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      <title>Etec e diversidade by Kauã Bezerra</title>
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      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-05-16 14:22:30 UTC</pubDate>
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         <title>Oque é etnia?</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Um grupo étnico, corresponde a uma categoria de pessoas cujas marcas culturais percebidas são consideradas socialmente significativas e os grupos diferem entre si em termos de língua, religião, costumes, valores, ancestralidade entre outras marcas culturais.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-30 13:49:57 UTC</pubDate>
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         <title>O que são sistemas econômicos ?</title>
         <author>kauabezerra2006</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os sistemas econômicos ao longo da história são como uma sociedade se organiza em termos de modelo de produção, de distribuição e de consumo dos bens e serviços.&nbsp;<br><br></div><div>Assim sendo, o sistema de produção é formado por todos os agentes – pessoas, instituições, meios de produção, etc – e pela forma como eles se organizam e se relacionam.&nbsp;<br><br></div><div>Ao longo da História, vários sistemas econômicos existiram, cada um com características próprias. Houve desde o comunismo primitivo até modelos de mercantilismo.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-03 15:19:51 UTC</pubDate>
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         <title>Quais os elementos fundamentais de um sistema econômico?</title>
         <author>kauabezerra2006</author>
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         <description><![CDATA[<div>Como visto, o sistema econômico é definido com base em princípios econômicos, políticos e sociais que direcionam uma determinada sociedade. O termo abrange, então, os tipos de propriedade, os processos produtivos e de distribuição, o consumo e o acesso aos bens, entre outros.&nbsp;<br><br></div><div>Dessa maneira, os três elementos básicos de um sistema econômico são:&nbsp;<br><br></div><div>•&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Estoque de recursos produtivos: a mão de obra e a capacidade empresarial, o capital, a terra e as reservas naturais e a tecnologia;&nbsp;<br><br></div><div>•&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Complexos de unidade de produção: ou seja, as empresas;&nbsp;<br><br></div><div>•&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Organização social: instituições políticas, jurídicas e econômicas e sociais.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-03 15:22:40 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>kauabezerra2006</author>
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         <description><![CDATA[<div>Existem dois sistemas político-econômicos praticados no mundo, Atualmente, há dois tipos de sistemas econômicos no mundo. Um deles, predominante, é o capitalismo. O outro, adotado em grande número de países durante o período da Guerra Fria, é o socialismo. Esse sistema, contudo, resiste em poucos lugares atualmente.&nbsp;<br><br>Esses se diferem pelas ideias e características totalmente distintas. Não se procura aqui definir “qual é o melhor”, mas buscar compreender algumas características fundamentais de cada um dos sistemas. Cabe ainda frisar que o Comunismo não se fundamenta como sistema econômico, mas sim uma ideologia política que se baseia no sistema econômico socialista que será visto a seguir.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-03 15:24:05 UTC</pubDate>
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         <title>Capitalismo</title>
         <author>kauabezerra2006</author>
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         <description><![CDATA[<div>O desenvolvimento das primeiras sociedades capitalistas semelhantes às que conhecemos hoje — com relações sociais baseadas no dinheiro e na divisão entre uma classe majoritária de trabalhadores assalariados e uma classe econômica e política dominante, responsável pelo controle da riqueza — ocorreram no século&nbsp;</div><div>XVIII, na Europa, em um processo que mitigou o mercantilismo, levando à Revolução Industrial. &nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-03 15:27:38 UTC</pubDate>
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         <title>Características do Capitalismo</title>
         <author>kauabezerra2006</author>
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         <description><![CDATA[<div>O sistema capitalista vigora desde o século XVIII. São características clássicas do capitalismo: &nbsp;<br><br></div><div>•&nbsp; &nbsp; &nbsp; Propriedade privada: consiste no sistema produtivo vinculado à propriedade individual; &nbsp;<br><br></div><div>•&nbsp; &nbsp; &nbsp; Lucro: é o principal objetivo capitalista, proveniente do resultado da acumulação de capital. &nbsp;<br><br></div><div>•&nbsp; &nbsp; &nbsp; Economia de mercado: livre iniciativa da regulação do mercado, sem ou pouca intervenção do estado. Esse processo ocorre por meio da oferta e da procura, que regula os preços e os estoques das mercadorias. <br><br></div><div>•&nbsp; &nbsp; &nbsp; Divisão de classes: de um lado está uma minoria denominada "capitalista" ou donos dos meios de produção e de capitais; e do outro lado a maioria chamados “proletários”, pessoas que vendem sua força de trabalho em troca de um salário que garanta saúde, alimentação, transporte, lazer, etc. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-03 15:29:11 UTC</pubDate>
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         <title>Vantagens do Capitalismo</title>
         <author>kauabezerra2006</author>
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         <description><![CDATA[<div>Este sistema econômico tem algumas vantagens. Devido à livre iniciativa e a busca por lucro, ele permitiu muitos avanços tecnológicos. A produção de bens e produtos, além de ampla e diversificada, é mais eficiente. &nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-03 15:30:13 UTC</pubDate>
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         <title>Desvantagens do Capitalismo</title>
         <author>kauabezerra2006</author>
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         <description><![CDATA[<div>Há, porém, consequências negativas. O sistema capitalista é marcado por grande desigualdade social, visto que a busca por acúmulo de bens é constante.&nbsp;<br><br></div><div>Pensadores críticos ao capitalismo destacam a exploração da mão de obra por uma classe minoritária, a desigualdade social e a priorização do lucro sobre o bem-estar social e o meio ambiente como alguns de seus problemas.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-03 15:31:33 UTC</pubDate>
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         <title>Socialismo</title>
         <author>kauabezerra2006</author>
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         <description><![CDATA[<div>No século XIX, o capitalismo não estava agradando aos trabalhadores europeus, em razão da condição de exploração em que viviam. Tal fato fez surgir no continente um sentimento de mudança. A classe proletária pôde enxergar uma solução no socialismo, que figurava como um acervo de ideias que tinha como objetivo a implantação de um modelo de sociedade mais justa, para extinguir a sociedade de classes, na qual os capitalistas exploram os trabalhadores. &nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-03 15:33:37 UTC</pubDate>
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         <title>Karl Marx</title>
         <author>kauabezerra2006</author>
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         <description><![CDATA[<div>A insatisfação e o desejo de mudanças foram reforçados com as ideias de dois grandes pensadores alemães, Karl Marx e Friedrich Engels, que dispuseram de um conjunto de ideias necessárias para a instauração de uma sociedade plenamente socialista. Tais ideias surgiram após um rigoroso estudo sobre o capitalismo.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-03 15:34:50 UTC</pubDate>
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         <title>URSS</title>
         <author>kauabezerra2006</author>
