religiosas.<br>Existe também um momento de reflexão sobre como as várias concepções de divindade alteram as hierarquias sociais e filosóficas e&nbsp;sobre os efeitos que diferentes tipos de religião podem ter na tolerância e na moralidade das pessoas.<br>O curso de ideias e argumentos apresentados leva o autor às seguintes questões: “O que há de mais puro do que certo grau de moral incluído em certos sistemas teológicos?" e "O que há de tão corrupto quanto certas práticas às quais estes sistemas dão origem?”, sendo estas perguntas pertinentes para ter em conta ao debater o tema da moralidade de ações realizadas com base na religião.<br><br><br>Leonor Sousa<br>11° B, n°19</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-01-20 19:12:09 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Título: </strong>A Genealogia da Moral<br><strong>Autor: </strong>Friedrich Nietzsche<br><strong>Ano:</strong> 1887<br><br><strong>Resumo: </strong>Nietzsche procura nesta obra explicar e complementar a sua obra “Para Além do Bem e do Mal”, a “Genealogia da Moral” é composta por três ensaios, cada um sobre uma diferente teoria da moral.&nbsp;</div><div>No primeiro ensaio, o “Bem e o Mal - Bom e Mau” Nietzsche fala sobre a origem do Cristianismo e argumenta que a moral cristã é uma inversão da moral original, que foi criada pelos nobres e guerreiros para justificar sua superioridade.&nbsp;</div><div>Na segunda teoria, “A Falta” Nietzsche argumenta que a moral herdada do cristianismo é uma forma de escravidão e que os indivíduos precisam libertar-se dela.&nbsp;</div><div>No terceiro e último ensaio, “Qual é o Fim de Todo o Ideal Ascético” Nietzsche propõe uma nova moral, baseada na vontade de poder e na criação de valores.&nbsp;</div><div>Em geral, o livro argumenta que a moral é um conjunto de crenças e valores que são criados e impostos por indivíduos ou grupos sociais para controlar e dominar outros indivíduos ou grupos.<br><br><strong>Trabalho feito por:</strong> Pedro Figueiredo 11ºD</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-01-21 10:53:23 UTC</pubDate>
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         <title>o Homem em Busca de um Sentido</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/elisabetesantos5/u47h2kjrm3m9kyo9/wish/2452103484</link>
         <description><![CDATA[<div>Título: O Homem em Busca de um Sentido<br>Autor:&nbsp; Viktor E. Frankl<br>Ano de publicação: 1946<br><br>Sinopse:<br>"O Homem em Busca de um Sentido" é um livro escrito por Viktor Frankl, onde ele descreve sua experiência como prisioneiro em campos de concentração nazistas durante a Segunda Guerra Mundial. O livro é baseado em suas anotações feitas durante seu tempo como prisioneiro, e relata sua jornada para encontrar significado e propósito mesmo em meio ao sofrimento extremo. Frankl desenvolveu sua teoria da logoterapia, que afirma que a busca pelo significado é o principal motivador humano, e que encontrar esse significado é essencial para a saúde mental e bem-estar.<br><br></div><div><br>O livro também discute como as pessoas podem encontrar significado em suas vidas, mesmo quando enfrentam desafios extremos, e como a vida tem sentido mesmo nas circunstâncias mais difíceis. Frankl argumenta que a capacidade de encontrar significado em nossas vidas é o que nos permite superar o sofrimento e a adversidade. Em resumo, é uma reflexão sobre a humanidade e a busca pelo sentido da vida, baseada na experiência de Frankl no Holocausto e sua teoria da logoterapia.</div><div><br><br>Simão Serafim &nbsp; 11ºD &nbsp; nº27</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-01-22 00:14:16 UTC</pubDate>
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         <title>Investigações sobre o Princípio da Moral</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Título: Investigações sobre o Princípio da Moral<br>Autor: David Hume<br>Data de lançamento: 1751<br><br>Esta é, para Hume, a sua melhor obra. <em>Investigações sobre o Princípio da Moral </em>é a investigação subsequente à <em>Investigação sobre o Entendimento Humano </em>e, por isso, é também conhecida como sendo o segundo inquérito. A sua primeira investigação teve como tema principal a explicação da origem do conhecimento e como o ser humano o relaciona. Nesta segunda investigação, Hume explora a origem da moral e como esta é obtida pelo ser humano. <br>Thomas Hobbes deu início ao debate sobre a natureza humana e a definição e distinção do bem e do mal, defendendo que a natureza humana é regida pelo egoísmo/interesse. Hobbes também afirma que a distinção entre o bem e o mal é resultado de convenções sociais. Existem dois grupos que se opõem a esta ideologia: os racionalistas e os sentimentalistas- que defendem que a moral é obtida pelo raciocínio e pelos sentimentos, respetivamente. Hume, apropriando-se de um conceito sentimentalista, consegue negar a moral do egoísmo. <br>Esta investigação é feita de forma empírica e atribui papéis diferentes aos sentimentos e à razão, evitando partir de dogmatismos. Sendo Hume um empirista, as suas teorias baseiam-se na experiência e observação dos factos e dos comportamentos, mais especificamente dos sentimentos, expressos pelos seres humanos.<br>Deste modo, são catalogadas as virtudes humanas e são estudados os seus princípios. Para Hume a moral não se baseia na razão, pois a razão apenas nos permite deduzir os factos a partir de princípios gerais, seguindo uma ideologia diferente da clássica que diz que a razão é uma faculdade oposta à afetividade; o autor afirma que a razão deriva da afetividade. Logo, conclui que a razão não pode decidir a moralidade de um ato nem motivar o nosso comportamento. Os sentimentos de prazer e dor são responsáveis por suscitar em nós as virtudes, por isso a moral esta enraizada na afetividade e não na razão.<br><br>Hume divide as virtudes em: virtudes naturais- benevolência e virtudes artificiais- justiça. A benevolência é: uma característica natural dos seres humanos; a origem da moral; a primeira qualidade universalmente aceite pelo ser humano. Esta inspira-nos atitudes altruístas. Desta forma, Hume contraria o egoísmo, mostrando que o ser humano não age apenas por interesse próprio, possibilitando a existência de um sentimento moral com origem na benevolência.<br>Segundo Hume, a justiça é o respeito pelas posses e bens de outrem e foi inventada pelo ser humano para superar os inconvenientes da nossa natureza- o autor diz que o estado natural do homem é a guerra, onde os seres humanos estão constantemente em conflito. Os seres humanos acabam por abraçar a justiça pois esta é a chave para a existência de uma sociedade.<br><br>Concluindo, <em>Uma investigação sobre os princípios da moral</em> é, segundo o próprio Hume, a expressão final e definitiva das suas ideias e dos seus princípios filosóficos. Com este livro, Hume mostra que uma investigação deve proceder de factos observados sobre o comportamento humano, deixando de lado quaisquer esquemas puramente hipotéticos e idealizados acerca da “real natureza” do homem.<br><br>Miguel Melo, nº22, 11ºB.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-01-22 18:58:26 UTC</pubDate>
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         <title>Liberdade de Expressão - Uma breve introdução</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Título:</strong> Liberdade de Expressão <br><strong>Autor: </strong>Nigel Warburton<br><strong>Ano de lançamento:</strong> 2015<br><br><br>É nesta obra literária, que Nigel Warburton apresenta e analisa os principais argumentos a favor e contra o direito de conservar a liberdade de expressão, questiona se será necessário estabelecer um limite, como se define, se esta será independente do contexto, entre outros.<br>Este é um tema trabalhoso e incitador devido, principalmente, ao facilitado acesso à informação e aos métodos de transmitir opiniões, atualmente. O livro torna-se bastante abrangente, referindo tópicos desde o Holocausto à pornografia e sustenta as várias teses com argumentos filosóficos e exemplos atuais, conjugando, assim, métodos tradicionais de debate com&nbsp; novos métodos e desafios à liberdade de expressão, como por exemplo, a tecnologia e a Internet.&nbsp;<br>A liberdade de expressão é considerada um direito fundamental em qualquer sociedade civilizada que exija a sua proteção, estando esta presente desde do início dos tempos, já que a a liberdade de expressão é um dos pilares que levou à criação da democracia. O&nbsp; principal objetivo do autor é responder a dúvidas que a sociedade moderna encara, em relação aos valores e limites da liberdade de expressão, como por exemplo: Qual é o realmente o valor da liberdade de expressão?</div><div>Onde deve uma sociedade civilizada estabelecer limites?</div><div>O facto de sermos ser livres dá-nos&nbsp; o direito de ofender a religião de outras pessoas?</div><div>Existem bons motivos para censurar a pornografia?</div><div>A Internet veio a mudar os debates e a forma como as pessoas partilham a sua opinião ?</div><div>Apesar da obra ser curta, e por vezes provocadora, é dirigida a um público imenso, no qual qualquer leitor generalista deve ter a oportunidade de ler este livro, mesmo que não apresente muitos conhecimento filosóficos.<br>Em suma, apesar da liberdade de expressão ter tido origem há milhares de anos e parecer um tema fácil de trabalhar e de opinar, muito pelo contrário, este é um tema que Nigel Warburton considera este um tópico desafiante que nos faz levantar questões, e ao responder a estas perguntas o autor utiliza um tom provocativo, no&nbsp; âmbito de fazer o leitor questionar-se acerca da sua própria opinião.<br><br>Guilherme Valido, Nº8 11ºB</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-01-22 20:16:27 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Título: O Que Fazer dos Estúpidos<br>Autor: Maxime Rovere<br>Data de Lançamento: 2020&nbsp;<br><br><br>Os filósofos podem combater a estupidez e considerá-la um adversário - e até, pelo menos teoricamente, uma forma de inteligência. Para isso, podem descobri-la através da opinião, dos preconceitos, da arrogância, da superstição, da intolerância, do dogmatismo, do niilismo, etc. Isto pode esclarecer a natureza da estupidez e ajudar a combatê-la — mas o problema são os estúpidos. É essa a pergunta: e os estúpidos que encontramos no dia a dia, no emprego, nos transportes, na família, entre os nossos vizinhos, amigos e amantes? Os estúpidos são um problema delicado e muito mais importante do que a estupidez propriamente dita. A sua existência constitui um problema teórico e filosófico extremamente complexo. São obstinados, agressivos, oportunistas - e, às vezes, inteligentes. O que fazer deles?<br><br>Com humor, ironia e recurso à filosofia, Maxime Rovere trata de explicar como resistir-lhes, como escutá-los, como o Estado os protege, como nos ameaçam - e porque é que eles preferem destruir a construir, por que motivo governam o mundo e ganham sempre.<br><br>Dinis Mandzyuk 11ºD, nº8</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-01-22 21:23:16 UTC</pubDate>
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         <title>obra de filosofia</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Este livro foi escrito em 1992 pelo existencialista americano Irvin D.Yalom.&nbsp;<br><br>Leve introdução:este livro conta a historia de um encontro hipotético entre personagens da vida real Dr. Josef Breuer e o filósofo Friedrich Nietzsche cujo resultado terapêutico deu a criação da psicanálise moderna.<br><br>resumo: a obra da início em Viena em 1882. Um grande medico judeu de 40 anos, Josef&nbsp; Breuer é convidado por lou Salomé, uma linda senhora russa, para dirigir-se a um café, cujo motivo era o Dr. Breuer ajudar um jovem (Nietzsche) que precisava urgentemente de tratamento para as suas enxaquecas.<br>Contudo, Lou diz que Dr.Breuer é a única&nbsp; pessoa que pode ajudar Nietzsche dos seu desespero suicida, causado por uma doença que os médicos&nbsp; não conseguiam identificar. A relação conflituosa no início entre o Dr e Nietzsche torna-se surreal.<br>De médico, Breuer vira paciente de Nietzsche um incrível filósofo&nbsp; para depois voltar a ser médico.<br>Em Síntese:esta obra gira em volta de pontos cruciais da filosofia de Nietzsche: a solidão, abandonar pensamentos fúteis, crescimento intelectual. E levanta também uma grande questão a vida que se vive é uma escolha sua ou vivemos a vida escolhida pelos outros.<br>cristiane real 11º D<br><br><br></div><div><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-01-23 14:19:35 UTC</pubDate>
