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      <title>Fechamento P4M5 by JORDANA FERNANDES PEREIRA DA SILVA</title>
      <link>https://padlet.com/jordanasilva1/u3wc4dp5ntsizmgt</link>
      <description>Tutoria</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-10-11 11:30:31 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-11-28 20:11:52 UTC</lastBuildDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>jordanasilva1</author>
         <link>https://padlet.com/jordanasilva1/u3wc4dp5ntsizmgt/wish/1807348692</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Armazenam glicogênio.</li><li>São heterotróficos.</li><li>São eucariontes e apresentam semelhança com a célula humana.</li><li>Não formam tecidos pois não possuem matriz extracelular.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-11 11:33:19 UTC</pubDate>
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         <title>Características gerais</title>
         <author>jordanasilva1</author>
         <link>https://padlet.com/jordanasilva1/u3wc4dp5ntsizmgt/wish/1807361329</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Sobrevivem em pH é próximo a 5.&nbsp;</li><li>A maioria dos fungos é aeróbia obrigatória; alguns são anaeróbios facultativos (leveduras).&nbsp;</li><li>Podem crescer em substâncias com baixo grau de umidade.&nbsp;</li><li>São capazes de metabolizar carboidratos complexos, como a lignina e isso permite que os fungos se desenvolvam em paredes de banheiro, couro de sapatos e jornais velhos.</li><li>Na respiração, ocorre a oxidação da glicose para a obtenção de energia.&nbsp;</li><li>Algumas leveduras fazem o processo de fermentação alcoolica.&nbsp;</li><li>Podem viver como<em> sapróbios</em> que utilizam substancias orgânicas em decomposição, parasitas que desenvolvem-se na custa de um hospedeiro como um relação desarmônica ou simbiontes que associam com outro organismo e há a ajuda mútua.</li><li>A nutrição da maioria dos fungos acontece por absorção.</li><li>Necessitam de uma fonte de carbono orgânico pré-formado.</li><li>São quimioheterotróficos: absorvem a matéria orgânica por meio da ação de enzimas.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-11 11:40:26 UTC</pubDate>
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         <title>Estrutura da célula</title>
         <author>jordanasilva1</author>
         <link>https://padlet.com/jordanasilva1/u3wc4dp5ntsizmgt/wish/1807381534</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>Parede celular&nbsp;</em></strong></div><ul><li>Responsável pela rigidez&nbsp;</li><li>Composta por polissacarídeos celulósica ou quitínica ou a mistura das duas substâncias, além de proteínas e lipídios.</li><li>A quitina, celulose ou a mistura das duas.&nbsp;</li></ul><div><strong><em>Membrana citoplasmática&nbsp;</em></strong></div><ul><li>Contém o citoplasma.&nbsp;</li><li>É composta de duas camadas de fosfolipídios revestidas por proteínas e apresenta uma série de invaginações que dão origem a um sistema de vacúolos ou vesículas, responsáveis por um contato entre o meio externo e o interior da célula.&nbsp;</li><li>Contém esteróis na forma de ergosterol.&nbsp;</li></ul><div><strong><em>Citoplasma&nbsp;</em></strong></div><ul><li>Onde ocorrem as sínteses e o metabolismo energético e plástico.&nbsp;</li><li>São encontrados:<strong> </strong><del>inclusões de glicogênio</del>, que é a principal substância de reserva de energia dos fungos, vacúolos de alimentos e gorduras, mitocôndrios, responsáveis pelos mecanismos energéticos, <del>ribossomos e retículo endoplasmático</del>, responsável pela síntese de proteínas.&nbsp;</li><li><del>Os vacúolos</del> são de vários tamanhos e podem ter a função digestiva ou de reserva, armazenando glicogênio.&nbsp;</li><li><del>Os mitocôndrios</del> constituem o sítio da fosforilação oxidativa e contem DNA e ribossomos próprios.&nbsp;</li><li>O<del> retículo endoplasmático</del> é um sistema comunicante que se espalha pela célula e é ligado à membrana nuclear, mas não à membrana plasmática e pode ser revestido externamente por ribossomos ou não.&nbsp;</li><li><del>O aparelho de Golgi</del> é um sistema de vesículas, canalículos e estruturas tubulares e está envolvido em processos de síntese e secreção, ligados à química de carboidratos.