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      <title>Ensino Colaborativo, Planejamento Educacional Individualizado (PEI) e propostas intersetoriais by Joseli Arruda</title>
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      <description>Tarefa 4 (Fórum - Semana 5) Grupo 2</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-03-13 13:25:19 UTC</pubDate>
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         <title>Implementações e ações do Ensino Colaborativo</title>
         <author>joseliarruda25</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Colégio CAp UERJ</strong><br>Na aula síncrona da Prfª. Drª. Carla Marçal aborda vários tópicos: Ensino colaborativo/coensino e Biodocência, AEE, Acessibilidade Curricular, PEI e Suportes<br>Educacionais Especializados.<br>A implementação e as ações do Ensino Colaborativo pode ser mais um suporte<br>especializado realizado na escola regular, sendo esse importante para a formação<br>continuada dos professores, a partir da troca de conhecimento entre as diferentes áreas.<br>A Bidocência revela a preocupação da instituição com a formação dos educadores e<br>alunos, na perspectiva do ensino cooperativo, com ações favoráveis à excelência acadêmica e o incentivo à construção da autonomia e à convivência com a diversidade.<br>Acreditamos nessa prática como uma oportunidade para aproximar os alunos, e<br>preparando-os para a transição natural da mudança de segmento e o crescimento, que<br>vai além das mudanças físicas e psicológicas.<br><strong>Colégio CAp UFRJ<br></strong>Profª Mestra Thais Motta CAp/UFRJ<br>Práticas docentes em colaboração: relato de experiências<br>O ensino colaborativo envolve um par de professores (um da educação regular e o outro da educação especial) atuando em equipe e assumindo diferentes tipos de arranjos, os quais podem ocorrer durante períodos fixos de tempo, em determinados momentos, ou mesmo em certos dias da semana. No ensino colaborativo, dois ou mais professores compartilham a responsabilidade de planejar, de implementar o ensino e da disciplina<br>da sala de aula, podendo ocupar a mesma sala de aula.<br>O professor do atendimento educacional especializado é sempre a aprendizagem do aluno na classe comum. Não adianta muito, por exemplo, o estudante com paralisia cerebral fazer uso da prancha de comunicação alternativa apenas na sala de recursos. Se o docente da classe comum não sabe como esse tipo de comunicação ocorre e não dá espaço para sua utilização no dia a dia escolar, parte do objetivo do AEE não foi conquistado.<br>https://extensao.cecierj.edu.br/ava/mod/resource/view.php?id=9874<br>https://www.youtube.com/live/MKBSve59PXs?feature=share<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-13 14:14:01 UTC</pubDate>
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         <title>Implementações e ações do Ensino Colaborativo</title>
         <author>joseliarruda25</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Colégio CAp UERJ</strong><br>Decreto nº 7.611, de 17 de novembro de 2011, dispõe sobre a educação especial e o<br>atendimento educacional especializado. O Decreto segue a garantia de um sistema<br>educacional inclusivo em todos os níveis, sem discriminação e com base na igualdade de oportunidades. A mediação pedagógica é um processo de interação, dialógico, no qual tanto professor quanto aluno aprendem e ensinam juntos, em construção, pois quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender (FREIRE, 1997, p. 25).<br>Mediante esses tópicos estudados na aula síncrona consegui perceber o conhecimento que os professores da sala comum poderá adquirir a partir dessas práticas, o que provavelmente, refletirá na aprendizagem desses estudantes em sala de aula. Não desconsideramos o suporte individualizado, mas sim é preciso saber quando utilizar as práticas colaborativas e individualizadas na escola, sempre visando o que é melhor para os estudantes.<br><strong>Colégio CAp UFRJ</strong><br>Lei nº 14.254, de 30 de novembro de 2021 Dispõe sobre o acompanhamento integral para educandos com dislexia ou Transtorno do Déficit de Atenção<br>com Hiperatividade (TDAH) ou outro transtorno de aprendizagem.<br>O acompanhamento integral previsto no caput deste artigo compreende a identificação precoce do transtorno, o encaminhamento do educando para diagnóstico, o apoio educacional na rede de ensino, bem como o apoio terapêutico especializado na rede de saúde.<br>Para finalizar o Planejamento de Ensino Individualizado PEI - (...)Estudos evidenciam o importante papel do PEI como recurso para orquestrar, de forma mais efetiva, propostas pedagógicas que contemplem as demandas de cada aluno, a partir de objetivos gerais elaborados pela turma. (Pletsch e Glat, 2013)<br>https://extensao.cecierj.edu.br/ava/mod/resource/view.php?id=9875<br>https://www.youtube.com/live/MKBSve59PXs?feature=share</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-13 18:39:18 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>luanaleal04</author>
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         <description><![CDATA[<div>Complementando os apontamentos das colegas, em ambas apresentações, as professoras destacaram a necessidade da ação de forma articulada entre os professores do ensino regular e do AEE para possibilitar o desenvolvimento de ações educativas mais inclusivas no âmbito escolar.<br><br></div><div>Especificamente sobre os pontos congruentes, percebe-se que as duas professoras destacaram a importância da acessibilidade curricular como uma forma de oferta um ensino mais equitativo, considerando o planejamento mais amplo, mas também, as particularidades e necessidades dos estudantes que frequentam também o AEE. Outro ponto congruente, trata-se da utilização do PEI como possibilidade de contemplar as demandas de cada aluno a partir de objetivos gerais que foram elaborados para a turma. Já como pontos paralelos, destaca-se a menção do PAP pela professora do Cap-UFRJ como um conjunto de ações pedagógicas que servem para orientar sobre estratégias para o estudante com transtornos de aprendizagem e desenvolvimento. Enquanto a professora do Cap-UERJ destaca o coensino e a bidocência como uma das principais estratégias adotadas pelo colégio como alternativa para os alunos público da educação especial da instituição.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-14 18:02:24 UTC</pubDate>
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         <title>Quanto aos pontos paralelos o discurso de ambas as professoras converge para o pensar diariamente em: 1 – Como o sujeito (aluno/educando) com deficiência estará na escola?      Como ele vivenciará todo o seu processo de escolarização e o seu pleno      desenvolvimento.2 – Outro ponto paralelo seria esse pensar e agir em relação ao funcionamento, de fato, dessa ação docente que é o ensino colaborativo.Estamos falando de espaços de universidades, uma com um caminho já percorrido, a UERJ, e a outra que inicia sua trajetória, a UFRJ; quando falamos de Ensino Colaborativo estamos falando de núcleos, ou seja, grupo de pessoas, isso se torna distante da nossa prática real em nossos municípios, onde somos no máximo nós mesmas na S.R.M. (Sala de Recursos Multifuncional).Para que o Ensino Colaborativo funcione bem é preciso uma equipe. Quanto aos pontos congruentes, penso que sejam os Documentos e os Projetos realizados nessas instituições. Existe todo um trabalho desses núcleos na construção dessas ferramentas (Documentos e Projetos) que podem sim ser partilhados e ressignificados. Todos  crescem!</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Aluna: Cleide das Graças Mafra Nunes</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-15 00:39:31 UTC</pubDate>
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