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      <title>Idosos institucionalizados by Vitória Diniz</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-08-02 22:25:11 UTC</pubDate>
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         <title>A VIDA DOS IDOSOS EM ABRIGOS</title>
         <author>dinizvitoria16</author>
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         <pubDate>2022-08-02 22:37:26 UTC</pubDate>
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         <title>                                 ENVELHECER</title>
         <author>dinizvitoria16</author>
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         <description><![CDATA[<blockquote>&nbsp; &nbsp; &nbsp; <sub>O envelhecimento atualmente faz parte da realidade da maioria das sociedades, produzindo mudanças no perfil populacional trazendo novos desafios. Em consequência, a diminuição das taxas de mortalidade e de natalidade acarreta o fenômeno de transição demográfica, com o aumento significativo no número de idosos. Mas, se é certo que se vive mais anos, objetivo perseguido pelo homem durante séculos, também é verdade que tal realidade é desafiadora.<br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Com esse aumento significativo de idosos temos visto cada dia mais uma baixa oferta de familiares cuidadores, sendo agregado por vários motivos, seja eles a maior inserção da mulher no trabalho, o abandono parental apresentado pelos filhos e as condições individuais de cada sujeito. Reduzindo o cuidado em seus lares familiares e de acordo com Camarano (2007a) o estado e o mercado privado devem desenvolver ações e para atendê-los.&nbsp;<br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Considerando as ações do estado e as alternativas não familiares para o cuidado desses idosos são ofertadas instituições asilares, cuja origem remonta a Grécia Antiga. Contudo, historicamente essas as instituições são vistas de forma preconceituosa pela sociedade e recebem conotação inadequada para a sua atividade e rotina. Como consequência do forte estigma que envolve esse atendimento podemos listar a baixa oferta de instituições de residência e o pequeno número de idosos que nelas vivem (Giacomin e Couto, 2010).&nbsp;<br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;É certo que as instituições de longa permanência no Brasil apresentam uma realidade precária, isto é, estão abaixo das condições mínimas para o envelhecimento bem-sucedido. Isso porque está atrelada as necessidades da comunidade (Born e Boechat, 2006) e não na implantação do cuidado de longa duração. Podemos citar como uma grande parte do problema a omissão do estado para nas fiscalizações dos serviços oferecidos.<br>Porém, nem sempre, elas são o local onde se abandona ou se negligência a velhice, mas é fato que grande parte das instituições de longa permanência possui um perfil assistencialista, no qual prestar cuidados aos idosos resume-se a oferecer abrigo e alimentação. Isso explica o não sentimento de pertença dos idoso que ali habita.&nbsp;<br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Como todas as situações humanas, a velhice tem uma dimensão existencial, que modifica a relação da pessoa com o tempo, gerando mudanças em suas relações com o mundo e com a sua própria história. A velhice deve ser compreendida em sua totalidade, pois é um fenômeno biológico com consequências psicológicas, sendo o envelhecimento uma perda gradativa de seus papéis subjetivos e uma necessidade de adaptação frente às perdas e mudanças que ocorrem ao longo da vida.<br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; É certo que deixar a condição de morar sozinho ou em família para a condição de asilado é uma mudança que exige aceitação. A transição geralmente representa um impacto para o idoso, pela perda de referências e do sentimento de pertença, trazendo repercussões negativas no estado emocional relações e na saúde de quem vive asilado.</sub></blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-02 22:37:34 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>dinizvitoria16</author>