&nbsp;</li></ul><div><strong><em>Núcleo&nbsp;</em></strong></div><ul><li>Podem ter um, dois ou mais núcleos, envoltos por uma membrana nuclear (carioteca) com numerosos poros.&nbsp;</li><li>No núcleo encontram-se os cromossomos lineares, compostos de dupla fita de DNA arrumados em hélice, de natureza nucleoproteica contendo DNA e também RNA, de natureza nucleoproteica cuja função é transmitir as informações genéticas do DNA ao resto da célula.&nbsp;</li><li>Dentro do núcleo, encontra-se o nucléolo, um corpúsculo esférico contendo DNA, RNA e proteínas. Este corpúsculo é o sítio de produção do RNA ribossomal.&nbsp;</li></ul><div><strong><em>Cápsula&nbsp;</em></strong></div><ul><li>Alguns fungos, como apresentam uma cápsula de natureza mucopolissacarídica com estrutura fibrilar composta de amilose e de um poliosídeo semelhante à goma arábica.&nbsp;</li><li>A cápsula é importante na patogenia desse fungo por dificultar a fagocitose.&nbsp;</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-11 11:51:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>jordanasilva1</author>
         <link>https://padlet.com/jordanasilva1/u3wc4dp5ntsizmgt/wish/1807388237</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-10-11 11:55:23 UTC</pubDate>
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         <title>Taxonomia</title>
         <author>jordanasilva1</author>
         <link>https://padlet.com/jordanasilva1/u3wc4dp5ntsizmgt/wish/1807389249</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-10-11 11:55:58 UTC</pubDate>
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         <title>Fungos filamentosos e fungos carnosos</title>
         <author>jordanasilva1</author>
         <link>https://padlet.com/jordanasilva1/u3wc4dp5ntsizmgt/wish/1807410231</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>O talo (corpo) consiste em longos filamentos de células conectadas que são as<strong> </strong>hifas. Na maioria dos bolores, as hifas contêm paredes cruzadas, chamadas de septos, que dividem as hifas em unidades semelhantes a células uninucleadas (um núcleo) distintas: hifas septadas. Em algumas poucas classes de fungos, as hifas não contêm septos e apresentam como células longas e contínuas com muitos núcleos: hifas cenocíticas.&nbsp;</li><li>As hifas crescem por alongamento das extremidades. Cada parte de uma hifa é capaz de crescer e, quando um fragmento é quebrado, ele pode alongar-se para formar uma nova hifa.&nbsp;</li><li>A porção de uma hifa que obtém nutrientes: <del>hifa vegetativa</del>; a porção envolvida com a reprodução: <del>hifa reprodutiva ou aérea</del>, assim chamada porque se projeta acima da superfície do meio sobre a qual o fungo está crescendo. Muitas vezes, as hifas aéreas sustentam os esporos reprodutivos.&nbsp;</li><li>Quando as condições ambientais, se tornam favoráveis, as hifas crescem e formam uma massa filamentosa, chamada de <del>micélio</del>, visível a olho nu.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-11 12:06:57 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Leveduras </title>
         <author>jordanasilva1</author>
         <link>https://padlet.com/jordanasilva1/u3wc4dp5ntsizmgt/wish/1807419480</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>São unicelulares, não filamentosos, geralmente esféricos ou ovais.</li><li>Encontradas na forma de um pó branco cobrindo frutas e folhas.&nbsp;</li><li><del>As leveduras de brotamento</del> dividem-se de forma desigual,, a célula parental forma uma protuberância (broto) em sua superfície externa. À medida que o broto se alonga, o núcleo da célula parental divide-se, e um dos núcleos migra para o broto. O material da parede celular é sintetizado entre o broto e a célula parental e o broto acaba se separando. Uma célula de levedura pode produzir mais de 24 células-filhas por brotamento.&nbsp;</li><li>Algumas leveduras produzem brotos que não se separam uns dos outros; esses brotos formam uma pequena cadeia de células, denominada pseudo-hifa.&nbsp;</li><li><del>As leveduras de fissão</del> dividem-se produzindo duas novas células iguais, a célula parental alonga-se, seu núcleo divide-se, e duas células-filhas são produzidas.&nbsp;</li><li>São capazes de realizar crescimento anaeróbio facultativo, o que permite que esses fungos sobrevivam em vários ambientes.&nbsp;</li><li><del>Se houver acesso ao oxigêni</del>o, as leveduras respiram aerobiamente para metabolizar carboidratos, formando dióxido de carbono e água; <del>na ausência de oxigênio</del>, elas fermentam os carboidratos e produzem etanol e dióxido de carbono. Essa fermentação é usada na fabricação de cerveja e vinho e nos processos de panificação.&nbsp;</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-11 12:11:21 UTC</pubDate>