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         <title>Discurso do método</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Título: "Discurso do método"<br>Autor: René Descartes<br>Ano: 1637<br><br><br><br>Resumo: Em "Discurso do Método", Descartes, relata de uma forma incisiva e esclarecedora a forma para se obter maiores conhecimentos, diante da experiência de vida. Para isso relata os motivos pelos quais chegou a tais conclusões, desde sua formação e estudos em exatas até sua vivência. O método, desenvolvido por Descartes, tenta obter uma forma gradativa de aumentar o conhecimento no qual o objetivo maior é sair da mediocridade nesta vida. De uma forma objetiva faz criticas ao ensino na escolas e conclui que, a leitura de um bom livro faz com que a pessoa tenha um diálogo com pessoas de outrora e conhecimentos de outras culturas. O procedimento para maiores conhecimentos seria nunca aceitar algo como verdadeiro, e sim desconfiar de tudo. Um segundo passo seria dividir as dificuldades, pois assim a solução seria mais fácil. O próximo ponto seria organizar a ordem dos pensamentos para elencar as maiores facilidades. E, por fim, revisar todos os fatos para ter a certeza de não omitir nada. Assim, a razão se sobrepõe a emoção. Assim, René Descartes, de uma forma racional, descreve seu método para a obtenção de maiores conhecimentos. O estudo da filosofia se faz necessário pois apenas assim chegaremos a forma ideal de resolver os obstáculos oferecidos pela vida.<br><br><br><br><br>Gonçalo Bento Nº7 11ºB<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-01-23 15:46:27 UTC</pubDate>
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         <title>A paisagem Moral</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Título:</strong> "A paisagem Moral"<br><strong>Autor: </strong>Sam Harris <br><strong>Ano:</strong> 2010<br><br><br></div><div><strong>Resumo:&nbsp;</strong>No capítulo introdutório do seu livro “A paisagem moral”, Sam Harris trata da moral (vista&nbsp; por ele como sendo uma parte dos valores humanos, estes últimos que ele diz serem um&nbsp; conjunto de “fatos complexos e interdependentes” que faz parte de qualquer vida humana e&nbsp; sua relação com o ser humano de maneira geral.&nbsp; Harris começa por dar um exemplo de tradição cultural existente na Albânia, que seria, muito provavelmente, considerado absurdo&nbsp; no contexto ocidental, relativizando se, por essa tradição, essa cultura seria inferior a do&nbsp; ocidente. Harris acredita que a cultura seria sim inferior, já que considera existir o “certo” e o “errado dentro dos valores pertencentes a uma cultura, afirmando ainda que se poderia&nbsp; existir uma moral geral, pois a ciência, ao abandonar a ideia de que deveria se manter à&nbsp; parte de questões sociais de cunho moral e relacionadas a valores (principalmente os&nbsp; religiosos), mostraria que esses valores se fazem presentes na esfera cerebral, e, por isso,&nbsp; poderia ser generalizada a todos os seres humanos, independentemente de sua cultura. Harris não crê que a fé religiosa poderia estar certa, apenas a ciência poderia realmente&nbsp; nos guiar até o conhecimento do qual os valores certos a serem propagados para a vida&nbsp; humana poderiam manter a humanidade de maneira pacífica. Mas, para se aprimorar ainda mais o&nbsp; conhecimento do que seria melhor para o ser humano, outros aspectos que mudam o&nbsp; formato dessa “paisagem” devem ser considerados, buscando um aspecto geral daquilo&nbsp; que influencia os valores e fatos adotados como verdades por todos, inclusive aqueles que&nbsp; fogem ao padrão ocidental ou oriental (os ciganos, os aborígenes, etc.), só assim sendo&nbsp; capaz dessa moral correta a ser alcançada possível realmente de estar presente para&nbsp; todos, independente de sua cultura.<br><br>Inês Gonçalves 11ºB<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-01-23 16:46:22 UTC</pubDate>
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         <title>Princípios de Filosofia </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>autor: </strong>René Descartes<br><strong>data de publicação: </strong>1644<br><strong>resumo:</strong>&nbsp; Os Princípios de Filosofia é o título de uma obra filosófica escrita por René Descartes em 1644, cujo título original em latim é <em>Principia philosophiae. </em>O objetivo perseguido por Descartes é, segundo ele, "dar fundamentos rigorosos à filosofia".<br>A obra "Princípios da Filosofia" corresponde apenas à primeira parte da obra original, denominada «Dos Princípios do Conhecimento Humano». O texto dos Princípios é constituído por uma Carta dedicatória à sereníssima Princesa Isabel, uma Carta ao Tradutor (da obra para francês), que serve de prefácio, seguida de 76 artigos. Na Carta ao tradutor/prefácio, Descartes apresenta a sua posição relativamente aos conceitos de filosofia e de saber, apresentando a «investigação dos princípios directores do conhecimento verdadeiro» como constituindo a verdadeira reflexão filosófica. A dúvida, o penso, logo existo, a distinção entre alma e corpo, a existência de Deus, a revelação e a luz natural, a teoria do erro e a liberdade são alguns dos temas analisados ao longo da obra. É ainda apresentada uma classificação de todas as formas de pensamento, bem como a análise das diversas causas de erro. Nos dois últimos artigos, Descartes faz um resumo dos princípios mais importantes do conhecimento, indicando os procedimentos a adoptar para bem filosofar. Embora situada prioritariamente no âmbito do conhecimento, a obra é atravessada por problemáticas de carácter antropológico e ontológico.<br>mariana crespo n° 22 11°B<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-01-23 19:41:56 UTC</pubDate>
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         <title>Filosofias Africanas de Nei Lopes e Luiz António Simas</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Título: <em>Filosofias Africanas: Uma Introdução</em></strong></p><p><strong>Autores: Nei Lopes e Luiz Antonio Simas</strong></p><p><strong>Ano: 2024</strong></p><p><br/></p><p><strong>Resumo: O livro oferece uma abordagem única sobre as filosofias africanas, destacando suas origens, influências e a sua relevância no mundo contemporâneo. Ele busca romper com a visão ocidental dominante da filosofia e apresenta uma perspectiva diversificada, que integra as tradições orais, os mitos e as filosofias ancestrais africanas. Os autores discutem a riqueza do pensamento africano, levando o leitor a uma reflexão sobre como as filosofias de diferentes culturas podem enriquecer a compreensão humana do mundo. A obra também aborda a importância do diálogo intercultural e do reconhecimento das diferentes fontes de saber. A filosofia africana não é apresentada apenas como um campo intelectual, mas também como uma prática viva e essencial para a construção de um futuro mais justo e equilibrado.</strong></p><p><br/></p><p><strong>O livro se propõe a apresentar, de forma acessível e reflexiva, as principais questões filosóficas que surgem do contexto africano, sendo uma obra que promove o reconhecimento de uma tradição filosófica que, muitas vezes, é negligenciada nos currículos acadêmicos tradicionais.</strong></p><p><br/></p><p><strong>Este livro é uma excelente escolha para quem deseja explorar uma filosofia que vai além da tradição ocidental e que oferece uma nova lente para entender o pensamento humano e suas múltiplas formas de expressão.</strong></p><p><br/></p><p><strong>Se precisar de mais detalhes, posso procurar mais informações ou fontes específicas!</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-11 09:10:24 UTC</pubDate>
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         <title>A CORAGEM DE SER </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Título: A coragem de ser</p><p>Autor: Paul Tillich</p><p>Ano de publicação: foi publicado originalmente em 1952</p><p>Sinopse: Paul Tillich ao longo da sua obra analisa como o ser humano consegue encontrar coragem para enfrentar o vazio e a ansiedade existencial. O autor explora a coragem necessária para a aceitação frente às ansiedades principais: o medo da morte, a culpa e o vazio de não ter um propósito.</p><ul><li><p>“A coragem de ser é a coragem de se aceitar-se como se é, apesar de se ser inaceitável” Paul reflete sobre a aceitação da própria imperfeição, o autor admite que devemos abraçar as nossas fraquezas e falhas envés de negá-las</p></li><li><p>“A ansiedade não pode ser eliminada, mas sim enfrentada com coragem” O filósofo afirma que a ansiedade faz parte da vida e não pode ser evitada, envés de evitá-la Tillich sugere que devemos enfrenta-lá com coragem.</p></li></ul><p>Paul ao longo da obra combina a filosofia existencial, a psicologia e a espiritualidade, o mesmo sugere que a coragem obtém-se ao abraçar a vulnerabilidade e ao encontrar um sentido para algo maior, o livro reflete sobre a busca de um propósito e de coragem para enfrentar os desafios humanos.</p><p><br/></p><p>Catarina Marcelino n⁰6 11⁰G </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-11 09:12:12 UTC</pubDate>
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         <title>Retórica</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Autor: Plutão</p><p>Ano: 360 a.C.</p><p>Resumo: O Timeu, de Platão, é um dos diálogos filosóficos mais importantes, no qual Timeu, um filósofo e astrônomo, explica a origem e a estrutura do universo. Segundo Timeu, o cosmos foi criado por um Demiurgo, uma figura divina que, movido pela razão e pela bondade, moldou o universo a partir de um caos relevante. O Demiurgo organizou o mundo de acordo com as Formas eternas e perfeitas, trazendo ordem e harmonia ao cosmos. O universo, então, é uma entidade viva, possuindo uma "alma do mundo" que permeia tudo o que existe, garantindo a ordem universal. Timeu descreve o cosmos como sendo composto por quatro elementos fundamentais: fogo, ar, água e terra que, combinados de forma equilibrada, formam a realidade material. Estes elementos estão em constante movimento e transformação, mas sempre dentro de uma estrutura ordenada que reflete a perfeição das Formas. O diálogo também trata da criação das almas humanas, que são imortais e têm origem no Demiurgo. Enquanto as almas são imortais, os corpos são alterados, e a morte é vista como uma separação temporária da alma do corpo. A obra também explora a conexão entre a alma e o corpo, sugerindo que a saúde e o bem-estar físico dependem da harmonia entre esses dois aspetos da existência. Timeu é uma tentativa de Platão de explicar a relação entre o mundo material e o mundo das ideias. A obra teve grande impacto no pensamento filosófico e científico ocidental, influenciando teorias sobre a criação, a cosmologia e a natureza da alma.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-11 09:12:44 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>nome: Nietzsche para estressados:</p><p>autor: Allan Percy</p><p>ano:2009</p><p><br/></p><p><em>"Nietzsche para Estressados"</em>, de Allan Percy, é um livro que apresenta de forma acessível as ideias do filósofo Friedrich Nietzsche, conectando suas reflexões com situações cotidianas e desafios modernos, como o stress e a pressão da vida contemporânea.</p><p>O autor usa uma linguagem simples para explicar conceitos complexos de Nietzsche, como o "eterno retorno", a "vontade de poder", a "morte de Deus" e o "Übermensch" (além-do-homem), sugerindo como esses conceitos podem ajudar as pessoas a lidar com suas frustrações, inseguranças e dilemas existenciais. Percy propõe que, ao compreender e aplicar algumas dessas ideias, é possível viver de maneira mais autêntica, abandonar valores impostos pela sociedade e aprender a enfrentar os desafios da vida com mais liberdade e autoconfiança.</p><p><br/></p><p>Concluindo o livro oferece uma interpretação prática do pensamento de Nietzsche, adaptada para o contexto atual, ajudando o leitor a refletir sobre seu comportamento, suas escolhas e o modo como encara o stress.</p><p><br/></p><p>Beatriz Martins 11 G</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-11 09:12:44 UTC</pubDate>