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         <description><![CDATA[<div>A implantação do socialismo ocorreu somente no século XX, mais precisamente em 1917, quando o governo monarquista foi derrubado pela revolução russa, dando origem à União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS).&nbsp;<br><br></div><div>Na segunda metade do século XX o socialismo ganhou outros adeptos, como os países do Leste Europeu, além da China, Cuba e algumas nações africanas e asiáticas. No entanto, com configurações socialistas distintas. &nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-03 15:36:08 UTC</pubDate>
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         <title>Características do Socialismo</title>
         <author>kauabezerra2006</author>
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         <description><![CDATA[<div>As características do socialismo são completamente diferentes em relação ao capitalismo, a seguir veja os principais aspectos socialistas: &nbsp;<br><br></div><div>•&nbsp; &nbsp; &nbsp; Meios de produção socializados: no socialismo toda estrutura produtiva, como empresas comerciais, indústrias, terras agrícolas, dentre outras, são de propriedade da sociedade e gerenciados pelo Estado. Toda riqueza gerada pelos processos produtivos é igualmente dividida entre todos. &nbsp;<br><br></div><div>•&nbsp; &nbsp; &nbsp; Inexistência de sociedade dividida em classes: como os meios de produção pertencem à sociedade, existe somente uma classe; a dos proletários. Todos trabalham em conjunto e com o mesmo propósito: melhorar a sociedade. Por isso não existem empregados nem patrões. &nbsp;<br><br></div><div>•&nbsp; &nbsp; &nbsp; Economia planificada e controlada pelo Estado: o Estado realiza o controle de todos os segmentos da economia e é responsável por regular a produção e o estoque, o valor do salário, controle dos preços e etc. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-03 15:37:30 UTC</pubDate>
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         <title>Vantagens do Socialismo</title>
         <author>kauabezerra2006</author>
         <link>https://padlet.com/kauabezerra2006/u1uubb6jp63jvz1x/wish/2613583543</link>
         <description><![CDATA[<div>Entre as vantagens apontadas pelos socialistas estão a justiça social, a diminuição da desigualdade, a garantia de direitos humanos básicos para todos, a prevenção de exploração trabalhista e o bem-estar social.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-03 15:40:09 UTC</pubDate>
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         <title>Desvantagens do Socialismo</title>
         <author>kauabezerra2006</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os críticos, por sua vez, costumam apontar que em um sistema econômico socialista o controle do Estado, historicamente, tende a se transformar em autoritarismo. Também listam a inovação e a tecnologia, que podem ser defasadas, a fuga de capital e surgimento de dificuldades para investidores e as taxações que, para garantir o bem-estar social, costumam ser caras.&nbsp; &nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-03 15:41:40 UTC</pubDate>
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         <title>Sistema econômico misto</title>
         <author>kauabezerra2006</author>
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         <description><![CDATA[<div>Embora tanto o capitalismo quanto o socialismo possuam bases bem fundamentadas, na prática, cada qual deu origem a diferentes vertentes políticoeconômicas, que divergem em certos pontos de seus princípios fundamentais. É por isso que teóricos defendem que boa parte das economias existentes atualmente é, na verdade, sistemas econômicos mistos.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-03 15:45:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Capitalismo + Socialismo ?</title>
         <author>kauabezerra2006</author>
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         <description><![CDATA[<div>Muitos países, entre eles grandes economias europeias, combinam elementos teoricamente divergentes, como mercado livre, intervenção estatal e planejamento econômico. Defendem, por exemplo, tanto o direito à propriedade privada, bem como o desenvolvimento de políticas sociais que visam reduzir a desigualdade e garantir acesso da população a direitos básicos como educação, habitação, entre outros.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-03 15:47:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Como se organiza o sistema econômico brasileiro? </title>
         <author>kauabezerra2006</author>
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         <description><![CDATA[<div>Assim como a maior parte dos países, o sistema econômico brasileiro é o capitalista.&nbsp;<br><br></div><div>O país propõe, por conseguinte, o livre mercado, a livre iniciativa e a propriedade privada. Na prática, porém, não é bem assim que nosso sistema econômico funciona.&nbsp;<br><br></div><div>O Brasil adota o que se convencionou chamar de “capitalismo de Estado“, uma vez que o Governo detém participação em centenas de empresas, intervém muito na economia e apresenta uma série de dificuldades para o comércio internacional.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-03 15:48:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Bibliografia </title>
         <author>kauabezerra2006</author>
         <link>https://padlet.com/kauabezerra2006/u1uubb6jp63jvz1x/wish/2613588230</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="https://wiki.sj.ifsc.edu.br/images/0/0f/ECO_Art01.pdf">https://wiki.sj.ifsc.edu.br/images/0/0f/ECO_Art01.pdf</a><br><br><a href="https://www.certifiquei.com.br/sistemas-economicos/">https://www.certifiquei.com.br/sistemas-economicos/</a><br><br><a href="https://www.topinvest.com.br/sistema-economico/">https://www.topinvest.com.br/sistema-economico/</a>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-03 15:52:54 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>sabrinafarias554</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Ideologias sociais do século XIX<br><br></div><div>CONTEXTO HISTÓRICO: ERA DAS REVOLUÇÕES<br><br></div><div>TRANSIÇÃO ENTRE O SÉCULO XVIII E XIX<br><br></div><div>Momento de crises históricas da igreja católica e do absolutismo monárquico e passagem da sociedade burguesa de classe dominada para classe dominante. O sistema antigo (feudalismo) é substituído pelo capitalismo industrial.</div><div>&nbsp;<br><br></div><div>1° revolução industrial: máquina a vapor<br><br></div><div>Momento de ruptura da burguesia, causando uma revolução científico tecnológica com início no Reino Unido, que iria mudar as bases da sociedade progressivamente, fazendo com que o capitalismo se afirmasse como sistema econômico e com que o Reino Unido passasse a ser uma nova potencia mundial industrializada, que se transformou num império.&nbsp;<br>Apesar de uma burguesia governando o parlamento britânico, a Inglaterra não rompe com a monarquia totalmente depois da revolução inglesa. Isso porque a monarquia foi restaurada depois, embora como uma monarquia parlamentarista. Quem rompe com a monarquia de verdade é a França durante a revolução francesa, 1789. Lá ocorre uma ruptura política radical, que acaba com o antigo regime do clero. As pessoas tomam a bastilha, levando a decapitação de Luis XVI. Os jacobinos e gerundinos passam a operar reestruturando a sociedade de acordo com os ideais iluministas burgueses, que determinavam a supremacia da razão, separando a igreja do Estado e instaurando uma república com um Estado que possuía um contrato social consagrado pela declaração dos direitos do homem e do cidadão. Assim surge a famosa frase "Liberté, égalité, fraternité".<br>Napoleão assume um império na França em 1804, que se expande e rivaliza com o poder inglês, fazendo um bloqueio continental em vários países que acabam se revoltando com a ocupação francesa. Essas revoltas se inspiram nos ideais da revolução francesa e, após a derrota de Napoleao em 1915, ocorre o congresso de Viena em que a monarquia retoma o poder em muitos países da Europa e causa uma onda de revoluções sociais com cunho nacionalista, liberal e socialista, derivados do Iluminismo.&nbsp;<br>Isso dá origem à independências&nbsp; na América Latina e também na Europa com revoluções em 1848 "A primavera dos povos", e com a derrubada de várias monarquias em Berlim, Milão, Veneza, etc. Isso também desencadeia as guerras civis que vão unificar o território alemão e italiano, formando os estados-nações.&nbsp;<br>Há uma revolução industrial e social ao mesmo tempo com a industrialização da Europa e dos EUA e com inclusive as guerras de secessão nos EUA. Com o triunfo da burguesia como classe dominante e do capitalismo industrial como sistema predominante econômico, se consolida a sociedade burguesa a partir de 1830. A partir daí surge o estado nacional burguês inspirado em duas ideologias principais: as nacionalistas e liberais.<br><br>Nacionalismo:<br><br>O nacionalismo é uma ideologia que surge no final da idade média, com a formação dos estados nacionais mais centralizados na monarquia. Quando a burguesia toma o poder, ela usa o nacionalismo para criar uma certa identidade com o povo, fazendo todos aqueles que pertencem a uma nação delimitada por fronteiras terem uma mesma identidade: brasileiro, francês, espanhol, etc. Nessa época surgem os hinos e ideais. O patrão é colocado no mesmo lugar do empregado com o discurso nacionalista, enquanto os países de fora são considerados os verdadeiros "inimigos".<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-05 17:13:16 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>sabrinafarias554</author>