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         <description><![CDATA[<div><a><sub>Tratando-se de asilo, Goffman frisa que toda instituição tem tendência de ‘fechamento’ – fechamento este [...] simbolizado pela barreira à relação social com o mundo externo e por proibições à saída que muitas vezes estão incluídas no esquema físico – por exemplo, portas fechadas, paredes altas, arame farpado, fossos, água, florestas ou pântanos. [...]. Há instituições criadas para cuidar de pessoas que, segundo se pensa, são incapazes e inofensivas; nesse caso estão as casas para cegos, velhos, órfãos e indigentes (GOFFMAN, 2001, p. 16).</sub></a></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-02 22:45:09 UTC</pubDate>
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         <title>Visão geral das Ilpis</title>
         <author>dinizvitoria16</author>
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         <description><![CDATA[<div><a href="http://repositorio.ipea.gov.br/bitstream/11058/9146/1/Institui%c3%a7%c3%b5es%20de%20longa%20perman%c3%aancia.pdf">INSTITUIÇÕES DE LONGA PERMANÊNCIA PARA IDOSOS NOBRASIL: DO QUE SE ESTÁ FALANDO?</a><br><br><sub>As </sub><strong><sub>ILPIs</sub></strong><sub> são instituições governamentais ou não governamentais, de caráter residencial, destinadas ao domicílio coletivo de pessoas com idade igual ou superior a 60 anos, com ou sem suporte familiar e em condições de liberdade, dignidade e cidadania.<br><br>De acordo com a Pesquisa Ipea, a grande maioria das instituições brasileiras é filantrópica, 65,2%, incluindo neste conjunto, as religiosas e leigas. As privadas constituem 28,2% do total. Apenas 6,6% das instituições brasileiras são públicas ou mistas, predominando as municipais. O governo federal mantém apenas duas instituições, o Abrigo Cristo Redentor, que abriga 298 idosos pobres, e a Casa Gerontológica de Aeronáutica Brigadeiro Eduardo Gomes, restrita a trabalhadores e familiares da Aeronáutica.&nbsp;<br><br>Como a pesquisa refere-se a apenas um ponto no tempo, é difícil saber como o número de instituições tem variado ao longo dele, ou seja, se tem crescido para acompanhar o aumento da demanda. Esta informação refere-se apenas às instituições existentes no momento da pesquisa. É possível que muitas tenham sido abertas e fechadas ao longo do período. Nesse caso, isso deve ocorrer com mais frequência entre as instituições privadas.&nbsp;<br><br><br></sub><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-02 22:45:13 UTC</pubDate>
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         <title>INSTITUIÇÃO </title>
         <author>dinizvitoria16</author>
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         <description><![CDATA[<div><em><sub>O documentário se passa no Lar Maria Madalena, localizado no Núcleo Bandeirante, cidade satélite do Distrito Federal a 18 quilômetros do centro da capital. A instituição foi fundada em 1980 por Jorge Cauhy Júnior e abriga atualmente 95 idosos desamparados oferecendo atendimento com profissionais da área da saúde e psicólogos, além de alimentação e moradia. O abrigo conta com a colaboração de voluntários, além de doações da população e auxílio governamental. O Lar Maria Madalena é o cenário deste documentário, que conta com a participação de cinco idosos: Vicente Virgílio da Rocha, Jorgina Gonçalves da Conceição, Josefa Ramos de Oliveira, Guiomar Soares da Silva e Maria das Dores da Conceição Andrade.&nbsp;<br></sub></em><br></div><div><em><sub>Esses cinco idosos nos contam com palavras diferentes, mas com sentimentos parecidos a vivência ao longo de suas vidas, falam sobre fé, lembranças, gostos e sobre a juventude brasileira. Eles relatam que o ingresso no lar se deu por variados motivos e que apesar do carinho com a instituição, nem sempre foi fácil o convício, mas que são gratos por serem bem tratados. Salientam que a maioria das visitas são de terceiros, colegas e amigos, pois os parentes não estão próximos ou até mesmo não possuem parentes ou não querem contato. &nbsp;<br></sub></em><br></div><div><em><sub>Quando questionados sobre suas lembranças todos falam com tristeza do que é não conviver com seus amigos e familiares, e a dor que as lembranças do passado trazem. Eles relatam que as provações são enfrentadas com fé e que sem ela eles não conseguiriam superar as dificuldades. </sub></em></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-06 14:11:44 UTC</pubDate>