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         <title>A douta ignorância </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>título: A douta ignorância</p><p>autor: Nicolau de Cusa</p><p>data de lançamento: 1440</p><p>resumo :</p><p> "A Douta Ignorância", de Nicolau de Cusa, defende que a verdadeira sabedoria está em reconhecer a própria ignorância. Segundo o autor, os seres humanos não conseguem entender totalmente Deus e o universo, pois o nosso conhecimento é limitado e imperfeito.</p><p>A ideia principal é que ao aceitar essas limitações, aproximamos-nos mais da verdade. Nicolau vê Deus como algo infinito e inalcançável, uma “coincidência de opostos” que escapa à lógica humana. Assim, ele sugere que, em vez de buscar respostas absolutas, deveríamos abrir a nossa mente e espírito ao mistério e à espiritualidade, reconhecendo que somos incapazes de conhecer tudo.</p><p><br/></p><p>Maria Carolina Tomás 11°G N 19</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-11 09:13:43 UTC</pubDate>
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         <title>ensaio sobre o entendimento humano</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Título: Ensaio sobre o entendimento humano:</p><p>Autor: John Locke</p><p>Ano de publicação:1698</p><p>Sinopse: Em&nbsp;<em>Ensaio sobre o Entendimento Humano</em>, John Locke apresenta uma reflexão profunda sobre como adquirimos o conhecimento. Ele desafia a ideia de que nascemos com ideias inatas e, critica a doutrina de ideias inatas de Descartes e ao contrário propõe que a mente humana é como uma "tábula rasa", uma folha em branco, e que todo o conhecimento vem da experiência. Dividido em quatro partes, o livro discute como as ideias surgem através da perceção sensorial e da reflexão sobre essas perceções, e como a mente organiza e processa essas informações. Locke também explora temas como a identidade pessoal, a distinção entre qualidades primárias e secundárias dos objetos, e o papel da razão na construção do conhecimento. A sua obra tem uma grande importância para o desenvolvimento do empirismo e influenciou muitos filósofos posteriores, sendo fundamental para a filosofia moderna e para as discussões sobre a natureza do conhecimento e da mente humana. </p><p>A obra é um marco na filosofia moderna, particularmente na epistemologia, e foi fundamental para o desenvolvimento do empirismo, influenciando filósofos como George Berkeley, David Hume e até mesmo a filosofia política de Locke, que está presente nas suas reflexões sobre o governo e os direitos humanos.</p><p>Madalena Tomás nº17 11ºG</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-11 09:13:46 UTC</pubDate>
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         <title>A busca da verdade</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/elisabetesantos5/u47h2kjrm3m9kyo9/wish/3210903166</link>
         <description><![CDATA[<p>Titulo: A busca da verdade</p><p>Autor: Nicolas Malebranche</p><p>Data de lançamento: 1674</p><p>A Busca da Verdade, escrito por Nicolas Malebranche, é um livro filosófico em que o autor reflete sobre como as pessoas chegam ao conhecimento e descobrem o que é verdade. Malebranche argumenta que os nossos sentidos, como a visão, o tato e a audição, e até mesmo a nossa imaginação, podem nos enganar e nos desviar da verdade. Ele acredita que só conseguimos chegar ao verdadeiro conhecimento com a ajuda de Deus, pois Deus é a causa de tudo o que acontece no mundo.</p><p>Uma das ideias centrais do livro é o “ocasionalismo,” uma teoria que Malebranche desenvolve para explicar que todos os eventos físicos e mentais só ocorrem porque Deus permite. Ou seja, o ser humano não tem o controle absoluto sobre o que acontece, pois tudo depende de uma “causa divina.” Malebranche também critica os erros que os sentidos e os preconceitos criam, que ele chama de ilusões. Para ele, essas ilusões atrapalham nossa visão da verdade e nos afastam do verdadeiro conhecimento.</p><p>Ao longo da obra, Malebranche tenta mostrar como podemos buscar uma forma de conhecimento mais pura e direta, baseada na razão e na confiança em Deus. Em vez de nos deixarmos levar pelo que os nossos sentidos nos dizem ou por ideias pré-concebidas, ele sugere que precisamos usar a razão e nos concentrar em Deus para entender o mundo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-11 09:15:57 UTC</pubDate>
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         <title>A Transcendência do Ego</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>TÍTULO: A Transcendência do Ego</p><p>AUTOR: Jean-Paul Sartre</p><p>ANO DE PUBLICAÇÃO: 1936</p><p><br/></p><p>“A Transcendência do Ego” é um ensaio na filosofia fenomenológica, onde Jean-Paul Sartre explora a origem o ego e da consciência. A obra desafia a ideia cartesiana de que o ego é a essência central da consciência, argumentando que este não é uma entidade interna fixa, mas sim um objeto criado pela consciência. Segundo o filósofo, o ego manifesta-se quando refletimos sobre a consciência, sendo um produto da mesma, e não a sua base. Influenciado por Edmund Husserl, Sartre propõe que o ego só surge quando a consciência se reflete sobre si mesma.</p><p>A obra ronda o existencialismo, evidenciando que o ser humano cria e aperfeiçoa o seu sentido de presença no mundo, influenciando conceitos como liberdade e identidade.</p><p>&nbsp;</p><p>Rita Pereira; nº 27; 11ºG</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-11 09:16:02 UTC</pubDate>
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         <title>E se parássemos de sobreviver </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Autor: André Barata</p><p>Ano do livro: 2018</p><p><br/></p><p>Sinopse: </p><p>No livro E Se Parássemos de Sobreviver?, André Barata explora nossa relação com o tempo e como a busca por produtividade torna-nos “sobreviventes”. A “tirania do tempo” impõe uma pressão constante, gerando stress e afastando-nos do que realmente importa. Inspirando-se em Kant, Barata propõe um “tempo qualitativo” – um tempo vivido com significado, em contraste com o foco excessivo na produtividade. A obra discute temas como alienação, propósito do trabalho e a importância de uma vida mais autêntica e humana, propondo uma forma de viver menos guiada pela pressa e mais pela essência.</p><p><br/></p><p>Rafael Ruela n22 11G</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-11 09:16:52 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Título:</strong> “O calendário da sabedoria” </p><p><strong>Autor:</strong> Lev Tolstoi </p><p><strong>Ano de edição: </strong>novembro de 2022 <br></p><p><br></p><p><strong>Sinopse:</strong> Tolstoi realizou um sonho que já tinha há cerca de 15 anos, de<em> “reunir num livro a sabedoria dos maiores filósofos e textos sagrados de todos os tempos e de todos os povos”.</em> A obra “O Calendário da Sabedoria” é um conjunto de diversas reflexões, que apresenta uma citação inspiradora para cada dia do ano e Tolstoi completa com duas ou três citações de filósofos conhecidos. As citações são organizadas em torno de temas específicos para cada dia do ano de acordo os pensamentos do autor. Tolstói aborda assuntos que vão desde a arquitetura do conhecimento à ignorância e ao significado da vida. Também se pode considerar um guia diário que ilumina o caminho de uma vida que vale a pena ser vivida. <em>“Espero que os leitores deste livro sintam a mesma sensação de benevolência e ascensão que eu próprio senti enquanto trabalhava na sua criação, e que volto a sentir uma e outra vez, quando o releio todos os dias, ao preparar o alargamento e aperfeiçoamento da edição anterior”.</em></p><p><br/></p><p>Rita Almeida n°26 11°G</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-11 09:17:51 UTC</pubDate>
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         <title>CAMINHAR, Uma Filosofia</title>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Título: </strong>Caminhar, uma filosofia</p><p><strong>Autor: </strong>Frédéric Gros (1965 - presente)</p><p><strong>Ano de Publicação: </strong>2008</p><p><strong>Resumo :</strong> O que é caminhar? É a pergunta a que Frédéric Gros tenta responder. Para ele, caminhar, não é apenas o simples ato de mover as pernas e os pés numa sincronia constante para chegar a um destino. Não. É uma fuga, um exercício mental, uma busca. A busca de conhecimento sobre si, sobre a sua essência. É um processo de reflexão.</p><p><br/></p><p>O autor recorre a exemplos de personagens marcantes da história como: Kant, Rimbaud. Rosseau, Nerval, Nietzche, Thoreau, Gandhi, Kierkegaard e Hölderlin. Ao dar estes exemplos, Frédéric conta-nos sobre o caminho de vida dos mesmos.</p><p><br/></p><p>Ao longo do livro, o filósofo explica como sair de casa e “pôr um pé á frente do outro” é uma atividade importante no desenvolvimento de caráter de uma pessoa. Inspira-nos a caminhar e a procurar quem somos e o que há para nós no mundo.</p><p><br/></p><p>Raquel Guerra</p><p>Nº 24</p><p>11ºG</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-11 09:18:07 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>titulo: o homem que sabe pensar</p><p>ano:2016</p><p>autor: james allen</p><p>Em “O Homem que Sabe Pensar”, James Allen explora a capacidade transformadora do pensamento e o poder que ele exerce sobre a vida humana. O autor, é famoso pê-lo seu trabalho no campo do desenvolvimento pessoal, argumenta que a mente é a principal responsável pela construção da realidade de cada pessoa. Segundo Allen, os nossos pensamentos moldam o nosso caráter, atitudes e consequentemente, as circunstâncias ao nosso redor.</p><p>O livro guia-nos por um caminho de autodescoberta e disciplina mental, encorajando-nos a observar e a controlar os nossos pensamentos para obter uma vida mais plena e realizada. Allen sugere que é possível transformar qualquer situação através do poder da mente, desde que a pessoa compreenda e pratique o controle sobre os seus próprios pensamentos. Com um estilo direto e inspirador, “O Homem que Sabe Pensar” é um convite para quem procura entender e desenvolver o poder do pensamento positivo como uma ferramenta de transformação pessoal e espiritual.</p><p>Esta obra é ideal para leitores que se interessam pelo autoconhecimento, pela capacidade de superação e pelo desenvolvimento de uma mentalidade positiva e focada no crescimento interior.</p><p>Varvára nº30 11ºG</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-11 09:18:34 UTC</pubDate>
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         <title>Pensamentos </title>
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         <description><![CDATA[<p>Autor: Leonardo Da Vinci</p><p>Ano do livro:2018</p><p> Sinopse:<strong>: </strong>“De tempos a tempos, o Céu envia-nos alguém que não é apenas humano, mas também divino. De modo que, através do seu espírito e da superioridade da sua inteligência, possamos a atingir o Céu”</p><p><em>Giorgio Visori</em></p><p><br/></p><p>Nest<em>e livro</em>, PENSAMENTOS ,sobre a arte, a ciência e a vida, reúne-se uma coleção única das melhores escrituras do grande génio do Renascimento,Leonardo Da Vinci que apresenta a sua visão a respeito do homem e do mundo. Cinco séculos depois da sua morte, a sua obra permanece viva e continua a despertar o interesse de milhões de pessoas. Neste livro estão destilados os pensamentos e as ideias essenciais de Leonardo, num único volume de leitura acessível e apaixonante. Leonardo é frequentemente descrito como o arquétipo do homem do Renascimento, alguém cuja curiosidade insaciável era igualada apenas pelas suas capacidades.</p><p><br/></p><p>A profundidade e o alcance dos seus interesses são notáveis, e a sua mente e a sua personalidade parecem quase sobre-humanas para o comum dos mortais. Com o olhar de artista e a curiosidade de cientista, ele registou nos textos deste livro as suas observações sobre o mundo em que vivia e o essencial das reflexões da sua mente brilhante.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-11 09:18:59 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Título</strong>: A arqueologia do saber</p><p><strong>Autor</strong>: Michel Foucault</p><p><strong>Data de lançamento</strong>: 1969</p><p><br/></p><p><strong>Sinopse</strong>: “A Arqueologia do Saber” de Michel Foucault é uma obra na qual o filósofo apresenta um método alternativo à tradicional abordagem histórica. Ele propõe a “arqueologia” como uma maneira de estudar as “formas de discurso” . Ao invés de se focar em eventos individuais, Foucault busca compreender as regras que organizam e limitam o que pode ser dito e pensado numa determinada época.</p><p>Na primeira parte do livro, ele critica a história das ideias e questiona a forma com que se costuma narrar o desenvolvimento do pensamento. Em seguida, Foucault apresenta o conceito de “discurso” como um conjunto de enunciados regulados que formam saberes específicos. Ele argumenta que, para entender como esses saberes são constituídos, é necessário examinar as condições que tornam possíveis certas declarações e excluem outras, ou seja, investigar as normas e regularidades que orientam o discurso.</p><p>Foucault também procura desvincular o sujeito do conhecimento e questionar a ideia de continuidade histórica, defendendo que o surgimento do conhecimento não é guiado pela intenção de um autor ou por uma evolução contínua, mas sim por rupturas e descontinuidades. A obra é essencial para entender como Foucault aborda a construção do saber, o poder e a verdade, temas que ele desenvolve em outros escritos e que influenciam fortemente o pensamento contemporâneo nas ciências humanas.</p><p>Joana Freitas</p><p>Nº12</p><p>11ºG</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-11 09:19:28 UTC</pubDate>