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         <description><![CDATA[<div>Pensado no século XVII por homens como John Locke e Adam Smith no século XIX.&nbsp;<br><br>Esses dois pensadores se baseavam no apelo da liberdade da revolução francesa, mas se atendo aos interesses da classe burguesa. Diziam que a nobreza detinha muitos privilégios que os colocavam acima do povo, e que isso era injusto. Diziam que a burguesia não se esforçava para isso, e que o proletariado tinha riqueza porque trabalhavam a vida inteira. Assim surge o discurso da meritocracia que é algo como: “se eu me esforço eu tenho dignidade e direito à propriedade privada que é um direito natural do ser humano. Porém, a partir do momento em que a burguesia se torna a classe dominante, os dominados passam a viver numa realidade muito diferente dela." Apesar dos trabalhadores estarem numa posição de "inferioridade" em relação a burguesia, os próprios burgueses vão manter essa linha de pensamento na mente das massas populares como forma de dominação delas. Ou seja, o burguês tem liberdade de ter a propriedade privada e você não tem porque não se esforçou o bastante para isso.<br>A corrente liberal defendia os vários pressupostos que compunham essa nova realidade oferecida pelo capitalismo. Aprovavam o direito à propriedade privada, amplas liberdades no desenvolvimento das atividades comerciais e a igualdade dos indivíduos mediante a lei. Além disso, elogiavam a prosperidade do homem de negócios ao verem que sua riqueza beneficiava a sociedade como um todo. Dessa forma, acreditavam que a riqueza seria uma benesse acessível a todos que trabalhassem.<br>Com relação à miséria e as desigualdades, a doutrina liberal acredita que a pobreza do homem tem origem em seu fracasso pessoal. Para que pudesse superar essa situação de penúria, o pobre deveria ter uma postura colaborativa para com seus patrões tendo o cuidado em preservar os seus bens e dar o máximo de sua força de trabalho na produção de mais riquezas. Concomitantemente, lhe seria exigida paciência e fé enquanto virtudes que o ajudariam na superação de sua condição.<br>O liberalismo dizia que o Estado deveria ser mínimo (não deveria intervir nas liberdades da burguesia, o chamado "mercado"(quase uma entidade suprema, "a mão invisível do mercado"), e que ele naturalmente se regulava, não sendo necessária então, a existência do Estado. Isso na verdade não acontecia (apesar de ser a ideologia dos liberalistas) já que o Estado era dominado pela burguesia. Assim, a burguesia dependia (e ainda depende) do estado para que seja colocada a ordem: a burguesia acima e o proletário abaixo. Ou seja, a burguesia criticava os privilégios da nobreza e assumiu novos privilégios "diferentes".<br>Nessa época ocorre também o crescimento dos meios urbanos, industrialização e crescimento das fábricas, enquanto os campos: antigos feudos autossuficientes, passam a funcionar como parte da economia capitalista em função das cidades e da indústria.&nbsp;<br>Assim ocorre o processo de concentração de terras nas mãos de latifundiários. Os camponeses que antes viviam em terras comunais rurais, tinham sua pequena terra e dependiam do senhor feudal, agora não vão ter mais essa relação. Eles são obrigados então a sair do campo porque muitas daquelas terras iriam se transformar em pastos para produzir os recursos destinados às cidades, e os camponeses vão ser expulsos e vão migrar para as cidades. Estes se transformam então no proletáriado: aquele que não tem propriedade privada, despossuido que só tem a prole, ou seja, os filhos. Saíram do regime de servidão para o regime de assalariados -salarios esses que eram miseráveis. Viviam em situações miseráveis tanto na fábrica quanto onde eles moravam.&nbsp;<br>Nessa época haviam muitas doenças e o trabalho infantil começa a ocorrer em grande escala, pois não haviam leis trabalhistas. A carga horária era de 16 horas até 20 horas de trabalho. A desigualdade de salário era enorme entre homens e mulheres e o assédio sexual e moral era constante nas fábricas sendo realizados pelos patrões/ capatazes (trabalhadores com poucos privilégios a mais do que o resto dos trabalhadores).&nbsp;<br>Porém, nem todos se convenciam com o discurso da meritocracia e assim ganha destaque os discursos socialistas e anarquistas entre os operários, o que fez com que surgissem os primeiros movimentos sindicais dos trabalhadores -as organizações que surgiram depois foram duramente reprimidas pelo parlamento na Inglaterra. Em 1864 surge a associação internacional dos trabalhadores que vai ser composta por socialistas utópicos, comunistas, anarquistas e pelo conjunto do proletariado que iam se unir para elaborar estratégias para conseguir mudanças em prol da classe trabalhadora.<br><br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-05 17:19:31 UTC</pubDate>
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         <title>Socialistas utópicos</title>
         <author>sabrinafarias554</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nome inspirado na obra UTOPIA de Thomas more.﻿<br><br>Principais pensadores:<br>&nbsp;﻿<br>• Charles Fourier, intelectual francês e libertário.﻿ Charles propunha uma nova sociedade, criticava a sociedade burguesa, os privilégios da propriedade privada e propunha que a sociedade se reorganizasse e se reunisse em falansterios: comunidades autosuficientes e cooperativas que teriam em torno de 1200 à 1800 habitantes. Cada falansterio teria sua própria produção de acordo com as necessidades da população e a produção e seus benefícios seriam compartilhados igualmente por todos. A crítica dos socialistas científicos dizem que eles querem algo na verdade muito complexo e inalcançável na prática, e por isso, utopico.﻿&nbsp;<br><br>• Robert Owen: empresário gales dono de uma fábrica de tecidos e crítico da exploração dos trabalhadores nas indústrias.﻿ Buscava melhorar as condições de vida dos trabalhadores de sua fábrica, aumentando os salários, diminuindo as jornadas e garantindo condições de vida melhores. Os socialistas científicos dizem que ele na verdade não abriria mão do próprio lucro e que na verdade queria que os empregados se sentissem bem para que pudessem produzir mais, gerando dinheiro para ele.﻿&nbsp;<br><br>• Saint-simon: homem da nobreza que acreditava que a revolução francesa havia sido muito sangrenta, e acreditava que daria para apaziguar a relação entre patrão e empregado fazendo uma conciliação de divisão dos lucros das fábricas. Este na verdade, queria "humanizar o capitalismo". Os científico-socialistas dizem então que os patrões não iriam dividir os meios de produção pacificamente sem violência e guerras. Assim, ele é considerado utópico também.﻿&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-05 17:35:11 UTC</pubDate>
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         <title>Socialismo científico (comunismo) </title>
         <author>sabrinafarias554</author>