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         <title>Fungos dimórficos </title>
         <author>jordanasilva1</author>
         <link>https://padlet.com/jordanasilva1/u3wc4dp5ntsizmgt/wish/1807421632</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Alguns fungos, particularmente as espécies patogênicas, exibem dimorfismo – duas formas de crescimento. Esses fungos podem crescer tanto na forma de fungos filamentosos quanto na forma de levedura.&nbsp;</li><li><del>A forma de fungo filamentoso</del> produz hifas aéreas e vegetativas; a <del>forma de levedura</del><strong> </strong>se reproduz por brotamento.&nbsp;</li><li><del>O dimorfismo em fungos patogênicos é dependente da temperatura: </del>a 37°C, o fungo apresenta forma de levedura, e a 25°C, forma de bolor.&nbsp;</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-11 12:12:25 UTC</pubDate>
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         <title>Reprodução</title>
         <author>jordanasilva1</author>
         <link>https://padlet.com/jordanasilva1/u3wc4dp5ntsizmgt/wish/1807468536</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>Esporos sexuados&nbsp;</em></strong></div><div>Acontece com menos frequência por meio da fusão do núcleo das hifas.<br>Um esporo sexuado fúngico resulta da reprodução sexuada, que consiste em três etapas:&nbsp;</div><ol><li><del>&nbsp;Plasmogamia</del>. Um núcleo haploide de uma célula doadora (+) penetra no citoplasma de uma célula receptora (-).&nbsp;</li><li><del>Cariogamia.</del> Os núcleos (+) e (-) fundem-se formando um núcleo zigótico diploide.&nbsp;</li><li><del>Meiose</del>. O núcleo diploide origina um núcleo haploide, esporos sexuados, dos quais alguns podem ser recombinantes genéticos. Os esporos sexuados produzidos pelos fungos caracterizam os filos.&nbsp;</li></ol><div><strong><em>Esporos assexuados&nbsp;</em></strong></div><ul><li>Produzidos pelos fungos por mitose e posterior divisão celular; não há fusão de núcleos de células.&nbsp;</li><li><del>Dois tipos de esporos assexuados são produzidos pelos fungos:&nbsp;</del></li><li><del>Os conídios</del> são produzidos em cadeias na extremidade do conidióforo. Os conídios formados pela fragmentação de uma hifa septada em células únicas, levemente espessas, são chamados de artroconídios. Outro tipo de conídio, o blastoconídio, é formado a partir de um broto originado de uma célula parental.&nbsp;</li><li>A maioria dos fungos de interesse clínico propaga-se de forma assexuada, formando os conídios (esporos assexuados) produzidos na lateral e na extremidade de estruturas especializadas.&nbsp;</li><li>A forma, a cor e o arranjo dos conídios ajudam na identificação desses fungos. Alguns conídios importantes são (1) artrósporos,1 que são produzidos pela fragmentação da extremidade da hifa; (2) clamidósporos, que são arredondados, com parede espessa e muito resistentes; (3) blastósporos, que são formados pelo processo de brotamento, pelo qual as leveduras se reproduzem assexu- adamente; e (4) esporangiósporos, que são formados no interior de uma estrutura sacular (esporângio) na extremi- dade de colunas produzidas pelos fungos&nbsp;</li><li><del>O esporangiósporo</del>, formado no interior de um esporângio, ou bolsa, na extremidade de uma hifa aérea, chamada de esporangióforo. O esporângio pode conter centenas de esporangiósporos.</li><li>Brotamento: a célula mãe origina uma gêmula que cresce que recebe um núcleo após a divisão do núcleo da célula mãe.</li><li>Fissão: a célula mãe origina duas células idênticas.</li><li>Esporulação: acontece quando o esporo de um fungo cai sobre o substrato. </li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-11 12:33:04 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>jordanasilva1</author>