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         <title>O mundo é uma coisa estranha, afinal</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>"O mundo é uma coisa estranha, afinal" de Jean d'Ormesson é uma obra narrada por um “eu” fictício, um personagem que busca compreender o que é o mundo e qual o seu papel na realidade que nos cerca no dia após dia.</p><p>Ao longo do livro o autor reflete sobre a vida, a morte, o sentido da existência humana e as questões filosóficas que cercam o mundo, questiona os acontecimentos e as contradições do universo, no fundo, é uma reflexão sobre as dúvidas da vida, que é apresentada de forma literária e filosófica.</p><p>A escrita de Jean d’Ormesson mistura ficção e filosofia, com objetivo em refletir sobre a própria natureza do mundo e do tempo, sobretudo, sobre as dúvidas existenciais e pela maneira como nos relacionamos ao refletir, oferece uma visão otimista que transmite curiosidade acerca da experiência humana.</p><p><br>Angelina Ilchenko nº2, 11ºG</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-11 09:19:35 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Titulo: dialogos sobre a religião natural</p><p>autor:David Hume</p><p>ano:1779</p><p>O livro “ Diálogos sobre a religião natural”, publicado em 1779 e um dos textos mais influentes do filósofo escocês David Hume, leva-nos a pensar de maneira crítica sobre as bases racionais da crença em Deus. O livro é um diálogo entre três personagens, Cleantes, Demea e Filon, cada um defendendo uma visão filosófica sobre a existência e natureza de Deus. Cleantes acredita que o universo foi projetado por uma mente divina, enquanto Demea defende a fé sem questionamento, e Filon, mais cético, contesta a ideia de que dá para entender Deus com lógica humana.</p><p>&nbsp;&nbsp;Ao longo do diálogo, o filósofo explora temas como a dificuldade de provar a existência de Deus com base na observação da natureza, a questão do mal no mundo e a ideia de que a ordem aparente do universo poderia ser explicada sem a intervenção de uma divindade.</p><p>&nbsp;Em seu livro, Hume não oferece respostas claras aos pensamentos levantados, Em vez disso, ele lança dúvidas que destacam o quanto ainda não sabemos sobre a natureza de Deus e as limitações que a razão e a observação podem realmente provar.&nbsp;</p><p>&nbsp;&nbsp;O livro leva o leitor a refletir sobre a fé e a razão com uma postura crítica, sem certezas absolutas. A obra trás pensamentos e dúvidas, muito alinhadas com o espírito crítico e investigativo da filosofia iluminista.</p><p>&nbsp;</p><p>Maria Luiza Ariza nº20 11° G</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-11 09:21:24 UTC</pubDate>
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         <title>Não acredites em tudo o que pensas</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>"Não Acredites em Tudo o Que Pensas" de Joseph Nguyen é um livro que ensina os leitores a questionar e desafiar os seus pensamentos automáticos, especialmente aqueles que são negativos ou distorcidos. O autor explora como a mente humana tende a criar interpretações erradas da realidade e como esses pensamentos podem influenciar as emoções e comportamentos de forma negativa. A obra propõe técnicas como a prática da atenção plena (mindfulness) e o questionamento socrático para ajudar os leitores a identificar, analisar e lidar com esses pensamentos de maneira mais racional e equilibrada. Em resumo, o livro oferece estratégias para não se deixar dominar pelos pensamentos e para cultivar uma mentalidade mais saudável e consciente.</p><p><br/></p><p>Inês Silva, N°11, 11°G</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-11 09:22:03 UTC</pubDate>
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         <title>O que é a Filosofia?</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Título:</strong>&nbsp;O que é a Filosofia?</p><p><strong>Autor:&nbsp;</strong>António de Castro Caeiro</p><p><strong>Data de lançamento:</strong>&nbsp;Setembro de 2023</p><p><br/></p><p>É uma breve introdução aos principais conceitos e questões da filosofia. O autor explora a natureza do conhecimento, da ética, da existência e do papel do pensamento crítico na vida quotidiana. Através de uma linguagem clara e de exemplos do quotidiano, Caeiro tenta desmistificar a filosofia e mostrar como esta se aplica às nossas experiências e decisões. Este livro convida os leitores a refletir sobre as suas próprias crenças e a importância de questionar o mundo que nos rodeia, promovendo uma compreensão mais profunda das ideias filosóficas e do seu impacto na sociedade.</p><p><br/></p><p>Beatriz Almeida; nº3; 11ºG</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-11 09:22:25 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Livro</strong>: Física </p><p><strong>Autor</strong>: Aristóteles </p><p><strong>Data de Lançamento</strong>: Março de 2023</p><p><br/></p><p><strong>Resumo</strong>: No livro Física, Aristóteles investiga os princípios da natureza e do movimento. Ele define a natureza como aquilo que possui em si mesmo o princípio do movimento e da mudança e examina quatro causas que explicam por que algo existe ou acontece: causa material (do que algo é feito), formal (a essência), eficiente (o agente) e final (a finalidade). A matéria e a forma são componentes essenciais, com a matéria representando a potencialidade e a forma, a atualidade. Ele argumenta que o tempo é a medida do movimento e que o movimento precisa de uma causa inicial, o “motor imóvel”. Esta obra foi fundamental para a filosofia e a ciência ao explorar a estrutura e as razões da realidade física.</p><p>Lara Pedro</p><p>Nº16</p><p>11ºG</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-11 09:23:29 UTC</pubDate>
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         <title>Ser e tempo </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>“Ser e tempo” é uma obra fundamental da filosofia existencial e fenomenológica. Heidegger investiga a questão do Ser, buscando compreender o que significa "ser" em si. Ele foca no conceito de Dasein, que se refere ao ser humano, entendido como um ser consciente de sua própria existência e imerso no mundo. A obra destaca a temporalidade como central para a compreensão do ser, argumentando que o ser humano está sempre projetado para o futuro e é definido pela finitude, particularmente pela morte. Heidegger também diferencia entre uma existência autêntica (onde se reconhece a própria finitude e as escolhas pessoais) e uma inautêntica (onde se vive de maneira superficial, sem refletir sobre a vida). O livro propõe uma análise profunda da condição humana, seu lugar no mundo e sua relação com o tempo.</p><p><br/></p><p>Madalena Miranda n18, 11 G</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-11 09:27:34 UTC</pubDate>
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         <title>O Consolo da Filosofia</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Título</strong>: O Consolo da Filosofia</p><p><strong>Autor: </strong>Alain de Botton</p><p><strong>Ano de edição:</strong> 2001</p><p><br></p><p>Os filósofos eram vistos como autoridades nos temas mais relevantes da existência, na antiguidade romana e grega. Com o passar do tempo, encontrar sabedoria na Filosofia era considerada uma procura extravagante e delicada. No livro, O Consolo da Filosofia, é contestada a ideia de que a filosofia de boa qualidade é desprezível. São apresentados seis filósofos: Sócrates, Epicuro, Séneca, Montaigne, Schopenhauer e Nietzsche. Estes acreditavam que a cogitação filosófica teria capacidade para solucionar assuntos práticos das nossas vidas. Estes problemas eram, por exemplos, a escassez de dinheiro, timidez, frustração, impopularidade e ausência de amor. Alain escreve este livro como um meio de orientação para o saber e evidencia o uso prático da arte da Filosofia no nosso dia-a-dia.</p><p><br></p><p>Verónica Esteves; nº31; 11ºG</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-11 09:28:08 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>titulo:A republica</p><p>ano:380 a.c</p><p>autor:Platão</p><p>A República, uma das obras mais famosas de Platão, discute temas importantes como justiça, política e natureza humana. O livro é escrito como um diálogo, onde Sócrates conversa com outras pessoas e pergunta o que realmente significa ser uma boa pessoa.</p><p>Platão utiliza este diálogo para imaginar uma sociedade perfeita em que todos têm uma tarefa específica a realizar – os heróis protegem a cidade, os governantes tomam decisões e os trabalhadores satisfazem as necessidades diárias. Isso mostra que todos alcançarão a justiça se fizerem o melhor que puderem, sem interferir nos assuntos dos outros.</p><p>Uma das famosas ideias apresentadas em “República” é a ideia de que o “Rei Filósofo” além de governante, erudito e sábio, sempre trabalha em benefício do povo. Segundo Platão, somente quem busca a verdade e entende o que é bom para todos pode governar da maneira certa.</p><p>Outro exemplo famoso é o conto de Platão "O Conto da Caverna", que descreve a ignorância e o desejo de conhecimento do homem. Nesta lenda, os homens das cavernas viam apenas as sombras na parede, e isso era tudo o que sabiam. Se um deles consegue ver o mundo real, percebe que a imagem está vazia. Este exemplo representa a importância do bom conhecimento e da filosofia na compreensão da realidade além das aparências. Em A República, Platão explora a ideia de que uma sociedade justa é aquela em que todos têm um papel adequado e vivem em harmonia. O livro é uma reflexão profunda sobre justiça, política e a natureza do conhecimento, e continua sendo um texto importante nos estudos filosóficos.</p><p>Raquel lopes nº25 11ºG</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-11 09:28:54 UTC</pubDate>
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         <title>O QUE É A ARTE?</title>
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         <description><![CDATA[<p>Titulo: O QUE É A ARTE?</p><p>Autor: Lev Tolstoi</p><p>Ano de Lançamento: 1898</p><p><br/></p><p>"O Que é a Arte?" é uma obra intelectualmente provocadora e destemida, só ao alcance de alguém com a coragem, a honestidade e o prestígio intelectual de Tolstoi.</p><p>O seu carácter provocador e as suas reflexões não perderam atualidade, pois, o debate permanece aceso: afinal, o que pode ser considerado arte?</p><p><br/></p><p>Guilherme Gomes nº9, 11ºG</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-11 09:33:47 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Livro: O capital </p><p>Autor: Karl Marx</p><p>Publicação: 14 de setembro de 1867</p><p><br></p><p>Resumo: “O capital” é a obra mais importante de Karl Marx , publicada pela primeira vez em 1867.Nesta obra, Marx analisa o fundamento do capitalismo,as suas contradições e a forma como ele explora o trabalho humano.</p><p>A obra está dividida em três volumes e é um estudo profundo sobre a economia política.O objetivo de Marx é entender como o sistema capitalista gera desigualdade e como o processo de produção e troca de mercadorias leva à exploração dos trabalhadores.</p><p><br></p><p>Principais ideias do livro:</p><p>1-Mercadoria e valor: Marx começa por analisar a mercadoria , produto central do capitalismo.Ele distingue o valor de uso do valor da troca das mercadorias .O valor de troca é determinado pelo tempo de trabalho socialmente necessário para produzi-las</p><p>2- Mais-valia: O conceito central da crítica de Marx ao capitalismo é o da mais-valia ,que é a diferença entre o valor que o trabalhador cria e o valor que ele recebe como salário. A mais-valia é a fonte de exploração no capitalismo ,pois os capitalistas apropriam se dessa diferença.</p><p>3- Acumulação de capital:Marx descreve como o capitalista busca expandir a sua riqueza reinvestindo a mais-valia para gerar mais capital.Esse processo de acumulação leva à concentração de riqueza e à intensificação da exploração e do trabalho.</p><p>4-Dinâmica do capitalismo: O capitalismo,segundo Marx, é um sistema em constante movimento,mas também contraditório.Ele precisa da exploração do trabalho ,mas tende a gerar crises ,devido à contradição entre a produção de mercadorias e a capacidade limitada de consumo dos trabalhadores.</p><p>5- Ciclos de crise e contradições: Marx argumenta que o capitalismo inevitavelmente leva a crises económicas cíclicas devido à sua própria dinâmica interna. Essas crises podem ser causadas pela superprodução de mercadorias e pelo subconsumo dos trabalhadores .</p><p><br></p><p>Conclusão:”O capital” oferece uma crítica profunda ao sistema capitalista,mostrando as  suas falhas e contradições internas.Marx  argumenta que a exploração do trabalho é a base do capitalismo e que,com o tempo,o sistema levará a uma crise irreversível , possivelmente resultando em uma revolução socialista que substitua o capitalismo por um sistema mais justo e imparcial</p><p><br></p><p><br></p><p>Afonso Lourenço 11°G N°1</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-11 09:35:09 UTC</pubDate>