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         <description><![CDATA[<div>Criticava a ideia de humanização do capitalismo<br><br>1848- é também o marco do nascimento do socialismo científico com o lançamento do manifesto do partido comunista dos autores Karl Marx e Engels, que viviam em Pruce, uma região da atual Alemanha antes dela se unificar. Marx e Engels vão através do livro se comunicar com os trabalhadores, divulgando a ideologia comunista de uma forma didática e resumida para torná-la acessível aos trabalhadores que eram minimamente letrados na época. Nesse livro, eles introduziram o conceito do materialismo histórico dialético.&nbsp;<br>Materialismo histórico: é a ideia de que na sociedade há uma predominância das condições materiais, do que é objetivo, das bases socioeconômicas de uma sociedade. Ou seja, a forma como ela se sustenta, mas também a forma pela qual ela organiza a sua produção e faz a divisão do trabalho (o modo de produção). O modo de produção era a espinha dorsal de uma sociedade independente de ser uma sociedade agrícola ou industrial. As mudanças nesse modo de produção também regiam as grandes transformações nas sociedades. É aí que Marx introduz os conceitos de estrutura e superestrutura. Por exemplo, imagine uma sociedade que se alimenta do consumo do trigo. Porém, para o trigo servir de alimento, ele precisa passar primeiro por um processo de plantio, colheita, moinho, distribuição, etc. Para que esse processo ocorra, é preciso de pessoas trabalhando em todas essas áreas com uma divisão do trabalho. Essa seria a estrutura: base material/socioeconômica ou o modo de produção de uma sociedade.<br>Segundo Marx, as pessoas precisavam primeiro desse modo de produção para se sustentar antes de desenvolver suas ideias, cultura, política, religião, leis e educação. Tudo isso era um segundo plano, chamado de Superestrutura. O racismo, por exemplo, é uma ideologia, ou seja, uma superestrutura. Para entender esse fenômeno é preciso entender primeiro de onde ele se originou, ou seja, a escravidão, que é parte do modo do produção capitalista: a estrutura. Ou seja, é preciso entender como o racismo se estrutura na sociedade começando pelas bases materiais dela.<br>Dialética: desenvolvida por um filósofo contemporâneo a Marx chamado Hegel que criou as ideias de tese, antítese e síntese. Ou seja, a partir do confronto entre a contradição de oposto, surge o novo, que é a síntese. Marx faz uma crítica a Hegel, adaptando a teoria de Hegel à visão dele sobre o processo histórico na transformação das sociedades. Ele diz que sempre há uma contradição que gerará uma transformação posterior na sociedade. Por isso que no manifesto comunista há a frase: "a história de toda a sociedade é a história da luta de classes". Aqui ele quer dizer que todas as mudanças sociais que ocorreram ao longo da história, ocorreram por causa do choque entre interesses antagônicos de classes distintas. Aqui ele se refere a classe dominante: elite dona dos meios de produção e que explora uma classe dominada e que detém a força de trabalho: a classe trabalhadora. Há o momento então em que os interesses dos dois lados se chocam e é aí que ocorrem as transformações na sociedade. Desde os patrícios e plebeus na Roma antiga, até os burgueses e os proletários da atualidade.<br>É aí que Marx cita o conceito de mais valia: tudo o que o trabalhador produz corresponde a 100%, só que o trabalhor recebe somente 20% do que ele produz. Os outros 80% são do burguês, e esse é o lucro do patrão. O que era ainda mais injusto em épocas passadas.&nbsp;<br>Marx também cria o conceito de alienação: condição em que estavam os trabalhadores. Ele diz que os trabalhadores não tinham consciência de que estavam sendo explorados porque eram confinados no seu papel de operário pelo próprio produto do trabalho deles, que na verdade seria consumido por outras pessoas. Essa era uma estratégia usada para manter a exploração, além da estratégia da meritocracia.&nbsp;<br>Engels e Marx lançam muitos livros. Um muito famoso é "O Capital, 1870".<br><br>Marx se dedica mais a criticar o sistema capitalista do que a idealizar o comunismo. Mesmo assim, ele define 2 etapas do processo revolucionário socialista: o socialismo e o comunismo.<br><br>1)	O socialismo&nbsp;<br><br>Esta é a primeira etapa do comunismo: chamado de Ditadura do Proletariado. O termo ditadura na atualidade possui um significado diferente do significado antigo.<br>Ditadura: quem dita<br>Proletariado: maioria da população. Ou seja, ditadura da maioria.<br><br>•Compartilhamento do poder entre o povo, conceito muito mais&nbsp; avançado que o conceito de democracia que temos hoje de 4 em 4 anos.<br>Essa primeira frase aconteceria após a tomada de consciência dos trabalhadores do mundo inteiro (o socialismo é internacionalista), que iriam se unir conforme a famosa frase: "trabalhadores do mundo todo, uni-vos" e se auto organizar, levando-os a uma revolução socialista de tomada do poder do estado pelo Proletariado. Assim, os trabalhadores passariam a governar nesse Estado a partir da coletivização dos meios de produção(as grandes empresas, as grandes propriedades rurais a terra e as fábricas), coletivizando o poder político e o econômico.<br><br>2)	Comunismo<br><br>É o momento em que o Estado não iria servir mais e, portanto, seria dissolvido e o poder descentralizado entre as diferentes comunas que tomariam decisões coletivas sem o poder do Estado acima delas. É chamado de socialismo científico justamente porque elaborava uma estratégia para esta radical mudança da sociedade.&nbsp;<br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-05 17:41:12 UTC</pubDate>
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         <title>Anarquismo: &quot;sem governo&quot;</title>
         <author>sabrinafarias554</author>
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         <description><![CDATA[<div>Surge na mesma época que o comunismo e Proudhon (pensador anarquista) é inclusive criticado por Marx no livro a Miséria da Filosofia. Nele, Marx diz que os filósofos ficam preocupados na interpretação do mundo de várias maneiras, ou seja, idealizam muito uma sociedade, mas o que importa é a prática, "transformá-la". Marx era muito objetivista e materialista e dizia que Proudhon não abordava uma estratégia, como o socialismo científico abordava.<br>Os anarquistas pensavam numa sociedade sem governo, Estado ou autoritarismo e na abolição total da propriedade privada. Seria uma sociedade sem igrejas, sem escolas ou qualquer tipo de instituição. Eles acreditavam que as pessoas viveriam em comunas, semelhantes às que o comunismo idealizava. Seria uma sociedade em que haveria um equilíbrio entre a ordem e a liberdade, que dependia da voluntariedade das pessoas e da coletividade.&nbsp;<br>Os anarquistas tinham também a ideia de que a revolução social aconteceria de forma espontânea, já que o ser humano já nasce predisposto a ser um indivíduo social, ou seja, a se emancipar. No entanto, estes seriam impedidos pelo autoritarismo das instituições que se colocam acima deles.&nbsp;<br><br>Principais pensadores:&nbsp;<br><br>Pierre Joseph, 1809- francês<br>Makhail Bakunin, 1814- russo.<br><br>Essas teorias tiveram continuidades com outros pensadores que foram acrescentando coisas novas para aplica-la ao seu próprio contexto. Exemplo: A comuna de Paris, 1871; a revolução russa, 1917; a revolução chinesa, 1949; a revolução cubana, 1959; a revolução coreana, 1950...<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-05 17:47:03 UTC</pubDate>
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         <title>Neoliberalismo </title>
         <author>sabrinafarias554</author>
         <link>https://padlet.com/kauabezerra2006/u1uubb6jp63jvz1x/wish/2615068371</link>