         <link>https://padlet.com/jordanasilva1/u3wc4dp5ntsizmgt/wish/1807493508</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-10-11 12:42:37 UTC</pubDate>
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         <title>Patogênese</title>
         <author>jordanasilva1</author>
         <link>https://padlet.com/jordanasilva1/u3wc4dp5ntsizmgt/wish/1808257804</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Os fungos não possuem endotoxinas em suas paredes celulares, e não produzem exotoxinas.</li><li>A resposta para infecções causadas por muitos fungos é a formação de granulomas.&nbsp;</li><li><strong>A ativação do sistema imune</strong> celular resulta em uma resposta de hipersensibilidade tardia cutânea para certos antígenos fúngicos injetados de forma intradérmica.&nbsp;</li><li><strong>Fatores de virulência:</strong> variabilidade fenotípica, aderência ao tecido no hospedeiro e a produção de toxinas e de enzimas.</li><li><strong>Os fungos patogênicos secretam várias enzimas hidrolíticas como proteinases, lipases e fosfolipases</strong>. Estas <strong>enzimas hidrolíticas </strong>extracelulares são importantes na patogenicidade dos fungos, causando danos à célula do hospedeiro.&nbsp;</li><li><strong>A proteinase ácida</strong> possui especificidade de substrato bastante ampla, incluindo queratina, colágeno, albumina, hemoglobina, cadeia pesada de imunoglobulinas e proteínas de matriz extracelular. C. albicans com grande atividade proteolítica aderem mais rapidamente às células epiteliais.<strong>&nbsp;</strong></li><li><strong>A fosfolipase </strong>exerce papel importante no crescimento do fungo, facilitando assim a adesão tecidual.&nbsp;</li><li>O fungo tem a capacidade de produzir a <strong>enzima urease</strong>, que hidrolisa a ureia, levando à produção de amônia, que inativa o complemento facilitando a sua proliferação.&nbsp;</li><li>&nbsp;As doenças que os fungos podem causar são: <strong>Alergias</strong>: reação imunológica anormal do organismo após sensibilização por uma proteína fúngica.&nbsp; <strong>Micotoxicose</strong>: ingestão de alimentos contaminados com toxina pré-formada.&nbsp; <strong>Tricotecenos </strong>são toxinas que inibem a síntese proteica, pode causar causa cefaleias, calafrios, náuseas, vômitos e distúrbios visuais. Essas toxinas são produzidas pelos fungos Fusarium e Stachybotrys, que crescem em grãos e no revestimento de gesso utilizado nas paredes de casas. <strong>Micetismo</strong>: ingestão de fungos venenosos. <del>Micetismo faloidiano:</del> causado pela Amanita phalloides, que apresenta dois tipos de toxinas endógenas, as falotoxinas, que inibem a polimerização de actina e induz apoptose via necrose de membranas, e as amanitinas, que inibem a síntese<br>de proteínas. O micetismo faloidiano tem alto nível de mortalidade devido a importante nefrotoxicidade e hepatotoxicidade. <del>Micetismo cerebral</del>: Causado pelas espécies Amanita muscaria e Psilocybe cubensis, a intoxicação pela ingesta desses fungos causa espasmos musculares,<br>convulsões e alucinações, podendo causar vômito e diarréia.<strong>Ergot</strong>: toxina produzida por&nbsp; um patógeno de plantas ascomiceto&nbsp; fica contida em um esclerócio, uma porção altamente resistente do micélio do fungo que pode ser destacada.&nbsp; é um alcaloide que pode causar alucinações semelhantes àquelas induzidas pelo consumo de LSD, &nbsp; também causa a constrição dos vasos capilares e pode causar gangrena nos membros ao impedir a circulação apropriada do sangue no corpo.&nbsp; <strong>Micose</strong>: Decorrente da presença e crescimento do fungo no tecido.&nbsp;</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-11 16:52:43 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Fungos patógenos primários</title>
         <author>jordanasilva1</author>
         <link>https://padlet.com/jordanasilva1/u3wc4dp5ntsizmgt/wish/1808274956</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-10-11 16:59:25 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>jordanasilva1</author>