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         <title>CONCLUSÃO</title>
         <author>dinizvitoria16</author>
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         <description><![CDATA[<div><sup>Ao observamos a natureza humana e todo nosso ambiente constatamos que envelhecer é um fenômeno normal, natural e universal, sendo resultante de fatores biológicos, ambientais, sociais e de hábitos cultivados ao longo da vida. Através do estudo conseguimos observar como a família é uma importante aliada para um processo saudável do envelhecimento e como a desinstitucionalização desses idosos resulta em uma melhor qualidade de vida.&nbsp;<br></sup><br></div><div><sup>Porém esse caminho é longo e difícil, uma vez que esbarramos em falhas humanas e governamentais. Sendo os familiares um dos principais responsáveis pelo abandono, pelo estigma e pela anulação do desejo do idoso, a cada dia vemos mais famílias renunciando à convivência e a favor da institucionalização. Por outro lado, temos um governo omisso, despreparado e incapacitado que alimenta o abandono e disponibiliza baixos recursos as instituições.&nbsp;<br></sup><br></div><div><sup>Seguindo esse panorama conseguimos identificar que a maioria dos idosos não são visitados ou assistidos pelas famílias, ficando à mercê de asilos e a cuidado de terceiros, uma vez que temos grande taxa de voluntários e de doações externas. O ideal é uma maior assistencialidade familiar e governamental a fim de resgatar e valorizar o papel do idoso na sociedade, resgatando suas experiencias, saberes e vivencias. </sup><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-06 14:11:51 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>dinizvitoria16</author>
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         <pubDate>2022-08-06 15:50:21 UTC</pubDate>
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         <title>REFERENCIAS</title>
         <author>dinizvitoria16</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><a href="https://www.scielo.br/j/tce/a/p5TtS5DFxTtQmxnpDWrmCfG/?format=pdf&amp;lang=pt"><sup>MOTIVAÇÕES PARA O INGRESSO DOS IDOSOS EM INSTITUIÇÕES DE LONGA PERMANÊNCIA E PROCESSOS ADAPTATIVOS: UM ESTUDO DE CASO&nbsp;</sup></a></li></ul><div><br></div><ul><li><a href="http://repositorio.ipea.gov.br/bitstream/11058/9146/1/Institui%c3%a7%c3%b5es%20de%20longa%20perman%c3%aancia.pdf%20"><sup>INSTITUIÇÕES DE LONGA PERMANÊNCIA PARA IDOSOS NO BRASIL: DO QUE SE ESTÁ FALANDO?</sup></a></li></ul><div><br></div><ul><li><a href="https://periodicos.uesc.br/index.php/memorialidades/article/view/20"><sup>VELHICE INSTITUCIONALIZADA: IMAGINÁRIO E REALIDADE</sup></a></li></ul><div><br></div><ul><li><a href="https://portal.unisepe.com.br/unifia/wp-content/uploads/sites/10001/2018/06/062_artigo_lar_sao_francisco.pdf"><strong><sub><sup>PARTICIPAÇÃO DOS FAMILIARES NA VIDA DOS IDOSOS INSTITUCIONALIZADOS NO LAR SÃO FRANCISCO DE ASSIS EM SIMÃO DIAS/ SE.&nbsp;</sup></sub></strong></a></li></ul><div><br></div><ul><li><a href="https://seer.ufu.br/index.php/perspectivasempsicologia/article/view/52214/27914"><sup>OFICINAS INTERATIVAS PARA IDOSOS EM INSTITUIÇÃO DE LONGA PERMANÊNCIA&nbsp;</sup></a></li></ul><div><br></div><ul><li><a href="https://www.scielo.br/j/icse/a/MCxRm8hNMvS4thK7Fx9J3gt/?format=pdf&amp;lang=pt"><sup>Idosos em instituições de longa permanência: falando de cuidado</sup></a></li></ul><div><br></div><ul><li><a href="https://www.scielo.br/j/rbgg/a/wwRGpXHrfJmR9sTHwN44v4g/?lang=pt#:~:text=Com%20a%20fun%C3%A7%C3%A3o%20primordial%20de,de%20la%C3%A7os%20sociais%20e%20afetivos."><sup>Percepção de idosos sobre o papel do psicólogo em instituições de longa permanência</sup></a><sup>&nbsp;<br></sup><br></li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-06 16:31:59 UTC</pubDate>
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         <author>dinizvitoria16</author>
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         <title></title>
         <author>dinizvitoria16</author>
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