         <description><![CDATA[<div>Após a Primeira Guerra Mundial, os países da Europa Central e os Estados Unidos começaram a repensar o modelo socioeconômico liberal, que defendia o livre mercado e a mínima intervenção do Estado na economia. Com o fim da guerra e a crise econômica de 1929, o liberalismo perdeu força devido à sua incapacidade de resolver o desemprego e a pobreza. Surgiram então correntes teóricas que propunham uma nova forma de organização social, em que o Estado desempenhava um papel ativo na economia e na garantia dos direitos básicos dos cidadãos, tanto através de meios democráticos como autoritários.<br><br>Nesse contexto, o modelo de Estado intervencionista, que buscava o bem-estar social, ganhou popularidade na década de 1930. Ao mesmo tempo, os liberais começaram a reformular sua teoria, criando o neoliberalismo, como é conhecido hoje em dia. Inicialmente, o neoliberalismo teve pouco impacto e influência devido ao crescimento dos modelos de bem-estar social. No entanto, passou a ser discutido nas academias como uma tentativa de corrigir os supostos fracassos do liberalismo em organizar a sociedade. Somente na década de 1970 o neoliberalismo se tornou influente e começou a exercer poder na gestão da sociedade.<br><br>Uma das principais mudanças teóricas do neoliberalismo foi abandonar a ideia naturalista de que as forças do mercado financeiro levariam espontaneamente ao equilíbrio social e econômico. De acordo com essa ideologia, o Estado não deve ser suprimido nas relações sociais e econômicas. Assim, o neoliberalismo rejeita a perspectiva liberal de que o mercado sozinho garantirá a liberdade individual e o equilíbrio econômico. Para os neoliberais, é necessário construir uma ordem institucional e jurídica que proteja e promova o funcionamento do mercado e a competição entre as pessoas.<br>Dessa forma, o Estado seria responsável por regular a competição, a concorrência e permitir o livre mercado. E, ao fortalecer o livre mercado, o Estado seria controlado por ele, evitando que se torne totalitário e que restrinja as liberdades individuais. No entanto, o neoliberalismo não se limita apenas ao controle do mercado e do Estado, mas também tem um papel fundamental na construção de uma nova forma de organização social. Ele exerce um poder cultural ao moldar o modo de pensar e viver no mundo, promovendo a competitividade como base das instituições e individualizando os sujeitos.<br><br>Para o neoliberalismo, o individualismo traz benefícios para a sociedade, pois a competição entre as pessoas gera o bem-estar coletivo. Segundo essa nova visão de mundo, o sucesso e o fracasso são baseados na meritocracia, ou seja, atribuídos a problemas individuais como desemprego, pobreza e fome. Em outras palavras, a responsabilidade de conseguir emprego e ter uma boa vida recai sobre o indivíduo, não sendo considerado um problema coletivo da sociedade. Portanto, não é função do Estado garantir empregos ou promover benefícios sociais como saúde, moradia, educação e alimentação.<br>Essa perspectiva não apenas relativiza, mas nega o valor da solidariedade e rejeita a ideia de coletividade, priorizando a iniciativa individual. Além disso, sugere que os indivíduos devem estar sujeitos ao risco, ou seja, não devem ter garantias trabalhistas, previdenciárias e de saúde, para que possam temer o desemprego, a velhice e a morte, visando permanecer produtivos para o sistema.<br>Seus promotores se opunham às políticas econômicas keynesianas (baseadas nas teorias do economista britânico John Maynard Keynes), que concedem ao Estado um papel fundamental para evitar crises ou recessões.<br><br>O economista austríaco Friedrich Hayek, outra importante referência para os neoliberais, argumentava em seu livro Caminho da Servidão (1944) que o planejamento estatal da economia leva ao totalitarismo. Hayek fundou com outros intelectuais, em 1947, a Sociedade Mont Pèlerin, um centro de pensamento econômico para defender, logo após a Segunda Guerra Mundial, valores liberais como a economia de mercado, a sociedade aberta ou a liberdade de expressão.<br>Os governos conservadores de Margaret Thatcher, no Reino Unido (1979-90), e Ronald Reagan, nos Estados Unidos (1981-89), adotaram políticas defendidas pelos neoliberais, como a redução do Estado e o controle rígido da oferta de moeda para baixar a inflação.<br><br>Mas o neoliberalismo está longe de ser uma doutrina uniforme. Ele inclui diversas escolas, como a austríaca de Hayek e Ludwig von Mises, a escola de Chicago (Friedman) e a escola da Virgínia, de James Buchanan — e há diferenças notáveis entre elas, por exemplo, em questões de política monetária. Tudo isso dificulta a definição do neoliberalismo, o que é ainda mais agravado, segundo alguns estudiosos, pelas fortes reprovações que a doutrina costuma receber.<br>Basta examinar a campanha eleitoral no Chile — o país latino-americano que concentra maior influência das ideias neoliberais — para constatar como esse conceito ainda é um divisor de águas na região.&nbsp;<br><br>A Argentina, depois do Chile, foi um dos símbolos do neoliberalismo na década de 1990, quando o governo Carlos Menem privatizou tudo o que pôde, desregulamentou a economia e adotou a paridade um por um entre o peso e o dólar. Essas mudanças foram aprovadas pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), que se referia à Argentina como modelo até dezembro de 2001, quando o país entrou em uma crise financeira muito séria e suspendeu os pagamentos da dívida externa de US$ 144 bilhões (cerca de R$ 815 bilhões) — a maior dívida da história. James Boughton trabalhou no FMI e foi seu historiador entre 1992 e 2012. Ele nega que a instituição tivesse “uma visão extremista do neoliberalismo”, mas admite que a instituição incentivou políticas de privatização e livre mercado em países da extinta União Soviética e da América Latina.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-05 17:51:50 UTC</pubDate>
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         <title>O que é política?</title>
         <author>sabrinafarias554</author>
         <link>https://padlet.com/kauabezerra2006/u1uubb6jp63jvz1x/wish/2615268107</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;A definição de Política segundo o dicionário é dada por “arte ou ciência de governar”.Por outro lado, na filosofia (por Aristóteles)ela tem como&nbsp; objetivo a felicidade individual humana por parte das cidades (pólis). &nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Ou seja, podemos definir a política como um modelo de organização, direção ou administração que pode ser adotada (ou não)&nbsp; pelos países, com a função de realizar ou cuidar de assuntos internos e&nbsp; externos que diz respeito á aquela sociedade.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Assim, juntando as definições, temos que a política é um dever do Estado e um direito do cidadão que&nbsp; deve ter participação na&nbsp; tomada de decisão e estar a parte das atividades realizadas (ou não) na sua Sociedade.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Um exemplo de política, são as política públicas que são resumidamente práticas, ações, medidas etc&nbsp; desenvolvidas pelo governo(público ou com participação de entidades privadas)&nbsp;com o objetivo de oferecer algo (produto,serviço,benefícios etc)&nbsp;para a população local.&nbsp;<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-05 23:25:17 UTC</pubDate>
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         <title>O que é ancestralidade?</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Afinal, o que é ancestralidade? Segundo a Mestre em Psicologia da Saúde , Gaby Oliveira, “ancestralidade é fonte de vida, sabedoria, identidade, pertencimento e criatividade, é o fio que tece passado, presente e futuro, formando uma teia de relações que conecta humanidades.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-06 00:27:20 UTC</pubDate>
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         <title>Relação de ancestralidade e etnia?</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>A relação entre ancestralidade e etnia é que a ancestralidade pode influenciar a composição étnica de uma pessoa. A ancestralidade se refere à herança genética e às origens familiares de uma pessoa, enquanto a etnia é uma identificação cultural baseada em características compartilhadas por um grupo social.<br><br></div><div><br>Através da análise da ancestralidade, como testes de DNA, é possível obter informações sobre as origens geográficas e étnicas de uma pessoa. Essas informações podem revelar a presença de diferentes grupos étnicos em sua linhagem genética. Por exemplo, uma pessoa pode descobrir que possui ancestralidade africana, europeia e indígena, refletindo uma mistura de diferentes grupos étnicos.<br><br></div><div><br>Assim, a ancestralidade pode contribuir para a compreensão da composição étnica de uma pessoa. No entanto, é importante ressaltar que a etnia é mais do que apenas uma questão genética. Ela também está ligada à cultura, história, idioma e identificação pessoal. A ancestralidade é apenas um aspecto que pode influenciar a etnia de uma pessoa, juntamente com outros fatores sociais e culturais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-06 00:52:03 UTC</pubDate>
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         <title>Diversidade étnica.</title>