         <link>https://padlet.com/jordanasilva1/u3wc4dp5ntsizmgt/wish/1809070475</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><strong>Eubiose</strong> à condição que se caracteriza por um equilíbrio entre as diversas espécies que compõem a microbiota. Perturbações na eubiose, conhecidas sob a denominação ampla de <strong>disbiose</strong>, podem desencadear doenças infecciosas e não infecciosas.</li><li>Os patógenos fúngicos oportunistas somente causam infecção quando ocorrem quebras nas barreiras protetoras da pele e membranas mucosas ou quando falhas no sistema imune do hospedeiro permitem a penetração, colonização e reprodução no hospedeiro.</li><li>A condição do hospedeiro determina o nível de patogenicidade de fungos oportunistas.</li><li>Se o hospedeiro foi imunodeficiente, até mesmo micróbios inofensivos podem causar doença.</li><li>Patógenos oportunistas estão presentes dentro e fora do organismo.</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-12 00:23:24 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>jordanasilva1</author>
         <link>https://padlet.com/jordanasilva1/u3wc4dp5ntsizmgt/wish/1809092179</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Qualquer infecção fúngica é chamada de micose.&nbsp;</li><li>As micoses geralmente são infecções crônicas (de longa duração), uma pois os fungos crescem devagar.&nbsp;</li><li>As infecções fúngicas podem ser classificadas de acordo com os tecidos infectados.</li><li>Os fármacos que afetam as células fúngicas também podem afetar as células do animal, fato que torna difícil o tratamento das infecções fúngicas em seres humanos e em outros animais.&nbsp;</li><li>As micoses são classificadas em cinco grupos de acordo com o grau de envolvimento tecidual e o modo de entrada no hospedeiro: sistêmica, subcutânea, cutânea, superficial ou oportunista.&nbsp;</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-12 00:33:15 UTC</pubDate>
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         <title>Micoses superficiais</title>
         <author>jordanasilva1</author>
         <link>https://padlet.com/jordanasilva1/u3wc4dp5ntsizmgt/wish/1809096274</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Estão<strong> </strong>limitadas às superfícies da pele e dos pelos elas não são destrutivas e são apenas de importância cosmética.&nbsp;</li><li>A infecção clínica denominada de pitiríase versicolor é caracterizada pela descoloração ou despigmentação e descamação da pele.&nbsp;</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-12 00:35:07 UTC</pubDate>
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         <title>Micoses cutâneas</title>
         <author>jordanasilva1</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li>São infecções da camada queratinizada da pele, pelos e unhas.&nbsp;</li><li>Podem provocar uma resposta do hospedeiro e se tornar sintomáticas.&nbsp;</li><li>Os sinais e sintomas incluem prurido, descamação, pelos tonsurados, lesões arredondadas na pele e unhas espessadas e opacas.&nbsp;</li><li>Os dermatófitos são fungos classificados nos gêneros Trichophyton, Epidermophyton e Microsporum. As infecções da pele que envolvem estes organismos são chamadas de dermatofitoses.&nbsp;</li><li>Tinea unguium se refere a infecções nas unhas que envolvem estes agentes.&nbsp;</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-12 00:35:17 UTC</pubDate>
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         <title>Micoses subcutâneas</title>
         <author>jordanasilva1</author>
         <link>https://padlet.com/jordanasilva1/u3wc4dp5ntsizmgt/wish/1809112601</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Localizadas abaixo da pele causadas por fungos saprofíticos que vivem no solo e na vegetação.&nbsp;</li><li>A esporotricose é uma infecção subcutânea adquirida por jardineiros e fazendeiros. A infecção ocorre por implantação direta dos esporos ou de fragmentos de micélio em uma perfuração na pele.&nbsp;</li><li>Os fungos que infectam apenas a epiderme, o cabelo e as unhas são chamados de dermatófitos, e suas infecções são denominadas dermatomicoses ou micoses cutâneas.&nbsp;</li><li>Os dermatófitos secretam queratinase, enzima que degrada a queratina, proteína encontrada no cabelo, na pele e nas unhas.