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      <title>Inclusão, diversidade e as fronteiras do preconceito by Ana Julia Soczek Santos</title>
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      <description>Ana Julia Soczek, Emanuele Nassif e Diogo Batista da Luz</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-06-21 17:40:41 UTC</pubDate>
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         <title>Rede de apoio </title>
         <author>emanuelenassif57</author>
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         <description><![CDATA[<div>A rede de apoio é quando seus familiares/amigos ficam ao seu lado, te ajudando independente da circunstância, onde isso é muito importante para que a solução seja resolvida de forma mais saudável. E essa ajuda pode ser física, moral, com amor, com orientações, em ser ouvido e etc.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-21 17:56:16 UTC</pubDate>
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         <title>Dados do preconceitos dentro das organizações de trabalho </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Preconceito de gênero:</strong> De acordo com os indicadores sociais das mulheres no Brasil, divulgados pelo IBGE em 2019, 37,4% das mulheres ocupam cargos de gerência. Somado a isso, essas mulheres podem receber até 38,1% a menos, mesmo exercendo as mesmas funções que os homens.<br><br><strong>Preconceito racial:</strong> Pesquisa do Instituto Ethos&nbsp; em 2016 com as 500 empresas de maior faturamento do Brasil aponta que negros ocupam 6,3% dos cargos de gerência. No quadro executivo, essa proporção é ainda menor: apenas 4,7% são negros. A mesma pesquisa demonstra que para as mulheres negras, a sub-representação é ainda maior. No quadro executivo das empresas pesquisadas pelo Ethos, havia apenas duas negras – o que confere a elas a fatia de 0,4% de participação no total.<br><br><strong>Preconceito LGBTQIA+</strong>: Pesquisa do Center Talent for Innovation / Coqual mostrou que 61% dos profissionais disseram esconder de colegas e gestores a sua orientação sexual e/ou identidade de gênero. O levantamento Demitindo Preconceitos, realizado pela Santo Caos em 14 estados do país, revela que 38% das empresas mostram restrições para a contratação de homossexuais. O cenário para pessoas transexuais é ainda mais restritivo: segundo a Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra), 90% dessa população tem a prostituição como fonte de renda e possibilidade de subsistência.<br><br><strong>Preconceito com pessoas com deficiência: </strong>Pessoas com deficiência (PCDs) ainda são vistas por sua deficiência e não por sua potencialidade. A pesquisa realizada em 2019 pela Santo Caos em parceria com a Catho mostra que menos de 10% dos profissionais que têm algum tipo de deficiência ocupam postos de liderança. Desse grupo, 5% atuam como coordenadores, 4% em gerência, 0,4% na diretoria e 0,2% em vice-presidência ou presidência.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-21 18:05:30 UTC</pubDate>
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         <title>Google apresenta: Profissionais Excepcionais</title>
         <author>soczekana</author>
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         <description><![CDATA[<div>O vídeo, inspirado nas famosas ballrooms, espaços de acolhimento e performance onde pessoas trans podiam ser o que quisessem, é uma ode à cultura do voguing e suas diferentes vertentes e um convite para que as empresas sejam tão inclusivas quanto esses lugares.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-21 18:08:26 UTC</pubDate>
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         <title>Empregabilidade trans no Brasil</title>
         <author>soczekana</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>O Brasil todo tem aprendido muito com a inserção de pessoas trans nos espaços de mídia e cultura popular. O respeito aos pronomes e o direito de retificação de nome já são de conhecimento público e, apesar de ainda termos muito para melhorar, ao menos alguma evolução já é percebida.</div><div><br>No entanto, o mercado de trabalho não progrediu na mesma velocidade. Estima-se que 90% da população trans no Brasil tem o mercado informal como fonte de renda e única possibilidade de subsistência. São milhões de pessoas que vivem uma condição de vulnerabilidade extrema devido à falta de uma oportunidade de emprego.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-21 18:11:44 UTC</pubDate>
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         <title>Projeto - Google</title>