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         <title>Fédon - Platão (Raquel Mendes 11ºG)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Título da obra- Fédon</p><p>Autor- Platão</p><p>Data de publicação- não encontrada, mas a obra foi traduzida pela primeira vez do grego para o latim por Henry Aristippus em 1155.</p><p>Sínopse da obra-</p><p>No Fédon, de Platão, assistimos às horas finais do filósofo Sócrates. Condenado a uma dose mortal de cicuta antes do cair da noite, Sócrates escolhe passar o seu último dia em diálogo com os seus discípulos.</p><p>Debate-se o conceito de conhecimento como reminiscência das ideias, mas o tema central do diálogo é a imortalidade da alma e o consequente dever do homem de viver virtuosamente, para que após a sua morte a alma possa transitar para um sítio bom. Demonstrados os seus pontos, Sócrates banha-se, para que o seu corpo não tenha de ser limpo post mortem e, apesar de antes da hora preceituada, toma a cicuta: sente-se pronto e seria ignominioso arrastar o momento.</p><p>O objectivo da filosofia de preparar o homem para a morte é por excelência encarnado em Sócrates, que parte em serena dignidade após uma vida dedicada à busca pelo conhecimento.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-11 09:35:49 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Titulo: O Sentido da Vida</p><p>Autor: Viktor Frankl</p><p>Data da publicação: 1946</p><p>&nbsp;</p><p>"O Sentido da Vida" é a obra fundamental de Viktor Frankl, psicoterapeuta e sobrevivente de campos de concentração nazistas, na qual ele explora a importância de encontrar um propósito na vida, mesmo diante das situações mais extremas e desumanas. Frankl desenvolve sua teoria da logoterapia, uma abordagem terapêutica que defende que a busca pelo significado da vida é a motivação primária do ser humano, mais importante até do que o prazer ou o poder.</p><p>Ao relatar suas experiências pessoais no campo de concentração, Frankl observa como as pessoas que conseguiam encontrar um propósito, mesmo nas condições mais cruéis, eram mais propensas a sobreviver. Ele argumenta que, embora não possamos controlar as circunstâncias externas, sempre podemos escolher nossa atitude em relação a essas circunstâncias.</p><p>A obra enfatiza que, em momentos de sofrimento, o ser humano ainda pode encontrar sentido, seja por meio de um trabalho significativo, pela criação de relações profundas ou até mesmo pela coragem diante da adversidade. "O Sentido da Vida" não apenas oferece uma reflexão filosófica profunda, mas também fornece uma abordagem prática para lidar com os desafios existenciais, encorajando os leitores a buscar e criar significado, independentemente das dificuldades da vida.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-11 09:36:07 UTC</pubDate>
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         <title>O dia em que Sócrates vestiu jeans</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Titulo :O dia em que Sócrates vestiu jeans</p><p>Autora: Lucy Eyre</p><p>Data: maio de 2007</p><p><br/></p><p>Este livro conta a história de Ben Warner, um adolescente e das suas férias aborrecidas, mas é-lhe feito um convite peculiar. Ben é convidado a ir para o mundo das ideias, embora tentado, sente-se inseguro com esta ideia.</p><p><br/></p><p>Lila Frost, tem como cargo levar Ben a Sócrates, o seu chefe, para que ele consiga salvar o seu cargo de presidente das ideias, o qual mantêm à já 1209 anos.</p><p><br/></p><p>No mundo das ideias, Ludwig Wittgenstein interrompe o discurso de Sócrates afirmando estar farto de ouvir sempre as mesmas histórias e de que o método de Socrates ser desatualizado, de que a filosofia já não é necessária ou significante no mundo real, com isto, os dois decidem fazer uma aposta: se Sócrates conseguir ensinar alguém a pensar na sua filosofia então Wittgenstein admitirá que a mesma é a mais valiosa, mas se Sócrates perder, então terá de abandonar o seu cargo de presidente.</p><p><br/></p><p>Este livro, é um romance literário, o qual tem o objetivo de explicar aos jovens a filosofia com a história de um adolescente que foge para um mundo paralelo onde aprende os conceitos básicos da filosofia e a pensar. Este livro integra piadas sutis sobre a filosofia assim como figuras relevantes do mundo da filosofia.</p><p><br/></p><p>Ben é um dos personagens principais que interage com Sócrates. Ele é um estudante jovem e curioso, que acaba por se tornar uma espécie de guia para o filósofo no mundo moderno. Ben representa o público mais jovem, que muitas vezes se sente distante dos conceitos filosóficos tradicionais e por esse motivo é usado como o intermediário entre Sócrates e o mundo contemporâneo.</p><p><br/></p><p>A história acaba com Sócrates, ao tentar adaptar-se ao novo mundo, decide vestir jeans, uma peça de roupa emblemática da cultura jovem e moderna. Esse momento simbólico representa o esforço de Sócrates para se integrar à sociedade contemporânea, mas sem perder sua essência filosófica e crítica.</p><p><br>Catarina Valadares nº5/11ºG</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-11 09:41:49 UTC</pubDate>
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         <title> A República, de Platão ( Inês Guimarães 11ºG)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Título da obra- A República</p><p>Autor- Platão</p><p>Data de publicação- 375 a.C.</p><p>Sinopse-</p><p>A República idealizada por Platão seria, afinal, um estado autoritário, onde os cidadãos ocupariam, sucessiva e rigidamente, os degraus de uma escada cujo topo correspondia ao puro saber teórico e a base às actividades práticas e manuais. Assim, teríamos de cima para baixo: filósofos, políticos e negociantes, ginastas e médicos, adivinhos, poetas e todos os imitadores, artífices e agricultores, sofistas e todos os aduladores do povo, finalmente tiranos. Porque destinaria Platão o oitavo lugar - ainda abaixo do agricultor - ao sofista, e o apodava de adulador do povo? Sem dúvida porque este, divulgando a cultura, ministrava aos grandes auditórios um ensino essencialmente prático que lhes permitia ascender na escada económica e social, furtando-se assim à hegemonia da elite pensante.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-11 09:44:39 UTC</pubDate>
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         <title>Timeu</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong><em>Título: </em></strong><em>Timeu</em></p><p><strong><em>Autor: </em></strong><em>Platão</em></p><p><strong><em>Ano de publicação: </em></strong><em>cerca de 360 a.C.</em></p><p><strong><em>Sobre a obra:</em></strong></p><p>O <em>Timeu</em> é uma obra em que Platão pretende explorar as origens do universo, do homem e da sociedade. Inicialmente, este diálogo estava planeado para fazer parte de uma trilogia platónica, juntamente com o <em>Crítias</em> e o <em>Hermócrates</em>. Contudo, apenas o <em>Timeu</em> e o <em>Crítias</em> chegaram até nós. No diálogo, a personagem Timeu apresenta uma extensa exposição cosmológica, na qual Platão descreve a criação do cosmos e da vida por intermédio de um "demiurgo" — uma entidade divina e benevolente que organiza o universo de forma harmónica, utilizando os elementos fundamentais.</p><p>Platão utiliza este discurso para resolver uma questão central da sua Teoria das Formas: a relação entre o mundo sensível (o que podemos ver e sentir) e o mundo inteligível (o reino das ideias puras e eternas), bem como a compreensão das mudanças no mundo físico. A obra também desenvolve uma teoria inovadora sobre a perceção humana, explicando-a com base nos quatro elementos (terra, ar, fogo e água), e propõe uma abordagem para a origem das doenças, igualmente fundamentada nesses mesmos princípios elementares.</p><p>O <em>Timeu</em> apresenta ainda a célebre teoria da transmigração das almas, oferecendo uma visão ética do destino e do ciclo de vidas, em que as almas humanas percorrem um processo de purificação. A obra é uma das primeiras explorações filosóficas sobre a natureza do cosmos, da alma e do corpo humano, oferecendo aos leitores uma compreensão profunda da visão de Platão sobre a origem e a estrutura do universo.</p><p><br/></p><p>Nicole Pereira. 11°E. n°19</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-11 11:16:27 UTC</pubDate>
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         <title>O Caibion</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>O Caibalion</p><p>Caibalion deriva da palavra Cabala. </p><p>Uma obra que aborda um conjunto de conhecimentos referentes a relação do Todo e do eterno.</p><p>Essencialmente ligado aos ensinamentos de Hermes Trismegisto, filósofo egípcio que seguia os critérios das escolas herméticas do Egito antigo e da Grécia. Naquela época, a aplicação do saber era transmitida por um indivíduo superior, geralmente considerado sábio, digamos que era passado somente para alguns  escolhidos. Logo, subintende-se  que os orientados, de alguma forma, também apresentavam um grau de sabedoria e  conhecimento. </p><p>As leis herméticas são de longa data. Porém, a primeira tradução que fora realizada em 1908 na língua inglesa, têm pouco mais de cem anos.  É de autoria anónima, a propagação dos ensinamentos hermético são atribuídos aos Três Iniciados. </p><p>O livro  O Caibalion, que destaca as sete leis herméticas, está dividido em 15 capítulos.</p><p>1° Princípio do mentalismo </p><p>  Tudo é mental, magneticamente somos aquilo que pensamos.</p><p>2 ° Princípio da correspondência </p><p> Para tudo que há,  existe uma correspondência,  o que há em cima é como o que há embaixo,  Deus fez do homem sua imagem e semelhança, que na profundidade da palavra deveríamos ser iguais a Ele em bondade e atitude. </p><p>3° Princípio da vibração </p><p> O mundo gira, tudo no universo é vibração,  quanto mais elevados formos mais próximos do alto estamos, quando sintonizamos baixas vibrações,  nos aproximamos do caos, mais próximos da matéria ficamos.</p><p>4° Princípio da polaridade </p><p>Dentro de uma mesma linha, tudo possui dois polos, tudo apresenta uma dualidade presença de um, ausência de outra,  quente /frio, claro /escuro, bem /mal, ou  onde está o amor automaticamente o ódio se ausenta.</p><p>5°Princípio do ritmo </p><p> Se tudo gira, tudo  é vibração,  no fluir e refuir da vida o ritmo é compensação,  tudo que vai tem volta, tudo que sobe desce, dia e noite. E por meio da neutralização consegue-se uma maior estabilidade rítmica. </p><p>6° Princípio de causa e efeito </p><p>Já na física aprendemos sobre ação e reação, na vida temos o poder do livre árbitro,  no universo toda causa resultará em uma reação. Logo, devemos ponderar no nosso plantio, não colheremos uvas plantando milho, ou seja somos livres para as escolhas, porém não escapamos aos resultados e dominando esse princípio conseguiremos alcançar um patar mais elevado como indivíduo. </p><p>7°Princípio do género </p><p>Tudo o que há no universo pode ter género,  o masculino/feminino. É a lei que permite que algo possa nascer, possa ser gerado. Assim, género não é somente o que reproduz, em tudo há ação masculina e feminina, o masculino fecunda, o feminino gera. Então o indivíduo com sua mente masculina fecunda um projeto e sua mente feminina vai gerar e dar vida a tal projeto.</p><p>Através dessa lei, o universo está sempre a expandir e a perpetuar-se</p><p>Recomendo a leitura porque, uma vez que,  tais leis forem bem compreendidas, certamente o homem alcançará um grau mais elevado no patamar humano.</p><p>Contudo, a frase de que nada se cria tudo se recria é verdadeira. Pois,  temas </p><p> relativamente modernos como a Lei da atração, da vibração, do pensamento positivo, causa e efeito. JÁ eram aplicadas pelos sábios egípcios. Deixando assim a certeza de que a luz da sabedoria deve ser mantida acesa, afinal, um foco de luz na escuridão "do conhecimento " ilumina muito mais do que se possa imaginar.</p><p><br/></p><p>Afonso Martins 11.ºE</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-11 11:17:43 UTC</pubDate>