&nbsp;</li><li>A infecção é transmissível entre seres humanos, ou de um animal para um ser humano, por contato direto ou contato com fios e células epidérmicas infectadas (como tesoura de cabeleireiro ou pisos de banheiros).</li><li>As micoses subcutâneas envolvem as camadas mais profundas da pele, incluindo a córnea, os músculos e o tecido conjuntivo, e são causadas por um largo espectro de fungos taxonomicamente diversos.&nbsp;</li><li>Os fungos ganham acesso aos tecidos mais profundos em geral por inoculação traumática e permanecem localizados, causando a formação de abscessos e úlceras que não cicatrizam.&nbsp;</li><li>O sistema imunológico do hospedeiro reconhece os fungos, resultando em destruição tecidual variável&nbsp;</li><li>As micoses subcutâneas tendem a permanecer localizadas e raras vezes se disseminam sistemicamente. </li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-12 00:42:10 UTC</pubDate>
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         <title>Micoses sistêmicas</title>
         <author>jordanasilva1</author>
         <link>https://padlet.com/jordanasilva1/u3wc4dp5ntsizmgt/wish/1809117712</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Profundas no interior do corpo.&nbsp;</li><li>Podem afetar vários tecidos e órgãos.</li><li>Normalmente são causadas por fungos que vivem no solo.</li><li>Os esporos são transmissíveis por inalação; essas infecções, em geral, iniciam-se nos pulmões e, em seguida, disseminam-se a outros tecidos do corpo.&nbsp;</li><li>Não são contagiosas entre animais e seres humanos ou entre indivíduos.&nbsp;</li><li>Exemplo: histoplasmose. </li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-12 00:44:22 UTC</pubDate>
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         <title>Micoses endêmicas</title>
         <author>jordanasilva1</author>
         <link>https://padlet.com/jordanasilva1/u3wc4dp5ntsizmgt/wish/1809123730</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Patógenos fúngicos dimórficos clássicos: H. capsulatum, B. dermatitidis, Emmonsia pasteuriana, Coccidioides immitis, Coccidioides posadasii, Paracoccidioides brasiliensis e Talaromyces (Penicillium) marneffei.&nbsp;</li><li>Esses fungos exibem dimorfismo térmico (existem como leveduras ou esférulas a 37°C, e como fungos filamentosos a 25°C) e geralmente estão confinados a regiões geográficas onde eles ocupam nichos ambientais ou ecológicos específicos.&nbsp;</li><li>São referidas como micoses sistêmicas, porque esses organismos são verdadeiros patógenos e podem causar infecções em indivíduos saudáveis.&nbsp;</li><li>Todos esses agentes produzem uma infecção primária no pulmão, com subsequente disseminação para outros órgãos e tecidos.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-12 00:46:55 UTC</pubDate>
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         <title>Micoses oportunistas</title>
         <author>jordanasilva1</author>
         <link>https://padlet.com/jordanasilva1/u3wc4dp5ntsizmgt/wish/1809127624</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>São infecções atribuídas aos fungos que são por via de regra encontrados como comensais humanos ou no ambiente.&nbsp;</li><li>Praticamente, qualquer fungo pode atuar como um patógeno oportunista.&nbsp;</li><li>Os patógenos fúngicos oportunistas mais comuns são as leveduras Candida spp. e Cryptococcus neoformans, o fungo filamentoso Aspergillus spp. e Pneumocystis jirovecii.&nbsp;</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-12 00:48:19 UTC</pubDate>
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         <title>Defesa inata</title>
         <author>jordanasilva1</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li>Macrófagos e células dendríticas percebem os organismos fúngicos através dos TLRs e liberam citocinas que ativam neutrófilos ou as ILCs residentes teciduais. Os neutrófilos&nbsp; liberam substâncias fungicidas fagocitam os fungos para o killing intracelular.&nbsp;</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-13 01:00:57 UTC</pubDate>
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         <title>Defesa adquirida</title>
         <author>jordanasilva1</author>