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         <description><![CDATA[<div>A diversidade étnica no mundo é vasta e abrange uma ampla gama de grupos étnicos com características culturais, históricas, linguísticas e geográficas distintas. Aqui estão alguns exemplos de diferentes grupos étnicos ao redor do mundo:<br><br></div><ol><li>Africanos: A África é o continente mais etnicamente diversificado do mundo, abrigando uma infinidade de grupos étnicos, como os Zulu, Maasai, Yoruba, Hausa, Amhara, Kikuyu e muitos outros. Cada grupo possui suas próprias tradições, idiomas, costumes, crenças religiosas e contribuições culturais únicas.</li><li>Asiáticos: A Ásia também é lar de uma grande diversidade étnica. Por exemplo, na Índia, existem grupos étnicos como os hindus, sikhs, muçulmanos, tamis, punjabis, entre outros. Na China, grupos étnicos como han, tibetanos, uigures e zhuang têm suas próprias identidades culturais distintas.</li><li>Indígenas: Os povos indígenas são encontrados em todos os continentes e apresentam uma grande diversidade étnica. Exemplos incluem os inuítes do Ártico, os aborígenes australianos, os maoris da Nova Zelândia, os yanomamis na Amazônia, os navajos nos Estados Unidos e os maasais na África Oriental.</li><li>Europeus: A Europa abriga uma variedade de grupos étnicos, como os ingleses, franceses, alemães, italianos, espanhóis, russos, gregos e muitos outros. Cada grupo possui uma história, cultura e tradições únicas, além de diferentes idiomas falados.</li><li>Árabes: Os árabes são um grupo étnico comum no mundo árabe, que se estende do Norte da África ao Oriente Médio. Os árabes compartilham uma língua comum (o árabe) e têm uma rica herança cultural e histórica, que inclui a contribuição para a literatura, a música, a arte e a religião islâmica.</li></ol><div><br>Esses são apenas alguns exemplos de grupos étnicos ao redor do mundo. Cada um possui uma identidade cultural e histórica única, que molda suas tradições, idiomas, religiões, gastronomia e outras características distintas. É importante valorizar e respeitar a diversidade étnica como uma parte fundamental da riqueza da humanidade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-06 00:59:17 UTC</pubDate>
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         <title>Migrações e diásporas.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Migrações e diásporas são movimentos populacionais significativos que tiveram um impacto duradouro na composição étnica global. Aqui estão alguns exemplos de migrações e diásporas históricas e seu impacto:<br>- Diáspora Africana: A diáspora africana refere-se ao deslocamento forçado de milhões de africanos durante a era do comércio transatlântico de escravos. Africanos foram capturados e vendidos como escravos para as Américas, Europa e outras partes do mundo. A diáspora africana deixou um legado duradouro na composição étnica das Américas e do Caribe, com descendentes africanos contribuindo para a formação de diversas comunidades e culturas afrodescendentes.<br>- Diáspora Judaica: A diáspora judaica remonta à dispersão do povo judeu após a destruição do Segundo Templo em Jerusalém, no ano 70 d.C. Os judeus foram expulsos de suas terras e se estabeleceram em diferentes partes do mundo, contribuindo para a formação de comunidades judaicas em diáspora. Ao longo da história, judeus migraram e se adaptaram a diferentes culturas e sociedades, mantendo sua identidade étnica e religiosa distintas.<br>- Migração de povos indígenas: Ao longo dos séculos, muitos povos indígenas foram deslocados de suas terras devido à colonização e expansão territorial. Migrações forçadas, remoções e reassentamentos afetaram povos indígenas em várias partes do mundo, como os nativos americanos nas Américas, os aborígenes australianos e os maoris na Nova Zelândia. Esses movimentos tiveram um impacto profundo na composição étnica e na perda de terras e culturas indígenas.</div><div><br>Esses são apenas alguns exemplos de migrações e diásporas históricas que tiveram um impacto significativo na composição étnica global. Esses movimentos moldaram a diversidade étnica presente em diferentes regiões do mundo hoje. É importante reconhecer e compreender o impacto desses eventos na formação das identidades étnicas e culturais contemporâneas, bem como promover o respeito e a valorização da diversidade resultante dessas migrações e diásporas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-06 01:03:22 UTC</pubDate>
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         <title>Preconceito étnico.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O racismo, a discriminação e o preconceito étnico são desafios enfrentados por diferentes grupos étnicos em várias partes do mundo. Esses problemas têm raízes históricas profundas, muitas vezes ligadas a processos de colonização, escravidão, segregação e opressão. Foram estabelecidos sistemas para justificar a exploração e a desigualdade entre diferentes grupos étnicos, baseando-se em características como cor da pele, origem étnica, religião ou nacionalidade.<br><br></div><div><br>O impacto social dessas formas de discriminação é significativo. Elas criam desigualdades, marginalização e exclusão social, limitando o acesso a oportunidades educacionais, empregos, moradia, serviços de saúde e participação política. Além disso, afetam negativamente a saúde mental das vítimas, causando estresse emocional e minando a coesão social.<br><br></div><div><br>Para combater esses problemas, diversas medidas têm sido tomadas. A educação e a conscientização desempenham um papel fundamental nesse processo, promovendo a compreensão da diversidade, inclusão e igualdade desde as idades mais jovens. A implementação de currículos inclusivos, o treinamento de professores e a sensibilização sobre questões raciais e étnicas são importantes nesse sentido.<br><br></div><div><br>Outra medida importante é a implementação de legislação e políticas antidiscriminatórias. Muitos países têm leis e políticas que protegem os direitos das minorias étnicas e combatem a discriminação racial. Isso inclui leis de igualdade de oportunidades, leis contra o discurso de ódio e políticas de ação afirmativa para promover a igualdade de acesso a recursos e oportunidades.<br><br></div><div><br>Os movimentos sociais e o ativismo têm sido fundamentais na luta contra o racismo e a discriminação étnica. Protestos, campanhas de conscientização, mobilização comunitária e ações coletivas têm sido utilizados para desafiar a injustiça e exigir mudanças.<br><br></div><div><br>Além disso, é necessário promover o diálogo intercultural e o respeito mútuo entre diferentes grupos étnicos. Isso envolve a promoção de interações positivas, a valorização da diversidade e o reconhecimento dos direitos e contribuições de todos os grupos étnicos.<br><br></div><div><br>Por fim, é fundamental abordar as estruturas e instituições que perpetuam a discriminação étnica. Isso envolve uma revisão crítica de políticas, práticas e sistemas que podem reforçar desigualdades e garantir uma abordagem mais justa e igualitária.<br><br></div><div><br>O combate ao racismo, à discriminação e ao preconceito étnico é um processo contínuo e complexo, mas é essencial para construir sociedades mais justas, inclusivas e respeitosas da diversidade. É um esforço coletivo que requer a participação de indivíduos, comunidades, governos e instituições para criar um futuro mais equitativo para todos.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-06 01:10:50 UTC</pubDate>
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         <title>Herança cultural e preservação.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A preservação e valorização da herança cultural e ancestral de diferentes grupos étnicos são de extrema importância. A herança cultural abrange uma variedade de aspectos, como língua, música, culinária, tradições e costumes, que desempenham um papel fundamental na identidade e na coesão social desses grupos. Preservar e valorizar a herança cultural permite que os indivíduos e comunidades se conectem às suas raízes e se sintam parte de uma comunidade maior, fortalecendo o senso de pertencimento e orgulho étnico. Além disso, a herança cultural é um repositório de conhecimentos tradicionais e habilidades transmitidos de geração em geração. Ela incorpora saberes ancestrais sobre agricultura, medicina tradicional, técnicas artesanais, entre outros aspectos importantes da vida cotidiana. Ao preservar e valorizar essa herança, garantimos que esse conhecimento seja transmitido às futuras gerações, mantendo vivas as tradições e a sabedoria acumulada ao longo do tempo.