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         <title>Aprendendo a Viver</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>O livro <em>Aprendendo a Viver</em>, escrito pelo filósofo romano Sêneca, é um dos principais ensaios e cartas do pensador estóico, que oferece conselhos práticos e reflexões sobre como viver uma vida mais plena, com sabedoria e serenidade.</p><p>Sêneca, que viveu entre 4 a.C. e 65 d.C., foi uma das figuras mais proeminentes do estoicismo, uma escola filosófica que valorizava a razão, a virtude e o autocontrole diante das dificuldades da vida.</p><p><br/></p><p>O livro <em>Aprendendo a Viver</em> reúne reflexões e ensinamentos do filósofo romano Sêneca sobre como viver de maneira sábia e plena, com base na filosofia estoica. A obra é cheia de cartas e ensaios que abordam temas como o uso do tempo, a morte, a felicidade e a virtude.</p><p>Sêneca nos lembra que a vida é curta e que, por isso, devemos evitar desperdiçar nosso tempo com preocupações fúteis, desejos excessivos ou distrações. Ele defende a ideia de que a verdadeira felicidade não depende das circunstâncias externas, mas da maneira como lidamos com elas. O controle das emoções, a prática da razão e a busca pela autossuficiência são fundamentais para alcançar uma vida mais equilibrada e tranquila.</p><p>O autor também enfatiza a importância de refletir sobre a morte, que, segundo ele, nos ajuda a valorizar o presente e a viver de forma mais autêntica e menos consumista. Sêneca sugere que devemos focar no que realmente importa: cultivar a virtude, a sabedoria e o autoconhecimento, em vez de nos deixarmos guiar pelos desejos passageiros.</p><p><br/></p><p>No geral, <em>Aprendendo a Viver</em> é uma obra que oferece ensinamentos valiosos sobre como alcançar uma vida de equilíbrio, sabedoria e liberdade interior, com ênfase na importância de controlar nossas reações às circunstâncias, ao invés de ser controlado por elas</p><p><br/></p><p>O livro oferece também uma filosofia prática e acessível para aqueles que buscam viver com mais serenidade, sabedoria e propósito, destacando a importância de viver de acordo com a natureza e com os princípios da razão.</p><p>Data<em> de Publicação:2002</em></p><p><br/></p><p>Evandro Santos 11°E</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-11 11:18:16 UTC</pubDate>
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         <title>A arte da guerra de Nicolau Maquiavel </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p> </p><p>    </p><p>titulo: a arte da guerra </p><p>autor: Nicolau Maquiavel </p><p>ano de publicação: 1521 </p><p>resumo: a obra aborda a teoria militar e as estratégias de guerra, realçando a importância da disciplina, da preparação e do entendimento profundo das dinâmicas do podero texto é uma reflexão sobre as práticas militares e a relação entre política e guerra, sendo muitas vezes considerado uma extensão das ideias de Maquiavel sobre o poder, abordadas na  sua obra mais famosa, O Príncipe. </p><p>Tomás Mendes 11°E</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-11 11:19:45 UTC</pubDate>
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         <title>Deus, A ciência, às provas  | Daniel Steshanov 11E |</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>• <strong><em>Livro</em></strong>: Deus, A ciência, às provas </p><p>• <strong><em>Autores</em></strong>: Michel-Yves Bolloré, Olivier Bonnassies</p><p>• <strong><em>Data de publicação</em></strong>: setembro de 2024</p><p><br></p><p><br></p><p>Sinopse: <strong>“Deus, a Ciência, as Provas: A Alvorada de uma Revolução”</strong>, de Michel-Yves Bolloré e Olivier Bonnassies, é uma obra que desafia as fronteiras entre fé e ciência, propondo que os mais recentes avanços científicos, em vez de contradizerem a existência de Deus, fornecem provas robustas da sua presença. Os autores exploram as implicações de descobertas em áreas como a cosmologia, a física e a biologia, abordando fenómenos como o Big Bang, a precisão das constantes físicas e a complexidade da vida, argumentando que o universo está estruturado de uma forma que não pode ser explicada apenas pelo acaso.</p><p>Ao longo do livro, Bolloré e Bonnassies confrontam as narrativas materialistas e ateístas que têm dominado o discurso científico, defendendo que a ciência do século XXI, ao contrário do que muitos acreditam, está a abrir caminho para uma redescoberta do conceito de Deus. Usando argumentos que recorrem à sintonia fina do universo e à improbabilidade de a vida ter surgido sem uma causa intencional, os autores sugerem que a ciência moderna está a passar por uma “revolução” que implica repensar a origem e o propósito do cosmos.</p><p>Com o apoio de figuras respeitadas da ciência, como o Nobel da Física Robert W. Wilson, que assina o prefácio, o livro tenta legitimar a compatibilidade entre a investigação científica rigorosa e a crença num criador. Longe de ser um tratado puramente religioso, a obra oferece uma visão interdisciplinar que funde física, filosofia e teologia, sugerindo que a ciência, em vez de afastar Deus, está a aproximá-lo do centro da nossa compreensão do universo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-11 11:25:15 UTC</pubDate>
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         <title> Discurso sobre a Origem e os Fundamentos da Desigualdade entre os Homens </title>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Título</strong>: <em>Discurso sobre a Origem e os Fundamentos da Desigualdade entre os Homens</em>&nbsp;</p><p><strong>Autor</strong>: Jean-Jacques Rousseau&nbsp;</p><p><strong>Ano de publicação</strong>: 1755&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Síntese:</strong></p><p>Num discurso sobre a Origem e os Fundamentos da Desigualdade entre os Homens, Rousseau reflete sobre o que nos levou à desigualdade e questiona se esta é inevitável ou fruto da sociedade. Ele imagina que, no início, os seres humanos viviam de forma simples e igualitária, livres e em harmonia com a natureza. Porém, com o surgimento da propriedade privada e o crescimento de grandes civilizações, as pessoas começaram a comparar-se e a competir, dando origem a riqueza e poder, mas também injustiça e opressão. Esta mudança, segundo Rousseau, destruiu a pureza da vida e originou uma sociedade onde os mais fortes exploram os mais fracos. A obra, crítica e revolucionária, foi um marco que inspirou ideais liberais e de igualdade que influenciaram a Revolução Francesa, e que, ainda hoje, nos incentiva a repensar nas origens da desigualdade e a imaginar uma sociedade mais justa.&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Vasco Teles, 11º E, Nº 25&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-11 11:25:54 UTC</pubDate>
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         <title>Nuno Pereira, 11E</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>&nbsp;</p><p>Título: De Officiis em latim, mas o significado é (Dos Deveres) Autor: Marco Túlio Cícero</p><p>Ano que foi feito: 44a.c</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Marco Túlio Cícero foi advogado, político, escritor e filósofo nasceu a 3 de janeiro de 103 a.c. &nbsp;e foi assassinado a 7 dezembro de 43 a.c.</p><p><em>&nbsp;</em></p><p><em>Dos Deveres</em> de Cícero é uma obra de filosofia moral, escrita como uma carta ao seu filho Marcus. O tratado é dividido em três livros, onde Cícero explora as obrigações éticas do indivíduo. No primeiro livro, ele discute as virtudes essenciais, como sabedoria, justiça e coragem, e como escolher entre elas quando há conflito. No segundo livro, Cícero aborda a relação entre o útil e o honesto, argumentando que o que é realmente útil deve ser compatível com a moralidade. No terceiro livro, ele refuta o conflito entre o útil e o honesto, defendendo que ambos são inseparáveis. Influenciado por Panécio de Rodes, Cícero busca guiar seu filho e os leitores a uma vida ética, destacando que o dever moral e a virtude são uma base para o bem comum.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-11 11:27:26 UTC</pubDate>
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         <title>Dialética do Esclarecimento </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Autores: Theodor W. Adorno e Max Horkheimer. </p><p>Nome da obra: Dialética do Esclarecimento. </p><p>Ano da publicação: 1944</p><p><br/></p><p>“Dialética do Esclarecimento” é uma obra de filosofia crítica escrita por Theodor Adorno e Max Horkheimer, que explora as contradições do projeto iluminista e do racionalismo moderno. Publicado em 1944, o livro argumenta que o processo de esclarecimento, que originalmente buscava emancipar a humanidade por meio da razão e do conhecimento que transformou-se em um instrumento de dominação. Adorno e Horkheimer questionam como a racionalidade, ao invés de promover a liberdade e o progresso, tornou se uma força opressora que instrumentaliza e controla. Nas suas análises, os autores examinam temas como o mito, a cultura de massa e a racionalidade técnica. Eles mostram como o avanço científico e a cultura popular acabam reforçando o conformismo e a alienação, levando ao fortalecimento de estruturas de poder que mantêm a sociedade sob controle. O livro é uma crítica poderosa aos efeitos da racionalidade moderna e um alerta sobre o risco de que o próprio progresso possa, paradoxalmente, acabar por suprimir a autonomia e a dignidade humana.</p><p><br/></p><p>Kamila Byelozorova 11ºE</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-11 11:28:15 UTC</pubDate>
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         <title>Enéadas 1 e 2 de Plotino</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Título:</strong> Enéadas</p><p><strong>Autor:</strong> Plotino</p><p><strong>Data de publicação: </strong>aproximadamente 270 d.c</p><p><strong>Sinópse:</strong></p><p>As Enéadas 1 e 2 de Plotino tratam de temas éticos e psicológicos, explorando a natureza da alma e o caminho para alcançar a virtude.</p><p>A Enéada 1 é focada principalmente em questões éticas e práticas de como viver uma vida virtuosa. Plotino discute a relação entre a alma e o corpo, a felicidade e a verdadeira virtude. Ele argumenta que a felicidade é alcançada pela elevação da alma em direção à contemplação do divino e pela busca da sabedoria. O filósofo sustenta que a virtude se manifesta quando a alma consegue dominar os impulsos corporais e se alinha com o mundo inteligível. Esse alinhamento é visto como uma etapa importante no retorno ao Uno, a fonte da realidade.</p><p>A Enéada 2 aborda temas mais amplos relacionados à cosmologia e à natureza da realidade. Plotino explora a forma como o Intelecto e a Alma interagem para dar origem ao mundo sensível. Ele investiga a estrutura do universo, os elementos que o compõem e a interação entre as forças inteligíveis e materiais. Além disso, essa parte contém reflexões sobre a natureza do tempo e da eternidade, onde o tempo é visto como uma imagem da eternidade gerada pelo movimento da Alma.</p><p>Esses tratados enfatizam a relação da alma com o mundo e a busca pelo conhecimento superior, preparando o caminho para as discussões metafísicas mais complexas nas Enéadas posteriores.&nbsp;&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Trabalho realizado por: </strong>João Lopes N10 T11E</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-11 11:31:14 UTC</pubDate>