         <author>soczekana</author>
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         <description><![CDATA[<div>O Google lançou uma série de iniciativas para o treinamento e a inserção de pessoas trans no mercado de trabalho.<br>Até 2026, vamos distribuir 500 mil bolsas de estudo para a formação de jovens em áreas de atuação altamente demandadas pelo mercado de trabalho, como Suporte de TI, Análise de Dados, Gerenciamento de Projetos e Design UX.</div><div>2.000 bolsas serão destinadas a pessoas que se autodeclaram transexuais, com o objetivo de incentivar a inclusão social e no mercado de trabalho.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-21 18:13:11 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-06-21 18:13:24 UTC</pubDate>
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         <title>Discriminação no mercado de trabalho </title>
         <author>emanuelenassif57</author>
         <link>https://padlet.com/soczekana/u2cxao72ilx6wm0z/wish/2227055288</link>
         <description><![CDATA[<div>O Center for Talent Innovation, realizou uma pesquisa, na qual foi constatado que 33% das empresas existentes no Brasil não contratariam pessoas LGBTQIA+ para cargos de chefia, e 41% dos funcionários LGBTQIA+ afirmam já terem sofrido algum tipo de discriminação em razão de sua orientação sexual ou identidade de gênero no ambiente de trabalho. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-21 18:16:43 UTC</pubDate>
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         <title>Números sobre a comunidade LGBTQIA+ no mercado de trabalho</title>
         <author>soczekana</author>
         <link>https://padlet.com/soczekana/u2cxao72ilx6wm0z/wish/2227057463</link>
         <description><![CDATA[<div>41% Afirmam ter sofrido descriminalização por sua orientação sexual ou identidade de gênero no ambiente de trabalho.<br><br>33% Das empresas brasileiras não contratariam pessoas da comunidade LGBTQIA+ para cargos de chefia<br><br></div><div>61% Dos funcionários LGBTQIA+ no Brasil optam por esconder a sua sexualidade de colegas e gestores.<br><br>90% De travestis estão se prostituindo por não terem conseguido emprego (mesmo com bons currículos).</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-21 18:19:41 UTC</pubDate>
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         <title>Empresas que contribuem com a pauta LGBTQIA+</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/soczekana/u2cxao72ilx6wm0z/wish/2227059088</link>
         <description><![CDATA[<div><br>O compromisso com a pauta LGBTQIA+ não deve estar presente apenas no discurso das empresas, mas sim fazer parte de suas ações, da sua cultura e dos meios de relacionamento junto aos colaboradores. Ainda que o tema de inclusão precise avançar no Brasil, diversas marcas já realizam ações sólidas e com impactos significativos na área, que podem servir de inspiração para o mercado. Confira alguns exemplos: <br><br><strong>Natura</strong>: oferece benefícios de saúde para casais LGBTQIA+ há 15 anos, inclui questões de orientação e identidade de gênero em seu levantamento de IDH de colaboradores, garante a adoção do nome social entre seus funcionários, oferece cursos profissionalizantes para trans em parceria com a Casa 1, possui o grupo de afinidade Natura em Cores, traz a diversidade em seu código de conduta, realiza ações de recrutamento de homossexuais e promove diversas campanhas publicitárias sobre o tema.<br><br><strong>Grupo Pão de Açúcar:</strong> mantém parceria com o Fórum de Empresas e Direitos LGBTQIA+, com o festival #AgoraVai que capacita pessoas trans, criou o grupo Orgulho LGBT para seus colaboradores, promove eventos constantemente para discutir o tema e tem parceria com a Transempregos, que só em 2019 direcionou 31 profissionais trans para trabalhar em suas lojas;<br>Itaú Unibanco: possui profissionais de RH dedicados às demandas dos colaboradores LGBTQIA+, conta com o grupo de afinidade “Sou como sou” para fomentar treinamentos e políticas inclusivas e desenvolveu parcerias com a consultoria Mais Diversidade, por meio de editais para valorizar projetos na área da diversidade sexual<br><br><strong>Ambev</strong>: faz parte do Fórum de Empresas e Direitos LGBTQIA+, criou o grupo Larger para discutir melhores práticas de inclusão e bem-estar da comunidade no trabalho, é apoiadora das cinco normas de conduta da ONU para suporte aos direitos LGBTQIA+ e patrocinou a Parada do Orgulho de São Paulo por meio de sua marca Skol.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-21 18:22:17 UTC</pubDate>
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