<br><br></div><div><br>A herança cultural também se manifesta através da expressão artística e criativa de um grupo étnico. A música, dança, artesanato, pintura e outras formas de arte são meios pelos quais a identidade cultural é celebrada e compartilhada. Preservar essas expressões artísticas permite a continuidade de práticas culturais únicas, incentivando a diversidade e a criatividade.<br><br></div><div><br>Além disso, a preservação da herança cultural também tem um impacto econômico significativo. Muitas comunidades étnicas baseiam suas atividades econômicas no turismo cultural, atraindo visitantes interessados em conhecer suas tradições, gastronomia e artesanato. Ao valorizar e promover sua herança cultural, essas comunidades podem gerar renda e oportunidades de emprego, contribuindo para o desenvolvimento local e a sustentabilidade econômica.<br><br></div><div><br>A herança cultural também serve como uma ponte entre diferentes grupos étnicos e culturas. Ao compartilhar e promover a herança cultural, é possível estabelecer um diálogo intercultural e promover a compreensão mútua. Isso contribui para a construção de sociedades mais inclusivas, que valorizam e respeitam a diversidade étnica e cultural.<br><br></div><div><br>Em resumo, a preservação e valorização da herança cultural e ancestral de diferentes grupos étnicos são fundamentais para a manutenção da identidade, transmissão de conhecimentos, expressão artística, desenvolvimento econômico local e construção de pontes interculturais. Ao reconhecer a importância desses elementos culturais, podemos promover uma maior valorização da diversidade e uma sociedade mais inclusiva e harmoniosa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-06 01:15:01 UTC</pubDate>
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         <title>Introdução</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Os seres humanos são complexos e fascinantes, e uma parte essencial de nossa experiência de vida são os sonhos, medos e receios que carregamos. Esses aspectos emocionais e psicológicos moldam nossa perspectiva do mundo e influenciam nossas escolhas, comportamentos e aspirações.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-06 01:18:02 UTC</pubDate>
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         <title>Sonhos</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Os sonhos são vislumbres de possibilidades, representações simbólicas de nossos desejos e ambições. Eles são como janelas para nossa mente subconsciente, oferecendo-nos uma visão do que poderíamos alcançar ou experimentar. Os sonhos podem ser cheios de cores vívidas, histórias intrigantes e personagens misteriosos. Eles podem nos inspirar, motivar e nos ajudar a definir metas para o futuro. Os sonhos nos permitem explorar um mundo além do que é tangível, onde tudo é possível.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-06 01:19:42 UTC</pubDate>
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         <title>Medos e receios</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>No entanto, ao lado de nossos sonhos, existem também os medos e receios que nos assombram. Eles são as sombras que nos seguem, os obstáculos que parecem bloquear nosso caminho. Os medos podem se manifestar de várias maneiras, desde o medo do fracasso e rejeição até o medo do desconhecido ou da perda. Eles nos lembram de nossa vulnerabilidade e podem nos impedir de explorar novas oportunidades. Os receios, por sua vez, são preocupações profundas e persistentes que podem surgir de experiências passadas ou de incertezas sobre o futuro.<br>Tanto os medos quanto os receios podem exercer um poderoso domínio sobre nós, limitando-nos e nos impedindo de avançar. No entanto, também podemos encontrar força e crescimento ao enfrentá-los. Ao compreender nossos medos e receios, podemos aprender a lidar com eles de forma mais saudável e superá-los. Enfrentar nossos medos pode nos libertar das amarras emocionais e permitir que busquemos nossos sonhos com coragem e determinação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-06 01:21:37 UTC</pubDate>
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         <title>Educação Política </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>CONCEITO:Educação política é um processo de transmissão de informações e conhecimentos com a finalidade de disponibilizar ao cidadão um repertório que lhe permita compreender as nuances dos debates políticos no Brasil e no mundo. E que também capacite as pessoas para participar ativamente da política.<br><br>IMPORTÂNCIA: A educação política desempenha um papel essencial na&nbsp;<br>formação de cidadãos conscientes e atuantes, capazes de compreender,&nbsp;<br>questionar e transformar a realidade política em benefício da sociedade. É&nbsp;<br>fundamental para fortalecer a nossa democracia, promover a justiça social e garantir a plena participação da população na vida política do nosso país. É muito importante que a educação política abranja todas as camadas da sociedade,independente da classe social, raça, gênero, etc. Promovendo um acesso ao político acessível a todos.<br><br>COMO REALIZAR: Para realizar uma educação política efetiva, primeiramente é importante promover um conhecimento básico de&nbsp;<br>política, introduzindo conceitos políticos básicos e importantes como&nbsp;<br>poder, democracia, cidadania, etc.<br>Importante também utilizar informações precisas e imparciais de fontes&nbsp;consideradas confiáveis, pois atribuirá o acesso a informações corretas e&nbsp;imparciais.<br>Incentivo à participação da população a se envolverem de forma ativa na&nbsp;política e na tomada de decisão, promovendo uma participação nas&nbsp;eleições, envolvendo em debates políticos e se envolvendo em questões&nbsp;de interesse público.<br>Outro fator importante é o desenvolvimento de um pensamento crítico,&nbsp;pois ao analisar e avaliar informações políticas de forma crítica, buscando&nbsp;questionar, buscar evidências e ver de diferentes perspectivas, assim&nbsp;formando opiniões fundamentadas.&nbsp;<br>É importante também relacionar os conceitos políticos com a realidade&nbsp;<br>em que estamos vivendo e fazemos isso por discutir as questões políticas&nbsp;<br>atuais, os desafios e problemas sociais que enfrentamos em nossa&nbsp;<br>comunidade e em nosso país. Assim tendo uma educação efetiva e de qualidade </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-06 13:03:03 UTC</pubDate>
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         <title>O que é religião</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A religião é um sistema de envolvimento de crenças, práticas e valores que uma conexão com o sagrado ou o divino. Ela abrange uma ampla variedade de tradições, rituais e doutrinas, e desempenha um papel importante na vida de muitas pessoas em todo o mundo. A religião geralmente oferece respostas às perguntas fundamentais sobre o significado e propósito da vida, a existência de um ser supremo ou designados, a moralidade e a conduta humana.&nbsp;<br><br>https://youtu.be/CjZ1peGkR2U</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-06 13:29:02 UTC</pubDate>
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         <title>Espiritismo </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Espiritismo (aprox. 13 milhões de adeptos)<br>Espiritismo não é exatamente uma religião, mas também entra na lista. A sobrevivência do espírito após a morte e a reencarnação são as bases dessa doutrina, que surgiu na França e se expandiu pelo mundo a partir da publicação de O Livro dos Espíritos, de Allan Kardec (1857). É no Brasil que se encontra a maior comunidade espírita do mundo: 1,3% da população do país é espírita.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-06 13:29:43 UTC</pubDate>
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         <title>Budismo </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Budismo (aprox. 376 milhões de adeptos)<br>A doutrina baseada nos ensinamentos de Siddharta Gautama, o Buda (600 a.C.), busca a realização plena da natureza humana. A existência é um ciclo contínuo de morte e renascimento, no qual vidas presentes e passadas estão interligadas. Como era de se esperar, essa religião oriental é a principal doutrina em vários países do sudeste asiático, como Camboja, Laos, Birmânia e Tailândia. No Japão, é a segunda maior religião do país: 71,4% da população é praticante (muitos japoneses praticam mais de uma religião e, portanto, são contados mais de uma vez).</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-06 13:30:09 UTC</pubDate>