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         <title>Manual para a vida - Epicteto</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>O <em>Manual para a Vida publicado no seculo II d.c </em>, de Epicteto, é um livro de ensinamento prático e filosófico que visa orientar o leitor a viver uma vida virtuosa. Epicteto, um dos principais filósofos estoicos da Grécia Antiga, explora a importância de focar no que depende de nós, como as nossas atitudes, valores e escolhas. O livro é dividido em breves conselhos que abordam como lidar com as emoções, e encontrar o equilíbrio perante as dificuldades do dia a dia. <br><br>Epicteto argumenta que a verdadeira liberdade reside no domínio interno e não nas circunstâncias externas. Para ele, a raiz do sofrimento humano está na tentativa de controlar o que é incontrolável. Ele ensina que devemos desenvolver a capacidade de destinguir entre aquilo que podemos mudar e o que está além do nosso poder. Este entendimento traz paz, permitindo-nos agir de forma racional e equilibrada. <br><br>Outra coisa essencial dita no manual é que a virtude é o bem mais alto, e que valores como a sabedoria, a coragem e a justiça são fundamentais para uma vida plena. Epicteto encoraja o leitor a aprender essas virtudes, lembrando que as nossas ações e pensamentos devem estar alinhados com os princípios que defendemos, sem depender da opinião dos outros ou de resultados externos. <br><br>Por fim, o <em>Manual para a Vida</em> ressalta a importância de aceitarmos as adversidades como parte natural da existência e de encararmos os desafios como oportunidades do crescimento pessoal. Este livro da conselhos simples, mas profundos, que ajudam-nos a enfrentar os dilemas da vida moderna com propósito.</p><p><br/></p><p>Jorge Stoica 11E</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-11 11:32:12 UTC</pubDate>
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         <title>Éticas e Políticas Ambientais </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Nome:Joana Narendra</p><p>Turma:11°E</p><p>Autores: Cristina Beckert e Maria José Varandas</p><p>Data de publicação: abril de 2004</p><p><br/></p><p>O livro "Éticas e Políticas Ambientais", de Cristina Beckert e Maria José Varandas, analisa a relação entre a ética e a formulação de políticas ambientais. As autoras exploram diversas correntes éticas como o utilitarismo, a ética deontológica e a ética ambiental, discutindo como essas abordagens</p><p>influenciam a tomada de decisões em questões ambientais.</p><p>Beckert aborda temas como justiça ambiental, responsabilidade intergeracional e a importância de considerar a voz de comunidades afetadas nas politicas. Ela argumenta que a integração de princípios éticos nas políticas ambientais é crucial para promover a sustentabilidade e a equidade social. </p><p>O livro convida à reflexão crítica sobre as implicações das escolhas éticas nas políticas, destacando a necessidade de um compromisso mais profundo com a proteção do meio ambiente e a justiça social.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-11 11:33:13 UTC</pubDate>
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         <title>4000 semanas-gestão de tempo para mortais </title>
         <author>a20230341</author>
         <link>https://padlet.com/elisabetesantos5/u47h2kjrm3m9kyo9/wish/3211067777</link>
         <description><![CDATA[<p>Autor:Oliver Burkeman</p><p>Obra:"4000 semanas-gestão de tempo para mortais "</p><p>Ano de lançamento:janeiro de 2023</p><p>Idioma:Português</p><p>Editor:Objectiva</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p>O livro <em>4000 Semanas: Gestão de Tempo para Mortais</em>, de Oliver Burkeman, propõe uma reflexão sobre o conceito de tempo e como a sociedade moderna lida com a gestão das nossas horas limitadas. O título faz referência à média de semanas de vida de uma pessoa, aproximadamente 4.000 anos, sugerindo que o tempo disponível para viver é finito e valioso.</p><p>Burkeman desafia a visão comum de que a eficiência e a produtividade são as chaves para uma vida bem-sucedida. Ele argumenta que, ao tentarmos otimizar cada momento e controlar tudo ao nosso redor, acabamos por nos distanciar do que realmente importa. O autor questiona a obsessão por fazer mais em menos tempo e convida-nos a pensar na ideia de "gestão do tempo" em favor de uma abordagem mais humanizada, que leve em consideração os nossos limites e o que realmente desejamos realizar.</p><p>Ao invés de buscar um controle absoluto sobre o tempo, Burkeman propõe aceitar os nossos limites e fazer escolhas conscientes sobre como gastamos o pouco tempo que temos. O livro combina filosofia e psicologia trazendo uma abordagem mais realista e significativa para a gestão do tempo, sugerindo que, ao aceitarmos nossa mortalidade e limitações, podemos viver de maneira mais plena e focada no que é essencial.</p><p>Em resumo, <em>4000 Semanas</em> oferece uma crítica à produtividade exacerbada e defende a importância de viver com propósito, em harmonia com o tempo finito que nos resta.</p><p><br/></p><p>Trabalhoi realizado por Afonso Parracho nº2 11ºE</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-11 11:35:11 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Martim Pereira 11E</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Autor: Robert Greene</p><p>          Joost Elffers</p><p>Data de lançamento: 1998</p><p><br></p><p> O livro As 48 Leis do Poder de Robert Greene é uma obra que explora as estratégias, táticas e filosofias utilizadas ao longo da história para alcançar, preservar e expandir o poder. Dividido em 48 “leis”, cada uma apresenta uma lição baseada em eventos históricos, pensamentos filosóficos e figuras notórias do passado, como Maquiavel, Sun Tzu, Napoleão Bonaparte e Júlio César. Em sua essencial , o livro é uma reflexão sobre o comportamento humano e o jogo de influências nas relações sociais e políticas.</p><p> Embora o livro seja frequentemente lido como um “manual” para manipulação, Greene traz uma análise filosófica profunda sobre a natureza humana. Ele enfatiza que as relações de poder fazem parte da condição humana e que o poder pode ser uma força de transformação ou de destruição, dependendo de como é utilizado. A ideia central é que as pessoas são movidas por desejos, ego e necessidades de afirmação, e que aqueles que entendem essas motivações humanas podem influenciar e até controlar situações sociais e políticas.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-11 11:35:45 UTC</pubDate>
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         <title>“Sentir e Saber: A Caminho da Consciência”</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/elisabetesantos5/u47h2kjrm3m9kyo9/wish/3211068562</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p><strong>Título</strong>: Sentir e Saber: A Caminho da Consciência</p><p><strong>Autor</strong>: António Damásio</p><p><strong>Data em que foi publicado:</strong> 12 de Abril de 2022</p><p><br/></p><p>É uma obra de António Damásio, um importante neurocientista e autor português, que explora o papel das emoções e dos sentimentos no surgimento da consciência humana. Neste livro, Damásio investiga o papel fundamental das sensações e sentimentos e mostra que são&nbsp; essenciais para o desenvolvimento do que chamamos de “eu consciente”, indo além da visão tradicional de que a razão é a base da consciência.</p><p><br/></p><p><strong>Sinopse:</strong></p><p>Na obra, o autor propõe que a consciência&nbsp; nasce de processos biológicos ligados ao corpo e não apenas ao cérebro, enfatizando que o sentir e o saber são complementares e interdependentes.</p><p>Ele argumenta que a consciência se origina quando um organismo é capaz de perceber as suas próprias emoções e sentimentos, integrando-os em uma narrativa subjetiva que dá sentido à experiência e refere em Sentir &amp; Saber, “qualquer teoria que ignore e contorne o sistema nervoso na sua tentativa de justificar a existência da mente e da consciência está condenada ao fracasso”.</p><p><br/></p><p>Através de conceitos acessíveis e baseados em estudos científicos o autor leva o leitor a refletir sobre a relação íntima entre o corpo, as emoções e a mente. É uma obra profunda e esclarecedora para quem se interessa pela neurociência e pelo entendimento do que significa estar consciente.</p><p><br/></p><p>Leonardo Viola | n°13 | 11°E</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-11 11:35:54 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Para uma moral de Ambiguidade </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/elisabetesantos5/u47h2kjrm3m9kyo9/wish/3211071561</link>
         <description><![CDATA[<p>Publicado em 1947, “Para uma moral de ambiguidade” (ou em francês Pour une morale de l'ambiguité), explora a complexidade moral da condição humana criticando visões simplistas que dividam as ações humanas em categorias fixas, como o certo ou o errado.</p><p>Simone de Beauvoir diz que a moralidade deve ser entendida como algo ambíguo, dado que as situações concretas em que os seres humanos se encontram não podem ser reduzidas a algo concreto.</p><p>Refletindo sobre a liberdade e a responsabilidade, ela critica a ideia de uma moral universal e fixa, defendendo uma ética que leve em conta a multiplicidade e a complexidade das experiências humanas.</p><p>A autora discute também como a moral tradicional, especialmente a religiosa, muitas vezes ignora as ambiguidades da vida humana e impõe normas que não reconhecem a autonomia e a identidade única do indivíduo. Para Beauvoir, é necessário um olhar mais flexível e humanista, que respeite a individualidade de experiências e reconheça que a moralidade não pode ser retirada ou ignorada das condições históricas e sociais que moldam as escolhas humanas.</p><p>Resumindo, "Para uma Moral da Ambiguidade" é uma reflexão profunda sobre como as decisões humanas são complexas, ambíguas e individuais, dependendo da situação, convidando à construção de uma ética que seja mais fiel à realidade da experiência existencial.</p><p><br/></p><p>Trabalho realizado por Maria Teresa Jacinto, 11°E </p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-11 11:38:33 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Ética Espinosa</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/elisabetesantos5/u47h2kjrm3m9kyo9/wish/3211076588</link>
         <description><![CDATA[<p>Nome: Maria Madalena Cardoso</p><p>Turma: 11 E</p><p>Autor: Barush Espinosa</p><p>A "Ética" de Espinosa, escrita por Barush Espinosa, é uma obra complexa, estruturada em forma de proposições e demonstrações, semelhante a um tratado matemático. Seu pensamento oferece uma visão radical da natureza, do conhecimento e do comportamento humano, desafiando as ideias tradicionais de moralidade e religião. Para Espinosa, Deus e a Natureza são a mesma coisa, pois defende o determinismo, afirmando que tudo no universo segue uma cadeia causal determinada pela Natureza/Deus, que são considerados como  substâncias infinitas, ou seja, algo que existe por si mesmo e é causa de si mesmo.</p><p>A liberdade, segundo Espinhosa, não é a</p><p>capacidade de agir de acordo com a nossa natureza essencial. Ser livre é compreender as causas das nossas ações e agir segundo a razão, assim descrevendo três tipos de conhecimentos: imaginativo, racional e intuitivo. </p><p>Para concluir, Espinosa vê a ética como um caminho para a liberdade, não no sentido de livre-arbítrio, mas no sentido de compreensão e aceitação da necessidade natural de todas as coisas.</p><p>﻿﻿Sua filosofia rejeita a visão de um Deus pessoal e, em vez disso, propõe um universo em que tudo está interconectado, e o conhecimento dessa conexão nos liberta.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-11 11:42:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A Arte da Guerra- Lao Tzu</title>
         <author>a20230276</author>
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         <description><![CDATA[<p>Título: A arte da guerra</p><p>Autor: Lao tzu/Sun Tzu</p><p>Data de publicação: aproximadamente séc.V a.c</p><p>Sinopse:</p><p>A Arte da Guerra, de Sun Tzu, é um tratado militar do século V a.C. que se tornou uma obra atemporal, sendo aplicada não apenas em estratégias de guerra, mas também em gestão empresarial, liderança e resolução de conflitos. Este livro aborda todos os aspectos da guerra, desde o planejamento e mobilização até a defesa e tratamento dos derrotados, sempre com a ideia central de que a melhor vitória é aquela que se conquista sem lutar. Sun Tzu enfatiza a importância do autoconhecimento, do conhecimento do inimigo e da adaptação estratégica às circunstâncias. A obra ensina que a guerra, embora violenta, também pode ser uma arte — a arte de evitar conflitos desnecessários e resolver disputas com inteligência e eficiência. Os seus métodos filosóficos continuam relevantes para quem procura melhorar a tomada de decisões, desenvolver habilidades de liderança e aplicar estratégias eficazes em diversas áreas da vida.</p><p>Trabalho realizado por: João Quaresma Nº9 11ºE</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-11 11:43:23 UTC</pubDate>
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         <title>História da filosofia moderna de Giulia Belgioioso</title>