         <link>https://padlet.com/jordanasilva1/u3wc4dp5ntsizmgt/wish/1812398940</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>A imunidade mediada por células é o principal mecanismo da imunidade adaptativa contra as infecções por fungos intracelulares.</li><li>Os fungos intracelulares podem ser controlados por células ILC1 que expressam T-bet, enquanto os fungos extracelulares podem ativar respostas de ILC3. Muitos fungos extracelulares deflagram fortes respostas Th17, que são dirigidas pela ativação de células dendríticas que produzem citocinas Th17 (- indutoras, como IL-1, IL-6 e IL-23) que estimulam inflamação e os neutrófilos&nbsp; e monócitos destroem os fungos.&nbsp;</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-13 01:03:52 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>jordanasilva1</author>
         <link>https://padlet.com/jordanasilva1/u3wc4dp5ntsizmgt/wish/1812406429</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Algumas estratégias de evasão são: modular as funções microbicidas de leucócitos, escapar ao reconhecimento imunológico ou induzir um perfil de citocinas anti-irtflamatórias.&nbsp;</li><li><strong>O sucesso do estabelecimento e sobrevivência dos fungos no hospedeiro depende dos mecanismos desenvolvidos por eles para se esquivarem do sistema imunológico estes mecanismos são: </strong>&nbsp;o deslocamento da produção de TH1 que combate o patógeno para a produção de TH2 que não é ativa e nem eficiente em processo de infecção, penetração e multiplicação em células, evitando mediadores extracelulares; variação de antígenos de superfície, o que dificulta o reconhecimento e ativação de receptores da imunidade; revestimento de PAMP, que impede o reconhecimento pelo receptores; modulação de sinais inflamatórios; liberação de iscas GPA que agem concorrendo no reconhecimento com o microrganismo; internalização de células não fagocíticas, e com isso escapar de mecanismos de defesa extracelulares; modulação de TLR para infectar células e garantir sua multiplicação; persistência nos macrófagos, indicando que a fagocitose não é necessariamente a morte do microrganismo; evasão do Sistema Complemento, através da ligação com os inibidores do complemento; evasão da resposta inata humoral, através da produção de moléculas de superfície anti-complemento, inibido a formação da C3 convertase; modulação da apoptose. As leveduras intracelulares podem ser transportadas por macrófagos a várias partes do corpo sem ficar expostos aos perigos extracelulares&nbsp;</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-13 01:06:51 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>jordanasilva1</author>
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         <pubDate>2021-10-13 19:07:05 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>jordanasilva1</author>
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         <pubDate>2021-10-13 20:54:29 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>jordanasilva1</author>
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         <pubDate>2021-10-13 20:56:26 UTC</pubDate>
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         <title>Impactos econômicos</title>
         <author>jordanasilva1</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li>+São utilizados na biotecnologia na produção de ácido cítrico para alimentos e bebidas, na produção de pão e vinho.&nbsp;</li><li>+Foi geneticamente modificada para produzir uma variedade de proteínas, incluindo a vacina para a hepatite B.&nbsp;</li><li>+São utilizados para o controle biológico de pragas.&nbsp;</li><li>-Podem ter efeitos indesejáveis para a agricultura, devido às suas adaptações nutricionais, eles podem deteriorar frutas e grãos.</li><li>-Podem causar doenças.</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-13 21:05:20 UTC</pubDate>
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         <author>jordanasilva1</author>
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         <pubDate>2021-10-13 21:07:18 UTC</pubDate>
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         <author>jordanasilva1</author>
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         <author>jordanasilva1</author>
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         <title></title>
         <author>jordanasilva1</author>
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