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         <title>Hinduísmo </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Hinduísmo (aprox. 900 milhões de adeptos)<br><br><br><br>Baseado nos textos Vedas, o hinduísmo abrange seitas e variações monoteístas e politeístas, sem um corpo único de doutrinas ou escrituras. Os hindus representam mais de 80% da população na Índia e no Nepal. Mesmo com tamanha variedade, são apenas a terceira maior religião do mundo. Porém, ostentam um título mais original: o maior monumento religioso do planeta. Trata-se do templo Angkor Wat – depois convertido em mosteiro budista –, que tem cerca de 40 quilômetros quadrados e foi construído no Camboja no século XII.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-06 13:30:59 UTC</pubDate>
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         <title>Islamismo </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Islamismo (aprox. 1,6 bilhões de adeptos)<br><br><br><br><br>A medalha de prata na lista das religiões é dos muçulmanos. Segundo projeções, daqui vinte anos, eles serão mais de um quarto da população mundial. Se esse cenário se concretizar, o número de muçulmanos nos Estados Unidos vai mais do que dobrar e um quarto da população israelense será praticante do islamismo. Além disso, França e Bélgica se tornarão mais de 10% islâmicas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-06 13:31:22 UTC</pubDate>
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         <title>Cristianismo </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Cristianismo (aprox. 2,2 bilhões de adeptos)<br><br><br><br>Mesmo com o crescimento de outras religiões, o cristianismo continua sendo a doutrina com mais adeptos no mundo todo. Porém, seus seguidores têm mudado de perfil. Há um século, dois terços dos cristãos viviam na Europa. Hoje, os europeus representam apenas um quarto dos cristãos. Mas, o interessante mesmo é apontar onde o cristianismo mais cresceu no último século: na África Subsaariana. De 1910 para cá, a população cristã da região saltou de 9 para 516 milhões de adeptos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-06 13:32:08 UTC</pubDate>
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         <title>Liberdade religiosa </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;O respeito pelas religiões é um componente essencial da liberdade religiosa, um direito humano fundamental reconhecido internacionalmente. Todas as pessoas devem ter o direito de escolher, praticar e manifestar sua fé de acordo com suas convicções pessoais, desde que não prejudiquem a segurança ou os direitos dos outros.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-06 13:33:06 UTC</pubDate>
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         <title>Diversidade cultural </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;A diversidade religiosa é parte integrante da diversidade cultural de uma sociedade. Cada religião possui uma rica história, tradições, rituais e crenças que contribuem para a riqueza cultural e social de uma comunidade. Ao respeitar as religiões, promovemos a valorização e a preservação dessa diversidade cultural.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-06 13:33:56 UTC</pubDate>
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         <title>Coexistência pacífica</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;O respeito pelas religiões desempenha um papel crucial na promoção da coexistência pacífica. Ao reconhecer a legitimidade das crenças e práticas religiosas dos outros, reduzimos o risco de conflitos e promovemos uma convivência harmoniosa. Isso é especialmente relevante em sociedades onde existem várias religiões e grupos étnicos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-06 13:35:01 UTC</pubDate>
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         <title>Direitos Humanos e igualdade </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Respeitar as religiões é essencial para garantir os direitos humanos e a igualdade para todas as pessoas, independentemente de sua fé ou religião. Ao respeitar as religiões, evitamos a discriminação religiosa e asseguramos que todas as pessoas tenham a mesma oportunidade de participar plenamente da vida social, política e econômica.<br>É importante destacar que o respeito pelas religiões não significa concordar com todas as crenças ou práticas religiosas. Significa reconhecer o direito de cada pessoa de ter suas próprias convicções e tratá-las com dignidade e respeito. Ao promover o respeito pelas religiões, construímos uma sociedade mais inclusiva, justa e pacífica.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-06 13:36:37 UTC</pubDate>
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         <title>Entrevista: O que é Política?</title>
         <author>kauabezerra2006</author>
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         <pubDate>2023-06-20 13:53:50 UTC</pubDate>
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         <title>Entrevista: Política no Brasil</title>
         <author>kauabezerra2006</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-06-20 13:55:48 UTC</pubDate>
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         <title>Entrevista: Educação Política</title>
         <author>kauabezerra2006</author>
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         <pubDate>2023-06-20 13:56:15 UTC</pubDate>
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         <title>Entrevista: Opinião Poítica</title>
         <author>kauabezerra2006</author>
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         <pubDate>2023-06-20 13:59:08 UTC</pubDate>
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         <title>FORMULÁRIO DE PESQUISA</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-06-20 14:07:47 UTC</pubDate>
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         <title>Política no Brasil </title>
         <author>nandafam0901</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>O Brasil é uma República Federativa, ou seja, é um Estado onde não existe uma hierarquia entre os cidadãos e todos são iguais perante a lei</strong>.<strong> </strong>Além do mais, é uma República Democrática que permite a participação do cidadão nas eleições do Estado. O termo federativo se refere à autonomia que cada Estado possui, mas mantendo a coesão em torno de um governo central, afirma a Constituição Federal de 1988.<br><br></div><div>O Brasil adotou como modelo o presidencialismo. Isso significa que o chefe do poder executivo é o presidente da República. É ele quem governa o país e direciona os recursos do Estado. O Brasil tem o Estado dividido em 3 poderes definidos pela Constituição de 1988.&nbsp;<br><strong>Os poderes no Brasil são divididos em Legislativo, Executivo e Judiciário. O poder é um só, mas há uma divisão de atribuições e funções do Estado</strong>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-20 14:11:31 UTC</pubDate>
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         <title>Formulário</title>
         <author>luizaafbs</author>
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         <description><![CDATA[<div>Fizemos um formulário de quatro questões sobre sonhos, medos e receios dos alunos da etec e recebemos algumas respostas interessantes:</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-20 14:14:29 UTC</pubDate>
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         <title>Sonhos</title>
         <author>luizaafbs</author>
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         <description><![CDATA[<div>A primeira pergunta que fizemos sobre os sonhos que eles têm, e percebemos que a maioria tem um sonho de entrar na faculdade, principalmente na USP.&nbsp;<br><br>- Meu sonho é entrar na USP, me formar, ter a carreira dos meus sonhos e ter estabilidade financeira.<br><br>- Meu sonho é fazer medicina na USP<br><br>- Passar em uma boa faculdade, vivendo uma boa vida acadêmica e financeira<br><br>- Meu sonho é entrar em uma faculdade pública<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-20 14:18:20 UTC</pubDate>
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         <title>Medos</title>
         <author>luizaafbs</author>
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         <description><![CDATA[<div>Assim como sonhos, os medos dos alunos da Etec são não passar numa faculdade ou não ter uma carreira </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-20 14:23:57 UTC</pubDate>
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