         <author>vaztaitatic</author>
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         <description><![CDATA[<p>O livro História da Filosofia Moderna, de Giulia Belgioioso, publicado pela Editora da Unicamp , é um livro abrangente que explora cinco séculos de pensamento filosófico, desde o Humanismo até Hegel. A obra é composta por 27 capítulos organizados de maneira que facilita o estudo, abordando filósofos influentes como Montaigne, Bacon, Galileu, Descartes, Locke, Hume, Kant, e Hegel, além de figuras menos discutidas em textos tradicionais, como Malebranche.</p><p>O texto se destaca pela linguagem clara, o que o torna acessível para iniciantes e útil tanto para alunos.</p><p>Cada capítulo inclui biografias dos filósofos, resumos de suas teorias e conceitos centrais, além de uma bibliografia essencial e recursos visuais como um quadro sinótico, que ajuda a entender o desenvolvimento das ideias de forma não linear. O livro também investiga a influência de correntes filosóficas nas universidades e na sociedade da época, enriquecendo o contexto histórico da filosofia moderna e fomentando uma compreensão mais ampla e profunda da disciplina​​​​​​.</p><p>ASSUNTOS FALADOS NO LIVRO:</p><p>O livro História da Filosofia Moderna de Giulia Belgioioso abrange uma série de temas e pensadores que marcam o desenvolvimento da filosofia entre o final do século XIV e o início do século XIX. Os principais tópicos incluem:</p><p>Renascimento e o Humanismo: A obra começa explorando a transição do pensamento medieval para o moderno, enfatizando o papel do humanismo renascentista e a redescoberta dos textos clássicos. Esse período estimulou a liberdade intelectual e a crítica das ideias medievais.</p><p>Racionalismo: Belgoioso detalha o movimento racionalista, destacando figuras como René Descartes, Baruch Spinoza e Gottfried Leibniz. Ela explora a valorização da razão como fonte do conhecimento e a busca pela certeza no conhecimento humano.</p><p>Empirismo: O livro explora a filosofia empirista, que enfatiza a experiência sensorial como base do conhecimento, com destaque para Francis Bacon, John Locke, George Berkeley e David Hume. Belgoioso analisa as contribuições desses pensadores e como eles influenciaram a ciência e a filosofia.</p><p><br></p><p>Crítica ao Conhecimento e Ceticismo: Ela examina como os filósofos modernos passaram a questionar a possibilidade de conhecimento absoluto, abordando o ceticismo e as limitações da razão, com destaque para Hume e a sua influência em Kant.</p><p><br></p><p>Ciência e Religião: A relação entre ciência e religião também é um tema abordado, em que Belgoioso discute a influência das descobertas científicas (como a teoria heliocêntrica de Copérnico) e o impacto disso nas crenças religiosas tradicionais.</p><p><br></p><p>Ao longo do livro, Giulia Belgoioso discute a forma como a filosofia moderna gradualmente se distanciou das doutrinas escolásticas medievais, buscando novas respostas para questões fundamentais sobre a existência, o conhecimento, a moral e a política.</p><p><br></p><p><br></p><p>TRABALHO FEITO POR TAÍTA VAZ 11E.</p><p><br></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-11 11:44:13 UTC</pubDate>
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         <title>O existencialismo é um humanismo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Título:</strong> O existencialismo é um humanismo</p><p><strong>Autor:</strong> Jean-Paul Sartre</p><p><strong>Ano de publicação original:</strong> 1946</p><p><strong>Sinopse:</strong> Esta obra defende o existencialismo das críticas de ser uma filosofia pessimista, amoral e individualista. Sartre explica, de forma acessível, os principais conceitos existencialistas, como liberdade, responsabilidade e desvantagens, oferecendo uma visão positiva e humanista do ser humano. Argumenta que “a existência precede a essência”, ou seja, o ser humano nasce sem uma natureza ou propósito definido e constrói a sua própria essência através das escolhas e das ações. Esta liberdade radical traz uma grande responsabilidade, pois cada decisão afeta não só o indivíduo, mas também a humanidade. Sartre explora conceitos como a "angústia" e o "abandono", sentimentos que surgem ao percebermos que não existe uma autoridade externa (como Deus) para dar sentido às nossas vidas. Assim, o existencialismo coloca o ser humano no centro, tornando-o responsável pela criação de valor e significado num mundo sem sentido pré-estabelecido. A obra desafia-nos a assumir a liberdade e a responsabilidade, vivendo com sinceridade, sem nos refugiarmos em papéis sociais ou desculpas.</p><p>&nbsp;</p><p>Maria Leonor Grácio nº15 11ºE</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-11 11:45:54 UTC</pubDate>
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         <title>Filosofia e Educação: De Sócrates a Habermas(Marco Matos 11ºE)</title>
         <author>a20230334</author>
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         <description><![CDATA[<p>Título: "Filosofia e Educação: De Sócrates a Habermas"</p><p>Autor: Leandro Konder</p><p>Ano de Publicação: 1995</p><p><br/></p><p>Sinópse:</p><p>O livro <em>Filosofia e Educação: De Sócrates a Habermas</em>, de Leandro Konder, explora a relação entre a filosofia e a educação ao longo da história, examinando como os principais pensadores refletiram sobre o papel da educação. Konder, um filósofo marxista, investiga desde as origens da filosofia (Sócrates), que via a educação como um meio para alcançar a verdade através do diálogo e da reflexão crítica, até as teorias contemporâneas de Jürgen Habermas, que enfatizam a importância da comunicação em sociedades democráticas.</p><p>A obra é estruturada em torno de marcos filosóficos e educacionais de diferentes períodos históricos, passando por Platão e Aristóteles, o pensamento medieval, a Renascença, o Iluminismo, até a filosofia moderna. Konder examina como cada filósofo trouxe uma visão particular sobre o papel da educação na moralidade e intelectualidade de um indivíduo e na construção de uma sociedade.</p><p>Um dos focos centrais do livro é a ideia de que a educação não é neutra: ela é influenciada pelas condições sociais, políticas e económicas do seu tempo. Para Konder, a educação tem um papel crucial na formação de pensamento crítico, que ele considera essencial para a emancipação do indivíduo e para a construção de uma sociedade mais justa. No final do livro, ele argumenta que a filosofia de Habermas contribui para uma educação baseada na comunicação entre indivíduos, em oposição a modelos autoritários ou meramente técnicos de ensino.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-11 11:46:41 UTC</pubDate>
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         <title>Eva Nunes </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Título: Leis </p><p>Autor: Platão</p><p>Data de publicação: 357 347  a.c </p><p><br/></p><p>As personagens que aparecem neste livro que têm o nome de Leis são:</p><p>Estrangeiro-  peregrino ateniense </p><p>Clínias- peregrino cacedemonio </p><p><br/></p><p>Leis é dividido em doze livros, funcionam como a introdução e exposição de motivos. O símbolo de deus é o principal deles.</p><p>Os pontos altos desta exposição são os livros VII e X </p><p>O Nomos de Platão está profundamente inserido no mito da natureza </p><p>Leis é uma summa da vida grega cobrindo desde fatos históricos, dramas políticos, costumes bárbaros </p><p>Leis podemos dizer que é uma obra de arte diria até um poema religioso este diálogo tem a sua importância como manifestação de espírito </p><p>O primeiro e segundo livro tratam de orientação do homem e de suas instituições comunitárias para deus </p><p>O terceiro livro tira lições da história de instituições políticas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-11 11:48:56 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p>Titulo: Ética a Eudemo</p><p>Autor: Aristoteles</p><p>Ano de publicação: Não se sabe ao certo mas acredita-se que foi publicado antes do livro “Ética a Nicômaco“ também de Aristoteles</p><p><br/></p><p><br/></p><p>“Ética a Eudemo” de Aristóteles é uma obra que explora a ideia de felicidade (<em>eudaimonia</em>), que, para o filósofo, é o objetivo final da vida humana. Aristóteles defende que a felicidade não é algo que se encontra por acaso, mas é alcançada por meio da prática das virtudes. Ele explica que as virtudes morais (como coragem e temperança) ajudam a atingir o equilíbrio necessário para viver bem.</p><p>Além disso, Aristóteles fala sobre a importância de agir de forma moderada, ou seja, a virtude está entre dois extremos: o excesso e a falta. A amizade, a justiça e o prazer também são considerados fatores importantes para uma vida feliz. Em resumo, Aristóteles afirma que viver de acordo com a razão e com as virtudes é o caminho para atingir a verdadeira felicidade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-12 10:13:56 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>O Segundo Sexo</p><p>o autor foi Simone De Beauvoir e o livro foi publicado em 1949.</p><p><br/></p><p><em>O Segundo Sexo</em> é uma obra filosófica fundamental para o feminismo e a teoria de gênero. Simone de Beauvoir explora as causas históricas, culturais e sociais que subordinam as mulheres e as tornam "o outro" em relação aos homens. Ela analisa como o conceito de "feminino" é construído, argumentando que "não se nasce mulher; torna-se mulher", ou seja, a identidade feminina é moldada pela sociedade. A obra questiona a desigualdade e defende a liberdade e autonomia das mulheres.</p><p>José Mendes n-15  11-G</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-12 10:16:57 UTC</pubDate>
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         <title>Meditações Sobre Filosofia Primeira</title>
         <author>a20200004_2</author>
         <link>https://padlet.com/elisabetesantos5/u47h2kjrm3m9kyo9/wish/3222005189</link>
         <description><![CDATA[<p>Nome: Afonso Marques - 11°E - N°3</p><p><br/></p><p>Livro: Meditações Sobre Filosofia Primeira</p><p>Autor: René Descartes</p><p>Data de publicação: 1641</p><p><br/></p><p>Resumo: O livro "Meditações sobre Filosofia Primeira" de René Descartes foi publicado originalmente em 1641, é uma obra do pensamento filosófico moderno da altura. Descartes busca encontrar uma verdade indubitável e construir um sistema de conhecimento seguro, usando a dúvida metódica para questionar todas as suas crenças.</p><p>A obra / livro está dividida em 6 meditações que são:</p><p><br/></p><p>Meditação I - Das Coisas que Podemos Colocar em Dúvida: Descartes começa por questionar todas as suas crenças e conhecimentos anteriores. Ele introduz o conceito de dúvida metódica, onde qualquer coisa que possa ser vítima da dúvida é negada. Aqui ele sugere a possibilidade da existência de um gênio maligno que pode enganar os sentidos, colocando em dúvida até mesmo a realidade física.</p><p><br/></p><p>Meditação II - Da Natureza do Espírito Humano; que é Mais Fácil de Conhecer do que o Corpo: Nesta meditação, Descartes chega à famosa conclusão Cógito, "Penso, logo existo". Ao duvidar de tudo, ele percebe que a própria dúvida implica a existência dele mesmo. Portanto, mesmo que tudo seja incerto, o fato de estar a pensar prova que ele existe como um ser pensador.</p><p><br/></p><p>Meditação III - Da Existência de Deus: Aqui, Descartes argumenta a favor da existência de Deus. Ele afirma que a ideia de um ser perfeito não poderia ter se originado dele próprio, já que ele é imperfeito, então deve ter sido colocada em sua mente por um ser perfeito, que ele identifica como Deus.</p><p><br/></p><p>Meditação IV - Do Verdadeiro e do Falso: Descartes tenta explicar como o erro é possível, apesar de Deus ser perfeito. Ele conclui que o erro surge do uso errado da vontade humana, que pode julgar sem ter o conhecimento completo.</p><p><br/></p><p>Meditação V - Da Essência das Coisas Materiais e Novamente da Existência de Deus: Descartes retoma a ideia de Deus e discute a essência das coisas materiais, argumentando que algumas verdades sobre o mundo material podem ser conhecidas só através da razão.</p><p><br/></p><p>Meditação VI - Da Existência das Coisas Materiais e da Distinção entre a Alma e o Corpo: Aqui Descartes argumenta a favor da existência do mundo material e reafirma a distinção entre a mente e o corpo, lançando as bases do dualismo cartesiano, a separação entre res cogitans (mente) e res extensa (corpo).</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-18 11:15:06 UTC</pubDate>
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