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      <title>O que é a poesia? by Sandra Gameiro</title>
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      <description>A poesia é o eco da melodia do universo no coração dos humanos&quot;, Rabindranath Tagore</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-05-09 16:59:17 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Poder&quot;, Valete</title>
         <author>scrisgameiro</author>
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         <description><![CDATA[<div>https://www.youtube.com/watch?v=DcSl2K3zI_E<br><br>&nbsp;       <em>" Dá-me mais de ti....<br>       ...Tu és sol, tu és luz!"</em><br><br>Criação<br>Inspiração<br>Euforia<br>Inquietude<br>Sentimento<br>Fogo<br>Meditação<br>Iluminação<br>Mestria<br>Sabedoria<br>Conhecimento<br>Verdade<br>Invenção<br>Luminosidade<br>Poder<br>Arte<br>Coração<br>Líder<br>Sol<br>Ideais<br>Conduzir/ guiar<br>Seguir<br>Luz<br>Génios<br>Legado<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-09 17:05:56 UTC</pubDate>
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         <title>A poesia para mim é...</title>
         <author>scrisgameiro</author>
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         <description><![CDATA[<div>Sonho (Sandra)<br>Emoções/ Paixão (Miriam)<br>Harmonia (Josué)<br>Expressar (Iara)<br>Imaginação (Nelson)<br>Alegria (Raquel)<br>Tristeza (António)<br>Liberdade (David)<br>Sentimento (Gustavo)<br>Nada (Isabela)<br>Fantasia (M.ª Leonor)<br>Inspiração (Margarida)<br>Pensamento (Rodrigo F.)<br>Curiosidade (Magda)<br>Natureza/ Criatividade (Eva)<br>Pureza (Simão)<br>Cores (Nicole)<br>Viver (Ricardo)<br>Interessante (Rodrigo T.)<br>Dor (Bruno)<br>Compaixão (Ravdan)<br>Música (Manuela)<br><br><br><br><br><br>https://www.youtube.com/watch?v=5WAbI-pxHVo&amp;t=16s<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-09 17:13:07 UTC</pubDate>
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         <title>Para Alice Vieira a poesia é...</title>
         <author>scrisgameiro</author>
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         <description><![CDATA[<div>- contar histórias<br>- recordar um pequeno pormenor<br>- evocar cenas familiares<br>- escrever sobre um cheiro ou um olhar<br>- brincar com as palavras e os seus sons<br><br><strong>Há poemas que falam sobre...</strong><br>animais<br>pessoas<br>sentimentos<br>natureza<br>fadas<br>pastores<br>crianças e velhos<br>uma rua<br>uma casa<br>uma pedra<br>tristeza<br>alegria<br><br>"Pode-se escrever um poema a propósito de tudo"<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-09 17:14:32 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Qual é o teu verso?&quot;</title>
         <author>scrisgameiro</author>
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         <description><![CDATA[<div>https://www.youtube.com/watch?v=Ms2EJb9fdcE<br><sup>(excerto do filme "Clube dos poetas mortos"</sup><br><br><strong>"Palavras e ideias podem mudar o mundo"<br></strong>comecemos por cada um de nós, pela nossa turma. Que cada verso seja uma semente de melodia no poema colectivo que juntos construiremos.<br><br><br><strong>Como se faz o poema</strong>,<strong> <br></strong><em><sup>Nuno Júdice, "Geometria variável"</sup></em><strong><br></strong><br><em>Para falarmos do meio de obter o poema,/<br>a retórica não serve. Trata-se de uma coisa simples, que não/<br>precisa de requintes nem de fórmulas. Apanha-se/<br>uma flor, por exemplo, mas que não seja dessas flores que crescem/<br>no meio do campo, nem das que se vendem nas lojas/<br>ou nos mercados. É uma flor de sílabas, em que as/<br>pétalas são as vogais, e o caule uma consoante. Põe-se/<br>no jarro da estrofe, e deixa-se estar. Para que não morra,/<br>basta um pedaço de primavera na água, que se vai/<br>buscar à imaginação, quando está um dia de chuva,/<br>ou se faz entrar pela janela, quando o ar fresco/<br>da manhã enche o quarto de azul. Então,/<br>a flor confunde-se com o poema, mas ainda não é/<br>o poema. Para que ele nasça, a flor precisa/<br>de encontrar cores mais naturais do que essas/<br>que a natureza lhe deu. Podem ser as cores do teu/<br>rosto – a sua brancura, quando o sol vem ter contigo,/<br>ou o fundo dos teus olhos em que todas as cores/<br>da vida se confundem, com o brilho da vida. Depois,/<br>deito essas cores sobre a corola, e vejo-as descerem/<br>para as folhas, como a seiva que corre pelos/<br>veios invisíveis da alma. Posso, então, colher a flor,/<br>e o que tenho na mão é este poema que/<br>me deste.<br><br></em><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-09 18:08:35 UTC</pubDate>
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